Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Joinville (page 1 of 2)

Jogo horrível. Empate bom

Lista final de colaboradores do livro Time dos Sonhos

Esta é a lista de nomes que será impressa no livro Time dos Sonhos, a ser relançado este ano. Peço a todos que contribuíram que confiram se o seu nome está aqui e se está grafado corretamente. Obrigado a todos.

Ademir Freitas Dias
Ademir Joaquim Teles
Adriano Riesemberg
Affonso Parisi Junior
Alessandro D’Andrea
Alexandre Soldado
Alfredo Cabral
Altevir Riesemberg Filho
Alvaro Borio
Amilton Loureiro de Carvalho
Ana Clara Gaspar Agostinho
Anderson Guedes
André Luiz Marini
André Oliveira
André Vitor Beraldo
Angelo Antonio Agostinho
Antonio Afonso da Silva
Antonio Carlos Rodrigues
Antonio Carlos Vitor
Antonio de Padua Rodrigues Queiroz
Antonio De Souza Barroso
Antonio José Chinez Neto
Antônio Luciano Ceron
Antonio Pereira dos Santos
Aristides Makrakis
Arthur Dávila Alvarenga
Augusto Rodrigues Munhoz
Aurélio Schappo
Benedito Leal
Carlo Eugênio Nogueira
Carlos Augusto
Carlos Eduardo Gomes Bezerra
Carlos Eduardo Gonçalves da Cunha
Carlos Eduardo Kobuta
Carlos Francisco Pereira Cardoso
Carlos Soares Cavalcante
Cássio Henrique Mazzer
Celso Luiz Colombini
Cesário Alcantara Rocha
Claudio Brandalise
Claudio Bueno da Silva
Claudio Haruo Okuyama
Daniel Griggio
Daniel Roberto Carpentieri Censi
Danilo Henrique Carvalho
Davi Cesar Mendes Leal
Davi Cláudio Maria
Domingos Penso Sarraf
Ed Carlos da Costa Alves
Edgard Franco
Edilson Aparecido Oliveira
Edmilson Almeida de Souza
Edneide Aleixo Farias
Edson Goto
Eduardo Andrade
Eduardo Santana dos Santos
Eduardo Simas
Eduardo Vital Barbosa da Luz
Elienos Pereira do Lago
Eliezer Narciso
Eribaldo Fernandes
Eugênio Nogueira
Eugenio Singer
Fábio Alexandre Barreto da Silva
Fábio Gaia
Fabio Luis Habib Mendes Baptista
Fábio Silvestri
Fabio Souza Lima
Fabricio Ribeiro dos Santos Godoi
Fabrizio Luiz de Oliveira Elbel
Fagner Vinicius Costa Borges
Felipe Gonçalves Simões
Felipe Luis Boschi Rubinger
Fernando Antonio Pinho Ramos
Fernando de Faro Dória
Francisco Passos da Silva Jr
Gabriel Santana
Gilberto Calixto
Gilberto Nunes de Oliveira (GIL2000)
Gilberto Sordi
Gilmar Angelo Rufino
Gilson Batista
Glecimar Mól
Graco Fernandes de Ázara Lira
Guilherme Chaud Tizziotti
Guilherme dos Santos Castilho Cunha
Guilherme Guedes
Guilherme Nascimento
Guilherme Van Holthe Tanaka
Guilherme Vaz de Oliveira Resstom
Hélcio Nogueira Santos
Helton Celso Wanderley
Helton Moraes
Henrique Gabriel Gomes
Hudson Rosemberg Poceschi e Campos
Ítalo Jesus Menezes
Jandir Boeira
João Eduardo da Silva de Faria
João Estevão Fernandes
João Gustavo Lechinieski
João Maria Lechinieski
Joaquim Batista Jr.
Jorge Issamu Makibara
Jorge Santos
José Antonio Fuscaldo
José Carlos Roque Cordeiro
José Carlos Tavares Costa Junior
José Eduardo Battilani
José Fernando da Rocha Brito
José Galvão Fenley
José Martins Rosseto
José Mauro Alvarez Martinez
Júlio César Duarte Nascimento
Kleber Martins
Laércio Possamai
Laerte Cândido de Souza
Leandro Gustavo Sella
Leandro Moralejo
Leandro Moreira Valente Barbas
Leonardo Toshiro Goto
Luca Fuser
Lucas Paly Pereira do Lago
Lucas Savassa
Luciano de Oliveira Freitas Fre
Luís Carlos Carranza
Luiz Carlos Padoin
Luiz Fernando de Palma
Luiz Louzada de Castro
Maicon da Silva Rodrigues
Manoel Ribeiro dos Santos
Marcel de Souza Rocha
Marcelo Adriano Martins
Marcello Giacomo
Marcelo Augusto Marcondes de Carvalho
Marcelo Covas
Marcelo Guilhermino Petersen
Marcelo José Bernardes Pereira
Marcelo Tecelão
Marcio Camilo
Marcio Luiz Gama Campos
Marcio Mendes e Silva Santos
Marcio Rodrigues Ferreira
Marco Aurélio Piovan
Marcos Magno de Souza Cunha
Marcos Queiroz
Marcus Eduardo Siqueira
Maria Vanusia da Costa
Mario Goto
Mario Roberto Pierry
Mario Rodrigues de Souza
Mauricio Bevilacqua Santos Rosa
Mauro Simi
Mauro Teixeira
Miguel Felisberto Souza Almeida e Silva
Murilo Fidalgo
Neli Aparecida de Faria
Nelson Jafet
Nereuly José Lisbôa
Nilson Roberto de Barros Carneiro Barros Carneiro
Nilton Ramalho
Nivaldo da Graça Saraiva
Noliwo Tokunaga
Onofre Barros Carvalho
Orlando Borges Neto Borges
Oscar Cesar Leite Junior
Pablo Nostre Simões
Paulo Amorim
Paulo César Gobis
Paulo Fernando Farripas Condurú
Paulo Roberto Riesemberg
Paulo Rodrigo Caruso
Pedro Atilio Boareto
Philipe Santalla de Sousa
Rachid Bourdoukan
Rafael Ramos
Raphael Goes Batista
Renato Katchadur Telles
Ricardo de Ramos Penha
Ricardo Narche Cheida
Ricardo Rangel
Rildo Demarqui Pereira
Rinaldo Cantoni
Roberto Ramirez dos Santos
Rodrigo Rolim Prudente dos Santos
Rogério de Moraes
Rogério Eduardo Betetto Sciamana
Romualdo Henrique Soares
Ronaldo Goll
Ronaldo Liberato de Souza
Rony Uemura
Samuel Lopes Faria
Sérgio Aguiar Pacheco Chagas
Sérgio Maracajá Junior
Sergio Teixeira Nusa
Sidnei José Pereira
Tahiana D’Egmont
Thiago Otto Kruszielski Bredow
Thomas Masiero
Valcir Tome
Valtenes Pio da Silva
Valter Luis Golo
Vilma Lima
Victor Luiz Santos Haddad
Vitor Pereira
Vladimir Ribeiro da Silva
Willian Henrique Barbosa Rocha
Willy Nishizawa
Wilson Lizza
Wilson Mendes Libutti
Zeferino Cunha Mendes Neto

A obra-prima de Neymar
Antes de falarmos do 0 a 0 tenebroso em Joinville, vamos ver o gol mais bonito do ano, obra-prima do Menino da Vila Neymar. Dar um chapéu de costas, pegar a bola antes de cair no chão e fazer o gol é algo impensável mesmo para a maioria dos craques. Neymar é um legítimo herdeiro de Millon, Araken, Feitiço, Pelé, Pagão, Coutinho, Edu, Robinho… Clique em “Assista no Youtube” e aprecie o gol mais bonito de 2015.

Jogo horrível. Empate bom

Pense em um jogo feio. Mas bem feio. Agora multiplique por dois. Assim foi o empate de Joinville e Santos, sem gols e quase sem jogadas ofensivas, neste domingo à noite, em Joinville. Foi como aquelas lutas na lama. No pasto que era o campo, a rinha corajosa pela bola valeu mais do que a técnica. Nisso, o time da casa foi melhor. O Santos mais se defendeu. De qualquer forma, com o empate, agora o time está um ponto à frente do São Paulo na luta pela vaga do G4, pois o tricolor perdeu para o Cruzeiro por 2 a 1.

Se tivesse de ter um vencedor, seria o valente Joinville, que quase sempre ganhou a primeira e a segunda bola após os chutões de lado a lado. Nesses jogos fora de casa fica evidente porque o Santos é um time bipolar, que demonstra entusiasmo na Vila Belmiro e depressão fora dela. Seu sistema defensivo tem problemas e, quando é pressionado, o Santos deixa de ser um time dominador e se torna inseguro e dominado. O tranquilo goleiro Vanderlei foi o maior responsável por este pontinho precioso.

Mesmo sabendo que talvez a única chance de o Joinville chegar ao gol seria nas chamadas bolas paradas, os santistas se cansaram de fazer aquelas faltas burras por trás dos adversários, que deram a Marcelinho Paraíba a chance de bater a gol ou cruzar para a área. Nesses cruzamentos o Santos correu o maior perigo de sofrer o gol.

Por outro lado, chance clara o Santos só teve uma, no segundo tempo, quando Ricardo Oliveira apareceu livre e bateu fraco, para defesa do goleiro.

O técnico Dorival Junior fez bem de substituir Lucas Lima, Gabriel e Marquinhos Gabriel. Esse era um jogo para jogadores fortes e decididos do ponto de vista físico. Se bem que Geuvânio entrou e pouco fez. Já que o jeito era brigar na lama, o Santos colocou os seus brucutus e entrou na dança. Ao menos não perdeu. Mas que é crime marcar um jogo da Série A para um campo assim, é.

Pelo empenho, vale destacar a garra de Alison, Thiago Maia, David Braz, Ricardo Oliveira, Daniel Guedes, Renato… Na verdade, o Joinville lutou mais, mas o Santos não se entregou, como já o fez em outras partidas fora de casa.

Dos quatro jogos que faltam, o Santos jogará em casa contra Flamengo e Atlético Paranaense, e fora contra Coritiba e Vasco. Teoricamente é favorito nos quatro, mas na prática a gente sabe que o torcedor santista ainda sofrerá muito para ver esse time terminar o Brasileiro no G4.

Veja agora o comentário do meu amigo Paulo Massini, da CBN:

E você, o que achou do Santos contra o Joinville?


A batalha na lama

Para manter as esperanças de se safar da queda para a Série B, o Joinville terá de vencer o Santos, hoje, às 18 horas, em sua arena. Por isso, jogadores locais falam em se doar 110% na batalha de logo mais. O campo está pesado, devido às chuvas constantes na região. Diante dessas circunstâncias, é óbvio que o Santos não conseguirá os três pontos se jogar da forma sonolenta e pouco aplicada com tem se apresentado nos jogos fora de casa neste Campeonato Brasileiro.

E a vitória também é vital para o Alvinegro Praiano se manter no G4, o que lhe garantirá uma vaga na Copa Libertadores de 2016, mesmo que o título da Copa do Brasil não venha. Com tempo para descansar durante a semana, o cansaço não poderá ser uma desculpa para outro resultado negativo longe da Vila Belmiro.

Os dois times terão desfalques, mas os do Joinville serão maiores. Enquanto Dorival Junior não poderá contar com o zagueiro Gustavo Henrique e o lateral Zeca, suspensos, o técnico PC Gusmão não terá o lateral Edson Ratinho, os volantes Naldo e Kadu e o meia Lucas Crispim, também suspensos. O veterano meia Marcelinho Paraíba deve ir a campo, mas não está em plenas condições físicas.

Do meio-campo para a frente, o Santos será o mesmo time que vem fazendo grandes jogos neste Brasileiro, com Thiago Maia, Renato, Lucas Lima e Marquinhos Gabriel; Gabriel e Ricardo Oliveira. Sua defesa deverá ser formada por Vanderlei, Daniel Guedes, David Braz, Werley (Paulo Ricardo) e Chiquinho.

O time do Joinville que treinou sexta-feira e sábado para o jogo foi escalado com Agenor, Arnaldo, Rafael Donato, Guti e Diego; Anselmo e Yuri; Silvinho, Marcelinho Paraíba e Edigar Júnio; Kempes. Seus jogadores mais perigosos são os atacantes Kempes e Marcelinho Paraíba.

A disposição do time local de se dedicar de corpo e alma à vitória ficou evidente na entrevista do volante Yuri antes do treino de ontem:

– Nós precisamos mais do que eles da vitória. O momento deles é muito bom, estão na Copa do Brasil, no G4. E nós estamos lutando para sair da zona de rebaixamento. Temos que correr mais do que eles, estar mais entregues ao jogo. Nesse jogo, 100% vai ser pouco – destacou.

Espero que os santistas entrem com o mesmo espírito, ou teremos mais uma decepção. Mesmo jogado para o horário morno das 18 horas de domingo, mesmo escondido da tevê aberta e disponível apenas no canal Premiere, o jogo de hoje deve ser encarado pelos santistas como uma decisão, tão importante como os duelos contra os grandes clubes brasileiros. Não importa que muita gente não assista ao jogo. Nós assistiremos e estaremos atentos ao desempenho do time.

Acredito no poder de auto-motivação dos jogadores. Sei que Dorival tentará animar a equipe, mas confio mesmo na influência positiva que Ricardo Oliveira tem sobre os companheiros. Ele é o melhor tipo de líder, pois comanda pelo exemplo.

Minha opinião é de que será um jogo duríssimo, talvez feio, instável, mas disputado do começo ao fim. Mesmo que saia na frente, o Santos não deverá se acomodar com a vantagem, ou sucumbirá. Para o time local, como já disse, é uma partida de vida ou morte.

Outro detalhe é que o Joinville, mesmo tendo o pior retrospecto como visitante, pior mesmo que o do Santos, é um leão quando joga em casa. Ainda não perdeu sob o comando de PC Gusmão. Vem de uma dezena de jogos em casa sem saber o que é uma derrota. O time marca forte no meio e se atira com volúpia co ataque quando tem a bola.

Como gramado estará pesado, até com alguns pontos de barro puro, os jogadores do Santos terão de entrar com o pé firme nas divididas e preparados para ganhar as bolas pelo alto, já que haverá muito chutão para lá e para cá. Em muitos trechos do campo será impossível carregar a bola, o que tornará essencial a utilização de passes rápidos e mesmo de chutes a gol de longa distância (Atenção: Marcelinho Paraíba estará em campo justamente para isso).

Enfim, é mais um daqueles jogos em que, pelo nome e tradição das equipes, pelos seus retrospectos neste ano e por suas escalações, temos a falsa impressão de que o encontro de logo mais já tem o nosso Santos como vencedor. Porém, as circunstâncias da partida e as experiências anteriores do Santos como visitante neste Brasileiro nos dizem que sem coragem e inteligência, o Alvinegro Praiano não sairá vencedor e poderá perder, hoje, sua privilegiada condição de membro do G4.

E você, o que espera do Santos em Joinville?


Reveja o grande jogo de 2005

Mais uma pesquisa furada de torcidas. Agora, da Fox

Encontrei mais uma pesquisa furada de torcidas de futebol. Agora, da Fox. Por ela, a soma das torcidas dos dez times brasileiros mais populares já alcança 120,8 milhões de pessoas . E ainda ficaram faltando Fluminense, Botafogo, Bahia, Vitória, Santa Cruz, Náutico, Sport, Remo, Paysandu, Goiás, Avaí, Ponte Preta, Botafogo/RP, Figueirense, Guarani, América/MG, Portuguesa, Vila Nova, Atlético Paranaense, Coritiba, Juventude, Criciúma e outras dezenas de times. Pelo andar da carruagem, a soma de todas as massas torcedoras brasileiras, segundo essa pesquisa da Fox, alcançaria, no mínimo, de 170 a 180 milhões de pessoas.

Ocorre que as pesquisas mais otimistas já mostraram que 25% dos brasileiros não torcem para time algum (algumas pesquisas chegaram a 40% de neutros). Levando-se em conta que crianças até seis anos dificilmente já escolheram um time para torcer, e que elas representam cerca de 20 milhões de brasileiros, e levando-se ainda em conta que o último censo mostrou que o Brasil tem 204 milhões de habitantes, teremos uma população potencialmente torcedora de 184 milhões de pessoas.

Se desse total de 184 milhões extraímos os 25% que não têm preferência por time algum, ou 46 milhões de pessoas, chegamos a 138 milhões. Portanto, a conta não fecha, a pesquisa é furada. Para fechar, a conta tem de dar, no máximo, um total de 138 milhóes de torcedores. Ou seja, tem gente turbinando a quantidade de torcedores do futebol para atrair mais patrocinadores, só pode ser. Por outro lado, como acreditar que um time nacional e vitorioso, como o Santos, de grande apelo popular, tenha menos torcedores que os clubes regionais de Minas Gerais e Rio Grande do Sul?

Clique aqui para ver a pesquisa da Fox.

Clique aqui para saber que 25% dos brasileiros não torcem para time algum.

Clique aqui para constatar as faixas etárias dos brasileiros.

Reveja o grande jogo de 2005

No Campeonato Brasileiro de 2005 houve um jogo histórico, pois reuniu, pela primeira vez, dois ídolos de gerações distintas do Santos: Giovanni e Robinho. Jogada em 30 de julho de 2005, na Vila Belmiro, a partida teve ainda, como adversário, o alvinegro da capital, que nas últimas 10 partidas havia perdido nove para o Glorioso Alvinegro Praiano.

Nesse encontro, Giovanni deu um show e o Santos venceu por 4 a 2, fora o baile. Depois, entretanto, o STJD anularia o resultado e marcaria nova partida, iniciando a série de decisões esdrúxulas que mudariam a sorte do campeonato. O jogo, porém, foi realizado com os times, árbitros, torcedores, imprensa, e é evidente que não pode ser apagado da história do futebol.

Assim, em um oferecimento especial, reveja o grande jogo do Campeonato Brasileiro de 2005:

Agora ouça Giovanni sobre a decisão espúria do STJD de invalidar a vitória do Santos sobre o alvinegro da capital:

Nomes a serem impressos na reedição de Time dos Sonhos

Segue abaixo a lista dos colaboradores que terão o nome impresso no livro Time dos Sonhos, A Bíblia do Santista, de acordo com a campanha de crowdfunding (financiamento coletivo) organizada pela Kickante. Confira se seu nome está na relação. Qualquer dúvida, envie um comentário pelo blog. O livro está na edição final antes de ir para a gráfica.

Conheça quem deixou o nome na história do Santos

Ademir Freitas Dias
Ademir Joaquim Teles
Adriano Riesemberg
Affonso Parisi Junior
Alexandre Soldado
Alfredo Cabral
Altevir Riesemberg Filho
Alvaro Borio
Amilton Loureiro de Carvalho
Ana Clara Gaspar Agostinho
Anderson Guedes
André Luiz Marini
André Oliveira
André Vitor Beraldo
Angelo Antonio Agostinho
Antonio Afonso da Silva
Antonio Carlos Rodrigues
Antonio Carlos Vitor
Antonio de Padua Rodrigues Queiroz
Antonio De Souza Barroso
Antonio José Chinez Neto
Antônio Luciano Ceron
Aristides Makrakis
Arthur Dávila Alvarenga
Augusto Rodrigues Munhoz
Aurelio Schappo
Benedito Leal
Carlo Eugênio Nogueira
Carlos Augusto
Carlos Eduardo Gomes Bezerra
Carlos Eduardo Gonçalves da Cunha
Carlos Eduardo Kobuta
Carlos Francisco Pereira Cardoso
Carlos Soares Cavalcante
Cássio Henrique Mazzer
Celso Luiz Colombini
Cesário Alcantara Rocha
Claudio Brandalise
Claudio Bueno da Silva
Claudio Haruo Okuyama
Daniel Griggio
Daniel Roberto Carpentieri Censi
Danilo Henrique Carvalho
Davi Cesar Mendes Leal
Davi Cláudio Maria
Ed Carlos da Costa Alves
Edgard Franco
Edilson Aparecido Oliveira
Edmilson Almeida de Souza
Edneide Aleixo Farias
Edson Goto
Eduardo Andrade
Eduardo Santana dos Santos
Eduardo Simas
Eduardo Vital Barbosa da Luz
Elienos Pereira do Lago
Eliezer Narciso
Eribaldo Fernandes
Eugênio Nogueira
Eugenio Singer
Fábio Alexandre Barreto da Silva
Fábio Gaia
Fabio Luis Habib Mendes Baptista
Fábio Silvestri
Fabio Souza Lima
Fabricio Ribeiro dos Santos Godoi
Fagner Vinicius Costa Borges
Felipe Gonçalves Simões
Felipe Luis Boschi Rubinger
Fernando Antonio Pinho Ramos
Fernando de Faro Dória
Francisco Passos da Silva Jr
Gabriel Santana
Gilberto Calixto
Gilberto Nunes de Oliveira (GIL2000) Oliveira
Gilberto Sordi
Gilmar Angelo Rufino
Gilson Batista
Glecimar Mól
Graco Fernandes de Ázara Lira
Guilherme Chaud Tizziotti
Guilherme dos Santos Castilho Cunha
Guilherme Guedes
Guilherme Van Holthe Tanaka
Guilherme Vaz de Oliveira Resstom
Hélcio Nogueira Santos
Helton Celso Wanderley
Helton Moraes
Henrique Gabriel Gomes
Hudson Rosemberg Poceschi e Campos
Ítalo Jesus Menezes
Jandir Boeira
João Eduardo da Silva de Faria
João Estevão Fernandes
João Gustavo Lechinieski
João Maria Lechinieski
Joaquim Batista Jr.
Jorge Issamu Makibara
Jorge Santos
José Antonio Fuscaldo
José Carlos Roque Cordeiro
José Carlos Tavares Costa Junior
José Eduardo Battilani
José Fernando da Rocha Brito
José Galvão Fenley
José Martins Rosseto
José Mauro Alvarez Martinez
Júlio César Duarte Nascimento
Kleber Martins
Laércio Possamai
Laerte Cândido de Souza
Leandro Gustavo Sella
Leandro Moralejo
Leandro Moreira Valente Barbas
Leonardo Toshiro Goto
Luca Fuser
Lucas Paly Pereira do Lago
Lucas Savassa
Luciano de Oliveira Freitas Fre
Luís Carlos Carranza
Luiz Carlos Padoin
Luiz Fernando de Palma
Luiz Louzada de Castro
Maicon da Silva Rodrigues
Marcel de Souza Rocha
Marcello Giacomo
Marcelo Augusto Marcondes de Carvalho
Marcelo Covas
Marcelo Lucio Fernandes
Marcelo Guilhermino Petersen
Marcelo José Bernardes Pereira
Marcelo Tecelão
Marcio Camilo
Marcio Luiz Gama Campos
Marcio Mendes e Silva Santos
Marcio Rodrigues Ferreira
Marco Aurélio Piovan
Marcus Eduardo Siqueira
Marcos Queiroz
Maria Vanusia da Costa
Mario Roberto Pierry
Mario Rodrigues de Souza
Mauricio Bevilacqua Santos Rosa
Mauro Simi
Mauro Teixeira
Miguel Felisberto Souza Almeida e Silva
Murilo Fidalgo
Neli Aparecida de Faria
Nelson Jafet
Nereuly José Lisbôa
Nilson Roberto de Barros Carneiro Barros Carneiro
Nilton Ramalho
Nivaldo da Graça Saraiva
Noliwo Tokunaga
Onofre Barros Carvalho
Orlando Borges Neto Borges
Oscar Cesar Leite Junior
Pablo Nostre Simões
Paulo Amorim
Paulo César Gobis
Paulo Fernando Farripas Condurú
Paulo Roberto Riesemberg
Paulo Rodrigo Caruso
Pedro Atilio Boareto
Philipe Santalla de Sousa
Rachid Bourdoukan
Rafael Ramos
Raphael Goes Batista
Renato Katchadur Telles
Ricardo de Ramos Penha
Ricardo Narche Cheida
Ricardo Rangel
Rildo Demarqui Pereira
Rinaldo Cantoni
Roberto Ramirez dos Santos
Rodrigo Rolim Prudente dos Santos
Rogério de Moraes
Rogério Eduardo Betetto Sciamana
Romualdo Henrique Soares
Ronaldo Goll
Ronaldo Liberato de Souza
Rony Uemura
Samuel Lopes Faria
Sérgio Aguiar Pacheco Chagas
Sérgio Maracajá Junior
Sergio Teixeira Nusa
Sidnei José Pereira
Tahiana D’Egmont
Thiago Otto Kruszielski Bredow
Thomas Masiero
Valcir Tome
Valtenes Pio da Silva
Valter Luis Golo
Vilma Lima
Vitor Pereira
Vladimir Ribeiro da Silva
Willian Henrique Barbosa Rocha
Willy Nishizawa
Wilson Lizza
Wilson Mendes Libutti
Zeferino Cunha Mendes Neto

Os perigos em Joinville

Desde que o técnico Paulo César Gusmão assumiu, o Joinville não perde em seu estádio. Com três volantes, o time marca forte no meio-campo e, quando joga em casa, aperta também a saída de bola do adversário. O chute forte do veterano Marcelinho Paraíba, que entre os seus 19 e 20 anos também foi um Menino da Vila, é uma das armas do Joinville.

Para se salvar do rebaixamento, o Joinville precisará vencer quatro dos cinco jogos que lhes faltam. Portanto, terá de tomar a iniciativa contra o Santos. Um detalhe é que o campo estará bem pesada, pois chove há 40 dias na cidade catarinense.

Time por time, o Santos é bem melhor, mas estamos carecas de saber que ao jogar fora de casa o time não costuma fazer valer sua técnica. Pois está na hora de mudar isso e buscar a vitória em Joinville, domingo, às 18 horas, ou a vaga no G4 ficará mais distante.

E você, o que acha disso?


Um terço da meta cumprida

Mesmo com os desfalques de Ricardo Oliveira, suspenso, e Lucas Lima, com febre, o Santos venceu o Joinville sem grande dificuldade, por 2 a 0, com dois gols de Gabriel, e assim cumpriu um terço de sua meta para se afastar da zona de rebaixamento ainda no primeiro turno. Os outros dois terços seriam vitórias sobre o Coritiba e o Vasco, com mando de campo santista. A equipe ainda jogará fora de casa diante do Flamengo, no próximo domingo, e do Atlético Paranaense, mas como o Santos costuma perder todas as partidas no campo do adversário, um planejamento realista não pode contar com nenhum ponto nesses dois jogos.

Seria preciso errar demais para não vencer o Joinville. O time de Santa Catarina é muito fraco. Além de ter alguns jogadores bem limitados, o técnico Adilson Batista ainda adotou uma tática temerária, adiantando o time, o que proporcionou a Gabriel marcar dois gols antes dos 20 minutos de partida (aos 3 e 18 minutos). Porém, por mais frágil que fosse o adversário, a verdade é que o Santos deu alguma sopa para o azar ao se afobar em busca do terceiro gol, o que abriu alguns buracos em sua defesa.

Por que Werley e David Braz precisam ir ao ataque, nas bolas paradas, se o jogo está tranqüilo e a única chance de o adversário chegar ao gol é justamente nessas avançadas dos defensores santistas? Isso ocorreu algumas vezes no segundo tempo, mas logo Dorival Junior reforçou o meio-de-campo, com as entradas de Elano no lugar de Geuvânio e de Serginho no de Nilson, tirando qualquer possibilidade de reação da equipe catarinense.

O horário das 11 horas da manhã e as promoções feitas pelo clube deram certo e a Vila Belmiro recebeu um bom público na manhã de domingo. Um público que vibrou com os gols de Gabriel, mas que prendeu a respiração cada vez que a bola era atrasada para Werley e David Braz. Por falar em Gabriel, o garoto saiu com uma distensão na coxa e terá de se submeter a tratamento para poder enfrentar o Flamengo, no próximo fim de semana.

Sobre os destaques da partida, fico com Gabriel, obviamente, pelos dois gols e a boa movimentação; com o surpreendente Paulo Ricardo, mais maduro a cada partida e uma ótima opção para o meio-de-campo, e com o veterano Renato, um jogador que supre a falta de físico e de fôlego com uma boa dose de neurônios.

Finalmente à frente de Cuba

Os primeiros Jogos Pan-americanos que me chamaram a atenção foram os de Winnipeg, Canadá, em 1967. Durante muito tempo guardei uma revista que trazia a foto dos 11 medalhistas de ouro do Brasil, gente boa como o velejador Joerg Bruder, o tenista Thomaz Koch e o nadador Silvio Fiolo. Mas depois daquela edição dos Jogos, em que o Brasil terminou em terceiro lugar, com quatro medalhas de ouro a mais do que Cuba, veio um período interminável em que a pequena ilha, que usava o esporte como meio de propaganda política, chegou até a rivalizar com os Estados Unidos.

Na minha primeira cobertura internacional, dos Jogos Pan-americanos de San Juan, Porto Rico, em 1979, testemunhei de perto o esforço que a delegação de Cuba fazia para competir com os capitalistas norte-americanos. Numa tarde, fugindo da chuva, entrei em um ginásio no qual um levantador de peso de Cuba estava batendo mais um recorde pan-americano. Era evidente que seu governo se valia da ajuda da União Soviética e dos países comunistas do Leste Europeu para se destacar em modalidades que distribuíam muitas medalhas. Em San Juan o Brasil ficou apenas em quinto lugar, com nove medalhas de ouro e 39 no total. Cuba ficou em segundo, com 64 de ouro e 145 no total. A distância era abissal.

Em 1991, nos Jogos de Havana, finalmente o governo cubano realizou o sonho de superar os Estados Unidos, com 140 medalhas de ouro e 265 no total, contra 130 de ouro e 352 no total dos norte-americanos. Quanto ao Brasil, apesar do brilho do velocista Robson Caetano, ouro nos 100 e nos 200 metros, e da vitória do basquete feminino, ficou novamente em quarto lugar, com 21 de ouro e 79 no total.

Nem mesmo no Pan do Rio, em 2007, o Brasil logrou ultrapassar os cubanos. Ganhou mais medalhas (157 contra 135), mas perdeu na quantidade de medalhas de ouro (52 a 59), o critério adotado para a classificação oficial. O mesmo ocorreu em Guadalajara, em 2011. No geral a delegação brasileira já era mais completa, se colocava melhor em um maior número de provas, mas os cubanos continuavam com mais vitórias.

Escrevo este post ao meio-dia e meia de domingo, quando o Brasil já garantiu o terceiro lugar em Toronto, com 41 medalhas de ouro, cinco a mais do que Cuba. É um marco. Em que pese a atuação decepcionante de algumas modalidades, como o atletismo, que ganhou apenas uma medalha de ouro e deveria ter ganhado uma dezena, o esporte brasileiro mostrou uma evolução natural, bem diferente do crescimento forjado pelo regime político de Cuba.

Faltam 17 dias para terminar a campanha de reimpressão do livro Time dos Sonhos

Faltam apenas 17 dias para encerrar a campanha pela reimpressão do livro Time dos Sonhos, que ficou conhecido como A Bíblia do Santista. Da meta de R$ 70 mil reais foram arrecadados, até a manhã deste sábado, R$ 9.820,00, ou 14% do total.

Tenho recebido e-mails de amigos e leitores do blog perguntando se devem entrar na campanha, pois como a meta não deverá ser alcançada, temem que o livro também não será ser impresso. A eles tenho informado que Time dos Sonhos será reimpresso e as recompensas serão dadas como estão sendo previstas. Portanto, devem participar, sim, e já agradeço antecipadamente por isso.

A meta de R$ 70 mil foi colocada para suprir todas as despesas materiais e de mão-de-obra de uma edição de 3.000 exemplares de 528 páginas, capa dura e fino acabamento. Como Time dos Sonhos já vendeu sete mil exemplares e ainda havia um bom interesse pela obra, a tiragem parecia razoável. Se o valor não for arrecadado, obviamente será preciso reajustar a quantidade de exemplares impressos e provavelmente contar com um aporte financeiro do autor da campanha, no caso este humilde blogueiro que vos fala.

Se estou decepcionado? Claro que não. Tenho conhecido mais, a cada dia, sobre as características do mercado brasileiro de livros. Saiba, querido leitor e querida leitora, que segundo pesquisa divulgada pela Fecomércio – Federação do Comércio do Rio de Janeiro, 70% dos brasileiros não leram nenhum livro em 2014. Então, lidar com livros, no Brasil, é ser meio sonhador.

Porém, assim como sou grato ao Santos pelas alegrias que já me proporcionou, principalmente na infância e adolescência, da mesma forma sou e serei eternamente agradecido aos livros, meus grandes educadores, amigos de todas as horas que me abriram e me abrem um mundo de conhecimento, reflexão e aventura a cada página. Sei que eles podem mudar pessoas, países, a humanidade. A respeito, há uma poesia lapidar de Castro Alves, o rei de nossos poetas, que diz o seguinte:

Por isso na impaciência
Desta sede de saber,
Como as aves do deserto –
As almas buscam beber…
Oh! Bendito o que semeia
Livros… livros à mão cheia…
E manda o povo pensar!
O livro caindo n’alma
É germe – que faz a palma,
É chuva – que faz o mar.

Há coisa de um mês um rapaz me disse que o primeiro livro que ele leu foi “Pedrinho escolheu um time”. Ouvir algo assim não tem preço. Acredito que por meio de livros que tratam de assuntos específicos, de grande interesse de um grupo particular de pessoas, como é o caso dos que falam da história do Santos, ao menos é possível estimular o gosto pela leitura dentre os santistas. O gosto pela leitura e o gosto pela história do time mais fascinante do planeta.

Bem, mas a campanha ainda continua e você ainda pode participar. Há vários valores e recompensas, mas destaco que com apenas 70 reais você terá um exemplar do livro Time dos Sonhos e ainda ganhará de presente o seu nome no último capítulo do livro. Pense sobre isso:

Clique aqui para garantir o seu exemplar de Time dos Sonhos por um preço promocional e ainda ganhar de presente o seu nome impresso no último capítulo do livro.

E você, acha que pelo que mostrou contra o Joinville, o Santos se afastará da zona do rebaixamento antes do final do primeiro turno?


Neste clássico da Z4, só a vitória interessa


“O Joinville tem qualidades e o jogo será dificílimo”

Neste domingo, às 11 horas da manhã, em uma Vila Belmiro que deverá estar lotada – pela praticidade do horário e também pelas muitas promoções feitas pela diretoria santista – Santos e Joinville jogarão uma partida de vida ou morte, um autêntico clássico da zona de rebaixamento. Se vencer, o Santos de Dorival Junior poderá colocar o nariz d’água, mas a vitória também é o objetivo do time catarinense dirigido por Adilson Batista.

Com a volta de Lucas Lima, que estava suspenso, mas sem Ricardo Oliveira, que recebeu o terceiro cartão amarelo contra o Palmeiras, o Santos deverá entrar em campo com Vanderlei, Victor Ferraz, Werley, David Braz e Zeca; Paulo Ricardo, Renato e Lucas Lima; Gabriel, Nilson e Geuvânio.

Dos garotos que podem atuar como volantes, técnico Dorival Junior tem preferido Paulo Ricardo a Thiago Maia e Lucas Otávio. E no ataque ele dará uma ótima oportunidade a Nilson, jogador indicado por Serginho Chulapa. Vamos ver… Em uma única jogada centroavantes podem queimar nossa língua. Espero que seja o caso desse desconhecido Nilson.

A vitória é imprescindível e deve fazer parte de um plano que inclui outras duas antes do final do turno, o que fará o Santos afastar-se da zona de rebaixamento, mas o problema é que o Joinville começou a jogar melhor e também vem a Santos com o sonho dos três pontos.

Sem Lucas Crispim, jogador santista emprestado ao time catarinense, Adilson Batista escalará seu time com Agenor, Naldo (Arnaldo), Guti, Douglas Silva e Rogério; Anselmo, Fabrício, Marcelo Costa e William Popp; Marion e Silvinho. A arbitragem será de Ricardo Marques Ribeiro, auxiliado por Marcio Eustaquio S Santiago e Marcus Vinicius Gomes.

Faltam 18 dias para terminar a campanha de reimpressão do livro Time dos Sonhos

Faltam apenas 18 dias para encerrar a campanha pela reimpressão do livro Time dos Sonhos, que ficou conhecido como A Bíblia do Santista. Da meta de R$ 70 mil reais foram arrecadados, até a manhã deste sábado, R$ 9.450,00, ou 13% do total.

Tenho recebido e-mails de amigos e leitores do blog perguntando se devem entrar na campanha, pois como a meta não deverá ser alcançada, temem que o livro também não será ser impresso. A eles tenho informado que Time dos Sonhos será reimpresso e as recompensas serão dadas como estão sendo previstas. Portanto, devem participar, sim, e já agradeço antecipadamente por isso.

A meta de R$ 70 mil foi colocada para suprir todas as despesas materiais e de mão-de-obra de uma edição de 3.000 exemplares de 528 páginas, capa dura e fino acabamento. Como Time dos Sonhos já vendeu sete mil exemplares e ainda havia um bom interesse pela obra, a tiragem parecia razoável. Se o valor não for arrecadado, obviamente será preciso reajustar a quantidade de exemplares impressos e provavelmente contar com um aporte financeiro do autor da campanha, no caso este humilde blogueiro que vos fala.

Se estou decepcionado? Claro que não. Tenho conhecido mais, a cada dia, sobre as características do mercado brasileiro de livros. Veja, querido leitor e querida leitora, que segundo pesquisa divulgada pela Fecomércio – Federação do Comércio do Rio de Janeiro, 70% dos brasileiros não leram nenhum livro em 2014. Então, lidar com livros, no Brasil, é ser meio sonhador.

Porém, assim como sou grato ao Santos pelas alegrias que já me proporcionou, principalmente na infância e adolescência, da mesma forma sou e serei eternamente agradecido aos livros, meus grandes educadores, amigos de todas as horas que me abriram e me abrem um mundo de conhecimento, reflexão e aventura a cada página. Sei que eles podem mudar pessoas, países, a humanidade. A respeito, há uma poesia lapidar de Castro Alves, o rei de nossos poetas. Diz ela:

Por isso na impaciência
Desta sede de saber,
Como as aves do deserto –
As almas buscam beber…
Oh! Bendito o que semeia
Livros… livros à mão cheia…
E manda o povo pensar!
O livro caindo n’alma
É germe – que faz a palma,
É chuva – que faz o mar.

Há coisa de um mês um rapaz me disse que o primeiro livro que ele leu foi “Pedrinho escolheu um time”. Ouvir algo assim não tem preço. Acredito que por meio de livros que tratam de assuntos específicos, de grande interesse de um grupo particular de pessoas, como é o caso dos que falam da história do Santos, ao menos é possível estimular o gosto pela leitura dentre os santistas. O gosto pela leitura e o gosto pela história do time mais fascinante do planeta.

Bem, mas a campanha ainda continua e você ainda pode participar. Há vários valores e recompensas, mas destaco que com apenas 70 reais você terá um exemplar do livro Time dos Sonhos e ainda ganhará de presente o seu nome no último capítulo do livro. Pense sobre isso:

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Homenagem deste blog à Seleção Brasileira campeã pan-americana e à ex-santista Maurine, que no primeiro toque na bola marcou o gol olímpico que definiu a partida. Veja:

E você, o que espera do Santos nesta manhã de domingo?


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