Blog do Odir Cunha

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Tag: Kléber Leite

Episódio Taça das Bolinhas mostra a precariedade da CBF

Patético. Este é o adjetivo apropriado para definir o caso da taça das bolinhas. Alguém acreditou que a CBF fez um estudo sério para decidir que ela pertence ao São Paulo? Como este blog já afirmou ontem – informação comprovada depois pelas declarações da presidente do Flamengo, Patrícia Amorium –, o anúncio intempestivo de Ricardo Teixeira de que a taça irá para o Morumbi é apenas uma retaliação contra o clube carioca pelo fato de ter votado contra a dupla Teixeira-Kléber Leite na eleição do Clube dos Treze.

Será que doeu para Teixeira e Leite decidirem contra o clube de seu coração? Bem, acho que há muito a paixão por um time de futebol deixou de ser a mais intensa professada por estes senhores. Há valore$ na vida que certamente seduzem mais algum tipo de gente do que esta bobagem de se alegrar e sofrer por onze marmanjos correndo atrás de uma bola.

Sou testemunha de que a CBF não tem não apenas um departamento de pesquisa, como sequer uma pessoa escalada para este serviço, e muito menos um arquivo sobre a memória do futebol brasileiro. Os únicos papéis valorizados na entidade que dirige o futebol de história mais rica do planeta devem ser notas fiscais, recibos e contra-cheques.

Quando pesquisei para elaborar o Dossiê pela Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959, não consegui uma única informação oficial da CBF sobre Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Só ouvi desculpas do assessor de imprensa Antonio Carlos Napoleão.

Primeiro, de que os documentos estavam na Granja Comary… Depois, que o responsável pelo setor estava de férias… Depois, que tudo estava encaixotado e não se sabia que caixa tinha o quê… Enfim, era evidente a má vontade para esclarecer o passado. Os campeonatos nacionais, oficiais, antecessores de 1971, são assunto maldito na CBF.

O jornalista, escritor e historiador Loris Baena Cunha, que pesquisou nos arquivos da CBD – a confederação original, que colocou o futebol brasileiro no mapa mundi -, confirmou-me que as pastas relativas à Taça Brasil estão identificadas com o título “Campeonato Brasileiro de Clubes”. A revelação destas pastas deixaria claro que a Taça Brasil, como todo mundo que acompanha o futebol há menos de um dia sabe, dava ao vencedor o título de campeão brasileiro e o direito de ser o representante do País na Copa dos Campeões da América, hoje chamada de Copa Libertadores.

Como para a CBF a revelação desta verdade histórica poderia alterar o jogo de forças do futebol brasileiro atual (o que é uma bobagem), ela faz todo o possível para esconder as pastas, se é que já não foram destruídas. O curioso é que querem apagar dos anais justo a era de ouro do futebol brasileiro, em que o País ganhou três Copas em quatro disputadas e com todos os jogadores, titulares e reservas, em atividade nos clubes brasileiros.

Uma coisa tem de ficar bem clara: o fato de ser chamada, ou ser de fato, uma copa ou taça, não tira do vencedor o direito de ser campeão brasileiro. Da mesma forma que o campeão da Libertadores é o campeão da América do Sul e o da Liga dos Campeões o campeão europeu.

No trabalho para o Dossiê – que será transformado em livro – identifiquei todos os jogos de palavras e as confusões que são plantadas na opinião pública para confundir o torcedor sobre a real dimensão das competições que definiam o campeão brasileiro nos anos 60. Obviamente e infelizmente torcedores de clubes que não foram campeões naquele período geralmente aceitam qualquer argumento, por mais imbecil que seja, para diminuir as conquistas de seus adversários.

Se a CBF fosse uma entidade séria, preocupada em preservar a história do futebol nacional, há muito teria anunciado o Santos como o único pentacampeão brasileiro, assim como daria aos vencedores nacionais de 1959 a 1970 o seu devido e merecido mérito. O fato de ela não anunciar, entretanto, não muda a realidade. A história não precisa do aval da CBF, nem de qualquer outro. Ao contrário. O episódio dessa taça das bolinhas deixa claro que não há qualquer critério técnico nas bajulações ou punições da entidade que, desgraçadamente, dirige nosso futebol.

É tudo feito à esmo, ao Deus-dará, decidido nas coxas. Não há historiador ou pesquisador contratado pela CBF, que deve restringir sua folha de pagamentos a agentes comerciais, lobistas, contatos de publicidade e marqueteiros.

Declaração oficial das pessoas sérias que respeitam a história do futebol brasileiro

Em meu nome, que me dedico há décadas à pesquisa do futebol brasileiro; no nome de Loris Baena Cunha, mestre dos historiadores de futebol deste País; em nome do imparcial Celso Unzelte, o escritor mais preciso nos detalhes históricos do futebol; em nome de Guilherme Guarche, alguém que vive a cada minuto os fatos da vida do Santos; em nome de Joelmir Beting, um jornalista esportivo situado em um outro patamar da nossa profissão, e em nome de tantos outros que não me ocorrem agora, mas que são, todos, sérios e dignos, eu declaro o Santos Futebol Clube o único pentacampeão brasileiro de clubes e campeões brasileiros todos os vencedores da Taça brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, no período de 1959 a 1970.

Ah, que inveja da Itália

Enquanto no Brasil usa-se a preciosa história do futebol como réles instrumento político entre clubes e entidades, na Itália valoriza-se as origens de uma forma exemplar e comovente. Assim, o primeiro campeão italiano, o Genoa, que conquistou o título jogando contra apenas dois adversários em um único dia, no longínquo 1898, é lembrado e homenageado até hoje.


O verdadeiro pentacampeão

Ontem Ricardo Teixeira, presidente da CBF, disse que a Taça das Bolinhas, premiação ao clube cinco vezes campeão brasileiro, será entregue ao São Paulo. É uma clara retaliação contra o Flamengo, pelo fato de o clube carioca não ter votado na chapa de Kleber Leite, apoiada pela CBF, no Clube dos Treze.

O verdadeiro pentacampeão brasileiro, como todo o Brasil sabia nos anos 60 (e boa parte ainda sabe) é o Santos, campeão da Taça Brasil de 1961 a 1965.

Quem não teve a oportunidade de acompanhar o período pode conferir aqui:

No Canal 100, Cid Moreira também testemunhou (aos 3 minutos e 20 segundos):


Juvenal Juvêncio diz que Santos é “de médio para pequeno”

A cada frase, Juvenal mais complica a situação do São Paulo

Ouvi agora mesmo a entrevista que Juvenal Juvêncio deu à uma emissora de rádio conhecida por suas raízes são-paulinas, também conhecida como Jovem Pan, em que ele – aparentemente desesperado com a possibilidade de o Morumbi ser rejeitado para a Copa e se cristalizar como um elefante branco –, atira para todos os lados e nessa artilharia tenta, como é seu feitio, diminuir o Santos, a quem define como “médio para pequeno” e que por isso não deveria receber nenhum aumento nas cotas de tevê.

Juvenal deu a entender que o presidente Luís Álvaro votou em Kléber Leite para presidente do Clube dos Treze porque o candidato da CBF teria prometido aumentar as cotas de tevê do Santos. Juvenal, sem qualquer base estatística, disse que o Santos tem a oitava torcida do Brasil e deixou claro que é contra qualquer alteração no valor das cotas atualmente distribuídas aos clubes.

Como o presidente do São Paulo estava sóbrio e deu entrevista a uma rádio que mesmo não sendo das mais ouvidas, tem o seu público, é importante fazer alguns esclarecimentos:

A pesquisa de torcida mais fidedigna que existe, já falei várias vezes, é a timemania. Lá milhões apostam e escolhem o seu “time do coração”. Não é como certas pesquisas que ouvem meia dúzia de gatos pingados. E pela timemania o Santos disputa com o Grêmio a quinta posição do Brasil, enquanto o São Paulo é o terceiro, separados por míseros 2%. E como movimento de torcida é algo dinâmico, neste momento é óbvio que a do São Paulo está diminuindo e a do Santos crescendo (ou alguma criança, hoje, vai preferir o Rogério Ceni ao Neymar?).

Por outro lado, não é só a torcida que define o quanto um clube deve receber da tevê, mas o que ele representa como espetáculo televisivo. Depois que personalidades do futebol, como Zico e Ronaldo, declararam que não perdem um jogo do Santos, fica evidente qual o time, hoje, atrai mais público em suas transmissões e, consequentemente, dá mais retorno aos anunciantes da tevê.

A empáfia já matou o futebol do Paulistano

Os são-paulinos se orgulham se serem originários do glorioso Paulistano, o maior vencedor da fase amadora do futebol brasileiro. Na verdade, só herdaram os jogadores, que ficaram sem clube para jogar quando o Paulistano fechou o seu departamento de futebol, e fundaram o São Paulo. O Club Athlético Paulistano, como sabemos, continua a existir e é um dos clubes mais elegantes e seletos de São Paulo, encravado nos Jardins, região mais valorizada da cidade. Não tem absolutamente nada a ver com o São Paulo Futebol Clube, no periférico Jardim Leonor.

O São Paulo tem uma origem humilde, pobre mesmo. No início, era só um jogo de camisas, como um time de várzea.  Não tinha sede, muito menos estádio. Não sei se é o caso de se lembrar aqui, mas o São Paulo atual começou nos anos 30 sem um tostão e se valeu das hostilidades e desconfianças da II Guerra para comprar a preço de banana o Canindé de um clube alemão. Depois, tentou apropriar-se do Parque Antártica, já que pertencia ao Palestra Itália, colônia de um país que também estava em guerra com o Brasil, e por fim, graças à participação ativa de Laudo Natel, que era governador do Estado e ao mesmo tempo tesoureiro da construção do Morumbi, ergueu o estádio que tem hoje.

Mesmo nos anos 40, em que teve alguns bons resultados e ídolos como Leônidas da Silva, era um clube de torcedores de baixa renda, quase todos empregados em empresas do Estado, a ponto de ser chamado de “o time dos funcionários públicos”.

Mas o que eu queria dizer é que o Paulistano, que tinha um líder poderoso e intransigente, o senhor Antonio Prado Júnior, fez e desfez tanto no futebol paulista, que acabou marginalizado. Com a ascensão dos clubes mais populares Corinthians e Palestra Itália (Palmeiras), o Paulistano tentou mudar as regras do jogo várias vezes, a ponto de criar uma outra liga, porém, quando viu que a popularização do esporte era irreversível e ele não era mais o xodó das arquibancadas e da mídia, fez beicinho e afastou-se definitamente do futebol.

Juvenal e os prejuízos ao São Paulo

Há uma explicação para o fato de, para muitos torcedores, o São Paulo ter se tornado um reduto de refugos santistas, como Léo Lima, Rodrigo Souto, Cléber Santana e André Luis. A verdade é que falta dinheiro para o clube contratar. Sim, o São Paulo também está com sérios “problemas de fluxo de caixa”.

Tudo começou com mais um palpite infeliz de Juvenal Juvêncio, que diante do impasse de quanto cobrar pelo aluguel do estádio ao Corinthians, disse que quem não tinha casa tinha de jogar na casa dos outros e se sujeitar às condições do locatário. Foi o bastante para que o clube mais popualr do Estado decidisse não jogar mais no Morumbi.

Com isso, o São Paulo não perdeu apenas a comissão pelo aluguel do estádio. Perdeu alguns milhões de reais de empresas que pagavam por placas de publicidade no Morumbi. Sem jogos de Corinthians, e também de Santos e Palmeiras, obviamente a visibilidade do Cícero Pompeu de Toledo se tornou bem menor. Andrés Sanchez me disse que o maior dos anunciantes do Morumbi chegou a ligar para ele antes de renovar o contrato com o São Paulo. Quando soube que era definitivo que o Corinthians não jogaria mais lá, decidiu não renovar.

Desespero para salvar o elefante branco

Com a Copa, há a possibilidade de a região metropolitana de São Paulo contar com um estádio novo e moderno, que tornaria o Morumbi obsoleto, usável apenas pelo seu proprietário. É óbvio que isso seria providencial para Corinthians e Santos, times que têm grande massa de torcedores na Capital e poderiam adotar o novo estádio como seu. Mas para o São Paulo seria um horror. Essa possibilidade parece estar tirando o sono do presidente são-paulino.

Quem vai ao futebol em São Paulo sabe que a pior alternativa é o Morumbi. É distante, as vias de acesso são raras e difíceis. Há pontos cegos no estádio, sim, falta estacionamento e a segurança em torno é precária. O velho Pacaembu é, de longe, a melhor opção para o torcedor paulistano.

Entretanto, ainda sinto uma boa vontade geral dos paulistas para que São Paulo receba um dos grupos da Copa. Que seja no Morumbi, Pacaembu ou no novo estádio que virá. Na verdade, por tudo que representa para o futebol brasileiro, o melhor estádio brasileiro deveria ficar aqui. Como o Morumbi é o maior, apesar de precário, tolera-se o estádio são-paulino. Porém, mais uma vez a artilharia de Juvenal Juvêncio pode transformar parceiros em adversários e colocar tudo a perder. Para o seu orgulhoso São Paulo.

Clique AQUI para ouvir a íntegra da entrevista de Juvenal Juvêncio na Jovem Pan


Kléber Leite NÃÃÃÃOOOOO!!!!!!

Leio, com preocupação, que o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, não só apoia o carioca Kléber Leite para a presidência do Clube dos Treze, como se orgulha de ser um dos vice-presidentes da chapa de “oposição”.  Para explicar seu voto, Sanchez diz que “não dá para ficar no mandato por dez, quinze anos”. Ele se refere ao gaúcho Fábio Koff, ex-presidente do Grêmio, que preside o Clube dos Treze, desde 1996.

Porém, Sanchez não deve ter levado em conta que sua chapa só tem alguma possibilidade de vitória porque está sendo amparada ostensivamente por Ricardo Teixeira, presidente da CBF, que se apega à presidência da entidade desde 1989, há insuportáveis 21 anos.

Sobrevivente a várias CPIs e escândalos que teriam demitido alguém de costas menos largas – como o caso da muamba após a Copa de 1994 –, Ricardo Teixeira, segundo Juca Kfouri, em quem acredito, planeja ser presidente da Fifa, mas antes terá de colocar alguém de sua confiança no comando da CBF, a fim de lhe garantir sustentação política.

Ex-repórter de rádio passional, bairrista e grosseiro, Kléber Leite teve a fortuna de ficar rico vendendo placas de publicidade. E é o que deveria continuar fazendo. Para não parecer que tenho qualquer implicação pessoal com este senhor, recorro às informações da Wikipédia sobre a azeda passagem de Leite pela presidência do Flamengo:

Em 1998, em profundo descrédito pelos repetidos vexames desportivos e pelas acusações de que utilizara o Flamengo, em jogos pelo interior, como instrumento para firmar vantajosos contratos de aluguel de placas publicitárias em estádios, Kléber Leite deixou a presidência do Flamengo.

No período em que foi presidente do clube foi responsável pela compra e venda de mais de 100 jogadores. A divida do Flamengo também aumentou muito nesse período, passando de 18 milhões para 69 milhões. Durante a sua gestão firmou uma parceria com o Consórcio Plaza, em 97 Kleber Leite antecipou R$ 6 milhões do consórcio para a construção de um shopping na Gávea. O dinheiro, que até hoje discute-se se foi doação ou empréstimo, foi usado para contratar Edmundo. O caso parou na Justiça e o valor está na casa dos R$ 36 milhões.

Alguém que em uma única gestão como presidente de um clube com uma marca tão poderosa, faz a dívida do Flamengo aumentar 380% em quatro anos não é digno de crédito. Em um país sério jamais poderia ser candidato a qualquer cargo, nem mesmo o de síndico de seu prédio. Kléber Leite como administrador é um desastre total.

Além disso, é uma pessoa desequilibrada, arrogante, carioca e flamenguista demais para ver e tratar com isenção os interesses do futebol brasileiro. Quem tiver curiosidade, que vá ao seu twitter e veja, em @Kleberleite, os motivos que o levaram a participar do microblog: “Bem, resolvi criar este canal para comunicação direta com o torcedor rubro-negro.”

“Torcedor rubro-negro?”! Um sujeito que quer comandar a maior associação de clubes do Brasil – que pode se tornar uma das maiores do mundo – está preocupado em se comunicar apenas com o torcedor rubro-negro? Isso me lembra demais o deputado Eurico Miranda, que não escondia de ninguém que estava na Câmara para defender os interesses do Vasco. Ora, o futebol brasileiro precisa de administradores que zelem pelos interesses gerais do futebol profissional e não de um clube em particular.

Modernizar, sim, mas não com essas pessoas

Os clubes grandes de São Paulo, ou de qualquer Estado deste País, não precisam que um cartola aventureiro e incompetente lance mão de um cargo tão importante para os destinos do futebol brasileiro. Será uma omissão muito grande dos clubes paulistas se permitirem que isso aconteça. 

Não é questão de estar a favor deste ou daquele. Acho também que já deu para Fábio Koff, assim como já deu há muito tempo para Ricardo Teixeira. É preciso que surja um movimento por uma terceira opção, mais viável, mais confiável, mais honesta. Porém, como a aleição está em cima, restaram essas duas más opções.

Deixar o futebol brasileiro nas mãos da dobradinha Ricardo Teixeira e Kléber Leite é o mesmo que vender a alma ao diabo. Ou permitir que duas raposas tomem conta do galinheiro.  Ambos usam o futebol para obter poder, dinheiro e prestígio. Um teve a sorte de ser genro de João Havelange, que o colocou no cargo, como colocaria eu e você, se quisesse, e o outro é um bom vendedor de placas de publicidade. Só. Sairão do futebol sem deixar saudades. São completamente supérfluos. E nocivos.

Kléber Leite é uma pessoa tão pouco sensata que ao mesmo tempo em que exalta o “título brasileiro” do Flamengo em 1987, ano em que a CBF de seu amigo Ricardo Teixeira já oficializou o Sport como campeão, nega raivosamente que a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa tenham dado aos seus vencedores os títulos de campeão brasileiro, fato que está registrado nos anais da CBD, entidade que pariu a CBF.

É bom que os presidentes de Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras e Santos saibam que com Kléber Leite no comando do Clube dos Treze ficará ainda mais difícil obter a ratificação dos títulos brasileiros a partir de 1959. No seu jeito grosseiro de ser, ele já definiu essa reivindicação mais do que legítima de seis grandes clubes brasileiros como uma “babaquice monumental”.

Pois é. O pior presidente da história do Flamengo agora quer comandar o Clube dos Treze, e tem o apoio de Ricardo Teixeira, que através da CBF está pressionando os presidentes de clubes para votarem no amigo e aliado. Olha, eu nem conheço o senhor Fábio Koff direito, acho que está há muito tempo no poder, mas se a eleição, marcada para 12 de abril, for apenas entre os dois, o gaúcho ainda é a opção menos ruim para o nosso futebol.

E você, leitor e leitora, quem é o melhor, ou o menos pior, para presidir o Clube dos Treze: Fábio Koff ou Kléber Leite?


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