Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Estes jogadores o torcedor não quer mais ver no Santos

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Estes jogadores o torcedor não quer mais ver no Santos

fora 1 - vladimirfora 3 - bruno uvinifora 4 - vinicius simonfora 6 - Menafora 2 - edu dracenafora 5 - cicinhofora 8 - renatinhofora 7 - alan santosfora 9 - souzafora 10 - leandro damiãofora 11 - patito rodriguesfora rildofora 12 - thiago ribeiro

Enfim, aqui está o resultado da enquete que perguntou ao leitor deste blog quais jogadores devem ficar e quais devem sair do Santos. Foram computados cerca de 150 votos completos. O resultado será expresso em porcentagens e não em números absolutos.

Esses jogadores das fotos não foram os únicos rejeitados pelo torcedor, mas aqueles que tiveram mais de 70% de desaprovação. O zagueiro Neto, com 67%, e o meia Leandrinho, com 62%, foram outros renegados pelo torcedor. A seguir, a análise dos reprovados:

Vladimir – O Santista ainda tinha esperança nele enquanto estava no banco. Era considerado uma promessa, capaz até de ser titular caso tivesse oportunidades. Enfim ele as teve, mas não correspondeu. 78% querem que não esteja no Santos em 2015.

Bruno Uvini – Grande rejeição. Creio que a falha no gol do Cruzeiro que desclassificou o Santos na Copa do Brasil deva ter influenciado bastante. Nada menos do que 94% dos votantes não o querem mais vestindo a camisa do Santos.

David Braz – A opinião sobre ele está dividida. 52% querem que saia, 48% que fique. Os gols que marcou no Pacaembu provavelmente influenciaram positivamente, mas muitos continuam achando que não tem categoria para ser zagueiro do Alvinegro Praiano.

Edu Dracena – Sua idade, o alto salário e a falta de mobilidade foram motivos para que 72% dos leitores considerassem que a sua carreira no Santos acabou. Pedem que tenha uma despedida honrosa e, talvez, continue trabalhando em outras áreas do clube.

Neto – Por pouco não entrou na foto dos renegados. 67% dos votantes não o querem no Santos na próxima temporada. As maiores queixas estão relacionadas à falta de categoria e aos crônicos problemas físicos.

Vinicius Simon – Depois de ser considerado uma esperança da zaga, este Menino da Vila machucou-se muito, não foi bem nas poucas oportunidades que teve e por isso amargou uma rejeição de 86% dos votantes.

Cicinho – Alguns sugerem que vá para o meio de campo, mas o certo é que como lateral-direito poucos o querem no Santos em 2015. Sua rejeição foi de 80%. O futebol atrapalhado e a dificuldade para concluir uma jogada pesaram nesse julgamento.

Mena – Assim como Cicinho, o titular da Seleção do Chile não agradou aos santistas. Com dificuldades para marcar e apoiar, Mena foi reprovado por nada menos que 83% dos leitores. Muitos sugerem que ele seja negociado para reduzir as dívidas do clube.

Victor Ferraz – Sua votação foi equilibrada: 58% querem que saia, 42% que fique. O fato de seu passe não pertencer ao Santos influiu para que seu índice de rejeição fosse maior. O santista provou mais uma vez que é mais complacente com seus Meninos.

Alan Santos – Surpreendi-me com a rejeição a Alan Santos. 75% dos santistas não o querem na Vila em 2015. Alguns sugerem que seja emprestado para ganhar experiência e volte mais maduro, ligado e menos violento.

Renatinho – Outro que, segundo p santista, deve receber uma despedida honrosa e pendurar as chuteiras. Seu notável passado no Santos não impediu que Renato, ou Renatinho, fosse rejeitado por 83% dos votantes.

Souza – Este quase conseguiu a unanimidade negativa. 99% dos santistas não o querem mais no Santos em 2015. Foi mais um jogador vindo do Cruzeiro que não deu certo na Vila, onde não marcou, não apoiou e nem fez os gols de falta que costumava fazer em outros times.

Leandrinho – Não entrou na foto por pouco. Sua rejeição foi de 62%. Ainda há quem acredite que poderá vingar se tiver mais oportunidades, mas o número de santistas que acreditam nele está diminuindo. Foram apenas 38%.

Jorge Eduardo – Também ficou a 6% de entrar na foto dos maiores reprovados. Com 64% de desaprovação, não foi considerado, pela maioria, um atacante digno de jogar no Santos. As maiores críticas dizem respeito à falta de experiência.

Leandro Damião – Sua rejeição não foi maior porque muitos santistas acham que se ele sair agora, desvalorizado, o clube terá grande prejuízo. Para estes, melhor seria jogar ao menos o Campeonato Paulista. 74% votaram por sua saída.

Patito Rodriguez – O simpático argentino voltou a ter chances e voltou a não convencer o torcedor, que o considera errático. Apenas 9% gostariam que ficasse, enquanto 91% preferem que Patito esteja bem longe da Vila em 2015.

Rildo – O esforçado jogador que veio da Ponte Preta definitivamente não caiu no gosto do torcedor do Santos. 94% querem que não vista mais a camisa do Alvinegro Praiano. Para estes, o que mostrou de velocidade, Rildo mostrou de falta de categoria.

Thiago Ribeiro – Os muitos gols perdidos, o salário alto, o tempo gasto com contusões e problemas psicológicos explicam a rejeição de 82% deste atacante que, para boa parte dos santistas, nunca teve uma real identificação com o clube.

Os aprovados

No próximo post divulgarei os jogadores aprovados pela pesquisa, ou seja, aqueles que o torcedor do Santos que participou da enquete quer que continuem no time em 2015.

E você, o que achou da lista dos reprovados?


As vantagens de apostar nos Meninos da Vila

alan santos
Alan Santos domina a bola diante de dois jogadores da Portuguesa. Calmo, seguro, com bom passe, esse Menino da Vila já é uma realidade (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgaçnao Santos FC).

Não entendo a desconfiança com a juventude. Os grandes gênios da humanidade já demonstravam seu talento ainda bem jovens. O austríaco Wolfgang Amadeus Mozart – que ontem me fez ficar acordado até além da meia-noite para assistir Don Giovanni – compôs mais de 400 obras até os 16 anos. Se passarmos para o futebol, constataremos que os santistas Pelé, Edu, Araken, Coutinho, Neymar, Diego, Robinho, e Juary, entre outros, tinham menos de 18 anos quando mostraram que estavam bem acima da média. Hoje ainda há quem duvide da capacidade dos Meninos do Claudinei.

Nem vou falar do Neilton e do Giva, pois acredito que não haja mais nenhum santista que desconfie da capacidade de ambos. No mínimo estão da média dos atacantes da Série A do Campeonato Brasileiro. O mesmo digo de Leandrinho, um volante mais técnico do que a maioria que se vê por aí, e de Alan Santos, este jogador discreto, mas extremamente promissor.

Cabeça erguida, viradas de jogo perfeitas, firme no combate e participativo (não é daqueles que se exigem da jogada, deixando a bucha para o companheiro). Discreto, não enfeita as jogadas e nem tenta o gol, mesmo dando a impressão de que poderá ser bem-sucedido se tentar. Este é Alan Santos, que substituiu muito bem a Arouca na difícil partida contra a Portuguesa (ficou fácil devido à aplicação do time e à grande atuação de Aranha, mas não era para ser).

Há outros Meninos que não são titulares, mas que poderão se tornar. O caso dos zagueiros Gustavo Henrique e Jubal é o mais flagrante. Alguém duvida de que ambos podem formar uma dupla tão ou mais eficiente do que Edu Dracena e Durval? Ou que também possam se firmar entre os profissionais os atacantes Victor Andrade, Gabriel e Geuvânio e os meio-campistas Lucas Otávio, Pedro Castro, Alison e Léo Citadini? Eu confio muito neles todos.

Vantagens da garotada

Você já viu garoto “chinelinho”? Muito difícil, não é mesmo? Sim, pois garotos querem mostrar serviço, precisam conquistar a posição e fazer um nome – com vitórias e títulos. Não podem colocar o burro na sombra e calçar os chinelos dos que fizeram a fama e agora deitam na grama, ou melhor, na cama.

Garotos dão menos trabalho ao departamento médico porque são mais fortes, resistentes e flexíveis. Suas contusões têm uma recuperação mais rápida. Veteranos ficam muito mais tempo na enfermaria. Sentem mais problemas musculares – não só distensões, mas apenas dores, suficientes para que façam uma partida e fiquem outra fora do time.

Sem vícios e sem tantas vaidades, garotos ouvem mais o treinador e costumam ser mais disciplinados taticamente. Sabem que precisam fazer isso, ou perdem seu lugar na equipe. Veteranos nem sempre são aplicados e costumam se rebelar mais contra o técnico (veja o São Paulo, cujo maior problema é a liderança paralela exercida pelos macacos velhos Rogério Ceni, Lúcio e Luis Fabiano).

Outro detalhe essencial é que Meninos ganham salários menores, pois estão começando a carreira. Isso dá ao clube, ainda mais um clube que se colocou em precária situação financeira, como Santos, a possibilidade de adquirir um equilíbrio que seria impossível se prosseguisse na filosofia de contratar jogadores rodados caros e, geralmente, em má forma e má fase.

Poder lançar e confiar em Meninos é uma bênção que historicamente favorece o Santos. Deixar de lado essa opção não é nada inteligente. Até porque o Alvinegro Praiano já tem uma boa cota de jogadores maduros, como Aranha, Edu Dracena, Durval, Léo, Arouca e Montillo, e ainda acaba de contratar dois laterais que têm tudo para se firmar nas posições, como Cicinho e Mena.

O melhor negócio agora é valorizar os Meninos e, desde já, assinar contratos duradouros com eles. Quanto aos veteranos, que sejam gradativamente substituídos por garotos, até que estes assumam seus lugares. E se for para contratar, que tragam a cereja do bolo.

E você, como vê essa relação entre juventude e maturidade no futebol?


Faltou atitude. Desta vez, só Leandrinho se salvou

leandrinho com neilton
Neilton festeja com Leandrinho, o autor do gol santista (Foto: Ivan Storti/ Divulgação Santos FC)

Como eu ia dizendo, jogar como favorito é bem diferente de ser a zebra. Contra Atlético Mineiro e São Paulo os santistas se multiplicaram em campo. Ontem, contra o Crac, eles acharam que venceriam sem fazer força e permitiram que a garra e a determinação do adversário equilibrasse o jogo.

Quando se é favorito, é preciso mostrar quem manda logo de cara. Não se pode perder chances de gol, como Willian José perdeu, ou se mostrar quase indiferente diante da possibilidade de marcar, como é o caso do blasé Montillo. É preciso chegar chegando, determinado, com fome de gol. Mas, em vez disso, o Santos tocou, tocou, tocou a bola e pouco exigiu do goleiro do Crac.

O golaço de Leandrinho, ainda no primeiro tempo, caiu do céu e deveria acordar o time, mas o Santos continuou em ritmo de treino e errando muito. Neilton não conseguia driblar, Montillo não conseguia tabelar, Arouca e Cícero não conseguiam dar o último passe e Willian José não conseguia pegar na bola.

O técnico Claudinei Oliveira não conseguiu armar um sistema tático que, mais do que manter a bola no campo do adversário, criasse mais oportunidades de marcar. Manter Willian José sozinho entre três zagueiros é pedir para não fazer gol. Aliás, por que Willian José e não Giva, que saiu do clássico de domingo como herói?

E por que manter Montillo até o fim do jogo se o argentino voltou às suas jornadas nulas? Não se pode escalar ou manter um jogador em campo só pelo nome. Vimos em Minas Gerais Cuca tirar Bernard e Diego Tardelli de uma só vez e fazer entrar outros dois menos afamados, um deles Guilherme, que acabou fazendo o segundo gol que levou para os pênaltis e que mais uma vez consagrou Vítor.

Faltou a Claudinei a coragem de tirar Montillo e colocar Pedro Castro, ou Léo Cittadini, ou Victor Andrade, ou Gabriel, ou qualquer um que estivesse disposto a criar chances de gol ou fazer um gol mesmo de canela. Tem hora que o que decide é apenas atitude!

Mas, dirão alguns, o Atlético jogava uma vaga na final da Libertadores para um estádio lotado e apaixonado, enquanto o Santos disputava apenas a terceira rodada da Copa do Brasil contra o desconhecido Crac, diante de meia dúzia de gatos pingados na Vila Belmiro. Tudo bem, mas e daí? Para esse Novo Santos, para esses Meninos que buscam se firmar no futebol, o jogo contra o Crac valia muito, pois o futuro deles está sempre em jogo quando entram em campo.

Faltou experiência? A culpa pelo empate foi dos jovens? Positivamente não. Léo fez a linha de impedimento em um lance que acabou na trave de Aranha, além de errar um passe no meio-campo que gerou um contra-ataque perigoso para o Crac; Arouca levou o drible manjado que terminou no cruzamento para o gol do adversário; Aranha falhou no gol ao não cortar o cruzamento; Montillo e Cícero tiveram muitos altos e baixos; Durval viveu dos seus chutões de sempre…

Enfim, não acho, mas não acho mesmo, que o time inteiro que foi campeão da Copa São Paulo teria feito pior. Ao menos se jogaria pra cima do adversário como um leão pra cima de alguns quilos de picanha. Às vezes acho que os veteranos, ao invés de ensinar, estão fazendo os Meninos desaprenderem de jogar futebol. Contra o Crac o time perdeu a empolgação, jogou em câmara lenta.

Com esse empate de 1 a 1 o Santos terá de vencer o jogo de volta ou empatar com mais de um gol para passar pelo Crac. Ficou difícil, mas é uma tarefa que está longe de ser impossível para um time de personalidade, que confia na força de sua camisa. Espero que em Catalão o Santos mostre essas qualidades que ficaram adormecidas na Vila Belmiro.

O engraçado é que a bola só não queimou nos pés de Leandrinho, o que soube melhor o que fazer com ela. O garoto marcou, armou e ainda acertou um chute que fez inveja aos centroavantes do Santos. Para mim, foi o melhor do time.

Reveja os melhores momentos de Santos 1 x 1 Crac:
http://youtu.be/riDFglt2usk

Robinho

Se Robinho viesse, ficaria mais fácil conseguir um patrocinador máster? Sim. Mas se ele ganhasse 12 milhões por ano e o patrocinador máster pagasse 16 milhões, sobraria muito pouco, não? O que o clube precisa ter é um planejamento sério para a formação de um elenco. Nõ adianta contratar na louca. Com as vendas de Rafael, Felipe Anderson e, principalmente, Neymar, deveria haver dinheiro em caixa para boas contratações pontuais. Esperemos…

E você, como engoliu esse empate com o Crac?


Se a Seleção surpreendeu, o Santos também não pode?

Não desculpe a falha do UOL HOST

Este blog ficou fora de ar durante todo o dia de ontem, 3 de julho de 2013, devido a uma intervenção inexplicável desproposital do UOL Host, empresa que o hospeda. A alegação parece ser número excessivo de acessos, o que é uma bobagem, pois há blogs no portal UOL com muito mais acessos do que este. Estou analisando a possibilidade de entrar com uma ação de perdas e danos contra o UOL Host, mas eu preferiria que eles fossem apenas competentes e não nos deixassem mais na mão.

A pergunta do título não é minha, mas de Leandrinho, que em sua entrevista coletiva lembrou o exemplo da Seleção Brasileira para defender a ideia de que o Santos pode surpreender nesse Campeonato Brasileiro. Leandrinho é um garotão simples, mas inteligente. Seu otimismo combina com o do experiente Arouca, que acha possível uma vitória do Santos domingo, contra o São Paulo, no Morumbi.

Arouca não faria tal prognóstico da boca pra fora. Ele treina com a garotada, convive o dia a dia desse novo Santos e se acha que o time pode ganhar do tricolor no Morumbi, quem sou eu para duvidar. Só acho que seria um feito enorme, pois o São Paulo é um dos times mais organizados do País.

Olho a tabela e vejo luzes nesse começo de túnel. Depois do São Paulo o Santos terá três jogos em casa contra adversários passíveis de serem vencidos: Crac, de Goiás, dia 10, quarta-feira, às 21h50m, na Vila Belmiro, pela Copa do Brasil; Portuguesa, dia 13, sábado, às 18h30m, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro, e Coritiba, dia 21, domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro, também pelo Brasileiro.

Quem sabe não é de uma sequência dessas que os Meninos precisam para pegar confiança… Sim, a vitória da Seleção Brasileira sobre a temida Espanha mostrou que realmente não há time imbatível e que – como nós deste blog estamos carecas de saber – não é preciso ir para a Europa para aprender a jogar futebol. 100% Vila Belmirense, Neymar foi o craque das Confederações. Que Neilton, Giva, Gabriel, Leandrinho e os outros Meninos da Vila se inspirem nele.

Por falar em Neymar, fiquei sabendo que na Bolívia o nome mais escolhido para os bebês é o do Menino de Ouro do Santos. Minha simpatia pelo país vizinho, terra do meu amigo Saul Gallegos, aumenta a cada dia. Acho que convencerei a Suzana a passarmos nossa aposentadoria lá.

Quanto à saída de Álvaro de Souza do conselho gestor, não gostei. Era um dos empresários mais experientes e bem-sucedidos a colaborar com o Santos. E tinha espírito democrático, tanto é que demorou, mas atendeu aos leitores deste blog respondendo às nossas perguntas. Sei lá, mas esse comitê está virando um balaio de gatos.

Ah, percebeu que não falei de contratações? Resolvi que no momento é melhor não perdermos tempo com balões de ensaio. Quando os homens do futebol santista resolverem contratar, a gente analisa.

E você, acha que este Santos pode surpreender?


Aos poucos, o Santos volta às suas origens

Quatro Meninos da Vila entrarão em campo como titulares hoje, às 19h30m, no Pacaembu, contra o São Caetano: Rafael, Alan Santos, Neymar e Giva. E, se analisarmos bem, outros garotos vindos da base também já poderiam estar nesse time.

Na única oportunidade que teve, o zagueiro Jubal se portou como a classe e a tranquilidade de um Mauro Ramos de Oliveira. Não entendi porque nunca mais voltou ao time. Gostaria de vê-lo ao lado de seu companheiro da base, o grandalhão Gustavo Henrique. Com dois ou três jogos talvez se revelassem mais eficientes – e ágeis – do que os veteranos Dracena e Durval. Como saber sem lhes dar a oportunidade?

Na lateral esquerda o ídolo Léo está fazendo hora extra. Merece uma placa de ouro, coroa de louros, discursos, homenagens, etc, etc, mas precisa deixar o lugar para alguém mais jovem, forte e saudável. Por enquanto, Émerson Palmieri é o cara.

No meio, Alan Santos tem substituído bem a Arouca, justo o mais regular do time. Nessa área do campo o Santos conta ainda com os garotos Leandrinho, Lucas Otávio, Léo Citadini, Pedro Castro… Sem contar Anderson Carvalho, emprestado ao Penapolense.

Para o ataque há, ainda, Felipe Anderson, Victor Andrade, Neilton e Gabriel, além dos titulares Neymar e Giva. Assim, percebe-se que o Santos, apesar da teimosia e da desconfiança de seu treinador, está aos poucos voltando às suas origens de revelar e dar oportunidades aos Meninos surgidos nas suas divisões de base.

O que falta, agora, para realmente fazer jus aos seu DNA, é voltar a fazer gols, a aplicar goleadas acachapantes. Tudo bem que hoje os times jogam com duas linhas de quatro, todo mundo marca atrás da bola etc, etc, mas equipes ofensivas, com jogadores habilidosos e determinados, sempre conseguem marcar muitos gols, como o Atlético Mineiro mostrou ontem.

Prováveis escalações de Santos e São Caetano

Santos: Rafael; Rafael Galhardo, Neto, Durval e Léo; Renê Júnior, Alan Santos, Cícero e Montillo; Giva e Neymar. Técnico: Muricy Ramalho.

São Caetano: Fábio; Samuel Xavier, Bruno Aguiar, Gabriel e Diego; Fabinho, Moradei, Éder e Pedro Carmona; Danielzinho e Jael.?Técnico: Daniel Martine

A arbitragem será de Antônio Rogério do Prado, auxiliado por Anderson José de Moraes Coelho e Ricardo Pavanelli Lanutto. Quem tiver alguma coisa contra esses senhores, que fale agora ou se cale para sempre.

Times argentinos justificam a fama

O Tigre perdeu dos meninos do Palmeiras e apelou o tempo inteiro, confundindo futebol com rugby, ou coisa pior. O Arsenal genérico de Sarandi perdeu para o Atlético Mineiro pelos mesmos 5 a 2 que já havia perdido na Argentina, e cismou de brigar com a polícia. Ou seja, eles continuam os mesmos.

E depois a imprensa esportiva argentina, bem mais passional que a nossa, aproveita a confusão provocada pelos sarandistas para criticar “o país que organizará uma Copa”. Ora, a dor de cotovelo dos caras chega a ser constrangedora.

Uma vez a violência e o jogo sujo de uma seleção da Argentina foi saudada aos gritos de “Animals!” pela torcida inglesa que lotava o estádio de Wembley. Foi uma vergonha para os sul-americanos, olhados como sub-raça. Entra ano e sai ano e percebe-se que eles não mudam. A Argentina ainda está na idade da pedra do futebol.

Reveja agora dois jogos marcantes entre Santos e São Caetano e não se emocione se for capaz:

O futebol não precisa de mais meninos e menos valentões?


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