Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Levir Culpi (page 1 of 4)

10 lições da grande vitória

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Assim como gosto de sugerir a reflexão após uma derrota, faço o mesmo agora, após a importante vitória sobre o Palmeiras, no estádio do adversário lotado por 37.527 torcedores. Quais são as 10 lições que nós,santistas, podemos tirar desse resultado? Bem, listo as minhas e aguardo as suas.

1 – Estádio não ganha jogo

Vimos isso na semana passada, quando o Santos, mais uma vez, foi eliminado de uma competição importante na Vila Belmiro. Sabemos que ele perdeu na Vila assim como poderia ter perdido no Pacaembu, no Morumbi, em qualquer lugar. Perdido ou vencido, pois o que perde ou vence uma partida é a atuação dos jogadores, sua atitude, sua confiança, não o lugar em que atuam.

Mesmo dominado na maior parte do segundo tempo, o Santos se manteve tranquilo e focado, à espera de uma oportunidade que realmente veio e foi aproveitada magnificamente. E se venceu pela primeira vez no Alianz Parque, com o estádio todo torcendo contra, obviamente poderia vencer com um público tão imenso torcendo a seu favor.

2 – Grandes jogos têm de ser em grandes estádios

A arrecadação da partida foi de R$ 2.760.716,34. Ou seja, o Palmeiras perdeu o jogo, como poderia ter vencido, mas seus cofres receberam, em uma única partida, o que o Santos tem demorado vários jogos para angariar. Mandasse também os seus clássicos em estádios maiores e o Glorioso Alvinegro Praiano estaria em uma situação financeira bem melhor – até porque teria mais facilidade para aumentar seu quadro de sócios, melhores argumentos para fechar bons contratatos de patrocínio de camisa e de fornecimento de material, e com a tevê…

Então, se estádio não ganha jogo, mas grandes estádios arrecadam mais dinheiro e permitem ao clube dar passos mais largos rumo à sua estabilidade financeira, logicamente os clássicos e os grandes jogos do Santos devem ser realizados em estádios maiores.

3 – Quando falta técnica, a garra decide

Como santistas, preferimos o jogo técnico, a bola tratada com carinho. Mas é inegável que o espírito de luta faz milagres no futebol, principalmente em jogos com o campo pesado. O Santos fez o clássico com um meio de campo improvisado, sem dois de seus jogadores mais técnicos: Lucas Lima e Renato, substituídos pelo voluntarioso Jean Mota e o jovem Matheus Jesus. No entanto, acompanhados por Alison, que tem usado mais a cabeça do que a força, o setor resistiu ao domínio palmeirense, se empenhou na tarefa de desarmar e bloquear o adversário e acabou sendo o grande responsável pela vitória. Sem contar, é claro, a dedicação de todo o time na marcação.

4 – Trio de ouro na defesa

Mais uma vez constatamos que o ótimo desempenho do sistema defensivo do Santos – e aí entenda a zona do agrião, o último obstáculo antes da meta – se deve a três jogadores que passam por grande fase: o goleiro Vanderlei e os zagueiros Lucas Veríssimo e David Braz. O entendimento dos três tem sido exemplar. O fato de a santista ser a defesa menos vazada no segundo turno do Campeonato Brasileiro se deve a eles.

Dos laterais, é preciso dizer que Daniel Guedes tem melhorado a cada jogo. Não só no ataque, mas também na defesa, onde ao menos guarda o seu lugar e não permite bolas nas costas, o que era frequente com Victor Ferraz. Já Zeca continua instável. Desde sua experiência olímpica, no ano passado, ainda não voltou ao seu bom futebol. Assim seu passaporte italiano permanecerá virgem.

5 – Sorte existe

O técnico Levir Culpi, no livro “Um burro com sorte”, fala da influência do imponderável na carreira de um técnico de futebol. O fenômeno realmente existe e afeta a todos nós, de torcedores a analistas. Em um lance decisivo, se a bola bate na trave e entra, está tudo ótimo, se bate na trave e sai, está tudo péssimo. Testemunhamos o que ocorreu esta semana com o goleiro Muralha, do Flamengo, execrado por não ter pegado nenhum pênalti na decisão da Copa do Brasil com o Cruzeiro.

Sobre o jogo do Santos, no item 4, ao elogiar a tríade Vanderlei-Veríssimo-Braz, eu já ia escrever “agora escasseiam aqueles gols bobos, antes tão comuns, resultados de bolas levantadas na área”. Mas aí me lembrei que no finzinho do jogo o baixinho Dudu apareceu livre para cabecear na marca do pênalti e só não empatou a partida por muita sorte. O mesmo Dudu perdeu um gol, por centímetros, na boca do gol. Se essas bolas tivessem entrado, agora provavelmente estaríamos esculhambando a defesa santista.

Então, o que a reflexão sobre a sorte no futebol nos traz? Bem, ela nos ensina a analisar todo resultado com uma certa distância, pois sem a conjunção dos astros e a benção dos deuses do futebol nada se consegue no futebol, essa é a verdade.

6 – Matheus Jesus veio para ficar

Pode ser precipitado afirmar isso agora, mas quem já gastou boa parte de sua infância, adolescência e juventude nos campos de terra batida do futebol amador, sabe ao menos identificar quem tem um pouco mais de familiaridade com a bola, e esse garoto tem. Mostrou tranquilidade nos momentos em que foi apertado, soube proteger a menina e deu um destino certo à jogada. Em determinado momento empreendeu uma arrancada na qual demonstrou surpreendente personalidade, em outro conseguiu enganar dois marcadores em um espaço diminuto e no campo encharcado. Como é muito jovem (apenas 20 anos!), ainda poderá ter altos e baixos, o que exigirá paciência dos torcedores, mas algo me diz que se firmará no time.

7 – A importância dos brigadores Jean Mota e Copete

Depois que eu quebrei a perna duas vezes e em uma delas fiquei dois meses e meio de cama, confesso que passei a evitar as divididas com cheiro de sangue. Ver aquelas pernas vigorosas dos zagueiros, cravos das chuteiras à frente, saltando na direção de meus ossos e cartilagens não era uma visão agradável e me trazia lembranças traumáticas. Ainda mais em um campo molhado, em que os choques são comuns e os jogadores violentos se aproveitam para bater mais. Por isso, valorizo o jogador brigador, que se entrega à luta de corpo e alma. Nesse particular, tiro meu chapéu para Jean Mota e Copete.

Mesmo o time mais técnico do mundo precisa de um jogador raçudo, mormente nos grandes jogos. Perceba, queridos leitor e leitora, que a bela jogada do gol santista começou com o espírito de luta de Jean Mota, que roubou a bola do adversário e, mesmo sofrendo a falta, tocou para Copete, iniciando a sequência que terminou no fundo das redes de Fernando Prass.

Com o me disse, um dia, Flávio Costa, técnico do Brasil na Copa de 1950, “todo time precisa de um Obdúlio Varela”. Sim, a técnica também depende da fibra. Mota e Copete brigaram o tempo todo pela bola e pelo espaço, o que foi fundamental para que o Palmeiras não tivesse mais tempo e tranquilidade para programar os seus ataques. Esse foi o espírito que levou o Uruguai ao título de 50 e o Santos à vitória no Alianz Parque.

8 – Um gol de quem sabe o que faz

“Golaço!”. Minha reação ao ver a cabeçada de Ricardo Oliveira para o chão, no contrapé de Fernando Prass, concluindo a bela jogada iniciada por Jean Mota, foi espontânea. Realmente, pela tranquilidade, consciência e conclusão, esse gol foi um dos mais bonitos do campeonato. Pois não se tratou de um chute esporádico ou do resultado de um lampejo de genialidade de apenas um jogador. Os quatro participantes agiram de forma exemplar.

Jean Mota roubou a bola e tocou, entre as pernas do adversário, para Copete, na direita, que ergueu a cabeça e viu Bruno Henrique no lado oposto da área, passando-lhe a bola com precisão. Bruno matou a bola com calma e a colocou na cabeça de Ricardo Oliveira, que cabeceou perfeitamente, no chão, como manda a cartilha.

O Santos soube sofrer a pressão palmeirense e esperou o momento de chegar ao gol. Quando ele apareceu, agiu com calma e precisão. Não é qualquer time que, no campo do adversário, com tanta pressão contra, faz o gol da vitória com tanta tranquilidade e categoria. Nessa hora, a camisa alvinegra praiana pesou.

9 – O fator Ricardo Oliveira

Ele não tem marcado tantos gols como antes, mas nos clássicos paulistas continua sendo decisivo, como mostrou contra o Palmeiras. Um dos grandes artilheiros em atividade no Brasil, Ricardo Oliveira já marcou 315 gols na carreira, que começou em 2000, na Portuguesa de Desportos, e se marcar mais seis com a camisa do Alvinegro Praiano chegará a 93 e superará os 92 que fez pelo Al-Jazira, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, onde jogou de 2009 a 2014.

Aos 37 anos, é inegável que Oliveira está no fim da carreira e não demonstra mais a mesma vitalidade física, tem dificuldade para marcar a saída de bola do adversário e até para alcançar lançamentos, como ficou evidente diante do Barcelona de Guayaquil. Porém, sua presença ainda provoca respeito nas defesas adversárias e sua categoria e visão de jogo permite que possa definir a partida em uma jogada.

O futebol moderno exige a participação de todos os jogadores, tanto no ataque, como na defesa, e nisso Oliveira fica devendo. Porém, na área ele ainda pode ser decisivo. A decisão de renovar seu contrato, ou não, é delicada. Quando o time perde, a crítica é de que com ele o Santos joga com um a menos; quando ganha com um gol seu, volta a ser olhado como herói. O que você faria, leitor e leitora? Renovaria com Oliveira ou buscaria um centroavante mais jovem e participativo?

10 – Fechados no pacto com Levir

O empenho com que os jogadores se entregaram ao jogo mostrou que parecem ter concordado com o pacto proposto pelo técnico Levir Culpi. Estão jogando por suas carreiras e pela melhor colocação possível no Campeonato Brasileiro. Isso é ótimo. Resta saber se essa determinação, de terminar a competição sem mais nenhuma derrota, não será abalada pelos chamados incidentes de percurso.

É óbvio que é mais inteligente e produtivo, para um jogador profissional, entrar em campo sempre disposto a mostrar suas qualidades. Só assim será valorizado com propostas de outros clubes ou com aumentos de salário. O desânimo e o corpo mole levam à desvalorização e ao fim precoce de carreiras eventualmente promissoras.

Creio que, para o bem do Campeonato Brasileiro, até os amantes dos queridinhos estão torcendo para o Santos diminuir a diferença para o líder, pois isso aumentará o interesse pela competição, gerando mais espaço na mídia, maiores arrecadações nos jogos e muito mais audiência na tevê, o que, em suma, significará maior faturamento. Assim, da mesma forma que em 2016, só o Santos pode trazer alguma emoção para um dos Brasileiros mais esvaziados dos últimos tempos.

E você, o que acha disso?

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Por que o ano já acabou


Vanderlei fez boas defesas, a zaga santista não jogou mal, mas o Barcelona foi melhor e mereceu a vitória. Santos terminará 2017 sem títulos.

Faltam 101 dias para terminar 2017, mas para o santista o ano já acabou. A 12 pontos do líder do Campeonato Brasileiro, com problemas no elenco e sem ânimo para empreender uma recuperação, ao Santos resta apenas tentar permanecer no G4 da competição nacional. A derrota e a eliminação diante do Barcelona de Guayaquil, em plena Vila Belmiro, ainda ecoam em nossas cabeças. O que deu errado nessa temporada em que o Santos disputou quatro competições e em todas ficou longe do título?

Bem, as explicações para o fracasso estão nos comentários do post anterior, alguns de uma lucidez impressionante. Por mais que o futebol seja imprevisível, é evidente que faltou planejamento, seriedade, profissionalismo. Perder para um time estrangeiro, na Vila Belmiro, após 33 anos de invencibilidade, não foi obra do acaso.

Há meses temos visto o Santos jogando mal e sendo dominado, mesmo no Urbano Caldeira. Já tinha sido assim contra o Atlético Paranaense, nas oitavas da Libertadores. Aquele time que, em sua casa, pressionava e às vezes goleava os adversários, há muito tempo não dá o ar de sua graça. Falta-lhe a habilidade, a energia e a ousadia de um Geuvânio, um Gabigol, um Thiago Maia, meninos que se foram precocemente para o exterior, trocados por dinheiros para pagar a folha salarial.

Mais uma vez a alegação de que o velho e acanhado estádio é carismático e nele o Santos não perde, caiu por água abaixo. Negligenciou-se novamente a oportunidade de se jogar para 30, 40 mil pessoas no Pacaembu ou mesmo no Morumbi, o que resultaria em uma pressão muito maior sobre o adversário, além de mais dinheiro em caixa.

Se alguém tiver a pachorra de somar os milhões de reais que já foram perdidos pelo preconceito dessa diretoria de utilizar os grandes estádios da capital nos jogos importantes do Santos, verá que o montante já alcança uma pequena fortuna. Um clube profissional não pode se dar a esse luxo.

Um clube profissional que queira ser competitivo não pode vender precocemente seus jovens valores, como os citados Geuvânio, Gabigol e Thiago Maia, apenas para pagar as folhas salariais, e contratar jogadores inconsistentes, sem condição de serem titulares em um time grande do Brasil, como Leandro Donizete, Kayke, Cleber, Vladimir Hernandez, Fabián Noguera, Copete, Vecchio…

O departamento técnico de um clube profissional deve ter um rígido programa de treinamentos, a fim de transformar jogadores em atletas capazes de suportar os 90 minutos de uma partida de futebol. Mas no Santos só se ouve falar de descanso e de poupar jogadores. E justo na hora agá, no jogo decisivo, dois titulares importantes, do mesmo setor do campo – Lucas Lima e Renato – acabaram desfalcando o time.

A administração de um clube profissional não pode passar três anos só aumentando as dívidas, transformando o clube em um grande cabide de empregos e não deixando, de legado, nem um centavo a mais em seu patrimônio. Pode parecer que não, mas tudo isso estava em campo, na noite de quarta-feira, diante do Barcelona de Guayaquil – um clube que talvez pareça humilde, mas é bem estruturado e tem um estádio, o Monumental Isidro Romero Carbo, com capacidade para 57 mil pessoas.

A falta de opções no banco de reservas refletiu a péssima montagem do elenco santista para 2017. Com alguma capacidade técnica, havia apenas Jean Mota, que fez o que pôde. Essa não é a hora de culpar os jogadores, eu sei. A responsabilidade por vestirem a camisa do Santos é de quem os contratou e escalou.

Mas, por falar neles, é óbvio que, como a partida confirmou, alguns não poderão mais estar nos planos do clube em 2018. Assim como faltou categoria a muitos já citados, o ex artilheiro Ricardo Oliveira mostrou que não tem mais pernas e por falta delas perdeu a maior oportunidade do Santos no segundo tempo. Renovar contrato com ele seria mais uma temeridade. O próprio caso de Lucas Lima tem de ser analisado com carinho, pois parece que ele não tem mais a menor motivação de continuar no Santos. E sem motivação o jogador finge que joga, toma cartões de graça e está sempre no departamento médico.

Não se pode, ainda, tirar a responsabilidade do técnico Levir Culpi, que depois de um início firme, em que chegou a discursar contra os cultos religiosos na concentração, parece ter seguido o roteiro de Dorival Junior e sucumbido à vontade, ou falta dela, de alguns líderes do elenco. De que adiantou, por exemplo, poupar todos os titulares contra o Botafogo? Usasse um time misto e hoje o Santos estaria a nove pontos do líder, com alguma chance de tentar alguma coisa no Brasileiro.

Porém, acima do técnico há o departamento de futebol. E se ele é frouxo, não impõe regras claras e não consegue cobrar ou amparar os jogadores, o que se tem é um elenco sem comando, em que não há espírito coletivo e muito menos motivação para grandes conquistas.

Por fim, acima do departamento de futebol há a presidência do clube, que tem a obrigação de definir as metas, os procedimentos e os rumos da entidade. Se ela é correta, responsável e transparente, essa credibilidade passa para todos os setores do clube e chega até o elenco.

Após um fracasso, os torcedores costumam descontar sua frustração nos jogadores, como ocorreu na Vila Belmiro, mas os atletas são apenas o primeiro elo da cadeia e, por isso, quase sempre os menos culpados. Muitas vezes são obrigados a jogar com salários atrasados, o que é desmotivador para qualquer profissional.

De qualquer forma, com ou sem chance de título, o Campeonato Brasileiro ainda não terminou e o Santos tem a obrigação de seguir lutando em busca da melhor colocação possível. Afinal de contas, o verdadeiro profissional tem de estar sempre disposto a dar o melhor pela empresa que lhe dá o sagrado pão de cada dia. E para o sócio do clube restará, até o começo de dezembro, a inadiável tarefa de analisar muito bem e decidir o que quer para o Santos a partir de 2018.

E você, o que acha disso?

Somos todos Santos

Enfim, chegou o momento de anunciarmos a chapa Somos todos Santos, encabeçada por José Carlos Peres, Orlando Rollo e por mim. O anúncio ocorrerá hoje, quinta-feira, a partir das 19 horas, no Museu do Futebol, no estádio do Pacaembu. Na oportunidade falaremos de nossas propostas, resumidas em um conjunto de 11 pontos principais.

Você é nosso convidado(a) para esse evento importante para o futuro do Santos. Confirme sua presença com a Mariana, pelo telefone (13) 99136-3264 e venha viver conosco esse momento que pode ser decisivo na história do clube. Estarei lhe esperando de braços abertos.

cartaz - anuncio chapa

Atenção: Teremos transmissão ao vivo do evento pela fan page do Movimento Somos todos Santos e na fan page de Orlando Galente Rollo.

Felizmente a Kickante entendeu a importância do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” e nos deu mais um mês de campanha de pré-financiamento para lançar esta que é uma das obras mais impactantes da história do Santos e do futebol. Agora faltam 23 dias para o encerramento do prazo final. Se você ainda não participou, participe.

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Que tal falar bem?

Sabendo-se que este blog anda muito crítico e que é muito fácil achar defeito nos outros, já que ninguém é perfeito, proponho um desafio: vamos procurar ressaltar as qualidades, ao invés de enaltecer os defeitos. Por exemplo: se Victor Ferraz é ruim, quem pode ser o titular da lateral-direita, e por quê?

Se o candidato X à presidência do Santos não presta, e nem o Y, então qual é o melhor, e por quê? Quais são suas qualidades morais, técnicas, profissionais? Sim , porque no nosso desafio não vale desancar todo mundo e não apontar o melhor, o mais indicado.

Fui criticado porque não quis entrar no coro dos que execravam Dorival Junior, porque, modéstia à parte mais experiente do que a maioria, sabia que do universo de técnicos brasileiros não havia muita coisa melhor. Está aí o cansado bonachão e piadista Levir Culpi que não me deixa mentir.

Mas dá para ser campeão da Libertadores mesmo assim? Sim, dá, porque o futebol sul-americano é o subúrbio do futebol mundial. Se o San Lorenzo e o Atlético Nacional foram campeões, qualquer clube um pouco acima do medíocre também pode.

Mas, voltando à proposta deste post, espero que meus colegas se concentrem em aspectos positivos das pessoas e sugiram ideias de coisas boas para o Santos. Criticar é muiiito fácil. Tenho percebido isso. Mas ainda sou dos que valorizam mais a construção do que a destruição. Vivemos em um país em que algumas pessoas acham que em uma frase conseguirão apagar o que outros fizeram em uma vida inteira. Em um primeiro momento parece que sim, mas na verdade isso é impossível.

Bem, voltemos ao desafio: tente escrever coisas positivas sobre os jogadores do Santos, o técnico, o presidente, os candidatos à presidência. Aproveite para fazer a campanha de seu candidato favorito. Tente reprimir seu impulso para a fofoca e a maledicência. A propósito, o contrário de maleficência é respeito, uma qualidade que, ao menos de vez em quando, todos deveriam experimentar.

Inscrições abertas para o II Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Sou do tempo em que jornalistas precisavam ter o diploma universitário para exercer a profissão. Hoje parece que ele não é obrigatório. Porém, continua sendo obrigatório escrever bem, conhecer a técnica e a ética da profissão. Idealizei esse curso pensando em profissionais, estudantes e interessados. O primeiro, em julho, foi um sucesso. Estou esperando a turma de setembro. Lembro que as inscrições se encerrram dia 4, próxima segunda-feira. Abaixo, o programa e informações para as inscrições.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo

As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

As regras para uma boa entrevista

Da preparação à técnica de colher informações e escrever

As dez qualidades do bom jornalista

Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

Como escrever para

Jornal – Revista – Rádio – TV – Blog

Mídia Social e Assessoria de Imprensa

Escrever um livro

Como pesquisar, escrever e publicar

Os limites da polêmica

Como evitar os crimes de opinião:

Difamação, Injúria e Calúnia

Princípios do bom texto

Clareza

Objetividade e ordem direta

Escolha das palavras simples e concretas

Uma ideia por parágrafo

Precisão. Sem ela não há credibilidade.

Isenção. A necessidade de ser neutro.

Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.

A importância de reler o texto

Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter

Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.

Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas

Repórter – Copidesque – Chefe de Reportagem

Revisor – Editor – Editor-chefe

Como fazer

Títulos – Subtítulos – Olhos – Intertítulos – Legendas

Lições na classe e em casa

Matérias sobre eventos escolhidos

Trabalho Final

Certificado de Conclusão com o número de horas/aula

Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Carga horária: 16 horas

Datas e horários: dias 5, 6, 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de setembro, das 19h30 às 21h30.

Local: Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP).

Endereço: Av. Paulista, 807, 9º andar, conjunto 904, São Paulo. Fones: (11) 3251-2420 e 3289-8409.

Investimento: R$ 300,00 (trezentos reais – 50% na matricula, 50% até o dia 15 de setembro.)

Sócios da ACEESP em dia com a anuidade não pagam.

Informações e inscrição até 4 de setembro pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br

Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.


Vá buscar a toalha, Levir

Está certo que a prioridade do Santos é a Copa Libertadores, a principal competição para os melhores times brasileiros, aquela que pode consolidar o currículo do Santos como o melhor de todos os times nacionais. Porém, ainda é possível lutar pelo título brasileiro, o que ficou provado com mais uma derrota do Corinthians, em casa, e dessa vez para o lanterna da competição, o Atlético Goianiense. Esse novo vexame diante de sua torcida e contra mais um time na zona de rebaixamento, mostra que Renato Gaúcho estava certo quando disse que o líder ia despencar e que Levir Culpi estava errado quando afirmou que o campeonato já estava decidido.

Ao chegar ao Santos, um técnico deveria ser orientado sobre a filosofia do time e de seu torcedor. Dorival Junior acabou rejeitado pelos santistas porque tinha a mania de desistir das competições bem antes de seu final. Parece que Levir está indo para o mesmo caminho. Eu nunca tinha ouvido um técnico cuja equipe está em terceiro lugar afirmar que, mesmo diante de um turno inteiro pela frente, o time não tem mais chance de lutar pelo título.

Sei que o “se” não existe no futebol, mas então falemos de planejamento competitivo. Caso tivesse escalado um time para vencer, preparado psicologicamente seus jogadores para conquistar os três pontos contra Avaí, Fluminense e Coritiba, quem sabe o Santos não teria somado seis pontos a mais nesses três jogos que empatou sem gols.

Tivesse vencido, e vencendo também ao Cruzeiro neste domingo, diminuiria a diferença que o separa do líder para apenas quatro pontos, que poderiam se tornar apenas um caso vencesse também o rival na rodada seguinte, na Vila Belmiro. Veja como o futebol é mesmo surpreendente, não só dentro de campo. Quem diria que um macaco velho como Levir, o autor da frase do “piloto automático” em 2004, ainda perpetuaria outras pérolas 13 anos depois.

IPT preocupante

O amigo Junior, assíduo frequentador deste blog, pega no pé de alguns jogadores do Santos, para ele privilegiados que fazem parte de uma “panelinha” e se mantêm na equipe mais por fatores extra campo do que pelo que efetivamente jogam. Se não me engano, Junior coloca entre os paneleiros os jogadores David Braz, Zeca, Renato, Lucas Lima e Ricardo Oliveira.

Para completar, Junior também criou uma fórmula na qual os resultados do time dependem do que ele chama de IPT, ou Índice Panelinha Team. Se o IPT chega a 4 ou mais, o Santos perde. Então, se contra o Cruzeiro jogarão cinco da Panelinha, o time perderá? Fica a dúvida no ar.

No Mineirão, logo mais, às 19 horas, o Santos jogará com Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison, Renato e Lucas Lima; Copete, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira. São os titulares do Levir.

O Cruzeiro, de Mano Menezes, deverá jogar com Fábio, Ezequiel, Digão, Murilo e Diogo Barbosa; Henrique, Hudson, Robinho, Rafinha, Rafael Sóbis e Sassá. A arbitragem será de Anderson Daronco (RS/FIFA), auxiliado por Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS).

Dá para ganhar. Se equilibrar na vontade, o Santos terá chances. Mas o problema é esperar que esse time se dedique. Sabemos que só Alison marca filme no meio de campo, que Victor Ferraz deixa uma avenida nas suas costas e que Ricardo Oliveira é o centroavante que joga por uma bola. Mas será que valeria a penas substituí-los por Daniel Guedes, Leandro Donizete e Kayke? Com a palavra, os comentaristas do blog.

Seminário de ótimas ideias para o Santos

Passamos um sábado único, ao lado de 180 santistas, no Seminário “O Santo que a Gente Quer”, no auditório do Sindicato dos Bancários, na Rua São Bento, centro de São Paulo. Organizado por Josiel Souza, Marcos Maldonado e Julio Cintra, o evento reuniu especialistas que falaram sobre estádios e arenas, a marca do Santos, programas de sócio, alternativas de marketing e outros assuntos de relevância para o clube. O melhor é que a política foi deixada de lado e se discutiu apenas providências concretas que podem levar o Santos a dias melhores. Tive o prazer de falar da real dimensão da torcida santista.


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A recente discussão de um repórter paulistano com o técnico Wagner Mancini, do Vitória, ressalta a importância do comportamento adequado e da ética na profissão de jornalista esportivo, um dos temas do curso que ministrarei em setembro na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo. Seguem mais informações abaixo:

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Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo

As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

As regras para uma boa entrevista

Da preparação à técnica de colher informações e escrever

As dez qualidades do bom jornalista

Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

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Os limites da polêmica

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Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.

A importância de reler o texto

Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter

Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.

Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

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Mais uma piada do Levir


Foi um joquinho. Dava para ganhar

O técnico do Santos é espirituoso, tem boas tiradas e parece sempre de bom humor. Bem, qualquer um de nós, se ganhasse o que ele ganha para fazer o que todo brasileiro sabe, que é escalar um time de futebol, também passaria o tempo todo rindo de orelha a orelha. Só que nesta segunda-feira Levir Culpi abusou das suas piadas e escalou um time para não ganhar do Fluminense e com isso deixar de continuar na luta pelo título brasileiro.

Um time com Alison, Léo Cittadini, Vladimir Hernández e Lucas Crispim vai ganhar de quem? Sem contar as más fases de Zeca, do enrolador Lucas Lima, que sempre dá um jeito de tomar um cartão amarelo , e do ex-artilheiro e pastor Ricardo Oliveira.

Sei que alguns dirão que agora é fácil comentar, pois o jogo já acabou e o Santos, mesmo incentivado por 22 mil pessoas, dos quais 19.457 pagantes, não saiu do zero no Pacaembu. Então, pedindo desculpas desde já por parecer cabotino, repetirei o que escrevi no Facebook logo que soube a escalação que o professor tinha elaborado para enfrentar o Fluminense:

Marcação no meio campo terá problemas. Alison não está bem, Lucas Lima não marca ninguém e Cittadini nem sabe marcar, só trota e cerca. Thiago Ribeiro e Hernández terão de recuar para ajudar a fechar o setor quando o Santos perder a bola. A vitória dependerá muito de Lucas Lima e Ricardo Oliveira. Nada indica que Alison, Cittadini e os três atacantes jogarão bem, pois não têm jogado satisfatoriamente. Espero que nos surpreendam, ou a vitória não virá e ainda consideraremos o empate um bom resultado. Levir está sendo muito condescendente com o seu ex-clube. Mas ainda terá oportunidade de fazer três substituições e estou certo de que as fará.

Bem, é isso. Se um técnico acha que não tem elenco para duas competições, deveria tomar uma atitude mais digna do que escalar um catadão para um jogo oficial do Campeonato Brasileiro, desrespeitando os torcedores, principalmente àqueles que foram ao estádio. Espero que Levir Culpi encare com mais seriedade o seu trabalho no Santos. Se deixar de fazer piadinhas e escalar os que estão jogando melhor, já será um bom começo. Do contrário, será engolido pela seita, como seu antecessor.

No time, destaco Vanderlei e os zagueiros Lucas Veríssimo e Gustavo Henrique, que voltou ao time após longa ausência. No mais, só vimos jogadores descartáveis. A maioria não consegue jogar melhor, outros podem render mais, porém estão louquinhos para ir embora, casos de Lucas Lima e Ricardo Oliveira. Mas a maior responsabilidade foi de Levir Culpi, que não percebeu, ou fingiu não perceber, com quais jogadores pode contar este ano.


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