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Neymar será papai. Isso dá uma maturidade…


Ser pai traz anos de maturidade. Dá um novo sentido à vida. Parabéns Neymar!

Neymar da Silva Santos Júnior, 19 anos, será papai. A futura mamãe está grávida de cinco meses. O garoto assumiu a paternidade e as famílias estão felizes. Só vejo coisa boa nisso…

Ser pai dá uma maturidade tremenda. Lembro-me até hoje da manhã seguinte quando Thiago nasceu. Até para atravessar a rua, na ida ao cartório para o registro, tive muito mais cuidado do que costumava ter. Afinal de contas, um ser amado dependia de mim.

Só vejo coisas boas nesse episódio que, mesmo não sendo planejado, enriquece as pessoas, pois lhes dá uma nova comprensão da vida. Na verdade, dá um sentido real e profundo para a vida.

Veja a nota que está no site oficial do Menino de Ouro da Vila:

NOTA

Através desta nota venho confirmar a informação de que me tornarei pai ainda este ano. As duas famílias – a minha e a da futura mãe – já conversaram e estão prontas a nos ajudar a trazer o bebê ao mundo, dando a ele toda a assistência necessária e a melhor estrutura possível.

Em comum acordo, decidimos preservar o nome da mãe. Esta medida visa dar tranquilidade a ela durante os próximos meses, evitando sua exposição de forma desnecessária e garantindo, principalmente, a privacidade da criança, que nascerá daqui a alguns meses.

Peço a todos que respeitem esta decisão. A tranquilidade desejada é fundamental para o sucesso da gestação.

Concluo pedindo a Deus que abençoe a vida da nossa criança!!

Ela será muito bem vinda e já tem todo o nosso carinho e amor.

Neymar Jr.

Leia a nota no site oficial de Neymar

O que você tem a dizer sobre a paternidade? Quer enviar uma mensagem ao futuro papai?


Jogo do Palmeiras dá recorde negativo de audiência para a Globo

Como se esperava, escolher o jogo do Palmeiras, pela Copa do Brasil, à partida do Santos, pela Libertadores, foi um péssimo negócio para a Rede Globo, que ontem teve a sua pior média de audiência de todas as quartas-feiras do ano.

O sofrível espetáculo entre o time de São Paulo e o desconhecido Comercial do Piauí rendeu 18 pontos de média no Ibope, um a menos do que o do jogo de ida do alviverde contra o mesmo adversário.

A Band também se deu mal ao fazer o esvaziado jogo do Pacaembu: teve só quatro pontos de audiência.

Para completar, o público no estádio municipal foi de apenas 3.509 pessoas, com renda de 134 mil reais.

Leia a matéria no UOL sobre o recorde negativo de audiência do Palmeiras na Globo

Um detalhe: tenho simpatia pelo Palmeiras, clube que defendi com afinco no caso da Unificação. Mas ouvir que tem mais torcida do que o Santos, não dá. Se tiver, é tão pouca coisa que não justifica ganhar uma cota maior da tevê. E mesmo que tenha mais torcida, há anos não tem dado mais ibope do que o Santos. Então, racionalmente, que os dois times ganhem cotas iguais e que decidam as diferenças no campo, que é o que vale.


Favorito da Libertadores, meia recuado, Dudu e Unificação na tevê

Vamos combinar uma coisa: o favorito da Libertadores é o Cruzeiro, que logo na estreia, em Minas, deu uma chapoletada de 5 a 0 no Estudiantes, campeão argentino do Apertura no ano passado e da Libertadores em 2009, quando bateu o mesmo Cruzeiro na final, em pleno Mineirão. Enfim, a de ontem foi uma vingança que ficará para a história. E o resultado coloca o Cruzeiro como favorito ao título, até que novas rodadas digam o contrário.

Enfim, bastou uma rodada para que o Santos perdesse o favoritismo que lhe era dado por alguns concorrentes, entre eles Muricy Ramalho, técnico do Fluminense. E talvez seja melhor assim. Desconfio que Adilson Batista não se dá bem com essa história de favoritismo.

Fim do volante. Que se adote o meia recuado

Um dos grandes problemas do futebol moderno é a figura do volante, aquele cão de guarda da defesa que muitas vezes mais chuta a canela do adversário do que a bola, e quando a tem não sabe o que fazer com ela. Proponho aqui, e falarei disso em outras oportunidades, que o Santos extingua esse personagem pouco simpático dos campos e adote o meia recuado para atuar naquela posição. Calma que eu explico.

O que Mengálvio, Dudu, Falcão, César Sampaio e Beckenbauer tinham de comum? Eram todos meias recuados. Tinham a categoria, os fundamentos, a visão de um meia, mas atuavam mais recuados, sabiam marcar e depois saiam pro jogo com propriedade.

É claro que terá de ser um meia que aprenda alguns cacoetes da marcação, mas isso é bem mais simples do que ensinar um desses volantes que inundamos times a dar um passe enfiado (não pro lado ou para trás), um drible, sair jogando com consciência, bater bem a gol.

Não dá mais para se ver no Santos ou em qualquer time que se preze, jogadores limitados tecnicamente que estão ali só para destruir. O jogo não flui, o gol se torna uma raridade. Por isso, conclamo a todos para que iniciemos uma cruzada em prol do meia recuado. Abaixo o volante!

Dudu, o tio do Dorival, era um meia

Ontem conversei com Olegário Tolói de Oliveira, o famoso Dudu, tio de Dorival Junior e parceiro do Divino Ademir da Guia no Palmeiras. Nascido em Araraquara em 7 de novembro de 1939, Dudu formou com Ademir uma dupla de meio-campo tão vitoriosa e lendária como a formada por Zito e Mengálvio.

E fiquei sabendo, da boca deste mestre humilde do futebol, cinco vezes campeão brasileiro, que antes de jogar ao lado de Ademir, Dudu era um meia. No Palmeiras, entretanto, logo que chegou percebeu que seria difícil tirar a posição de tantos meias excelentes, como Zequinha e Chinezinho, e disse que era volante.

Para quem não sabe, também no Santos o meia Mengálvio era quem jogava mais recuado, protegendo a defesa, função que Zito exercia na Seleção Brasileira para que Didi se soltasse mais ao ataque.

Perceba que os sábios técnidos do passado de ouro do nosso futebol preferiam, sempre, o melhor jogador. Se tivessem dois excelentes meio-campistas no time, um seria o meia, o outro geralmente jogaria como volante. Mas não abriam mão da qualidade.

Isso tornava as partidas muito mais bem jogadas e muito mais ofensivas, pois havia mais jogadores de mentalidade ofensiva em campo. Hoje há jogadores que só entram em campo para destruir as jogadas do adversário ou para destruir o próprio adversário. Acho que já deu pra eles.

Hoje tem debate sobre Unificação na TV Assembleia

Hoje às 21 horas a TV Assembléia leva ao ar o programa SP Esporte, apresentado por João Rehder, com produção de Adalberto Marques. Gravado ontem, o problema falará sobre a Unificação dos títulos brasileiros a partir da Taça Brasil de 1959.

Participarão, além deste humilde blogueiro que vos fala, o famoso Dudu, que carregava o piano para os solos do Divino; o jornalista José Maria de Aquino, ex-Estadão e Placar, que é contra a Unificação e acha que tudo deveria ficar como estava, e o deputado Ed Thomas.

Você não acha que os técnicos deveriam preferir ou preparar meias para jogarem como volantes? Dá para ser campeão da Libertadores com Arouca, Rodrigo Possebon e Pará jogando no meio-campo?


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