Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Manoel Maria

Flu é tetra. Mano chama Durval. Aarão descobre talentos da base

Ombudsman e Torcedores Santistas,

Hoje tem Neymar pela selenike em seu milésimo jogo, porém às 20h00m tem Bahia x Santos pelas quartas de final da Copa do Brasil – Sub 20 com transmissão pela ESPN/Brasil. Será o jogo dos dois melhores ataques do torneio até o momento: o baiano com 12 gols em 3 jogos contra a “Tropa de Elite” santista com 14 gols em 4 jogos.

Não fosse essa a era dos “defeituosos de fábrica”, fica a certeza de que ao menos um ou dois dos jogadores da base santista seriam titulares absolutos no atual time dos “cabeças de bagre”, cognominação recentemente atribuída pelo mandatário mor do clube ao elenco do time profissional.

De toda forma, fica a sugestão para acompanharmos a essa partida torcendo para mais uma vitória e, quem sabe, a conquista de mais um título inédito.

Saudações Alvinegras!!!

Nazir Khayat

A torcida do Fluminense pode comemorar de boca cheia e peito aberto este quarto título brasileiro. Poucas vezes, nos últimos tempos, um campeão mostrou tanta superioridade sobre os demais, a ponto de levantar a taça a três rodadas para o final.

Com isso, o Fluminense equipara-se ao Santos com dois títulos em 2012. Porém, em que pese o melhor nível técnico do Campeonato Paulista, em comparação ao do Rio de Janeiro, o Campeonato Brasileiro é a competição mais longa e difícil do calendário nacional, a que exige mais planejamento, elenco e trabalho constante. Não há dúvida de que este título dá ao tricolor carioca o status de melhor time do País em 2012.

Fico feliz pois o Fluminense foi, ao lado do Palmeiras, o clube que mais apoiou o trabalho que o amigo José Carlos Peres e eu fizemos pela Unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959. O salão nobre do estádio que sediou o lendário Sul-americano de 1919 – primeira conquista importante do futebol brasileiro – se abriu para receber nosso painel para a imprensa carioca, repetindo o que já tínhamos feito no salão nobre do Palmeiras para os jornalistas paulistanos de boa vontade.

É animador perceber que alguns veículos de comunicação que estavam em cima do muro quanto à Unificação, agora estampam manchetes exaltando o quarto título brasileiro do Fluminense, contando, assim, como se deve, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1970.

Nada mais justo e mais inteligente. Não adianta brigar contra os fatos, contra a verdade e contra a manifestação pura e espontânea das massas de torcedores, que são quem movimentam o futebol brasileiro. Ninguém pode duvidar que, ao se tornarem campeões brasileiros novamente, santistas e palmeirenses comemorarão o seu enea, assim como Cruzeiro, Bahia e Botafogo festejarão o seu tri. Isso é inexorável e as disposições em contrário estão eternamente revogadas.

Outro detalhe que me alegra nesse título do Fluminense é a presença de Carlinhos, um legítimo Menino da Vila, na lateral-esquerda do campeão. Formado no Santos, não foi devidamente aproveitado pelo técnico Vanderlei Luxemnburgo e acabou emprestado ao Cruzeiro e depois ao Mirassol. Acabou indo para o Santo André, o vice-campeão paulista de 2010. No mesmo ano, contratado pelo Fluminense, foi titular e muito importante no título brasileiro de 2010. Agora veste a faixa de novo. Parabéns Carlinhos!

Durval na Seleção. Belisquem-me…

Bola com Durval, pimba pra frente. Essa tem sido a jogada característica do zagueiro do Santos, um time que faz a chamada ligação direta o tempo todo. Convocá-lo para a Seleção Brasileira é bastante estranho, pois não é possível que entre os zagueiros brasileiros não haja quem tenha um pouco mais de categoria, senso de cobertura, velocidade e impulsão.

Porém, se o destino lhe dá um limão, faça uma limonada. Pensando assim, espero que o Santos aproveite a valorização do experiente zagueiro e consiga fazer um bom negócio com ele. Uma troca pau a pau por Robinho seria ótimo. Ou quem sabe ceder Durval, Miralles, Bill, David Braz, Galhardo, Gérson Magrão, Rafael, Henrique, Adriano, João Pedro e André pelo Xavi…

Aarão, um técnico especializado em trabalhar com a base


Aarão, vocação para trabalhar com a base e descobrir talentos

Não, não estou pedindo que o Santos o contrate. Estou pedindo que os dirigentes de clubes que leem este blog prestem atenção e, se possível, chamem o técnico Aarão Alves dos Santos para cuidar do departamento de futebol amador de suas agremiações. O rapaz, de apenas 38 anos, já fez bons trabalhos e traz o futebol no sangue, já que é filho do lendário Manoel Maria, craque do Santos nos anos 60 e 70.

Com 10 jogos invictos, Aarão bateu o recorde de Wagner Mancini no Paulista de Jundiaí, levando um time de garotos ao vice-campeonato da Copa Paulista em 2009. Neste trabalho revelou William Rocha, zagueiro do Sport, e Diego Pacheco, do Bragantino, entre outros.

Adepto do futebol ofensivo, Aarão gosta de orientar e lapidar os jovens, pois acredita que depois de uma certa idade é realmente muito difícil corrigir algumas falhas de fundamento:

“O trabalho de base é que forma o jogador, aprimora suas qualidades e busca eliminar suas deficiências. Se até os 19 anos não se consegue deixar o jogador pronto para o profissionalismo, depois é muito difícil”, diz Aarão (sem contar que formar jogadores é a maior fonte de renda muitos clubes).

Casado, com dois filhos, morador em Santos – onde já atuou no Jabaquara – Aarão Alves dos Santos, filho do querido Manoel Maria, é um profissional que pode ser muito útil em um clube preocupado em fazer um bom trabalho de base. Quem quiser entrar em contato com ele pode enviar um e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br

O que você achou do tetra do Flu e do Durval na Seleção?


A grande dívida que a Seleção Brasileira tem com o Santos

Ainda bem que Neymar, Paulo Henrique Ganso e Rafael foram dispensados da Seleção Brasileira para poderem atuar pelo Santos na segunda partida contra o Vélez Sarsfield, pelas quartas de final da Copa Libertadores. Qualquer outra medida seria tremendamente injusta com o Alvinegro Praiano, o time que mais se sacrificou pela Seleção Brasileira.

Quem acompanha a história do Santos sabe que, mesmo tendo direito adquirido, ele não disputou as edições da Libertadores de 1966, 67 e 69. A versão corrente é de que o time não se interessava pela competição, que era deficitária, pois a renda ficava para o clube mandante. Mas esta é apenas meia verdade.

Está certo que jogar fora do Brasil, com estádio lotado, e depois enfrentar essas mesmas equipes na Vila Belmiro, com um público pequeno, era prejuízo certo para o Santos. Até porque o clube poderia aproveitar as datas da Libertadores para ganhar uma fortuna com as excursões. Porém, os santistas também sabiam que o título sul-americano dava direito a disputar o título mundial e este sim era importante, pois aumentava ainda mais a bolsa pedida pelo Santos para os jogos amistosos – dinheirão que mantinha o Alvinegro Praiano com um dos melhores elencos do mundo.

CBD desestimulava a participação do Santos na Libertadores

Campeão da Taça Brasil de 1965, o Santos tinha direito de mais uma vez representar o Brasil na Libertadores, mas como o primeiro semestre de 1966 foi usado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD) para selecionar os jogadores e preparar o time que representaria o Brasil na Copa da Inglaterra, no meio do ano, o Santos foi desestimulado pela CBD de participar da competição sul-americana (mais de meio time do Alvinegro Praiano foi inscrito no elenco final que disputou a Copa: Gylmar dos Santos Neves, Orlando Peçanha, Zito, Lima, Pelé e Edu).

A mesma história se repetiu em 1969, quando o primeiro semestre foi utilizado pela CBD para os jogos eliminatórios para a Copa de 1970, no México, e o técnico João Saldanha, depois de anunciar que o Santos seria a base da Seleção, convocou nove jogadores santistas: Cláudio, Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Clodoaldo, Pelé, Toninho Guerreiro e Edu (só não foram chamados os santistas Manoel Maria, que chegou a fazer parte da lista dos 40 finalistas, e o meia Negreiros).

Em todos os seis jogos das Eliminatórias a Seleção Brasileira teve seis titulares do Santos: Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel Camargo, Rildo, Pelé e Edu. O goleiro Cláudio só foi cortado porque se machucou em um jogo no Campeonato Paulista, e Toninho Guerreiro só foi cortado porque houve pressão do presidente Garrastazu Médici para convocar Dario Maravilha.

Portando, além das Libertadores que disputou, na maioria delas alcançando no mínimo a semifinal, o Santos deixou de jogar a competição em 1966, 1969 – e também em 1967, pois foi o vice da Taça Brasil de 1966, quando a Libertadores já aceitava também o vice-campeão de cada país.

Assim, permitir que o Santos jogue completo as partidas da Libertadores é o mínimo que a CBF, herdeira da CBD, pode fazer. O justo mesmo seria dar ao Santos o crédito de três participações na Libertadores, pois o clube jamais foi ressarcido pelas vezes em que, para ajudar a Seleção Brasileira, abdicou de lutar pelo título mais importante do continente.

Isso, sem contar 2005

Isso tudo sem contar 2005, em que o Santos foi tremendamente desfalcado pela Seleção antes do jogo de volta contra o Atlético Paranaense, na Vila Belmiro. Uma vitória de 1 a 0 ou 2 a 1, em casa, bastaria para levar o Alvinegro Praiano à semifinal, em que enfrentaria um Chivas Guadalajara só com reservas, pois o clube privilegiaria o Campeonato Mexicano. Porém, o técnico Carlos Alberto Parreira convocou Robinho e Léo para um amistoso chinfrin e tirou do Santos a possibilidade de disputar mais um título sul-americano (o que mais doeu é que Léo nem entrou em campo).

Entrevista para Wanderley Nogueira sobre a história do Santos

http://jovempan.uol.com.br/videos/odir-cunha-fala-dos-livros-que-escreveu-para-o-centenario-do-peixe-65663,1,0

Você não acha que a Seleção ainda está em débito com o Santos?


Hoje tem Coutinho, Mengálvio, Edu,Clodoaldo & Cia na Fnac Pinheiros

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Parece mentira, mas Coutinho, o Rei da Área, confirmou presença no lançamendo em São Paulo do livro “100 anos de futebol arte”, hoje, às 19 horas, na Fnac Pinheiros. O genial Coutinho merece nosso carinho e reconhecimento. Ele não poderia ficar fora desta festa do Centenário. E além dele estarão presentes os astros Carlos Alberto Torres, Edu, Clodoaldo, Mengálvio, Lima e Manoel Maria.

Haverá também muitas personalidades santistas, como Arrigo Barnabé, Marcelo Tass… Tenho esperanças de que o grande Zeca Baleiro dê um jeito e passe pela Fnac. O Santos e a Magma Cultural merecem isso.

Rachid mostra imagens da carreata e da festa em Santos

Santistas tomando a Avenida Paulista a caminho da Vila Belmiro. A carreata que saiu do Pacaembu, a casa do Santos na capital, marcou presença no coração de São Paulo. E o Rachid estava lá:


A carreata na serra, depois da concentração no Pacaembu (fotos de Nivaldo Saraiva).

Escola de samba Torcida Jovem pode subir para Grupo Especial

O diretor da Torcida Jovem, Amilton Silva, pede que o blog esclareça um erro cometido pelo site UOL, que confundiu a Torcida Jovem, de São Paulo, com a Sangue Jovem, cuja sede fica em Santos. O samba apresentado é o da Torcida Jovem, cujo nome é “Santos camisa 100. Sua bandeira no mastro é a história de um passado e um presente só de glórias!”. A Torcida Jovem ficou em terceiro lugar no desfile do Grupo 1 de São Paulo. Só as duas primeiras subiriam para o Grupo de Acesso. Entretanto, a decisão está sub-judice, já que as notas das duas primeiras estavam rasuradas.

Reveja o desfile da Torcida Jovem no Anhembi em 2012:

E você, vai à Fnac Pinheiros hoje?


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