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Tag: Michel Laurence

O esporte nos livros

A reunião do Conselho Deliberativo do Santos promete ser das mais intensas nesta quinta-feira. Vejamos… Mas agora gostaria de falar de livros sobre o esporte. Para começar, adianto que a realização de mais uma edição dos Jogos Pan-americanos mexe comigo. Sempre gostei desses Jogos, mesmo antes de ser jornalista esportivo. Coincidentemente, minha primeira viagem internacional foi para cobrir o Pan de 1979, em San Juan de Puerto Rico, trabalho que deu a mim e ao companheiro Castilho de Andrade o Prêmio Esso de Informação Esportiva daquele ano.

Em 2007, quando o Pan foi realizado no Rio de Janeiro, o editor José Henrique Grossi e a Editora Planeta me deram a honra de ser o autor de um belo livro, de cara dura e lindas fotos, com a história completa do Pan, intitulado “Heróis da América”. Juntei os resultados de todos os medalhistas do Pan até àquela altura, mais de 100 mil informações, em um trabalho inédito no Brasil.

A divulgação foi excelente. Um programa inteiro “Bate-papo com Armando Nogueira” foi dedicado ao livro e a mim , assim como dois terços do Programa do Jô. Mas não, não foi um sucesso de vendas. Aliás, descobri que sou um dos poucos que têm tanto carinho pelo Pan. Mas tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Como sobraram milhares de exemplares, arrematei quase todos e distribui para estudantes durante algumas palestras que dei em faculdades de Educação Física. Saber que o conhecimento acumulado em um livro será compartilhado por outras pessoas é o meu maior prêmio como escritor.

De vez em quando alguém se lembra de “Heróis da América” e faz algum elogio ao trabalho. Isso vale uma medalha para mim.

Matéria sobre o livro Heróis da América

Mais uma matéria sobre o livro Heróis da América

Sonhos mais que possíveis

Em 2008, antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, o editor José Henrique Grossi e Editora Planeta me incumbiram de fazer um livro de bolso a ser comercializado pela Avon. Selecionei 60 histórias de superação de atletas olímpicos e escrevi “Sonhos mais que possíveis”. Durante os Jogos li no blog do judoca Luciano Correa que ele estava lendo o livro da Vila Olímpica.

Infelizmente, naquela Olimpíada Luciano não ganhou medalha. Mas continuou lutando por seu sonhos, e ganhou a medalha de ouro no Pan-americano de 2011, em Guadalajara, e neste terça-feira repetiu a façanha ao ganhar o ouro em Toronto. Não tem preço saber que ao menos um pouquinho de sua motivação vem das histórias que escrevi em “Sonhos mais que possíveis”.

O livro está à venda neste blog por apenas seis reais. Quanto ao Heróis da América, creio que ainda possa ser encontrado apenas em sebos.

O livro do Michel Laurence

O jornalista Michel Laurence foi o melhor texto do jornalismo esportivo da tevê durante muitos anos. Trabalhou, principalmente, nas TVs Globo e Cultura. Com muita sensibilidade, ele retratou as emoções do futebol com maestria. E o melhor é que Michel era santista e valorizou, como ninguém, as proezas do melhor time de todos os tempos. Agora, a Editora Realejo lançará um livro-homenagem a ele. Leia:

CRIADOR DO TROFÉU BOLA DE PRATA, MICHEL LAURENCE GANHA ‘LIVRO HOMENAGEM’ COM CAUSOS DO FUTEBOL
O projeto, iniciado pelo jornalista, foi concluído pela esposa Rose Guirro e será lançado pela Realejo Livros

Um dos mais importantes e influentes jornalistas esportivos das últimas décadas, o franco-brasileiro Michel Laurence, falecido em 2014, será homenageado com um livro de causos sobre Futebol e Jornalismo. O projeto, ensaiado pelo próprio Laurence nos últimos anos de vida, está sendo realizado pela Realejo Livros, com textos reunidos pela esposa, Rose Guirro, com supervisão do editor José Luiz Tahan.

Com o título ‘Michel Laurence – Causos da Bola’, o livro reúne histórias narradas pelo próprio Laurence (que construiu uma trajetória de 51 anos no jornalismo esportivo) e tem prefácio dos narradores Galvão Bueno e Cléber Machado, da TV Globo, onde trabalhou por vários anos e construiu uma relação de amizade com ambos.

A pré-venda já teve início através do portal de ‘crowdfunding’ (financiamento coletivo) Kickante, com recompensas a partir de R$ 15,00. Entre elas, por R$ 50,00, o comprador pode ter seu nome impresso no livro, entre os agradecimentos, e garantir vaga no evento de lançamento, que acontecerá no restaurante Lenhareto, em São Paulo, o preferido do jornalista. O endereço da campanha éwww.kickante.com.br/michel.

Quem foi Michel Laurence

Ao longo de 51 anos dedicados ao jornalismo esportivo, Laurence cobriu oito Copas do Mundo, integrou a primeira equipe da revista Placar e foi um dos criadores do troféu Bola de Prata, dado anualmente pela revista aos melhores jogadores do Campeonato nacional desde 1970.

Ganhou um Prêmio Esso com uma série de reportagens chamada ‘O jogador é um escravo’ (Jornal da Tarde) e, com sua série de reportagens “A falência dos cartolas”, inspirou a criação do modelo atual do Campeonato Brasileiro.

“No Jornal da Tarde, conheceu Pelé, pois pediu para cobrir o Santos, que virou seu time de coração. Escreveu reportagens antológicas com Pelé, como uma exclusiva onde o jogador contou a ele que iria parar de jogar”, conta Rose Guirro.

Na TV Globo, participou do nascimento do “Globo Esporte” e da transformação do “Esporte Espetacular” (que era composto por vídeos norte-americanos) em um programa feito no Brasil. Na TV Cultura, foi um dos responsáveis pelo lançamento dos programas “Cartão Verde” e “Grandes Momentos do Esporte”.

Em 2008, lançou o blog “Jogo Mais que Perfeito”, no IG, onde contava seus causos – muitos dos quais estão no livro.

Agora, eu lhe pergunto: Quanto vale preservar a história do Santos?

Como você já deve saber, relançarei o livro “Time dos Sonhos”, com a história completa do Santos até o título brasileiro de 2002. Nas livrarias ele custará mais de 100 reais, mas quem entrar na campanha agora, garantirá o livro por um preço promocional de 70 reais, com direito a ter o nome impresso no último capítulo do livro. Repito:

Garanta o livro Time dos Sonhos por um preço de pré-venda e ainda tenha o seu nome publicado na história do Santos. Vamos com tudo para o segundo turno da campanha. Conto com você!

Quer a Bíblia do santista pelo preço de pré-venda e ainda ter seu nome impresso no livro? Clique aqui para saber como.

Neste vídeo abaixo, dirigido pelo talentoso santista João Lucca Piovan, eu conto a história curiosa de como o livro ganhou o título de Time dos Sonhos. Assista:

O Barqueiro de Paraty, primeiro lançamento da Editora Verbo Livre

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Gostaria de compartilhar com os amigos e amigas do Blog do Odir Cunha a criação da Editora Verbo Livre, a mesma que está relançando o livro Time dos Sonhos, por meio da campanha de crowdfunding da Kickante, e também já disponibilizou, pela Amazon, o ebook de O Barqueiro de Paraty, um romance que fala de amor e amizade e pode, sim, mudar a forma de como você vê a vida.

O livro conta a história de um executivo paulistano que vê sua vida familiar e profissional fracassar e aceita o convite de um amigo do colégio para passar uns dias em Paraty e “reaprender a viver”. Muitos se identificarão com Pedro, Mauro, Clara, e sua busca pela essência da vida.

Tomo a liberdade de sugerir aos amigos a leitura de O Barqueiro de Paraty, pois, entre outros motivos, a maioria dos que o lêem, gostam muito. O livro trata de um drama muito comum e sugere valores fundamentais para se alcançar uma vida equilibrada e feliz.

Clique aqui para ver, na Amazon, o ebook de O Barqueiro de Paraty

Segundo as pesquisas do Skoob, 70% do público que comenta sobre O Barqueiro é feminino e 82% das avaliações atribuem à obra de três a cinco estrelas. Lançado em papel em 2008, pela Editora Mundo Editorial, o livro está sendo relançado agora, em forma de ebook, pela Amazon. Logo mais sua versão em Inglês também estará disponível.

Assista e divulgue o book movie do livro O Barqueiro de Paraty

Comentários e análises de O Barqueiro de Paraty no site Skoob

Comentários de leitores de O Barqueiro de Paraty no site da Livraria Cultura

Entrevista de Odir Cunha sobre o livro O Barqueiro de Paraty ao jornalista Heródoto Barbeiro

Missão
A Verbo Livre está aberta para lançar autores nacionais e estrangeiros com obras preferencialmente instigantes. O site da editora, em preparação, receberá currículos de autores e sinopses de suas obras para avaliações preliminares. Nossa missão é revelar escritores(as) e oferecer livros de qualidade a preços acessíveis, contribuindo para a difusão do conhecimento e da reflexão.

E então, você é amigo dos livros sobre o esporte?


Chulapa está certo!

O técnico interino Serginho Chulapa está certo ao dizer que os técnicos brasileiros de hoje, no geral, são acomodados e aproveitadores. Agem assim porque os dirigentes dos clubes não entendem nada de futebol e não são bons administradores. Muitos desses dirigentes procuram um clube para tirar dele o dinheiro que não conseguiram ganhar trabalhando no mercado normal, em que é preciso currículo e eficiência para se ter um bom salário. Assim, para esses cartolas paraquedistas, é cômodo pagar caro a um técnico afamado e deixar que ele comande o time do jeito que quiser.

Veja, querido leitor e querida, bem-vinda e rara leitora (pela enquete, só 1% dos leitores deste blog são mulheres, que coisa…): No mesmo domingo em que o decantado Tite perdia para Serginho Chulapa na Vila Belmiro, em partida na qual o Santos jogou sem seis titulares; o discutido Dunga, histriônico técnico da Seleção Brasileira, enchia o time de volantes para, pasmem, agüentar a pressão e segurar a vitória contra a Venezuela, país cujo esporte mais popular é o beisebol.

Note, portanto, que os clubes brasileiros foram induzidos a pagar fortunas para técnicos que resolvem muito pouco. Só para lembrar, nomes há pouco cantados em prosa e verso, como Mano Menezes, Muricy Ramalho, Leão, Felipão e outros aos e inhos, estão vagando por aí ou já penduraram a prancheta. Se fossem tão bons, teriam lugar reservado nos grandes clubes.

Robinho e Lucas Lima vão embora mesmo

Acho que há uns dois meses postei um artigo exortando os santistas a irem a um jogo do Santos na Vila Belmiro, pois poderia ser a última vez que veríamos Robinho e Lucas Lima no Santos. De lá para cá muito se falou, se prometeu, mas a verdade é que o clube não tem como bancar os salários que o mercado pode pagar a ambos. Só mesmo uma parceria com um patrocinador poderia resolver a questão, mas essa parceria é bem improvável.

Contra a Venezuela, Robinho mostrou que é titular absoluto da Seleção de Dunga. Deixá-lo no banco enquanto Firmino, Fred e quetais usam a camisa amarelinha, é brincadeira de mau gosto. Lucas Lima é outro que tem lugar garantido no Escrete. Ambos estão por cima da carne seca. Os dois e mais Neymar, Willian e Daniel Alves farão a bola correr redondinha no time do Dunga. Não há, infelizmente, como o Santos segurar jogadores tão valorizados pelo mercado. Paciência.

Ao que tudo indica, Robinho irá para o Querétaro, do México, no lugar de estrela que antes era de Ronaldinho Gaúcho. E Lucas Lima é cotado no Milan. Talvez os nomes dos clubes mudem, mas o certo é que deverão ir e o santista deve se conformar. O jeito é contar com o que é possível , preparar melhor e valorizar os garotos, efetivar Rafael Longuine como titular e seguir em frente.

Time dos Sonhos será relançado, pode confiar. E apoiar

time dos sonhos - autor lendo trecho do livro para Robinho

Tenho encontrado santistas com algumas dúvidas com relação “a esse negócio de crowdfunding”, ou financiamento coletivo. Querem saber, por exemplo, se o livro Time dos Sonhos será republicado mesmo que o total arrecadado com a campanha fique muito aquém da meta de 70 mil reais; se haverá coquetel de lançamento se um número muito pequeno de pessoas comprar essa recompensa; se nenhum patrocinador adquirir uma das três cotas de 10 mil reais; se…; se…

A todos respondo o mesmo. Time dos Sonhos será reimpresso, com uma qualidade gráfica equivalente ou superior à original: no mesmo formato 21 x 25 cm, com as mesmas 528 páginas, com o miolo em papel offset 90 gramas, a capa em papel Cartão Royal e lombada quadrada. Enfim, um livro atraente, para você guardar com carinho e consultar sempre que quiser lembrar passagens marcantes da história do Santos desde a sua fundação até o título brasileiro de 2002.

Quem garante que o livro será publicado é o autor da campanha, no caso este humilde blogueiro que vos fala. E a vantagem de se associar à campanha desde já é pegar um preço melhor pelo livro e pelas recompensas e já garantir o nome no último capítulo, o que só pode ser feito antes da impressão da obra, obviamente.

Clique aqui para ver como vai a campanha para a reimpressão de Time dos Sonhos. Perceba como tudo é transparente. E participe!

Michel Laurence ganha “livro homenagem” com causos do futebol
Por Rafael Miramoto


Repórter, Michel foi escalado para cobrir o Santos e acabou se apaixonando pelo time e por Pelé. O projeto do livro, iniciado pelo jornalista, foi concluído pela esposa Rose Guirro e será lançado pela Realejo Livros

Um dos mais importantes e influentes jornalistas esportivos das últimas décadas, o franco-brasileiro Michel Laurence, falecido em 2014, será homenageado com um livro de causos sobre Futebol e Jornalismo. O projeto, ensaiado pelo próprio Laurence nos últimos anos de vida, está sendo realizado pela Realejo Livros, com textos reunidos pela esposa, Rose Guirro, com supervisão do editor José Luiz Tahan.

Com o título ‘Michel Laurence – Causos da Bola’, o livro reúne histórias narradas pelo próprio Laurence (que construiu uma trajetória de 51 anos no jornalismo esportivo) e tem prefácio dos narradores Galvão Bueno e Cléber Machado, da TV Globo, onde trabalhou por vários anos e construiu uma relação de amizade com ambos.

A pré-venda já teve início através do portal de ‘crowdfunding’ (financiamento coletivo) Kickante, com recompensas a partir de R$ 15,00. Entre elas, por R$ 50,00, o comprador pode ter seu nome impresso no livro, entre os agradecimentos, e garantir vaga no evento de lançamento, que acontecerá no restaurante Lenhareto, em São Paulo, o preferido do jornalista. O endereço da campanha éwww.kickante.com.br/michel.

Michel Laurence, uma vida para o jornalismo esportivo

Ao longo de 51 anos dedicados ao jornalismo esportivo, Laurence cobriu oito Copas do Mundo, integrou a primeira equipe da revista Placar e foi um dos criadores do troféu Bola de Prata, dado anualmente pela revista aos melhores jogadores do Campeonato nacional desde 1970.

Ganhou um Prêmio Esso com uma série de reportagens chamada ‘O jogador é um escravo’ (Jornal da Tarde) e, com sua série de reportagens “A falência dos cartolas”, inspirou a criação do modelo atual do Campeonato Brasileiro.

“No Jornal da Tarde, conheceu Pelé, pois pediu para cobrir o Santos, que virou seu time de coração. Escreveu reportagens antológicas com Pelé, como uma exclusiva na qual o jogador contou a ele que iria parar de jogar”, conta Rose Guirro.

Na TV Globo, participou do nascimento do “Globo Esporte” e da transformação do “Esporte Espetacular” (que era composto por vídeos norte-americanos) em um programa feito no Brasil. Na TV Cultura, foi um dos responsáveis pelo lançamento dos programas “Cartão Verde” e “Grandes Momentos do Esporte”.

Em 2008, lançou o blog “Jogo Mais que Perfeito”, no IG, onde contava seus causos – muitos dos quais estão no livro.

E você, o que acha disso tudo?


Logo mais, na TV Assembléia, Michel Laurence e eu falamos sobre Pelé

Crédito da foto: Agiesbrecht

Michel Laurence e sua criação: a Bola de Prata da Placar

Quando só Peirão de Castro brigava pelo Santos nas mesas redondas da tevê, ele era o que melhor retratava o Time dos Sonhos nos jornais. Seu nome é Michel Laurence, jornalista esportivo que por mais de uma década acompanhou o time de Pelé.

Ontem pela manhã tive a honra de participar da gravação de um programa especial sobre o Pelé na TV Assembléia (produzido pelo amigo Adalberto e apresentado por João Rehder), que irá ao ar logo mais, às 21 horas desta quinta-feira – canal 66 para quem tem TVA e canal 7 para a Net.

Nascido em Marselha, França, em 5 de setembro de 1938 (virginiano como eu), Michel Laurence se destacou pelo texto refinado e poético, que conseguia enxergar muito além dos lugares-comuns. Ele foi o inspirado profeta do deus Pelé.

Como nenhum repórter do Jornal da Tarde queria cobria o Santos, Michel se ofereceu, e acabou iniciando ali uma série de matérias memoráveis sobre o melhor time de todos os tempos. Depois, na revista Placar, foi o criador, ao lado do fotógrafo Manoel Motta, do troféu Bola de Prata, dado anualmente pela revista aos melhores jogadores do Campeonato Nacional desde 1970.

Trabalhou ainda nos jornais Última Hora, onde começou a carreira, e Jornal do Brasil. Em 1969, trabalhando na Edição de Esportes, suplemento semanal esportivo d’O Estado, conquistou um Prêmio Esso de jornalismo, concedido a ele e a José Maria de Aquino, com o artigo “O jogador é um escravo”. Na televisão, teve passagens marcantes na Globo, Record, Bandeirantes, Manchete e Cultura, para onde voltou. Nesta última foi um dos idealizadores dos programas Cartão Verde e Grandes Momentos do Esporte.

Seu texto, harmonioso e tocante, embalou grandes matérias na tevê, como a que apresento abaixo, sobre a morte do herói Ayrton Senna. Pai do repórter Bruno Laurence, do Sportv e da TV Globo, Michel é casado com uma jornalista e tem mais uma filha que seguiu a profissão.

Como eu disse, logo mais, às 21 horas, na TV Assembléia, você poderá vê-lo falando sobre Pelé e o Santos. Também estarei lá, ansioso para lembrar fatos históricos do Rei. Você é meu convidado.


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