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Robinho rescindiu contrato com o Milan. Agora o papo é só com o Santos

Campeão das Taças, há 67 anos, no Pacaembu

Hoje, 12 de maio de 2015, completam-se 67 anos que o Santos se tornou o Campeão das Taças, vencendo o Corinthians, no Pacaembu, por 2 a 1, diante de um público aproximado de 10 mil pessoas. A matéria está no site oficial do Santos. Veja o link abaixo.

Clique aqui para ler sobre o título do Santos, com vitória sobre o Corinthians, no Pacaembu, há 67 anos.

Robinho rescindiu contrato com o Milan. Agora o papo é só com o Santos


Roma e Robinho. Agora vai? (Ivan Storti/ Santos FC)

Por telefone, Robinho acertou sua rescisão de contrato com Milan. A informação foi confirmada pela advogada e representante de Robinho, Marisa Alija. Agora, o jogador, que está emprestado ao Santos até 30 de junho, estará livre para negociar com qualquer clube , a partir de 1º de julho. Para continuar no Santos, ele primeiro quer receber os atrasados, que, segundo algumas fontes, já chega a cinco milhões de reais.

Esta notícia nos pega de surpresa, porque a última que tivemos sobre o imbróglio era a de que o presidente Modesto Roma tinha viajado para a Itália nesta segunda-feira, a fim de convencer os milaneses a deixar Robinho no Santos, nem que para isso o Alvinegro Praiano tivesse de se desfazer de jogadores jovens e de potencial, como Gustavo Henrique e Gabriel.

Se o Milan poderia ter dois jogadores em troca de Robinho, por que rescindiria seu contrato sem receber nada? Ou recebeu e não estamos sabendo? Os mais maldosos dizem que o presidente do Santos viajou sem marcar reunião e sem telefonar antes, e por isso embarcou sem saber que o jogador já estava liberado pelo Milan. Não dá para acreditar que algo assim tenha acontecido. O mínimo que se espera, em um caso desses, é que Roma, ou algum de seus assessores, ligasse antes para o Milan a fim de confirmar a reunião e o assunto a ser tratado.

Será que o Milan rescindiu depois da proposta do Santos, ou Robinho prometeu pagar alguma coisa ao clube italiano para ter o passe livre, já contando com o que vai receber do Santos ou, talvez, de algum outro interessado? Não sei. Esta novela só será esclarecida nos próximos dias.

Porém, creio que não se pode analisar apenas se é bom ter Robinho e se Robinho quer ficar no Santos, mas quanto isso custará aos combalidos cofres santistas e qual será a engenharia financeira para tê-lo sem endividar ainda mais o clube. Sem um patrocinador que banque os seus salários, Robinho não poderá ganhar 500 mil reais por mês. Isso é fato. A não ser que…

… o Santos programe seus jogos para estádios maiores, e trabalhe cada partida como um grande evento, a fim de atrair mais público e, consequentemente, mais renda. A não ser, também, que a presença de Robinho seja aproveitada para se lançar uma grande campanha de associados, o que traria um dinheiro rápido ao clube. Porém, pelo que estamos vendo em quatro meses e meio dessa administração, fazer com que o time jogue mais vezes fora da Vila Belmiro e atrair mais sócios de outras cidades não estão nos planos.

Se não conseguiu pagar Robinho até aqui, a ponto de ter com ele uma dívida milionária, o que mudará para que agora os pagamentos sejam feitos em dia? Adiantar mais verbas da tevê e comprometer mais ainda o futuro do clube? Pedir empréstimos bancários ou a Marcelo Teixeira? Dar passes de jogadores jovens em troca de manter o veterano por mais uma ou duas temporadas? É preciso ser frio e calculista nessas horas. Robinho é um ídolo, mas está em fim de carreira. É preciso pensar no clube a médio e longo prazos.

Só espero, por enquanto, que o presidente Modesto Roma explique bem essa história. Se realmente viajou para a Itália sem confirmar a reunião, pisou tremendamente na bola. E perdeu tempo e dinheiro do clube. Italiano è una lingua piu facile da parlare. E un uomo che si fa chiamare Roma ha l’obbligo di conoscere almeno parlare di base. Che cosa, presidente. Non ci posso credere!

Veja o Sub-20 em ação e tente descobrir moleques de futuro:

Veja os batidores do empate com o Avaí:

E pra você, Robinho vale todo o esforço do Santos?


Racismo, algo que sempre passou longe da Vila Belmiro

Nesta quinta-feira, na loja da Nike na Vila Belmiro, haverá um totem do Montillo em tamanho real e o novo contratado do Santos irá autografá-lo. Na oportunidade ele receberá um exemplar do livro 100 ANOS DE FUTEBOL ARTE para entender melhor a história do Alvinegro Praiano. A Nike promete encher a loja de camisas do craque.


De 1913 ao Time dos Sonhos, o Santos sempre contou com o talento de jogadores negros.

Há uma semana o jogador Boateng, do Milan, chutou uma bola em direção à torcida e saiu de campo depois de ser insistentemente ofendido com gritos racistas por um punhado de jovens da torcida do Aurora Pro Pátria, time da quarta divisão italiana que recebia o Milan em uma partida amistosa.

Em solidariedade ao companheiro, os outros jogadores do Milan resolveram abandonar a partida, disputada em Busto Arsizio, norte da Itália, que aos 26 minutos do primeiro tempo estava empatada em 0 a 0.

Nesta temporada o Aurora Pro Pátria já teve de pagar uma multa de cinco mil euros por episódio semelhante. Desta vez, o clube será obrigado a fazer um jogo com portões fechados. A direção do Milan já avisou que retirará o time de campo sempre que seus jogadores forem vítimas de racismo.

Acho que esse mal tem de ser cortado pela raiz, mesmo, pois por trás de todos os grandes conflitos está a intolerância, de qualquer origem. O que há por trás das Cruzadas, do Holocausto, da matança dos indígenas americanos e do eterno conflito entre árabes e judeus? A dificuldade de entender, aceitar e conviver com aquele que é ou pensa diferente.

Felizmente, salvo raras manifestações profundamente infelizes, como aquela de torcedores orquestrados para vaiar Neymar no jogo da Seleção Brasileira no Morumbi, não se vê mais no Brasil tanto ódio pela cor de pele ou pelo jeito de ser do adversário…

De um esporte de estudantes brancos de origem inglesa, o futebol ganhou todas as classes e acelerou a integração social que, entretanto, ainda tem várias etapas a serem vencidas em nosso País.

Esta tolerância, aliás, é um dos motivos pelos quais admiro o Santos, um clube aberto a todos, que se orgulha de seus negros e mulatos que formam, provavelmente, o maior contingente de seus ídolos: Hélvio, Manga, Jair Rosa Pinto, Pelé, Coutinho, Mengálvio, Lima, Durval, Serginho, Joel Camargo, Carlos Alberto Torres, Edu, Juary, Robinho, Alex, Neymar… E até Ramos Delgado, o argentino que fez mais sucesso na Vila Belmiro, era tão moreno que em seu país o apelidaram “El Negro”.

Com seu Time dos Sonhos da década de 1960 0 Santos fez o mundo reverenciar, pela primeira vez, um time estrelado por negros. Sim, havia Gylmar, Mauro, Zito, Pepe, mas os virtuoses, os artistas, os malabaristas que fizeram muito mais pela integração racial do que mil decretos de lei, chamavam-se Dorval, Mengálvio, Coutinho e Pelé.

Mas alguém poderá dizer: “Mas nos anos 60 quase todos os grandes times brasileiros e sul-americanos tinham negros”. Sim, responderei, mas nenhum teve uma pequena parte da projeção do Santos. Porém, o mesmo crítico insistente poderá retrucar: “Mas o Santos deve ter tido o seu período racista, como qualquer outro clube brasileiro”. E aí eu responderei: Não consta que o Santos tivesse sido racista em nenhum período de sua história,nem mesmo nos primórdios.

Uma foto que me emocionou e que eu e Guilherme Guarche e Guilherme Nascimento pelejamos para descobrir os nomes dos jogadores, em vão, mostra o time do Santos em 1913, apenas um ano depois de fundado, com três negros na sua formação. Emocionou-me porque no início do século XX vivia-se uma época de grande preconceito, em que negros não eram admitidos no futebol. Mas o Santos, que tinha abolicionistas entre seus fundadores, mais uma vez fugia à regra.

Dos muitos motivos que o Santos nos dá para termos orgulho de sermos seus torcedores, há os incontáveis títulos e recordes, a revelação de grandes jogadores, a vocação para ser o maior time artilheiro do mundo e de ter tido, por 19 anos, o Rei do Futebol. Tudo isso é relevante. Mas o fato de ter sido um clube sem preconceitos, bem à frente do seu tempo, não tem preço.

Reveja agora a cena em que Boateng chuta a bola em direção à torcida do Aurora Pro Pátria e sai de campo, seguido pelos outros jogadores do Milan. Perceba como alguns torcedores do time local ficam desconsolados com a atitude dos jovens racistas que provocaram o incidente. No fim do vídeo ve-se o grupo racista, que é do jeito que a gente imagina: bombados, agressivos, pele muito clara, com ar de superioridade e desrespeito. Poderiam fazer parte dos camisas pretas de Mussolini ou da juventude nazista de Hitler. Vários jogadores brasileiros já foram vítimas de bandos assim na Europa – mas isso os agentes dos jogadores não dizem quando querem tirá-los do Brasil:

Por que os adoradores do futebol europeu falam tão pouco do racismo que existe por lá?


A verdadeira história de Robinho e a chance de Nenê voltar

O curinga Lima me disse que quando o goleiro Gylmar tomava um frango, o time todo ficava mais tranqüilo, porque a partir daquele momento sabia que o “Girafa” fecharia o gol. Um erro despertava em Gylmar tal determinação que não deixava passar mais nada. Depois de ter dado a “barriga” sobre a contratação de Robinho, o mínimo que devo fazer é explicar direitinho como foi a reunião e contar o histórico desse interesse do Santos por ele. Além, é claro, de nunca mais confiar em notícias de terceiros.

Sim, confesso que confiei na informação e no feeling de um jornalista do Gazzetta dello Sport, uma publicação tradicional, que no dia 3 de abril completará 117 anos! Não é desculpa, porque estamos carecas de ver casos no Brasil de jornais que anunciam contratações e elas não se concretizam. Mas não queria fazer isso no nosso blog. Fiz. Mas, como o grande Gylmar, prometo que neste jogo dificilmente voltarei a tomar um frango. Pode escrever aí.

Por que Robinho não veio

O vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, foi muito confiante para a reunião, na sexta-feira à noite, com o vice-presidente do Santos, Odílio Rodrigues, e o membro do comitê gestor Álvaro de Souza. O dirigente milanês confiava que as diferenças entre os valores pedidos pelo Milan e por Robinho, e a oferta do Santos, seriam equalizadas sem maiores problemas. Isso provavelmente fez com que passasse uma visão muito otimista a alguns jornalistas italianos.

Na verdade, segundo apurei neste sábado, o presidente do Atlético Mineiro, Alexandre Kalil, não fez nenhuma proposta por Robinho. O único clube brasileiro que fez uma proposta concreta pelo Rei do Drible foi o Santos. E qual foi ela? Cerca de sete milhões de euros em três parcelas anuais e, em um esforço descomunal, um salário de R$ 800 mil ao Robinho.

Porém, o Milan, irredutível nos dez milhões de euros, não aceitou. Robinho também não abriu mão de um salário de R$ 1,1 milhão, R$ 100 mil a mais do que ganhava em 2010, quando estava voltando para a Seleção Brasileira e era nome praticamente certo para a Copa do Mundo, a ser disputada meses depois.

Para facilitar as coisas em 2010, naquele semestre em que defendeu o Alvinegro Praiano, Robinho fez três comerciais – para Seara, Volkswagen e Rexona – que ajudaram o clube a quitar cerca de 20% dos seus salários. Hoje é diferente. Ele precisa lutar para voltar à Seleção e o grande garoto-propaganda do futebol brasileiro, como sabemos muito bem, é outro Menino da Vila.

De qualquer forma, quem acompanhou de perto a reunião de sexta-feira sentiu que se o Milan baixasse a pedida, talvez Robinho consentisse em reduzir sua pretensão salarial. Porém, diante da inflexibilidade do clube italiano, o jogador também não aceitou ganhar menos. Isso realmente complicou a negociação, pois um salário de R$ 1,1 milhão obrigaria o Santos a pagar um total de R$ 1,8 milhão por mês, somados todos os encargos.

O negócio não está totalmente descartado, mas agora a tendência é de que Robinho continue jogando no Milan pelo menos mais seis meses. Em junho os valores deverão cair e o Santos voltará à carga para trazer de volta o Rei da Pedalada. O negócio só não se concretizou desta vez porque o Milan e Robinho estão pedindo valores que não condizem mais com a forma técnica e física do ex-santista.

O interessante é que em julho do ano passado Robinho até toparia vir ao Santos por R$ 800 mil mensais, mas o empecilho era o alto preço pedido pelo Milan: 15 milhões de euros. Em dezembro, quando o Santos voltou a procurá-lo, Robinho disse que estava valorizado, com muitos clubes interessados nele, e que o salário teria de ser R$ 1,1 milhão.

Profissionalismo é profissionalismo, mas, para um garoto que nasceu em São Vicente e só foi revelado no futebol devido ao Santos – que cometeu a “loucura” de colocar um time de Meninos para disputar o Brasileiro de 2002 –, Robinho não fez qualquer concessão ao time que diz amar ou às suas origens nesse episódio que poderia trazê-lo novamente para os braços da torcida que o adora.

Nenê ficou de dar a resposta neste domingo

Pensei até em levar a informação de Nenê para o título, mas confesso que fiquei meio traumatizado com o “furo” de ontem. O certo é que a possibilidade de Nenê vir é bem maior. O jogador pediu R$ 5 milhões de luvas e salários de R$ 500 mil. O Santos ofereceu menos. Não me pergunte o quanto menos. Não sei.

Só sei que Nenê prometeu que daria uma resposta neste fim de semana que termina neste domingo à noite. Com 31 anos, este atacante canhoto nascido em Jundiaí em 19/07/1981 já teve uma boa passagem pelo Santos em 2003, quando disputou a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro. Na oportunidade, Nenê fez 25 jogos e marcou oito gols pelo Alvinegro Praiano.

Revelado pelo Paulista de Jundiaí, Nenê jogou pelo Palmeiras, Santos, Mallorca, Alaves, Celta de Vigo, Monaco, Espanyol e Paris Saint-Germain, onde está atualmente. Marcou 49 gols em 113 jogos pelo time francês.

O que eu acho? Creio que Nenê só virá se não encontrar nada melhor. Ele ainda está estudando propostas de outros clubes. Porém, algo me diz que o negócio pode dar certo. O fato de já ter 31 anos e de ter passado boa parte da carreira em times médios e pequenos da Espanha não valorizam o seu passe.

Vêm aí as respostas de Álvaro de Souza

O assessor de imprensa do Santos, Arnaldo Hase, garante que Alvaro de Souza não se esqueceu da gente. Nesta semana que entra, segundo Arnaldo, o importante membro do comitê gestor do Santos deve responder as 25 perguntas enviadas por leitores deste blog.

E você, acha que Nenê dirá sim? E o que diz de Robinho?


Santos não chega a 10 milhões de euros e Robinho não vem. Desculpe!

Agora pela manhã veio a informação de que o Santos, na verdade, não quis chegar à proposta de 10 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) pretendida por Adriano Galliani, vice-presidente do Milan, que se reuniu ontem à noite com Odílio Rodrigues no Brasil, e não em Milão, como meu post anterior informou. Quer decepção! Mas o jeito é desmentir a notícia o mais rápido possível, o que estou fazendo.

Gagliani está voltando a Milão com as mãos abanando. Só uma reviravolta pode mudar o caso, talvez com os passes de Felipe Anderson e o goleiro Rafael engrossando a oferta santista.

O jornal La Gazzetta dello Sport, que ontem à noite dava como certa a contratação de Robinho, hoje cedo voltou atrás. Confesso que minha fonte é ligada a este jornal.

Fico muito triste de ter de negar uma informação que tinha como certa. Ainda tenho esperanças, mas acho que a melhor possibilidade, agora, é mesmo Nenê, bem menos caro do que Robinho.

Não sei se vocês se lembram, mas no caso de Elano também noticiei de madrugada que ele viria, aproveitando o fuso horário, e ele realmente veio. Os contatos com o diretor Pedro Nunes da Conceição e amigos da comunidade turca de São Paulo me ajudaram a desvendar aquele mistério. Desta vez, confesso, me dei mal. Tinha pouco mais do que algumas dicas e a matéria do Gazzetta dello Sport, o que foi pouco.

É frustrante dar uma notícia e ter de desmenti-la, mas a verdade é que Gaglianni dava como certa a ida de Robinho para o Santos e manifestou seu otimismo em uma entrevista ao jornalista do Gazzetta dello Sport, passando até detalhes de valores de passe e salários.

Peço desculpas à imensa comunidade de santistas que acompanha este blog por esta barriga, que começou em um grande jornal italiano e veio explodir nesse humilde blog, que nem liga tanto para furos, mas ficou empolgado, confesso, por dar em primeira mão essa grande notícia aos santistas.

Mesmo que a situação se inverta e Robinho ainda venha, a falha do blog é indesculpável. Eu mesmo já tinha escrito que enquanto o contrato não é assinado, não se pode anunciar negócio algum.

E você, pode me xingar à vontade. Eu mereço! Quem mandou acreditar na imprensa italiana…


Robinho de volta ao Santos, por 10 milhões de euros!


No final, Robinho voltará para onde sempre quis: a Vila mais famosa do mundo!

A reunião se estendeu até altas horas da noite de ontem, em Milão. Pelo Milan, o vice-presidente Adriano Galliani; pelo Santos, o vice-presidente Odílio Rodrigues. Depois de saber que o Milan tinha recebido uma oferta de oito a nove milhões de euros do Atlético Mineiro – que queria Robinho ao lado de Ronaldinho Gaúcho na Copa Libertadores –, o Santos voltou à carga e chegou aos 10 milhões, o suficiente para realizar o sonho do Rei do Drible, que queria voltar para o time em que começou e o único que defendeu no Brasil.

Após contratar Montillo, o Santos tinha praticamente desistido de contar agora com Robinho, projeto que tinha sido adiado para a metade do ano. Então o presidente Alexandre Kalil, do Atlético Mineiro, aproveitou para fazer uma proposta ao Milan de oito a nove milhões pelo passe, mais um salário mensal de 300 mil euros para Robinho. Uma das alegações de Kalil é que no Atlético o atacante atuaria ao lado de Ronaldinho Gaúcho e disputaria a Copa Libertadores deste ano, competição para a qual o Santos não se classificou.

Entretanto, depois de consultar integrantes do comitê gestor, no Brasil, Odílio Rodrigues foi ao encontro de Adriano Galliani, ontem à noite, e chegou aos 10 milhões de euros pelo passe e mais um R$ 1 milhão de salário, acordo que trará Robinho novamente para o Santos, a fim de formar um ataque poderoso ao lado de Neymar e Montillo.

Nascido em São Vicente, assim como o lendário ponta-esquerda José Macia, o Pepe, Robinho completará 29 anos no dia 25 deste mês, mas está em plena forma. Sua saída foi lamentada por torcedores nos sites de futebol de Milão.

Experiente, o 7 da Vila, depois de revelado pelo Santos, defendeu Real Madrid, Manchester City e Milan, além de ter voltado à Vila Belmiro no primeiro semestre de 2010, quando formou o Quarteto Santástico com Neymar, Ganso e André.

Mais um desmantelador de defesas do que um artilheiro nato, Robinho, entretanto, já marcou 178 gols na carreira, 26 deles pela Seleção do Brasil, a quem defendeu 90 vezes. Sua melhor média de gols ele obteve no Santos. Em 164 jogos pelo Alvinegro Praiano, marcou 71 vezes, média de 0,43 por partida.

Depois de Montillo e Robinho, o santista agora acredita que o atacante Nenê, do Paris Saint Germain, também possa vir. Talvez nem precise, pois Neymar e Robinho podem jogar pela esquerda, posição original de Nenê. Porém, é melhor não duvidar de nada…

Agora comece a matar a saudade de Robinho:

E você, está feliz com a volta de Robinho, apesar do alto preço?


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