Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Arouca deve renovar. Mas o que há com o depto de futebol do Santos?

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Arouca tem de ser valorizado. É um dos melhores volantes do País (Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC)

Eu já estava iniciando um post cobrando um apoio concreto do departamento de futebol do Santos ao técnico Claudinei Oliveira, quando um colega de trabalho me alertou que, pelo twitter, o Arouca anunciou que não é mais jogador do Santos. Havia rumores de que ele poderia ser trocado por Guilherme, do Atlético Mineiro. Putz! Seria mais um péssimo negócio do departamento de futebol do Santos. Mas foi só a gente dar destaque para a notícia e o superintendente de esportes Felipe Faro desmentiu e disse que o clube renovará contrato com Arouca.

Até há muito pouco tempo Arouca era apontado pela maioria dos especialistas de futebol do País como um dos nomes certos para a Seleção Brasileira. Seu desempenho, uniforme e convincente, impressiona os jornalistas desde 2010, quando veio do São Paulo para se tornar titular absoluto do Santos.

Não é uma fase pouco inspirada que irá depreciar Arouca, para mim o jogador mais valioso do Santos desde que Neymar saiu do time. Tudo bem que o goleiro Rafael e o meia Montillo também sejam bem valorizados, mas Arouca é mais constante e joga em uma posição essencial no futebol de hoje, a de volante.

Essa sugestão de troca por Guilherme (quem????), meia-atacante do Atlético Mineiro, me pareceu completamente fora de propósito. Confesso que não conheço os detalhes do contrato de Arouca com o Santos, nem o seu salário, mas mesmo assim, só pelo cheiro, percebo que este não seria um bom negócio para o clube. Depois ficou esclarecido que o boato veio de Minas Gerais e foi encampado pela editoria de esportes do portal UOL, que transforma fofocas em manchetes.

Se Arouca quer sair, se o Santos não pode lhe pagar o que deseja, que seu passe seja bem vendido e o dinheiro usado para contratar um outro jogador no mínimo do mesmo nível. Por que o Santos nunca consegue vender bem um jogador? Por que sempre se desfaz de um jogador respeitado e depois não consegue contratar um outro do mesmo nível?

Bem, são mistérios do departamento de futebol do Santos e é por isso que o superintendente Felipe Faro e o gerente Nei Pandolfo já subiram no telhado faz tempo. Pelos altos salários que recebem e pela incumbência específica e restrita que têm – que é conseguir o máximo pela venda dos jogadores do Santos e o mínimo na contratação de outros bons jogadores – ambos se saem muito mal.

Faro e Pandolfo parecem investidores novatos na bolsa. Compram ações ruins por preços altíssimos e vendem boas ações a preços de banana. Em vez do Romarinho, trouxeram o Bill; pagaram uma grana preta pelo Elano e depois o trocaram pelo Miralles; pagaram outra fortuna pelo Ibson e depois trocaram o rapaz por Galhardo e David Braz… Agora querem permutar Arouca por Guilherme (????). Amanhã oferecerão o Montillo pelo Marcinho Guerreiro?

Não sei se a responsabilidade por esses estranhos negócios do futebol é apenas dos dois. Será que Pedro Nunes da Conceição, que faz parte do conselho gestor, também não continua dando seus pitacos no futebol? Pois se dá, deveria ter a mesma sorte de ambos.

Como explicar a queda de qualidade técnica do elenco do Santos, a não ser pelos péssimos negócios dos profissionais que dirigem o futebol? Mesmo sem patrocinador máster, não era para o time estar tão depauperado, a ponto de ser obrigado a usar garotos vindos da base em quase todas as posições.

Outros clubes do Campeonato Brasileiro faturam muito menos do que o Santos, mas conseguiram montar equipes mais competitivas. A diferença é que fizeram bons negócios, enquanto o Santos tem se especializado em lambanças. Não há borderô que suporte tanta incompetência.

E se querem mesmo prestigiar Claudinei Oliveira, que lhe tratem como um técnico de verdade. Ouçam-no sobre as posições carentes e as contratações necessárias. Esperar que o rapaz, com um bando de garotos, salvem o Santos do rebaixamento, é pedir demais. Confio muito nos garotos do Santos, mas não podem ser jogados às feras.

O Santos precisa de um lateral, um zagueiro, um meia e um atacante que venham como titulares absolutos. Se o dinheiro não der, cortem o atacante. Se a coisa estiver mesmo muito feia, cortem também o lateral e o zagueiro. Mas um grande meia é essencial. Sem ele um time, literalmente, não dá liga.

E você, o que acha do depto de futebol do Santos?


Há motivos para confiar em Willian José?

Não fosse pela resistência de alguns integrantes do comitê gestor e o Santos já teria perpetrado a contratação por empréstimo, até o final do ano, do centroavante trombador Willian José, atualmente no Grêmio. Não entendo essa insistência para trazer um atacante que não deu certo no São Paulo, que o revelou, nem no Grêmio, que o contratou, e que joga na mesma posição de Miralles, André e Giva.

Na verdade, André está fazendo hora-extra no Alvinegro Praiano. Sua recontratação foi um erro. Estático, com problemas crônicos de peso, o rapaz só continua jogando porque conta com a simpatia do técnico Muricy Ramalho e do ídolo Neymar. O argentino Miralles, mesmo com limitações técnicas, tem sido muito mais eficiente.

O melhor dos centroavantes do Santos é o garoto Giva, que veio do Vitória/BA para as categorias de base do Alvinegro Praiano. Insinuante, atrevido, Giva entrou no time e já ganhou a posição, mas está fora devido a uma preocupante contusão do púbis.

Se é para trazer algum William com vocação para fazer gols, o Santos deveria estar olhando com atenção para o ex-Menino da Vila William “Batoré”, da Ponte Preta. Campeão brasileiro com Diego e Robinho em 2002, William vive o auge de sua carreira. Mais experiente, hoje ele conhece os atalhos até o gol adversário. O problema é que, valorizado pelo ótimo Campeonato Paulista, o atacante da Ponte está mais caro, além de completar 30 anos na próxima terça-feira.

Os que defendem a vinda de Willian José dirão que ele jogou ao lado de Neymar na Seleção Brasileira Sub-17 e que tem apenas 21 anos, além de um bom físico de 1,86m e 81 quilos. Mas não se pode tratar jogadores como se fossem aqueles agasalhos grossos que guardamos no armário à espera de um frio que nunca vem. É preciso ter coragem para decidir se serve ou não…

Vejamos o caso do São Paulo: foi preciso tomar duas traulitadas seguidas, no Paulista e na Libertadores, para a diretoria de futebol decidir que Cortez, Fabrício, Cañete, Allison e Luiz Eduardo, entre outros, não servem para um time que quer ser vencedor. Nem mesmo os ex-ídolos Luis Fabiano e Rogério Ceni estão bem cotados para o time que disputará o Campeonato Brasileiro.
No Santos, do jeito que está sendo administrado hoje, provavelmente haveria um acochambramento e boa parte dos jogadores, ou quase todos, continuariam no elenco, recebendo salários e participando dos rachões, como é o caso dos fantasmas Pinga e João Pedro.

Com tantos bons jogadores surgidos no Campeonato Paulista, buscar Willian José é uma atitude preguiçosa e temerária, como foram temerárias as vindas de Ibson, Bill, Pinga e outros que engrossaram e engrossam inutilmente a folha salarial do Santos.

Este lance mostra por que o Grêmio não quis mais Willian José:

Copa Audi, tema de minha coluna de hoje no jornal Metro de Santos

A inexplicável “substituição” do Santos pelo São Paulo na Copa Audi, a ser disputada de 31 de julho a 2 de agosto, é o tema de minha coluna de hoje no jornal Metro de Santos – que pode ser lida no link
http://www.readmetro.com/en/brazil/metro-santos/

É inadmissível que a CBF tenha sido tão discriminatória nesse episódio, negando a autorização ao Santos e aceitando a inscrição do São Paulo – coincidentemente o clube a quem José Maria Marin sempre esteve ligado, desde os tempos em que foi atleta.

Esse episódio não permite empurração com a barriga. O torcedor e o sócio santista clama por uma resposta digna de sua diretoria. Um clube que realmente pode mais e quer ser respeitado não pode ser passado pra trás em assunto tão grave e ficar quietinho.

E você, o que acha da contratação de Willian José?


Galhardo está fora. Felipe Anderson ou Alison podem entrar

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Galhardo treinou normalmente, mas não foi relacionado para o jogo. Muricy deve improvisar Felipe Anderson ou Alison na lateral-direita (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC)

Pela disposição que mostrou no treino de sexta-feira, imaginei que Galhardo, mesmo abatido pela morte do irmão, pudesse enfrentar o Mogi. Mas o rapaz não foi relacionado para a semifinal que está sendo anunciada no interior como “o jogo do século”. Será que além da mudança de nomes, Muricy poderá entrar com três zagueiros? Isso só saberemos a poucos instantes para o jogo.

De qualquer forma, Felipe Anderson treinou na posição para uma provável emergência. No comando do ataque a lógica seria escalar o atlético argentino Miralles, mas o Muricy tem preferido André, pois acha que o amigo de Neymar sabe jogar “de costas para o gol”.

Assim, o Santos mais provável para tentar o Mogi e se classificar para a sua quinta final consecutiva do Paulistão é Rafael, Felipe Anderson, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca, Cícero e Montillo; Neymar e André (ou Miralles).

Quanto ao Mogi, treinado por Dado Cavalcanti, começará a partida com o mesmo time que goleou o Botafogo por 6 a 0 nas quartas de final: Daniel, Caramelo, Tiago Alves, Lucas Fonseca e João Paulo; Magal, Val, Wagner e Roger Gaúcho; Roni e Henrique.

Nas arquibancadas, que receberão cerca de 17 mil pessoas, deverá haver uma supremacia da torcida local na proporção de quase 2 por 1. Mas não me surpreenderei se vermos mais santistas do que o esperado, pois muitos compraram ingressos destinados à torcida do Mogi.

A arbitragem será de Flávio Rodrigues Guerra, auxiliado por Herman Brumel Vani e Danilo Ricardo Simon Manis. Que os deuses do futebol os iluminem e que o vencedor reúna méritos suficientes.

Futebol não é ciência exata

Não sei se é verdade, mas leio que os rendimentos mensais de Neymar no Santos equivalem a quase um ano de folha de pagamentos do Mogi Mirim. E veja que, mesmo assim, o Sapão fez uma campanha um pouco melhor do que a do Alvinegro Praiano e neste sábado pode perfeitamente impedir o sonho santista de seguir em busca de seu inédito tetracampeonato.

Essa é a maravilha do futebol e é por esses fatores mágicos que, apesar de todo o monopólio e toda a riqueza de alguns, os pequenos sempre terão suas oportunidades. Um elenco bem montado, treinado e motivado pode ir longe, como este Mogi está mostrando.

Como santista, espero que a brava caminhada do time do interior acabe neste sábado, sob merecidos aplausos de ambos os torcedores. Espero também um jogo limpo, aberto, bonito e uma vitória convincente do Santos. Mas talvez meu coração esteja controlando minha razão. Sei, como jornalista, que as circunstâncias da partida aconselham a não proclamar um favorito.

Quando a bola começar a rolar, os altos salários dos santistas de nada valerão se não significarem técnica, disposição, determinação e vontade superiores. Reconheço, entretanto, que para essas horas o Santos tem jogadores que se agigantam, como Rafael, Edu Dracena, Léo, Arouca e Neymar. E que a confiança destes cinco acaba se espalhando pelo time todo. Por isso, sem deixar de respeitar o Mogi, confio na classificação do Glorioso Alvinegro Praiano.

Reveja os bastidores de Santos 2 x 0 Mogi, há um ano. Este jogo clasificou o Santos para a semifinal do Paulistão de 2012:

E você, está com que pressentimento para este jogo?


Sinais de vida inteligente no planeta Muricy

Dizem que é na dificuldade que se conhece as pessoas. Na China, o mesmo símbolo de “crise” é usado também para “oportunidade”. Portanto, apesar de toda a campanha contrária que a imprensa esportiva faz contra o clássico de hoje, definindo-o, na melhor das hipóteses, de “esvaziado”, eu espero a partida com ansiedade, pois acredito que ela dará oportunidade a que mais garotos do Santos sejam provados, entre eles o impetuoso Neilton.

Estou estranhamente animado porque leio que Muricy Ramalho, geralmente resmungão e cheio de desculpas, também vê o clássico como uma boa oportunidade para lançar jogadores vindos da base. Diz ele: “Daremos oportunidades para os meninos jogarem. Por isso não reclamei muito por perder dois jogadores (Felipe Anderson e Patito expulsos contra o Mirassol). Claro que são importantes, mas você põe jogadores que podem ser importantes para o futuro do Santos”.

Com cinco desfalques, o time previsto e previsível para o jogo deste domingo é Rafael, Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca e Cícero; Miralles, Giva e André. Porém, espero que num arroubo de coragem, Muricy fixe Émerson Palmieri como o titular da lateral esquerda e faça Neilton entrar no lugar de André.

Miralles e André não se complementam, se chocam. Dividem o mesmo espaço, fazem as mesmas coisas, com a diferença de que o argentino é muito mais rápido. Então, eu colocaria o garoto Neilton no ataque. Quero ver ele e Giva repetindo as jogadas que faziam no sub-20.

Não descarto, ainda, as saídas de Miralles e de Cícero para a entrada de mais dois garotos da base. Se o professor optar por um ataque apenas com dois jogadores (digamos Neilton e Giva), poderá incluir mais um ou dois metas atacantes, talvez tornando o time, na prática, mais agressivo.

De qualquer forma, ao contrário da maior parte da nova imprensa esportiva, que parece detestar futebol, eu vejo o clássico de hoje com a mesma rivalidade de sempre, enriquecido pelo componente da surpresa. Quem sabe se as ausências de titulares dos dois times não dará aos técnicos a possibilidade de descobrir novos talentos que de outra forma ficariam escondidos?

O jogo é às 16 horas no velho e belo Pacaembu, com arbitragem de Marcelo Ribeiro de Souza, auxiliado por Daniel Ziolli e Miguel Caetano Ribeiro da Costa. Que o trio de preto não invente e que os torcedores torçam em paz.

O Palmeiras de Gilson Kleina, três pontos atrás do Santos, deverá jogar com Fernando Prass, Weldinho, Maurício Ramos, André Luiz e Juninho; Leo Gago, Charles, Márcio Araújo e Wesley; Leandro e Caio.

Para não dizer que fugi da raia, direi que meu palpite é um empate, mas que torcerei para um jogo destemido, com muitos gols, e uma vitória arrebatadora dos velhos e novos Meninos da Vila.

As porcentagens de Giva

Como o garoto tem jogado bem, os empresários de Giva estão pedindo mais pelos 50% de seu passe. Eu só digo o seguinte: é melhor comer meio pudim do que o giló inteiro. O garoto é bom e deverá se firmar no futebol. É melhor o Santos ter 50% de seu passe do que 100% de jogadores como Pinga, José Pedro, Ricelli, Bill, Ibson, Charles, Henrique, David Braz, Galhardo…

E você, o que acha deste Peixe x Porco?


Garoto Giva marca duas vezes e garante vitória dramática

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Giva marcas seus primeiros dois gols como profissional, dá a vitória ao Santos contra o Mirassol e ganha a posição de centroavante (Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC)

Com dois gols o garoto Giva, de 20 anos (que a equipe do Sportv chamou de “Giba” o tempo todo) começou e terminou a virada que deu ao Santos uma vitória dramática sobre o Mirassol, na Vila Belmiro, elevando o time para a segunda posição no campeonato. Sem Neymar, Montillo e Cícero o Santos sofreu para superar o modesto adversário. Quem esperava uma goleada, como nos tempos do Cirque du Soleil, viveu uma noite de Circo dos Horrores.

Ainda bem que o determinado Giva queria o jogo e queria gols. Sem a sua vontade, o Alvinegro Praiano teria amargado mais um daqueles resultados inexplicáveis, pois boa parte da equipe se satisfazia em tocar de lado.

Se você tem um goleiro que não sabe repor a bola e três zagueiros veteranos que não querem dar velocidade ao jogo, o resultado só pode ser uma seqüência de passes laterais que não levam a nada. Pena que o Santos tenha copiado a parte mais chata do estilo do Barcelona…

Mas até que o Alvinegro Praiano começou bem e criou boas oportunidades, desperdiçadas por Miralles. Puxa, como o argentino voltou mal! Está difícil dizer quem está pior: ele ou André. Ontem ficou evidente que o centroavante titular só pode ser o Giva.

E também deve ter ficado evidente para Muricy que não precisa ter medo de colocar garotos no time, pois ao menos eles têm mais vontade… Bem, Felipe Anderson ainda deve ser chamado de garoto? Ontem ele novamente parecia uma barata tonta em campo, e para encerrar com chave de ouro sua participação, ainda foi expulso. Acho que o Santos deve estudar com carinho a próxima proposta real pelo seu passe. O garoto tem Muricyfobia. Sua cura deve depender da distância que mantiver do professor.

Mesma doença que, por sinal, aflige Patito, também expulso ontem. Não me pergunte se as expulsões foram merecidas. Creio que o árbitro, o tal Bragueto, estava compensando o segundo gol do Giva, que ele deveria ter anulado, pois Patito estava impedido e abriu as pernas para a bola passar, atrapalhando o goleiro.

E se você quiser saber porque o Bragueto validou o gol, apesar do aceno de seu auxiliar, eu diria que ele também estava compensando, pois em cinco minutos o Santos reclamou de três pênaltis, e o primeiro deles foi, sim. A bola bateu na mão do zagueiro do Mirassol, creio que o rapaz não tenha tido a intenção de tocá-la, mas ocorre que ela ia em direção ao gol, e nesse caso a não marcação do pênalti beneficiou o infrator. Nos outros lances acho que sua senhoria foi bem.

Santos tem de pensar na renovação do time

A partida contra o Mirassol mostrou quão lento e quão previsível é este Santos, que vive dos arroubos de um ou outro garoto que escapa do veto de Muricy.

Arouca ainda dá uns piquezinhos com a bola, mas chega perto da área e não tem o dom de enfiar um passe fatal. Bruno Peres marca e apoia mal. Às vezes parece que sua jogada vai dar certo, mas nunca dá. Renê Junior marca bem, mas também não tem o dom do passe e é meio lento para decidir o que fazer.

Léo desta vez apoiou pouco. Não tem mais gás para ir e vir. A dupla Edu Dracena e Durval é experiente, mas lenta e sem poder de recuperação. Para variar, o gol do Mirassol foi marcado depois de um escanteio que cruzou a pequena área do Santos. O miolo da zaga santista continua com problemas.

“Mas Odir, não jogaram Neymar, Montillo e Cícero, sem contar o Émerson Palmieri, que vinha sendo titular, e o Marcos Assunção. Com o time completo o Santos seria outro” – o leitor me lembrará, provavelmente irritado.

Sim, com o time completo, tudo indica que o rendimento da equipe seria outro. Mas não deixa de ser preocupante perceber que tantos jogadores santistas são capazes de mostrar tão pouco a ponto de quase deixar escapar uma vitória certa contra o humílimo Mirassol, na Vila Belmiro.

Reveja os melhores momentos de Santos 2, Mirassol 1:
http://youtu.be/W6ovMCPSybE

E você, o que achou de Santos 2, Mirassol 1?


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