Blog do Odir Cunha

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Tag: Mogi Mirim (page 1 of 3)

Habemus mais um meia

Assim como fiz um post com o título “Habemus Meia” quando percebi em Lucas Lima qualidades para ser o armador que o Santos tanto precisava, tomo coragem agora para dizer que Serginho tem toda a condição de ser mais um excelente meia do Santos.

Veja que não elogio jogadores a torto e a direito. Chamar de craque um jogador jovem, só fiz isso com Neymar e Ganso. Um é até hoje, o outro se perdeu na prepotência e nas más condições clínicas e físicas. Também vi potencial de craque em Felipe Anderson, e parece que os europeus também estão vendo.

Não chamei Danilo de craque, nem Alex Sandro, nem Wesley, nem André, nem chamo Gabriel ou Ricardo Oliveira, se bem que Gabriel pode chegar lá. São bons jogadores, mas ainda têm limitações consideráveis. Então, estou dizendo que Serginho é craque? Olha, digo que tem muito potencial para chegar lá: é habilidoso, inteligente, tem ampla visão de jogo e um chute que é o melhor entre os santistas.

A Suzana já lembraria outro detalhe importante: é canhoto! No tênis isso é uma grande vantagem (por falar nisso, força Thiago Monteiro, canhoto cearense de muita garra que está fazendo bonito nos torneios no Brasil). Creio que no futebol também, pois o canhoto surpreende, sai por um lado diferente, encontra ângulos pouco usuais. Mas quais seriam as qualidades que Serginho tem e quais pode desenvolver?

Bem, no jogo contra o Mogi Mirim ficou evidente que ele é uma ótima opção para os chutes de fora da área. O rapaz pega bem na bola. Vai marcar muitos gols assim. Já o vejo driblando para o lado e mandando a bomba, como fazia um canhoto genial saído da base do Santos, o Menino Pita. Lembro-me, ainda, de nosso Ailton Lira, que colocava a bola, como se usasse as mãos, nos ângulos inacessíveis ao goleiro, e era meia, craque e canhoto.

Na partida contra o Mogi deu para perceber que Serginho sabe tabelar, pode penetrar driblando e também pode avançar em busca de um lançamento. Fez tudo isso, e bem. Como é jovem e está se firmando no time agora, seu futebol tende a crescer. E o maior mérito por acreditar nele, não posso esquecer, é do técnico Dorival Junior.

Só queria entender as “despesas diversas”

Estou com os borderôs dos jogos do Campeonato Paulista na tela. Se também quiser vê-los, entre no site da Federação Paulista e ao lado do resultado dos jogos já realizados, clique em “Boletim Financeiro”.

Clique aqui para entrar nos boletins da Federação Paulista.

Pois bem. Gostaria de entender como o jogo Santos 4, Mogi Mirim 1 teve uma renda bruta de 332.370,00 reais, despesas diversas de 123.011,28, despesas totais de 313.565,59 e ficou com um lucro de apenas 18.804,41 reais, se a partida Novorizontino 3, Santos 3 teve uma arrecadação bruta um pouco menor (314.090,00), apenas 369,90 de despesas diversas e deu um lucro ao time do Interior de 253.250,03 reais!

Como a mesma arrecadação pode gerar uma distorção tão grande? Será que não é o caso, então, de o Santos rever suas despesas em cada jogo?

Joel pode continuar no time contra o Red Bull

O centroavante Ricardo Oliveira, aparentemente conformado de não ter ficado milionário da noite para o dia, voltou aos treinos e talvez jogue neste domingo contra o Red Bull, em partida marcada para as 19h30 no estádio Martins Pereira – com capacidade para 19 mil pessoas – em São José dos Campos. Porém, não é certeza de que Oliveira, que passou dias de muita tensão com a perspectiva de ganhar mais de um milhão de reais por mês, na China, esteja pronto, física e psicologicamente, para voltar ao time. Se não puder, o camaronês Joel, que marcou dois gols e se saiu muito bem contra o Mogi Mirim, deverá ser escalado.

O técnico Dorival Junior disse que não deve escalar Thiago Maia e Victor Ferraz. Outro que ainda ficará de fora é o zagueiro David Braz, que já voltou aos treinos mas ainda não está cem por cento para entrar no jogo.

O Santos lidera o Grupo A, com 12 pontos ganhos, mas a disputa com o Linense e o São Bento, ambos com 10 pontos, segue muito equilibrada. Como só os dois primeiros de cada grupo se classificam para a próxima fase, Dorival tem de saber remanejar os jogadores sem enfraquecer demais a equipe, pois uma derrota pode até deixar o Santos fora da zona de classificação.

Cerca de 90% dos torcedores de 10 grandes clubes brasileiros preferem que seus presidentes assinem contrato com o Esporte Interativo

Em uma enquete realizada pelo site Torcedores.com ficou evidente que torcedores de dez grandes times brasileiros preferem que seus clubes assinem o contrato com o canal Esporte Interativo.

Na média, a porcentagem de aceitação do Esporte Interativo entre os torcedores é de 89,9%. Os santistas são os mais entusiasmados com a possibilidade: 97% deles votaram a favor da assinatura de contrato com o canal para a transmissão de seus jogos.

Em segundo vêm os botafoguenses, com 93%. Depois, palmeirenses, com 92%. Gremistas e vascaínos preferem o Esporte Interativo também com um índice altíssimo: 89%. Torcedores de Fluminense e Cruzeiro optam pelo mesmo canal com uma porcentagem de 87%. Tricolores paulistas e colorados do Rio Grande do Sul atingem a porcentagem de 86% e fãs do Galo mineiro, 83%. Dos consultados, só os do Flamengo estão divididos.

Assim, não há qualquer dúvida de que os torcedores estão fartos do desigual sistema de distribuição de cotas praticado pela Globo e seu filhote, o Sportv, e querem uma fórmula caminho mais justa e democrática, que premie o mérito.

Clique aqui para checar a avassaladora porcentagem de torcedores de 10 grandes clubes que preferem o contrato com o Esporte Interativo.

E você, o que acha disso tudo?


Uma noite feliz no Pacaembu

Com uma bela assistência e dois gols, o camaronês Joel fez a torcida sair mais tranqüila do Pacaembu. Se Ricardo Oliveira for mesmo para a China, o Santos já tem o seu substituto.

O Santos ganhou de 4 a 1 do Mogi Mirim, mas poderia ter feito cinco ou seis gols. Só Serginho teve duas oportunidades claras.

Por falar em Serginho, ele foi bem. Mostrou que é uma opção de chute de fora da área, criou oportunidades, deu o passe para Joel marcar o segundo gol do Santos e se entendeu bem com Lucas Lima.

O meia santista, agora de cabelo loiro, gastou a bola. Lucas Lima deu passes precisos, driblou, tabelou e chutou a gol. Novamente foi o maestro do time.

A defesa estava sólida até que, no segundo tempo, o Mogi começou a forçar as bolas nas costas de Victor Ferraz. Em uma das jogadas, Wendel aproveitou uma rebatida de Vanderlei para marcar, diminuindo para 3 a 1.

Renato voltou a fazer uma grande partida. Ao sair, foi bastante aplaudido.

As entradas de Neto Berola no lugar de Serginho, e de Patito Rodríguez no de Gabriel pioraram o time. Como repete, sabiamente, o torcedor, Berola e Patito estão fazendo hora-extra no Santos. Apesar de Berola ter sofrido o pênalti que gerou o quarto gol, de Lucas Lima.

Rafael Longuine entrou no lugar de Renato e ao menos mostrou mais atitude. Longuine merece mais oportunidades. Mas há quem diga que o rapaz precisa colocar a cabeça no lugar e ser mais aplicado.

O público pagante foi de 9.897 pessoas, com 11.371 no total. A renda foi de R$ 332.370,00. Vamos ver quanto dará de “despesas diversas”.

Alguns torcedores vieram falar comigo pedindo que o Santos reivindique, para os jogos noturnos no Pacaembu, horários tipo 20h30 ou 21 horas, para que dê tempo de saírem do trabalho. Apesar de tudo, não foi um público ruim. Como prova de que o alto preço dos ingressos afastou muita gente, o tobogã, mais barato, estava quase lotado.

Como sempre, o público no Pacaembu estava animado e repleto de mulheres e crianças. Vim andando pela Paulista, assisti na arquibancada e subi com os torcedores até o metrô. Muita alegria e muita ordem. Nenhum problema. Não sei se outras torcidas são assim, mas a do Santos é, realmente, uma torcida mais para ordeira.

Encontrei um assessor da presidência do clube e sugeri a ele que na próxima vez que o Santos jogar no Pacaembu, coloque ao menos mais dois postos de venda de ingressos: um na Zona Leste e outro na Zona Sul, de preferência na Cidade Dutra, onde tem santista a dar com pau. Agora eu penso: porque não a Zona Oeste, de tantos santistas?

Como mais uma prova de que dá para jogar bem em qualquer estádio, estes 4 a 1 foram a maior goleada e marcaram a melhor exibição do Santos, até agora, neste Campeonato Paulista.

Na verdade, analisando friamente, o Santos é um time bem montado e os jogadores que estão entrando, estão se encaixando. Lucas Veríssimo já está se entendendo com Gustavo Henrique, os laterais Victor Ferraz e Zeca têm jogador bem; Thiago Maia e Gabriel estão mais maduros; Renato e Lucas Lima subiram de nível novamente; o camaronês Joel saiu melhor do que a encomenda e Serginho está pegando confiança. Enfim, um bom time.

Santos 4 x 1 Mogi Mirim

Campeonato Paulista
Pacaembu, 25/02/2016, 19h30

Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato (Rafael Longuine), Lucas Lima e Serginho (Neto Berola); Gabigol (Patito Rodríguez), e Joel. Técnico : Dorival Júnior.

Mogi Mirim: Daniel, Wendel, Renato Santos (Gustavo Costa), Bruno Costa e Bruno Teles; Gabriel Dias, Bruninho (Diego Lorenzi), Lulinha e Keké; Roni (Emerson Santos) e Léo Melo. Técnico : Toninho Cecílio.

Gols: Bruno Costa (contra), aos 26 minutos do primeiro tempo; Joel aos 6 e aos 29, Wendel aos 38 e Lucas Lima, de pênalti, aos 46 do segundo.

Arbitragem : Alessandro Darcie, auxiliado por Danilo Ricardo Manis e Renata Ruel Xavier (boa, sem falhas graves, a não ser deixar o time do Interior fazer algumas faltas feias sem receber amarelo).

Cartões amarelos : Gustavo Henrique (Santos), Renato Santos, Gabriel Dias, Bruno Teles e Lulinha (Mogi).

E você, o que achou de Santos 4 x 1 Mogi Mirim?


Santos será ofensivo hoje


Santos e Mogi Mirim no mesmo Pacaembu, no Campeonato Paulista de 2009. Veja que bombardeio e aprecie o primeiro gol de Neymar no futebol profissional – e comemorando com um soco no ar, como Pelé.

A imprensa só descobriu que Lucas Lima está com o cabelo loiro, mas não falou nada sobre o cabelo do Gabriel. De qualquer forma, descobriu-se que além de Ricardo Oliveira, com a cabeça na China, Renato talvez não jogue hoje, às 19h30, no Pacaembu, contra o Mogi Mirim, que de Mirim só tem o nome. Após dois empates, o Santos vai em busca da vitória e, ao que tudo indica, Dorival Junior escalará um time ofensivo nesta noite.

Sem Renato, há uma grande possibilidade de que Rafael Longuine seja escalado, completando o meio-campo com Thiago Maia e Lucas Lima. Só um marcador nessa área vital do campo pode parecer pouco, mas se o Santos controlar a posse de bola o adversário não terá tanta opção de ataque.

Por falar nele, o trio ofensivo deve ser formado por Gabriel, em boa fase; Patito Rodríguez, que tem agradado o técnico, e Joel, que entrou bem na última partida e leva para campo a confiança da torcida. Na defesa, os mesmos que têm jogado: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca.

O Mogi Mirim deve ser escalado assim pelo técnico Toninho Cecílio: Daniel, Wendel, Renato Santos, Bruno Costa e Bruno Teles; Gabriel Dias, Bruninho, Lulinha e Keké; Léo Melo e Roni.

Bem, acredito em um grande jogo, pois não há motivo de os times jogarem fechados, amedrontados. O Mogi vem de duas vitórias e parece que está se recuperando bem. O Santos vem de dois empates, mas foi o melhor em campo no clássico contra o Palmeiras. Os gols que não saíram domingo, devem sair hoje.

Estarei lá, diante do portão principal do Pacaembu, para rever os amigos.

A tentação da grana

Sobre o caso de Ricardo Oliveira, que parece muito ansioso para trocar o salário de 150 mil reais no Santos por um valor, divulgado pela imprensa, de mais de dois milhões de reais por mês, eu só posso dizer que, em que pese ser uma decisão particular e bastante compreensível, ela me faz lembrar da grande religiosidade de Oliveira, chamado de “pastor” pelos companheiros. E grande religiosidade não combina com tanto descontrole pelo dinheiro.

Sim, temos de nos preocupar com nossa família, com o futuro dos filhos etc, etc, mas 150 mil por mês é mais do que recebem 99,999999% dos brasileiros, e a gente consegue viver e ser feliz. Entonces. Como já escrevi antes, acho que tem muita gente que precisa decidir que senhor vai seguir: Deus ou o dinheiro. Sobre essa tentação, aliás, encontrei um texto interessante. Quem tiver vontade de refletir um pouco sobre o tema, segue o link:

Clique aqui para saber o que ocorreu quando Jesus foi tentado pelo demônio

E você, o que espera do Santos hoje, no Pacaembu, contra o Mogi?


David Braz é carismático. E como tem santista em Osasco!

Clique aqui para ver que o apoio deste blog ao Bahia já repercute na comunidade do clube baiano.

Meu apoio ao Bahia

Nesses dias enviei um e-mail a Nelson Barros, gerente de comunicação do Esporte Clube Bahia, apoiando o Tricolor Baiano nessa luta pela liberdade de escolher o Esporte Interativo para as transmissões de seus jogos. Entre outras coisas, escrevi:

O caminho da meritocracia e da competitividade do futebol brasileiro passa pelo desvinculamento dos clubes da Rede Globo, empresa que pretende instalar a Espanholização no nosso país, privilegiando apenas dois clubes: o alvinegro da capital paulista e o rubro-negro carioca. A Globo quer tornar coadjuvantes todos os demais, mesmo os times que brilharam na era de ouro do futebol brasileiro, como Bahia e Santos.

Um forte abraço!

Força Bahia! Força Santos! Força Meritocracia!

Recebi a seguinte resposta do Nelson:

Odir
Ficamos felizes com a manifestação de alguém como você.
Mostrei o texto ao presidente e à toda diretoria.
Obrigado, mesmo.
Abraço, e à disposição

Como já disse, acho que não custa nada cada santista enviar um e-mail a um clube que pode vir a assinar contrato com o Esporte Interativo e incentivá-lo a fazer isso. Cobramos muitas ações da diretoria do Santos, mas há iniciativas que todo santista pode ter. Mãos no teclado. Vamos terminar o que começamos!

David Braz é carismático. E como tem santista em Osasco!

shopping osascoshopping osasco - odir com david brazshopping osasco - odir com Rodrigo Alvarez dono da loja
Um aspecto da multidão de santistas que tomou o Super Shopping de Osasco. David Braz e os fãs. Eu com Rodrigo Alvarez, o empreendedor da Santos Store.

Quando ele chegou, com o pessoal do marketing e da comunicação do clube, cerca de 1.500 pessoas já o aguardavam para a inauguração do quiosque do Santos no Super Shopping Osasco, segunda-feira à noite. Os santistas tomaram conta do lugar e, com muita cantoria, pacientemente esperavam pela chegada do ídolo. Sim, ídolo. Isso ficou evidente na recepção de crianças e adultos. David Braz conquistou os santistas com seu jeito simples, sua atenção e o sorriso fácil e sincero.

– Já estou quase bom. Acho que em mais uma semana estarei pronto – confidenciou-me, antes de sentar à mesa para os autógrafos e fotos com os fãs, em uma tarefa que durou cerca de duas horas e à qual se entregou com extrema simpatia.

A chegada do zagueiro deixou Rodrigo, o dono do quiosque, bem mais aliviado. Mas a multidão de santistas se comportou bem. Logo que este blog receber as fotos vocês comprovarão o que estou dizendo.

O incrível é que toda aquela gente foi atraída para o evento por meio da mídia social – uma prova de que ainda há muitas formas de comunicação negligenciadas por um clube de futebol, além das tradicionais.

Um assunto recorrente entre aqueles torcedores, como não poderia deixar de ser, era a falta de mais jogos no Pacaembu ou na Arena Barueri, estádios próximos de Osasco que aqueles santistas costumam freqüentar. Muitos prometeram que quinta-feira estarão em São Paulo para ver o jogo contra o Mogi. Então, nos encontraremos lá.

O quiosque oferece dois livros com temáticas santistas: Segundo Tempo, de Ídolo a Mito, sobre o grande momento da carreira de Pele; e Time dos Sonhos, a história completa do Santos até o título brasileiro de 2002.

Ingressos à venda para o jogo no Pacaembu

Você já viu este Santos jogar? Seus filhos, parentes ou amigos santistas já viram Gabriel, Ricardo Oliveira e Lucas Lima ao vivo? Pois nesta quinta-feira o Santos, finalmente, jogará no Pacaembu e poderá ser admirado pela massa de santistas da Grande São Paulo. Não percamos essa oportunidade.

E não será no horário absurdo das 22 horas. Será às 19h30. O Santos enfrentará o Mogi-Mirim, que vem de duas vitórias, e os ingressos, cujos preços variam de R$ 10,00 (meia entrada do tobogã) a R$ 120,00 (cadeira, inteira), estão sendo vendidos, em São Paulo, nos seguintes postos:

Pacaembu: Praça Charles Miller s/n – São Paulo – Bilheteria principal (próxima do portão principal) – Aberto hoje, quarta e quinta, das 11h às 17 horas.

Ginásio do Ibirapuera: Av. Manoel da Nóbrega, 1361 – Guichê 1 – Ibirapuera – São Paulo – Aberto hoje, quarta e quinta, das 11h às 17 horas.

Subsede do Santos em São Paulo: Avenida Indianópolis, 1.772 – Planalto Paulista – São Paulo – Tel.: (13) 3257-4000 / Ramal 5.000 – Horário: das 11 às 17 horas.

Sócios do Santos podem adquirir os ingressos pelo portal www.sociorei.com.br e também podem realizar a compra para um acompanhante.

Os não sócios podem garantir sua presença no Pacaembu com a compra online, pelo site www.ingressofacil.com.br.

Caso os ingressos não se esgotem, os torcedores poderão comprá-los nas bilheterias do Pacaembu até o final do primeiro tempo.

Preços
R$ 20,00 inteira / R$ 10,00 meia – tobogã
R$ 60,00 inteira / R$ 30,00 meia – arquibancadas amarela, verde, lilás (portão 21) e visitante (portão 22)
R$ 80,00 inteira / R$ 40,00 meia – cadeira especial laranja
R$ 100,00 inteira / R$ 80,00 meia – cadeira descoberta manga
R$ 120,00 inteira / R$ 60,00 meia – cadeira coberta azul

Dorival vai de Serginho

Na busca de um substituto para Marquinhos Gabriel, Dorival Junior está mais propenso a começar a partida contra o Mogi Mirim com Serginho no meio-campo. O técnico gostou da atuação do meia contra o Palmeiras. Aqui entre nós, eu também achei que ele não foi mal. Vejamos…

E as investigações se aproximam…

Clique aqui para saber quem está indo para o xilindró.

E você, vai ao Pacaembu nesta quinta-feira?


Santos só jogou meio tempo

Clique aqui para ler minha coluna no jornal Metro: “A mercearia e o supermercado”

Leia aqui a coluna na última página do Metro

Há 10 anos Elano e Robinho brilhavam em Rio Preto
Em 19 de dezembro de 2004, embaixo de uma canícula que nos fazia comprar garrafinhas de água só para jogar na cabeça, vimos o Santos se tornar não bi, mas octacampeão brasileiro em São José do Rio Preto (e Branco), ao vencer o Vasco por 2 a 1. Conquista inesquecível de um time que superou tudo, até o sequestro da mãe do Robinho, e de mais um gol erroneamente anulado na final, para garantir o caneco. Tecnicamente, esta foi a última grande conquista do Santos. Vale a pena ser lembrada porque neste domingo o Santos voltará ao mesmo estádio para enfrentar o Red Bull. Elano e Robinho retornarão ao palco que os consagrou. Que o santista do Interior de São Paulo saiba receber o time com o carinho que essa camisa merece. Reveja, e não se emocione se for capaz:

Por que um empresário, e não o clube, decidiu levar o jogo do Santos para São José do Rio Preto?

Não pense que foi o Santos que decidiu jogar em São José do Rio Preto, domingo, como parte de um programa para se exibir em outras praças, contemplar santistas de outras cidades e ao mesmo tempo incrementar um plano de captação de sócios. O Santos só jogará em São José do Rio Preto, domingo, às 19h30, porque o empresário Edvaldo Ferraz comprou os direitos do jogo e resolveu levá-lo para o Interior.

O empresário decidiu colocar 18.500 ingressos à venda ao preço de 50 reais a inteira e 25 a meia. Ou seja, mais uma vez o Santos está abrindo mão do direito e do dever de organizar seus jogos e, preguiçosamente, passando essa incumbência a um atravessador. Como já dissemos, o clube tem de ter um departamento específico para a organização de jogos, trabalhando em harmonia com o departamento de captação e atendimento dos sócios.

Todo mundo que leu a primeira página de um manual de marketing sabe que precificar é uma arte, ou ciência, como queiram. Se na Vila o ingresso custa 40 reais, por que custará 50 em uma cidade que está afastada do circuito do futebol e onde haverá um público novo, que não costuma frequentar jogos do Santos? Isso é coisa para o marketing do clube decidir, e não para um empresário que comprou o jogo.

Enfim, esses são os detalhes que separam o Santos de ser um time efetivamente profissional e dono do seu destino de uma agremiação que vive ao sabor do vento, ou da tempestade. Viver ao Deus dará não pode levar a lugar algum. É preciso planejamento. Jogar em São José do Rio Preto é ótimo, mas o evento deveria ser melhor planejado e executado pelo clube. Optou-se, mais uma vez, pelo caminho mais cômodo. Deixar a incumbência na mão de um intermediário e depois só retirar o cheque não exige planejamento e nem organização.

SANTOS SÓ JOGOU MEIO TEMPO

Aquele Santos compacto, que empurrou o Ituano para a defesa e dominou completamente a partida de domingo, não foi visto no primeiro tempo do jogo contra o Mogi Mirim, ontem, em Mogi. Omisso, o Santos só se defendeu e nada criou ofensivamente. A mudança só veio no segundo tempo, quando o Alvinegro Praiano mostrou quem era o time grande da partida e foi pra cima do Mogi. Mas o gol não saiu.

O Santos começou tocando bem a bola, empurrando o Mogi para a defesa. Mas isso durou apenas alguns minutos. Depois de uma série de escanteios a favor, o Alvinegro Praiano foi recuando, recuando, cedeu a posse de bola ao time da casa e viveu de especular contra-ataques.

Porém, como o campo molhado e a forte marcação do Mogi impediam sair com a bola no chão, o Santos voltou à infrutífera alternativa de dar chutões para a frente. Consequência: até o final do primeiro tempo o ataque santista não fez nada. Para se ter uma idéia, o atacante que mais pegou mais na bola foi Thiago Ribeiro. Robinho e Geuvânio, bem marcados, não conseguiram trocar um passe, dar um drible… Nem mesmo Lucas Limas conseguiu fugir do marasmo.

A esperança era de que na segunda etapa o time adiantasse a marcação, para atrapalhar a saída de bola do Mogi e de que Robinho e Geuvânio tivessem liberdade para se deslocar livremente no ataque, confundindo a defesa adversária. Com relação à defesa, o time teria de tomar cuidado com o tal Edson Ratinho, que sempre deita e rola quando enfrenta o Alvinegro.

De positivo no primeiro tempo, a firmeza dos zagueiros David Braz e Gustavo Henrique nas bolas altas. Parece que o Santos não tomará mais aqueles gols de cabeça em escanteios ou faltas próximas à área. Nenhum dos dois é do estilo de parar e pedir impedimento.

Segundo tempo: enfim, o Santos entra em campo

Um time mais brigador, com mais vontade de ganhar o jogo – este foi o Santos no segundo tempo. Como se esperava, os jogadores do ataque se mexeram mais, os laterais apoiaram e o Mogi recuou. As chances se sucederam: Geuvânio fez boas jogadas pela esquerda aos 9 e aos 15 minutos, mas o chute terminou nas mãos do goleiro; aos 19 minutos Robinho deu um chapéu em um zagueiro, driblou mais um com um jogo de corpo e chutou, de esquerda, rente à trave do Mogi.

O time passou a ter mais presença na área a partir dos 14 minutos, quando Ricardo Oliveira entrou no lugar de Thiago Ribeiro. Aos 35 minutos, Robinho cruzou da direita e Oliveira bateu de primeira. A bola passou raspando a trave. Seria um golaço. Três minutos antes Geuvânio tinha driblado dois e chutado para outra defesa do goleiro.

Aos 30 minutos, Elano entrou no lugar de um Lucas Lima muito cansado, e aos 41 Marquinhos Gabriel substituiu Geuvânio. Esta última alteração eu não entendi bem. Geuvânio ainda parecia ter fôlego para aguentar até o fim.

Com o empate, o Santos fica com quatro pontos e lidera o seu grupo, com um ponto a mais do que o Bragantino. Pelo que jogou no segundo tempo, merecia vencer, mas pelo que deixou de jogar no primeiro, merecia perder. Então, o empate acabou sendo o resultado mais justo. No domingo, às 19h30, o Santos mandará o seu jogo contra o Red Bull no estádio Benedito Teixeira, o Teixeirão, em São José do Rio Preto, onde conquistou o título brasileiro de 2004. Os ingressos já estão à venda. Algo me diz que domingo o time voltará a jogar os 90 minutos.

Atuações dos santistas

Vladimir – Continua sem inspirar confiança, mas está invicto e hoje ao menos fez uma boa defesa. 5.

Victor Ferraz – não deve ser o titular, mas está quebrando bem o galho. Ao menos se empenhou e não levou bola nas costas. 6.

David Braz – Não é um Mauro Ramos de Oliveira, mas também não é um Camilo. Ótimo nas bolas altas. 6.

Gustavo Henrique – Como David Braz, muito bom nas bolas altas. Ainda fez boas coberturas e sofreu um pênalti que o péssimo árbitro Leonardo lima não deu. 7.

Chiquinho – Desta vez não apoiou tão bem e ainda deixou um salão de baile aberto para quem caísse pelo seu lado. 4.

Alison – Se tivesse a quantidade de neurônios que tem de fibras musculares, seria um Beckenbauer. Lutou, trombou e levou um cartão amarelo bobo. 5.

Renato – Cansou, atrapalhou-se com a bola, mas jogou com a experiência. 5.

Lucas Lima – Era um dos poucos do time que jogava bem no primeiro tempo, mas o campo molhado e a pressão de organizar todas as jogadas o cansou. 5.

Geuvânio – Não fez absolutamente nada na primeira etapa, mas voltou outro na segunda, criando no mínimo três chances de gol. 7.

Robinho – Também nada fez no primeiro tempo, mas, na base da raça, cresceu muito no segundo. Quase fez um golaço. 6.

Thiago Ribeiro – Correu mais do que costuma, mas pouco fez de útil. 4.

Dos que entraram, destaque para Ricardo Oliveira, que já mostrou velocidade, força e presença de área. Elano não comprometeu e Marquinhos Gabriel mal pegou na bola.

Enderson Moreira – Não conseguiu fazer o time jogar no primeiro tempo, quando a equipe voltou à sua tática defensiva preguiçosa que às vezes usa quando atua fora de casa. Melhorou no segundo. 6.

Público e renda dos times grandes na rodada

Palmeiras 0 x 1 Ponte Preta
24.695 pagantes, R$ 1.765.765,00

São Paulo 4 x 2 Capivariano
7.498 pagantes, R$ 240.995,00

Mogi Mirim 0 x 0 Santos
2.906 pagantes, R$ 78.960,00

E você, o que achou do Santos fora de casa?


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