Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Nei Pandolfo

Rodriguinho melou. Diretoria do Santos é como cantor de churrascaria…

Na Timemania, Santos continua sendo o quarto preferido do Brasil
Resultado acumulado até 30/07/2013

Posição Time UF Nº de apostas Percentual
1º FLAMENGO RJ 4.269.964 5,26%
2º CORINTHIANS SP 3.895.658 4,80%
3º SAO PAULO SP 2.946.174 3,63%
4º SANTOS SP 2.783.753 3,43%
5º GREMIO RS 2.594.440 3,20%
6º PALMEIRAS SP 2.527.223 3,11%
7º INTERNACIONAL RS 2.253.446 2,78%
8º VASCO DA GAMA RJ 2.250.351 2,77%
9º BOTAFOGO RJ 2.176.084 2,68%
10º FLUMINENSE RJ 2.035.005 2,51%

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Claudinei Oliveira, Nei Pandolfo, Luis Fernando Barros. Será que eles se falam? (Vinicius Vieira/Santos FC).

Esta é uma piada um tanto grosseira do Fausto Silva, mas serve perfeitamente para ilustrar o comportamento da diretoria de futebol do Santos, que pesquisa o mercado, canta os jogadores e acaba apenas provocando o interesse de outros clubes que, mais competentes, acabam comen.., ou melhor, contratando o jogador paquerado. Isso está acontecendo mais uma vez no caso Rodriguinho, número 10 do América Mineiro.

Primeiro, o torcedor ficou ressabiado. Para que esse tal de Rodriguinho, se no meio de campo ainda falta dar uma oportunidade real ao garoto Leo Cittadini, além de se pensar em esquemas táticos que permitam as entradas dos meias-atacantes Victor Andrade e Gabriel?

Mas tanto se insistiu na notícia da contratação, que os santistas foram pesquisar no Youtube e ficaram bem impressionados. Passaram até a acompanhar os jogos do América Mineiro para checar o nível do jogador e finalmente aprovaram o negócio.

O próprio técnico Claudinei Oliveira, provavelmente animado com as notícias “quentes” que deve receber de Nei Pandolfo e dos outros homens do futebol, chegou a afirmar, na entrevista após a derrota para a Ponte Preta, que Rodriguinho era um dos reforços do Santos para o restante do Brasileiro.

O clube contava que o empresário Eduardo Uram, ligado à diretoria do Alvinegro Praiano, comprasse parte dos direitos do jogador, fazendo uma parceria com o Santos. Mas Uram refugou ao saber dos valores pedidos pelo América, que já tinha rechaçado propostas de Internacional e Grêmio.

Conforme noticiado no site Superesportes, “o América é dono de 60% dos direitos econômicos de Rodriguinho, que tem contrato com o clube até dezembro de 2015. O restante do percentual pertence ao Capivariano, clube do interior de São Paulo. O jogador tem uma multa rescisória de R$ 20 milhões para clubes brasileiros e 10 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) para clubes do exterior”.

Na sexta-feira, um dia antes de o Santos perder da Ponte, o superintendente geral do América, Alexandre Faria, voltou a dizer que pretende manter Rodriguinho, pois ele é importante para o plano do clube mineiro de subir para a Serie A. No América desde 2011, o rapaz já disputou 97 jogos e marcou 20 gols pelo time.

Ou seja, mais uma vez o Santos divulgou o interesse por um jogador e o valorizou, sem contratá-lo. Que reação a diretoria do clube espera dos torcedores e dos formadores de opinião depois de mais esse fracasso? Como querem que o santista reaja ao sofrer uma vergonha depois da outra?

E o pior é que quando contratam – como nos casos de Cicinho e Mena –, os jogadores não têm a oportunidade de se firmar como titulares, o que prova que diretoria de futebol e técnico não se falam. Para compor elenco o clube já tem os seus Meninos. Os contratados devem vir para jogar. E os jogadores só podem ser anunciados depois do contrato assinado. Será que é tão difícil entender isso?

E você, o que achou de mais esse negócio melado da diretoria de futebol do Santos?


Demissões são o resultado da péssima administração financeira

Confesso que não sou PHD em administração financeira, mas ao menos sei o básico – ensinado por meus pais – que é não gastar mais do que se recebe. Pode parecer pouco, mas se o presidente Luis Álvaro e o comitê gestor tivessem seguido essa regra básica, hoje o Santos não estaria em situação financeira tão delicada e não seria obrigado a fazer tantas demissões.

Além de Nei Pandolfo, Felipe Faro, Henrique Schiter e Carlos Eiki Baptista, outros altos funcionários – como os gerentes de comunicação e marketing – deverão ser defenestrados nos próximos dias. O clube que se resume ao futebol e já foi definido como “apenas onze camisas”, elevou tanto sua folha de pagamentos que, segundo uma fonte segura, hoje precisa de oito milhões de reais por mês para manter os salários em dia (somando-se quem já não está no clube, como Elano, Muricy…), o que faz com que o Santos tenha um prejuízo de R$ 3 milhões por mês.

Mesmo que houvesse fontes de receita que permitissem tamanha gastança, ela não se justificaria, pois um clube de futebol brasileiro está mergulhado em um mercado altamente instável e não pode gastar tudo o que arrecada. Além de pagar suas contas, o que não fazem, deveriam manter um belo fundo de reserva, algo que todo condomínio residencial faz.

Esta gestão que assumiu o Santos jamais poderia ter elevado o nível salarial de seus funcionários – jogadores e comissão técnica inclusive – ao patamar de empresas multinacionais. Primeiro porque o clube já vinha de uma situação financeira difícil, com dívidas volumosas. Uma administração responsável teria primeiro saneado essas dívidas para só depois pensar em fazer outras, se fosse o caso.

E depois porque premiar os líderes e parceiros do movimento “O Santos pode mais” com salários elevados e registro na CLT armou uma bomba relógio que um dia explodiria. Imaginei que essa explosão se daria em outra gestão, mas já está ocorrendo um ano e meio antes das próximas eleições. Alegou-se que registrar na carteira era o correto, ao invés de se terceirizar os cargos mais importantes, como se fazia antes. Mas ao aumentar os salários e, consequentemente, os encargos trabalhistas, o Santos passou a correr contra um déficit progressivo.

Enquanto Neymar trouxe enorme visibilidade ao clube, contratos de patrocínio milionários amenizaram o problema, mas quando o mercado percebeu que o Menino de Ouro ia embora, a fonte secou. Há meses o Santos não tem patrocínio máster e hoje está diante de uma realidade que nem o melhor marketing esportivo do mundo daria jeito.

Na verdade, a primeira auditoria feita por esta gestão, no final de 2010, já havia detectado que o clube estava pagando cerca de 50% mais de folha salarial, apesar de ter reduzido o número de funcionários. Dependendo do cargo, remunerava-se com o dobro ou o triplo da gestão anterior. Ao aumentar os salários e ainda fazer os registros em carteira, a direção atual condenou as gestões posteriores a manter os funcionários atuais, ou pagar uma fortuna para dispensá-los. O que no mínimo não foi ético.

Particularmente, acho que se você quer os melhores profissionais para cada área, tem de escolhê-los pelo currículo e pela capacidade, e não porque são companheiros de chapa. E se quiser companheiros de chapa, por favor, não lhes pague o teto de mercado. Porém, infelizmente o espírito de confraria prevalece nos clubes de futebol – e se torna a causa principal do amadorismo e da péssima administração financeira.

Quando me disseram para ficar tranquilo, pois o Santos passaria a ser comandado por um conselho gestor formado por alguns banqueiros experientes, eu refleti que já tive conta no Nacional, que virou Unibanco e hoje é Itaú. Ou seja, bancos brasileiros vivem falindo ou se fundindo. Não creio que representem um mercado de gestores confiáveis.

Depois dessa experiência que tem se revelado dolorosa, chego à conclusão de que o Santos não precisa e não pode deixar o seu futuro nas mãos de especialistas no mercado financeiro. O Alvinegro Praiano tem de ser administrado por quem trate o dinheiro com o respeito que ele merece e, o que é mais importante, entenda de futebol e compreenda a alma do torcedor santista.

E você, o que acha da onda de demissões no Santos?


Arouca deve renovar. Mas o que há com o depto de futebol do Santos?

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Arouca tem de ser valorizado. É um dos melhores volantes do País (Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC)

Eu já estava iniciando um post cobrando um apoio concreto do departamento de futebol do Santos ao técnico Claudinei Oliveira, quando um colega de trabalho me alertou que, pelo twitter, o Arouca anunciou que não é mais jogador do Santos. Havia rumores de que ele poderia ser trocado por Guilherme, do Atlético Mineiro. Putz! Seria mais um péssimo negócio do departamento de futebol do Santos. Mas foi só a gente dar destaque para a notícia e o superintendente de esportes Felipe Faro desmentiu e disse que o clube renovará contrato com Arouca.

Até há muito pouco tempo Arouca era apontado pela maioria dos especialistas de futebol do País como um dos nomes certos para a Seleção Brasileira. Seu desempenho, uniforme e convincente, impressiona os jornalistas desde 2010, quando veio do São Paulo para se tornar titular absoluto do Santos.

Não é uma fase pouco inspirada que irá depreciar Arouca, para mim o jogador mais valioso do Santos desde que Neymar saiu do time. Tudo bem que o goleiro Rafael e o meia Montillo também sejam bem valorizados, mas Arouca é mais constante e joga em uma posição essencial no futebol de hoje, a de volante.

Essa sugestão de troca por Guilherme (quem????), meia-atacante do Atlético Mineiro, me pareceu completamente fora de propósito. Confesso que não conheço os detalhes do contrato de Arouca com o Santos, nem o seu salário, mas mesmo assim, só pelo cheiro, percebo que este não seria um bom negócio para o clube. Depois ficou esclarecido que o boato veio de Minas Gerais e foi encampado pela editoria de esportes do portal UOL, que transforma fofocas em manchetes.

Se Arouca quer sair, se o Santos não pode lhe pagar o que deseja, que seu passe seja bem vendido e o dinheiro usado para contratar um outro jogador no mínimo do mesmo nível. Por que o Santos nunca consegue vender bem um jogador? Por que sempre se desfaz de um jogador respeitado e depois não consegue contratar um outro do mesmo nível?

Bem, são mistérios do departamento de futebol do Santos e é por isso que o superintendente Felipe Faro e o gerente Nei Pandolfo já subiram no telhado faz tempo. Pelos altos salários que recebem e pela incumbência específica e restrita que têm – que é conseguir o máximo pela venda dos jogadores do Santos e o mínimo na contratação de outros bons jogadores – ambos se saem muito mal.

Faro e Pandolfo parecem investidores novatos na bolsa. Compram ações ruins por preços altíssimos e vendem boas ações a preços de banana. Em vez do Romarinho, trouxeram o Bill; pagaram uma grana preta pelo Elano e depois o trocaram pelo Miralles; pagaram outra fortuna pelo Ibson e depois trocaram o rapaz por Galhardo e David Braz… Agora querem permutar Arouca por Guilherme (????). Amanhã oferecerão o Montillo pelo Marcinho Guerreiro?

Não sei se a responsabilidade por esses estranhos negócios do futebol é apenas dos dois. Será que Pedro Nunes da Conceição, que faz parte do conselho gestor, também não continua dando seus pitacos no futebol? Pois se dá, deveria ter a mesma sorte de ambos.

Como explicar a queda de qualidade técnica do elenco do Santos, a não ser pelos péssimos negócios dos profissionais que dirigem o futebol? Mesmo sem patrocinador máster, não era para o time estar tão depauperado, a ponto de ser obrigado a usar garotos vindos da base em quase todas as posições.

Outros clubes do Campeonato Brasileiro faturam muito menos do que o Santos, mas conseguiram montar equipes mais competitivas. A diferença é que fizeram bons negócios, enquanto o Santos tem se especializado em lambanças. Não há borderô que suporte tanta incompetência.

E se querem mesmo prestigiar Claudinei Oliveira, que lhe tratem como um técnico de verdade. Ouçam-no sobre as posições carentes e as contratações necessárias. Esperar que o rapaz, com um bando de garotos, salvem o Santos do rebaixamento, é pedir demais. Confio muito nos garotos do Santos, mas não podem ser jogados às feras.

O Santos precisa de um lateral, um zagueiro, um meia e um atacante que venham como titulares absolutos. Se o dinheiro não der, cortem o atacante. Se a coisa estiver mesmo muito feia, cortem também o lateral e o zagueiro. Mas um grande meia é essencial. Sem ele um time, literalmente, não dá liga.

E você, o que acha do depto de futebol do Santos?


Santos está sem dinheiro porque jogou muito pela janela

Nessa busca por jogadores argentinos – algo que já deveria ter sido feito há muito tempo –, o gerente de futebol Nei Pandolfo alegou que está difícil trazer Martínez, do Vélez, porque o Santos não tem nem seis milhões de reais para a contratação (a multa é de 12 milhões, mas o jogador abre mão de sua parte para jogar do famoso Santos de Pelé). Nisso, o santista se remexe na poltrona, pois começa a fazer os cálculos de quanto dinheiro foi jogado fora com contratações ruins.

Esse blog chegou a ser radical quando soube das vindas de Ibson, Henrique e Alan Kardec. Destes, só Kardec fez alguma coisa. O medíocre Ibson apenas esvaziou os cofres do Glorioso Alvinegro Praiano. Henrique continua jogando por falta de opção melhor, mas é outro investimento sem retorno.

De Rentería falar o quê? Veio, passeou, foi embora. Comeu, bebeu, dormiu, brincou, recebeu o salário em dia e jogar bola quer é bom, nada. O que esperar de David Braz e Gérson Magrão?

O que se podia esperar de Elano e Borges depois do fiasco do Mundial? Uma diretoria mais esperta já teria negociado os dois enquanto seus passes ainda estavam valorizados. Desde a final com o Barcelona quanto já não se desperdiçou com jogadores que se mantém no time no grito?

O que ainda esperamos do Ganso, que nunca mais jogou o futebol de 2010 e só faz uma ótima partida por ano? Só falta darem aumento para ele. Pois que consigam um clube interessado no “seu belo futebol” e lhe deem passagem só de ida. Não deixará saudades.

O que esperar do valente mas atabalhoado Durval, do veteraníssimo Léo ou do professor Muricy Ramalho, que ganha 700 mil reais por mês para ensinar o time a fazer chuveirinhos ou jogar a bola na direção do Neymar? Se Muricy só sabe trabalhar com jogadores experientes e o Santos não tem dinheiro para contratá-los, o melhor é trazer um técnico que saiba lidar com jogadores da base e que seja bom e barato. Onde está o Ney Franco? Por que não falar com o homem?

Não escrevo isso com nenhum prazer. Se há algo que abomino é o desperdício, e é isso que a diretoria de futebol do Santos tem feito com o suado dinheirinho que vem do marketing, da verba da tevê, das arrecadações dos jogos e das mensalidades dos sócios.

Está na hora de o Santos rever o seu elenco e sua filosofia de trabalho. De que adianta ter quase 40 jogadores profissionais e não conseguir formar um time decente? É preciso fazer um plano que comece nas categorias de base. Chega de improvisação, de chute, de contratações absurdas. Sejam humildes, senhores. Admitam que não entendem nada de futebol e procurem alguém que conheça do negócio.

Na pior das hipóteses, é melhor um jogador mediano comprometido com o clube, que se entregue a cada partida como se fosse a última batalha de sua vida, do que pseudocraques acomodados que se escondem da bola e só sabem exigir mais e mais.

Enquanto conservou a política de pagar um teto salarial de 160 mil reais, o Santos manteve um time competitivo e concentrado. Depois que começou a dar aumentos abusivos, inchou a folha de pagamentos e o rendimento da equipe caiu. Uma prova definitiva de que muito dinheiro na mão dos diretores do Santos é como revólver na mão de macaco, ou seja, é um tiro para cada lado.

Você poderia sugerir umas contratações boas e baratas para o Santos?


Bill não!!!


Bill, de terceiro reserva do Corinthians a “reforço” do Santos.

Sabe quando você não quer acreditar? Achei que era boato, que não se concretizaria. Porém, resolvi pesquisar melhor. Não é que o Bill, terceiro reserva do alvinegro da capital, é mesmo dado como novo “reforço” do Santos para o Campeonato Brasileiro?! Não sei, mas acho que a diretoria do Santos está querendo brincar com o torcedor. Será que eles acham que estão administrando uma companhia de balé, uma orquesta ou um circo, cujas contratações não dependem da opinião do público?

Por que acreditar que um jogador de terceira categoria, que não ser viu para o rival, servirá para o Santos? Se o torcedor já estava de saco cheio do Rentería e não via a hora de ele se mandar, como explicar a contratação de Bill para o lugar do colombiano?

E o pior é que o presidente do Bragantino, Marcos Chedid, dava ao Santos a prioridade na contratação de Romarinho, por 600 mil reais. Mas a diretoria do Santos preferiu o Bill, do mesmo Bragantino.

Leio que o diretor Nei Pandolfo, o presidente Luis Álvaro e o vice Odilio Rodrugues anunciaram as negociações com o Bill como se o Santos estivesse trazendo o Fred ou o Luís Fabiano. Bill é o ó doborogodó. É uma contratação errada, que já vem com rejeição total da torcida. É outro Marcel ou Rentería. Dinheiro jogado fora. Mais um péssimo negócio de um time que agora tem 37 jogadores no elenco.

O maior problema que vejo no caso é não ouvir a voz que vem das arquibancadas, não consultar o coração do torcedor. E o santista não queria e não quer o Bill. Lembro-me que nos tempos do site Santista Roxo, da Resgate, uma contratação foi abortada depois que o Arnaldo Hase descobriu que o jogador tinha antecedentes criminais. A crítica de um site de oposição foi ouvida e o negócio não se concretizou.

O Bill me parece um bom moço. Até tem cara de padre. Mas jogar bola, meu nego, não joga. Faz um golzinho de vez em quando, e olhe lá. É um Totonho piorado, para quem pegou aqueles tempos difíceis…

Por que, cargas d´água, essa diretoria não tem a humildade de ouvir o torcedor? Trazer o Bill é pedir para sofrer, é ouvir e ler críticas o tempo todo, é se desgastar inutilmente.

Deixo aqui um sincero pedido aos mandatários santistas: voltem atrás no negócio e devolvam o Bill. O desgaste dessa contratação será sentido por muito tempo. A cada gol do Romarinho e a cada canelada do Bill – se é que ele vai jogar -, os torcedores se lembrarão do grande negócio que vocês fizeram. Quem avisa, amigo é…

E você, o que achou da contratação do Bill?


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