Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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O Santos é universal

Esta semana passei três dias em São José do Rio Preto e testemunhei, mais uma vez, a universalidade do Santos. Muito bem recebido por Fábio Lopes, Leandro, Andrey e os amigos da Embaixada do Peixe na região, conheci mais histórias desse amor ao Alvinegro Praiano e fiquei sabendo que uma caravana, que já estava em 30 pessoas, sairá da cidade para percorrer os 550 quilômetros até a Vila Belmiro, onde nesse domingo gritarão por mais uma importante vitória santista no Campeonato Brasileiro.

Já em São Paulo, pesquiso nesse sebo mundial de imagens, que é o Youtube, e encontro um vídeo de jornalistas espanhóis analisando um jogo do Santos em Paris, em 1971, com a presença ilustre de Pelé, assistido por Brigitte Bardot. Pesquiso um pouco mais e encontro um vídeo francês sobre o Rei do Futebol. Na manhã de sábado, as novidades são as jogadas e o gol de Neymar contra o Metz. Nem é preciso ser muito inteligente para perceber que a linha do tempo do Santos é ligada pela arte do futebol.

Alguns times se orgulham de sua torcida, enquanto o santista pode se orgulhar do futebol bonito e de seus craques, o que é muito mais difícil de se ter. Torcida grande o Santos já tem, só que não está devidamente mobilizada, algo que pode ser feito a partir de 2018, caso o clube e o time possam exercer sua universalidade. Agora, ter uma tradição de futebol bem jogado e de grandes craques, não é para qualquer um.

Outro dia Cafu, lateral histórico do São Paulo e da Seleção Brasileira, escalou quatro santistas entre os cinco maiores jogadores brasileiros de todos os tempos: Pelé, Coutinho, Pepe e Clodoaldo. O único escolhido de outra equipe foi o incontestável Garrincha. O engraçado é que, às vezes, até alguns santistas duvidam da real dimensão do Santos, e o preferem restrito a um universo pequeno de torcedores, como se fosse o clube de apenas uma cidade.

O Clássico Alvinegro é o grande jogo do futebol brasileiro não só neste domingo, mas de todos os domingos. Se Pelé considera assim, é porque é. Trata-se do confronto paulista que mais vezes atraiu um público superior a 100 mil pessoas ao estádio (sete!), que tem muita história, alguns tabus e pode, a partir do resultado dessa partida, dar nova motivação ao Campeonato Brasileiro de 2017.

Acredito, evidentemente, em uma boa vitória santista. O adversário vai se fechar atrás, à espera dos contra-ataques. O Santos vai assoprar, assoprar, assoprar, até que as casinhas todas se esparramem pelo chão. 3 a 0 seria um bom resultado. Mas 4 a 1 também seria ótimo.

E você, o que espera do Santos nesse domingo?

Faltam cinco dias para se encerrar a campanha de pré-financiamento e ainda não conseguimos alcançar metade do valor necessário para imprimir 2.000 exemplares do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Da meta de R$ 48 mil, quando escrevo esse post não se chegou a 24. Mas não desistiremos, pois assim como correu com o Dossiê, sabemos que se trata de uma obra fundamental para documentar para sempre as façanhas que só o Santos realizou por gramados de todo o mundo.

O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, com alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e na literatura mundial do futebol.

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Setembro é mês do meu aniversário e resolvi comemorar com os frequentadores deste espaço promovendo uma oferta inédita das obras expostas na Livraria do Blog.

Para atender aos pedidos dos santistas das embaixadas e demais grupos de torcedores espalhados pelo País, criei preços especiais também para a compra de três, quatro e cinco exemplares, tanto do Dossiê de Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959, como do Time dos Sonhos.

Neste mês, três exemplares desses dois livros sairão por 75 reais, quatro por 85 e cinco por 95 reais. E todos os pedidos com frete grátis e dedicatórias exclusivas. Faça as contas e veja que não dá para perder. É a oportunidade de presentear os amigos ou já guardar para o Natal.

E caso alguém queira uma quantidade maior do que cinco exemplares, é só enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br que estudaremos as melhores condições possíveis. O interesse, como sempre, é ver o santista e conhecendo a rica história do clube, elemento fundamental no fortalecimento da marca Santos.

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Todos os PDFs a R$ 1,00

O sistema da loja do blog não permite que se distribua livros sem nenhum pagamento. Então, coloquei o preço de todos os PDFs a apenas um real. Isso mesmo. Qualquer PDF, neste mês de setembro, custará apenas um real.
Comprar com cartão, de débito ou crédito, é totalmente confiável pelo sistema do PagSeguro, mas se quiser pode escolher por boleto ou mesmo fazer depósito bancário (nesse último caso, informe-se pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br

Dentre os PFDs, há quatro livros que falam do Alvinegro Praiano

– Donos da Terra, a história do primeiro título mundial do Santos
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– Ser Santista, um orgulho que nem todos podem ter – Artigos selecionados que mostram várias aspectos da grandeza santista
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Há mais três histórias infanto-juvenis

– Pedrinho no Descobrimento do Brasil – Um buraco no tempo leva Pedrinho ao momento em que o Brasil está sendo descoberto pela esquadra de Cabral. Para crianças e adolescentes que gostam de História.
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– O Diário de Kimmy, uma garota inuit – O dia a dia de uma menina que vive no Alasca, entre as tradições de seu povo e os perigos dos tempos atuais.
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O Reino do Pum – A caso insólito do pobre e mal cheiroso reino onde viviam o pequeno Sidney e seu avó Felisberto.
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E uma ficção para adultos

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Imponderável Santos FC

Não comprem livros na Livraria do Blog hoje. Amanhã começa a grande promoção de setembro, mês de aniversário do blogueiro.

Imponderável Santos FC

A gestão de um clube de futebol encerra o eterno confronto do pragmatismo com a sensibilidade. Pragmatismo pode ser definido como o modo de pensar e agir que acredita nas medidas concretas e imediatas para se solucionar os problemas. Mas será que todos os problemas de um clube podem ser resolvidos apenas com a razão, com a expertise que vem dos manuais de administração corporativa?

Há pouco via os triunfos do Internacional, admirava o seu estádio, a sua campanha de associados e a maneira como apoiava e investia na sua base. Imaginei que com tudo isso o time iria de vento em popa rumo ao seu destino grandioso. Penso que ainda chegará lá, mas hoje, para tristeza de seus torcedores, a equipe amarga a Série B.

Escrevo sobre isso um dia depois de ver o desempenho do time B do Santos na Copa Paulista. Caramba, meninos, que falta de ânimo e de perspectiva, que espetáculo triste diante da Portuguesa! Confesso que, além do atacante Diego Cardoso – que merece, sim, novas oportunidades no time de cima –, não consegui vislumbrar nenhum com chance de se tornar profissional a curto prazo, no que, reconheço, devo estar sendo injusto.

O desempenho coletivo de um time prejudica a avaliação individual, eu sei e não deveria incorrer nesse erro. A emoção nos leva para um lado, da mesma forma que pode nos empurrar para o outro. A vitória, se viesse, somada a raras boas jogadas de ataque, já poderiam ter me dado uma sensação bem mais positiva desses meninos. Mas o que quero dizer com isso?

Em suma, o que todos já sabemos: que o futebol não é uma ciência exata. A administração de um clube talvez exija os mesmos cuidados que tornam as empresas saudáveis e autossustentáveis, mas a arte do futebol, especificamente, exige mentores que conheçam as nuances do esporte e de seus praticantes.

O Santos tem uma vantagem adicional sobre os outros clubes, que é a atração que exerce nos jovens e a tolerância de sua torcida com relação a eles. Há outro fator importante, que é a excitante sensação de aventura que o torcedor desfruta quando chega ao clube um atleta desconhecido, um under dog, quase um loser, que, mesmo não sendo muito jovem, não deu certo em lugar algum e anda desacreditado.

Assim ocorreu com Giovanni, Ailton Lira e, mais recentemente, com Ricardo Oliveira e Lucas Lima. Reservas desacreditados, jogadores em fim de carreira conseguem renascer na Vila Belmiro da mesma forma que meninos podem florescer ali com todo o seu talento. Só falta dizer que o Santos é um jardim, o que poderia não parecer muito másculo, mas é mais ou menos por aí mesmo. No Alvinegro Praiano craques brotam do nada.

Os melhores times do Santos foram baratos, e mais frutos do acaso do que do planejamento. Porém, é evidente que o planejamento pode ajudar o acaso. Como? Aprimorando o processo de seleção dos garotos que vêm para a base do Santos. Não dá para aceitar que “filhinhos de empresários” preencham as vagas que, historicamente, foram e devem ser reservadas aos jovens que tratam a bola com carinho e intimidade.

Por isso o Santos precisa ter um novo CT para seus meninos, que devem ser selecionados a dedo e preparados com carinho. Os outros clubes têm infanto-juvenis, mas só o Santos têm Meninos da Vila. Lidar com eles deve ser tão importante como trabalhar com os profissionais.

E para descobri-los nesse país imenso, para saber onde vivem, como jogam, e trazê-los para o time de Pelé, Coutinho, Pepe, Robinho, Neymar e tantos outros ex meninos de ouro, é preciso selecionar e manter a melhor rede de olheiros já formada no futebol. Só assim, repito, o planejamento ajudará a sorte e o que era esporádico se tornará rotineiro.

Aos garotos do Santos B eu só diria que não desistam, que se animem a si próprios e encarem cada partida, cada minuto no Santos como uma oportunidade única de caminhar na direção do futuro que sonharam. Não sei como todos chegaram ao Santos e não sei se são realmente os melhores que poderiam formar nesse time, mas já que estão vestindo essa camisa, façam tudo para honrá-la. O prêmio ao seu esforço e deedicação certamente virá.

Quer escrever (e falar) melhor sobre esporte? Faça o meu curso!

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Essa foi a turma de julho. Inscreva-se para o curso de setembro. Últimas vagas.

A cada dia cresce o número de pessoas que escrevem (e falam) sobre esporte. Com a não obrigatoriedade do diploma de jornalista, a atividade está aberta a todos.

Entretanto, essa profissão tão fascinante exige conhecimento técnico e ético para ser bem desempenhada.

Por isso criei o Curso de Especialização Técnica e Ética no Jornalismo Esportivo, que ministrarei nesse mês de setembro na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo, na avenida Paulista.

Não perca essa oportunidade de conhecer segredos da profissão que só um atento jornalista com 40 anos de experiência pode lhe dar. As inscrições ainda estão abertas, mas as vagas são limitadas.

Inscrições abertas para o II Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo
As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

As regras para uma boa entrevista
Da preparação à técnica de colher informações e escrever

As dez qualidades do bom jornalista
Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

Como escrever para
Jornal – Revista – Rádio – TV – Blog

Mídia Social e Assessoria de Imprensa
Como planejar e divulgar cada cliente

Escrever um livro
Como pesquisar, escrever e publicar

Os limites da polêmica
Como evitar os crimes de opinião:
Difamação, Injúria e Calúnia

Princípios do bom texto
Clareza
Objetividade e ordem direta
Escolha das palavras simples e concretas
Uma ideia por parágrafo
Precisão. Sem ela não há credibilidade.
Isenção. A necessidade de ser neutro.
Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.
A importância de reler o texto
Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter
Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.
Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas
Repórter – Copidesque – Chefe de Reportagem
Revisor – Editor – Editor-chefe

Como fazer
Títulos – Subtítulos – Olhos – Intertítulos – Legendas

– Tarefas na classe e em casa
– Matérias sobre eventos escolhidos
– Trabalho Final
– Entrega de Certificado de Conclusão com o número de horas/aula

Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Carga horária: 16 horas

Datas e horários: dias 5, 6, 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de setembro, das 19h30 às 21h30.

Local: Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP).

Endereço: Av. Paulista, 807, 9º andar, conjunto 904, São Paulo. Fones: (11) 3251-2420 e 3289-8409.

Investimento: R$ 300,00 (trezentos reais – 50% na matricula, 50% até o dia 15 de setembro.)

Sócios da ACEESP em dia com a anuidade não pagam.

Informações e inscrição até 4 de setembro pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br


Neymar, o Menino da Vila

O jogador mais caro da história do futebol, que é Neymar, vem se juntar ao mais valioso de todos os tempos, que é Pelé, e o bom é que ambos são Meninos da Vila. Eu estava lá no dia em que ele aquele garotinho com o uniforme sambando no corpo estreou no profissional do Santos contra o Oeste, no Pacaembu. Meu ângulo de visão era mais ou menos o mesmo deste vídeo acima. Em sua primeira jogada, driblou para o lado, sem fazer força, e mandou a bola no travessão. Sou difícil de fazer previsões precipitadas, mas nesse momento sussurrei para a Suzana que estávamos vendo surgir mais um craque santista.

O Santos tentou manter Neymar o quanto pôde, mas sua saída era inevitável. E já que sairia mesmo, deveria ter sido negociado antes por um valor que fizesse o Santos pagar todas as suas dívidas. Hoje teríamos um clube com muito mais possibilidades. De qualquer forma, foi muito importante revelar, manter e formar o jogador imprescindível que é este garoto nascido em Mogi das Cruzes em 5 de fevereiro de 1992 e formado, com carinho, por seu pai e por todos que o cercaram no mundo às vezes insólito do futebol.

Gosto de Neymar. Tento me colocar no seu lugar, antes de julgá-lo. Não acho que foi o dinheiro que o tirou de Barcelona, mas a ingratidão dos espanhóis, que não admitem que ele já esteja jogando melhor do que Messi. Em Paris, ele será feliz, e isso não é apenas uma rima. É impossível não respirar toda a felicidade do mundo em uma cidade revolucionária, linda, que ama a arte e os brasileiros.

Talvez goste mais de Neymar porque, por meio dele, milhões de crianças e adolescentes da Terra assistem aos gols e às vitórias do Santos no Youtube, a televisão mais assistida do mundo, o que mantém o Alvinegro Praiano como o time brasileiro mais respeitado no exterior. Sim, as grandes façanhas de Neymar foram realizadas com a camisa do Santos e o Youtube mistura passado e presente no mesmo instante. Esse Neymar do PSG é o mesmo garotinho que mestre Zito trouxe da Portuguesa Santista, mesmo atacante driblador que ganhou seis títulos com o Santos, entre eles a Copa Libertadores de 2011. Enfim, é o mesmo Menino da Vila de sempre.

Domingo, contra o Avaí

Ainda não sabemos que time Levir Culpi escalará para enfrentar o Avaí, nesse domingo, às 19 horas, em Florianópolis, mas o que se sabe é que só a vitória será um bom resultado. Em que pese o adversário viver aquele período torturante de tentar se livrar do rebaixamento, o Santos faz uma boa campanha e tem a chance de aspirar o título brasileiro. Ainda há muito jogo pela frente e o líder do campeonato, além de um excelente sistema defensivo, pouco apresenta de especial.

Segundo o pesquisador e conselheiro do Avaí, Spyros Diamantaras, até 2011 os dois times já tinham se enfrentado 10 vezes, com os seguintes resultados:

15/08/1972 – Avaí 1×2 Santos – Amistoso – Adolfo Konder
15/09/1976 – Santos 0x0 Avaí – Brasileiro – Vila Belmiro
08/08/2009 – Santos 2×2 Avaí – Brasileiro – Vila Belmiro
29/11/2009 – Avaí 2×2 Santos – Brasileiro – Ressacada
12/08/2010 – Santos 1×3 Avaí – Sul-americana – Pacaembu
18/08/2010 – Avaí 0x1 Santos – Sul-americana – Ressacada
02/09/2010 – Santos 2×1 Avaí – Brasileiro – Vila Belmiro
28/11/2010 – Avaí 3×2 Santos – Brasileiro – Ressacada
05/06/2011 – Santos 3×1 Avaí – Brasileiro – Vila Belmiro
07/09/2011 – Avaí 1×2 Santos – Brasileiro – Ressacada

Vamos tornar essa história imortal!


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Uma lenda chamada Santos

Outro dia o novo presidente da Fifa, um tal de Gianni Infantino, soltou um documento dizendo que a Fifa só considera campeões mundiais oficiais os clubes que ganharam a competição organizada por ela a partir de 2000 (?). O homem perdeu uma grande oportunidade de prestar um importante serviço à história do futebol, pois com sua nota ele apenas admite que na época mais competitiva desse esporte, em que grandes esquadrões se espalhavam pela Europa e América do Sul, por incompetência ou falta de estrutura a Fifa não conseguiu produzir uma competição mundial entre os clubes, deixando esse encargo para a Uefa e Conmebol.

Seria bem mais digno a Fifa soltar uma nota tipo: “Como se sabe, não organizamos as disputas mundiais de clubes desde 1960, só o fazendo a partir de 40 anos depois. Entretanto, validamos as competições anteriores por julgarmos que elas atenderam ao objetivo de definir o melhor clube de cada ano.” Pronto, a federação, humildemente, reconheceria que não inventou o futebol e que se valeu dos esforços das entidades europeia e sul-americana para manter o interesse pelo esporte que ela tem a obrigação de cuidar.

Amigos me pediram para fazer um dossiê para oficializar os títulos mundiais desde 1960. Há vários motivos para isso. Um deles é que África, Ásia e Oceania nem tinham uma competição oficial para definir seu representante. Portanto, o duelo pelo título mundial teria de ser, mesmo, entre o campeão da Europa e o da América do Sul, como ocorreu.

Ocorre que a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa foram criados pela mesma entidade que em 1971 criou também o Campeonato Nacional. No caso, revelou-se decisivo o testemunho de João Havelange, presidente da CBD e depois da CBF, o homem que lançou todas essas competições com o claro intuito de definir o campeão brasileiro. Mas com a Fifa é diferente. Ela pode alegar, como alega, que só pode oficializar as competições que realizou.

Já teve presidente da Fifa que considerou válidas todas as disputas mundiais de clubes, outros que ficaram em cima do muro e agora temos mais esse que, sem apresentar nenhum estudo ou justificativa, diz uma bobagem dessas. Qual a culpa que o futebol tem se uma entidade fundada em 1904, 56 anos depois ainda não conseguia organizar uma simples melhor de três entre o campeão europeu e o sul-americano, a ponto de abrir mão desse encargo para as bravas Uefa e Conmebol, que se incumbiram da tarefa com um sucesso absoluto? Agora, a história do futebol deve ser punida pela incompetência da entidade que deveria preservá-la?

Não creio que deva ser assim, mas admito que tudo é uma questão de caráter das pessoas que dirigem a Fifa. Burocraticamente podem, mesmo, reconhecer como oficiais apenas as competições que organizaram, legislando em benefício próprio e validando até um torneio mambembe, como o de 2000, no qual faltou o campeão sul-americano e ficou mais quatro anos sem ser realizado novamente. Sim, se quiser a Fifa pode fazer isso. Como eu disse, é uma questão de caráter.

Agora, como todos poderão ver no documentário acima, produzido pela tevê italiana, há um time que pairou acima de currículos e burocracias, até se tornar uma lenda. Assista e não se emocione se for capaz. Será difícil, pois o próprio locutor diz que “Santos era la squadra più emozionanti del pianeta”. Isso não é apenas deixar um nome na lista dos campeões da história, mas construir essa história de um jeito único. E eterno.

Agora ouçam um santista inteligente, corajoso e irreverente:

E você, o que você acha disso?

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Santos vence, mas poderia ser melhor
A sorte parecia estar ao lado do Santos no início do segundo tempo. Copete e Rodrigão, os jogadores mais fracos do time na primeira etapa, marcaram gols da pequena área e o terceiro gol santista parecia a caminho. A classificação para a semifinal da Copa do Brasil parecia sacramentada. Mas o Inter, mesmo com reservas, começou a atacar um pouco mais e as falhas da defesa do Santos apareceram.
O time do Sul avançava pela extrema esquerda, forçando o jogo pra cima de Victor Ferraz, que perdia todas por ali. Finalmente, depois de levar mais um drible previsível, Ferraz fez falta desnecessária e o Inter cobrou para fazer um gol que novamente torna a partida de volta dramática, pois se perder por 1 a 0, resultado normal em jogos fora de casa, o Santos estará eliminado.
Na tentativa de tornar o time mais ofensivo, Dorival Junior substituiu Vecchio e por Paulinho; Rodrigão por Joel e Thiago Maia por Rafael Longuine, mas o Santos piorou ao perder o domínio do meio de campo. Agora, as atuações dos santistas:
Vanderlei – A bola que foi, entrou. 5.
Victor Ferraz – Se apresenta no ataque, mas é nulo na defesa. 3.
Luiz Felipe – Deu algumas bobeadas. 5.
David Braz – Titubeou, mas não comprometeu. 5,5.
Zeca – Atacou e apoiou satisfatoriamente. 6.
Thiago Maia – Está enfeitando as jogadas, coisa que não sabe. Perdeu bolas bobas. 4.
Renato – Discreto até demais. 4.
Vecchio – Tocou bem a bola. 5.
Lucas Lima – Individualista. Mesmo assim, é o que tem mais categoria no time. 6,5.
Copete – Lutou, trombou, errou chutes, mas fez seu golzinho. 6.
Rodrigão – Igual ao Copete. 5,5.
Dos que entraram, nenhum fez algo digno de registro.
Dorival Junior – Poderia ter substituído Victor Ferraz por Daniel Guedes quando o Santos fez 2 a 0 e o Inter passou a forçar daquele lado.
Arbitragem: Gilberto Rodrigues Castro Junior, de Pernambuco, não viu uma agressão sem bola em Lucas Lima e fez vistas grossas à cera e às faltas consecutivas do time gaúcho. Se o jogo tivesse sido arbitrado com o mesmo rigor que o último Santos e Inter, aquele raposado, o time do Sul teria terminado a partida sem, no mínimo, dois jogadores.
Público: Apenas 6.592 pessoas assistiram à partida, proporcionando renda de R$ 239.880,00, o que dá um ticket médio de 36 reais. Note-se que não era um jogo qualquer, mas uma partida pelas quartas de final da Copa do Brasil. Pois bem, se mesmo um jogo mais importante do que a maioria dos que são jogados pelo Santos na Vila Belmiro deu um público inferior a sete mil pessoas e um ticket médio de 36 reais, como acreditar que será viável conseguir, por 20 anos consecutivos, um público superior a 18 mil pessoas e um ticket médio de 82 reais?! Pois são essas condições que o Santos teria de aceitar para ficar com apenas 40% da pretensa arena. Outro detalhe: se esse jogo fosse na pretensa arena, o clube ficaria apenas com 12,5% do lucro líquido da partida, ou algo em torno de irrisórios 20 mil reais.

Hoje é dia de jogar 110%

Esqueça o Garfield. Hoje o Santos correrá mais. E será mesmo preciso, pois só uma boa vitória sobre o mistão do Internacional, às 19h30, na Vila Belmiro, deixará o torcedor santista tranquilo para o jogo de volta, no Beira-Rio, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Mesmo desfalcado de Gustavo Henrique, Vitor Bueno e Ricardo Oliveira, machucados, e sem poder contar com Jean Mota, que já atuou pelo Fortaleza nessa Copa do Brasil, o Santos é franco favorito contra o Internacional, apesar de o time gaúcho, que já venceu o Alvinegro Praiano duas vezes este ano, não vir com uma escalação tão fraca como parece. Do meio-campo para a frente o Inter vem com jogadores respeitados, como Fernando Bob, Seijas, Valdívia e Nico López.

Pela primeira vez Vecchio deverá iniciar uma partida pelo Santos, e finalmente teremos uma boa oportunidade de avaliar o nível técnico e físico do argentino. Dorival Junior preferiu manter Rodrigão no ataque, já que o time precisa de gols. Todos sabemos que se vencer por uma diferença inferior a três gols o Santos passará sufoco no Sul.

Uma outra alternativa, porém, seria colocar Yuri no meio campo, liberar mais Lucas Lima para o ataque e escalar Copete de centroavante, com liberdade para cair pelos flancos do campo. Mesmo sem ser nenhum primor, Copete é mais técnico do que Rodrigão. Veremos se o pedreiro artilheiro volta a marcar e até quando a torcida terá paciência com suas caneladas.

O Santos deverá entrar em campo com Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz, Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima, Vecchio, Copete; Rodrigão. O Internacional deverá ser escalado por Celso Roth com Danilo Fernandes; Rak, Eduardo, Ernando e Artur; Fernando Bob, Fabinho, Eduardo Henrique e Seijas; Valdívia e Nico López.

A arbitragem será de Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE), auxiliado por Alessandro Rocha de Matos (BA) e Fabiano da Silva Ramires (ES). Só se espera que não inventem e não prejudiquem nenhuma das equipes. Todos sabemos como o senhor Rodrigo Batista Raposo raposou o Santos na última partida entre ambos, em Porto Alegre.

E você, o que espera do jogo de logo mais?

À procura de boas ideias, tenho ouvido santistas experientes, criativos, competentes, quase todos bastante preocupados com a sorte de nosso clube. Sugeriram-me Amir Somoggi, tomei um café com ele e, realmente, fiquei admirado com seu conhecimento e sua postura ética diante do futebol. Na semana passada Tana Blaze passou por São Paulo, a caminho de Mato Grosso, onde visitaria parentes, e não só tomei um café da amanhã com ele, como almoçamos, tanta coisa tínhamos para falar.

Natural de São Vicente, aos 33 anos foi trabalhar na Alemanha e hoje, 36 anos depois, vive em Munique com mulher e dois filhos que sequer falam o Português. Não voltará mais ao Brasil, mas continua amando o Santos como nos tempos em que frequentava a Vila Belmiro. Revelou-me seu nome verdadeiro, mas não me permitiu divulgá-lo. Tana prefere manter-se incógnito no mundo efervescente e às vezes perigoso do futebol. É compreensivo.

Outro santista amigo e com o qual aprendi e aprendo muito sobre o futebol é José Carlos Peres, meu parceiro no Dossiê, hoje responsável por contatos internacionais que poderão levar as escolinhas do Santos para recantos longínquos do planeta, trazendo importantes dividendos ao clube. Sonho um dia reunir os santistas de boas ideias e bom coração em uma mesma equipe, que trabalhe sem vaidades pessoais por um Santos melhor.

Sinto, não só aqui no blog, mas nas ruas, nas arquibancadas, no egrégio Conselho Deliberativo do nosso clube, um grande descontentamento com essa gestão atual, eleita com apenas um quarto dos votos, mas que age de maneira absoluta, sem dar satisfações de seus atos nem mesmo para o Conselho Fiscal. A propósito, Tana Blaze defende que o Conselho Deliberativo seja o órgão mais forte do clube e que as eleições presidenciais tenham segundo turno entre os dois candidatos mais votados, justamente para impedir que uma minoria assuma o comando do Santos e o trate como se fosse propriedade sua, tal qual vem ocorrendo.

Para todos os lados que olhamos, testemunhamos a incapacidade e a negligência dessa gestão, que aumenta desmesuradamente as despesas, fazendo ouvidos de mercador às recomendações dramáticas do Conselho Fiscal, ao mesmo tempo que não consegue incrementar as receitas, reduzindo-as até mesmo em quesitos básicos, como patrocínio de material, captação de sócios e bilheteria dos jogos.

Aos que me perguntam como mudar isso, só posso responder que o meio mais eficaz é votar nas próximas eleições, no final de 2017. E votar, obviamente, no candidato e na chapa que transmitirem mais credibilidade e apresentarem as melhores propostas para o clube.

Sei que alguns poderão dizer que escrevo este post porque tenho interesse de ser presidente do Santos. Quem me conhece bem sabe que estou livre dessa vaidade, meu maior sonho é, um dia, escrever um romance decente. Com relação ao Santos, meu desejo é vê-lo próspero, bem sucedido, forte, nos enchendo de orgulho. Sinceramente, não me interessa quem será o novo presidente, contanto que seja honesto, competente e faça aquilo que tem de ser feito, sem inventar e sem se julgar melhor do que todos os outros santistas, como vem ocorrendo.

Posso votar e pedir votos para qualquer um que me convença, não só com palavras, mas com atitudes e folha de serviços prestados ao Santos, que pode ser o instrumento de uma mudança na política administrativo-financeira do nosso clube, colocando-o no caminho da sustentabilidade e do progresso. Sem messias, sem caudilhos, sem heróis, apenas boas ideias, trabalho, honestidade e competência podem salvar o Glorioso Alvinegro Praiano.

Se você quer influir diretamente na escolha dos destinos do Santos, votando para presidente do clube no final de 2017, o tempo é curto. Como é preciso ter um ano como associado para votar, calculo que só há mais um mês de prazo para os interessados se associarem. Não dá para perder mais tempo.

É mais fácil e rápido ficar sócio enviando um e-mail ou comparecendo pessoalmente à sub-sede do Santos em São Paulo, situada na Avenida Indianópolis, 1772 – Indianópolis, São Paulo – SP, 04063-003. Telefones: (11) 3181-5188 ramal 5000 ou (13) 3257-4000 ramal 5000. O e-mail é subsedesp@santosfc.com.br Horário: das 9 às 18 horas.

Uma coisa puxa a outra
Tenho lido muitas queixas dos santistas com relação ao pouco empenho do clube na contratação de Diego e Robinho, dois ex-Meninos da Vila que poderiam formar novamente uma dupla poderosa no Santos atual. Para um contrato de um ano provavelmente o clube teria de ter uns 21 milhões de reais para contar com os dois, e essa verba o Santos não tem.
Porém, imaginemos que o fornecimento de material esportivo fosse vendido a uma marca conhecida, em vez de o próprio clube ter cismado de produzi-lo e comercializá-lo. Só aí haveria um ganho, mínimo, de 6,3 milhões. Imaginemos, ainda, que os grandes jogos do Santos tivessem sido realizados no Pacaembu, com públicos médios de 18 mil pessoas. Somemos mais uma dezena de milhões que foram desperdiçados com a mania de jogar só na Vila. Há ainda o que poderia ter sido arrecadado com uma campanha nacional de associados. 50 mil associados a 300 reais de anuidade para cada um, dá 15 milhões brutos, uns 12,5 milhões líquidos. Somemos essas três iniciativas, óbvias, e teríamos, mesmo sem o patrocínio máster e sem a verba de tevê, 28,8 milhões de reais, mais do que o suficiente para ter Robinho e Diego lutando pelo título brasileiro, da Copa do Brasil e já garantidos para a Copa Libertadores do ano que vem. Fora a enorme visibilidade e atração que a dupla exerceria em novos, velhos e futuros santistas.

E você, o que acha disso?


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