Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Nicolas Leoz

A culpa desta selvageria é de Nicolás Leoz, dono da Conmebol


A negligência de Leoz, há 26 anos na presidência da Conmebol, é que gera isso.

Eliminado pela reação espetacular do Fluminense, que venceu por 4 a 2 e passou para as oitavas da Libertadores, os jogadores do Argentinos Juniors deram vazão a toda a sua selvageria e covardia – infelizmente, típicas de jogadores de futebol da Argentina – e partiram para a agressão contra os brasileiros, sob a complacência não só dos policiais, mas também da cínica Conmebol, propriedade do político e ineficaz ditador Nicolás Leoz, paraguaio, 82 anos, há 25 anos no poder.

Sim, além dos jogadores, dirigentes e do clube Argentinos Juniors, que deveriam ser suspensos indefinidamente da Libertadores e de qualquer competição internacional, a maior culpada pela batalha que colocou em risco a vida dos jogadores, integrantes da comissão técnica e de torcedores do Flumninense, ontem, foi a Confederação Sul-americana de Futebol, ou Conmebol, comandada com extrema incompetência, há um quarto de século, pelo ultrapassado e inútil Nicolás Leoz.

Não é de hoje que assistimos a cenas de violência e hostilidade em jogos da Copa Libertadores. É normal, por exemplo, um jogador do time visitante ser protegido por escudos dos militares ao cobrar um escanteio. Ou seja, admite-se naturalmente as pedras atiradas em campo, quando o correto seria punir o clube anfitrião com suspensão e pesadas multas.

Sei que o STJD do Brasil é uma coisa, e o tribunal da Conmebol é outra, mas é hilário, ao menos para o torcedor do Santos, saber que o clube já foi punido com dois mandos de campo pelo fato de um gaiato ter atirado um copo dágua no campo, no Campeonato Brasileiro de 2004, e hoje vermos batalhas campais na Libertadores sem que haja uma punição exemplar.

Gresca es la madre!

Desculpem-me os frequentadores do blog, acostumados com a educação com que tratamos dos temas do futebol e do Santos, mas é demais entrar no site da Conmebol e constatar que só no final da matéria que aborda o jogo do Fluminense é que se referem à briga, e mesmo assim apenas com uma palavra: “Gresca”, que quer dizer balbúrdia. Ora, foi muito mais do que isso: foi uma tentativa de linchamento de um time e uma pequena torcida, acuados diante da fúria dos frustrados e animalescos jogadores locais e de seus alucinados torcedores.

E tudo começou porque o jogador Marquinhos, do Fluminense, teve a péssima ideia de sugerir a troca de camisas com um jogador do Argentinos. A reação estúpida dos derrotados chegou a constranger Pedro Troglio, técnico do time local, que disse:

“Nada justifica la violencia, lo que pasó fue una locura. Creo que hubo un gesto de un jugador de ellos a la gente pero igual estuvimos mal. No puede ser este final, fue una locura”, lamentou.

E se fosse um grande europeu? O que diria a Fifa?

Peço aos colegas da imprensa esportiva e aos leitores deste blog que não deixem o caso passar em branco. Isso já está se tornando repetitivo e um dia acabará se transformando em uma tragédia.

A complacência com a indisciplina e a violência atingiu níveis altíssimos na Copa Libertadores, dentro e fora do campo. No Pacaembu vimos os jogadores do Santos sendo agredidos com a bola em jogo; na Argentina testemunhamos o massacre aos jogadores do Fluminense.

Não dá para aguentar mais isso. E não dá mais para aguentar o senhor Nicolás Leoz, aos 82 anos, se manter tanto tempo no controle da Conmebol. Para que o futebol mude, é preciso mudar as pessoas. É impossível suportar um administrador tão ruim, que coloca a política acima dos interesses esportivos, no comando da Conmebol por 25 anos!!!

Imagine se fosse o Barcelona, o Real Madrid, ou qualquer outro grande do futebol europeu, que passasse por situação tão contrangedora jogando na América do Sul. Obviamente tudo mudaria por aqui de uma hora para outra. Por que aguentar, então? Só por que era o Fluminense? Ora, é o atual campeão brasileiro. E mesmo que não fosse, merece respeito.

E se você é daqueles que pensam: “Mas o que eu tenho com isso, se não é o meu time que apanhou?”. Eu lembro que isso ainda vai acontecer com o seu time, caso algo não seja feito para impedir. Não adianta esperar mais. A Libertadores ainda é um dos torneios mais anárquicos, violentos e políticos que existem no futebol. Como iniciar o protesto? Eu começaria com um #foranicolasleoz no twitter.

Veja a agressão do Argentinos Juniors contra o Fluminense:

http://youtu.be/nsefiSDVnRk

O que você acha da Conmebol e de Nicolás Leoz?


Ué, colocar boné também não tampa o rosto?

Na comemoração do primeiro gol contra o Guarani, pela Copa Brasil do ano passado – partida que o Santos venceu por 8 a 1 –,cinco jogadores santistas usaram boné e dançaram rap para comemorar. Ninguém levou cartão amarelo.

Ontem, pra variar, o Santos foi punido por uma arbitragem rigorosíssima na Copa Libertadores. E bastante suspeita, pois desfalcando o time para o próximo confronto, o árbitro uruguaio Roberto Silveira ajudou diretamente o Cerro Porteño, time do mesmo Paraguai de Nicolas Leoz, o presidente da Confederação Sul-americana de Futebol.

Agora o Alvinegro Praiano vai para o seu jogo mais importante desta fase, em que precisará da vitória, sem nada menos do Neymar e Elano, além de seu principal atacante, o estabanado Zé Eduardo.

Chegou a hora em que só jogar bem não adianta. É preciso ação nos bastidores. O Santos foi prejudicado em todos os quatro jogos que fez pela Copa.

Reveja a comemoração com bonés:

Você acha que o árbitro agiu bem, ou exagerou de propósito?


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