Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Numerologia

Feliz 2017 a todos!

Na passagem do ano todos nós juntamos motivos para ter esperança no ano novo que vem. Dinheiro? Poder? Status? Não, eu sou da turma do Saúde, Harmonia e Felicidade. Mas a vida é sua e você pode pedir o que quiser. Uma coisa é certa: o ano novo sempre vale a pena, até por ser novo.

Sem querer parecer cabotino, eu lhe digo que tenho bons motivos numerólogos para acreditar que terei um ano de 2017 inesquecível. Veja que nasci em 17 de setembro de 1952. Tenho 17 como o meu número de sorte e explicarei porquê: primeiro, obviamente, é porque é o dia em que nasci; depois porque é só pegar a soma dos algarismos do meu ano de nascimento (1+9+5+2) e também dá 17. Finalmente, se eu fizer a soma dos algarismos do dia (1+7) e do mês (9), também dá 17.

A astrologia diz, ainda, que 2017 será um bom ano para os virginianos, meu signo. Bem, mas como diz minha sábia mãe, agora aos 90 anos, Deus ajuda aquele que trabalha e faz a sua parte. Então, estou arregaçando as mangas desde já para fazer o que precisa ser feito em 2017.

Sabe o que eu desejo mesmo para você? Saúde, energia e vontade de fazer as coisas que só você sabe que precisam ser feitas na sua vida. Ou não fazer nada, se você pode e é o que lhe deixa feliz. Por falar nisso, Feliz Ano Novo!

Livro sobre o Centenário da Vila Belmiro
E dia 7, sábado, às 17h30, na Realejo Livros (avenida Marechal Deodoro, 2, Gonzaga), já tem o lançamento do livro Histórias da Vila Belmiro – 100 anos de magia do estádio santista, de Almir Rizzatto e Ted Sartori, que estarão autografando.

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“Guerreiro” – isto é o que a Numerologia diz do 11 de Neymar


Montagem de W Bruno, da Mill Multimarcas, para esta sexta-feira.

Artigo da Numeróloga Sonia Weil

Quando ele entra na sala, impõe a sua presença. Seja através de sua forte personalidade, sua voz ou de sua energia concentrada, que chama a atenção sobre si mesmo.

Ele gosta do poder, que lhe permite realizar os seus desejos. Busca o domínio das situações – e, muitas vezes, das pessoas. Quer ter as rédeas de sua vida em suas próprias mãos, e sempre que pode, faz valer a sua vontade.

Tem necessidade de trabalhar sobre metas a curto e médio prazo, pois não é paciente, e quer ver logo o resultado das suas ações. Quando define o que quer alcançar, ganha forças, e as concentra em ações intensas e direcionadas, inteiramente focado em seus objetivos (no estilo sai da frente que lá vou eu, às vezes atropelando as pessoas).

Nos contatos vai direto ao ponto, é franco e é bastante assertivo. Se você quiser lhe contar alguma estória com todas as minúcias, prepare-se para vê-lo impaciente, dizendo: me poupe dos detalhes e vamos direto ao final: qual foi o resultado?

Não espere dele um colo amigo e acolhedor; ele pode até ouvi-lo a princípio, mas depois vai cutucá-lo, incentivando-o a lutar pelos seus objetivos. Ele não gosta de pessoas frágeis, passivas e muito emocionais, pois admira e respeita os fortes.

Ele está sempre em busca da realização pessoal e profissional, e é um grande batalhador, capaz de muitas conquistas. É ambicioso e competitivo, e precisa crescer e aparecer. Não suportaria uma vida apagada e sem brilho.

Tem grande força de vontade, e acredita em si mesmo. Gosta de desafios, de provar a si mesmo e aos outros a sua capacidade de ultrapassar os obstáculos e alcançar as metas. Quando ele se determina a fazer alguma coisa, ele a faz!

Só pode ter sido um Perfil Número 11 que criou o ditado: Querer é Poder.

E você, acredita no que a Numerologia diz do 11 de Neymar?


A vitória de um time infinito

Amigo, não sou um homem crédulo, mas que entre o céu e a terra há mais mistérios do que nossa vã filosofia pode supor, não tenha a menor dúvida. Nada acontece por acaso. Há o imponderável, claro, mas mesmo este parece obedecer a uma certa ordem. Passei a segunda-feira meditando sobre o jogo de domingo e cheguei a uma descoberta reveladora…

No meio da tarde recebi o amigo Saul Gallegos, um professor de Educação Física que aprendeu a amar o Santos na Bolívia de sua infância. Herdou a paixão do pai, que jogou no Strongest. Há poucos santistas tão entusiasmados como o Saul. Se nas vacas magras ele já vê qualidades no time, imagine agora. 

O que impressiona, porém, é que o Saul parece enxergar coisas que outros não percebem. O homem é daqueles meio gênio, meio maluco, e diz, com um sorriso desse tamanho, que nunca temeu pelo título, nem mesmo quando a bola bateu na trave, no finzinho do jogo.

O destino, os deuses, a energia universal, sei lá, nem Saul sabe definir direito, mas o certo é que aquela bola não poderia ter entrado. Mesmo as injustiças têm limite. Mas e as expulsões, Saul? Não teve medo de que não houvesse jogador suficiente para segurar o Santo André?

A resposta é um sorriso, um brilho estranho nos olhos e a reafirmação de que não importa com quantos jogadores o Santos ficasse, nada faria ele perder o título… O Saul foi embora e fiquei matutando.

Tenho a mania de achar que tudo na vida são peças de um quebra-cabeça que, se tivermos paciência e sabedoria, sempre poderemos montar. Então, repassei o jogo e, além da exibição-solo de Paulo Henrique Ganso, que parecia um moleque de pelada desses que segura a bola e não dá pra ninguém, ficou-me, imenso, fatídico, inexplicável, o número 8.

Sim, oito jogadores foi o que restou ao Santos. Disse bem o elegante presidente Luís Álvaro: estes oito foram como os 300 de Leônidas que impediram a tropa persa de atravessar o Desfiladeiro das Termópilas. Heróis, heróis, heróis como poucos no futebol.

Mas não eram 300. Eram oito. E o que significa este oito? Acredita em numerologia? Pois bem. Representa vitória e prosperidade. Isso mesmo! Por isso é o número de sorte dos chineses. Belo e aerodinâmico 8, que um dia foi de mestre Mengálvio…

Oito que foi o maior número de gols que Pelé marcou em um jogo (11 a 0 no Botafogo de Ribeirão Preto, em 1964), que foi também a maior goleada no maior rival (8 a 3 no Corinthians, em 1927) e a maior goleada que um campeão argentino sofreu em seu país (8 a 3 no Racing, em 1962).

Mas o oito, o número 8, meu amigo, não é só isso – se bem que vitória e prosperidade já são muita coisa. Mas o 8 é ainda mais. O oito, deitado, deitadinho, é o símbolo do infinito. Sentiu-se iluminado agora? Pois é. O Santos não ficou com oito jogadores por acaso.

Essa alegria, essa fome danada de gol, essa arte irreverente, isso tudo nunca abandonará o Santos. Sempre haverá novos Meninos da Vila, famintos de gols e traquinagens, cada vez mais rápidos, malabaristas, vitoriosos. Esta é a mensagem que o jogo de domingo nos deixou. Por isso, o título tinha de ser ganho com oito jogadores, este número lindo, pleno, insuperável, que simboliza aquilo que não tem fim.


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