Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Oswaldo de Oliveira (page 1 of 5)

O que a gente temia


Antes do jogo, Renato pediu: “Todo mundo ligado, todo mundo se ajudando”. Adiantou?

Imagine tudo o que pode dar errado em um jogo do Santos fora de casa. Pois é. Ocorreu de novo. Um time que parecia brincar no rachão do CT, com jogadores que estão atuando abaixo da crítica há vários jogos, caiu mansamente diante de um Sport desorganizado, que tem Oswaldo de Oliveira como técnico, mas teve o mérito de correr mais e querer mais a vitória. Assim, melancolicamente, o Santos parece deixar escapar a chance de lutar pelo título brasileiro e põe em risco até a vaga no G4.

Para sintetizar a partida, faço a seguinte comparação: se o Santos enfrentasse o Barcelona de igual para igual, jogando aberto e deixando o adversário jogar, qual seria o resultado? Uma goleada estrepitosa do time espanhol, não? Pois o Sport jogou aberto até os 20 minutos do segundo tempo. Atacou e deixou o Santos atacar. E se o time pernambucano ganhou o jogo é porque foi melhor mesmo, não tem desculpa. Um time com três atacantes não marcar um golzinho no Sport é dose pra leão.

Como se previa, o árbitro errou em lances importantes contra o Santos. Não deu um pênalti de mão na bola que interceptou um chute em direção ao gol e expulsou Elano por reclamação. Parece que a paciência com os santistas será menor de agora em diante. Mas, mesmo com os erros da arbitragem, seria possível vencer, caso houvesse mais vontade.

Há jogadores que merecem um banco há alguns jogos, pois podem até ter uma boa técnica, mas não suam a camisa, não estão nem aí para o resultado da partida. Se tivesse mais personalidade, Dorival Junior colocaria na reserva Victor Ferraz, Lucas Lima e, talvez, Renato. Até mesmo Thiago Maia, antes um guerreiro, agora também deu de rebolar.

Para complicar, as contusões de Gustavo Henrique e Vitor Bueno atrapalharam a equipe. David Braz entrou no lugar do zagueiro e falhou constrangedoramente no gol de Rogério, aos 11 minutos de jogo. O atacante teve tempo de matar a bola, virar para o gol e bater, rasteirinho, no canto, diante de um Braz mais perdido do que cego em tiroteio.

Dorival preferiu colocar Elano no lugar de Vitor Bueno, creio que para tentar imprimir um pouco de garra ao time. Elano não estava mal. Percebi que até Lucas Lima começou a trotar um pouco mais rápido depois que o veterano entrou em campo. Porém, Elano foi reclamar e o que para qualquer jogador daria apenas um cartão amarelo, para o santista valeu dois amarelos e a expulsão.

Para o status quo do futebol não é bom mesmo o Santos tomar o lugar do queridinho da Globo no G4, mas o santista tem de estar preparado para lutar contra tudo e contra todos, e apesar de tudo a vitória era bem possível. Contra um time que jogue sério, esse Sport dificilmente venceria com um esquema tão suicida. Ocorre que o Santos perdeu a velocidade de contra-ataque sem Gabriel, e Lucas Lima tem segurado demais a bola.

Assim como os jogadores pedem prêmios por vitórias, assim como, recentemente, o técnico Dorival Junior pediu aumento, acho que seria justo aplicar uma multa aos jogadores e à comissão técnica por mais esse desempenho vergonhoso. Com um pouco mais de aplicação o Santos poderia ter vencido, como Coritiba, Corinthians e Palmeiras fizeram no campo do Sport. Ou ao menos empatado, como Internacional e o lanterninha América Mineiro. Perder foi lamentável e desanimador.

Os próximos jogos do time serão na Vila Belmiro. Espero que a torcida cobre esse time do começo ao fim dos jogos. Se bem que em casa esses jogadores, que não são bobos, costumam correr mais e mostrar uma vontade que some quando estão no campo do adversário. Enfim, este Santos, infelizmente, é muito frouxo para lutar pelo título. Que, então, ao menos se esforce pela vaga no G4. Deixar escapar, como no ano passado, outra chance de jogar a Copa Libertadores seria um desastre histórico.

Por fim, outro dia li uma crônica de Luis Fernando Veríssimo intitulada “Um dia de merda”. Ele ia viajar e sentiu uma baita dor de barriga. É fácil imaginar o que ocorreu no caminho para o aeroporto. Pois eu poderia chamar esse jogo do Santos de “um jogo de merda”. Tudo foi uma merda, até a narração e os comentários do Sportv. Uma merda geral que deve ser esquecida.

Sport 1 x 0 Santos
Ilha do Retiro, 24/09/2016, 18h30
Público: 7.934. Renda: R$ 129.495,00.
Sport: Magrão, Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves e Rodnei Wallace; Rithely, Neto Moura (Paulo Roberto, 12’/2ºT), Diego Souza, Gabriel Xavier (Vinicius Araujo, 24º/2T) e Everton Felippe; Rogério. Técnico: Oswaldo de Oliveira.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique (David Braz, 4’/1ºT) e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Vitor Bueno (Elano, 10’/2ºT) Copete e Rodrigão (Jean Mota, intervalo). Técnico: Dorival Júnior.
Gol: Rogério, aos 11 minutos do primeiro tempo.
Arbitragem: Elmo Alves Resende Cunha (GO), auxiliado por Fabricio Vilarinho da Silva – GO (FIFA) e Leone Carvalho Rocha – GO (CBF-1).
Cartões amarelos: Matheus Ferraz e Vinicius Araujo (Sport); Copete (Santos).
Cartão vermelho: Elano.

E você, o que achou do Santos em Recife?

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A final será dificílima. Mas o Santos está acostumado a lutar

Treino no CT Rei Pelé
O Santos treinou no CT Rei Pelé (Fotos: Ricardo Saibun/ Santos FC)
Gustavo Henrique e Lucas Otávio
Gustavo Henrique e Lucas Otávio talvez joguem
Lucas Lima e Leandrinho
Lucas Lima e Leandrinho
Robinho
Robinho recuperado (e Cittadini também)
Gabriel
Gabriel, quem sabe, pode ser a arma secreta…

LEVANTA E ANDA SANTOS!

A final será dificílima. Mas o Santos está acostumado a lutar

É claro que a maioria dos santistas estão confiantes de que o Santos vencerá o Palmeiras por mais de um gol de diferença e comemorará o título Paulista neste domingo à tarde, na Vila Belmiro. Mas como essa vitória pode ser obtida? Que circunstâncias envolvem a partida que podem ser favoráveis ou não ao Santos? Tentarei resumir os pontos principais deste confronto. Leia e dê sua opinião sobre eles:

1 – Placar do jogo: Uma vitória por dois gols de diferença, em um clássico, não é um resultado normal. Um time grande que se fecha bem não costuma sofrer goleadas e dificilmente perde por mais de um gol de diferença. Lembremos que no ano passado o Ituano se segurou o máximo que pode e perdeu só por um gol no segundo jogo, provocando a disputa por cobranças da marca penal. E assim tirou o título do Santos.

2 – Estatísticas: Em complemento ao item anterior, é bom saber que apenas em três oportunidades o time que perdeu o primeiro jogo de uma final de Campeonato Paulista acabou sendo campeão no segundo jogo. Uma dessas vezes foi protagonizada pelo próprio Santos, diante do São Caetano, em 2007. O Alvinegro Praiano perdeu o primeiro jogo por 2 a 0 e devolveu o marcador no segundo. Naquele ano, como o Santos teve melhor campanha, não foi necessário desempatar nos pênaltis.

3 – Vila Belmiro: Para jogadores, comissão técnica, presidência e diretoria do clube, parece não haver dúvidas de que jogar na Vila Belmiro significa meio título na mão. A história, porém, não confirma esse otimismo. Na primeira vez em que decidiu um título estadual, em 1927, contra o mesmo Palmeiras – na época chamado Palestra Itália –, o Santos jogou pelo empate para ser campeão e mesmo assim perdeu por 3 a 2. Antes, em 1918, depois de vencer Paulistano e Corinthians, fez um jogo decisivo, também na Vila, contra a Associação Atlética das Palmeiras, cuja vitória lhe daria possibilidade de lutar pelo título, e perdeu por 1 a 0. Em 1955 foi campeão vencendo o Taubaté por 2 a 1, no Urbano Caldeira, mas no domingo anterior poderia ter comemorado o título diante do Corinthians, mas sofreu a virada depois de estar vencendo por 2 a 0. Na decisão da primeira Taça Brasil, em 1959, perdeu o primeiro jogo da final para o Bahia, por 3 a 2, e essa derrota, na Vila Belmiro, deu ao campeão baiano a possibilidade de jogar a negra no Maracanã, que o Bahia venceu por 3 a 1, sagrando-se o primeiro campeão brasileiro. O Santos foi campeão da Taça Brasil de 1961, mas na semifinal perdeu para o América do Rio, ainda na Vila, por 1 a 0. Na final da Copa Libertadores de 1962 ele também perdeu para o Peñarol, por 3 a 2, conquistando o título em Buenos Aires. Recentemente, perdeu os títulos paulistas de 2009 e 2013 jogando as finais na Vila 9pior ainda foi perder na semifinal da Libertadores de 2012). Portanto, jogar na Vila Belmiro pode dar alguma vantagem psicológica, mas está longe de garantir a vitória.

4 – Times: Santos e Palmeiras têm elencos equivalentes, apesar de o rival contar com mais opções para o banco de reservas. Em uma análise fria por setores – defesa, meio-campo e ataque -, o Santos faz o jogo fluir melhor e seu ataque é mais incisivo, diferença que poderá se acentuar em um jogo diante de sua torcida. A melhor formação que o Santos pode colocar em campo é: Vladimir; Vitor Ferraz, Gustavo Henrique (ou Werley), David Braz e Chiquinho; Valencia (ou Leandrinho, ou Lucas Otavio), Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Ricardo Oliveira e Robinho. Outras opções para o andamento do jogo são Elano, Cicinho, Gabriel e Marquinhos Gabriel.

5 – Prováveis desfalques: Apesar de o técnico Marcelo Fernandes ter dito que Robinho só entrará em campo se estiver cem por cento, é inviável que Fernandes deixe de escalar seu melhor jogador se este tiver, digamos, oitenta por cento de suas condições físicas e clínicas. Poupar para quê? É a decisão, o último jogo do campeonato, o tudo ou nada. O mesmo se aplica a Valdívia. Tudo indica que o jogador participará da partida, mesmo que por apenas um tempo. Uma dúvida real do Santos é o zagueiro Werley, que se recupera de dengue. Neste caso, Gustavo Henrique pode substituí-lo bem, pois já jogou muitas vezes ao lado de David Braz. Valencia também não é certeza. Para o seu lugar o técnico teria Lucas Otávio, Elano, Leandrinho ou mesmo Elano, que não tem sido aproveitado mais por estar fora de forma.

6 – Jogadores especiais: Neste particular, o Santos tem mais jogadores que podem decidir uma partida importante como esta: Robinho, Lucas Lima, Ricardo Oliveira e Geuvânio representam mais do que Valdívia, Zé Roberto, Leandro Pereira e o outro Robinho. Mas nem sempre uma final é decidida pelo jogador mais credenciado. Lembremos que Adriano Gabiru e Mineiro decidiram títulos mundiais para Internacional e São Paulo, respectivamente.

7 – Técnicos: Oswaldo de Oliveira é mais experiente do que Marcelo Fernandes, que já se declarou seu discípulo. Isso não pode intimidar Fernandes, ou deixará de fazer o que deve ser feito. Neste particular, o auxílio do irreverente Serginho pode ser muito útil ao técnico do Santos. Não há melhor momento de o aluno superar o mestre do que em uma final de campeonato.

8 – Postura: Caso jogue como sempre o faz na Vila Belmiro, o Santos terá uma postura pró-ativa, energética, ofensiva, e buscará comandar o jogo desde os primeiros minutos. Obviamente o Palmeiras terá de responder à altura, ou será completamente dominado. Em uma final, entretanto, o ritmo não pode cair em nenhum momento do jogo. Bem, ao menos a atenção não pode ser relaxada, pois em um lance aparentemente bobo pode ser decidido o campeonato. Nesse participar, o Santos provavelmente terá mais probabilidade de ter e manter uma postura vencedora.

9 – Paz entre torcidas: Que fique bem claro que santistas e palmeirenses não são inimigos, são apenas adversários. Que haja respeito entre os torcedores. A rixa entre alguns torcedores organizados não pode contaminar toda a relação histórica e cordial entre torcedores dos dois clubes. Isso é sério. Além de tudo, a violência é inútil e nada ajuda ao futebol ou aos nossos times. A Polícia Militar de Santos proibiu comemorações na Praça da Independência. Há uma grande preocupação com o clima tenso gerado pelos últimos acontecimentos. Que o santista e o palmeirense saibam dar o exemplo.

Bem, estão aí os nove pontos que destaco nesta grande final do campeonato estadual mais antigo, disputado e conceituado do Brasil. Deixo em aberto o décimo ponto. Se quiser, escreva-o.

Jogos decisivos entre Santos e Palmeiras

Santos e Palmeiras só decidiram dois títulos importantes: os Paulistas de 1927 e 1959. No primeiro, mesmo jogando pelo empate, na Vila Belmiro, o Santos perdeu por 3 a 2, na bastante prejudicado pela arbitragem do árbitro palmeirense Antero Molinaro (que só conseguiu sair de Santos protegido pela polícia). E em 1959, em uma super decisão em melhor de quatro pontos, o Palmeiras venceu o terceiro jogo por 2 a 1, depois de dois empates.

Mas os dois times fizeram outros jogos importantes, mesmo sem ser finais. Ambos se encontraram nas semifinais de três campeonatos brasileiros: nas Taças Brasil de 1964 e 1965, com todos os jogos no Pacaembu, e o Santos venceu as duas (3 a 2 e 4 a 0 em 1964 e 4 a 2 e 1 a 1 em 1965). No quadrangular final do Torneio Roberto Gomes Pedrosa/ Taça de Prata de 1968, o Santos venceu por 3 a 0, no Morumbi.

Pelo Campeonato Paulista, Santos e Palmeiras jogaram pelo quadrangular final em 1969 e o Santos venceu por 3 a 0, em pleno Parque Antártica (Pelé ainda marcou mais um gol, de cabeça, mas o árbitro não viu a bola entrar).

O último jogo entre ambos pelo Paulista ocorreu na semifinal de 2000, quando o badalado Palmeiras de Luiz Felipe Scolari jogava pelo empate e estava ganhando por 2 a 0, mas o Santos conseguiu a virada a partir da metade do segundo tempo. A seguir, veja os gols e os melhores lances dos confrontos dos Paulistas de 1969 e de 2000:

Enquanto o jogo não vem, curta esse papo histórico com Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe, o melhor ataque do futebol:

E você, como analisa os pontos desta decisão entre Santos e Palmeiras?


Ingressos para Santos e Vitória já estão à venda no site

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Eu fiz essa foto no intervalo de Santos e Tachira, pela Libertadores de 2011. Como é bonito ver o Pacaembu lotado de santistas!

Oswaldo de Oliveira foi demitido. Enderson Moreira assina amanhã

O técnico Oswaldo de Oliveira não resistiu à má campanha do Santos neste Brasileiro, mesmo tendo um elenco mais caro do que no ano passado. Nesta terça-feira pela manhã foi demitido pelo presidente Odílio Rodrigues e o comitê gestor. Oliveira não fez um péssimo trabalho. Com ele o time jogava menos feio do que nos tempos de Muricy Ramalho e Claudinei Oliveira, mas ficou marcado por perder a final do Paulista para o Ituano e por seguidas derrotas fora de casa neste Brasileiro. Seu salário, de 400 mil reais por mês, deve ter pesado na decisão. Oswaldo, assim como alguns jogadores contratados por essa diretoria, acabou se incluindo no gênero ruim e caro. Não justificou o alto salário, assim como, em 80% dos casos, nenhum técnico justifica. O novo técnico do Santos será Enderson Moreira, que assina amanhã um contrato com validade até o final de 2015.

Bem, Enderson, mineiro de Belo Horizonte, 42 anos, é um dos bons técnicos da nova geração. Se custar uns 150 mil menos por mês, vale a pena, pois no fundo há pouca diferença entre os técnicos brasileiros. O que me preocupa é que o Vasco queria contratá-lo e só não acertou o negócio porque o staff de Enderson fez muitas exigências. Só falta terem feito as mesmas para o Santos e a diretoria santista ter aceitado. E como o contrato vai até o final de 2015 se essa diretoria só vai até o final de 2014? Será sacanagem com a nova gestão se incluíram uma multa pesada nesse contrato. Pois se técnico macaco velho já é uma incógnita, técnico novo a gente nunca sabe o que vai dar e nem quanto tempo vai durar no clube.

Mas o que eu quero saber, mesmo, é se você vai ao Pacaembu sábado. Abraço!

Site do Santos avisa que Oswaldo de Oliveira foi demitido.

Veja o Anderson Moreira esquentado com um repórter que criticou o Goiás:

Confira os preços dos ingressos para Santos x Vitória, sábado, às 18h30m, no Pacaembu:

Tobogã: R$ 10 / R$ 5 meia
Arquibancadas Amarela e Verde: R$ 20 / R$ 10 meia
Cadeira Especial Laranja: R$ 60 / R$ 30 meia
Cadeira Descoberta Manga: R$ 60 / R$ 30 meia
Cadeira Coberta Azul: R$ 100 / R$ 50 meia

Entre no site Sócio Rei e compre seu ingresso

Só cinco reais o ingresso do Tobogã e 10 a arquibancada para quem paga meia. É a grande oportunidade de o santista da Capital e do Interior – além, é claro dos fieis que vierem da Baixada Santista – marcarem presença em um jogo do Santos neste Campeonato Brasileiro. Santos e Vitória não passam por boa fase, mas já decidiram a Copa do Brasil de 2010, lembra-se? O jogo será iniciado às 18h30m, no velho e bom Pacaembu, mas eu estarei em frente ao portão principal a partir das 17 horas, com amigos deste blog. Quem quiser bater um papo de 45 minutos, é só chegar. Depois eu vou pro meu lugar na torcida. Gosto de ver o estádio encher e notar a reação dos santistas.

A gente tem criticado muitas coisas no Santos e sugerido providências. Ótimo, essa participação é essencial mesmo. Mas não basta. Somos torcedores e estamos nos esquecendo da função principal de um torcedor, que é torcer no estádio. Por isso, temos de ir ao Pacaembu, em busca da alegria, mas preparado para tristeza, neste sábado. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.

Os ingressos estão à venda para os sócios do Santos pelo site oficial do clube do com preços promocionais. Nas bilheterias e nos postos de venda, para os demais torcedores, a comercialização começa nesta quarta-feira. As entradas para associados seguirão à venda pelo site até as 15 horas de sexta-feira. Como eu disse, está uma bagatela: de R$ 5 (Tobogã) a R$ 30 (Cadeira Especial Laranja).

Sócios proprietários de cativa ou especial devem fazer reserva no site do Sócio Rei. As opções de ingresso são para os setores de Cadeira Descoberta Manga (R$ 30) e Especial Laranja (R$ 30), arquibancadas Amarela e Verde (R$ 10) e Tobogã (R$ 5).

Já os sócios proprietários de camarote também devem fazer reserva no site do programa Sócio Rei, podendo escolher entre os setores de cadeira Coberta Azul (R$ 50), Cadeira Descoberta Manga (R$ 30) e Especial Laranja (R$ 30), arquibancadas Amarela e Verde (R$ 10) e Tobogã (R$ 5).

Na Vila Belmiro, os ingressos serão vendidos na quarta-feira, das 10 às 18 horas. Nos demais dias, se ainda restarem entradas, as vendas começarão às 10 horas e irão até o fim do primeiro tempo da partida. Confira os locais de venda dos ingressos:

Vila Belmiro – Rua Princesa Isabel, s/ nº – Santos/SP.

Ginásio do Ibirapuera – Av. Manoel da Nóbrega, 1361 – Ibirapuera – São Paulo – Aberto de segunda a sábado, das 11h às 17h.

Alexi Calçados – Av. Ana Costa, 549 (Shopping Parque Balneário, 51, Térreo) – Santos/SP – Tel: (13) 3284-5518. Aberto de segunda a sábado das 10h às 21h.

Ali-Car Auto Peças, Serviços Mecânicos, Elétricos, Injeção Eletrônica e Correias Industriais – Socorro 24 Horas – Via Santos Dumont, nº 752 – Vicente de Carvalho – Guarujá/SP – Tel.: (13) 3 352-5077 – Aberto todos os dias 24 horas.

Empório Brasil Esportes – Rua Jacob Emmerich, 448 – Centro – São Vicente/SP – Tel.: (13) 3467-5298 – Aberto das 9h às 19h de segunda a sábado.

Hotel Praiano – Avenida Barão de Penedo, nº 39 – José Menino – Santos/SP – Tel.: (13) 3251-6826 – Aberto todos os dias 24 horas.

Pepino Esportes do Super Centro Boqueirão – Rua Oswaldo Cruz – loja 66/95 – Santos/SP – Tel.: (13) 3233-8850 – Aberto de segunda a sábado das 9h às 20h.

Santos na Área – Avenida Ana Costa, nº 519 – Gonzaga – Santos/SP

Vila do Santos (Jardins/São Paulo) – Alameda Lorena, Nº 1.579 – Jardins/SP – São Paulo/SP

O que eu quero saber é se você estará sábado, às 18 horas, no Pacaembu

Amigo, como disse o escritor Nick Hornby, autor do bem-sucedido Fever Pitch, sobre o cara de meia idade fanático por futebol, o torcedor vive para sofrer mesmo. Dos 20 times, só um será campeão. A maioria dos torcedores sofre. Se não quiser sofrer, vá acompanhar balé clássico. Mas o bom é que às vezes a gente se surpreende e se alegra. Vamos checar isso no sábado? Se for pra sofrer, vamos sofrer juntos. O que não pode é a torcida se apartar do time. Grite, incentive, ou xingue, mas não abandone o Santos. Posso contar com você sábado, contra o Vitória?

http://youtu.be/DPckB4dX9PM

Amigos, não acho que o Santos jogou tão mal, mas também não jogou bem contra o Botafogo e mereceu perder por 1 a 0. Porém, deixo a vocês a análise dos jogadores e da partida. É algo tão repetitivo, que nem dá vontade de falar de novo. A verdade é que o Santos perdeu mais uma fora de casa e neste Brasileiro já não vence um jogo no campo do adversário desde a oitava rodada, quando ganhou do Bahia por 2 a 0.

De lá para cá foram cinco jogos fora e cinco derrotas: Fluminense (0 a 1), Internacional (0 a 1), Cruzeiro (0 a 3), São Paulo (1 a 2) e, hoje, Botafogo (0 a 1). Nem ao menos um empatezinho. Assim fica difícil sequer pensar em disputar uma vaga para a Copa Libertadores. Nesse ínterim ainda perdeu mais uma, em casa, para o Corinthians (0 a 1).

O que mais preocupa nisso tudo nem é o retrospecto, pois um time medíocre e barato, pode, sim, ter uma campanha medíocre. Mas o Santos deste ano é uma equipe medíocre bem mais cara do que no Brasileiro do ano passado.

Em 2013 o técnico era o barato Claudinei Oliveira e não havia Cicinho, Leandro Damião e Robinho. A equipe, cuja base era Aranha; Rafael Galhardo (ou Bruno Peres), Gustavo Henrique, Durval e Mena; Alison, Arouca, Cícero e Montillo; Gabriel (ou Everton Costa) e Thiago Ribeiro terminou o primeiro turno em sétimo lugar, com 29 pontos, sete vitórias, oito empates e quatro derrotas.

Em 2014 o Santos está em décimo, com 23 pontos, seis vitórias, cinco empates e sete derrotas. Ou seja, mesmo que vença o Vitória, no próximo sábado, às 18 horas, no Pacaembu, na última rodada do turno, ainda assim terminará com três pontos a menos do que em 2013.

Agora vêm essa notícia de que Robinho foi convocado por Dunga para amistosos contra Equador e Colômbia. Cabe a pergunta: Foi convocado só para esses jogos caça-níqueis, ou há um plano real de levá-lo até a próxima Copa? O certo é que a reestreia de Robinho para os santistas de São Paulo e Interior, marcada para o próximo sábado, terá de ser adiada.

Tudo bem. O Santos não é só Robinho. O santista não deve condicionar o seu apoio ao time a um ou outro jogador. A partida contra o Vitória é importante, na medida em que se não ganhar ao menos os jogos em casa, daqui a pouco o risco do rebaixamento voltará a assombrar a Vila.

Como muitos já disseram, este é mais um Campeonato Brasileiro perdido. Não houve planejamento na formação do elenco e nem na montagem da comissão técnica. A de Claudinei Oliveira, mesmo bem limitada, dava mais resultado e tinha uma relação custo x benefício bem melhor.

A chance de conseguir vaga na Libertadores é a Copa do Brasil. No Brasileiro, se não cair, já poderemos respirar aliviados – e esperar que os resultados das urnas, em dezembro, tragam uma administração menos ruim para o Santos.

Santos só faz 3 pontos em 5 rodadas e fica atrás do Flamengo, que era o último

Eu sempre disse que Vanderlei Luxemburgo pode ser um tanto malandro, mas entende mais de futebol do que qualquer outro técnico no Brasil. Quando quer trabalhar, como agora, consegue resultados impressionantes. Veja que na 13ª rodada, quando assumiu o Flamengo, o time era o último colocado, com apenas 10 pontos, enquanto o nosso Santos era o sexto, com 20.

Pois com a derrota do Santos para o Botafogo e a vitória do Flamengo, fora de casa, sobre o vitória (2 a 1), o rubro-negro carioca alcança a nona posição no campeonato, duas à frente do Alvinegro Praiano. E isso sem nenhuma contratação, usando apenas os jogadores que já estavam no elenco. Veja como estava a classificação do Campeonato Brasileiro após a 13ª rodada:

classificacao apos 13 rodada

E pra você, por que o Santos ficou mais caro e pior?


O esquema hoje, no Maraca, teria de ser “bola pro Damião”

http://youtu.be/Isv9F1DZ3t4

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Damião tem treinado muito. Na sala de musculação (Foto: Vinicius Vieira/ Santos FC)

Se você casa com uma pessoa e ela fica gorda e feia, você tem três opções: 1 – Pedir o divórcio; 2 – Juntar dinheiro para o spa e as plásticas; 3 – Fingir que a estética não é importante, e o que vale mais é o que a pessoa tem no seu interior. Como o Santos não conseguiu ainda vender o Leandro Damião e como ele é grandinho para aprender alguns fundamentos do futebol, hoje seria dia de montar um esquema para ele fazer gols no Botafogo.

Tá bom, já sei que após o treino de ontem, na Gávea, Oswaldo de Oliveira anunciou que Rildo entrará no lugar de Gabriel e Damião continuará no banco. Tecnicamente, Oswaldo está correto. Acho até que Damião está um pouco acima do peso. Rildo deve começar aberto pela esquerda, Thiago Ribeiro pela direita, e Robinho no meio. O ataque se torna mais ágil assim. Porém, se Damião não jogar, como o Santos vai recuperar o prejuízo monstruoso de seu investimento?

Não adianta chamar o rapaz de poste, cone e outros objetos imóveis. Um centroavante fixo como ele, se não recebe bola, não tem nenhuma função no time. Com Damião na frente, seria preciso armar o ataque para jogar em função dele. Por exemplo, a ultrapassagem, pela direita, deve ser feita com Thiago Ribeiro e Cicinho, e pela esquerda com Robinho e Mena. Lucas Lima e mesmo Arouca devem entrar pelo meio, usar Damião como parede, ou preparar para a conclusão do atacante.

O burro é investir uma fortuna em um jogador e não criar condições para que ele se sobressaia. Concordo que o marketing deve falar com o técnico antes de um investimento irreal desses, mas agora a Inês é morta. Ou o Damião faz gols, se destaca, ou nenhum clube do mundo vai oferecer por ele ao menos o que o Santos pagou, e ele continuará eternamente sugando a energia vital do Glorioso Alvinegro Praiano.

Como o Gabrielzinho fez o favor de tomar um cartão amarelo de graça por fazer um gol que eu nunca perdi na vida (sim, jamais perdi uma cobrança de pênalti, pode perguntar ao meu irmão Marcos, ao Haroldinho, ao Paulinho Alemão e aos amigos do campo do Diamante, na Cidade Dutra). Bem, mas como o Gabriel, muito mal orientado por Wagner Dinheiro e pelo Santos, ainda toma amarelo por tirar a camisa, Damião deveria ter outra oportunidade de começar uma partida, ou ao menos entrar no segundo tempo, depois que Rildo cansasse os botafoguenses.

Pelo jeito, o Santos começa com Aranha, Cicinho, Edu Dracena, David Braz e Mena; Alison, Arouca e Lucas Lima; Thiago Ribeiro, Robinho e Rildo. Para alguns santistas pode não ser grande coisa, mas é um time que preocupa o técnico do Botafogo, Vagner Mancini. Para ele, o Santos tem um ataque muito perigoso, “de muita qualidade”, e exigirá grandes cuidados do alvinegro carioca. Presumo que mesmo jogando em casa em alguns momentos o Botafogo poderá atrair o Santos e especular os contra-ataques.

Está aí um jogo que merecia ser tratado como grande evento, com uma solenidade antes da partida e a presença de ídolos do passado. Há um lado bonito no futebol que não tem sido explorado por nossos clubes. O Santos pode e deve começar isso. O torcedor deve ir ao estádio para um espetáculo da família, se não de arte, ao menos de emoção. E o reconhecimento da história dos clubes e dos ídolos do passado torna o futebol mais humano e confraternizador. E depois, com a bola rolando, ganhe quem jogar melhor.

No Botafogo, o atacante Emerson Sheik, de tão penosa lembrança para os santistas, deve jogar, pois o clube carioca conseguiu efeito suspensivo após o atleta ser punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por uma entrada violenta no volante Henrique, do Cruzeiro. Esse negócio de efeito suspensivo é outra mágica do STJD que geralmente só favorece times do Rio. Na final de 1995 o Santos pediu um para Vagner e foi negado. Para o STJD, a justiça não é nada cega.

No meio-campo do time carioca o volante argentino Mario Bolatti deve substituir o paraguaio Pablo Zeballos. Não sei dizer se isso é bom ou ruim. Acredito em um jogo muito disputado, pois a garra deve ser uma das armas do time do Rio – algo, aliás, que também não pode faltar ao Alvinegro Praiano. E se as equipes se igualarem na garra, creio que uma vitória santista é bem possível. O que não pode é voltar ao marasmo preguiçoso de alguns jogos fora de casa.

Pena que a tevê aberta não transmitirá a partida, a de mais história deste domingo à tarde. Escolheu o “carismático” São Paulo x Figueirense. De qualquer forma, àqueles que a verão, fica aqui o convite para fazer os comentários neste blog após o jogo. Até mais. Abraços!

Se Gabriel tem mesmo proposta de 10 milhões de euros, vá com Deus!

O ideal para o marketing do Santos é ter sempre um garoto da base se destacando no time profissional, de preferência no ataque. Gabriel é o jogador do momento. Mas ainda não fez o suficiente para ser chamado de craque e nem de ídolo. É apenas o melhor dos Meninos da Vila, mas não vale 250 mil reais por mês nem aqui, nem na China (bem, talvez na china valha).

Talvez em outra situação financeira, o clube pudesse apostar nele e lhe pagar um salário de craque, mas não creio que seja o caso. Para começar, há poucos craques no futebol brasileiro e os salários deles estão superdimensionados diante da realidade de nosso futebol.

Na situação atual, se esta proposta de 10 milhões de euros pelo garoto não for um blefe do empresário Wagner Ribeiro, então que o negócio seja fechado, antes que o Santos, um dia, fique com uma mão na frente e outra atrás, como nos casos de Neymar e Paulo Henrique Ganso. Porém, além de Gabriel, o clube deve negociar Leandro Damião e Thiago Ribeiro. Este último parece que está em greve: não acerta mais o gol nem com reza braba.

E pra você, o Santos deve jogar para Leandro Damião hoje?


Derrota justa. Santos só começou a jogar depois de sofrer o gol

http://youtu.be/GrirNFL5VSU

É muito cabotino dizer “eu não falei?”, mas não dá para começar a comentar a derrota do Santos para o São Paulo, por 2 a 1, no Morumbi, sem lembrar que já preveníamos que se o time entrasse com três atacantes, como fez contra o Cruzeiro, no Mineirão, seria dominado pelo tricolor, que baseia seu jogo no quarteto Paulo Henrique Ganso-Kaká-Alan Kardec-Pato. Sem especialistas no setor, o Santos foi totalmente envolvido, até que Ganso fez o gol, aos 23 minutos, e o São Paulo recuou um pouco.

Não dá para afirmar que a sorte da partida seria outra se o Santos entrasse com quatro jogadores no meio e dois atacantes, mas ao menos o São Paulo teria menos espaço no primeiro tempo. E como o seu time costuma cair de rendimento no segundo, como ocorreu de novo, o Santos teria mais chances até para vencer.

Do jeito que foi, o Santos passou a maior parte do tempo em busca do empate, o que só conseguiu aos 40 minutos do segundo tempo, com um pênalti cobrado por Gabriel. Porém, foi só o São Paulo apertar em seguida e a defesa santista confessou de novo. Sei que alguns vão lembrar que é só o Edu Dracena voltar e a média de gols sofridos pelo Santos aumenta, mas, infelizmente, é uma realidade. O capitão tem se colocado muito mal.

Sofrer um gol em um lateral e deixar o goleiro Aranha sozinho diante do atacante no segundo, sem ao menos correr para o rebote, é coisa de defesa desentrosada. Mas não creio que Oswaldo de Oliveira terá coragem de mexer no setor. Dracena é intocável e o técnico vê em David Braz uma espécie de Beckenbauer moreno.

Melhor em boa parte do segundo tempo, o Santos cresceu com as esperadas saídas de Leandro Damião e Thiago Ribeiro, para as entradas de Rildo e Patito Rodríguez. Novamente Damião e Ribeiro ficaram devendo. Uma pena. Assim fica difícil até aparecer um clube interessado neles.

Mais uma vez o Santos faz um bom jogo e mais uma vez perde uma partida por não tomar os devidos cuidados defensivos. Times bem inferiores teriam conseguido ao menos alguns pontinhos nesses jogos contra Fluminense, Internacional, Cruzeiro, Corinthians e São Paulo. Oswaldo Oliveira precisa rever seus conceitos.

Não adianta escalar um time aberto, mas em campo a equipe ser amplamente dominada até sofrer o gol, e a partir daí, como se diz, correr atrás do prejuízo. Tudo bem que esses jogos foram contra equipes boas. Mas não é o caso do Botafogo, adversário do próximo fim de semana. Espero que o professor calce as sandálias da humildade e inicie o jogo com um time mais precavido.

Se voltar a entrar em campo com três atacantes no meio da semana, diante do Grêmio, pela Copa do Brasil, sugiro ao santista que arrume uma outra coisa para fazer na hora do jogo, pois certamente passará nervoso de novo.

São Paulo 2 x 1 Santos
Estádio do Morumbi, São Paulo
Público: 31.281
Renda: R$ 955.453,00
São Paulo: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Álvaro Pereira; Souza, Denilson, Ganso e Kaká (Hudson); Alexandre Pato (Michel Bastos) e Alan Kardec. Técnico:Muricy Ramalho.
Santos: Aranha, Cicinho, David Braz, Edu Dracena e Mena; Alison (Souza), Arouca e Lucas Lima; Thiago Ribeiro (Patito Rodríguez), Gabriel e Leandro Damião (Rildo). Técnico: Oswaldo de Oliveira.
Gols: Ganso, aos 23 minutos do primeiro tempo; Gabriel, aos 40 minutos (pênalti) e Pato aos 42 minutos do segundo.
Arbitragem: Vinicius Furlan, auxiliado por Vicente Romano Neto e Carlos Augusto Nogueira Junior, todos de São Paulo (Furlan ipocou na hora de expulsar Paulo Miranda, que aplicou um carrinho e ficou só com o amarelo).
Cartões Amarelos: Alexandre Pato, Rafael Toloi, Ganso, Paulo Miranda, Alvaro Pereira (São Paulo); Vladimir, Gabriel e David Braz (Santos).

E você, o que achou do desempenho do Santos no Sansão?


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