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Orgulho e esperança


Sasha e Rodrygo, autores dos gols que calaram o Pacaembu na vitória do aguerrido Santos sobre o decantado Palmeiras


O que Jair Ventura falou após Palmeiras 1 x 2 Santos

Chuva incessante, Pacaembu lotado de palmeirenses, adversário considerado o time mais caro time da América do Sul… Tive receio de que nossos Meninos sentissem a pressão. Mas o jogo começou e logo percebi que estava subestimando esse Santos imprevisível, que se defende bem, sabe atacar com perigo e tem uma personalidade que não deveria ser comum em uma equipe com tantos jovens.

A vitória de 2 a 1, sacramentada no primeiro tempo, demonstra a força de um time que ainda pode crescer muito. Os pênaltis determinaram a classificação palmeirense para a final do Campeonato Paulista, mas não se pode minimizar a importância da vitória santista durante os 90 minutos. Na verdade, na maior parte dos dois jogos o Santos foi melhor, o que nos dá muita esperança de que com alguns ajustes esse time possa conseguir resultados ainda mais expressivos.

Talvez, se nos últimos 15 minutos o técnico Jair Ventura não tivesse optado por segurar a vitória, fazendo entrar Jean Mota e Leandro Donizete, quem sabe o Santos não fizesse o terceiro gol e definisse a classificação. O adversário estava um tanto descontrolado. Mas Ventura foi sensato, preferiu no mínimo garantir o triunfo e levar a decisão para os pênaltis, o que acabou conseguindo. E não se pode analisar cobranças de pênaltis, nas quais o anistiado Jailson pegou um, contra nenhum de Vanderlei. A diferença foi só essa.

Quem jogou bem, quem jogou mal, o que Jair Ventura poderia ter feito, como foi a atuação do árbitro. Essas análises eu deixo para meus companheiros de blog. Quanto a mim, voltei para casa tranquilo. O Santos venceu, não foi derrotado, como muitos “especialistas” preconizavam. O Santos está sempre renascendo, graças a esses Meninos que brotam não sabemos onde. E sinto que a história se repetirá.

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E você, o que acha disso?


Nossa história pesa…

Um narrador de rádio disse que o Santos nem deveria ir para o Pacaembu, para o jogo desta terça-feira, às 20h30, pois a semifinal já está definida. Com um time mais caro e jogando em casa e pelo empate, para esse radialista não há como o Palmeiras perder para o Santos a vaga para a final do Campeonato Paulista. Bem, o microfone, assim como o papel, aceita tudo. Um dia esse mesmo senhor disse que o Lucas, ex-São Paulo, era melhor do que o Neymar…

É evidente que o Palmeiras é favorito para a vaga, pelas circunstâncias, mas um comunicador sensato jamais demonstraria tanta certeza. O Santos tem jogadores em ascensão, que jogam com vontade, enquanto o Palmeiras tem um time no qual a maioria dos atletas tenta justificar o alto salário.

Há, ainda a história. E ela tem um peso. É claro que o Palmeiras tem uma história rica, de títulos e craques, mas a do Santos é inigualável. E como o futebol é cíclico, a cada jogo essa história pode se materializar nos pés ligeiros de um garoto atrevido, como Rodrygo, Arthur Gomes, Diogo Vitor…

E precisa ser preservada…

pierin digitalizacao O historiador Gabriel Pierin, acima, e o pesquisador Gabriel Santana, abaixo, no trabalho de digitalização de documentos históricos do Santos que só deverá terminar em agosto. Nossa história é um patrimônio a ser preservado.
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Conforme um dos compromissos de nossa campanha, todos os documentos ligados à memória santista estão sendo digitalizados. Desde as primeiras súmulas, escritas à mão pelo técnico Urbano Caldeira, até as atas das reuniões centenárias. Se isso não fosse feito agora, perderíamos uma parte de nossa alma.

Temos na equipe do Memorial das Conquistas e no Departamento de Memória e Estatística do Santos profissionais apaixonados pela história do clube. Nas fotos vemos o historiador Gabriel Pierin, autor do livro “O Nascimento de um Gigante” e o pesquisador Gabriel Santana, que recentemente respondeu sobre a história santista em um programa de tevê. Eles estão trabalhando diariamente na digitalização dos documentos, tarefa que só deverá ser concluída em agosto.

Em abril, mês de Centenário do Santos, os sócios já terão acesso gratuito às primeiras atas do clube. Logo, logo, o site do SócioRei publicará artigos históricos e oferecerá aos associados um serviço de consulta sobre jogos, títulos, recordes e atletas que já vestiram a camisa do Glorioso Alvinegro Praiano.

Como se sabe, estamos empenhados em um projeto de expansão do Memorial das Conquistas e em outro de restauração da Chácara Nicolau Moran. Muitas reuniões e estudos já estão sendo realizados nesse sentido e esperamos que até o final do semestre tenhamos notícias concretas sobre tais empreendimentos.

E você, o que acha disso?


O Santos foi valente

Sim, é verdade que o Palmeiras dominou a primeira meia hora de jogo, aproveitou-se da velocidade de Keno contra Daniel Guedes e abriu caminho para o único gol do jogo, marcado por Willian aos cinco minutos. Porém, não é menos verdade que a partir daí, e durante todo o segundo tempo, o Santos tomou a iniciativa, atacou mais e obrigou Jailson a umas cinco defesas difíceis e decisivas. Então, o empate seria o resultado justo? Sim, sem dúvida.

Os novos Meninos da Vila mostraram vontade, coragem e mereciam ao menos um gol para brindar os 19.500 santistas que compareceram ao Pacaembu.

Dessa vez gostei mais de Arthur Gomes, sem contar, é claro, a garra de Alison e a mobilidade de Sasha. Diogo Vitor não me parece ser um meia distribuidor de jogo, mas um atacante que deve jogar mais próximo da meta adversária, pois adora bater a gol.

Gabriel precisa ser mais solidário. No final do primeiro tempo tinha Diogo Vitor livre e, mesmo sem ângulo, resolveu chutar a gol, desperdiçando ótima chance. É o tipo de jogada difícil de se ver em um time europeu, pois lá os atacantes jogam mais para o time e menos para seus egos. Se Gabriel pretende voltar por cima para a Europa, tem de começar desde já a praticar um futebol menos individualista.

Quanto ao Palmeiras, para um time formado com a força da grana da Crefisa, seu futebol deixa muito a desejar. Parece que joga só o suficiente para abrir uma vantagem, mesmo pequena, e depois usa de todos os recursos, até a abominável cera, para retardar o jogo e fazer o tempo passar. Aliás, se o árbitro Flávio Rodrigues de Souza fosse mais rigoroso contra a cera e contra as faltas seguidas dos palmeirenses, a sorte santista talvez fosse outra.

Jogar-se ao gramado pedindo atendimento médico foi um artifício usado algumas vezes pelos palmeirenses, principalmente pelo goleiro Jailson, sem o árbitro demonstrasse a mínima intenção de fazer o jogo correr. Houve um lance claro de lei de vantagem em que ele parou o ataque do Santos, mas por outro lado, permitiu que o Palmeiras batesse uma falta sem sua autorização que pegou a defesa santista totalmente desprevenida. Enfim, não fez uma arbitragem imparcial o senhor Flávio, que também permitiu ao trombador Felipe Melo distribuir trompaços a torto e a direito.

De qualquer forma, o jogo foi bom e mesmo com uma folha de pagamentos que é um quarto da do rival, o Santos merecia melhor sorte. Agora, o jeito é ganhar o jogo de volta, terça-feira, às 20h30, no mesmo Pacaembu. Nossos Meninos jogarão diante de um público só de palmeirenses, mas agora já sabem que o adversário não é um bicho tão feio quanto parecia.

O goleiro Jailson, suspenso por três jogos, não deveria enfrentar o Santos, mas o departamento jurídico do Palmeiras conseguiu um efeito suspensivo. O que é isso? Como o nome diz, trata-se de uma suspensão da pena. É mais ou menos como o habeas corpus para um réu condenado.

E você, o que achou do Santos contra o Palmeiras?


Um passo a mais

A derrota no clássico foi normal. 2 a 1, com gols no início dos dois tempos, poderia ter ocorrido com qualquer Santos. O que importa é em que ponto do caminho o Santos está para se tornar um grande time.

Não podemos esquecer que o time estava sem os titulares Bruno Henrique, Gabigol, Vitor Bueno e ainda faltam outros jogadores a serem contratados.

Dos que jogaram, gostei da atitude de quase todos. Daniel Guedes, taticamente, compromete menos do que Victor Ferraz. E ainda deu a assistência para o gol de um mais participativo Renato.

Gostei do garoto Robson Bambu e dos também garotos Arthur Gomes e Rodrygo. Tudo indica que se tornarão bons profissionais.

Acho que Vecchio fez o máximo que pôde, assim como Alison e Renato. Enfim, o meio de campo conseguiu, em alguns momentos, equilibrar a partida.

Copete foi melhor na lateral do que Caju, David Braz e Vanderlei não foram tão felizes como em outras jornadas. Sasha estava bem até cabecearem a sua nuca. Rodrigão nada fez. Luiz Felipe saiu machucado e já estou fazendo figa para que não seja nada grave.

A situação financeira do clube continua caótica e não haverá outro remédio a não ser vender o passe de Lucas Veríssimo, um dos melhores zagueiros do Brasil em 2017. Antes de alguém culpar esta gestão, que se pergunte onde foi parar o superávit de 85 milhões anunciado pelo presidente que está de férias na Europa.

Pois eu saio deste domingo mais confiante. Não falta mais atitude a esta equipe. Faltam alguns jogadores, que logo se incorporarão ao time. Acreditemos!


10 lições da grande vitória

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Assim como gosto de sugerir a reflexão após uma derrota, faço o mesmo agora, após a importante vitória sobre o Palmeiras, no estádio do adversário lotado por 37.527 torcedores. Quais são as 10 lições que nós,santistas, podemos tirar desse resultado? Bem, listo as minhas e aguardo as suas.

1 – Estádio não ganha jogo

Vimos isso na semana passada, quando o Santos, mais uma vez, foi eliminado de uma competição importante na Vila Belmiro. Sabemos que ele perdeu na Vila assim como poderia ter perdido no Pacaembu, no Morumbi, em qualquer lugar. Perdido ou vencido, pois o que perde ou vence uma partida é a atuação dos jogadores, sua atitude, sua confiança, não o lugar em que atuam.

Mesmo dominado na maior parte do segundo tempo, o Santos se manteve tranquilo e focado, à espera de uma oportunidade que realmente veio e foi aproveitada magnificamente. E se venceu pela primeira vez no Alianz Parque, com o estádio todo torcendo contra, obviamente poderia vencer com um público tão imenso torcendo a seu favor.

2 – Grandes jogos têm de ser em grandes estádios

A arrecadação da partida foi de R$ 2.760.716,34. Ou seja, o Palmeiras perdeu o jogo, como poderia ter vencido, mas seus cofres receberam, em uma única partida, o que o Santos tem demorado vários jogos para angariar. Mandasse também os seus clássicos em estádios maiores e o Glorioso Alvinegro Praiano estaria em uma situação financeira bem melhor – até porque teria mais facilidade para aumentar seu quadro de sócios, melhores argumentos para fechar bons contratatos de patrocínio de camisa e de fornecimento de material, e com a tevê…

Então, se estádio não ganha jogo, mas grandes estádios arrecadam mais dinheiro e permitem ao clube dar passos mais largos rumo à sua estabilidade financeira, logicamente os clássicos e os grandes jogos do Santos devem ser realizados em estádios maiores.

3 – Quando falta técnica, a garra decide

Como santistas, preferimos o jogo técnico, a bola tratada com carinho. Mas é inegável que o espírito de luta faz milagres no futebol, principalmente em jogos com o campo pesado. O Santos fez o clássico com um meio de campo improvisado, sem dois de seus jogadores mais técnicos: Lucas Lima e Renato, substituídos pelo voluntarioso Jean Mota e o jovem Matheus Jesus. No entanto, acompanhados por Alison, que tem usado mais a cabeça do que a força, o setor resistiu ao domínio palmeirense, se empenhou na tarefa de desarmar e bloquear o adversário e acabou sendo o grande responsável pela vitória. Sem contar, é claro, a dedicação de todo o time na marcação.

4 – Trio de ouro na defesa

Mais uma vez constatamos que o ótimo desempenho do sistema defensivo do Santos – e aí entenda a zona do agrião, o último obstáculo antes da meta – se deve a três jogadores que passam por grande fase: o goleiro Vanderlei e os zagueiros Lucas Veríssimo e David Braz. O entendimento dos três tem sido exemplar. O fato de a santista ser a defesa menos vazada no segundo turno do Campeonato Brasileiro se deve a eles.

Dos laterais, é preciso dizer que Daniel Guedes tem melhorado a cada jogo. Não só no ataque, mas também na defesa, onde ao menos guarda o seu lugar e não permite bolas nas costas, o que era frequente com Victor Ferraz. Já Zeca continua instável. Desde sua experiência olímpica, no ano passado, ainda não voltou ao seu bom futebol. Assim seu passaporte italiano permanecerá virgem.

5 – Sorte existe

O técnico Levir Culpi, no livro “Um burro com sorte”, fala da influência do imponderável na carreira de um técnico de futebol. O fenômeno realmente existe e afeta a todos nós, de torcedores a analistas. Em um lance decisivo, se a bola bate na trave e entra, está tudo ótimo, se bate na trave e sai, está tudo péssimo. Testemunhamos o que ocorreu esta semana com o goleiro Muralha, do Flamengo, execrado por não ter pegado nenhum pênalti na decisão da Copa do Brasil com o Cruzeiro.

Sobre o jogo do Santos, no item 4, ao elogiar a tríade Vanderlei-Veríssimo-Braz, eu já ia escrever “agora escasseiam aqueles gols bobos, antes tão comuns, resultados de bolas levantadas na área”. Mas aí me lembrei que no finzinho do jogo o baixinho Dudu apareceu livre para cabecear na marca do pênalti e só não empatou a partida por muita sorte. O mesmo Dudu perdeu um gol, por centímetros, na boca do gol. Se essas bolas tivessem entrado, agora provavelmente estaríamos esculhambando a defesa santista.

Então, o que a reflexão sobre a sorte no futebol nos traz? Bem, ela nos ensina a analisar todo resultado com uma certa distância, pois sem a conjunção dos astros e a benção dos deuses do futebol nada se consegue no futebol, essa é a verdade.

6 – Matheus Jesus veio para ficar

Pode ser precipitado afirmar isso agora, mas quem já gastou boa parte de sua infância, adolescência e juventude nos campos de terra batida do futebol amador, sabe ao menos identificar quem tem um pouco mais de familiaridade com a bola, e esse garoto tem. Mostrou tranquilidade nos momentos em que foi apertado, soube proteger a menina e deu um destino certo à jogada. Em determinado momento empreendeu uma arrancada na qual demonstrou surpreendente personalidade, em outro conseguiu enganar dois marcadores em um espaço diminuto e no campo encharcado. Como é muito jovem (apenas 20 anos!), ainda poderá ter altos e baixos, o que exigirá paciência dos torcedores, mas algo me diz que se firmará no time.

7 – A importância dos brigadores Jean Mota e Copete

Depois que eu quebrei a perna duas vezes e em uma delas fiquei dois meses e meio de cama, confesso que passei a evitar as divididas com cheiro de sangue. Ver aquelas pernas vigorosas dos zagueiros, cravos das chuteiras à frente, saltando na direção de meus ossos e cartilagens não era uma visão agradável e me trazia lembranças traumáticas. Ainda mais em um campo molhado, em que os choques são comuns e os jogadores violentos se aproveitam para bater mais. Por isso, valorizo o jogador brigador, que se entrega à luta de corpo e alma. Nesse particular, tiro meu chapéu para Jean Mota e Copete.

Mesmo o time mais técnico do mundo precisa de um jogador raçudo, mormente nos grandes jogos. Perceba, queridos leitor e leitora, que a bela jogada do gol santista começou com o espírito de luta de Jean Mota, que roubou a bola do adversário e, mesmo sofrendo a falta, tocou para Copete, iniciando a sequência que terminou no fundo das redes de Fernando Prass.

Com o me disse, um dia, Flávio Costa, técnico do Brasil na Copa de 1950, “todo time precisa de um Obdúlio Varela”. Sim, a técnica também depende da fibra. Mota e Copete brigaram o tempo todo pela bola e pelo espaço, o que foi fundamental para que o Palmeiras não tivesse mais tempo e tranquilidade para programar os seus ataques. Esse foi o espírito que levou o Uruguai ao título de 50 e o Santos à vitória no Alianz Parque.

8 – Um gol de quem sabe o que faz

“Golaço!”. Minha reação ao ver a cabeçada de Ricardo Oliveira para o chão, no contrapé de Fernando Prass, concluindo a bela jogada iniciada por Jean Mota, foi espontânea. Realmente, pela tranquilidade, consciência e conclusão, esse gol foi um dos mais bonitos do campeonato. Pois não se tratou de um chute esporádico ou do resultado de um lampejo de genialidade de apenas um jogador. Os quatro participantes agiram de forma exemplar.

Jean Mota roubou a bola e tocou, entre as pernas do adversário, para Copete, na direita, que ergueu a cabeça e viu Bruno Henrique no lado oposto da área, passando-lhe a bola com precisão. Bruno matou a bola com calma e a colocou na cabeça de Ricardo Oliveira, que cabeceou perfeitamente, no chão, como manda a cartilha.

O Santos soube sofrer a pressão palmeirense e esperou o momento de chegar ao gol. Quando ele apareceu, agiu com calma e precisão. Não é qualquer time que, no campo do adversário, com tanta pressão contra, faz o gol da vitória com tanta tranquilidade e categoria. Nessa hora, a camisa alvinegra praiana pesou.

9 – O fator Ricardo Oliveira

Ele não tem marcado tantos gols como antes, mas nos clássicos paulistas continua sendo decisivo, como mostrou contra o Palmeiras. Um dos grandes artilheiros em atividade no Brasil, Ricardo Oliveira já marcou 315 gols na carreira, que começou em 2000, na Portuguesa de Desportos, e se marcar mais seis com a camisa do Alvinegro Praiano chegará a 93 e superará os 92 que fez pelo Al-Jazira, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, onde jogou de 2009 a 2014.

Aos 37 anos, é inegável que Oliveira está no fim da carreira e não demonstra mais a mesma vitalidade física, tem dificuldade para marcar a saída de bola do adversário e até para alcançar lançamentos, como ficou evidente diante do Barcelona de Guayaquil. Porém, sua presença ainda provoca respeito nas defesas adversárias e sua categoria e visão de jogo permite que possa definir a partida em uma jogada.

O futebol moderno exige a participação de todos os jogadores, tanto no ataque, como na defesa, e nisso Oliveira fica devendo. Porém, na área ele ainda pode ser decisivo. A decisão de renovar seu contrato, ou não, é delicada. Quando o time perde, a crítica é de que com ele o Santos joga com um a menos; quando ganha com um gol seu, volta a ser olhado como herói. O que você faria, leitor e leitora? Renovaria com Oliveira ou buscaria um centroavante mais jovem e participativo?

10 – Fechados no pacto com Levir

O empenho com que os jogadores se entregaram ao jogo mostrou que parecem ter concordado com o pacto proposto pelo técnico Levir Culpi. Estão jogando por suas carreiras e pela melhor colocação possível no Campeonato Brasileiro. Isso é ótimo. Resta saber se essa determinação, de terminar a competição sem mais nenhuma derrota, não será abalada pelos chamados incidentes de percurso.

É óbvio que é mais inteligente e produtivo, para um jogador profissional, entrar em campo sempre disposto a mostrar suas qualidades. Só assim será valorizado com propostas de outros clubes ou com aumentos de salário. O desânimo e o corpo mole levam à desvalorização e ao fim precoce de carreiras eventualmente promissoras.

Creio que, para o bem do Campeonato Brasileiro, até os amantes dos queridinhos estão torcendo para o Santos diminuir a diferença para o líder, pois isso aumentará o interesse pela competição, gerando mais espaço na mídia, maiores arrecadações nos jogos e muito mais audiência na tevê, o que, em suma, significará maior faturamento. Assim, da mesma forma que em 2016, só o Santos pode trazer alguma emoção para um dos Brasileiros mais esvaziados dos últimos tempos.

E você, o que acha disso?

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O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, um santista que mora em Luxemburgo, e em alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e da literatura mundial do futebol.

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