Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Palmeiras (page 1 of 38)

Uma semana de esperança

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.


No ano passado foi assim. Acho que quarta vai sair mais gol.

UMA SEMANA DE ESPERANÇA

O santista espera os dois jogos desta semana, pelo Campeonato Brasileiro, com uma expectativa muito boa. Quarta-feira, na Vila Belmiro, contra o Palmeiras, e sábado, no Pacaembu, diante da Ponte Preta, a equipe enfrentará adversários de respeito, mas algo nos diz que a postura, o time e o futebol serão outros. Professor Levir Culpi já deu o recado: quem não quer dar o máximo, quem se queixa de ter de disputar três competições ao mesmo tempo, tem de procurar outra coisa para fazer. Futebol é assim e o Santos sempre foi assim.

Amanhã viajo com a Suzana para Buenos Aires. Vou visitar minha filha e rever alguns estádios onde o nosso Santos fez história: o Monumental de Nuñez, no qual o Glorioso Alvinegro Praiano meteu 3 a 0 no Peñarol e conquistou sua primeira Copa Libertadores, e La Bombonera, onde veio o bicampeonato sul-americano, de virada, sobre o Boca Juniors. Assim como meu amigo e parceiro Marcelo Fernandes, que tem falado de vários lugares do mundo pelos quais o Santos passou, para a campanha da Kickante que recebe os financiamentos para o livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, quero gravar uns vídeos na Argentina.

Este blog continuará 24 horas no ar, como sempre. Prosseguirei participando dele de onde estiver e sei que os amigos frequentadores e comentaristas tocarão a bola com a maestria, a inteligência, o humor e a acidez de sempre. Continuemos discutindo ideias, não pessoas. Ideias boas para o Santos e, por que não, para o país e para a vida.

A Livraria do Blog terá o seu estoque zerado para balanço. As vendas só voltarão a ser feitas dia 20 de junho, quando volto. Destaco novamente a campanha para o financiamento coletivo do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Sei que ele será um divisor de águas na história dos livros de futebol no Brasil e mostrará, como nenhum outro, a real e universal dimensão do Santos. Os tempos estão duros, mas o investimento é pequeno pelo resultado que o livro trará. Participe!

Continuemos ligados. Estarei ali do lado, na terra dos hermanos, antenado com as coisas do Santos, do blog e do Brasil. Abraços a todos!

image La Bombonera, onde o Santos foi bi da Copa Libertadores (foto: Blog do Odir)

SANTOS FC, O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA

Entre os anos 60 e 70 o Santos chegou a um ponto inalcançável por qualquer outro time no mundo. E suas marcas permanecem. Sempre que entra em campo, com a mesma camisa e o mesmo distintivo, remete o futebol aos seus tempos mais belos e apaixonantes. É como disse Pelé: “Hoje o time joga no quintal de sua casa, coloca o vídeo no Youtube e todo mundo vê; no nosso tempo nós tínhamos de jogar no mundo todo para sermos vistos. Só não jogamos na Lua”.

Engraçado que o Santos demorou 42 anos para jogar fora do Brasil, mas foi só sentir o gostinho da aventura e se libertou de vez do rabo da saia da mamãe Belmiro. Time brasileiro que mais jogou e venceu equipes estrangeiras, o Glorioso Alvinegro Praiano escreveu histórias que parecem lenda. Em alguns países paralisou guerras, em outros provocou conflitos. Em todos, a causa era a mesma: testemunhar aqueles mágicos homens de branco levitando pelo gramado verde como santos que eram.

Confesso que já tinha dado por encerrado o meu ciclo de livros sobre a história do Santos. Ainda queria escrever sobre alguns ídolos, mas a respeito apenas do time só um livro me apeteceria: queria contar como foram as viagens por todos os continentes, por dezenas de países, mas não me contentaria com nomes e números. Seria preciso sentir o ambiente local, conhecer as opiniões da imprensa estrangeira, conseguir fotos inéditas, ingressos dos jogos, descobrir detalhes, histórias curiosas…

Não via, porém, como conseguir tempo e recursos para empreender essa pesquisa longa e universal. Até que me surgiu um anjo que há muitos anos já fazia esse trabalho meticuloso de garimpagem dos rastros do Santos pelo mundo afora. Morador em Luxemburgo, na Europa, o santista Marcelo Fernandes há muito tempo se dedicava a essa garimpagem. Como o seu trabalho, em uma companhia aérea, lhe permite viajar pelo mundo, Marcelo visitou os lugares pelos quais o Santos passou e neles pesquisou em museus, bibliotecas, exposições, estádios e participou de leilões para adquirir peças importantes da memorabilia das viagens santistas.

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Começamos os planos para o livro há sete anos, temos falado e completado nossas informações desde então, entramos na reta final no ano passado e agora, finalmente, podemos anunciar, com muito orgulho e enorme prazer, o lançamento do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, próximo lançamento da Editora Onze, de Marco Piovan, outro apaixonado pela história do futebol.

Não conheço nenhum outro livro que fale, exclusivamente, das viagens internacionais de um time. Bem, certamente não há uma equipe que tenha tanto assunto, tantas aventuras a contar que envolvam desde as cidades iluminadas da Europa até as povoações modestas na África. Por isso, não é exagero dizer que jamais haverá um time tão impactante como o Santos de Pelé. Por onde ele passou, deixou sua marca.

Trata-se, portanto, de obra única, inigualável, tão valiosa para a história do nosso Santos como mais um título mundial. E outra notícia sensacional é que você poderá ter o seu nome impresso no livro, garantir presença no evento de lançamento, ao lado de grandes craques daquele Santos formidável e ainda obter outras recompensas por preços promocionais de pré-lançamento.

Se esperarmos que os outros reconheçam os méritos inigualáveis do nosso Santos, morreremos sentados. Portanto, nos unamos para que “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” seja lançado com o esmero e a divulgação que merece e espalhe essa história singular do time de uma pequena cidade brasileira que colocou o mundo aos seus pés.

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva

Sou suspeito para falar, mas se eu tivesse filhos pequenos, eles já estariam inscritos no Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva. As crianças passarão quatro dias aprendendo e aprimorando seu jogo de tênis, fazendo novas amizades e convivendo com professores especializados no ensino e no treinamento de crianças.

O lugar é paradisíaco, nem parece que você está em São Paulo. Considero as quadras de saibro do Clube de Campo Castelo as mais bonitas da cidade. As crianças e seus pais adoraram as clínicas anteriores. Um dia todo de tênis, com refeições, transfer direto do Shopping Morumbi. Abaixo segue o cartaz do evento com o telefone e o e-mail para informações e a inscrição.

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Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Participe dessa obra histórica e poderá dizer, para sempre: eu sou um dos responsáveis por um dos livros mais importantes do Santos e do futebol mundial, o livro das viagens do time que ficou conhecido como “O maior espetáculo da Terra”.


Um Santos com atitude

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UM SANTOS COM ALTITUDE

Era só isso que o torcedor queria: um Santos vibrante, que se entregasse ao jogo com vontade. Em Curitiba, mesmo sem quatro jogadores que vinham sendo titulares, o time dirigido pelo interino Elano venceu por 2 a 0, gols de Kayke no primeiro tempo, após ótimos contra-ataques, e acabou com um tabu de 10 anos sem superar o Atlético Paranaense na Arena da Baixada.

Dos 18 mil pagantes, calculo que cinco mil eram santistas, muitos pertencentes à Embaixada do Santos em Curitiba. Dessa vez, os torcedores saíram felizes, pois o time não se contentou em tocar a bola de lado. Sofreu um sufoco no segundo tempo, é verdade, mas garantiu uma importante vitória fora de casa.

O Santos jogou com Vanderlei, novamente com grande atuação; Daniel Guedes, de regular para bom, mas expulso aos 40 minutos do segundo tempo; Lucas Veríssimo e David Braz, que ganharam todas as bolas pelo alto, e Jean Mota, que não comprometeu. Thiago Maia, muito bem, substituído por Alison aos 17 minutos do segundo tempo; Renato, discreto, e Vitor Bueno, fraco, substituído por Cléber aos 36 minutos do segundo tempo; Bruno Henrique, se mexeu bem e deu um excelente passe no segundo gol; Copete, idem, e Kayke, o artilheiro do jogo, substituído por Leandro Donizete aos 42 minutos da segunda etapa.

A próxima partida do Alvinegro Praiano no Campeonato Brasileiro será o clássico contra o Palmeiras, na quarta-feira, às 21h45, na Vila Belmiro. As duas vitórias consecutivas devem fazer o torcedor lotar o Urbano Caldeira na expectativa de mais três pontos que podem deixar o Santos, atualmente em décimo lugar, próximo da zona da Libertadores.

E você, o que achou do Santos do Elano?

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MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA

O técnico Levir Culpi, que ainda não comandará o Santos neste domingo, em Curitiba, contra o Atlético Paranaense, é um personagem especial do futebol, pois tem no mínimo dois neurônios que se conectam. Como hoje está com a vida mansa e não tem o rabo preso com a CBF ou alguma rede de tevê, falou o que todo mundo já sabe: que o Santos dispensa apresentações, pois é daqueles times que têm um lugar cativo entre os grandes da história. Agora sou eu que digo: que se curtam mais os rappers ou os pagodeiros do momento é compreensível, mas isso não quer dizer que se deva esquecer Tom Jobim e a bossa nova.

Entre os anos 60 e 70 o Santos chegou a um ponto inalcançável por qualquer outro time no mundo. E suas marcas permanecem. Sempre que entra em campo, com a mesma camisa e o mesmo distintivo, remete o futebol aos seus tempos mais belos e apaixonantes. É como disse Pelé: “Hoje o time joga no quintal de sua casa, coloca o vídeo no Youtube e todo mundo vê; no nosso tempo nós tínhamos de jogar no mundo todo para sermos vistos. Só não jogamos na Lua”.

Engraçado que o Santos demorou 42 anos para jogar fora do Brasil, mas foi só sentir o gostinho da aventura e se libertou de vez do rabo da saia da mamãe Belmiro. Time brasileiro que mais jogou e venceu equipes estrangeiras, o Glorioso Alvinegro Praiano escreveu histórias que parecem lenda. Em alguns países paralisou guerras, em outros provocou conflitos. Em todos, a causa era a mesma: testemunhar aqueles mágicos homens de branco levitando pelo gramado verde como santos que eram.

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Não conheço nenhum outro livro que fale, exclusivamente, das viagens internacionais de um time. Bem, certamente não há uma equipe que tenha tanto assunto, tantas aventuras a contar que envolvam desde as cidades iluminadas da Europa até as povoações modestas na África. Por isso, não é exagero dizer que jamais haverá um time tão impactante como o Santos de Pelé. Por onde ele passou, deixou sua marca.

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Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva

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Do céu ao inferno em 3 min


Santos sofre outra virada na Vila vazia

Participe do livro 20 Jogos Eternos do Santos

CAPA 20 jogos Santos 5 - final para gráfica FRENTE (2)

Os jornalistas Bruno Freitas e Renan Prates estão lançando uma campanha de venda antecipada para lançar o livro “20 Jogos Eternos do Santos”.

Para este livro foram consultados os santistas da mídia Ademir Quintino, João “Canalha”, José Roberto Torero, Marcelo Tas, Odir Cunha, Paulo “Morsa”, Vladir Lemos e Xico Sá.

Não está caro participar e com 36 reais já dá para garantir um exemplar. Como sempre digo, a história é o bem mais precioso do Santos e tudo o que for feito para preservá-la tem o meu apoio.

Para mais informações, clique neste link: https://abacashi.com/#/p/livro20jogoseternosdosantos

Do céu ao inferno em 3 minutos

Até os 39 minutos do segundo tempo o Santos vencia o Palmeiras por 1 a 0, mantinha o longo tabu de não perder para o rival na Vila, assumia a liderança de seu grupo e caminhava para mais uma fase final de Campeonato Paulista, competição da qual participou das últimas oito finais. Porém, em três minutos tudo mudou. Em duas avançadas pela direita o adversário achou dois gols e ganhou o jogo. O que essa derrota significa?

Além da frustração enorme que ela provoca no torcedor santista, não dá para ignorar algumas constatações óbvias, quais sejam:

Um time não pode perder tantos gols como o Santos perde. Concretizasse metade das chances criadas e a vitória estaria garantida, mesmo sofrendo os dois gols no final. Falhas como a de Vitor Bueno, que furou embaixo das traves, e mesmo do experiente Ricardo Oliveira, não são suficientes para que sejam substituídos?

Um sistema defensivo não pode ser tão vulnerável sempre que pressionado. Bastaram três minutos de alguma pressão do adversário para a defesa do Santos sofrer dois gols infantis. As duas jogadas do Palmeiras foram feitas pelo lado esquerdo da defesa alvinegra, que este ano, assim como a lateral direita, está sendo um convite ao contra-ataque adversário.

Mais uma vez ficou provado que a Vila Belmiro não faz milagres, nem no campo, nem nas arquibancadas. Apenas 8.742 pessoas pagaram para ver um dos clássicos mais valorizados do momento, no qual o Santos sofreu a sua terceira derrota no Urbano Caldeira neste Estadual, duas delas de virada. Enfim, perdeu-se em todos os sentidos. Este Paulista está punindo o Santos por deixar de jogar no Pacaembu, onde está invicto há 17 jogos e atrai públicos bem maiores. A renda também foi modesta, de apenas R$ 355.840,00.

Sei que uma derrota como esta faz o torcedor pedir a cabeça de meio mundo. Sou torcedor também, mas minha profissão me ensinou a ser um pouco mais comedido. Nem tudo está errado em um time que dominou o jogo e mereceu até uma vantagem maior até os 39 minutos do segundo tempo. Então, a solução é extirpar o que é ruim e deixar o que é bom. Mas o que é um e o que é outro?

Imagino que em um primeiro momento, só para se falar de jogadores, eu firmaria Bruno Henrique e Vladimir Hernández como titulares. Veria também substitutos para Zeca e Victor Ferraz, ou os impediria de avançar tanto, principalmente depois que o resultado já estivesse favorável. Quanto a Vladimir, sacar um goleiro por uma falha é um tanto cruel, até porque ele fez outras grandes defesas durante o jogo, mas se não está inspirando confiança no time, aí não tem jeito.

Imagino que Dorival Junior será execrado depois dessa derrota e há motivos para isso, mas acho que a postura da equipe depois do gol se deveu também à acomodação de alguns jogadores. Que o técnico não tem pulso, que demonstra séria dificuldade de fazer as substituições nos momentos certos, todos nós sabemos, mas a responsabilidade por esse fracasso deve ser dividida entre ele e seus pupilos. Faltou um líder, ou líderes em campo.

Se há aspectos positivos neste revés, um deles é que o Paulista não acabou e ainda é possível obter a classificação. Outra boa notícia é o desempenho de Bruno Henrique, que ganhou a posição de Copete – da mesma forma que Vladimir Hernández deve ganhar o lugar do instável Vitor Bueno. A falha do goleiro Vladimir confirmou o que muitos acham dele: que defende bolas difíceis e coloca outras, fáceis, para dentro do seu gol. Vanderlei precisa ter um reserva mais regular.

Por fim, a vitória fará boa parte da mídia esquecer que o Palmeiras foi dominado pelo Santos e acarretará muitos elogios ao técnico Eduardo Baptista. Isso chega a ser bom, pois o alviverde não é nada disso e ganhou em uma bamba incrível. É pouco provável que tenha a mesma sorte da próxima vez.

Santos 1 x 2 Palmeiras
Vila Belmiro
Público: 8.742 pagantes. Renda: R$ 355.840,00
Santos: Vladimir, Victor Ferraz (Matheus Ribeiro), Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia (Rodrigão) e Lucas Lima; Vitor Bueno (Hernandez), Bruno Henrique e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
Palmeiras: Fernando Prass, Jean, Edu Dracena, Yerry Mina e Zé Roberto (Willian); Felipe Melo; Keno (Roger Guedes), Tchê Tchê, Guerra (Egídio) e Dudu; Borja. Técnico: Eduardo Baptista.
Gols: Ricardo Oliveria aos 29, Jean aos 39 e Willians aos 42 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: Flavio Rodrigues de Souza, auxiliado por Danilo Ricardo Simon Manis e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo, todos de São Paulo. (SP)
Cartões amarelos: Felipe Melo e Jean.

E você, o que acha disso?

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O Clássico dos Clássicos


Em 2015, um massacre que resultou em um magro 2 a 1.

Santos e Palmeiras fazem o clássico mais importante do futebol brasileiro dos últimos anos. Não só estão jogando melhor e têm os melhores jogadores, como disputaram o último título brasileiro, a final de Copa do Brasil de 2015 e dois jogos decisivos nos dois mais recentes Campeonatos Paulistas. Como ambos têm a tradição de buscar o futebol bem jogado e já foram chamados de “academias” pelo estilo bonito e elegante de jogar, esse confronto deve ser chamado de “O clássico dos clássicos” e nunca de “o clássico da saudade”, expressão que não quer dizer nada e não corresponde à verdade, pois o clássico mais antigo de São Paulo é Santos e Corinthians, jogado pela primeira vez em 22 de junho de 1913, no antigo campo do Parque Antártica e vencido pelo Santos por 6 a 3, com dois gols de Adolfo Millon e dois de Arnaldo Silveira.

A primeira partida entre Santos e Palmeiras, na época chamado de Palestra Itália, ocorreu em 7 de outubro de 1915, no campo do Velódromo, em São Paulo, e o Alvinegro Praiano goleou por 7 a 0, com três gols do centroavante Ary Patusca. Doze anos depois, em 1927, decidiriam o título paulista na Vila Belmiro, e mesmo jogando pelo empate para conquistar seu primeiro título estadual, o Santos perderia por 3 a 2, em uma atuação facciosa do árbitro Anthero Molinaro, ligado às hostes palestrinas.

Em 1950 o Santos ficou a apenas um ponto do Palmeiras, campeão paulista, e esse pontinho deu ao rival a oportunidade de disputar a Copa Rio, em 1951, que os palmeirenses consideram seu primeiro título mundial. A partir de 1959 até 1969, período que considero a fase de ouro do futebol brasileiro, o Santos dominou o futebol nacional e, em São Paulo, só não obteve 11 títulos consecutivos porque o Palmeiras conseguiu furar a sequência em 1959, 1966 e 1969. É por isso que, com orgulho, os palmeirenses dizem que seu time foi o único que conseguiu rivalizar com o Santos de Pelé.

Nas competições que revelaram os primeiros campeões brasileiros, o maior duelo também reuniu santistas e palmeirenses. O Santos obteve seis títulos e o Palmeiras quatro. Defendi com orgulho e prazer a legitimidade dessas conquistas no “Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959” e me lembro bem que um dos inócuos argumentos usados contra a unificação era a de que esses times outrora campeões não eram mais tão importantes para o futebol nacional e se apegavam ao passado para conseguir alguma evidência.

Pois na mesma época o Fluminense foi campeão brasileiro, o Cruzeiro também e, no ano passado, o Palmeiras. Quanto ao Santos, foi além ao conquistar sua terceira Copa Libertadores em 2011; o Bahia voltou à Série A e o Botafogo vive sua melhor fase desde há muitos anos. Seis grandes clubes brasileiros, sem dúvida alguma.

Mesmo sem Pelé, 9 a 6 para o Santos

Com relação às disputas do Campeonato Paulista, desde 1974, quando Pelé parou, o Palmeiras conseguiu seis títulos: 1974, 1976, 1993, 1994, 1996 e 2008. No mesmo período o Santos ergueu nove vezes a taça: em 1978, 1984, 2006, 2007, 2010, 2011, 2012, 2015 e 2016. Seis conquistas em 11 anos é um feito extraordinário e representa uma das hegemonias mais marcantes nesse que é o campeonato regional de melhor nível técnico e mais importante do País. No momento, os dois times estão empatados com 22 títulos paulistas cada um.

Tabu na Vila

Como bem lembrou o companheiro Paulo Vinicius Coelho, o Palmeiras não vence na Vila Belmiro desde 2011, período em que sofreu nove derrotas e só conseguiu dois empates.

Minha previsão

Considero as equipes que jogarão o clássico neste domingo, a partir das 18h30m, na Vila Belmiro, as duas mais bem ajustadas do futebol brasileiro no momento, apesar de seus técnicos estarem na berlinda: tanto Dorival Junior como Eduardo Baptista estão sendo contestados por boa parte dos torcedores de seus times e uma derrota, ainda mais acachapante, poderá colocá-los no olho da rua. Creio que Baptista, por ser menos experiente na profissão e estar há menos tempo no clube, corre risco maior.

Em campo, prevejo uma partida mais tensa do que deveria ser – pela situação delicada dos técnicos e pelo recente acirramento da rivalidade entre as equipes –, mas mesmo assim vislumbro jogadas de alta técnica, pois as duas equipes têm jogadores capazes disso, tais como os santistas Renato, Victor Bueno, Lucas Lima e Ricardo Oliveira, e os palmeirenses Zé Roberto, Tchê Tchê, Dudu e Borja.

Quanto ao resultado, creio que a lógica deva apontar vitória do Santos ou empate. Mesmo considerando que os jogadores se equivalem, a verdade é que o Santos está mais entrosado e, acredito, chegará mais vezes ao gol de Fernando Prass.

O Santos deve iniciar a partida com Bruno Henrique e Vitor Bueno, mas creio que no segundo tempo Copete e Vladimir Hernández substituirão a esses dois. Nas zagas, destaco Lucas Veríssimo, que se saiu muito bem contra o Strongest no meio da semana. Do lado palmeirense, lembro que o veterano Edu Dracena, jogando na sobra, continua titular ao lado de Mina. A briga no meio será dura e o Palmeiras deverá colocar cinco jogadores por ali. Só Renato, Thiago Maia e Vitor Bueno não darão conta do setor, por isso mesmo Lucas Lima deverá recuar e os laterais Zeca e Victor Ferraz deverão fortalecer o setor.

Porém, desde que o Palmeiras recue, o Santos poderá assumir a posição de que mais gosta, que é avançar suas linhas e trocar bolas na intermediária do adversário até que surjam as oportunidades de gol. Acredito que essa será a configuração mais comum na partida.

Times prováveis

Santos: Vladimir, Victor Ferraz, David Braz, Lucas Veríssimo e Zeca; Renato e Thiago Maia; Vítor Bueno, Lucas Lima e Bruno Henrique; Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior. Palmeiras: Fernando Prass, Jean, Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo; Michel Bastos, Guerra, Tchê Tchê e Dudu; Borja. Técnico: Eduardo Baptista.

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Análise da micro pesquisa

pesquisa no largo Treze
DataOdir: eu e o flamenguista Laercio Mattos no Largo Treze

Como sabem, convoquei voluntários e nessa terça-feira, 7 de março, às 10 horas da manhã, marquei de fazermos uma pesquisa sobre torcidas de futebol na Zona Sul de São Paulo, ouvindo transeuntes adultos do sexo masculino que passassem pelo Largo Treze, em Santo Amaro, mais propriamente no calçadão da rua Capitão Tiago Luz, que dá no Largo Treze. Como oito voluntários confirmaram, imaginei que conseguiríamos ouvir no mínimo 100 torcedores, o que daria uma ideia das preferências dos habitantes adultos e masculinos da Zona Sul da cidade.

É claro que ouvir apenas 100 pessoas de um universo dos 2.252.000 habitantes que compõem a população da Zona Sul da cidade é muito pouco e, acredito, está longe de se aproximar da “pesquisa científica”. Diante de tema tão diversificado, creio que uma pesquisa fidedigna deveria consultar, no mínimo, 1% do público total. No caso da cidade de São Paulo, que tem um pouco mais de 12 milhões de habitantes, o ideal seria saber a opinião de, no mínimo, 120 mil pessoas e, no caso da Zona Sul da cidade, de 22.500.

Porém, todas as “pesquisas científicas” das quais tomamos conhecimento passam muito longe dessa margem mínima. E mesmo que não se pense em míseros 1%, mas em 0,1%, ainda precisaríamos ouvir 12 mil pessoas para ter uma ideia mais precisa da divisão de torcidas na cidade e 2.250 pessoas na Zona Sul.

Sabemos que no começo de fevereiro o Instituto Datafolha divulgou uma pesquisa de torcidas que mereceu amplo destaque de um conhecido blogueiro corintiano do UOL. Porém, abaixo do gráfico, em letras minúsculas, é possível ler que foram ouvidas apenas 1.092 pessoas. Ora, em uma cidade de mais de 12 milhões de habitantes, com nichos de torcedores espalhados por centenas, milhares de focos diferentes, consultar o correspondente ao número de pessoas de uma rua e sair alardeando o resultado em manchetes garrafais só pode ser coisa de maluco, ou de muito fanático. E não desconfiar do resultado absurdo de alguns números não é coisa de profissional sério.

Pois bem. Não sou o Datafolha, mas sou honesto e não aceito receber para fazer pesquisas. Então, às 9h50 estava lá no ponto combinado. Quase todos que disseram que iriam, não foram. O Tiago Maestre foi, mas se desencontrou. Então, 15 minutos depois que eu havia começado a enquete, surgiu o Laercio Mattos, que é flamenguista e tinha de ir embora às 11 horas, mas veio dar uma força e ganhar um exemplar do Time dos Sonhos de presente.

O plano foi só ouvir adultos masculinos, os que compõem a maior parte do público que vai ao estádio e acompanha o futebol. E também era essencial que o entrevistado morasse na Zona Sul. Também não era para ouvir gente parada, que trabalha nas lojas ou na rua. Só transeuntes. Foi o que fizemos.

As perguntas eram simples e rápidas, pois ninguém quer perder tempo com enquetes. Pensei em distribuir balas ou chocolates aos entrevistados, mas acabei não comprando as guloseimas e nem sei se daria resultado, pois muitos nem olham para você quando percebem que há uma prancheta na sua mão. Muitas respostas só consegui acompanhando a pessoa, andando ao seu lado para que não perdesse tempo.

As perguntas foram pensadas para serem respondidas em 30 segundos: nome (só o primeiro), idade, bairro em que mora, gosta de futebol, se gosta para que time torce, quantas vezes vai ao estádio. Pronto. Só com essas informações dá para se chegar a conclusões interessantes.

São Paulo lidera, Santos e Palmeiras estão empatados

Com 26,4% do total o São Paulo foi o time mais votado por homens adultos moradores da Zona Sul . Em segundo lugar, com 20,5% ficaram os que não gostam de futebol e não torcem para time algum. O Corinthians apareceu em terceiro, com 17,6%, e Santos e Palmeiras ficaram empatados em quarto, com 14,7% cada. Flamengo e Ceará ficaram com 2,9% cada um.

Santistas são mais fanáticos

Todos os santistas afirmaram que gostam de futebol e 60% deles costumam ir ao estádio ao menos uma vez por ano.

Por outro lado, nada menos do que 33% dos são-paulinos disseram que “não gostam muito” de futebol e não vão ao estádio. Porém, 44% dos que se disseram tricolores vão ao estádio e 22% costumam ir mais de cinco vezes por ano.

Dos que se declararam corintianos, nenhum costuma ir ao estádio e 16,6% disseram que não gostam muito de futebol. No caso dos palmeirenses, 20% não gostam muito de futebol e só 20% costumam ir ao estádio.

Análise dos resultados

O Brasil tem dezenas de times com um bom contingente de torcedores. O que se percebe, participando de uma enquete dessas, é que em uma cidade cosmopolita como São Paulo as variáveis são enormes. Percebam que por essa micro pesquisa o Ceará teria a mesma quantidade de torcedores que o Flamengo na Zona Sul de São Paulo, o que sabemos que não é verdade. Porém, até quantos torcedores devem ser ouvidos para que a pesquisa se torne realmente abrangente e fidedigna? Essa é a grande questão.

Creio que se usarmos a mesma metodologia, com uma dezena de voluntários em cada ponto movimentado das quatro regiões da cidade, mais o centro, teremos uma pesquisa que talvez não seja tão científica quanto outras, mas talvez seja mais honesta e menos dirigida.

Números de votos da Micro Pesquisa
São Paulo – 9 votos
Não gostam de futebol – 7 votos
Corinthians – 6 votos
Santos – 5 votos
Palmeiras – 5 votos
Ceará – 1 voto
Flamengo – 1 voto

Não gostam muito de futebol
São-paulinos – 3 votos
Corintianos – 1 voto
Palmeirenses – 1 voto

Vão ao estádio de uma a cinco vezes ao ano
Santistas – 3 votos
São-paulinos – 2 votos
Palmeirenses – 1 voto

Vão ao estádio de cinco a dez vezes ao ano
São-paulinos – 2 votos

E você, o que acha disso?

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