Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Se Muricy ouvisse o torcedor, o Santos não daria esse vexame

Mesmo sem nenhuma divulgação na “grande imprensa”, mais de 20 mil santistas foram ao Pacaembu no domingo cinzento e chuvoso de Carnaval para ver o líder invicto do Campeonato Paulista, completo, contra o Paulista. Volta de Edu Dracena, estreia de Marcos Assunção, retorno de Neymar da Seleçãozinha, tudo pronto para a festa. Bem, nem tudo…

Só pelo hábito de saudar cada jogador com um cântico de incentivo, deu para perceber, ali ao lado da Suzana, nas arquibancadas, que o santista desconfia muito de Guilherme Santos, e também não confia suficientemente em Bruno Peres. Creio que para a maioria dos torcedores o garoto Emerson Palmieri deveria ser o titular da lateral-esquerda, enquanto Galhardo deveria jogar na direita.

Bem, mas o elenco do Santos é tão superior, que mesmo que um ou outro jogue mal, ainda assim é de se esperar que a vitória venha, e com folga. Por isso, mal o jogo começou e a torcida cantava e pulava, certa de que Neymar & Cia dariam mais um show. Porém, surgiu a primeira pedra no caminho…

Um aguaceiro desaguou de repente. Pingos de chuva grossos, como as jogadas que passamos a ver. Não se podia mais dominar a bola, acertar o drible, o passe rasteiro… O jogo virou uma profusão de chutões e de trombadas. Neste momento, Muricy Ramalho cometeu um erro que seria faltal…

Após o jogo o técnico disse que se soubesse que choveria e o campo ficaria pesado, não teria escalado Edu Dracena e Marcos Assunção, que voltavam de contusões… Ora, por que não os substituiu logo aos 20 minutos do primeiro tempo, quando a chuva caía forte e as entradas de Neto e Renê Junior não só poupariam os convalescentes, como fariam o Santos ganhar mais as bolas divididas e espirradas?

Sem contar que o time vinha jogando melhor, nas partidas anteriores, com Neto e Renê. Assunção visivelmente evitava os pés-de-ferro e parecia pouco à vontade na grama escorregadia. A mesma atitude se percebia em Montillo, que não só perdia todas as divididas, como errava todos os passes, tirando dos companheiros a confiança de lhe passar a bola.

Neymar tentava carregar a bola, driblar todo mundo, como sempre faz, mas essa não era a tática certa para o gramado encharcado, que reduzia sua velocidade e o tornava um alvo mais fácil ainda para os pontapés adversários. O único atacante que parecia usar a cabeça era Miralles, mas era pouco para vazar a boa defesa do Paulista. O jogo seguiu assim, amarrado, até o final do primeiro tempo.

O dia do bode, ou melhor, de Bodini

O time voltou igual para o segundo tempo, naquele que foi o segundo erro de Muricy, pois já era evidente que Montillo estava mal. Quando eu digo mal, não é só mal, é péssimo. O argentino não conseguia fazer nada direito. Às vezes parecia se esconder do jogo. Outro que decepcionava era Cícero. Jogador sério, deu para tentar jogadas de efeito, e justo em um dia em que o campo estava impraticável. Só Arouca segurava a chamada meiuca (rimou, mas é verdade).

As laterais eram o mapa da mina para o Paulista, principalmente a via expressa à direita do ataque. Por lá o experiente Cassiano Bodini, 29 anos, já tinha feito miséria no primeiro tempo, aproveitando-se da inacreditável capacidade de Guilherme Santos de jamais roubar uma bola limpa do adversário. Pois logo no comecinho do segundo tempo, depois de ser entortado novamente, Guilherme se enroscou com Bodini na área e o juizão Leandro Bizzio Marinho, um cara de pau que segurou o jogo o quanto pôde, deu pênalti.

O gol, de Marcelo Macedo, deveria ter feito o Santos ir babando pra cima do adversário, ao menos em respeito aos mais de 20 mil santistas que foram tomar muita chuva no Pacaembu – entre eles um número animador de crianças e jovens, prova de que a torcida do Alvinegro Praiano está realmente se remoçando.

Mas, mesmo perdendo, em determinado momento percebi o Santos todo na defesa, só com Neymar e Montillo no ataque. Como poderia ser o time da virada que o torcedor pedia jogando assim?

Quando começou a mexer no time, Muricy fez uma salada: tirou Guilherme Santos e colocou Felipe Anderson no meio, recuando Cícero para a lateral-esquerda. Depois, tirou Bruno Peres e colocou André no ataque, recuando Felipe Anderson para a lateral-direita. Por fim, quando o time já perdia por 2 a 0 e a derrota era iminente, tirou Montillo e colocou Patito Rodríguez.

Se fizesse o óbvio, ou melhor, se ouvisse o torcedor, Muricy não precisaria fazer nenhuma ginástica e muito menos ter de se esforçar para explicar o inexplicável na sala de entrevistas. E o óbvio era o seguinte:

– Tirar Dracena e Assunção, ou ao menos Assunção, logo que caiu a tempestade, aos 20 minutos do primeiro tempo. Renê Junior teria sido mais eficiente no meio. O jogo pedia um bom marcador, forte e viril. A estreia de Marcos Assunção ficaria para outro dia, com campo seco.

– Não escalar Guilherme Santos, que, toda criança percebe, não tem futebol para jogar no Santos. E colocar Galhardo no lugar de Bruno Peres.

– Substituir Montillo no intervalo. O argentino não estava jogando absolutamente nada. Parecia até um pouco receoso de ir na bola.

Mas a responsabilidade pela derrota não é apenas do técnico, mas do time todo. Recuso-me a imaginar que o fato de jogar no domingo de Carnaval tenha tirado o ânimo de alguns jogadores. São profissionais e devem dar o máximo de si sempre que entram em campo para defender a camisa e a história do Santos. Para isso são bem pagos e bem amparados pelo clube. No mínimo deveriam respeitar os torcedores que foram ao Pacaembu.

O mérito do Paulista

O Paulista tem de emoldurar essa partida e pendurar na parede de sua história como uma de suas melhores exibições. O time foi muito bem, principalmente esse tal de Cassiano Bodini, que teve o seu dia de glória, favorecido pela avenida Guilherme Santos e pela pouca visão do treinador santista. Palmas também para o técnico Giba, que discretamente deu uma aula no professor Muricy.

Reveja os melhores lances de Santos 1 x 3 Paulista:
http://youtu.be/1ZNaa4ZUJaY

E pra você, quais as lições de Santos 1 x 3 Paulista?


Santos persegue o futebol-arte, por isso merece ser visto


Desencanta Montillo! Algo me diz que neste domingo o gringo faz o seu (foto do treino de sexta-feira tirada por Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC).

Por que você deve reservar a sua tarde-noite de domingo de Carnaval para ver o Santos, no Pacaembu, contra o Paulista? Eu poderia dizer que é porque o time jogará completo e ainda terá as voltas de Edu Dracena e Marcos Assunção. Ou seja, será o Santos que veremos lutando por títulos neste ano. Mas eu direi que, mais do que tudo, o Santos merece ser visto porque é um time que persegue o futebol-arte e isso faz com que possa encontrá-lo a qualquer dia e qualquer hora, que incluem um domingo de Carnaval contra o Paulista, em uma rodada ordinária do Campeonato Estadual.

Nos meus cursos de redação jornalística com criatividade eu ensino que tentar produzir um texto criativo já torna o autor criativo, pois querer inovar é o primeiro passo na fuga dos lugares-comuns que infestam o jornalismo, principalmente o esportivo. Note que ainda dizem “marcar sob pressão”, quando na verdade deveriam dizer “marcar por pressão”, pois se um time marca “sob pressão” quem está sendo pressionado é ele próprio. Bem, mas não perderei tempo com os vários exemplos de maltratos à língua. Vamos ao que interessa, que é a intenção de criar.

A mesma intenção vemos no Santos, time no qual a obsessão pela criatividade tomou, ano após ano, um caminho estético que leva à arte. Sim, o bailado dos corpos, a geometria da bola ligando os flexíveis pontos humanos do grande tabuleiro cria desenhos que resistem ao tempo, ganham a memória e a versão dos torcedores e ficam eternizados como momentos únicos do futebol.

Todo time pode ter craques habilidosos e jogar bonito, como o Santos, mas só o Santos tem essa meta como necessidade vital. Por isso, ao Santos não basta ganhar dois títulos por ano e nem lotar estádios. É preciso produzir jogos de futebol como os grandes compositores produziriam suas melhores óperas, ou os grandes poetas fariam seus mais bem acabados sonetos. O jogador do Santos deve subir aqueles últimos degraus do túnel que leva ao gramado como o maestro se mostra ao púlpito.

E não importa quem seja o adversário, pois a capacidade de produzir uma obra de arte no futebol independe do rival. Quem viu aquele Santos (sem Neymar) 9, Ituano 1, no Campeonato Paulista de 2010, no mesmo Pacaembu que neste domingo abrigará o confronto com o Paulista, sabe que o Santos tem essa capacidade de transformar pedra em ouro, ou um domingo preguiçoso de Carnaval em um momento inesquecível de ousadia e refinamento.

Só o Santos explica Neymar. E vice-versa

É inútil querer que Neymar jogue na Seleção, ou em qualquer outro clube, como joga no Santos. Em que outro time ele pode, com a maior tranqüilidade do mundo, parar a bola em frente a dois, três zagueiros, e tentar o drible que lhe der na teia? E tentar uma, duas, três vezes, até que funcione e abra o caminho para mais um gol?

O santista tem a tolerância necessária que o futebol e a personalidade de Neymar exigem, pois essa é a cultura que embalou o Alvinegro Praiano desde a sua fundação. Meninos irreverentes, bons de bola, extremamente ousados e criativos – esta é a definição que serve para as gerações mais vitoriosas do Santos, em 2012, 1927, 1955, 1964, 1978, 1995, 2002 e 2010.

Quase um estranho no ninho na Seleção Brasileira, Neymar está em plena harmonia com o jeito de ser e com o caráter do Santos e do santista. Houve época em que a Seleção mantinha esse mesmo caráter ofensivo e atrevido e não era à toa que os santistas também a dominavam, a ponto de somarem oito titulares em alguns jogos do Escrete. Hoje valoriza-se o pragmatismo dos resultados, a eficiência das defesas, o toque rápido que muitas vezes só faz com que a bola seja perdida mais rapidamente. Neymar é um Garrincha dos tempos modernos. Como entendê-lo?

Na Europa, alguns técnicos o mandariam para o banco de reservas depois de duas ou três tentativas mal-sucedidas de jogadas individuais. No Santos, errar três vezes seguidas é sinal de que, estatisticamente, a próxima dará certo. Esse é um dos fortes motivos que faz o santista acreditar que Neymar jamais deixará o carinho de quem o compreende para enfrentar a insalubridade dos pretensiosos europeus, que parecem o querer ter apenas pelo prazer de rejeitá-lo depois.

Eu vou, e você?

Acabei de comprar meus ingressos para Santos e Paulista. Estarei com a Suzana no setor laranja do Pacaembu. Comprar ingressos pelo site do Sócio Rei funciona mesmo. Atendimento rápido, perfeito. E a idéia de que sócio pode adquirir mais um ingresso, a preço normal, para um convidado que ainda não é associado do clube, merece todos os elogios. Simples e eficiente, a sugestão do “Sócio + 1” é do leitor Douglas Aluízio, de Guarulhos, que encaminhei ao Arnaldo Hase, do setor de imprensa do Santos.

A oportunidade de ver o Santos completo, com Neymar, Cícero, Montillo e talvez Marcos Assunção não pode ser perdida. O Paulista merece respeito, mas prevejo uma grande atuação do Alvinegro Praiano. A arbitragem será de Leandro Bizzio Marinho, auxiliado por Fabricio Porfirio de Moura e Claudenir Donizeti Gonçalves. Que atuem bem e, se errarem, que seja contra o Santos. Detesto ver o time ganhar com ajuda da arbitragem. Algo me diz que nada impedirá mais uma noite gloriosa do Santos no Pacaembu.

Era um domingo qualquer de uma rodada qualquer do Campeonato Paulista de 2010. Desfalcado de Neymar o Santos enfrentava o Ituano, no Pacaembu. Veja o que ocorreu:

E você, que pressentimento tem para o jogo contra o Paulista?


Valeu pela atuação desse grande Vinícius

Como costumo dizer, a voz do torcedor é sábia. E o santista sempre diz, ao menos nesse blog, que Vinícius Simon é um baita zagueiro. E é mesmo. Se ele joga, o Santos não toma gol. Hoje não foi diferente. O rapaz não perde bola por cima ou por baixo, sai jogando quando é preciso, mas também não se acanha de mandar a bola pro mato quando não tem jeito. E faz tudo isso com um ar sereno, uma tranqüilidade de quem conhece a posição.

Não se vê Vinícius batendo boca com companheiros do time ou com adversários. Mais uma vez teve uma atuação discreta e perfeita e saiu de campo sem levar cartão. Pois além de tudo é inteligente. Não sai dando carrinho ou pancada por trás. Espera o momento certo para dar o bote. Enfim, a cada partida ele justifica tudo aquilo que os santistas dizem dele.

No mais, direi que gostei muito do goleiro Vladimir. Parece ser uma ótima opção. É elástico, tranqüilo e passa confiança à defesa. Mas ainda é cedo para uma análise mais precisa.

De Maikon Leite nem é preciso dizer nada. O moço sozinho enlouquece a defesa adversária. Fez um gol e deu passe para outro. O melhor em campo (apesar de continuar fominha).

Outro que se saiu bem foi Keirrison. Mas por tudo que não jogou durante esse ano de contrato, não deve ficar no Santos. Seu destino deve ser o Atlético Mineiro. Dorival Junior acredita no seu futebol.

Gostei ainda da aplicação de Adriano e do sentido tático do time, que, percebe-se, já anda sob as rédeas curtas de Muricy Ramalho. Veja que em três jogos que ele dirigiu o Santos, o time marcou cinco gols e só sofreu um, quando a partida já estava definida, contra o Cerro. Portanto, o professor tem provado que é possível, sim, marcar gols e cuidar melhor da defesa.

Esse Santos de Muricy não está dando susto. Hoje, com dois minutos de jogo já tinha 2 a 0. E isso só com reservas. Espero que os titulares voltem com a mesma aplicação tática, pois ela é que tem sido essencial para essa melhora do time.

Mas nem tudo foram rosas. Alguns jogadores poderiam aproveitar essa oportunidade para mostrar que merecem ser mais do que reservas, mas voltaram a ter desempenho apenas mediano, casos de Pará, Alex Sandro, Danilo, Alan Patrick e Róbson.

Agora o Santos pegará a Ponte Preta nas oitavas. É o time mais tradicional do Interior que se classificou para a próxima fase e exigirá respeito e concentração. Mas, agora que o Santos é treinado por Muricy Ramalho, o santista sabe que o time não dormirá mais em campo.

Bem, esta é a minha opinião sobre Santos 3, Paulista 0. Leia agora a análise do Khayat. E depois mande o seu comentário sobre o jogo.


Está na hora do Vinícius Simon deixar de ser utilizado só nos treinos

Quem chegou dois minutos atrasado, só viu 1/3 dos gols
Por Khayat

Acabo de chegar da Vila. Quem foi atrás dos ingressos nos postos de venda e chegou atrasado não viu os gols que definiram a partida. Com os reservas querendo mostrar serviço, foi dado o pontapé inicial e de cara o primeiro gol. Nova saída, retomada de bola e o segundo gol. Bem, com a fatura liquidada, bastou controlar a partida e jogar no contra-ataque.

Para isso, e ao menos por enquanto, temos Maikon Leite. Com a velocidade que lhe é característica, foi o melhor jogador em campo, apesar de inúmeras oportunidades de gol perdidas. Mas, como água dura em pedra mole tanto bate até que explode, Maikon Leite fez o seu no segundo tempo, definindo o placar.

Por diversas vezes procurei olhar a movimentação do treinador no banco de reservas, porém devido às circunstâncias da partida, Muricy estava numa tarde de Oswaldo de Oliveira. Um pouco de agitação só na segunda metade do segundo tempo, quando promoveu as alterações e passou a orientar de forma mais insistente os jogadores em campo.

Notas

Vladimir: Pelas defesas nas duas faltas cobradas por Baiano, nota 6,5

Pará: Hoje sem a quem marcar. Nota 6,0.

Bruno Aguiar: Marcou e rebateu com eficiência. Quase fez seu gol. Nota 6,5.

Vinícius: O segundo melhor jogador em campo. Nota 7,0;

Alex Sandro: Hoje não se aventurou a ser atacante. Nota 6,0.

Adriano: O guerreiro de sempre. Nota 6,5

Danilo: Com Muricy parece um pouco mais solto. Nota 6,5.

Robson: Se não tivesse visto seu nome no placar eletrônico nem saberia se ele estava em campo. Nota 4,0.

Alan Patrick: Melhor no primeiro tempo. Fez um gol, mas de um tempo para cá seu futebol encolheu. Nota 6,5.

Maikon Leite: Se tivesse concretizado todas oportunidades mereceria um 9,0. Como só fez um gol, nota 7,5.

Keirrison: Hoje bem melhor do que em outras partidas. Nota 6,5.

Moisés: Discípulo do Zezinho. Nota 3,5;

Dimba: Sem tempo e sem nota.

Emerson: O mesmo que Dimba.

Muricy: Discreto e eficiente. Nota 7,0.

A diretoria do Santos poderia ter dado um “presente Centenário” aos não sócios que hoje foram à Vila, permitindo que no ato da compra do ingresso para a partida contra o Paulista, também pudessem adquirir de forma antecipada o ingresso para o jogo da próxima quarta. O público e a arrecadação de hoje seriam bem melhores. Alguém duvida?

Concorda com o Khayat? O que você achou do jogo?


Ninguém ganhou o Bolão. Prêmio dobrado domingo

Incrível! 67 apostas e nenhuma acertou o resultado de Paulista 2 x Santos 3, nesta quinta-feira. Assim, ninguém receberá o livro O meu time do coração, com muitos dados estatísticos sobre o Santos.

Mas, não há problema. Há males que vem para o bem. O mesmo livro passará a ser o prêmio para o Bolão de Portuguesa x Santos, jogo marcado para domingo, às 17 horas, no Canindé.

E além de O time do meu coração o ganhador do Bolão de domingo receberá mais um livro escrito por mim, mas desta vez não sobre o Santos, nem ao menos sobre futebol.

Trata-se de O barqueiro de Paraty, a primeira ficção para adultos de minha autoria, lançado no ano passado pela Editora Mundo Editorial. O livro conta a história de um executivo paulistano que passa por uma crise e recorre a um amigo de colégio que tem um barco emParaty e é adepto do filósofo romano Epicteto.

Pode parecer estranho oferecer um livro desses em um site que fala prioritariamente de futebol, mas tenho certeza de que o leitor que ler O barqueiro de Paraty não se arrependerá.

Bem, vá pensando quando será o jogo Portuguesa x Santos, domingo, no Canindé. O Bolão irá para o ar no sábado à noite. Em caso de empate nos três quesitos anteriores (resultado final, aorcial do primeiro tempo e autores dos gols do Santos), valerá quem fez a aposta primeiro.

Fiquem agora com belo filme sobre o livro O Barqueiro de Paraty.

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Bolão para Paulista e Santos vale livro de bolso “O time do meu coração”

Bem, o Bolão para o jogo desta quinta-feira está lançado. Todos os palpites enviados através da caixa de comentários deste post serão computados.  É imprescindível encaminhar a aposta antes do apito inicial do árbitro.

O ganhador receberá o livro de bolso “O time do meu coração”, com muitas informações estatísticas e históricas sobre o Santos.

Responda: 1 – Quanto será o jogo; 2 – Qual será a parcial do primeiro tempo; 3 – Quem marcará os gols do Santos (se você achar que o Santos marcará gols, claro).

Em caso de empate depois de apurados esses quesitos, valerá o palpite que foi feito mais cedo.

Portanto, não deixe para apostar em cima da hora.

Para participar do Bolão do Odir é preciso fazer um cadastro no site. Se você ainda não o fez, faça. É simples e rápido. Se não quiser dar maiores informações a seu respeito, basta o nome e o e-mail.

Entrarei em contato com o ganhador por e-mail e enviarei o livro pelo correio. Todas as despesas são por conta do Blog do Odir.

Boa sorte!

Hoje tem mais festa de Neymar e Paulo Henrique?


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