Blog do Odir Cunha

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Título estranho faz um século


Clube Atlético Paulistano, melhor time brasileiro da fase amadora do futebol, legítimo campeão paulista de 1916.

No nosso trabalho pela unificação dos títulos brasileiros tivemos o cuidado de analisar minuciosamente cada competição de futebol que exigia sua oficialização por parte da CBF. Por falta de referências e bibliografia a respeito, tivemos também de estabelecer critérios essenciais para que uma competição pudesse requerer sua oficialização. Uma dessas condições obrigatórias era de que ela tivesse sido jogada até o final – o que, felizmente, ocorre com todas as edições da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1969 a 1970.

A princípio, um torneio, ou campeonato, interrompido indefinidamente bem antes do seu término, não deveria ser considerado oficial. Evidentemente, há os casos particulares, que merecem estudo mais aprofundado. Se um dos adversários se recusa a jogar uma final, por exemplo, seria injusto que seu oponente não fosse considerado campeão. Há, ainda, as chamadas questões de “força maior”, como desastres naturais, falta de datas para novas partidas decisivas etc.

Em um aspecto, porém, deve haver um consenso: assim como uma partida só pode ser disputada novamente se foi interrompida ainda no primeiro tempo, uma competição não pode ser validada se nem concluiu o seu primeiro turno. Não creio que haja legislação a respeito, porém acredito que o bom senso geral concorde com isso.

Pois bem. Nas minhas pesquisas encontrei uma competição que, a meu ver, não deveria ter sido validada. Já foi e é computada nos anais do futebol paulista e brasileiro, infelizmente. Refiro-me ao Campeonato Paulista de 1916, disputado pela Liga Paulista de Futebol.

Na época, o futebol paulista estava dividido em duas ligas e havia duas competições simultâneas: uma da Associação Paulista dos Esportes Atléticos, que reunia as equipes mais tradicionais e de nível técnico mais elevado, como Paulistano, Palestra Itália, Santos, Ypiranga, Mackenzie, Associação Atlética das Palmeiras e São Bento da capital, e outra que reunia equipes amadoras, os chamados times de várzea, que disputavam o campeonato da Liga Paulista de Futebol.

Os nomes das equipes inscritas na Liga Paulista certamente são desconhecidos mesmo para quem acompanha a história do futebol paulista. Estou falando de equipes como Maranhão, Alumni, Ruggerone, Campos Elísios, Ítalo, Vicentino, Lusitano, Paissandu, União Lapa… Entre eles estava o atual Corinthians.

Ao todo, a Liga Paulista de Futebol tinha 12 participantes, que deveriam jogar o campeonato em turno e returno. Ou seja, cada equipe precisaria fazer 11 jogos no primeiro turno e mais 11 no segundo, em um total de 22 partidas.

Pois bem. A Liga era tão desorganizada, que muitos jogos não foram realizados e a competição acabou interrompida quando tinham sido jogadas apenas um terço das partidas previstas. Após disputar sete dos 22 jogos que teria de fazer, o alvinegro de Itaquera era o líder, e isso bastou para que fosse considerado o campeão, título que é computado até hoje entre suas conquistas estaduais.

Veja como a boa ou a má vontade da imprensa esportiva pode influir na história do futebol brasileiro. A justíssima unificação dos títulos brasileiros, documentada em um livro que está à disposição de todos, volta e meia é contestada por quem não conhece, não estuda e muito menos se preocupa em pesquisar a história do nosso futebol. Por outro lado, um título paulista tão estranho foi e é engolido pela mídia sem nenhuma contestação.

Em tempo: pela Associação Paulista dos Esportes Atléticos, a liga mais forte do Estado, o campeão de 1916 foi o Clube Atlético Paulistano, melhor time do Brasil àquela época, após vencer o Santos, na penúltima rodada, no recém-inaugurado estádio da Vila Belmiro. O confronto em Santos foi o grande evento do futebol paulista naquele ano.

E você, o que acha disso?


A Vila fervendo já faz o Santos começar com meio a zero!

andre e neymar no treino de quarta
André e Neymar no treino desta quarta-feira (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC)

Na longínqua noite terça-feira, 12 de março de 1996, em que o Santos empatou com o Atlético Paranaense em 1 a 1, na Vila Belmiro, pela Copa do Brasil, vivi uma experiência que me marcou. Comentarista da Rádio Record, atuei ao lado do narrador Jarbas Duarte e, após o jogo, atravessei o gramado para sair onde o carro nos esperava. Lembro-me, então, de ter sentido o ar pesado, o clima hostil dos torcedores raivosos, e imaginei a enorme pressão que os adversários sentem ao jogar na Vila.

Não é à toa que as grandes vitórias e as goleadas acachapantes do Santos foram obtidas naquele caldeirão. Lá a Ponte Preta sofreu um impagável 12 a 1 de um Santos sem Pelé; o Botafogo de Ribeirão Preto perdeu por terríveis 11 a 0 e o Naviraiense, há pouco tempo, sofreu uma dezena de gols.

O técnico Vanderley Luxemburgo já disse que todos os times, principalmente os grandes de São Paulo, têm receio de jogar na Vila. Se pudessem, levariam os clássicos para a capital, como conseguiram durante duas décadas. Segurar um time que se agiganta quando joga em casa, empurrado por uma torcida fanática, determinada e agressiva, não é nada fácil.

Creio que o primeiro ano em que o Santos mostrou uma força sobrenatural quando jogava da Vila Belmiro foi 1918. Antes do Campeonato Paulista enfrentou pela primeira vez o Botafogo, líder do campeonato carioca e, sem se incomodar com a fama do adversário, sapecou-lhe implacáveis 8 a 2. Depois, pelo Paulista, conseguiu a proeza de derrotar o então imbatível esquadrão do Paulistano por 1 a 0, gol de Haroldo. A partida impressionou a imprensa paulistana pela volúpia ofensiva do Alvinegro Praiano e pelo entusiasmo de seus torcedores.

Mestre de Educação Física, o amigo Saul Gallegos, em tese que prepara para a USP, comprova a influência dos gritos dos torcedores na velocidade dos times locais e, conseqüentemente, no predomínio de seus atletas sobre os visitantes. O incentivo dá forças, fôlego, confiança e sebo nas canelas… Ao mesmo tempo em que inibe os forasteiros.

Por tudo isso, eu não prevejo, mas afirmo que o Santos será outro no dia da decisão de seu tetracampeonato. Os velhos fantasmas da Vila mais famosa do mundo estarão todos despertos, alucinados, sedentos por uma vitória que remonta desde os primórdios do velho e encantado estádio Urbano Caldeira. Os vivos – e os mortos – verão!

No Mato Grosso do Sul foi apenas 1 a 0. Mas ainda havia o jogo no Alçapão…

Você também não acha que a Vila fará o time correr mais pelo tetra?


O tetra é o que interessa. O resto não tem pressa…

luiz Tomaz, sua irma ana e eu
Olha o Luiz Tomaz aí gente! Ele veio de Minas ver o Santos domingo e finalmente nos conhecemos. Aí estão ele (à direita), sua irmã Ana e este blogueiro (a camisa muito pequena emprestada pelo Luiz dá a impressão de que estou barrigudo. Na verdade, estou, mas não tanto). A Suzana fez a foto.

Neymar pode ir embora? Depois a gente resolve… Muricy Ramalho tem de sair? Depois se discute isso… Agora a única coisa importante para o Santos é lutar pelo tetracampeonato paulista, um título ainda não conquistado por nenhum dos times vivos do futebol de São Paulo. Sim, pois o único a conseguir tal proeza foi o Paulistano, lá nos idos do amadorismo, campeão em 1916/17/18/19, derrotando todos os times grandes de hoje, com exceção do São Paulo, que ainda não existia.

Leia o que disse o Correio Paulistano sobre o jogo do tetra: “Tomada a liderança, o Paulistano assegurou o título ao golear o Corinthians por 4 a 1, no Jardim América”. E, veja que coincidência amigo leitor e amiga leitora, o mesmo alvinegro de Itaquera, que antes era do Parque São Jorge, esteve no caminho do Santos nessa corrida para o tetra e foi batido na Vila Belmiro por 2 a 1, em grande dia de Neymar. Quem sabe esta também não será a final que dará o tetra ao Glorioso Alvinegro Praiano…

O certo é que nenhum time chega a um título tão importante por acaso. E não será preocupado com o rendimento de um jogador ou a ranhetice de um técnico que o Santos atingirá essa marca praticamente inalcançável. A única forma da vitória é tomar café da manhã, almoçar e jantar pensando no TETRA!

Os maiores rivais estão preocupados com a Copa Libertadores. Pois que continuem assim… Dos times que elegeram o Paulista como prioridade, o maior adversário é a Ponte Preta, muito bem montada este ano. Mas se o Santos retomar o foco, o quatro título seguido será bem possível.

Não acredito em manobras extra-campo para impedir que o Santos chegue à marca histórica, pois seu feito iria divulgar e valorizar ainda mais o Estadual. Que os santistas não acreditem no menosprezo de alguns jornalistas esportivos ao Campeonato Paulista. Se a competição não tivesse importância, a RAI (Rádio e Televisão Italiana) não teria comprado os seus direitos para retransmissão para a Europa.

O mesmo campeonato que incensou o reserva Basílio não pode ter perdido tanto de seu charme (em 1977 a competição mais importante do País já era o Campeonato Nacional). Acontece que algumas pessoas, de caráter mais instável, tendem a considerar as uvas verdes quando não as conseguem alcançar.

Eu acredito no Neymar! E no Muricy!

Alguém em sã consciência acha que o Santos trocará de técnico no meio do Campeonato Paulista? Claro que não! Muricy Ramalho terá sua oportunidade de deixar o nome na história, assim como Neymar! Portanto, que ambos esqueçam suas grandes paixões no momento – um belo prato de massa e a Bruna Marquezine, respectivamente – e se concentrem no nosso querido Peixe.

Nos últimos dez anos, sempre que chegou a uma final no Brasil o Santos venceu. Muricy e Neymar ganharam todas as decisões com o Santos que fizeram na América do Sul. Portanto, o ideal é se empenhar para ter novamente a oportunidade de lutar pelo título.

Para começar, o time precisa ter a meta de terminar essa fase inicial na primeira posição, o que lhe garantirá jogar sempre a segunda partida da fase eliminatória diante de sua torcida e ter a vantagem dos “dois resultados iguais”.

Depois da decisão do Paulista, que deverá significar um momento histórico para o Santos, a gente volta a falar sobre assuntos aleatórios. Agora, mudar o foco da competição é dar munição aos anti-santistas.

E você, não acha que o tetra é o que interessa?


O Santos será tetra, ou hendeicosacampeão?

Hoje vou falar um pouco de semântica… Que diabo é isso? É o ramo da linguística que estuda o significado das palavras. E por que falarei sobre semântica em um blog de futebol voltado a santistas? Por que, por incrível que pareça, o uso errado das palavras muda conceitos e currículos no futebol. Por exemplo: o Brasil não é pentacampeão mundial, mas é cinco vezes campeão do mundo, o que não é a mesma coisa.

Bicampeão, tricampeão, tetracampeão, pentacampeão são termos que se referem a títulos seguidos. Erroneamente passaram a ser usados, por nossa imprensa esportiva, para designar a quantidade de títulos de um time em uma competição, sejam eles ininterruptos ou não. A Seleção Brasileira passou a ser pentacampeã e o Santos, oito vezes campeão brasileiro, é clamado de octa, mas não é o correto.

Consulte agora mesmo o dicionário Priberam – http://www.priberam.pt/dlpo/ – e constate que tricampeão é “o que é campeão pela terceira vez seguida, numa competição ou campeonato”.

O Brasil seria tricampeão mundial se conquistasse o título da Copa de 1966, na Inglaterra, mas já não o foi quando se tornou campeão no México, em 1970. Porém, a imprensa ufanista verde-amarela-cor de anil chamou a vitória no México de tri e ficou o tri.

Digo isso porque agora o Campeonato Paulista está nos dando a oportunidade de recolocar as palavras nos trilhos e nos significados corretos. Se vencer novamente o Santos será o primeiro tetracampeão paulista da era profissional, iniciada há 80 anos. Na quantidade de títulos, porém, terá 21, o que significaria ser hendeicosacampeão se as conquistas fossem consecutivas.

Dá pra imaginar a torcida gritando HEN-DEI-CO-SA-CAM-PEÃO!? Veja aonde a ignorância lingüística da imprensa esportiva poderá nos levar… Como dificilmente algum time será tantas vezes campeão seguidamente, o máximo que o torcedor terá de saber é que nove vezes é eneacampeão, dez vezes é decacampeão e acho que por aí já está bom (mas, se quiser, eu tenho a lista completa).

Bem, é oportuno lembrar que algumas palavras, de tanto usadas equivocadamente, e por tanta gente, acabaram sendo toleradas pelos dicionários. Assim, a dolorosa “perca”, pronunciada pelos mecânicos para avisar que seu carro está destruído (“perca total doutor”); ou a sibililante salchicha, apesar de não recomendadas, já podem ser utilizadas no lugar de perda e salsicha.

Quem é bi, tri ou penta no Brasil?

Assim, quando se fala em Campeonato Paulista, os únicos tricampeões no profissionalismo foram o Santos (três vezes), o Corinthians, uma vez, e o Palmeiras, uma vez (como começou em 1932, ainda no regime amador, e terminou em 1934, no profissionalismo, pode-se dizer que o Palestra tem um tri mezzo mussarela e mezzo calabreza). Na era do amadorismo o Paulistano tem um tetra e um tri, o Corinthians tem dois tris e o São Paulo Athletic, o Spac, tem um tri.

Quanto nos referirmos a títulos brasileiros, o único time a ir além do tri foi o Santos, pentacampeão nacional de 1961 a 1965. O São Paulo sagrou-se tricampeão em 2006/07/08.

Com relação à Copa Libertadores da América, os únicos brasileiros bicampeões são o Santos, em 1962 e 1963, e o São Paulo, em 1992 e 1993. Nos mesmos anos de 1962/63 e 1992/93 Santos e São Paulo também se sagraram os exclusivos clubes brasileiros bicampeões mundiais.

Bem, esta é a verdade das palavras que representam títulos consecutivos. O resto, como diria aquele folclórico dirigente, “é tudo invenção da mídia”. Ah, uma última dica: coloque um dicionário virtual na sua barra de favoritos e o consulte sempre que tiver dúvidas sobre uma palavra (às vezes é bom consultar até quando a gente acha que não tem dúvidas). Esse Priberam é bom e gratuito. Adote-o: http://www.priberam.pt/dlpo/

E você, acha que o Santos será tetra, ou hendeicosacampeão?


Boas surpresas no teste para o tetra

O público de 15 mil pessoas até que foi bom devido ao mau tempo; a goleada de 4 a 0 foi ótima diante de tantas substituições (no primeiro tempo jogaram os titulares, no segundo os reservas), mas o mais interessante é que o torcedor santista pôde ter uma ideia real do time que será motivo de suas lágrimas e devoção em 2013, e no geral gostou do que viu.

Fiz algumas constatações e gostaria de saber a sua opinião, leitor e leitora, sobre elas. A primeira é a de que Adriano já pode se considerar banco de Renê Júnior. O técnico Muricy Ramalho chegou a elogiar o novo contratado, dizendo que ele não só marca bem, como tem um primeiro passe muito bom, o que agiliza o contra-ataque – característica que, a gente sabe, Adriano nunca teve.

Muricy também deixou no ar que André pode perder a condição de titular para Miralles ou até mesmo para Bill. O técnico gostou de ver que Bill voltou em forma das férias, ao contrário de André, que sabe jogar de costas para o gol adversário, mas continua fora de forma e muito lento.

Eu não achei que Montillo faria chover, por isso não me decepcionei. Acho que ele joga fácil e vai se entender muito bem com Neymar. Só que, inteligente, sabia que não precisava mostrar tudo em um amistoso contra um time medíocre que só sabe bater, como esse Grêmio Barueri.

E por ter um adversário assim pela frente, acho que Neymar deveria soltar mais a bola. Correu riscos de uma contusão mais séria à toa. Todo mundo sabe que adoro Neymar, mas que está fominha, está. Às vezes não dá andamento às jogadas e isso atrapalha o time. Pense nisso, garoto!

No primeiro tempo o time todo foi bem sólido até o meio-campo. Gostei da seriedade de Cícero, da disposição de Guilherme Santos e do empenho de Galhardo, que participou dos dois gols. Arouca terá melhores companheiros no meio-campo nesta temporada.

No segundo tempo, com a entrada dos reservas, quase todos mais jovens, o time foi mais ágil. Patito, Miralles e Bill combinaram bem no ataque. Alan Santos e Jubal deram conta do recado, e estou começando a ficar otimista com esse zagueiro da base, o Gustavo Henrique. Bela postura, calmo, sabe bater na bola. Com a agilidade maior que virá com o fortalecimento muscular, poderá ser titular.

Sobre os garotos Victor Andrade e Gabriel, o Gabigol, só posso dizer que Victor é mais desinibido e teve mais tempo para jogar. Gabriel entrou nos últimos minutos e mal tocou na bola. O que acho que não pode acontecer, porém, é a torcida vaiar um e aplaudir o outro. Ambos são patrimônio do clube. E há um ditado que diz: “Quando eles menos merecem, mais precisam de carinho”.

Agora o time se prepara para a estreia no Paulistão, neste sábado, às 19h30m, contra o São Bernardo, no estádio Primeiro de Maio, no ABC. Se não me engano esse é o time do ex-presidente Lula. Todo cuidado é pouco. Creio que Muricy repetirá o time que começou a partida, mas acho que Patito, Miralles ou Bill entrarão no decorrer da partida.

Já tem gente dizendo que o Santos busca um tetracampeonato paulista inédito. Não é verdade. O Paulistano, clube que acabou com seu departamento de futebol no início do profissionalismo e hoje é um dos mais elegantes e valorizados da Capital, sagrou-se tetracampeão paulista em 1916/17/18/19, feito ainda não igualado no Estadual. Quem sabe o Santos de Neymar e Montillo chegará lá!

Veja os melhores momentos de Santos 4, Grêmio Barueri 0:

http://youtu.be/YohUO-nfnKE

Felipe Anderson fez o gol da vitória do Brasil Sub-20

De pênalti, cobrado forte no meio do gol, Felipe Anderson, marcou o único gol do jogo e deu a vitória ao Brasil contra a Venezuela, no Sul-americano Sub-20. No segundo tempo ele foi substituído e o comentarista sibilante do Sportv voltou a criticá-lo, dizendo que ele quebra o ritmo da Seleção. Pois é justamente o contrário. Felipe talvez seja o único que tenta dar um padrão à está bagunçada Seleção.

Eu diria que o que Felipe Anderson tenta fazer é o que qualquer jogador de futebol com um pingo de inteligência tentaria, que é pôr a bola no chão, tocar para o jogador desmarcado, buscar o passe com menor margem de erro. A Seleção precisa justamente de jogadores que toquem a bola, para impor sua pretensa melhor técnica, e não de garotos estabanados que entrem na correria do adversário.

Ex-jogador Bebeto, hoje membro do comitê organizador da Copa, assistiu ao jogo ao lado do presidente da CBF, José Maria Marin. Mattheus, filho de Bebeto, entrou no segundo tempo e apesar de ter a oportunidade de participar de vários contra-ataques, desperdiçou todos.

Com a vitória de 1 a 0, o Brasil precisa de outro bom resultado contra o Peru para se classificar para a próxima fase do Sul-americano.

De quem você gostou e de quem não gostou no amistoso contra o Barueri?


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