Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Pelé (page 1 of 40)

Bom renascimento para nós

Costumo dizer que a vida é feita de renascimentos. Se as coisas não andam como você quer, não se amofine. Continue trabalhando, fazendo a coisa certa, porque logo uma nova etapa, repleta de possibilidades, surgirá à sua frente. Como santista, vivi algumas Páscoas, ou renascimentos. A mais marcante delas ocorreu em junho de 1979, quando um time recheado de garotos, nominados Meninos da Vila pelo seu Chico Formiga, venceu o São Paulo na final e conquistou o Paulista de 1978, primeiro título importante do Alvinegro Praiano após Pelé. Neste vídeo podemos desfrutar a narração incomparável de Osmar Santos, de quem me tornei redator e amigo nas rádios Globo/Excelsior. Boa Páscoa a todos os frequentadores deste blog e obrigado pelos comentários sinceros.

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A gente consegue o que quer

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Garfield descansando

Um atleta que queira muito ser campeão e trabalhe com afinco por isso, um dia atingirá sua meta. Um estudante que sonhe ser doutor, chegará lá caso estude muito e se dedique o suficiente para alcançar esse objetivo. Com raras exceções, qualquer um de nós conseguirá realizar seu sonho desde que esteja disposto a pagar o preço.

Não há sucesso sem querer e por isso devemos valorizar os vencedores sem inveja nem senões. Em 1985, Boris Becker, um alemão de 17 anos, venceu Wimbledon. Foi uma surpresa para todos, menos para ele. Pois ninguém conquista Wimbledon sem querer. No íntimo, ele sabia que poderia, e pôde. Isso vale para todos os campeões do esporte, das artes, da vida…

Entre o final dos anos 50 e início dos 60 o Santos tinha um time que queria jogar, precisava jogar, pois o salário era pequeno e o maior rendimento vinha dos “bichos”, o prêmio por vitória. Então, veja você, mesmo atuando em quatro países diferentes, o Santos fez cinco jogos em sete dias, entre 3 e 9 de junho de 1959.

Confira: dia 3 de junho venceu o Feyernoord, na Holanda, por 3 a 0; dia 5 perdeu da Internazionale, em Milão, Itália, por 3 a 2; dia 6 derrotou o Fortuna, de Dusseldorf, Alemanha, por 6 a 4; dia 7 empatou com o Nuremberg, em Nuremberg, Alemanha, por 3 a 3 e dia 9 derrotou o Servette, de Genebra, Suíça, por 4 a 1.

Bem, aquele era o Santos de Ouro, que não escolhia adversários e tinha jogadores que não reclamavam da dureza da profissão. Nestes cinco jogos citados, Pelé e Pepe participaram de todos. Pelé marcou cinco gols e Pepe, seis. Bem, mais isso era naquele tempo. E hoje, o que querem os jogadores e o técnico do Santos, qual é o objetivo que os move?

A se depreender das entrevistas que têm dado nos últimos meses, a grande meta desses jogadores e do técnico Dorival Junior tem sido o “descanso” – palavra mais usada nas entrevistas após os jogos e no intervalo entre um compromisso e outro. Pois bem. Como está dito no título e no lead deste post, as pessoas acabam conseguindo aquilo que querem muito.

Do jogo com a Ponte Preta, em Campinas, no dia 1º de abril, até a estreia no Campeonato Brasileiro, em 14 de maio, diante do Fluminense, no Rio de Janeiro, o Santos terá jogado apenas cinco partidas: ida e volta com a Ponte, ida e volta com o Santa Fé, pela Libertadores, e o jogo contra o Flu.

Portanto, em um período de 44 dias o Alvinegro Praiano terá o invejável intervalo médio de 8,8 dias entre um jogo e outro e jogará apenas três vezes em abril, podendo descansar à vontade. Enfim, mais uma prova de que os sonhos, por mais estranhos que sejam, acabam sendo realizados.

E você, o que acha disso?

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Boas e más lideranças

De origem humilde, Ricardo Oliveira já pediu esmola nos semáforos da Zona Norte de São Paulo. Hoje, para os padrões brasileiros, é um homem rico. O futebol tem muitos exemplos similares. O maior deles, sem dúvida, é Pelé, Edson Arantes do Nascimento, primogênito de Dondinho e Celeste, nascido em uma pequena casa de tijolos e pintura desbotada de Três Corações, Minas Gerais, que antes dos 20 anos já era chamado de “Rei do Futebol”, título que o acompanha desde então.

Pelé e Ricardo Oliveira têm muita coisa em comum. Ambos, guardadas as imensas proporções, são reconhecidos como bons jogadores de futebol, artilheiros, destacaram-se no Santos e têm espírito de liderança. Porém, adotaram estilos diferentes para liderar. Pelé preferia comandar pelo exemplo.

Determinado a ser campeão do mundo na Copa de 70, ele usou o tempo de preparação para voltar ao seu peso e à sua forma ideais, não permitiu que nada desviasse o seu foco, aceitou sem reclamar as condições do treinamento puxado e a desconfiança de boa parte da opinião pública e mostrou, em campo, que ainda era o melhor do mundo e poderia levar a Seleção Brasileira a mais um título mundial, o que acabou acontecendo.

“Se o bife estava duro, ele cortava em pedacinhos e comia sem dizer nada. Se ele, que era o Pelé, não reclamava, o que a gente podia falar?”, diz Rivellino, lembrando os tempos de concentração para a Copa do México.

De técnica e talento reconhecidamente superiores, Pelé também foi o atleta, ao lado do zagueiro Brito, com o melhor rendimento nos treinos físicos. O resultado do seu empenho pôde ser observado em todos os seis jogos do Brasil, realizados no escaldante horário do meio-dia. Ao final da Copa, em que marcou quatro gols e deu cinco assistências, o Rei do Futebol foi escolhido, justamente, o melhor jogador da competição.

Hoje o Santos está diante de uma decisão infinitamente menor. Às 20 horas de segunda-feira, no Pacaembu, enfrentará a Ponte Preta por uma vaga na semifinal do Campeonato Paulista – um obstáculo plenamente superável para um time de melhor elenco, de técnica superior e que ainda jogará diante de sua torcida. É jogo para entrar confiante e obter uma vitória consagradora. A liderança do time, porém, está se revelando um problema.

Em uma rápida entrevista após a derrota para a Ponte Preta, em Campinas, Ricardo Oliveira mostrou-se descontente por não ter sido consultado sobre o agendamento da partida de volta para o Pacaembu e deixou a entender que tanto ele como outros jogadores santistas prefeririam enfrentar a Ponte na Vila Belmiro. Ora, esse tipo de reação não contribui nada para motivar a equipe e já deixa uma desculpa pronta – a ser utilizada por outros jogadores e pelo técnico Dorival Junior – em caso de eliminação diante do bom time de Campinas.

Além de não haver explicação técnica para a escolha da Vila, onde o Santos já foi derrotado três vezes neste Paulista, é no Pacaembu, em que o Alvinegro Praiano venceu seus 18 jogos mais recentes realizados ali, que o time terá de jogar mais vezes se quiser dobrar sua média de público e reencontrar o caminho de uma grandeza que tem lhe escapado devido a uma visão limitada e regional que verdadeiros líderes, como Pelé, já tinham deixado para trás.

Sem jamais ser o capitão do time, Pelé inspirava otimismo, destemor, confiança. Em muitas excursões santistas ao estrangeiro, o incansável atacante chegou a disputar cinco jogos em apenas oito dias. Bem diferente do Santos atual, que desde a derrota de sábado terá nove dias para se preparar tranquilamente para a revanche contra a Ponte Preta, no Pacaembu, estádio cujo maior artilheiro é Pelé, com 115 gols.

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Hora de pôr ordem na casa

A derrota para a humílima Ferroviária, na Vila sagrada, ainda ribomba nas nossas cabeças. É óbvio que há muita coisa errada no Santos e é natural que o torcedor se preocupe com a sorte do time na Copa Libertadores, a competição mais importante de 2017 (fora o Mundial, claro).

Não finjamos o contrário, por favor. Paulista, Copa do Brasil, Brasileiro, todos os títulos têm a sua importância, mas a Libertadores vale mais, até porque pode colocar o Santos em um patamar acima de todos os outros clubes brasileiros.

Porém, se a equipe tem dificuldades em sua própria casa, o que esperar do Glorioso Alvinegro Praiano em 9 de março, uma quinta-feira à noite, quando iniciará a competição sul-americana de clubes enfrentando o respeitável Sporting Crystal, do Peru, em Lima?

Se o clima entre diretoria e comissão técnica, comissão técnica e jogadores, jogadores e torcida não melhorar, será mais sensato tirarmos o cavalinho da chuva, ou o peixe do mar, pois nem passaremos da primeira fase da Libertadores. Digo nós porque o momento é de união entre os santistas.

Um espírito de porco pode dizer: “Mas Odir, se o Santos for campeão da Libertadores, você jamais será eleito presidente do clube”. Pois eu respondo: ser campeão da Libertadores em 2017 é de importância fundamental para a história do Santos, perto desse feito quem será o próximo presidente santista não tem importância.

E como a gente critica, mas sugere soluções, apelo para que o presidente Modesto Roma, a direção de futebol, o técnico Dorival Junior e a comissão técnica tenham uma longa reunião para detectar o que está havendo e estabelecer metas e compromissos. Depois, que outra reunião, entre a direção do clube e os jogadores, seja realizada.

É preciso botar para fora tudo que está engasgando todo mundo. Sem lavar a roupa suja e colocar ordem na casa, o Santos vai passar um ano difícil. Não é hora de beicinho, nem de mimimi, nem de mentiras ou desculpas. Quem estiver incomodado, peça para sair. O time está diante de seu maior desafio desde 2012. É hora de ser forte, determinado, corajoso e de fazer jus a ser lembrado, para todo o sempre, na história do Santos e do futebol.

Sete providências recomendadas

1 – Priorizar a Libertadores, Usar o Campeonato Paulista para testar e dar ritmo a todos os contratados e aos garotos da base, mas não estafar os titulares absolutos nos jogos do Estadual.

2 – Criar um sistema de jogo mais precavido para os jogos fora de casa. Que Dorival e seu filho não se iludam. Fora de casa o bicho vai pegar. Mesmo o grande Santos, no seu melhor ano, que foi 1962, empatou em 1 a 1 tanto com o Cerro Porteño, em Assunção, quanto com a Universidad Católica, em Santiago, e só ganhou do Deportivo Municipal, da Bolívia, por 4 a 3, porque virou ao final da partida, após estar perdendo por 3 a 2.

3 – Escolher jogadores com espírito de Libertadores, ou preparar o espírito de quem for escolhido. Além de ter calma, será preciso inteligência, além de tranquilidade para não revidar ao ser provocado, e nem afrontar o árbitro.

4 – Oferecer um bom prêmio em dinheiro a cada jogador em caso de título. Sabemos que eles já ganham bem, mas é uma regra de mercado. Todos os outros clubes motivam, o Santos não pode deixar de fazê-lo.

5 – Ficar atento às arbitragens. Há muito direcionamento nas arbitragens do campeonato sul-americano de clubes.

6 – Promover uma pacificação com a torcida. Se não houver o famoso pacto, o ambiente se degringolará e os jogadores, em vez de motivados, se sentirão enojados e temerosos. Se não der para ganhar o Paulista, dane-se, o que importa é a Libertadores.

7 – O jogador deve encarar cada partida da Libertadores como se fosse a última de sua vida. Para ter força, deve lembrar dos ídolos do passado e se espelhar neles. Enfim, fazer jus a vestir essa camisa.

O quarto título da Libertadores colocará o Santos como o time brasileiro mais vitorioso em competições internacionais. É uma meta difícil e ousada, mas, como diz o outro, se não for para sonhar, é melhor nem viver.

E você, o que acha disso?

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A ficção e a realidade

O Campeonato Paulista começou, depois de a imprensa esportiva alardear as inúmeras qualidades dos três times mais populares da capital, e o que aconteceu? O Santos é o líder na classificação geral, apresentou o melhor futebol da primeira rodada e ainda jogou desfalcado de Ricardo Oliveira.

O São Paulo, do decantado técnico Rogério Ceni, teve uma atuação pífia, uma defesa com mais buracos do que um queijo suíço e perdeu de 4 a 2 para o Audax. O Corinthians ganhou do São Bento com um gol de pênalti que não houve e o Palmeiras, em partida equilibrada, mostrou um futebol medíocre e derrotou o Botafogo de Ribeiro Preto pela contagem mínima.

Não sei o que meus colegas vão inventar durante a semana para manter o interesse dos torcedores desses três times, pois está evidente que o Santos é o melhor e o Grupo D o mais difícil, já que todos os quatro times ganharam seus jogos, ao contrário do grupo do São Paulo, em que os quatro perderam.

Para ser santista é preciso ter inteligência para perceber as jogadas ibopistas da mídia que tenta distorcer a realidade. E a verdade é que, a exemplo do Campeonato Brasileiro, vencido por um time medíocre, o Paulista é outra competição mediana, com exceção do Santos e, talvez, de seus concorrentes no Grupo D.

Acima, coloco um vídeo para o qual peço atenção especial. Trata-se de uma entrevista de Angelo Benedicto Sormani, ou apenas Sormani, ponta-direita que nasceu em Jaú em 3 de julho de 1939, começou no Santos, participou da excursão à Europa em 1960, transferiu-se para o Mantova em 1961 e fez carreira na Itália, onde vive desde então. Herói do Milan na conquista da Liga dos Campeões e do Campeonato Mundial (Intercontinental) de 1969, Sormani, que foi chamado de “il Pelé Bianco”, é muito respeitado pela imprensa e os torcedores italianos.

Nessa entrevista ele fala de Pelé e do Santos. Vale a pena ouvi-la na íntegra. Coloco esse vídeo para lembrar o que é essencial na história do futebol e qual é o verdadeiro peso de cada time nessa história. Essa é uma noção que o santista não pode perder, já que a todo momento a imprensa esportiva brasileira, com suas conjecturas superficiais e convenientes, quer fazer o torcedor esquecer o que realmente importa.

Pelé versus os europeus
Há jornalistas, poucos e obtusos, que batem na tecla de que Pelé não pode ser considerado o melhor jogador de todos os tempos porque nunca jogou por um time europeu. Essa é uma demonstração de colonialismo barato, como se a Europa fosse o centro do futebol mundial. Hoje, certamente, é, mas até os anos 1960, reinado do futebol arte, o melhor futebol praticado no planeta era o sul-americano. Por outro lado, os europeus tiveram várias oportunidades de parar Pelé, e o que aconteceu? Veja este vídeo e constate o que o Rei do Futebol fazia com os jogadores, times e seleções do velho continente:

E você, o que acha disso?

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