Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Público na Vila Belmiro

Nariz fora d’água

Com as vitórias de Internacional e Avaí, domingo, o nariz do santista voltou a ficar embaixo d’água. Esse respira/afoga deve durar todo o Brasileiro. No próximo jogo o time enfrenta o Palmeiras, no Alianz Parque.

Ricardo Oliveira
O drible de Ricardo Oliveira (Fotos: Ivan Storti/ Santos FC)

Uma arrumadinha na defesa e no meio de campo, a força da torcida e a fragilidade do adversário deram ao Santos a possibilidade de conseguir sua vitória mais confortável neste Brasileiro, derrotando o Figueirense por 3 a 0, na Vila Belmiro, na estreia do técnico Dorival Junior.

O novo treinador teve os seus méritos, ao escalar Victor Ferraz na lateral-direita, única posição em que ele joga satisfatoriamente; colocar Zeca na lateral-esquerda e arriscar o zagueiro Paulo Ricardo como volante, ao lado de Thiago Maia. Mas o que pesou mais foi a motivação do time, desta vez mais determinado a vencer.

Com a vitória, o Santos dormirá fora da zona de rebaixamento, basta que Avaí e Internacional empatem neste domingo para que o mico volte novamente para o Alvinegro Praiano.

Tudo indica que nas próximas rodadas, a não ser que engate uma série improvável de bons resultados, o Santos viverá esses altos e baixos, colocando o nariz para fora d’água às vezes, mas voltando novamente à zona de rebaixamento ao jogar fora de casa.

Gostei da ideia de se usar Paulo Ricardo e Leonardo Silva no meio de campo. Muitos zagueiros podem se dar bem como volantes, pois sabem marcar e geralmente são mais fortes. Gostei também de saber que as lambanças de Thiago Maia contra o Goiás não o tiraram do time. O garoto tem personalidade e ainda será um ótimo profissional. Esperem e verão.

Público deixou a desejar
Mesmo com meia entrada para quem comprasse ingresso com a camisa do Santos, apenas 8.393 pagantes pagaram para ver o jogo, o que proporcionou uma arrecadação de R$ 191.280,00. De qualquer forma, foi um pouco maior do que a média de público nos jogos na Vila Belmiro.

Santos 3 x 0 Figueirense
11/07/2015, sábado, 18h30, Vila Belmiro
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Werley e Zeca; Paulo Ricardo (Leonardo), Thiago Maia (Lucas Otávio) e Lucas Lima; Gabriel (Marquinhos Gabriel), Ricardo Oliveira e Geuvânio
Técnico: Dorival Júnior
Figueirense: Felipe; Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves e Cereceda (Marquinhos Pedroso); Paulo Roberto, Fabinho, Yago (Ricardinho) e Rafael Bastos; Thiago Santana e Everaldo (Marcão)
Técnico: Argel Fucks
Gols: David Braz, aos 30 minutos do primeiro tempo; Lucas Lima, aos 22 segundos, e Gabriel, aos 17 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: André Luiz de Freitas Castro (GO), auxiliado por Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa/GO) e Bruno Raphael Pires (GO).
Cartões amarelos: Paulo Ricardo (Santos); Yago, Cereceda, Rafael Bastos, Fabinho, Leandro Silva (Figueirense).

Quanto vale preservar a história do Santos?

Garanta o livro Time dos Sonhos por um preço de pré-venda e ainda tenha o seu nome publicado na história do Santos. Vamos com tudo para o segundo turno da campanha. Conto com você!

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Neste vídeo abaixo, dirigido pelo talentoso santista João Lucca Piovan, eu conto a história curiosa de como o livro ganhou o título de Time dos Sonhos. Assista:

E você, acha que já dá para dizer que o time melhorou?

O Barqueiro de Paraty, primeiro lançamento da Editora Verbo Livre

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Gostaria de compartilhar com os amigos e amigas do Blog do Odir Cunha a criação da Editora Verbo Livre, a mesma que está relançando o livro Time dos Sonhos, por meio da campanha de crowdfunding da Kickante, e também já disponibilizou, pela Amazon, o ebook de O Barqueiro de Paraty, um romance que fala de amor e amizade e pode, sim, mudar a forma de como você vê a vida.

O livro conta a história de um executivo paulistano que vê sua vida familiar e profissional fracassar e aceita o convite de um amigo do colégio para passar uns dias em Paraty e “reaprender a viver”. Muitos se identificarão com Pedro, Mauro, Clara, e sua busca pela essência da vida.

Tomo a liberdade de sugerir aos amigos a leitura de O Barqueiro de Paraty, pois, entre outros motivos, a maioria dos que o lêem, gostam muito. O livro trata de um drama muito comum e sugere valores fundamentais para se alcançar uma vida equilibrada e feliz.

Clique aqui para ver, na Amazon, o ebook de O Barqueiro de Paraty

Segundo as pesquisas do Skoob, 70% do público que comenta sobre O Barqueiro é feminino e 82% das avaliações atribuem à obra de três a cinco estrelas. Lançado em papel em 2008, pela Editora Mundo Editorial, o livro está sendo relançado agora, em forma de ebook, pela Amazon. Logo mais sua versão em Inglês também estará disponível.

Assista e divulgue o book movie do livro O Barqueiro de Paraty

Comentários e análises de O Barqueiro de Paraty no site Skoob

Comentários de leitores de O Barqueiro de Paraty no site da Livraria Cultura

Entrevista de Odir Cunha sobre o livro O Barqueiro de Paraty ao jornalista Heródoto Barbeiro

Missão
A Verbo Livre está aberta para lançar autores nacionais e estrangeiros com obras preferencialmente instigantes. O site da editora, em preparação, receberá currículos de autores e sinopses de suas obras para avaliações preliminares. Nossa missão é revelar escritores(as) e oferecer livros de qualidade a preços acessíveis, contribuindo para a difusão do conhecimento e da reflexão.


Outra derrota na Vila. E outro Brasileiro decepcionante

http://youtu.be/l8GUMkFKg9Q

Como já tinha acontecido contra o Fluminense, o Santos voltou a perder na Vila Belmiro, desta vez para o Internacional, por 2 a 1, e caminha para a sua sétima atuação decepcionante seguida em um Campeonato Brasileiro. Desde 2008 o time não consegue ficar sequer entre os seis mais bem classificados e em algumas temporadas correu até risco de rebaixamento.

Neste jogo, que, na verdade, o Santos não merecia perder, pois só foi derrotado por uma falha infantil de Aranha – que pegou com as mãos uma bola recuada por Mena, provocando o “dois toques” que resultou em gol –, destaque-se o antimarketing do clube, protagonizado pelo técnico Enderson Moreira. Primeiro Enderson anunciou que escalaria um time misto. Depois, voltou atrás e colocou o time titular em campo, o que reduziu ainda mais o público da Vila Belmiro.

Se em condições normais esse jogo poderia atrair até oito mil pessoas ao Urbano Caldeira, a indecisão sobre que time jogaria fez o público cair para 5.907 pagantes, com renda bruta de R$ 170.950,00, que mantém o Santos na liderança absoluta dos 20 clubes da Série A como aquele que possui a menor média de público do campeonato. Sim, a velha, histórica e amada Vila Belmiro é o estádio que atrai menos pessoas na Série A deste Brasileiro.

O lado bom desse público tão limitado que acompanha os jogos do Santos na Vila Belmiro é que, caso o estádio tenha algum problema, será possível transferir os jogos para outros dois estádios da cidade, sem obrigar os jogadores e os torcedores a cansativas deslocações. Isso porque o estádio do Jabaquara, o Espanha, comporta 8.031 pessoas, e o Ulrico Mursa, da Portuguesa Santista, 12 mil pessoas, suficientes para receber a torcida santista.

Com a derrota, o Santos continua em oitavo lugar, com 46 pontos. No meio da tabela, o time está a oito pontos do G4 e a 12 acima da zona de rebaixamento. Os quatro da zona da Libertadores são, pela ordem Cruzeiro (64 pontos), São Paulo (59), Internacional (56) e Fluminense (54).

Na quarta-feira, o Santos volta a jogar na Vila Belmiro, esta vez contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil. Precisará vencer por dois gols de diferença para chegar à final, ou por 1 a 0 para tentar ganhar nos pênaltis. Pelo Brasileiro, o próximo jogo será contra o Corinthians, domingo, às 19h30, no Itaquerão.

Santos 1 x 2 Internacional
02/11/2014, domingo, Vila Belmiro.
Público: 5. 907 pagantes. Renda: R$ 170.950,00.
Santos: Aranha, Cicinho, Edu Dracena, Bruno Uvini e Mena; Alison (Renato), Arouca e Lucas Lima; Rildo (Jorge Eduardo), Gabriel (Leandro Damião) e Robinho. Técnico: Enderson Moreira.
Internacional: Alisson, Cláudio Winck, Alan Costa, Ernando e Fabrício; Willians, Aránguiz, D’Alessandro (Wellington Paulista), Jorge Henrique e Alan Patrick (Bertotto); Nilmar (Ygor). Técnico: Abel Braga.
Gols: Aránguiz aos 24 minutos do primeiro tempo; Gabriel aos 17 e Aránguiz aos 36 minutos do segundo.
Arbitragem: Jailson Macedo Freitas, auxiliado por Alessandro ª Rocha de Matos e Luiz Carlos Silva Teixeira (todos da Bahia).
Cartões amarelos: Fabrício, Jorge Henrique, Alan Patrick, Alisson e Aránguiz, do Internacional; Edu Dracena e Cicinho, do Santos.

E você, o que achou de mais esta derrota do Santos na Vila?


Por que o Santos só leva sete mil pessoas à Vila Belmiro

300,8
é a média de comentários dos 10 últimos posts deste blog

Conforme prometi ao leitor Scylas Santista, analisarei a questão da reduzida torcida nos jogos do Santos. O tema é relevante e preocupante. O fato de um dos times de maior torcida no Brasil (quarto na melhor das hipóteses, oitavo na pior) ter um público médio de apenas sete mil pessoas quando joga na Vila Belmiro, e, pior ainda, a insistência da direção do clube de manter seus jogos no mesmo local, é algo que em sã consciência não se pode entender ou explicar.

Ainda mais porque esta gestão assumiu o clube com a promessa de trazer para o futebol métodos de administração que alavancam empresas, aumentando-lhes o faturamento. Se é possível atrair mais público e com isso não só arrecadar mais dinheiro, mas também recrudescer a pressão sobre os visitantes, por que nada se faz para mudar esse desanimador quadro atual?

A resposta só poderia ser dada pelos dirigentes do clube, mas creio que a falta de conhecimento, aliada à arrogância, os impedem de mudar o que está dando errado. E seria muito simples resolver o problema. Para começar, eu convidaria para uma conversa o Rachid e o Douglas Aluisio, que neste blog assina @anos60fs. Ambos vivem, pensam, se preocupam com a causa do torcedor há muito tempo, e por isso tem ótimas ideias que podem resolver a questão.

Em suma, os administradores do Santos deveriam apenas seguir o be-a-bá da lei da oferta e da procura. Ela diz que o preço de algo só pode ser aumentado quando a procura é maior do que a oferta. Ora, se a Vila comporta 16 mil lugares e o público médio é de sete mil, ou menos de 50% de sua capacidade, é óbvio que para se conseguir uma lotação máxima é necessário diminuir o valor dos ingressos.

Pois a lei a que eu me referi, diz: “Quanto mais alto for o preço de um produto, menos pessoas estarão dispostas ou poderão comprá-lo… Quando o preço de um bem sobe, o poder de compra geral diminui (efeito renda) e os consumidores mudam para bens mais baratos (efeito substituição)”. Se quiser conhecer a lei a fundo, vá para http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_oferta_e_da_procura

Um membro dessa diretoria poderia responder: “Mas por que reduzir o preço do ingresso se com sete mil pessoas pagando 40 reais eu faturo mais do que com 14 mil pagando 20?”. É uma pergunta pertinente, sem dúvida, e merece uma consideração que vai além da questão financeira imediata. Vamos a ela:

Um estádio lotado tem um efeito múltiplicador que se espalha não só para o campo de jogo, motivando ainda mais o time da casa, como impregna as pessoas que assistem pela tevê, se espalha pelas cidades, chega aos ouvidos e aos olhos de crianças e adultos prestes a escolher um time para torcer, alcança, enfim, a razão e o coração dos patrocinadores.

A imagem de um estádio lotado é a imagem de um time popular e bem-sucedido. A imagem de um estádio vazio, ou semivazio, sempre será a de um time secundário, mal amado e menos importante. Não importa que o caixa mostre um lucrozinho a mais. A popularidade, mesmo às custas do ingresso barato, um dia se reverte em maior interesse da mídia e dos patrocinadores. É só olhar em volta e ver as benesses que se oferecem aos chamados times de massa – que o Santos é, mas parece não fazer questão de ser.

Não há torcida forte sem ser mobilizada

Não acredito que a torcida do Santos, de uma hora para outra, vá tirar a bunda do sofá e começar a encher estádios. Ela já fez isso várias vezes, mas sempre por um bom motivo e sempre bem mobilizada. Em 1978, um ano depois do alvinegro de Itaquera sair da sua filha de 23 anos, o Santos foi o time que levou mais público ao Campeonato Paulista, superando as hordas do rival. Mas o trabalho de mobilização era o melhor dentre as torcidas organizadas.

A Torcida Jovem, que não recebia ônibus de graça e nem ingressos da diretoria do clube, chegou a preparar em segredo a maior bandeira já vista em um estádio de futebol. Os adversários eram sempre pegos desprevenidos. O Santos dava espetáculo no campo e nas arquibancadas.

Agora falta essa mobilização, que deveria ser feita não só pelas organizadas, mas pelo próprio clube. Para começar, a direção santista deveria tornar mais democrática e acessível essas “embaixadas”. Exigir 100 sócios de cada uma é uma extravagância de quem não conhece a realidade do trabalhador/consumidor brasileiro. Estou certo que se o Rachid ou o Douglas Aluísio teriam sugestões melhores para tornar essas embaixadas um ponto de encontro, lazer, conhecimento da história do Santos e discussão dos grandes temas do clube.

Aliás, a ideia do sócio+1 foi do Douglas. Ela é simples, inteligente e cristalina, e o clube só não a utilizou mais por teimosia. O Santos já é um clube que não tem absolutamente nada e nada oferece ao sócio. Custa dar a este sócio a oportunidade de, em alguns jogos, comprar o seu ingresso e comprar também, sem desconto, o ingresso para um acompanhante?

Enfim, as ideias de se mobilizar a torcida do Santos são muitas. Para colocá-las em prática basta boa vontade – o que, infelizmente, nesses três anos e meio de gestão, essa diretoria ainda não mostrou. Nem falarei que jogar no Pacaembu daria mais público, visibilidade e renda, pois acho que é impossível que alguém não perceba isso.

Enfim, há alguns dias as ruas do Brasil estavam tomadas por jovens inconformados com a corrupção e a incompetência que grassam no País e muitos diziam que finalmente a nação tinha acordado. Não vou entrar no mérito de dizer se acordou ou não, pois acho que a poeira está abaixando e tudo está como antes no quartel de Abrantes. Porém, a imagem serve para o Santos: um gigante adormecido comandado por homens sonolentos e preguiçosos, incapazes de lhe dar o que prometeram. Está passando a hora de acordar.

E pra você, por que o Santos só leva sete mil pessoas aos seus jogos?


Veja o Selo do Centenário do Santos que será lançado em 14 de abril


300 mil destes selos serão lançados pelos Correios no dia do aniversário do Santos

Valeu a pena a participação dos mais de 30 mil santistas que, atendendo ao apelo deste blog e do site oficial do Santos, enviaram aos Correios a sugestão para que a empresa estatal lançasse o Selo comemorativo ao Centenário do Alvinegro Praiano. Seu lançamento se dará exatamente no dia 14 de abril, data de aniversário do clube, em lugar a ser divulgado, em Santos (nos Correios, ou no clube).

Exatos 300 mil selos serão impressos, com validade até 31 de dezembro de 2015. A participação popular foi importante para a decisão dos Correios. De outra forma, o clube teria de pagar, e caro, para ter sua data lembrada pela empresa.

Agradeço também ao trabalho de Frederico Guerra, ex-conselheiro do Santos e autoridade da filatelia paulista, que conseguiu o apoio à nossa causa da Sociedade Philatetica Paulista, presidida por Miguel Rodrigues de Magalhães, e da Associação Brasileira de Jornalistas Filatélicos, presidida por Sergio Marques, que atuaram junto aos Correios para que o Santos tivesse o seu Selo do Centenário.

Especificações do Selo do Centenário

Sobre o fundo branco, ao centro, o selo apresenta a logomarca do centenário do Santos Futebol Clube nas cores branco e preto, tendo, na parte superior, a coroa e, na inferior, a faixa com a inscrição: 100 ANOS – MENINOS PARA SEMPRE. Como destaque, na moldura da logomarca, na coroa e na legenda da emissão foi aplicada cor em tons de dourado. Foi utilizada a técnica de computação gráfica.

DETALHES TÉCNICOS

Edital nº 4
Arte: Fabio Lody
Processo de Impressão: Ofsete
Folha com 30 selos
Papel: Cuchê gomado
Valor facial: 1º Porte Carta Comercial
Tiragem: 300.000 selos
Área de desenho: 25mm x 35mm
Dimensões do selo: 30mm x 40mm
Picotagem: 12 x 11,5
Data de emissão: 14/4/2012
Local de lançamento: Santos/SP
Impressão: Casa da Moeda do Brasil
Prazo de comercialização pela ECT: até 31 de dezembro de 2015
Código de comercialização: 852009216

Pra não dizer que não falei da vitória sobre o Bragantino

Mesmo com um time misto, o Santos superou o Bragantino por 2 a 0, sem maiores sustos, e segue em quarto no Campeonato Paulista. Mas o bom Mogi Mirim está coladinho e a disputa deve seguir acirrada pela posição, que é estratégica para garantir alguma vantagem na próxima fase.

O público pequeno – menos de 6 mil pagantes – faz o santista discutir novamente a questão da Vila Belmiro, que não enche nem a pau. Será que é sensato pensar em contruir um estádio maior na Baixada Santista, se nem o tradicional, querido e limitado Urbano Caldeira enche?

E aí, gostou do Selo do Centenário? E do time e do público de ontem?


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