Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Um passo a mais

A derrota no clássico foi normal. 2 a 1, com gols no início dos dois tempos, poderia ter ocorrido com qualquer Santos. O que importa é em que ponto do caminho o Santos está para se tornar um grande time.

Não podemos esquecer que o time estava sem os titulares Bruno Henrique, Gabigol, Vitor Bueno e ainda faltam outros jogadores a serem contratados.

Dos que jogaram, gostei da atitude de quase todos. Daniel Guedes, taticamente, compromete menos do que Victor Ferraz. E ainda deu a assistência para o gol de um mais participativo Renato.

Gostei do garoto Robson Bambu e dos também garotos Arthur Gomes e Rodrygo. Tudo indica que se tornarão bons profissionais.

Acho que Vecchio fez o máximo que pôde, assim como Alison e Renato. Enfim, o meio de campo conseguiu, em alguns momentos, equilibrar a partida.

Copete foi melhor na lateral do que Caju, David Braz e Vanderlei não foram tão felizes como em outras jornadas. Sasha estava bem até cabecearem a sua nuca. Rodrigão nada fez. Luiz Felipe saiu machucado e já estou fazendo figa para que não seja nada grave.

A situação financeira do clube continua caótica e não haverá outro remédio a não ser vender o passe de Lucas Veríssimo, um dos melhores zagueiros do Brasil em 2017. Antes de alguém culpar esta gestão, que se pergunte onde foi parar o superávit de 85 milhões anunciado pelo presidente que está de férias na Europa.

Pois eu saio deste domingo mais confiante. Não falta mais atitude a esta equipe. Faltam alguns jogadores, que logo se incorporarão ao time. Acreditemos!


2017 começa quinta-feira

Uma vitória em Lima sobre o Sporting Crystal
e nosso técnico, de besta, virará bestial.
O ano começa agora, após o Carnaval,
tudo o que ocorreu antes não faz mal.

Diziam que ganhar o Paulista era banal,
mas agora querem a cabeça do Dorival.
Ora, a Copa Libertadores é que é a tal,
Não vale desistir antes do pontapé inicial.

Vamos sofrer? Para o torcedor é normal.
Em 2011 o começo também não foi legal
mas o time melhorou e ganhou no final.
Então, por que não acreditar igual?

Quinta-feira deve mudar o astral.
O pastor e o homem que veste tergal
Devem voltar nesse jogo essencial
Para o nosso planejamento anual.

Acreditemos ao menos no sobrenatural.
Mas, se persistir esse futebol marginal,
Aí não haverá controle emocional
Para suportar o professor Pardal.

E vocês, o que acham disso, pessoal?

Liquidação Total dos livros em 60 dias de aniversário!

Como prometi, este blog comemorará o aniversário de 105 anos do nosso amado Santos Futebol Clube nos meses de março e abril. E nessa comemoração, para tornar a rica história santista mais acessível a todos, reduzi ainda mais os preços dos livros oferecidos na livraria do blog e ainda mantive o frete grátis e a dedicatória, claro.

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Vitória da experiência

No primeiro gol, Renato colocou a bola na cabeça de Copete; no segundo, Jean Mota cobrou o escanteio com perfeição e Ricardo Oliveira subiu mais que todo mundo para desempatar a dez minutos para o final. Assim, apesar de alguns cochilos da zaga, o Santos venceu o Fluminense por 2 a 1 e agora está a apenas dois pontos do Atlético Mineiro, o terceiro colocado.

Gostei de Zeca, Renato, Ricardo Oliveira, Copete e Jean Mota. Aprovei Vecchio e Vanderlei. Passei sustos com Victor Ferraz, Luiz Felipe e David Braz. Quanto a Thiago Maia, alternou bons e maus momentos. Precisa jogar mais simples e colocar na cabeça que ele não é o Beckenbauer, nem o Clodoaldo. É só o Thiago Maia.

O público foi de 5.253 pessoas, com renda de R$ 141.310,00. Como se previa, com jogos seguidos na Vila Belmiro, o público vem diminuindo a cada rodada. No antepenúltimo foi de 7.600, no penúltimo de 6.600 e agora 5.253. Somados, esses três jogos deram 19.200 espectadores. Sem vou comentar a resistência de se jogar no Pacaembu ou o faniquito do presidente para fazer a areninha no Portuários.

Festa na embaixada de São José dos Campos

Alô, alô, santistas de São José dos Campos e região. Neste domingo, dia 9, a partir das 9 horas, a Embaixada do Peixe em São José dos Campos promove a festa “Futebol e Churrasco”, com a exposição da Taça de Campeão Paulista de 2016 e a apresentação da Nova Camisa III.
O evento será realizado na Associação Sabesp, na Travessa Lineu de Moura, 522, próximo ao Clube Santa Rita.
Contribuições para participar da festa:
Futebol: 10 reais.
Churrasco individual: 25 reais. Churrasco dupla: 40 reais. Número da rifa, com diversos prêmios: 10 reais para Sócio e 15 reais para não sócio.

Promoção dos livros Time dos Sonhos e Dossê acaba domingo

Só para lembrar que nesse domingo, às 24 horas, acaba a promoção do livro Time dos Sonhos. Até lá, quem comprar apenas um exemplar do livro que é chamado A Bíblia do Santista, receberá mais um exemplar gratuitamente, ou, se preferir, um exemplar do Dossiê, além de três livros eletrônicos: Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. Tudo isso por apenas 68 reais, com as despesas de correio incluídas.

A partir de segunda-feira a livraria do blog zerará o seu estoque e só voltará a funcionar em novembro. Se quer receber um livro nesse período, vá à página “Comprar Livros” neste blog, ou clique no link abaixo para comprar apenas um exemplar do livro Time dos Sonhos e receber outros quatro de presente:
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E você, o que acha disso?


Na Raça!

Minhas amigas e meus amigos, esta semana um rapaz, na minha página do Facebook, me perguntou como eu tinha fé em uma vitória sobre o alvinegro da capital, na Vila Belmiro, com o Santos sem três titulares, se no meio da semana, com o time completo, eu disse que ele provavelmente perderia do Internacional, que não vencia há 14 jogos? Bem, a questão primordial é que o futebol não pode ser analisado apenas pela chamada qualidade técnica. Fora de casa, mesmo com todos os seus craques, o Santos tem se apequenado, enquanto diante de sua torcida, mesmo com reservas, ele cresce.

Quando o Santos se porta como um time de verdade e um jogador não quer ser mais estrela do que outro, como ocorreu nesse domingo diante do maior rival, o futebol se torna simples e prevalece a vontade coletiva. Arrisco dizer que se tivesse Victor Ferraz, Lucas Lima e Ricardo Oliveira o Santos não teria vencido, pois ao menos LL e RO já estão com a cabeça bem longe da Vila Belmiro.

Perceba que um dos times considerados favoritos ao título foi derrotado por um Santos com Caju, Jean Mota, Vecchio, Daniel Guedes, Copete, Rodrigão e Walterson. E, como escrevi em algum lugar, mesmo que o onze dos Sub-23 entrasse em campo, ainda assim a vitória poderia vir. Porque há momentos no futebol em que o mais importante é ter alma, coragem, vontade, garra.

Se esse mesmo time, com essa mesma vontade, tivesse jogado contra o Ameriquinha, Coritiba, Figueirense e Internacional, hoje o Santos seria o líder do Campeonato Brasileiro, ou estaria disputando a liderança. Mas Dorival Junior insistiu nos medalhões, insistiu no seu protegido Léo Cittadini, um jogador de algum futuro, mas ainda abaixo do nível que se exige de um profissional, e jogou pontos preciosos no lixo. Hoje o professor fingiu que Cittadini não é seu titular e, com medo da reação da torcida, fez o óbvio ululante, e o Santos ganhou um jogo importante e se manteve na briga por uma vaga no G4.

Como eu já disse, e repito, esse Campeonato Brasileiro será conquistado pelo time menos medíocre. Todas as equipes são apenas medianas e isso explica seus altos e baixos. O time mais aplicado, com jogadores mais comprometidos com a vitória, de mais personalidade e caráter, será premiado. Os que pensam apenas em suas carreiras e agradecem a um Deus particular, como se o Todo Poderoso deixasse de proteger uma comunidade para beneficiar indivíduos, serão castigados.

Espero que essa vitória, que teve o espírito de luta dos jogadores santistas como seu grande destaque, tenha ensinado ao técnico Dorival Junior e à sua equipe que não serão craques no papel que levarão o Alvinegro Praiano a uma vaga na Libertadores, ou até mesmo ao título, mas sim a alma de campeão que uns têm, outros não.

Quanto ao público, tivemos menos de 9.000 pessoas no jogo de maior rivalidade para o torcedor do Santos, a um ticket médio de 50 reais. O que isso significa? Que entrar no nebuloso negócio da arena Portuários, que exigirá um público médio superior a 18 mil pessoas e um ticket médio de 82 reais, por 30 anos consecutivos, é uma sandice sem tamanho que certamente levará o clube à ruína.

Santos 2 x 1 Corinthians
Vila Belmiro, 11/09/2016, 16 horas

Público: 8.610 pessoas. Renda: Renda: R$ 434.160,00.

Santos: Vanderlei; Daniel Guedes (Caju), Gustavo Henrique, Luiz Felipe e Zeca; Renato, Thiago Maia (Vecchio), Jean Mota e Vitor Bueno (Walterson); Copete e Rodrigão. Técnico: Dorival Júnior.

Corinthians: Cássio; Fagner, Vilson, Balbuena e Uendel; Camacho, Giovanni Augusto (Willians), Marlone, Rodriguinho e Lucca (Romero); Gustavo (Marquinhos Gabriel). Técnico: Cristóvão Borges.

Gols: Marlone aos 36 minutos do primeiro tempo; Vitor Bueno aos 25 (pênalti) e Renato aos 40 minutos do segundo tempo .

Arbitragem: Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP), auxiliado por Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP).
Cartões amarelos: Copete e Vecchio (Santos); Fagner (Corinthians).

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Conheça os tempos em que o Santos reinava no futebol mundial

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E pra você, o que significou essa vitória?


Castigo veio no fim

Mal o jogo terminou e meus dois irmãos me ligaram. Ambos estavam bastante irritados com o fato de o Santos tomar o gol do Vasco no último lance do jogo. Marcos achou que a defesa falhou e o Vanderlei jamais poderia ter espalmado para dentro da área, Olivar disse que o time sempre toma gol nos últimos minutos da partida e que agora dificilmente evitará a desclassificação em São Januário, pois fora de casa costuma jogar mal e sem vontade. Mesmo descontando o fator emoção de momento, tenho de concordar que isso que ocorre com o Santos é frustrante mesmo.

O time vencia por 3 a 0 – gols de Renato e Ricardo Oliveira no primeiro tempo, e Lucas Limas no segundo – e criava mais chances para marcar. Se Copete conhecesse melhor a lei do impedimento, Ricardo Oliveira teria feito o quarto gol. Enfim, o Vasco estava batido e o confronto da Copa do Brasil parecia liquidado logo na primeira partida.

Foi então que Dorival Junior resolveu substituir Gabriel por Copete, aos 22 minutos do segundo tempo. Parecia uma boa substituição, já que Gabriel parecia mais interessado em reclamar da arbitragem e alisar sua barba branca do que jogar para o time. Porém, Copete entrou muito mal, tanto na marcação, como no apoio ao ataque.

Aos 36 minutos Dorival fez o que muitos de nós temíamos: tirou Lucas Lima, o jogador mais técnico do time, aquele que melhor prende a bola, e colocou o indefectível Léo Cittadini, aquele que não sabe marcar, que nunca corre, apenas trota, e joga como se estivesse no piquenique dos amigos de colégio. Nesse momento, tive certeza de que o Santos tomaria um gol.

E o gol do Vasco, como alertava insistentemente o narrador Odinei Ribeiro, do Sportv, poderia mudar as coisas do vinho para a água, pois, no jogo de volta, em São Januário, tornaria uma vitória da equipe carioca por 2 a 0 suficiente para eliminar o Santos da Copa do Brasil.

Torci como nunca para que o gol não saísse, apesar de o Santos ter abdicado totalmente do ataque. Contei os minutos e posso dizer, com certeza, que a partir dos 35 minutos do segundo tempo, até os cinco de acréscimo, ou seja, nos 15 minutos finais, o Santos mal tocou na bola. Recuou todo e não quis mais jogar futebol. O Vasco dominou totalmente e chegou facilmente à área santista, pois quem dava o primeiro combate aos vascaínos era o trotador Cittadini e o trombador Copete.

Por outro lado, sem Lucas Lima o Santos perdeu totalmente a capacidade de segurar a bola e articular jogadas. Os jogadores de meio campo cercavam aqui e ali, como baratas tontas. Quando faltavam alguns segundos, imaginei que o milagre de terminar o jogo sem tomar gol se concretizaria, mas deixaram um adversário chutar, Vanderlei espalmou para o meio da área, Luiz Felipe chegou atrasado e Éder Luís marcou, no último, isso mesmo, no último lance do jogo.

Agora, se vencer por 2 a 0 em casa o Vasco estará classificado. E se o Santos jogar como o fez nos últimos 15 minutos, 2 a 0 será pouco. Ainda continuo tentando entender o que faz um técnico colocar um jogador que não sabe marcar em um momento da partida em que a boa marcação é fundamental. O Yuri deve ter feito alguma coisa para o Dorival. Não sei o que foi, mas deve ser algo grave. Ninguém merece ser reserva de Léo Cittadini.

A Vila Belmiro recebeu um público de 6.130 pagantes, com renda de R$ 231.065,00. E domingo tem outro jogo no mesmo estádio. Se a média de público dos dois jogos der 7.700 pessoas, será muito. Em pensar que a empresa que quer empurrar a arena no terreno do Portuários goela abaixo dos santistas disse que o Santos precisará de um público médio superior a 18 mil pessoas, com tickek de 84 reais, para, em 30 anos, pagar a conta do estádio. Sabe quando?

Apesar da vitória, os zagueiros Gustavo Henrique e Luiz Felipe se mostraram inseguros e quase entregaram o ouro. Vanderlei vinha bem até falhar no gol vascaíno. Dos olímpicos, Thiago Maia foi o melhor, Zeca não comprometeu e Gabriel voltou da Seleção jogando menos e falando mais. Ricardo Oliveira e Vitor Bueno fizeram um bom primeiro tempo, mas sumiram no segundo. Lucas Lima correu um pouquinho e já se destacou. Victor Ferraz teve altos e baixos, Renato caiu na segunda etapa e Copete voltou a jogar mal.

Por incrível que pareça, esse gol do Vasco no finalzinho do jogo muda completamente a expectativa para a partida no Rio. Como virá para cima do Santos desde o começo, e como esse sistema defensivo do Alvinegro Praiano, quando apertado, confessa, espero queimar a língua, mas acho que agora o favorito para a vaga é o alvinegro carioca.

Veja e ouça agora o comentário de Gustavo Roman, o melhor comentarista do Brasil:

Santos 3 x 1 Vasco
Copa do Brasil, Vila Belmiro, 19h30
Público: 6.130 pagantes. Renda: R$ 231.065,00.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia, Vitor Bueno e Lucas Lima (Léo Cittadini 36′ 2ºT); Gabriel (Copete 22′ 2ºT) e Ricardo Oliveira. Técnico : Dorival Júnior.
Vasco : Martín Silva; Madson (Evander 15′ 2ºT), Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Diguinho, William (Yago Pikachu – intervalo), Andrezinho e Nenê (Eder Luis 36′ 2ºT); Éderson e Jorge Henrique. Técnico : Jorginho.
Gols : Renato aos 30 e Ricardo Oliveira, cobrando falta, ais 36 minutos do primeiro tempo; Lucas Lima aos 20 minutos e Éder Luis aos 50 minutos do segundo.
Arbitragem: Heber Roberto Lopes, auxiliado por Kleber Lucio Gil e Nadine Schramm Camara Bastos, todos de Santa Catarina.
Cartões amarelos : Lucas Lima (Santos); Madson e Diguinho (Vasco).

A promoção no Blog do Odir melhorou!

Até o dia 31 de agosto quem adquirir o livro Time dos Sonhos receberá um exemplar do histórico Dossiê da Unificação, além das versões eletrônicas (PDFs) de Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. É só comprar o Time dos Sonhos que eu envio os outros. Tudo isso por apenas 68 reais. Torne-se um guardião da rica história santista!
Esperam, por exemplo, que novo time dos sonhosCapa Dossiê Unificação dos Títulos BrasileirosDonosdaTerraA sensação de ser especialPedrinhoEscolheuUmTime
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