Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Ribeirão Preto

O Santos é só futebol


Em 2012 o jogo em Ribeirão foi assim...

Espero que não pareça pedante, mas o que é o Santos se não o futebol, o puro e melhor futebol brasileiro? Não sei se você me entende. Nem sempre é o melhor, nem sempre é o mais puro, mas a imagem que nos vem à cabeça quando pensamos no Santos é apenas essa: o futebol, com seus gols, seus ídolos imberbes, suas conquistas redentoras e também seus dramas.

Já definiram o Santos como apenas onze camisas. Um clube sem quadras de tênis, sem piscinas, sem cinema, restaurantes e lanchonetes. Um clube restrito a um time. Hoje temos também o time feminino, é verdade, e teremos outros esportes, mas a imagem que vem, quando pensamos no Glorioso Alvinegro Praiano, é a de craques, muitos deles meninos, seduzindo a bola com carinho e a levando até o fundo das redes adversárias.

Digo isso agora porque estamos entrando na fase final do Campeonato Paulista e acabei de fazer o exercício mental de me concentrar também nos nossos maiores adversários e no que eles representam.

Bem, que me desculpem os são-paulinos, mas penso no São Paulo e vejo um estádio imenso, cercado por muralhas circulares de concreto. Sei que o São Paulo tem um currículo invejável e também já contou com grandes jogadores, mas não há jeito: talvez de tanto propagarem que tinham o maior estádio particular do mundo, penso no São Paulo e vejo o imponente Morumbi.

Quanto ao Palmeiras, sempre o associei com a macarronada da mama, o jeito alegre dos italianos da Capital e também o futebol clássico dos tempos de Ademir da Guia. Mas, de uns tempos para cá, influenciado pelas eras Parmalat, Paulo Nobre e agora pela Crefisa de Leila Pereira, penso no Palmeiras e imagino caminhões de dinheiro estacionando no Parque Antártica. É o clube que contrata quem quer e se dá ao luxo de contratar um jogador apenas para impedir que um adversário o faça.

Sobre o Corinthians, concordo com o que muitos já disseram: trata-se de uma torcida que tem um time. Pode-se colocar a camisa de um time pequeno no Alvinegro de Itaquera e os jogadores se transformarão com o apoio de seus fanáticos torcedores. Grande torcida! O maior espetáculo dessa equipe não costuma ser no campo, mas nas arquibancadas.

Assim, ao menos para minha pouco criativa, e talvez cansada, cabeça de jornalista veterano, o São Paulo é o gigantesco Morumbi, o Corinthians é sua tresloucada torcida e o Palmeiras, bem, o Palmeiras, agora, é um banco de crédito ilimitado, com pilhas e pilhas de notas verdinhas como dólares.

Por fim, ao pensar no Santos, só vejo lances de um jogo eterno, moleques atrevidos estendendo sua infância para os sizudos campos do profissionalismo, rompendo barreiras e estruturas, escrevendo a história com arte e ousadia. Enfim, só vejo futebol.

Não sei se verei, se veremos, isso neste domingo, a partir das 19h30, em Ribeirão Preto, quando o Santos fará sua primeira partida pelas quartas diante do Botafogo. Meninos costumam se inibir fora de casa, longe de sua torcida. De qualquer forma, a proximidade de um jogo do Santos gera uma expectiva boa e nervosa em quem gosta de futebol. Pois isso é a única coisa que o Santos pode oferecer.

E você, o que acha disso?


Neymar, Ganso, Felipe Anderson – este é o trio pra Libertadores

Neste sexta-feira os programas esportivos vão dizer e repetir que Neymar ganhou o jogo sozinho, ontem, em Ribeirão Preto, transformando uma derrota vexatória em uma goleada incomum.

Sim, em dois minutos Neymar fez um gol, de cabeça, roubou uma bola, sofreu pênalti e ele mesmo cobrou para virar a partida que o Santos perdia para o Botafogo, um dos piores times do Campeonato Paulista.

Depois, Neymar fez mais um e Felipe Amderson completou a goleada por 4 a 1, um resultado inédito em se tratando do técnico Muricy Ramalho, um adepto do “faz um e segura o resultado”.

Mudanças fundamentais

Porém, o Santos começou a virar o jogo quando Pará ficou no vestiário ao fim do primeiro tempo. Pará num dá! Pará num dá! Pará num dá! O estreante Fucile se esforçou um pouquinho e já foi melhor.

Depois, saiu o lateral-esquerdo Paulo Henrique, por cãibras, e entrou Felipe Anderson. Esta mudança é que realmente mudou a cara do Santos. Com dois jogadores capazes de produzir bons lançamentos – Ganso e Felipe Anderson -, as possibilidades começaram a aparecer.

Neymar decidiu o jogo não só com sua genialidade, mas com sua personalidade. Ele é um vencedor, um guerreiro, um ser humano especial – que não se abate com o insucesso, mas continua tentando, como bem lembrou desta vez o comentarista Mauricio Noriega.

Perto de Neymar, Elano, o eterno deprê, é um garoto chorão, que tem jogado muito pouco e ainda sai de campo reclamando. Perto de Neymar, os outros jogadores de linha do Santos – com exceção de Ganso e Felipe Anderson – não passam de medianos.

Hoje gostei muito de Felipe Anderson. O garoto entrou com personalidade e em 15 minutos mostrou mais futebol do que Elano nas últimas dez partidas. Para mim, Felipe ganhou a posição.

Por sorte, Muricy não tinha Íbson no banco, pois teria colocado o bonde carioca em campo, no lugar de Elano. Por sorte Maranhão também não estava à disposição. E assim surgiu um arremedo de time.

Rafael, Fucile, Bruno Rodrigo, Vinícius Simon e Paulo Henrique; Arouca, Felipe Anderson e Ganso; Neymar, Borges, Alan Kardec (ou Rentería).

Eu sairia com este time na Copa Libertadores. Sei que é preciso ter coragem para colocar Elano, Íbson, Durval e Edu Dracena no banco, e sei que Muricy Ramalho não é afeito a atitudes muito corajosas.

É claro que Muricy voltará com Dracena, Elano e/ou Íbson logo que puder. Porém, se ele impedir que Paulo Henrique Ganso e Felipe Anderson joguem juntos, é porque lhe falta massa encefálica.

Contra o Botafogo ficou evidente, claríssimo, cristalino, que é impossível impedir que tanto Ganso como Felipe Anderson deixem os companheiros na chamada cara do gol. Como marcaram o Ganso, sobrou liberdade para Felipe, que no terceiro gol do Santos, e de Neymar, deu um passe antológico, digno de Ailton Lira, Pita e do próprio Ganso nos seus melhores dias.

Neymar é o cara, o craque que ontem fez muitos jovens virarem santistas e que fez a garotada de Ribeirão ir mais feliz na noite quente. Mas gravem bem o nome de Felipe Anderson. Ele, Ganso e Neymar podem fazer um tripé irresistível. Só espero que o professor tenha prestado atenção nessa aula.

E você, o que achou de Botafogo/SP 1, Santos 4?


Um papo sério sobre um estádio para o Santos

Estou em Sorocaba. E impressionado com o crescimento da região. A cidade tem 584 mil habitantes e faz parte de uma microrregião com 14 municípios que alcança 1,5 milhão de habitantes.

Enquanto isso, lembro-me que Santos tem 417 mil pessoas e não tem mais para onde crescer, a não ser para o alto.

Está certo que na Baixada Santista moram mais de 1,3 milhão de habitantes, mas seu poder aquisitivo é um dos menores do Estado.

Tudo isso passa pela minha cabeça porque li que o presidente Luis Álvaro Ribeiro continua mantendo contatos sobre a construção de um estádio perto de Santos, provavelmente em Cubatão, e me preocupo que o assunto – tão relevante para o futuro do clube – não esteja sendo amplamente discutido pela comunidade santista.

Mais importante até do que ser discutido por todos, é ser analisado por especialistas, com profundidade e sem paixões, levando-se em conta também a questão geopolítica.

Decidir sobre uma obra duradoura e que exige grandes esforços de toda a comunidade, não é a mesma coisa que contratar um Zezinho e um Moisés, que podem ser descartados se não derem certo.

À espera de um milagre chamado Pré-Sal

Hoje a situação de Santos e da Baixada Santista não recomendam a construção de um estádio com capacidade para 40 mil pessoas. Se a Vila Belmiro, que comporta 15 mil, só consegue preencher, em média, 50% de seus lugares, um empreendimento 166% maior só poderá resultar em fracasso.

Mas há a esperança do Pré-Sal, a expectativa de que as explorações da Petrobras – aliadas à modernização e ampliação do Porto – façam da região uma das mais prósperas do País.

Até que ponto o Pré-Sal poderá ajudar a Baixada Santista? O que ele influenciará no aumento da população e de sua renda per capita? Há estudos sérios sobre isso?

O que se sabe é que a cidade de Santos tem o seu crescimento geográfico limitado entre o mar e a serra. Está certo que ela está crescendo para o alto, com a construção de muitos edifícios e uma terrível especulação imobiliária, mas o último censo mostrou que sua população, ao invés de crescer, diminuiu.

Em 1991 Santos tinha 417.052 pessoas; no ano passado, 412.298, ou seja, tinha perdido 4.764 habitantes, ou 1,14%. A causa principal detectada é a de que muita gente se mudou para cidades mais ao Sul, como Itanhaém e Praia Grande. Há também a questão da mortalidade.

Santos tem se caracterizado por ser uma cidade de aposentados. É voz corrente na cidade que “os jovens estão indo embora e os velhos estão chegando”. Ou seja, está virando uma espécie de Miami brasileira.

Isso, para o futebol do Santos, não é nada bom. Idosos preferem assistir aos jogos em casa, pelo pay per view, do que ir ao estádio. Isso explica o fato de que, mesmo tendo mais de 200 mil torcedores do Santos, a cidade não consiga ajudar a Vila Belmiro a superar a média de sete mil pessoas por jogo.

O mais fácil e o mais trabalhoso

O Santos tem no mínimo dois caminhos para solucionar o problema – que mais cedo ou mais tarde terá de ser enfrentado – de não ter uma praça de esportes condizente com sua grandeza.

A opção mais rapidamente viável é construir um estádio às margens da rodovia Imigrantes, próximo ao Rodoanel, para se aproveitar da sua grande população de torcedores não só na Baixada Santista e na Capital, como na região do ABCD e em outras cidades da Grande São Paulo, como Guarulhos (segunda cidade mais populosa do Estado, com 1,3 milhão de babitantes), Carapicuiba, Mogi das Cruzes e Itaquaquecetuta.

O Rodoanel facilitaria também a vinda de santistas do rico interior do Estado, com predomínio das regiões de Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Bauru e Presidente Prudente, entre outras.

Um estádio como o que já foi projetado para Diadema, provavelmente triplicaria a média de público dos jogos do Santos, que ficaria em torno de 20 mil pessoas por partida.

O caminho mais difícil e que exigirá mais trabalho para ser bem-sucedido é a construção do estádio na Baixada Santista. É o mais trabalhoso porque exigirá mais esforços para se conseguir investidores e também para se atrair público.

Será necessária uma interação permanente com as prefeituras locais e uma divulgação super-eficiente e criativa, pois sem esses cuidados a tendência é de que os públicos sejam reduzidos e os eventos, deficitários.

Por mais que um espetáculo de bom nível mereça um ingresso mais caro, creio que as condições sócio-econômicas de uma região é que devem definir os preços dos produtos oferecidos a seus habitantes.

Assim, levando-se em conta o menor poder aquisitivo das pessoas que vivem na Baixada Santista, um estádio maior deverá cobrar ingressos mais baratos, sem que se perca a margem de lucro.

Turismo justificaria o Estádio no Mar

Um dos tópicos mais lidos deste blog foi aquele sobre o projeto de um estádio do Santos no Mar. E se causou tanto interesse, é porque está nos sonhos dos santistas.

O grande diferencial de Santos e da Baixada Santista é o mar, o porto, a beleza natural – que torna a região a de maior afluxo de turistas no Estado.

Por isso é que um empreendimento a princípio inviável, como um estádio no mar, se tornaria um sucesso e marcaria uma nova etapa de desenvolvimento no litoral paulista.

Acho que o clube tem a obrigação de estudar a viabilidade de tal obra, pois este sim seria um estádio diferenciado, digno do Alvinegro Praiano.

Como está, fica…

A construção de um novo estádio para o Santos, repito, deve ser muito bem discutida e analisada. Até porque, hoje, isso não é prioridade para o clube.

Com o erguimento do estádio do Corinthians, em Itaquera, o belo e muito bem localizado Pacaembu poderá ser utilizado exclusivamente pelo Santos, o que será uma grande vantagem.

Assim, e como as finanças do clube não andam de vento em popa, creio que ainda passaremos um bom tempo vendo o Santos se revezar entre jogos na Vila Belmiro e no Pacaembu.

Isso não impede, porém, que os estudos para a construção de um novo estádio do Santos já sejam iniciados. Desde que se leve em conta muito do que se comentou neste post.

Veja a matéria que fala do Estádio do Santos no Mar

O Santos deve esperar os resultados do Pré-Sal para pensar na construção de um novo estádio? Até que ponto as prefeituras da região deveriam colaborar na construção de um novo estádio para o Santos?


Um blog meu, seu, do Santos, do mundo…

Relutei muito em ter um blog, porque sabia que ele exigiria uma atenção desmedida. Mas o amigo Vítor Queiroz me convenceu e agora o decantado blog está aqui, com seus nove meses de vida e inaugurando uma cara nova justo hoje, aniversário de 70 anos do Rei Pelé.

Mesmo sem estar ligado a nenhum portal de notícias, o que sempre multiplica o número de freqüentadores, este blog atingiu ontem a marca de 54.909 visitas nos últimos 30 dias, com 25.016 leitores diferentes. E o legal é que muitos deles já estão se transformando em amigos.

Falamos do Santos, sim, do time que foi e sempre será de Pelé, mas hoje também é de Neymar e Paulo Henrique Ganso. E por gostar do Santos e de sua história, nos identificamos com o futebol bem jogado, ofensivo, bonito, limpo, e somos avessos a fofocas e sensacionalismos baratos.

De Austin a Carbonara de Bari e Gifu…

Quanto dá tempo, gosto de entrar no Google Analytics e ver quem está lendo este blog pelo mundo. Sei que em Austin, no Texas, o Anderson Silva ficou em média cinco minutos e 21 segundos no blog neste último mês. Mas só sei que é o Anderson porque ele comenta os artigos e se identifica.

Agora, fico curioso para saber quem será, por exemplo, o amigo que acessa o blog de Carbonara Di Bari, na Itália, e fica, em média 11 minutos e 38 segundos lendo e vendo o que mostramos aqui; ou o amigo, ou amiga, de Gifu, no Japão, recordista de média de tempo no blog entre estrangeiros, com 15 minutos e 32 segundos; ou o leitor de Assunção, Paraguai, que gasta 10 minutos e 27 segundos a cada visita.

Ficou curioso(a) para saber que outros lugares do mundo acessam este blog e quanto tempo, em média, ficam por aqui? Está bem. Lá vai uma listinha aleatória com algumas cidades estrangeiras:

Pequim, China, 9m43
Tehran, Iran, 6m28s
Guayaquil, Equador, 5m51s
Nova York, Estados Unidos, 5m24s
Nonthaburi, Tailândia, 4m47s
Cupertino, Estados Unidos, 6m46s
Nagoya, Japão, 4m09s
Polverigi, Itália, 4m05s
Bracknell, Reino Unido, 4m08s
São João da Madeira, Portugal, 4m50s
Genebra, Suíça, 4m07s
Campbell, Estados Unidos, 6m46s
Valência, Espanha, 2m45s
Paarden Eiland, África do Sul, 3m27s
Gomel, Belarus, 5m37s
Las Vegas, Estados Unidos, 3m26s
Sachse, Estados Unidos, 5m12s
San José, Costa Rica, 3m27s
Milão, Itália, 4m02s
Luanda, Angola, 1m47s
Gyor, Hungria, 1m12s
Doha, Qatar, 1m12s

Gostaria muito de saber quem são essas pessoas. São brasileiros? Torcedores do Santos? Jovens que saíram do País para jogar futebol? São estrangeiros que aprenderam o português ou usam algum mecanismo de tradução para entender o que é escrito no blog?

Enfim, ficaria feliz por conhecê-los. Se puderem, enviem um comentário com sua identificação e, se possível, uma foto. Com uma camisa ou bandeira do Santos, melhor ainda.

Quem é o internauta de Leme?

Olhando a frequência do blog no Brasil, fiquei impressionado ao saber que na cidade paulista de Leme há um internauta que este mês já visitou este espaço 78 vezes e ficou, em média 40 minutos e 19 segundos por aqui. Bem, só espero que tenha sido um tempo bem aproveitado.

Temos o costume de ler só o que está na home, mas o blog já fez várias matérias históricas, com estatísticas, filmes e fotos, e quem procura nos posts anteriores acha muita coisa interessante e ainda atual. Deve ser o caso deste(a) amigo ou amiga de Leme. Estou louco para saber quem é.

Outro número impressionante vem de Cotia, na Grande São Paulo, com média de 18 minutos e 28 segundos por acesso. De Catalão, Goiás, há um internauta que fica no blog 11 minutos e 25 segundos.

Outras cidades brasileiras e suas médias de permanência neste blog:

Belo Horizonte (1.480 visitas), 5m42s
São Vicente (1.396 visitas), 4m12s
Santos (4.635 visitas), 3m04s
São Paulo (18.064 visitas), 2m37s
Campinas (2.146 visitas), 2m51s
Apucarana/PR (1.616 visitas), 3m47s
Itumbiara/GO, 6m58s
Imbituba/SC, 5m52s
Goiânia, 3m53s
Rio de Janeiro (1.431 visitas), 1m27s
Brasília (1.144 visitas), 1m31s
Ribeirão Preto (1.230 visitas), 2m16s
Joinville (681 visitas), 3m18s
Lorena/SP, 3m21s
Fernandópolis/SP, 5m12s
Rio Claro/SP, 4m37s
Porto Real/RJ, 7m02s
Manhuaçu/MG, 4m30s
Florianópolis (461 visitas), 1m48s
Porto Alegre, 1m21s
Seropédica/RJ, 5m38s
Tangará da Serra/MT, 7m47s
Manchuaçu/MG, 4m30s

Quer saber um pouco mais sobre este blog? Dê uma olhada neste vídeo que o amigo Jarbas Duarte, narrador da JD Sports/ Futebol pela Internet, fez comigo.

De onde você lê o blog? Tem participado dos comentários? Vai participar? Pode se abrir, aqui você está entre amigos.


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