Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Rio Claro (page 1 of 2)

Vanderlei 10, Santos 0

Vanderlei
Em grande fase, Vanderlei salvou o Santos de uma derrota inexplicável em Rio Claro (Foto: Ivan Storti/ Santos FC).

O primeiro título pensado para este post, sobre o modorrento empate sem gols do Santos em Rio Claro, seria “Pior desempenho do ano”, mas achei que deveria fazer uma ressalva a um jogador que salvou o time de uma derrota inexplicável: o goleiro Vanderlei. Não fossem suas defesas elásticas e corajosas, e o limitadíssimo Rio Claro teria vencido sua primeira partida, em casa, neste Campeonato Paulista.

Ficou evidente, desde o início, que três jogadores que servirão a Seleção Brasileira – Lucas Lima, Ricardo Oliveira e o olímpico Gabriel – nem deveriam ter sido escalados. Jogaram de má vontade, se arrastaram em campo e pouco fizeram para que o time marcasse ao menos um gol.

Como alguns definem bem aqui no blog, o Santos voltou a ser o Garfield em um jogo fora de casa: preguiçoso, sem nenhuma inspiração. A situação estava tão feia que em uma paralisação da partida, a 15 minutos para o final, o experiente Elano saiu do banco de reservas e gritou para Lucas Lima e Renato: “Acelera aí, pô! Se a gente acelerar, a gente ganha esse jogo”.

Sem conseguir despertar o time, Dorival Junior colocou Neto Berola no lugar de Gabriel e Caju no de Alison. Serginho, com um corte no supercílio, já tinha saído para a entrada de Paulinho. Nada, entretanto, fez o Santos jogar um futebol razoável.

Pelo jogo, o empate acabou até sendo bom, pois o Rio Claro criou mais oportunidades, teve um pênalti não marcado e obrigou Vanderlei a grandes defesas. Além do goleiro, o lateral-esquerdo Zeca e o volante Thiago Maia ao menos mostraram sangue nas veias.

O empate impede que o Santos assuma novamente a liderança geral do campeonato. Por que isso é tão importante? Ora, porque ela dará ao Alvinegro Praiano a vantagem de fazer os jogos decisivos em casa, onde costuma ser um leão. Se tiver de decidir uma vaga, ou o título, no campo do adversário, as possibilidades de sucesso diminuirão muito.

Atuações dos santistas

Vanderlei: Fez defesas importantes e salvou o Santos da derrota. Nota 10.

Alison: Lutou, trombou. 5. Caju entrou no seu lugar e pouco fez. 5.

Lucas Veríssimo: Desatento na marcação: 4.

Gustavo Henrique: Errático, cometeu um pênalti não marcado. 4.

Zeca: Depois de Vanderlei, o melhor do Santos. 6,5.

Thiago Maia: Esse ao menos queria ganhar o jogo. 6.

Renato: Marcou de longe, deveria ter sujado o terno. 5.

Lucas Lima: Mostrou muito pouco do que sabe. 5.

Serginho: Regular, saiu machucado. 5. Paulinho entrou um pouco melhor. 6.

Gabriel: Não fez nada de útil. 2. Neto Berola: Idem 2.

Ricardo Oliveira: Asssitiu ao jogo sem pagar entrada. 1.

Dorival Junior: Teve o intervalo para mexer com os brios do time. Não conseguiu. Teve três alterações para fazer o Santos marcar ao menos um golzinho. Não conseguiu. 3.

E você, o que achou do Santos em Rio Claro?


Vale a liderança geral

Alison
Alison pode ser improvisado na lateral-direita (Foto: Ivan Storti/ Santos FC)

Meus amigos e amigas, vamos esquecer por um momento que o novo ministro da justiça, Eugênio Aragão (por que não chamaram o Renato Aragão?, seria mais sério), foi colocado no cargo, pelo Governo, para atrapalhar as investigações da Polícia Federal e impedir a prisão de membros desse mesmo Governo, e voltemos nossas atenções ao Santos, que neste domingo, às 19h30, sem Victor Ferraz, vai a Rio Claro enfrentar o Rio Claro, time que vem fazendo campanha ruim no Campeonato Paulista.

Sem Victor Ferraz, suspenso por um esdrúxulo cartão amarelo, pois o árbitro julgou que ele estivesse “fazendo cera” (?!) para cobrar um lateral diante do XV de Piracicaba, o Santos deve jogar com Alison na lateral-direita, ou com Zeca pela direita e Caju pela esquerda.

De qualquer forma, mesmo que eu entrasse na lateral-direita, o Santos continuaria franco favorito contra o Rio Claro. Mesmo longe da familiar Vila Belmiro, o time deve se impor e mostrar porque tem sido o melhor dos últimos Campeonatos Paulistas. Nenhum resultado será aceitável, a não ser a vitória.

Com apenas oito pontos ganhos, o Rio Claro, treinado por nosso conhecido Sérgio Guedes, goleiro que ficou na história do Santos, vem de uma derrota, fora de casa, para o São Bento, por 3 a 0. Até o pessoal da cidade não acredita mais no time, fadado ao rebaixamento. Espero que os santistas, principalmente da defesa, não acreditem.

A briga do Santos é pelo primeiro lugar na classificação geral, o que lhe dará a vantagem de jogar sempre os jogos decisivos em casa a partir da fase eliminatória. E a tabela é favorável.

Após o Rio Claro, o Santos terá apenas um jogo como visitante: diante do Capivariano, outra equipe na iminência de ser rebaixada, em 3 de abril. No mais, enfrentará São Paulo, Ferroviária e Audax diante de seus torcedores.

Aliás, a partida diante do São Paulo, domingo, 27 de março, bem que poderia ser realizada no Pacaembu, já que não haverá partidas na Capital no próximo fim de semana. Imagine a renda que não se perderá pela decisão dessa diretoria de fazer o jogo na Vila, onde não atrairá mais do que nove mil espectadores. É um jogo para 30 mil. Alô diretor de marketing Eduardo Rezende; alô presidente Modesto Roma: Pensem grande! Mudem o clássico para o Pacaembu!

E você, o que pensa disso?


Gol histórico, vitória desleixada. Agora vem o XV

Ricardo Oliveira marcou o gol cinco mil do Santos FC em Paulistas
Ricardo Oliveira deixou o nome na história do Santos(Ivan Storti/ Santos FC)

Empatar com o despretensioso Rio Claro seria terrível, mas o Santos jogou como se a partida fosse um treino sem valor algum. Ricardo Oliveira marcou aos cinco minutos o gol de número 5000 do Santos em Campeonato Paulistas, mas depois a partida seguiu amarrada, sem vontade, até que David Braz, aos 45 minutos do segundo tempo, aliviou a torcida de 4.720 pagantes presente ao Urbano Caldeira.

Marquinhos Gabriel e Leandrinho se esforçaram, mas sem Lucas Lima e Renato o meio-campo do Santos caiu muito. O ataque sem Geuvânio, e com Gabriel, também perdeu capacidade de penetração. Mesmo assim, com um pouco mais de capricho nas finalizações, o Santos poderia ter terminado o primeiro tempo com uma vantagem de dois ou três gols, pois o Rio Claro só estava preocupado em não sofrer uma goleada, o que, combinado com outros resultados, poderia rebaixá-lo.

Ninguém se destacou no Santos, apesar do desempenho regular da defesa. Nem Robinho, o astro da equipe, luziu desta vez. O sete da Vila cansou de perder gols e em alguns momentos foi dispersivo, tentando jogadas de efeito e quando a partida ainda estava indefinida.

Ricardo Oliveira fez o gol histórico, após ótima jogada de Marquinhos Gabriel,mas depois foi sumindo, sumindo, e sumiu. Foi preciso que os zagueiros Gustavo Henrique e David Braz fossem para a área em um escanteio no final da partida para criar a jogada do gol que definiu o marcador. Henrique tentou um calcanhar e a bola sobrou para Braz, que pegou de raspão, mas acabou deslocando o goleiro Richard.

Líder do Grupo D, o Santos enfrentará nas quartas-de-final o XV de Piracicaba, o segundo colocado no mesmo grupo. algo me diz que será sábado e na Vila Belmiro. Os outros jogos das quartas serão: São Paulo x Red Bull Brasil; Palmeiras x Botafogo e Corinthians x Ponte Preta.

Para ter a vantagem de jogar em casa também na semifinal, contra o vencedor de São Paulo x Red Bull Brasil, o Santos precisará vencer o XV de Piracicaba no tempo normal. Se empatar a partida, somará apenas um ponto e poderá ficar atrás do Paulo Paulo, caso este vença o Red Bull. Isso faria com que a vantagem de jogar em seu campo passasse para o tricolor paulista.

Atuações dos santistas

Vladimir: Sem muito trabalho, foi bem quando exigido. 6.
Vitor Ferraz: Discreto, mas participativo. 6.
David Braz: Marcou bem atrás e ainda fez um gol. 7.
Gustavo Henrique: Errou um passe na saída de bola, mas no todo foi bem, principalmente nas bolas altas. 6.
Chiquinho: Regular no ataque e na defesa. 6.
Valencia: Aquele velho estilão volante limitado. 5.
Leandrinho: Deu pro gasto. Faltou ousadia. 5.
Marquinhos Gabriel: Buscou aproveitar a chance. Correu, participou de jogadas. 6.
Gabriel: Buscou mais o jogo, participou de algumas jogadas e deu alguns chutes a gol. Mas sua impotência com a perna direita irrita. Treine chutar bola na parede, garoto. Não acredite no Wagner Ribeiro. Você está longe de ser um craque. Atacante que só joga com a esquerda é facilmente marcado. Seja mais humilde e treine mais, se esforce mais, participe mais do jogo. Não pode errar uma bola e virar as costas para a jogada. Não ache que o técnico está pegando no seu pé. Você é que não está se esforçando o suficiente. 5.
Ricardo Oliveira: Começou bem, fez o gol, participou de outras jogadas, mas a partir do segundo tempo apenas serviu para segurar os beques lá atrás. 6.
Robinho: Está em todas as jogadas de ataque do Santos. Joga fácil. Mas com tanta facilidade, acabou dispersivo. Enfeitou sem necessidade, e quando esteve diante do goleiro, não concluiu bem. Perdeu inúmeros gols e quase complica uma vitória fácil. 6.

Técnico Marcelo Fernandes: Deu oportunidade a alguns reservas em um jogo em que tinham tudo para jogar com tranquilidade e bem. Só Marquinhos Gabriel mostrou vontade e reais qualidades. Fernandes teve de gritar o tempo todo para o time não relaxar. Quase que a vantagem obtida com o bom empate no clássico alvinegro de domingo foi jogada fora por displicência. Isso não poderá ocorrer na fase decisiva. 6.

Os três jogadores que entraram – Zeca, Lucas Otávio e Lucas Crispim – se saíram razoavelmente bem e impediram que o time perdesse a concentração no final da partida.

Santos 2 x 0 Rio Claro
Vila Belmiro, 08/04/2015, 22 horas
Público pagante: 4.720 pessoas. Renda: R$ 91.810.
Santos: Vladimir, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique, Chiquinho (Zé Carlos); Valencia, Leandrinho (Lucas Otávio), Marquinhos Gabriel; Gabigol (Lucas Crispim), Ricardo Oliveira e Robinho. Técnico: Marcelo Fernandes.
Rio Claro: Richard; Vinícius Bovi, Pitty, Gilberto e Carlinhos Miranda (Nenê Bonilha); Renan Diniz, Renan Luís, Matheus Galdezani e Jeferson Paulista (Guaru); Paulinho e Bruno Catanhede (Léo Cordeiro). Técnico: Estevam Soares.
Gols: Ricardo Oliveira aos cinco minutos do primeiro tempo e David Braz aos 45 minutos do segundo.
Arbitragem: Luiz Flavio de Oliveira, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Carlos Augusto Nogueira Junior.
Cartões amarelos: Jeferson Paulista e Bruno Cantanhede.

Veja os bastidores do clássico alvinegro de domingo:

E você, o que achou do Santos contra o Rio Claro?


Hoje o Santos pode fazer o seu gol 5000 em Paulistas

Ricardo Oliveira
Tenho um palpite que Oliveira entrará no jogo e na história (Ivan Storti/ Santos FC).

Se o gol é a grande alegria do futebol, o Santos é o time que, ao longo de sua história, tem proporcionado mais momentos felizes a quem o assiste. Nesta quarta-feira, contra o Rio Claro, na Vila Belmiro, o time deve alcançar outra marca invejável, pois falta apenas mais um para chegar a 5.000 gols em Campeonatos Paulistas. Como o Alvinegro Praiano está na sua centésima participação no certame, isso já representaria a média de 50 gols por campeonato, o que é uma soma extremamente respeitável.

É um feito importante porque o Paulista é a competição mais tradicional do futebol brasileiro. Primeiro campeonato oficial disputado no País, concentrou as paixões e rivalidades dos mais importantes clubes brasileiros durante décadas e ainda hoje, apesar do desdém de alguns, é muito comemorado por quem o vence e pode provocar demissões de técnicos e dispensas de jogadores famosos nas equipes perdedoras.

Fundado em 14 de abril de 1912, o Santos participou do Paulista de 1913, mas, por falta de verba para subir a serra a cada compromisso, fez apenas quatro partidas e desistiu da competição. Dos quatro jogos, ganhou apenas um, e de goleada: sapecou 6 a 3 no Corinthians, naquele que hoje é considerado o primeiro clássico do futebol paulista.

Ausente das competições de 1914 e 1915, o Santos voltou em 1916, e já disputou a liga mais forte, a Apea, ficando em quinto lugar. A partir daí, não mais deixou de participação da competição, a não ser em 2002, quando os times grandes ficaram de fora.

Mesmo vivendo um período excepcional entre 1927 e 1931, quando obteve quatro vice-campeonatos em cinco anos, e mesmo campeão em 1935, o Santos só se firmou mesmo entre os grandes do Estado a partir da década de 1950. Entretanto, mesmo nos períodos de relativo ostracismo, foi respeitado pelo poderio de seus atacantes.

Goool do Santos!

Por seis vezes o Santos atingiu a marca de 100 gols ou mais em Campeonatos Paulistas: 1927 (100 gols), 1958 (143), 1959 (151), 1960 (100 gols), 1961 (113) e 1962 (102). O Palmeiras conseguiu duas, o Corinthians uma e o São Paulo nenhuma.

O Santos também teve o artilheiro do Campeonato Paulista por 22 vezes. O Corinthians também teve 22, o São Paulo 15 e o Palmeiras 12.

O maior artilheiro da competição foi Pelé, por 11 anos, nove deles consecutivos. O recorde de gols em uma mesma competição também é do Rei, com 58 gols em 1958. Em outras edições Pelé marcou 49, 47, 44… Em segundo aparece Feitiço, também do Santos, que marcou 37 gols em 1931, e em terceiro Araken, outro santista, que fez 31 gols em 1927.

Hoje o Santos pode viver mais um dia histórico, com a marcação de seu gol 5000, e a expectativa é a de quem deverá fazê-lo. Robinho? Ricardo Oliveira? Gabriel? A verdade é que Marcelo Fernandes pensa em poupar muitos jogadores e esses dois estão entre aqueles que não deverão entrar em campo. Mas se você já tem um palpite, participe da enquete aí do lado.

Uma vitória garante as quarta e semifinal em casa

O jogo de hoje é importante também para a classificação do Santos, pois uma vitória sobre o Rio Claro garante o Santos no segundo lugar, o que lhe dará a vantagem de jogar a quarta-de-final e, se passar, a semifinal, em casa. O presidente Modesto Roma já adiantou que os jogos serão na Vila Belmiro, então não se fala mais nisso.

O técnico Marcelo Fernandes parece que quer poupar muitos jogadores da partida de hoje, como Renato, Lucas Lima, Robinho e Ricardo Oliveira. O time primeiramente anunciado para a partida foi Vladimir, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz (Werley) e Chiquinho; Lucas Otávio, Leandrinho, Elano e Marquinhos Gabriel; Lucas Crispim e Gabriel. Porém, as últimas informações confirmam que Marcelo Fernandes não quererá dar milho pra bode e deverá iniciar a partida com os titulares Renato, Lucas Lima, Robinho e Ricardo Oliveira. Espero que sim, pois o jogo é importante.

Acho interessante a intenção de poupar os jogadores mais importantes para os jogos decisivos, mas se eu fosse o técnico deixaria os titulares no banco, pois se o primeiro tempo terminar empatado, o jeito será reforçar a equipe na segunda etapa. Um empate seria desastroso, pois faria o Santos perder o segundo lugar e, provavelmente, o direito de jogar uma provável semifinal diante de sua torcida.

O Rio Claro não está morto. Com a vitória sobre o Bragantino, na última rodada, o time do Interior praticamente se livrou do rebaixamento, mas só estará matematicamente livre com um empate. Portanto, é bom tomar cuidado.

Santos x Rio Claro, Vila Belmiro, hoje, 22 horas (só no pay per view)
Arbitragem: Luiz Flavio de Oliveira, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Carlos Augusto Nogueira Junior.
Santos: Vladimir; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz (Werley) e Chiquinho; Lucas Otávio, Leandrinho, Elano e Marquinhos Gabriel; Lucas Crispim e Gabriel. Técnico: Marcelo Fernandes.
Rio Claro: Richard; Vinícius Bovi, Pitty, Gilberto e Renan Diniz; Alê, Renan Luis, Matheus Galdezani e Guaru; Paulinho e Bruno Catanhede. Técnico: Estevam Soares.

Reveja este Santos x Rio Claro de 2010, com Pacaembu cheio:

E você, acha certo o Santos poupar tantos jogadores hoje?


Há quatro meses Elano já cantava o hino do Santos em público

Colaboração do amigo e notável ilustrador McChoco

Há pouco mais de quatro meses, em 24 de julho de 2010, em um show de Koala Joe no Bar Madalena, em Rio Claro, Elano foi chamado ao palco. Ele passava as férias no Brasil, visitando os parentes e tinha saído para se divertir na noite de sábado.

Após alguma resistência, Elano, que estava meio alegre, subiu ao palco, declarou seu amor a Rio Claro e, quando provocado por Koala Joe, cantou o hino do time do seu coração, o Santos, acompanhado pelo cantor, também santista, e pelos presentes no bar.

Agora curta o momento em que Elano – que será apresentado à torcida do Santos domingo, na Vila Belmiro, antes do jogo contra o Flamengo – manda ver o hino popular do Alvinegro Praiano.

Não é legal começar o dia ouvindo um ídolo do Santos cantando o hino do clube?


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