Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Rodrigão (page 1 of 2)

Que tal 10 mil na Vila?

Depois de uma ótima vitória fora de casa, o Santos estreia na Vila Belmiro neste Campeonato Paulista como líder do Grupo D e com uma das prováveis revelações da competição – o jovem Arthur Gomes, que marcou dois gols contra o Linense – e é justo esperar um público de cerca de 10 mil pessoas na noite dessa segunda-feira.

Feliz do time que tem mais de uma casa e se sente à vontade sempre que pode contar com o apoio e o carinho de sua torcida, como é o caso do nosso Santos. Algo me diz que nessa segunda, a partir das 20 horas, assistiremos a mais uma exibição de técnica, disciplina, garra e ousadia dos nossos rapazes.

O adversário é o Bragantino, orientado pelo técnico Marcelo Veiga. Uma das poucas equipes do Interior a ser campeã paulista, este ano o Braga estreou com uma vitória, em casa, sobre o Botafogo.
Não me parece, entretanto, que possa surpreender o Santos na Vila.

Sem Lucas Veríssimo e Bruno Henrique, vetados pelo departamento médico, o técnico Jair Ventura deverá escalar o Santos com Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz e Romário; Alison, Renato e Vecchio; Copete, Rodrigão (“que tiro é esse?!”) e Arthur Gomes.

É um jogo para se assistir com a família, um evento que marca o reencontro do Glorioso Alvinegro Praiano com o velho e querido Urbano Caldeira. Não basta ser torcedor platônico. É preciso participar.

A Globo e o Santos, tudo a ver

Time brasileiro mais conhecido no exterior, um dos poucos a ter uma quantidade significativa de torcedores em todas as cinco regiões do Brasil, o Santos é imprescindível para o espetáculo futebol que tem sido transmitido pela Rede Globo.

Torcedor é uma coisa, dirigente é outra. A gestão presidida por José Carlos Peres não baterá a porta na cara da maior rede de televisão do país. Ao contrário. O objetivo é criar alianças duradouras que fortaleçam o futebol brasileiro, aumentem a audiência do esporte na tevê e tornem as competições nacionais, hoje menosprezadas, novamente valorizadas no mercado estrangeiro.

O alto comando da Globo conhece a força da marca Santos, a mais poderosa do futebol brasileiro, tem grande simpatia pelo time que revela craques e tem uma fome insaciável de gols, e está disposta a mudar sua atitude com relação
ao Glorioso Alvinegro Praiano. Ótimo. Só esperamos que, para o bem do nosso futebol, a meritocracia prevaleça.

Para entender a relação Santos e Globo

Como o texto anterior causou alguma polêmica, tentarei ser mais claro sobre o relacionamento entre TV Globo e Santos Futebol Clube.

Todas as críticas que fiz alertavam para o caminho perigoso da Espanholização. Fiz sempre com o interesse de que a situação mudasse e não querendo um rompimento definitivo com a Globo, o que seria uma irresponsabilidade colossal por parte do Santos.

O maior dinheiro que um clube brasileiro recebe vem da televisão. E sem ela perde-se visibilidade, o que influi no aumento da torcida, no valor do patrocínio e na atração a novos sócios.

Fiquei sabendo que o conflito entre a última diretoria do clube e a Globo tinha tirado o Santos da grade de transmissões da tevê aberto. A emissora tinha negociado com todos os outros 19 clubes da Série A do Brasileiro, menos com o Santos, que não teria valor algum para receber.

A falta de receita da tevê seria e é fatal para um clube que quer se manter grande. Como saldar suas dívidas e reforçar o time sem dinheiro?

Por outro lado, há uma nova disposição da Globo no relacionamento com os grandes clubes brasileiros. Acreditamos que o nosso Santos será tratado de outra forma, e prova disso são as transmissões já programadas pelo Campeonato Paulista.

Não retiro uma vírgula do meu inconformismo e das minhas críticas anteriores à forma como a Globo tratava o Santos. Mas sinto uma nova disposição da emissora e do profissional escolhido para se relacionar com os clubes.

Minha responsabilidade, assim como do presidente José Carlos Peres, do vice Orlando Rollo e de todos que assumem o comando do clube agora é o de zelar, com responsabilidade, humildade e inteligência, pelos interesses do Santos e do futebol brasileiro.

Precisamos da tevê, precisamos da Globo, assim como ela precisa do Santos. E é bem melhor caminhar juntos e em harmonia. Abraços!

E você, o que acha disso?


Força da natureza!

torcida jovemeu e o rafa - santos red bull Voltando de trem pra casa, com o amigo Rafael Fidelis (com a camisa do Brasil) e seu primo. Encontramos alguns são-paulinos indo para o Morumbi, mas houve educação e respeito de ambas as partes. Há esperança para o Brasil.

Durante a semana os programas esportivos, como sempre, reservaram apenas seus últimos minutinhos para falar do Santos. Alguns ainda erraram ao informar a data e o local do jogo contra o Red Bull. Para piorar, a Federação Paulista de Futebol tinha mudado o horário da partida, passando para as terríveis 11 horas de domingo, em pleno verão. Porém, ao chegar ao Pacaembu, você percebe, mais uma vez, que a torcida do Santos, quando tem a oportunidade de mostrar seu poder, é uma verdadeira força da natureza.

Gente de todo os lados. Casais, jovens, crianças, idosos. Filas e mais filas. Muita gente desistiu quando os funcionários da Federação Paulista passaram pelas filas para avisar que os ingressos mais baratos já tinham acabado. Mas muita gente insistiu. Eu queria assistir do meio dos torcedores. Deixo a tribuna de imprensa e os camarotes dos conselheiros para os almofadinhas. Na arquibancada tinha fila demais. Fui para o tobogã. De lá vi o estádio se enchendo e no final chequei o público no placar eletrônico: 20.412 pagantes, quase 24 mil pessoas no total.

No dia em que o Santos tiver uma gestão que saiba unir e direcionar os santistas na mesma direção, esse time voltará a ser um dos mais importantes e ricos do futebol. Se mesmo tratado com desdém por sua diretoria e ignorado pela mídia, o Glorioso Alvinegro Praiano leva a um estádio da capital, no mesmo fim de semana, 5.500 pessoas a mais do que o seu rival alvinegro, o mesmo que recebe mais da metade do tempo de todos os programas esportivos, nos quais é constrangedoramente bajulado, imagine se vivêssemos em um lugar com uma imprensa esportiva imparcial, que praticasse a meritocracia, e tivéssemos uma diretoria que facilitasse a vida para os santistas da capital.

Então, em primeiro lugar, parabéns aos santistas que foram ao Pacaembu. Sofremos com o calor, os preços, a nova fórmula tática do Dorival Junior que também pode ser chamada de “queijo suíço”, pelos buracos enormes que abre na nossa defesa, mas no final os deuses do futebol empurraram a bola pra dentro e o time ganhou por 3 a 2 e conseguiu sua 17ª – meu número de sorte – vitória consecutiva no Pacaembu.

Do meio da massa

ingressos santos redbull O amigo Rafael Fidelis insistiu e comprou um ingresso por 50 reais. Na fila já tinham dito que só havia ingressos mais caros.

Do meio do povo se percebe que o santista tem um carinho especial pelo Rodrigão e pelo Copete – principalmente pela forma como o segundo se empenha, atacando e também ajudando a defesa – mas fica louco da vida quando a defesa fica trocando passes lá atrás e o craque Lucas Lima cisma de pentear a bola pra lá e pra cá e não passa pra ninguém. Aliás, se o Santos conseguir vender o Lucas Lima pelo que ele acha que vale, dará para construir uma arena em Santos, outra em São Paulo e ainda sobrará dinheiro. Incrível a máscara do rapaz.

Depois de um belo gol, surgido em boa jogada pela direita, entre Lucas Lima, Victor Ferraz e Vitor Bueno, Lucas Lima perdeu a bola em um lance bobo e propiciou o contra-ataque que gerou o gol de empate do Red Bull, por Misael. Antes do final do primeiro tempo, porém, o mesmo LL deu um passe milimétrico para Rodrigão, que penetrou e fez o segundo do Santos com muita calma, e pasmem, agilidade.

Como se em Santos as temperaturas estivessem abaixo de zero, o time que está descansando há uma semana parecia bem mais exausto que o Read Bull no segundo tempo. Então, o mandante foi ao ataque e, de tanto criar oportunidades, empatou com um gol de cabeça de Nixon, em impedimento claro, que pode ser visto da arquibancada.

Ocorre que o juizão Rafael Gomes da Silva estava complicando para o Santos há algum tempo, principalmente no aspecto disciplinar. Veja você, caro leitor e cara leitora, que o Santos é o time a ser batido, é que que goleia todo mundo, mas o senhor Rafael conseguiu amarelas três jogadores santistas – Lucas Verísismo, Yuri e Copete – e apenas um do Red Bull, o Fillipe Soutto. Ocorre que o homem do apito era implacável com os santistas, mas fazia vistas grossas às entradas do Red Bull.

De qualquer forma, o Santos também criava oportunidades e em uma das ultimas surgiu o lance em que Kayke, de peito, jogou a bola para dentro do gol. Achei que ela entrou, até pelo gesto do goleiro, que percebe estar dentro do gol e puxa a bola e seu corpo para fora. O que ocorre é que ao cair o goleiro Saulo, conhecidíssimo dos santistas, entra com bolas e tudo para dentro do gol, dando a vitória ao Santos.

O desempenho do Dorival

Amigos e amigas, o time ter altos e baixos no início de temporada é, até certo ponto, normal, mas o que deixa o santista da arquibancada maluco são as decisões e indecisões do técnico Dorival Junior. O técnico Alberto Valentim, do Red Bull. já tinha colocado seus reservas para aquecer, e o Dorival, nada. Isso seria bom até pelo fator psicológico, pois o jogador que está em campo corre e capricha mais quando sabe que pode ser substituído.

Outro aspecto a se analisar é o novo sistema tático que o Dorival quer implantar no Santos. Ora, ele depende de muita solidariedade dos jogadores. Se o pessoal não estiver disposto a correr para tapar os buracos, coisa que só alguns fazem – entre eles o incansável Copete –, o Santos vai tomar uma tunda logo, logo. Os contra-ataques do adversários estão pegando as extremas totalmente abertas. Os zagueiros ficam distantes um do outro para cobrir as pontas e abrem também o meio. Enfim, o Santos fica todo arreganhado.

Aí, na hora de trocar, quem o professor põe em campo? Ora, o indefectível Léo Cittadini. A impressão que se tem é que o clube pode contratar os melhores jogadores de meio-campo do mundo, mas na hora de substituir o Dorival preferirá o seu preferido Cittadini. Depois, tirou Rodrigão e colocou Bruno Henrique. Ora, por que não colocou o Kayke, que joga na mesma posição? Mas depois, finalmente, colocou o Kayke, no lugar do Vitor Bueno.

Não era mais lógico colocar o Kayke no lugar do Rodrigão e o Bruno Henrique no lugar do Vitor Bueno? Claro, mas isso qualquer criança de seis anos no Pacaembu faria. Então, para mostrar que entende mais de futebol do que todos nós juntos, o professor fez uma substituição cruzada. Sacou a esperteza?

No fim, Kayke fez um gol de peito que o goleiro Saulo seguro e caiu com bola e tudo dentro de sua meta. Quando percebe que está dentro, ele puxa o corpo para fora, mas para cima de mim, jamé.

Um detalhe que me marcou: quem viu o Lucas Lima se dirigir para bater um escanteio no início do segundo tempo, quando o Santos vencia por 2 a 1, deve ter achado que se tratava de uma pelada entre solteiros e casados. O rapaz foi petecando a bola em câmara lenta, em uma tremenda má vontade. E olhe que ele já foi expulso de campo por uma atitude assim. Numa boa, Lucas: assim, na Europa, você só vai conseguir ser reserva de um Atalanta, de um Avelino, enfim, de um time de segunda ou terceira categoria. Você joga muito, mas precisa ser mais profissional, cara! Numa boa.

Dizem que no final da partida alguns torcedores começaram a xingar Lucas Lima em altos brados, ele correu um pouco mais e isso foi o suficiente para o Santos criar duas chances de gol. Então, é evidente que o Santos tem time para ganhar bem esses jogos e caminhar para mais um título, mas precisa correr mais e ser mais cobrado pelo Dorival. Assim, até eu.

Jogadores e notas: Vladimir (5), Victor Ferraz (5), Lucas Veríssimo (5), Yuri (5) e Zeca (5,5); Leandro Donizete (4) (Léo Cittadini (4,5), Thiago Maia (4,5), Lucas Lima (6) e Vitor Bueno (5,5) (Kayke (5); Copete (5,5) e Rodrigão (5,5) (Bruno Henrique (4,5). Dorival Junior: 3,5.

E você, o que acha disso?


10 motivos para acreditar

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10 MOTIVOS PARA ACREDITAR

O experiente Ricardo Oliveira, com lesão muscular, não enfrentará o Vasco, nesta quarta-feira, às 21h45, em São Januário, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, nem o Sport, sábado, às 18h30, em Recife, pelo Campeonato Brasileiro, mas mesmo assim há ao menos 10 motivos para acreditar que o Santos pode conseguir bons resultados nessas partidas.

1 – O Santos não depende de um centroavante para fazer gol. Seu sistema ofensivo conta com Vitor Bueno, Copete, Lucas Lima, o avanço dos laterais Victor Ferraz e Zeca, e ainda terá Rodrigão, o substituto de Ricardo Oliveira. Gols deverão sair.

2 – O técnico Dorival Junior parece que está curado da Cittadinite. Percebeu que o time fracassou seguidamente enquanto o garoto Léo Cittadini foi titular e agora tem escalado jogadores mais experientes, como Jean Mota, Vecchio e Yuri. Com isso, o meio de campo se tornou menos errático.

3 – Por já ter jogado nesta Copa do Brasil pelo Fortaleza, Jean Mota não poderá atuar contra o Vasco, porém Dorival Junior ainda poderá montar um bom meio de campo e ataque com Renato, Thiago Maia (ou Yuri), Vecchio e Lucas Lima.

4 – Como venceu a primeira partida contra o Vasco por 3 a 1, o Santos pode até perder por um gol de diferença e ainda se classificará. Caso marque um gol, só perderá a vaga se perder por 4 a 1 (3 a 1 para o Vasco levará a decisão para a disputa de pênaltis). Não deixa de ser uma vantagem, pois obrigará o time carioca a vir para o ataque, dando espaços para o contra-ataque santista.

5 – O fato de ter sofrido um gol no último lance do jogo de ida tem um lado positivo: fará os jogadores do Santos entrarem mais ligados. Se a vitória na Vila tivesse sido por 3 a 0, muito provavelmente os santistas incorporariam o indefectível Garfield que é incorporado em jogos fora de casa.

6 – Levando-se em conta que Rodrigão é bem limitado tecnicamente, Dorival Junior tem uma opção mais ousada para a partida contra o Vasco, que seria formar um meio-campo mais sólido, com Renato, Thiago Maia (ou Yuri), Vecchio (ou Yuri) e Lucas Lima, mantendo apenas Copete e Vitor Junior mais à frente. É claro que com a posse de bola Lucas Lima e os laterais avançariam, assim como Vecchio, ou Yuri, dando ao time mais mobilidade e mantendo sua ofensividade, mesmo sem um centroavante.

7 – As mesmas opções táticas podem ser usadas no sábado, diante do Sport. O time pernambucano continua se valendo de veteranos tarimbados, como o zagueiro Durval e o atacante Diego Souza, mas não anda bem das pernas e no fim de semana passado, mesmo jogando em casa, perdeu para o Coritiba por 1 a 0. Se o Santos jogar com a determinação necessária terá boas chances de sair de Recife mais perto da liderança do Brasileiro.

8 – Muitos santistas desconfiam da capacidade e, principalmente, do poder de motivação de Dorival Junior, mas o Sport é treinado por Oswaldo de Oliveira, o técnico que não conseguiu ganhar do Ituano na final do Paulista de 2014. Assim, ao menos no sábado a chance de tomar um nó tático do adversário é teoricamente menor.

9 – Rodrigão era o maior artilheiro do ano, no Brasil, quando foi contratado pelo Santos. O baiano de Belmonte veio do Campinense e seu habitat preferido sempre foi os campos do Nordeste. Cabra arretado, Rodrigão é o trombador que tem tudo para dar certo. Algo me diz que em Recife o pedreiro artilheiro deixará o seu. Só não pode se preocupar com dancinhas. Deixe isso pro Gabigol e quetais. Mergulha de cabeça e põe a bola pra dentro no peito e na raça, Rodrigão.

10 – Como já escrevi, este ano o campeão brasileiro será o menos medíocre, ou o menos mediano. Não há nenhum time maravilhoso. O Palmeiras tem dois jogadores acima da média; o Corinthians, nenhum; o Atlético Mineiro, nenhum, e o Flamengo está recheado de refugos do Santos, como Pará, Alan Patrick, Leandro Damião e Diego. Se jogar 90% do que pode, o Santos será o campeão brasileiro de 2016. Só é preciso que Dorival Junior, seu filho e os jogadores acreditem nisso. Nós, torcedores, acreditamos.

E você, acredita?


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QUEM QUER SER CAMPEÂO?

O Santos bobeou demais e está a oito pontos do líder, porém ainda faltam 14 rodadas e em metade delas o Alvinegro Praiano jogará em casa. E mesmo nas partidas fora, como não há nenhum esquadrão neste Campeonato Brasileiro, todos os jogos são ganháveis. Desistir agora da luta pelo título será o mesmo que assinar um atestado de preguiça e incompetência. Lutar em cada jogo, como em uma batalha, é a única solução. Não se pode esperar nenhuma outra atitude de uma equipe de atletas profissionais.

Fosse eu o técnico do Santos, escalaria um time para enfrentar o Botafogo, nessa quarta-feira, às 19h30, no estádio Luso-Brasileiro, apenas com jogadores dispostos a correr pela vitória. Levaria em conta a qualidade técnica de cada um, claro, porém daria um peso maior à força de caráter, à vontade de voltar do Rio com três pontos.

O Estádio Luso-Brasileiro fica na Ilha do Governador, Rio de janeiro, e pertence à Portuguesa Carioca. Sua capacidade é de 15 mil pessoas, bem próxima à da Vila Belmiro. Esperamos que os jogadores do Santos não se sintam peixes fora d’água lá.

A escolha pelo time mais motivado pode ser feita simplesmente perguntando aos jogadores quais estão realmente a fim de ralar pela vitória no Rio, mas a seleção dos atletas para o jogo também pode ser feita levando-se em conta, simplesmente, os que têm se empenhado mais nos últimos jogos.

Santistas que somos, temos o hábito de colocar a técnica acima de tudo, mas o passado nos mostra que nem sempre é ela que decide. Não fosse um atacante brigador como Almir Albuquerque, o Almir Pernambuquinho, e o Santos não teria se tornado o primeiro bicampeão mundial da história do futebol, derrotando o poderoso Milan, no Maracanã, sem os titulares Pelé, Zito e Calvet.

Quero dizer com isso que este jogo contra o Botafogo, que pelos antecedentes dificilmente livrará o Santos de outra derrota, é a oportunidade ideal de Dorival Junior fazer algo diferente e corajoso e escalar um time cascudo, com jogadores talvez de menos técnica, mas ansiosos por se firmar no elenco e no futebol.

Para começar, Victor Ferraz, Renato, Vitor Bueno, Lucas Lima e Ricardo Oliveira iriam para o banco de reservas. Os cinco têm atributos técnicos inegáveis, porém têm atuado sofrivelmente nas partidas fora de casa. Veja ainda, amiga leitora e amigo leitor deste blog, que nas quatro partidas que o Santos perdeu para times na rabeira do campeonato, esses jogadores estavam presentes.

Com todos eles em campo o Santos foi derrotado pelo lanterninha América Mineiro, para o Coritiba, Figueirense (na Vila Belmiro) e Internacional. E sabe por quê? Por que, ao contrário do que preconizava o genial Johan Cruiff, de que o atacante é o primeiro defensor, esses santistas não se empenham na marcação, não têm a pegada de jogadores menos talentosos, porém com muito mais vontade.

Assim, como Copete não poderá jogar, por suspensão, eu escalaria o Santos, para enfrentar o Botafogo, com Vanderlei, Daniel Guedes, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Yuri, Vecchio e Jean Mota; Joel e Rodrigão. Se a vitória não viesse, ao menos o torcedor do Santos teria a certeza de que o time lutaria até o final por ela.

Nesse momento do texto você deve estar achando que eu sou maluco e deve estar pedindo ao menos dois ou três desses cinco afastados no time titular. Bem, é possível colocar Renato no lugar de Joel, dando ao veterano a oportunidade de ir mais à frente, como fez domingo. Com a posse de bola, teríamos Jean Mota, Renato, ou Vecchio, e Rodrigão mais avançados e o time ainda teria um meio-campo forte na marcação, com Thiago Maia, Yuri e Vecchio, ou Renato.

Sei que é difícil para o torcedor santista aceitar que jogadores de nível técnico tão elevado, como Lucas Lima e Ricardo Oliveira, tenham de sair do time para o Santos ter mais chances de vitória no Rio de Janeiro, mas não basta saber jogar futebol, é preciso querer. Não basta ser o melhor no papel, como o Santos era nesses quatro jogos que perdeu, é preciso ter jogadores comprometidos com a vitória e a busca pelo título.

Quanto ao Vitor Bueno, é um jogador de enorme potencial, mas some em alguns jogos, principalmente fora de casa, a ponto de ter sido substituído em todas essas quatro derrotas citadas. Mas tanto ele, como os outros que eu colocaria no banco, poderiam entrar no transcorrer da partida.

Uma pesquisa do jornal Lance comparou jogador por jogador de Santos e Botafogo e o Alvinegro Praiano ganhou em todas as posições, com exceção daquela do ex-santista Neilton. Portanto, no papel, a vitória seria certa. Ocorre que, sabemos bem, a teoria não entra em campo, pois, se entrasse, o Santos seria o líder, disparado, deste Brasileiro.

Bem, mas esse post é apenas um exercício de rebeldia e provocação e faz parte daqueles que irão para o limbo, pois sabemos que jamais nosso convencional técnico adotará atitude tão radical. Na verdade, todos os que ele chama de titulares entrarão em campo – talvez até o indefectível Léo Cittadini – e o Santos ficará tocando a bola de lá para cá, daqui para lá, até que o alvinegro carioca acerte um ataque e abra o marcador. Quero muito queimar a língua, mas sem jogadores raçudos, não vejo como o Santos possa mudar a sorte desenhada para essa partida.

santistas pacaembu
Recebi o aviso abaixo da Ouvidoria do Santos, dizendo que o clube disporá de ônibus, “grátis”, para trazer os proprietários de cadeiras e camarotes na Vila Belmiro para o Pacaembu, domingo. Providências para facilitar a vida do santista do planalto? Nenhuma. Os ingressos para o jogo contra o Figueirense, domingo, às 18h30, só começarão a ser vendidos nessa quinta-feira, enquanto o Flamengo, que nem é de São Paulo, já deve ter vendido 15 mil ingressos para o seu jogo das 11 horas no mesmo Pacaembu e no mesmo domingo. Fica evidente a diferença entre uma administração profissional, como a do rubro-negro carioca, e uma amadora, como a do Santos. Os cariocas estão carecas de saber que São Paulo é o mercado mais rico do Brasil e querem fincar sua bandeira na capital paulista, o Santos tem 1,2 milhão de torcedores na metrópole e os trata a pontapés. Mas vamos lá. Os que querem um Pacaembu vazio, para dizer, mais uma vez, que não vale a pena jogar em São Paulo, terão de colocar o rabo entre as pernas.

PARA CONHECIMENTO

O Santos disponibilizará ônibus grátis para associados proprietários de Cadeiras / Camarotes.

Saída: Domingo – 18.09.16

Horário: 14h30

Local: Em frente ao Portão 7/8

Reservas: Na Ouvidoria até sexta-feira – 16 horas

– Venceslau – 3257 4123 / venceslau.neto@santosfc.com.br

– Batalha – 3257 4142 / jorge.batalha@santosfc.com.br

* Demais associados – 40 reais a serem pagos até sexta-feira (16) as 16 horas.

Atenciosamente.

E você, quem escalaria para enfrentar o Botafogo?


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Tik-tik-tik-tik o Santos começa bem, tocando a bola, envolvendo o Gama, dá para prever que o gol deve sair logo tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik o repórter do Sportv diz que o time quer ganhar bem para usar reservas no jogo de volta tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik Dorival Junior veio acompanhar seu filho, o Santos tem dois técnicos confabulando na beira do campo, agora vai tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik o estádio está cheio, 60% da renda é do vencedor, o clube precisa de dinheiro, está no papo tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik o Gama não está em nenhuma divisão do Brasil, não joga há 35 dias e do time que passou as duas rodadas da Copa Brasil faltam alguns jogadores importantes tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik deve ter time de várzea de São Paulo melhor do que o Gama tik-tik-tik-tik-tik no primeiro tempo o Santos já deve fazer o resultado tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik o domínio continua total, o Gama mal consegue pegar na bola, mas o comentarista do Sportv, com voz de sono, se preocupa em dizer o que o Gama tem de fazer para ganhar o jogo tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik o tempo passa e não surgem chances, até o Rodrigão agora gostou da história de sair da área e tocar a bola tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik Yuri e Copete começam mal, errando passes e dribles tik-tik-tik-tik-tik-tik Victor Ferraz toca para Lucas Lima, que toca para Victor Ferraz, que toca para Lucas Lima, que toca para Victor Ferraz tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik Vanderlei toca para Gustavo Henrique, que toca para Luiz Felipe, que toca para Vanderlei, que toca para Gustavo Henrique tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik o time começa a demorar um tempão para passar o meio de campo, o que dá tempo para o Gama recompor a defesa tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik e assim termina o primeiro tempo. tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik no início da segunda etapa Victor Bueno chuta embaixo da trave, mas a bola bate no pé de um zagueiro tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik Copete chuta colocado, mas o bom goleiro Maringá espalma para escanteio tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik Lucas Lima recebe livre, pode escolher o canto, mas chuta em cima do goleiro tik-tik-tik-tik-tik-tik a defesa do Santos vacila em uma saída de bola e quase o Gama marca tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik Dorival troca Victor Bueno por Paulinho e, mais tarde, Joel por Rodrigão e ainda põe Emiliano Vecchio tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik Lucas Lima está demorando uma hora para passar a bola e ainda leva um amarelo por reclamação tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik se os zagueiros do Gama, Pedrão e Murilo, são bons bons, por que o Santos não contrata os dois? tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik o jogo vai chegando ao fim e dá medo de o Gama marcar tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik com o empate sem gols, o Gama poderá se classificar se empatar com gols na Vila tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik agora, de cinco confrontos diretos, o Santos segue sem vencer o poderoso Gama, foram quatro empates e uma derrota tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik e você, o que achou tik-tik-tik-tik-tik-tik-tik do jogo?


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