Há jogadores que parecem preferir o futebol de contato, a disputa muscular, a troca de fluidos e odores e a fungação no cangote.

Rejeitam a arte do drible porque ela distancia os competidores. A bola passa longe e mal dá para tocar o adversário, apertá-lo, espreme-lo, como decerto gostariam.

A estes, sempre atrás de um pretexto para se engalfinhar com os rapazes do time contrário, eu recomendo praticar o rugby, que se baseia justamente no encontro selvagem de carnes, músculos e ossos.

Ah, os clubes da foto estão procurando voluntários para entrar no corpo a corpo com eles. Dizem que lá há muito mais opções do que ficar por aqui e tentar amassar o Neymar, o Ganso e o Madson.