Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Santos Futebol Clube (page 1 of 34)

Apenas joguem futebol

Mudança de domicílio eleitoral
Diante da grave situação administrativo-financeira do nosso clube, é importante que o presidente Modesto Roma não seja reeleito para mais três anos. Por isso, você que é sócio do Santos e gostaria de votar em São Paulo no dia 9 de dezembro, deve enviar um e-mail para o endereço domicilioeleitoral@santosfc.com.br avisando que pretende votar em São Paulo. O e-mail deve conter o seu nome completo, número do CPF e número de sua carteirinha de sócio do Santos. No dia da eleição, compareça à sede da Federação Paulista de Futebol, na rua de mesmo nome, Barra Funda, com sua carteirinha do Santos e um documento de identidade com foto.


Um Bahia e Santos dos tempos em que os santistas jogavam com amor

Nesse conturbado final de ano, em que fatores que não conhecemos ao certo parecem perturbar os jogadores santistas, o que poderíamos dizer a eles antes do jogo de hoje, às 21 horas, contra o Bahia, na Fonte Nova? Eu pediria que apenas joguem futebol, algo que não fizeram na última partida e fizeram muito pouco contra o Vasco.

Para um time que lutava pelo título, o Santos caminha para um final de campeonato melancólico. Essa tendência pode ser quebrada ou confirmada hoje. Será preciso caráter para sair dessa situação. Até porque o Bahia, em sua casa, costuma dominar os adversários.

Dizem que a falta de ânimo dos santistas se deve a atrasos no pagamento de seus rendimentos. Se não for de salários, é de direitos de imagem, o que dá na mesma. Em uma administração transparente o sócio e o torcedor seriam informados, mas nesse Santos atual as verdades são encobertas por anúncios fantasiosos, ainda mais agora, às vésperas de uma eleição. Se nenhum jogador colocar a boca do mundo, o problema continuará debaixo do tapete.

Como bem disse David Braz, que deverá voltar ao time hoje, assim como Bruno Henrique, o “Santos precisa de algo mais”. Acho que entendi o que ele quis dizer. Apenas entrar em campo e trotar atrás da bola não garantirá uma vaga direta na Copa Libertadores do ano que vem. Será preciso, nos jogos que faltam, ganhar ao menos três: do Bahia, hoje; do Grêmio, na Vila Belmiro, e do Avaí, na última rodada, também na Vila (nem conto com o Flamengo, no Rio, pois lá me parece derrota certa). E isso exigirá um esforço extra.

Pelo andar da carruagem, o torcedor sabe que essa missão parece impossível. Se os jogadores não se motivarem, será mais fácil o Santos não marcar pontos em nenhum desses jogos. Mas, então, como animar um time que parece esperar impacientemente pelo final da temporada? Bem, eu apelaria para o sentimento atávico de todo jogador de futebol…

Quando crianças, e quando amadores, jogamos futebol por amor, por diversão. Jogamos apenas para viver momentos agradáveis e, se possível, conseguir algumas boas vitórias que depois compartilharemos nas conversas com os amigos. O cestinha Oscar Schmidt me dizia que era um homem realizado, pois adorava jogar basquete e ainda ganhava para isso. Pois esses jogadores do Santos podem simplesmente jogar futebol com o mês mo amor e dedicação que o faziam quando eram crianças, ou amadores.

O torcedor sabe quando o time se empenha, ou quando enrola, faz o tempo passar e finge que joga. E ele também identifica os jogadores que colocam a alma em campo, ou aqueles que apenas batem cartão. No Santos, ele confia na determinação de Vanderlei, Lucas Veríssimo, David Braz, Alison e Bruno Henrique, mas tem desconfiado de muitos, entre eles Victor Ferraz, Renato, Lucas Lima e Ricardo Oliveira. Todos os citados jogarão, além do lateral Daniel Guedes e do jovem Arthur Gomes, que tem sido escalado insistentemente por Elano. Que todos, simplesmente, joguem futebol.

O Bahia, orientado pelo experiente Paulo César Carpegiani, deverá jogar com Jean, Eduardo, Tiago, Thiago Martins e Juninho Capixaba; Renê Júnior, Juninho, Zé Rafael e Allione; Edigar Junio e Mendoza. A arbitragem será de Sandro Meira Ricci (SC), auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP). A partida será transmitida pelos canais Sportv e Premiere.

Um caso de abnegação

Sei que parece fácil pedir empenho para quem se sente desrespeitado, mas já passei por situação parecida e decidi, com meus companheiros da revista TêrisEsporte, usar o nosso mês de aviso prévio, no primeiro semestre de 1981, para fazer a última edição daquela publicação mensal que estava chegando ao fim (destino, infelizmente, de todas as revistas esportivas do Brasil).

Minha alegação foi a de que cada um daqueles exemplares seria importante para o nosso currículo de jovens profissionais da comunicação. Todos concordaram e assim foi feito. Hoje, talvez, nenhum leitor se lembre, apenas nós, que trabalhamos religiosamente no mês em que poderíamos ter ficado em casa, mas certamente nossa atitude fortaleceu nosso caráter e nos ajudou a seguir em frente em nossas carreiras.

E você, o que pensa disso?

adesivaço


Como perder sócios

Daqui a pouco, às 20 horas, responderei perguntas sobre o Santos no endereço facebook.com/dnasantista
Pergunte que eu respondo.

Acho que nem preciso lembrar que a quantidade de sócios de um clube é importante não só para aumentar sua receita direta, como alavancar a arrecadação nos jogos, o valor do patrocínio de camisa e até a cota de tevê. Em alguns clubes brasileiros, como Flamengo e Palmeiras, a arrecadação com sócios está entre as três maiores receitas. Enquanto isso, o Santos, que há quatro anos tinha 65 mil associados, hoje tem apenas 8 mil adimplentes e o número continua caindo. Descobri por quê na sexta-feira passada, quando resolvi ligar para o atendimento ao sócio torcedor.

Sócios e candidatos ao Conselho Deliberativo precisam estar em dia com suas obrigações com o clube. Eu estou, pois pago a anuidade no primeiro semestre. Mesmo assim , resolvi ligar para o telefone (13) 3257-4000 e testar o serviço de atendimento ao sócio do Santos. Queria me colocar na pele do sócio de todo o Brasil, que liga de longe para o clube e tem reclamado muito do mau atendimento.

Detalhe: a ligação não é gratuita. Trata-se de um interurbano que sai do bolso do associado, onerando ainda mais esse benemérito que muitas vezes se associa apenas para ajudar o clube.

11h41 – Liguei para o (13) 3257-4000 e logo comecei a ouvir o hino oficial do Santos. Para resumir, esperei 10 minutos e a ligação caiu sem que eu fosse atendido. Mas eu não desistiria tão facilmente.

11h54 – Liguei de novo, depois de enviar uma mensagem de texto, com o meu e-mail (mensagem que não foi respondida até agora, 11h10 de segunda-feira). Fiquei ouvindo o hino…

12h04 – 10 minutos e nada.
Creio que um ou dois minutos depois não ouvi mais a música. Percebi que tiravam o telefone do gancho. Finalmente falaria com alguém… Mas me enganei. O telefone permaneceu fora do gancho. Passei a ouvir vozes ao fundo, mas ninguém me atendeu.

12h14 – Ouvi, principalmente, a voz de uma mulher adulta e de uma criança.
Tive a impressão de que alguém tinha levado o filho, ou a filha, para o trabalho. Parecia que a mulher estava sozinha para atender às ligações.

12h21 – Passei a ouvir uma voz masculina que conversava com a mulher.

12h26 – Meia hora de espera nessa segunda ligação, e nada.
Percebi que a mulher se despedia de alguém, provavelmente do homem com quem conversava. Em seguida, eu a ouvi dar um “boa tarde”, provavelmente para uma outra ligação. Imaginei que ela estivesse atendendo a apenas um ou duas linhas. A minha, provavelmente a cinco ou seis metros dela, permaneceria fora do gancho.

12h36 – Deixei completar 40 minutos de espera nessa segunda ligação, desliguei e liguei de novo. Quem sabe dessa vez eu não teria a sorte de cair em um dos telefones escolhidos? Mas, depois de ouvir o hino do Santos cinco vezes, resolvi desligar e ligar para a tesouraria. Afinal de contas, somado todo o tempo, eu já tinha ficado uma hora à espera de ser atendido.

A essa altura fiquei imaginando que sócio do Interior de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Brasília, ou qualquer lugar do Brasil e do mundo continuaria esperando na linha. Se enviar e-mail já se sabe que não resolve, ou pode demandar dias, e se o telefone de “atendimento ao sócio”, que não é gratuito, não resolve, é evidente que essa é uma das causas de tanta desistência e inadimplência entre os sócios do Santos, que têm sido totalmente ignorados por essa gestão.

É evidente que não há nenhuma meta e nenhuma preocupação com a qualidade do atendimento. Já liguei para vários serviços idênticos, das mais variadas empresas, públicas e privadas, e jamais fui tratado com tanto desdém. Esse desatendimento fere profundamente o código de defesa do consumidor. Bem, mas resolvi tentar de novo e dessa vez falar com a tesouraria.

Imagino que, às vésperas da eleição para presidente, a ser realizada dia 9 de dezembro, haja muito sócio querendo saber se tem alguma pendência com o clube, ou se está liberado para votar. Após discar o mesmo telefone – (13) 3257-4000 – apertei a tecla correspondente à tesouraria.

14h56 – Uma voz robótica feminina atendeu e me avisou que minha chamada era a 2 e o tempo de espera seria de 15 minutos.

15h07 – A mesma voz avisou que minha chamada era a 1 e o tempo de espera era de 4 minutos.

15h17 – Dez minutos depois eu ainda continuava esperando. No todo, desde o início da ligação, já tinham se passado 20 minutos.

15h25 – 28 minutos de espera e nada.

15h26 – Cai a linha!
Imagine o desânimo de alguém que estivesse esperando tanto tempo e achasse que estava prestes a ser atendido…

15h36 – Ligo de novo e peço tesouraria.
Durante oito minutos ouço apenas o hino do Santos. Depois de ouvi-lo umas cinco vezes, a bateria do meu telefone sem fio descarrega e a linha cai.
Teria de recarregar e levaria tempo. Tive de admitir a derrota.

Ao todo fiquei uma hora e 31 minutos ao telefone, em um interurbano, tentando falar com o Santos Futebol Clube, de quem sou sócio há dez anos.

Não desistirei, apesar de tudo, pois ser sócio é uma maneira de retribuir todas as alegrias que esse time já me proporcionou e também de ajudá-lo a se reerguer. Com 100 mil sócios pagando uma anuidade de 300 reais teríamos um total bruto de 30 milhões de reais por ano, além de todos os benefícios que esse respeitoso quadro associativo nos daria.

Ainda mais agora, a um mês da eleição, um sócio que se preocupa com o futuro do Santos não pode deixar de garantir o seu direito de voto. Porém, se analisarmos bem, sem paixões, veremos que é mesmo compreensível que tantos sócios tenham abandonado o clube, hoje fora da lista dos 10 brasileiros com mais sócios.

Em agosto deste ano a lista dos dez mais do Brasil tinha: 1 – Corinthians, 123.238 sócios; 2 – Palmeiras, 122.778; 3 – Grêmio, 120.945; 4 – São Paulo, 115.791; 5 – Internacional, 112.756; 6 – Flamengo, 104.148; 7 – Atlético-MG, 97.669; 8º – Cruzeiro, 55.021; 9 – Sport, 43.990; 10 – Fluminense, 35.904.

Regras do atentimento “telefónico” usadas em Portugal, que devem ser implantadas no nosso Santos, sob pena de o clube perder todos os seus sócios.

E você, qual é a sua história como sócio do Santos?


Boa estreia, Levir!

Sereias da Vila a um passo da final
Neste sábado, às 21 horas, com transmissão do Sportv, o Santos enfrenta o Iranduba, na Vila Belmiro, e com um empate já garantirá vaga na final do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. A outra semifinal reúne Rio Preto e Corinthians. Logo mais informo sobre a partida das Sereias, comento os últimos fatos no Santos, como a bela enquadrada de Levir Culpi, e apresento o clássico de amanhã entre Santos e São Paulo, também na Vila. Até mais…

Menos tic, mais taca!


Desta vez os santistas jogaram com coragem

Um Santos mais objetivo e determinado, que não ficou todo encolhido atrás depois de conseguir alguma vantagem, foi o que se viu em Curitiba, ao contrário da equipe que era orientada por Dorival Junior. Os santistas começam a ter mais esperanças nessa Copa Libertadores.

Matéria anterior

Hoje à noite o curitibano Levir Culpi terá o seu jogo mais importante desde que foi contratado e, provavelmente, o primeiro em que assumirá de fato o comando da equipe. A Copa Libertadores é a grande motivação do Santos neste ano e o confronto com o Atlético Paranaense, a partir das 19h15, na Vila Capanema, com transmissão da Fox, tem um grande significado para Levir, que em 2004, dirigindo o mesmo Atlético, perdeu o título brasileiro para o Santos nas últimas rodadas. Cada vez que ele enfrenta o seu antigo clube, a história do “piloto automático”, vem à tona.

No momento, os dois times não são os melhores do Brasil, como há 13 anos, mas correm atrás da bola e esperam que o imponderável do futebol os premie com vitórias surpreendentes. Sim, qualquer vitória hoje, assim como algum título para um dos dois em 2017, seria uma surpresa. Para esta noite a lógica indica o empate, e na temporada chegar às finais já seria razoável.

Fiquei triste com a séria contusão do garoto Vitor Bueno, que só voltará aos campos em 2018. Espero que sua recuperação não seja tão complicada como as Luiz Felipe e Gustavo Henrique, também com problemas no joelho, mas os antecedentes dizem que é melhor esquecermos de Bueno por um longo tempo. Ricardo Oliveira, Zeca e Caju também estão machucados.

As notícias dizem que Levir armará um Santos ofensivo, mas a verdade é que a escalação provável é a do mesmo time que vinha jogando e marcando poucos gols: Vanderlei, Lucas Ferraz, David Braz, Lucas Veríssimo e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Bruno Henrique, Kayke e Copete.

Com uma saída rápida para o ataque, se Lucas Lima girar menos sobre o próprio corpo e der andamento às jogadas com precisão e velocidade, o Santos poderá chegar ao gol de Weverton com perigo. Se voltar ao estilo Dorival Junior de rodar para lá e para cá, certamente terá mais pose de bola, mas correrá o risco de voltar para Santos com mais uma derrota fora de casa.

Do lado do Atlético, Eduardo Baptista não tem muitas opções técnicas. A força do seu time está na disciplina tática e em seu bom retrospecto quando joga em casa. Ele deve enfrentar o Santos com Weverton, Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Matheus Rossetto e Lucho González; Douglas Coutinho, Nikão e Grafite (ou Éderson).

Como disse, acredito mais no empate, se bem que tenha esperanças de uma boa vitória santista, claro. A arbitragem será de Roberto Tobar, auxiliado por Marcelo Barraza e Claudio Rios, todos do Chile. Que não sejam caseiros.

Ticket médio

Domingo fui jantar na casa do Vinicius, meu sobrinho e afilhado, e fiquei sabendo que o ticket médio do supermercado Dia é 25 reais. Sou cliente de uma unidade do Dia perto de casa e comentei sobre uma boa promoção que a loja está fazendo. Especialista em marketing e muito bem informado, Vinicius explicou que o público deste supermercado costuma fazer compras pequenas e por isso o Dia está fazendo essas promoções para estimular as pessoas a gastar mais.

Você, leitor e leitora, deve estar se perguntando o que essa informação tem a ver com o Santos. Eu respondo: tem tudo! Pois lemos novamente que Modesto Roma, mesmo nos estertores de seu mandato, não desistiu de lançar a pedra fundamental de uma arena para 28 mil pessoas em Santos, e para que o negócio dê certo será preciso cobrar um ticket médio superior a 80 reais por 20 anos seguidos.

Ora, o ticket médio suportável em Santos, para jogos de futebol, é bem parecido com o do Dia, e assim tem sido desde que a Vila Belmiro foi fundada, há 101 anos. E olhe que Santos até os anos 50 era a décima cidade brasileira em população, com uma pujança econômica e um poder aquisitivo bem maiores do que hoje, em que se encontra em 48º lugar entre as cidades mais populosas do país. Ou seja, impor ao santista e ao morador das cidades da Baixada um ingresso caro, que vai além de seus hábitos de consumo, será a melhor receita para se criar um elefante branco e, consequentemente, falir o nosso querido Alvinegro Praiano, que mesmo sem o estádio já está quase chegando lá.

“Ah, mas os santistas da capital e do interior descerão a serra para ver o Santos e eles é que garantirão a lotação do estádio…” Ah, é? Quer dizer que trazer o time para jogar no Pacaembu não pode, mas esperar que um santista do planalto gaste 200 reais para ver, da arquibancada, uma partida de futebol, correndo riscos na volta noturna para casa, pode? Sei não, mas essa arena em Santos entrará na turma das arenas do Pantanal, de Manaus e Natal. Elefante, ou melhor, baleia branquíssima.

Minha esperança, assim como a da maioria dos santistas, é a de que Modesto Roma não seja reeleito e não leve adiante essas suas ideias tresloucadas, que podem transformar o Santos, definitivamente, em um time apenas de sua cidade, desperdiçando o incomensurável patrimônio deixado por Pelé & Cia e representado por sua imensa torcida. Esperamos que o Alvinegro que já foi o maior espetáculo da Terra possa ser dirigido por um ser humano racional, que apenas faça o que tem de ser feito, obedecendo às leis da lógica e do marketing.

Participe da campanha de pré-financiamento de “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, um livro único, que vale por um título mundial, e tenha o seu nome impresso nessa edição histórica! Essa oportunidade tem prazo limitado.

Este livro de arte nenhum time tem e nunca terá. Chegou o livro que traz as maravilhosas viagens do Santos pelo mundo. Um livro único, que vale por um título mundial.

Este livro de arte nenhum time tem e nunca terá. Chegou a esperada obra que conta as maravilhosas viagens do Santos pelo mundo. Um livro único, que vale por um título mundial e está sendo oferecido por um preço super acessível e ainda dá ao comprador a honra de ter o seu nome impresso em suas páginas. Não perca essa oportunidade de ter o seu nome em um dos livros mais importantes da literatura futebolística mundial!

Prossegue a campanha de financiamento coletivo para o lançamento do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, uma obra única, que nos encherá de orgulho e consolidará o Santos em outro nível na história do futebol mundial. Os autores são Marcelo Fernandes e eu. Prestigie. Garanto que não vai se arrepender. Há muitas recompensas para quem adquirir o livro nesta fase de pré-lançamento.

Clique aqui para entrar no time que vai lançar o livro das viagens maravilhosas do Santos pelo mundo. Ele está pronto e precisa ser impresso. Vamos transformar este sonho de todo santista em realidade. Participe e não se arrependerá!

Reserve desde já os melhores presentes para o seu pai
pai santista
Aquele que te fez santista jamais pode ser esquecido

Ninguém vende Time dos Sonhos e Dossiê mais baratos

time-dossie ok

Compare os menores preços do mercado e compre o Dossiê e o Time dos Sonhos

Time dos Sonhos
Livraria 2005, RJ, livro usado: R$ 52,89
Sebo do Monge, SP, livro usado: R$ 57,70
Livraria do Blog do Odir, livro novo, com frete pago, dedicatória exclusiva e três PDFs de brinde: R$ 39,00

Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros
Livraria Capítulo Primeiro, livro usado, Santos: R$ 67,89
Travessa da Praia, livro usado, Santos, R$ 87,89
Livraria do Blog do Odir, livro novo, com frete pago, dedicatória exclusiva: R$ 39,00

Faça a conta: Na compra de dois exemplares você só paga R$ 31 reais por exemplar.

Clique aqui para comprar os livros Time dos Sonhos e Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros pelo menor preço do mercado.

E você, como acha que o Santos de Levir se sairá em Curitiba?


Voluntários para Pesquisa

Meus amigos, uma pesquisa que chega à conclusão de que a torcida de um time carioca é igual à do Santos no centro de São Paulo no mínimo está de sacanagem com a imensa torcida santista. Mas, como os idiotas da objetividade acham que os números podem provar tudo, até as maiores besteiras do universo, não adianta discutir com eles. O melhor e a única solução verdadeira é fazer a nossa própria pesquisa.

Isso de ouvir 100, 200 pessoas, a gente faz em uma tarde, ou manhã. Só preciso de uns voluntários que, de preferência, morem próximos a Santo Amaro. Não há pagamento em pecúnia, mas divulgarei os nomes das almas bondosas que participarão do evento aqui no blog e darei um exemplar do Time dos Sonhos, ou do Dossiê, para cada um. Vamos fazer história garotada!

A ideia é realizar a pesquisa em um dia da semana que vem. Os interessados devem enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br

Liquidação Total dos livros em 60 dias de aniversário!

Como prometi, este blog comemorará o aniversário de 105 anos do nosso amado Santos Futebol Clube nos meses de março e abril. E nessa comemoração, para tornar a rica história santista mais acessível a todos, reduzi ainda mais os preços dos livros oferecidos na livraria do blog e ainda mantive o frete grátis e a dedicatória, claro.

Confira os novos preços e entre na livraria para comprar para você ou para os amigos santistas, ou quase. Divulgar a história é uma forma de manter o carisma, a cultura e a visibilidade do Santos.

Veja só como os livros ficaram baratos (e todos com frete grátis)

Dossiê Unificação dos títulos brasileiros
Por 39 reais um exemplar, ou 69 reais dois exemplares
Time dos Sonhos
Por 39 reais um exemplar, ou 69 reais dois exemplares
Sonhos mais que possíveis
Por 14 reais o exemplar
Dinheiro, é possível ser feliz sem ele
Por 23 reais um exemplar, ou 35 reais dois exemplares

A promoção vai até 30 de abril, ou até acabar o estoque.

—— Para entrar na livraria, tecle aqui ——
ou entre na sala Comprar Livros, anunciada no alto desta página.

E você, o que acha disso?


Fluência. É isso que falta


Será que é difícil chutar assim, atacantes do Santos?

Fiquei de fazer um post analisando a situação do Santos, e como estou com a cabeça voltada para as excursões internacionais do Alvinegro Praiano nos anos 60, devido ao livro que escrevo em parceria com o amigo Marcelo Fernandes, a tarefa não me parece tão difícil. É só lembrar o que dava certo naquele grande Santos para se chegar à conclusão de que o que falta no Santos atual é fluência.

“Espere aí, Odir”, dirão meus críticos, e não são poucos. “Fluência é um termo muito vago. Você quer dizer incompetência, intransparência, ou qualquer outra “ência” mais objetiva?” Sim e não, responderei. Fluência envolve isso tudo. Mas, para evitar maiores delongas, vou ao ponto.

Veja, querido e querida santista, que o Santos de Athié, Lula, depois de Antoninho, fluía naturalmente. Aliás, fluência quer dizer exatamente o que flui, é natural e espontâneo. Há uma atitude que pressupõe outra consequente, e mais outra e outra. Quanto os atos têm consequências lógicas, fluem e nos dão uma sensação de confortável previsibilidade. Se o processo natural é interrompido, fica a sensação desagradável de incompletude.

Como isso se manifesta no futebol? Olha, é o caso do jogador que faz uma partida bem, ou está em uma sequência boa, e é tirado do time e não volta mais. Ou, caso inverso, do perna de pau que está sempre afundando a equipe, mas é sempre escalado. São coisas que deixam o torcedor, com o perdão da palavra, com o saco na lua (no caso dos torcedores masculinos, claro).

Assim, quando o goleiro Lalá veio do Ferroviário para o Santos, em 1959, já foi integrado à delegação que viajou para a Europa e entrou como titular contra grandes clubes europeus, chegando a conquistar o Troféu Teresa Herrera. O mesmo ocorreu com Orlandinho, ponta-direita do Comercial de Ribeirão Preto, que chegou ao Santos no começo de 1968 e imediatamente viajou com o time para participar do Octogonal do Chile, ajudando a equipe a ser campeã do torneio.

O que quero dizer com isso? Que se o jogador era contratado, era porque merecia a confiança da diretoria e do técnico. Não tinha de esquentar banco. Se não desse certo, iria para a reserva, entraria só de vez em quando e no final do ano seria negociado. Mas, antes disso, teria sua chance. O Santos não ficava com jogadores encostados, como hoje é o caso de tanta gente no elenco. Isso é falta de fluidez.

Foi contratado? Tem de ter as suas chances. Jogou bem? Fica. Não está conseguindo render o esperado? No ano seguinte não estará mais na Vila Belmiro. Isso se chama fluidez, a maneira lógica e justa de administrar um elenco. O que está ocorrendo no Santos, hoje, é uma verdadeiro bagunça.

O técnico Dorival Junior pede contratações nominais, não dá oportunidade ou encosta os jogadores que ele mesmo pediu, e quando o clube pretende negociá-los, casos de Rafael Longuine e do próprio Léo Cittadini, interfere e pede que os jogadores continuem no clube. Ora, essa falta de decisão do técnico incha o elenco, faz o Santos pagar uma fortuna de salários, divide os jogadores em vários igrejinhas e o time não anda.

O grande Santos tinha 18 jogadores, só. E jogava bem mais do que o atual. Você sabe quantos o atual tem? Vinte e cinco? Trinta? O número é incalculável, já que tem muita gente encostada, recebendo salário para não jogar. É o cúmulo do desperdício de dinheiro, de energia e de falta da famosa fluidez.

Agora leve esse conceito para os atos da direção do clube e veja como essa mesma espontaneidade faz falta. Aqui abro um parêntese para dizer que não pode haver naturalidade sem verdade, sem sinceridade. O natural é o óbvio, o que obedece ao inconsciente coletivo do santista. Por que o Pacaembu atrai 24 mil torcedores em um domingo de sol a pino e a Vila Belmiro, em uma agradável noite tropical, não chega a seis mil assistentes? Nem, vou responder, deixarei a pergunta no ar para que as pessoas sintam o quanto é antinatural se pensar em uma arena em Santos.

Na verdade, ninguém está pensando nessa arena, só o presidente, porque ele não segue o pensamento coletivo do santista, só o seu. Uma arena sem espectadores, o que será? Um elegante ou um baleia branca? Ainda bem que quase todos os santistas não acreditam na história da arena do Modesto, como jamais acreditaram na do superávit, pois já perceberam que para essa gestão vale tudo, mesmo as mentiras mais cabeludas, apenas para continuar sugando até a última gota do pobre Alvinegro Praiano, que consideram propriedade sua.

Uma mentira é algo que destrói a fluência de qualquer comunicação, de qualquer projeto, de qualquer relação entre o clube e o associado, entre o time e o torcedor. Não culpo apenas os jogadores pela situação depressiva em que o Santos entrou nesse início de 2017. Sei que têm, sim, sua responsabilidade, mas também estão sendo usados por uma gestão sem… sem… sem… digamos, sem fluência.

E você, o que pensa sobre isso?

A seguir, dois livros meus sendo lançados. O do Guga, que escrevi com o amigo Ricardo Lay, nesta quinta-feira na Livraria Travessa, do Rio de janeiro. E o Lições de Jornalismo, dia 14 de março, na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis.

Convite-Guga

Convite - Lições de jornalismo


Older posts

© 2017 Blog do Odir Cunha

Theme by Anders NorenUp ↑