Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Santos Futebol Clube (page 1 of 34)

Voluntários para Pesquisa

Meus amigos, uma pesquisa que chega à conclusão de que a torcida de um time carioca é igual à do Santos no centro de São Paulo no mínimo está de sacanagem com a imensa torcida santista. Mas, como os idiotas da objetividade acham que os números podem provar tudo, até as maiores besteiras do universo, não adianta discutir com eles. O melhor e a única solução verdadeira é fazer a nossa própria pesquisa.

Isso de ouvir 100, 200 pessoas, a gente faz em uma tarde, ou manhã. Só preciso de uns voluntários que, de preferência, morem próximos a Santo Amaro. Não há pagamento em pecúnia, mas divulgarei os nomes das almas bondosas que participarão do evento aqui no blog e darei um exemplar do Time dos Sonhos, ou do Dossiê, para cada um. Vamos fazer história garotada!

A ideia é realizar a pesquisa em um dia da semana que vem. Os interessados devem enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br

Liquidação Total dos livros em 60 dias de aniversário!

Como prometi, este blog comemorará o aniversário de 105 anos do nosso amado Santos Futebol Clube nos meses de março e abril. E nessa comemoração, para tornar a rica história santista mais acessível a todos, reduzi ainda mais os preços dos livros oferecidos na livraria do blog e ainda mantive o frete grátis e a dedicatória, claro.

Confira os novos preços e entre na livraria para comprar para você ou para os amigos santistas, ou quase. Divulgar a história é uma forma de manter o carisma, a cultura e a visibilidade do Santos.

Veja só como os livros ficaram baratos (e todos com frete grátis)

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Time dos Sonhos
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E você, o que acha disso?


Fluência. É isso que falta


Será que é difícil chutar assim, atacantes do Santos?

Fiquei de fazer um post analisando a situação do Santos, e como estou com a cabeça voltada para as excursões internacionais do Alvinegro Praiano nos anos 60, devido ao livro que escrevo em parceria com o amigo Marcelo Fernandes, a tarefa não me parece tão difícil. É só lembrar o que dava certo naquele grande Santos para se chegar à conclusão de que o que falta no Santos atual é fluência.

“Espere aí, Odir”, dirão meus críticos, e não são poucos. “Fluência é um termo muito vago. Você quer dizer incompetência, intransparência, ou qualquer outra “ência” mais objetiva?” Sim e não, responderei. Fluência envolve isso tudo. Mas, para evitar maiores delongas, vou ao ponto.

Veja, querido e querida santista, que o Santos de Athié, Lula, depois de Antoninho, fluía naturalmente. Aliás, fluência quer dizer exatamente o que flui, é natural e espontâneo. Há uma atitude que pressupõe outra consequente, e mais outra e outra. Quanto os atos têm consequências lógicas, fluem e nos dão uma sensação de confortável previsibilidade. Se o processo natural é interrompido, fica a sensação desagradável de incompletude.

Como isso se manifesta no futebol? Olha, é o caso do jogador que faz uma partida bem, ou está em uma sequência boa, e é tirado do time e não volta mais. Ou, caso inverso, do perna de pau que está sempre afundando a equipe, mas é sempre escalado. São coisas que deixam o torcedor, com o perdão da palavra, com o saco na lua (no caso dos torcedores masculinos, claro).

Assim, quando o goleiro Lalá veio do Ferroviário para o Santos, em 1959, já foi integrado à delegação que viajou para a Europa e entrou como titular contra grandes clubes europeus, chegando a conquistar o Troféu Teresa Herrera. O mesmo ocorreu com Orlandinho, ponta-direita do Comercial de Ribeirão Preto, que chegou ao Santos no começo de 1968 e imediatamente viajou com o time para participar do Octogonal do Chile, ajudando a equipe a ser campeã do torneio.

O que quero dizer com isso? Que se o jogador era contratado, era porque merecia a confiança da diretoria e do técnico. Não tinha de esquentar banco. Se não desse certo, iria para a reserva, entraria só de vez em quando e no final do ano seria negociado. Mas, antes disso, teria sua chance. O Santos não ficava com jogadores encostados, como hoje é o caso de tanta gente no elenco. Isso é falta de fluidez.

Foi contratado? Tem de ter as suas chances. Jogou bem? Fica. Não está conseguindo render o esperado? No ano seguinte não estará mais na Vila Belmiro. Isso se chama fluidez, a maneira lógica e justa de administrar um elenco. O que está ocorrendo no Santos, hoje, é uma verdadeiro bagunça.

O técnico Dorival Junior pede contratações nominais, não dá oportunidade ou encosta os jogadores que ele mesmo pediu, e quando o clube pretende negociá-los, casos de Rafael Longuine e do próprio Léo Cittadini, interfere e pede que os jogadores continuem no clube. Ora, essa falta de decisão do técnico incha o elenco, faz o Santos pagar uma fortuna de salários, divide os jogadores em vários igrejinhas e o time não anda.

O grande Santos tinha 18 jogadores, só. E jogava bem mais do que o atual. Você sabe quantos o atual tem? Vinte e cinco? Trinta? O número é incalculável, já que tem muita gente encostada, recebendo salário para não jogar. É o cúmulo do desperdício de dinheiro, de energia e de falta da famosa fluidez.

Agora leve esse conceito para os atos da direção do clube e veja como essa mesma espontaneidade faz falta. Aqui abro um parêntese para dizer que não pode haver naturalidade sem verdade, sem sinceridade. O natural é o óbvio, o que obedece ao inconsciente coletivo do santista. Por que o Pacaembu atrai 24 mil torcedores em um domingo de sol a pino e a Vila Belmiro, em uma agradável noite tropical, não chega a seis mil assistentes? Nem, vou responder, deixarei a pergunta no ar para que as pessoas sintam o quanto é antinatural se pensar em uma arena em Santos.

Na verdade, ninguém está pensando nessa arena, só o presidente, porque ele não segue o pensamento coletivo do santista, só o seu. Uma arena sem espectadores, o que será? Um elegante ou um baleia branca? Ainda bem que quase todos os santistas não acreditam na história da arena do Modesto, como jamais acreditaram na do superávit, pois já perceberam que para essa gestão vale tudo, mesmo as mentiras mais cabeludas, apenas para continuar sugando até a última gota do pobre Alvinegro Praiano, que consideram propriedade sua.

Uma mentira é algo que destrói a fluência de qualquer comunicação, de qualquer projeto, de qualquer relação entre o clube e o associado, entre o time e o torcedor. Não culpo apenas os jogadores pela situação depressiva em que o Santos entrou nesse início de 2017. Sei que têm, sim, sua responsabilidade, mas também estão sendo usados por uma gestão sem… sem… sem… digamos, sem fluência.

E você, o que pensa sobre isso?

A seguir, dois livros meus sendo lançados. O do Guga, que escrevi com o amigo Ricardo Lay, nesta quinta-feira na Livraria Travessa, do Rio de janeiro. E o Lições de Jornalismo, dia 14 de março, na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis.

Convite-Guga

Convite - Lições de jornalismo


Hora de pôr ordem na casa

A derrota para a humílima Ferroviária, na Vila sagrada, ainda ribomba nas nossas cabeças. É óbvio que há muita coisa errada no Santos e é natural que o torcedor se preocupe com a sorte do time na Copa Libertadores, a competição mais importante de 2017 (fora o Mundial, claro).

Não finjamos o contrário, por favor. Paulista, Copa do Brasil, Brasileiro, todos os títulos têm a sua importância, mas a Libertadores vale mais, até porque pode colocar o Santos em um patamar acima de todos os outros clubes brasileiros.

Porém, se a equipe tem dificuldades em sua própria casa, o que esperar do Glorioso Alvinegro Praiano em 9 de março, uma quinta-feira à noite, quando iniciará a competição sul-americana de clubes enfrentando o respeitável Sporting Crystal, do Peru, em Lima?

Se o clima entre diretoria e comissão técnica, comissão técnica e jogadores, jogadores e torcida não melhorar, será mais sensato tirarmos o cavalinho da chuva, ou o peixe do mar, pois nem passaremos da primeira fase da Libertadores. Digo nós porque o momento é de união entre os santistas.

Um espírito de porco pode dizer: “Mas Odir, se o Santos for campeão da Libertadores, você jamais será eleito presidente do clube”. Pois eu respondo: ser campeão da Libertadores em 2017 é de importância fundamental para a história do Santos, perto desse feito quem será o próximo presidente santista não tem importância.

E como a gente critica, mas sugere soluções, apelo para que o presidente Modesto Roma, a direção de futebol, o técnico Dorival Junior e a comissão técnica tenham uma longa reunião para detectar o que está havendo e estabelecer metas e compromissos. Depois, que outra reunião, entre a direção do clube e os jogadores, seja realizada.

É preciso botar para fora tudo que está engasgando todo mundo. Sem lavar a roupa suja e colocar ordem na casa, o Santos vai passar um ano difícil. Não é hora de beicinho, nem de mimimi, nem de mentiras ou desculpas. Quem estiver incomodado, peça para sair. O time está diante de seu maior desafio desde 2012. É hora de ser forte, determinado, corajoso e de fazer jus a ser lembrado, para todo o sempre, na história do Santos e do futebol.

Sete providências recomendadas

1 – Priorizar a Libertadores, Usar o Campeonato Paulista para testar e dar ritmo a todos os contratados e aos garotos da base, mas não estafar os titulares absolutos nos jogos do Estadual.

2 – Criar um sistema de jogo mais precavido para os jogos fora de casa. Que Dorival e seu filho não se iludam. Fora de casa o bicho vai pegar. Mesmo o grande Santos, no seu melhor ano, que foi 1962, empatou em 1 a 1 tanto com o Cerro Porteño, em Assunção, quanto com a Universidad Católica, em Santiago, e só ganhou do Deportivo Municipal, da Bolívia, por 4 a 3, porque virou ao final da partida, após estar perdendo por 3 a 2.

3 – Escolher jogadores com espírito de Libertadores, ou preparar o espírito de quem for escolhido. Além de ter calma, será preciso inteligência, além de tranquilidade para não revidar ao ser provocado, e nem afrontar o árbitro.

4 – Oferecer um bom prêmio em dinheiro a cada jogador em caso de título. Sabemos que eles já ganham bem, mas é uma regra de mercado. Todos os outros clubes motivam, o Santos não pode deixar de fazê-lo.

5 – Ficar atento às arbitragens. Há muito direcionamento nas arbitragens do campeonato sul-americano de clubes.

6 – Promover uma pacificação com a torcida. Se não houver o famoso pacto, o ambiente se degringolará e os jogadores, em vez de motivados, se sentirão enojados e temerosos. Se não der para ganhar o Paulista, dane-se, o que importa é a Libertadores.

7 – O jogador deve encarar cada partida da Libertadores como se fosse a última de sua vida. Para ter força, deve lembrar dos ídolos do passado e se espelhar neles. Enfim, fazer jus a vestir essa camisa.

O quarto título da Libertadores colocará o Santos como o time brasileiro mais vitorioso em competições internacionais. É uma meta difícil e ousada, mas, como diz o outro, se não for para sonhar, é melhor nem viver.

E você, o que acha disso?

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Quanto menor, melhor


Agora Modesto Roma fala em erguer a areninha no Estádio do Jabaquara.

A cada vez que Modesto Roma visita o Conselho Deliberativo, os conselheiros saem com a impressão de estarem sendo enrolados. Na quinta-feira à noite, misturando esquecimentos importantes com discursos batidos, ele deixou claro que não fará nenhum acordo com a Prefeitura de São Paulo para o uso do Pacaembu, reafirmou seu desejo de construir uma areninha em Santos – nem que tenha de fazer uma parceria com o Jabaquara –, justificou o aumento do quadro de funcionários e de sua elevada despesa, tentou explicar, ainda, sua parceria com o empresário Taveira, assim como a fabricação do próprio uniforme, anunciou que hoje iria para Brasília assinar um patrocínio com a Caixa, confirmou que é candidato à reeleição e disse que pretende terminar o ano como campeão mundial.

Digo esquecimentos importantes porque ele não se lembrou da comissão paga a Taveira pela venda de Geuvânio. Falou em sete, depois cinco por cento, e por fim, como faz sempre que esquece os números corretos, convidou quem quisesse para, em outro dia qualquer, ir à sua sala para ver os documentos.

Sempre muito despreparado, Roma dá a impressão de que vai ao Conselho confiante na sua morosa oratória e no fato de ter maioria de conselheiros ao seu lado. Assim, por mais direta e incisiva que seja a pergunta, ele sabe que poderá tergiversar à vontade e no final sempre será aplaudido pelos seus fieis correligionários.

O caso das contas de 2015 reprovadas é tratada pelo presidente do Conselho, o senhor Fernando Bonavides, como sub judice, o que significa o mesmo que seguir em frente, sem nenhuma consequência imediata. Conselheiros advogados têm alertado que não é assim, que o caso deve voltar para a decisão do órgão, mas Bonavides faz ouvidos de mercador.

O acordo do Santos com a Kappa para o clube produzir o seu próprio material esportivo, que, conforme o prometido, deveria gerar produtos bem mais baratos e uma grande lucratividade para o clube, tem sido um enorme fracasso em todos os sentidos, mas o presidente disse que continuará do mesmo modo em 2017.

Sobre o Pacaembu, disse que o Santos só alugará o estádio, e de vez em quando, mas não tem interesse de fazer uma parceria com a prefeitura de São Paulo. Prometeu alguns jogos na capital, “se a PM deixar”, mas não falou mais em 15 partidas neste ano, como se chegou a anunciar.

Um representante da comissão formada para estudar o caso da areninha no terreno do Portuários disse que ainda não sabia nem o nome do pretenso investidor e não tinha elementos sequer para analisar a viabilidade do negócio. Mesmo diante da recusa, por unanimidade, dos conselheiros da Portuguesa Santista, Roma alegou que o clube vizinho ainda está indeciso e que ainda pode fechar o negócio (na verdade, só o presidente da Portuguesa Santista parece indeciso, pois todos os 41 conselheiros da Briosa são radicalmente contrários a essa parceira com o Santos).

Obviamente não se falou em planos de aumentar o número de associados, nem de melhorar as arrecadações, pois isso, inevitavelmente, incluiria jogar mais em São Paulo, o que atrairia mais sócios de fora da cidade e colocaria em risco o plano de poder em curso. Assim, a marca Santos, tão forte e universal, é amputada para caber no tamanho dos medíocres anseios regionais do atual presidente e sua trupe.

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Recorde no Pacaembu

Foto tirada por mim no jogo do Santos contra o Deportivo Táchira, pela Copa Libertadores de 2011, em que o Alvinegro Praiano saiu campeão.

Foto do Pacaembu lotado de santistas tirada por mim no jogo do Santos contra o Deportivo Táchira, da Venezuela, pela vitoriosa Copa Libertadores de 2011.

O jogo do dia 28 deste mês, sábado, no Pacaembu, tem tudo para estabelecer mais um recorde histórico do nosso Santos: caso vença o Kénitra Athletic Club, do Marrocos, o Glorioso Alvinegro Praiano estabelecerá 16 vitórias consecutivas no Estádio Paulo Machado de Carvalho, um feito jamais alcançado por outra equipe. A informação me é passada pelo sempre bem informado Guilherme Gomez Guarche, responsável pelo departamento de memória e estatística do Santos.

Nem mesmo os clubes de capital, os que mais jogaram no Pacaembu ao longo da história do belo estádio, chegaram a essa marca. O Corinthians, segundo o historiador Celso Unzelte, também tem 15 vitórias consecutivas, mas será ultrapassado com a vitória santista sobre o Kénitra. O São Paulo, segundo Michel Serra, historiador do tricolor paulista, tem o máximo de 10 vitórias consecutivas, e o Palmeiras, de acordo com Miro Teixeira, historiador do alviverde, tem oito vitórias consecutivas apenas.

O feito será muito importante e representará mais uma primazia do Santos, que mesmo não sendo oriundo da capital paulista, tem uma torcida enorme e atuante em São Paulo, onde estabeleceu diversos recordes de público, tanto no Pacaembu como no Morumbi.

Informa-me o amigo Guarche que “até hoje o Alvinegro Praiano já disputou 719 partidas contra times estrangeiros, dentro e fora do Brasil. Ao todo, são 450 vitórias, 129 empates e 140 derrotas. A partida diante da equipe do Kénitra Athletic Club (KAC) será a primeira partida uma equipe do Marrocos. No extremo noroeste do continente africano, onde está localizado o Marrocos, o Santos Futebol Clube jogou apenas uma partida amistosa, no dia 1 de junho de 1960, empatando em 2 a 2 com o Deportivo Español, em Casablanca”.

Ainda segundo Guarche, os gols santistas foram amrcados por Dorval e Coutinho, e o time, “dirigido pelo técnico Luiz Alonso Perez, o Lula, atuou com Laércio; Calvet, Mauro e Zé Carlos; Formiga e Urubatão; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Tite. Esta também foi a primeira vez em que o Alvinegro da Vila jogou no continente africano, de um total de 21 partidas, com 15 vitórias, 5 empates e uma derrota.”

Portanto, meus caros e minhas caras, esse importante recorde é mais um motivo para irmos ao Pacaembu no sábado, dia 28 de janeiro, apreciar o Santos em mais um embate internacional. Só esperamos que o técnico Dorival Junior não faça o mesmo que fez contra o Benfica, no jogo do centenário da Vila Belmiro, no qual fez tantas substituições que descaracterizou a equipe e quase provoca sua derrota em um evento que era para ser de festa e alegria. Esse jogo é para ganhar, Dorival!

Dorival dará o bolo

O técnico Dorival Junior foi impedido pelo presidente Modesto Roma de conversar com os conselheiros do Santos nessa quinta-feira, dia 19 de janeiro. Uma pena. Tínhamos muitas perguntas para fazer a ele. Esperamos que alguém represente a diretoria para falar sobre a montagem do elenco e o planejamento do time e do clube para 2017.

Fim da enquete

Após meses, saiu hoje do ar a enquete sobre os prováveis candidatos à presidência do Santos, em eleição a ser realizada no final deste ano. Recebemos um total de 3.138 votos, quase o colégio eleitoral do clube.

Em primeiro lugar ficou esse humilde escriba que vos fala, representando o movimento Por um Santos Melhor, com 1.108 votos, 35% do total. Em segundo, Andres Henrique Rueda Garcia, com 646 votos, ou 21% do total. Em terceiro, Marcelo Teixeira, com 615 votos, ou 20%; em quarto, José Carlos Peres, da Santos Vivo, com 359 votos, ou 11%; em quinto, Modesto Roma Junior, atual presidente do clube, da chapa Santos Gigante, com 108 votos, ou 3%.

Depois, tivemos: Amado Silva (3%, 88 Votos); Orlando Rollo (2%, 61 Votos); Léo Bastos (1%, 41 Votos); Fernando Silva (1%, 29 Votos); Alberto Pfeifer (0%, 14 Votos); Reinaldo Guerreiro (0%, 12 Votos); Milton Teixeira Filho (0%, 7 Votos); José Renato Quaresma (0%, 6 Votos); Cesar Conforti (0%, 5 Votos); Carlos Manuel da Silva (0%, 4 Votos) e Fernando Bonavides (0%, 1 Voto).

Quando estivermos mais próximos das eleições, faremos outra enquete. Considero essas enquetes apenas exercícios do chamado processo democrático. É claro que o fato de eu ser o dono do blog me favorece. Quem costuma entrar aqui ao menos me respeita. Lembro, ainda, que nas últimas eleições a enquete deste blog deu que José Carlos Peres venceria, mas ele ficou em segundo lugar, já que a eleição foi decidida pelos votos dos associados de Santos, que no último pleito preferiam seguir a orientação local.

Jornalista desempregado?

save the date

Soube que uma crítica que fazem à minha candidatura à presidência do Santos é que sou um “jornalista desempregado”. Antes que digam que quero o cargo para pagar dívidas e encher os bolsos, como é o normal entre dirigentes de clubes de futebol, devo dizer que há seis anos trabalho na área editorial de livros, como editor e escritor. Quatro livros de minha autoria serão lançados em 2017 (um deles está anunciado acima). Todos os leitores já podem se considerar convidados para os lançamentos. É só acompanhar as informações neste blog, ou na mídia social.

A não ser no trabalho diletante e não remunerado desde blog, não atuo como jornalista desde que o Jornal Metro encerrou suas atividades na cidade de Santos por falta de retorno publicitário. Por outro lado, se ser jornalista e não trabalhar na área é um empecilho para se tornar presidente do clube, o nobre Modesto Roma também não poderia, certo?

Agora veja os gols e lances de Santos x Táchira:

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