Blog do Odir Cunha

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Umbro mostra hoje a nova camisa do Santos

idolos no Tasca do Porto

O jantar no Tasca do Porto, notável restaurante português de Santos, ficará guardado com carinho na memória de quem compareceu. A comemoração pelo título mundial de 1962 contou com as presenças dos deuses santistas Dorval, Mengálvio, Coutinho e Pepe, além dos jogadores do time atual David Braz, Dodô e Daniel Guedes, do técnico Jair Ventura e do gerente de futebol William Machado.

Na oportunidade foi servido o delicioso “Bacalhau Alvinegro”, prato especialmente preparado para a ocasião e batizado com esse nome por uma sócia do clube, que ganhou um jantar com acompanhante. Estiverem presentes José Carlos Peres, o vice-presidente Orlando Rollo, gerentes e membros do Comitê Gestor do Santos Futebol Clube, além de dezenas de santistas de muito bom gosto.

Leia matéria sobre o jantar n’ A Tribuna de Santos

O drone do Braydon com a camisa da Umbro está chegando

As comemorações da Semana Santos prosseguem hoje com o esperado lançamento das novas camisas da Umbro. A apresentação dos belos modelos da marca inglesa será o ponto alto da inauguração do Business Center do Santos em São Paulo, à avenida Pacaembu, 1897, a partir das 19h30.

Espero os amigos lá.

Estreia no Brasileirão: venda de ingressos nos pontos autorizados começa nesta quarta (11)

Secretaria de Turismo de Santos participa da Semana Santos. Leia.

Osmar Santos expõe suas obras no Memorial das Conquistas


Quanto vale sua paixão?


O que se faz quando o destino de quem amamos está em jogo?

O Santos só volta a jogar quinta-feira, às 21h30, na Argentina, contra o Estudiantes, e esse intervalo nos dá tempo para reflexões. Tive uma delas ontem à noite, assistindo ao filme “O destino de uma nação”, que conta como Winston Churchill uniu e liderou a Grã Bretanha contra o poderio nazista.

Como as tropas alemãs tinham dominado a Europa continental, assessores insistiam que Churchill negociasse a paz com Adolf Hitler, pois, para eles, a guerra seria uma causa perdida para os britânicos. Ao que Churchill respondeu: As causas perdidas são as únicas que valem a pena lutar.

Lembrei-me do nosso Santos porque para muitos o Glorioso Alvinegro Praiano parece mesmo uma causa perdida. A cada gestão começamos do zero. Ou pior, do muito menos zero. Há os que puxam de cá, os que puxam de lá. Há muitos que continuam se perguntando o que o Santos pode fazer por eles, e não o que eles podem fazer pelo Santos. Enfim, às vezes se tem a impressão de que os desejos individuais, nem sempre legítimos, colocarão o destino do nosso clube eternamente em segundo plano.

Porém, posso afirmar que esta gestão caminha para cumprir seus 11 compromissos de campanha. Farei um balanço de todos eles na terça-feira, quando completaremos três meses à frente do clube. Aos poucos queremos provar que o sonho de um Santos imenso e próspero não é uma causa perdida. Porém, por mais que façamos, é evidente que não faremos nada sozinhos, pois para dar qualquer passo precisaremos da pessoa mais importante nesse processo: VOCÊ!

Como já disse e repeti várias vezes, o Santos depende, exclusivamente, de quem o ama, de quem é apaixonado por ele. Nenhum plano de marketing, nenhuma campanha maciça de associação, nenhuma promoção mirabolante para encher estádios dará certo se o torcedor não acreditar nessa diretoria e nesse time. Essa confiança, esse apoio, é o começo – e o fim – de tudo. E a melhor forma de abraçar o time é tornar-se sócio.

Sei que se vivêssemos a iminência de uma guerra, como no filme, as pessoas estariam dispostas a fazer sacrifícios por sua pátria. No Brasil uma campanha já fez as pessoas doarem alianças e correntinhas de ouro para salvar a economia do país. Um time de futebol é, obviamente, menos importante do que uma nação, mas quanto vale a alegria de uma vitória que permanece na alma dias, meses, anos a fio? Por outro lado, quanto nos entristece uma derrota importante, que interrompe a esperança de um título?

Quanto não daríamos hoje para não sofrer o dissabor de derrotas decisivas, de gols que nos impediram de erguer troféus e juntar mais lembranças maravilhosas à nossa invejável história?

Fiquei sócio do Santos, há apenas 12 anos, após ter sido convencido pelo nosso atual presidente, José Carlos Peres, de que assim eu ajudaria mais o clube. Escrevia artigos e livros, ia a jogos, comprava uma ou outra camisa oficial, mas ainda faltava alguma coisa. Então, fiquei sócio, recebi minha carteirinha com extrema felicidade – como se finalmente tivesse me tornado um cidadão santista – e agora digo que jamais deixarei de estar ligado ao Santos enquanto viver. Na alegria, obviamente, mas, principalmente, na tristeza, que é quando o clube mais precisa de nós.

Sei que se eu conseguir, se todos nós conseguirmos, transmitir esse mesmo sentimento que o Peres me passou para muitos santistas que hoje não são sócios, iniciaremos um caminho irresistível rumo ao futuro que sonhamos, que terá um time sempre forte, excelentes novos jogadores a cada temporada, um estádio à altura dos nossos jogos, grandes patrocinadores, espaço nobre na tevê e uma torcida cada vez maior e mais motivada.

Alguém pode me chamar de sonhador, mas sei que não sou o único. Só precisamos que 4% dos santistas do Brasil sonhem o mesmo sonho. Alguém tem dúvida de que essa é uma causa pela qual vale a pena lutar?

Quando perguntaram a Winston Churchill se valia a pena colocar em risco a segurança da Grã Bretanha em uma guerra que seria longa e sofrida, ele respondeu, imediatamente: O que importa é a coragem de lutar. Essa filosofia também serve para nós, santistas. Lutemos!

Clique aqui para se tornar sócio do Santos e ajudar o nosso time a ficar cada vez mais forte

E então, santista, que tal lutar pelo futuro do nosso clube?


Suzana agora é Sócia

Recordo com gratidão do dia em que me associei ao Santos. Como podia um santista tão ferrenho, autor de livros sobre a história do clube, ainda não ser sócio? Acho que eu mesmo me incomodava com isso, pois fiquei muito feliz e grato por poder ajudar o time que amo quando recebi minha primeira carteirinha, datada de 29 de abril de 2006.

O responsável por minha associação foi José Carlos Peres, coordenador da subsede do Santos na Capital, próxima à avenida Pacaembu, em um imóvel de sua propriedade. Como sempre morei em São Paulo, a subsede facilitou a minha filiação, como a de muitos outros que permanecem sócios até agora.

Como torcedor eu era atuante, mas ser sócio fez com que me sentisse um santista completo. Optei por pagar a anuidade, pois assim seria mais fácil e prático manter minhas obrigações em dia, o que faço até hoje. Mas de uns tempos para cá, senti que faltava mais alguma coisa…

Minha mulher, Suzana Silva, também santista convicta, ainda não era sócia. Tratava-se de um presente que eu deveria lhe dar, mas, por essas negligências da vida, segui procrastinando… até que na manhã dessa sexta-feira, 23 de fevereiro, pude torná-la uma torcedora oficial do Santos.

Mônica, a paciente funcionária do clube, me ajudou no processo, mais fácil do que eu imaginava. E mais barato também, já que mulheres pagam metade do valor cobrado aos homens. Aproveitei e já comprei ingressos para o grande jogo contra o Corinthians, no Pacaembu.

Poucos presentes fazem um torcedor tão feliz como uma carteirinha de sócio de seu clube. A alegria no rosto de minha mulher comprovou que fiz a coisa certa. E não desembolsei nenhuma fortuna. As duas anuidades, somadas, não chegam à metade do valor de uma taxa mensal de condomínio no meu prédio.

Como tenho dito, alcançar a marca de 100 mil sócios é uma questão de honra e desencadeará um círculo virtuoso que colocará o nosso Santos em outro patamar. Se você ainda não é, fique sócio. Se já é, dê essa alegria à sua mulher e aos seus filhos. Eles também merecem se sentir santistas completos.

E se você era sócio, tornou-se inadimplente e agora quer fazer um acordo e regularizar sua situação, envie e-mail para social@santosfc.com.br

A equipe de Sylvio Novelli o ajudará a voltar a ser sócio do Santos.


O Santos acima de tudo


Chegou o lateral Dodô, a terceira contratação da gestão Peres.

A demissão do executivo de futebol Gustavo Vieira provocou muitas críticas, até de quem pedia insistentemente a demissão do dito cujo. Vai entender… Alguns frequentadores saíram do blog e criaram um grupo opositor a esta gestão. E alguns desses usam o espaço dos comentários deste blog para atrair mais correligionários ao seu grupo. Ou seja: entram aqui para tirar as pessoas daqui. E falam de ética… Realmente, tudo indica que a campanha eleitoral para 2020 já começou… Mas nada disso é importante para o Santos. O essencial é ajudar o Santos, e a melhor maneira de fazer isso é se tornar sócio do clube.

Alguns comentários do post anterior diziam coisas do tipo: “É, Odir, vai ser difícil fazer uma campanha de sócios depois da demissão do Gustavo Vieira, pois isso mostra que não há transparência nesta gestão”. Pois eu gostaria de saber o que uma coisa tem a ver com a outra. Você não ficará sócio do Santos para ajudar uma gestão, para ajudar o Peres, o Rollo, a mim ou a qualquer outro. Você ficará sócio para ajudar o Santos a crescer, a sair da enrascada em que está após décadas de gestões temerárias.

Diz um ditado: “Em casa que não tem pão, irmão briga com irmão e ninguém tem razão”. Pois qualquer santista mais perspicaz perceberá que os males atuais do clube derivam dessa escassez do vil metal. Sairemos dessa? Sim, tenho absoluta fé. Mas sairemos melhor e com mais força caso cada um de nós faça a sua parte e se associe, ou associe um filho, filha, esposa, ou ainda convença outros santistas a se associarem.

Sei que uma campanha de sócios bem articulada precisa de planejamento, benefícios, recompensas e muitas ações mais. Isso será feito pelo departamento comandado pelo dedicado Sylvio Novelli, que atende pelo e-mail social@santosfc.com.br Meu apelo não é o oficial do clube, não é a voz da gestão, é apenas o apelo de um santista que após décadas de interesse pela história do Santos, chegou à conclusão de que só o sócio salva.

A meta de 100 mil sócios, ao ser alcançada, descortinará um mundo novo de oportunidades à frente do nosso Glorioso Alvinegro Praiano. Iniciaremos um círculo virtuoso que levará nosso time e nosso clube a uma outra dimensão do futebol. Haverá saúde financeira, não faltará verba para as contratações necessárias e os críticos se calarão, ou chiarão baixinho, pelos cantos.

A perseguição cega que alguns estão empreendendo contra esta diretoria não lhes deixa ver, por exemplo, que depois de décadas o clube gastará menos do que arrecada e, no caso do futebol, já contratou os titulares Sasha e Gabigol, enquanto a última gestão trouxe jogadores à beça em 2017 e deles só Bruno Henrique virou titular. Sem contar o esquema reprovável montado nas categorias de base, nas quais só o sub-15 contava com 73 atletas, a maioria sem a mínima condição de ser jogador de futebol.

Bem, como já disse antes, respeito as críticas, principalmente as ponderadas e bem embasadas, mas percebo de longe quando querem usar esse espaço para perseguir pessoas, sem o mínimo interesse de contribuir para o crescimento do Santos. Quem age assim, obviamente, não é bem-vindo aqui. Que saia, junte-se com os seus e destile o seu veneno diariamente onde quiser e para quem se dispor a envenenar-se. Esses movimentos, porém, são interessantes e podem se tornar purificadores. Prefiro que o blog seja frequentado por quem coloque o Santos acima de tudo, nos bons e nos maus momentos, e não apenas pelos torcedores só de vitórias.

Quanto a mim, continuo o mesmo. Desde que este blog foi criado mantenho a mesma filosofia e acredito nas mesmas pessoas, entre elas aquela que hoje preside o nosso Santos. Não há comparação entre José Carlos Peres e os presidentes que o antecederam, e o tempo mostrará isso. Os árabes dizem que se a caravana parar a cada cão que ladra, não chegará a lugar algum. E queremos levar o Santos a um oásis que ele ainda não conheceu. Faço um convite apenas aos que estão dispostos a enfrentar os rigores dessa jornada.

Clique aqui para se tornar sócio do Santos


Ousadia é a nossa marca

Ontem o Santos apresentou o lateral-esquerdo Romário, de 25 anos, vindo do Ceará, e hoje, ao meio-dia, na sala de imprensa da Vila Belmiro, apresenta o diretor executivo Gustavo Vieira e o técnico Jair Ventura. São contratações pensadas, discutidas, amadurecidas.

É sabido que a agilidade para negociar é uma qualidade importante no futebol, mas ela não pode ser confundida com precipitação. O Santos não pode mais se dar ao luxo de entrar em negócios relâmpagos, mal explicados, alguns bastante lesivos ao clube, como ocorreu nas últimas gestões que levaram o Alvinegro Praiano à beira do abismo.

Olhemos os outros clubes grandes do Brasil e perceberemos que mesmo os mais endinheirados estão tateando, analisando muito bem o negócio antes de investir em um jogador. E a situação do Santos é um pouco mais delicada, pois em vez do superávit tão propalado pela última gestão, o que se encontrou foi um rombo enorme, com 30 milhões de reais a serem conseguidos em três dias, sob o risco de novamente jogadores e funcionários recorrerem à justiça por falta de pagamento.

Passamos por uma gestão cujos líderes se serviram do Santos. Estamos iniciando outra na qual as pessoas querem servir ao clube e estão empenhadas em fazer o Alvinegro Praiano novamente impor respeito aos adversários, à opinião pública e aos seus próprios sócios e torcedores. Precisamos dessa confiança de todos para dar os passos que sonhamos.

Precisamos de mais santistas nos estádios, de muito mais sócios, de torcedores que exerçam sua paixão com a confiança de que, por mais que hajam pedras no caminho, no final tudo acabará bem. Confie e não se arrependerá.

Mas Ousadia não é temeridade

Se, em outro post, citei Técnica, Disciplina, Garra e Ousadia como os valores perenes do Santos, qual seria o valor desta gestão comandada por José Carlos Peres e Orlando Rollo? Não há dúvida de que será a Ousadia. A imagem de um Pacaembu lotado de santistas no jogo contra o Corinthians, pelo Campeonato Paulista, será um exemplo dessa nova postura santista.

Porém, assim como agilidade não pode ser confundida com precipitação, Ousadia não é e jamais poderá ser confundida temeridade. Contratar Leandro Damião e colocar em campo um time improvisado para enfrentar o Barcelona, no Camp Nou, foram exemplos de aguda temeridade, ou mesmo de irresponsabilidade. Ousadia é romper os limites sem colocar em risco a imagem e a sustentabilidade financeira do clube.

Que aguardemos o anúncio dos novos contratados com a ansiedade natural do torcedor que somos, mas que confiemos nas pessoas que hoje representam ao Santos e em sua capacidade de montar o melhor time que a nossa capacidade de investimento pode proporcionar.

E você, o que acha disso?


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