Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: São Vicente

O jogo é domingo!

Seria ótimo se o Santos vencesse o Grêmio em Porto Alegre e se distanciasse no G4, mas desfalcado, fora de casa e diante de um forte adversário, a derrota – por 1 a 0, gol sofrido por meio da indefectível bola parada – era esperada. O jogo que o Alvinegro Praiano não pode perder é domingo, às 17 horas, na Vila Belmiro, diante do Goiás.

Alô, alô santistas de Santos e São Vicente: a bola, nessa reta final de Campeonato Brasileiro, está com vocês. Se 5 por cento dos torcedores do Alvinegro Praiano dessas duas cidades forem ao jogo, o Urbano Caldeira já receberá 15 mil pessoas. Está na hora de esquecer o boteco e o gatonet e apoiar o time ao vivo e em cores.

Quanto ao jogo contra o Grêmio, nada a reclamar, além do previsto. O que mais incomodou foi ver Gabriel ser expulso por reclamação depois do final da partida. Um erro infantil e inadmissível. Agora ficará fora do time por dois jogos. Alguém precisa orientar esse garoto para deixar de mimimi e jogar futebol. Como Neymar e Ganso já mostraram, não adianta passar a mão na cabeça desses garotos. Acho que uma multa no salário cairia bem.

Outra coisa: para alguns jogadores a reserva faz bem, pois se dedicam mais aos treinos e voltam ao time mais motivados. Porém, alguns perdem a motivação. Talvez seja o caso de Chiquinho, um dos piores em campo em Porto Alegre. Werlei também voltou a falhar. Este tenta, mas não consegue jogar melhor.

Bem, mas a vida segue e domingo o jogo, contra o Goiás, é decisivo. Depois de cinco anos o Santos jogará no templo sagrado da Vila Belmiro como invejado integrante do G4. Não há desculpa para ficar em casa. Vamos torcer, santista!

E você, acha que dessa vez a Vila enche?


Memorial das Conquistas abre hoje a exposição de Laércio Alves

Laércio Alves é um escultor de São Vicente que usa uma técnica original, com arames. Fui apresentado a ele pelo pessoal do Memorial das Conquistas e o levei ao marketing do Santos. A ideia original era a de que, se o Santos fosse campeão da Copa Libertadores no ano passado, a cidade teria esculturas dos jogadores espalhadas pelas ruas.

Acho que pelo pouco tempo disponível, não foi possível realizar o plano (se bem que a ideia continua boa). De qualquer forma, Laércio Alves foi convidado para fazer a estátua de Neymar no Memorial – uma imagem metálica, como um cavaleiro cibernético, bem moderna mesmo.

Agora, nesta madrugada de quarta-feira, recebo o seu convite para a exposição de suas obras no Memorial das Conquistas. Claro que tenho de lhe dar o espaço devido. A arte tem tudo a ver com o Santos (ainda espero, neste Centenário, falar de poesia, teatro, músicas do Santos. Artistas, por favor, mãos à obra).

Peço que os santistas prestigiem a obra de Laércio Alves, um escultor da terra que está usando sua arte para divulgar o time que é símbolo do futebol-arte. Não é preciso convite para ter acesso à exposição. Em todo o caso, o convite está aí abaixo. Divirta-se.

Agora veja o ídolo Neymar na visão do escultor Laércio Alves:

Quem é Laércio Alves

O artista Laércio Alves, paulista de Rio Claro, conta que começou a trabalhar com arame em 1997, era funcionário da Robert Bosch, em Campinas:

“Eu fazia os brindes promocionais para a empresa, aproveitando material reciclado. Certo dia, quando estava escolhendo o material que me seria útil para fazer meu trabalho, deparei-me com alguns rolos enormes de fios de cobre. Observando aquele material que tinha nas mãos, logo deduzi que poderia me utilizar daqueles fios para confeccionar minhas esculturas: arte que eu sonhava desenvolver.”

Laércio confessa que, no começo, não foi nada fácil realizar o que ele pretendia. As dificuldades, contudo, não o desanimaram. Com determinação e muita paciência, o artista foi pouco a pouco adquirindo habilidade de lidar com aquele material ao mesmo tempo em que criava sua própria técnica. Sua força de vontade fez com que seu trabalho fosse se aperfeiçoando cada vez mais!

Pensou em fazer a escultura de Pelé durante a Copa de 2010 e desde então o futebol tem sido uma de suas inspirações.

Laércio estudou desenho artístico na Escola Arquimedes, de Campinas, em 1987; e cenografia no Centro de Pesquisa Teatral Antunes Filho, em São Paulo, no ano de 1997.

Perguntei-lhe se era santista, e ele me respondeu:

“Confesso que fui me tornando santista desde muito jovem ainda. Santista sobretudo de coração, emoção e identidade, algo que não dá pra definir em palavras. Tenho muita admiração pela história do clube e dos jogadores do Santos. Aprendi a ter essa admiração com meu velho pai, que me contava e me conta até hoje do orgulho de assistir ao Santos jogar, mesmo sendo ele um cruzeirense daqueles. Essa admiração pelo Santos é nata em todos que admiram o verdadeiro futebol arte. A beleza de uma boa jogada que se materializa em poesia e manifesta- se no ousado e inesperado, genialidade humana que se auto supera!”

Você não acha que arte e Santos tem tudo a ver?


O estádio do Santos tem de ser o estádio da Baixada Santista


Baixada Santista, nove cidades, 1,663 milhão de habitantes. Um mercado bem maior para o Santos.

Esta semana o presidente do Santos, Luis Álvaro Ribeiro, voltou a falar dos planos de se construir um estádio, em Santos, para 40 mil pessoas. Acho que este estádio só teria sentido econômico se não fosse apenas da cidade de Santos, mas sim da Baixada Santista. Explico…

Segundo o Censo do IBGE do ano passado, Santos tem apenas 419.577 habitantes e é a décima cidade paulista em população. Tem 1/25 dos habitantes de São Paulo, 1/3 de Guarulhos, menos da metade de Campinas e foi superada até por Sorocaba, que tem 586.311 moradores.

Um estádio para substituir a Vila Belmiro só terá sucesso se não incorrer no mesmo erro da Vila Belmiro, ou seja: ser um estádio apenas da cidade de Santos. O ideal é que seja planejado para ser o estádio da Baixada Santista, não só pela localização, mas também pelos aspectos político e de marketing.

O empreendimento será viável desde que o clube consiga o apoio das nove prefeituras da região, integradas, desde julho de 1996, na “Região Metropolitana da Baixada Santista”. Com 1.663.082 habitantes, a região é a terceira mais habitada do Estado e recebe mais 1,6 milhão de pessoas nos meses de férias. Sem contar, é claro, o desenvolvimento previsto com o decantado pré-sal…

E sem contar que, se o sonhado estádio for erguido na descida da serra, estará ainda mais próximo da região mais rica e populosa do Estado, que é o ABC e a Grande São Paulo. Porém, só localização não basta. Será preciso um trabalho permanente integrado com as cidades da Baixada Santista.

Relação com as prefeituras

Luis Álvaro disse que o clube precisa de um estádio maior, pois a Vila Belmiro não comporta nem metade dos seus sócios. Concordo. Mas não se pode construir um estádio maior só por esse motivo. Os santistas estão apoiando o time porque ele está na fase final da Libertadores e pode ganhar um título que não conquista há 48 anos. A procura por ingressos não será sempre tão intensa, infelizmente.

É óbvio que se construísse o seu estádio em São Paulo, maior cidade e maior mercado do país e também o maior aglomerado de santistas no planeta (mais de 1,6 milhão), o Santos teria uma média de público maior. Mas o Santos é de Santos e quer ter a sua casa perto do mar, o que é legítimo.

Porém, a Vila Belmiro e a cidade de Santos têm se mostrado acanhadas demais para os sonhos do Alvinegro. Isso mudaria se, repito, toda a Baixada Santista encarasse o Santos como o time da região e o amparasse – em um trabalho recíproco entre o clube e as prefeituras.

A associação do Santos com as praias de São Paulo já existe e é forte, mas ainda não foi explorada suficientemente. O time pode promover a região divulgando seu turismo, participando de ações sociais – ajudando na educação esportiva dos jovens, por exemplo – e em troca teria um apoio maior das prefeituras locais, que divulgariam os jogos do Santos, as campanhas de sócios e se encarregariam de incrementar o transporte para o estádio nos dias de jogos.

Nem seriam necessários grandes movimentos, mas seria imprescindível que fosse constante, que se criasse um vínculo permanente entre o Santos e os habitantes da Baixada santista.

Só para relembrar, a Baixada santista é formada pela seguintes cidades: Bertioga (47.572 habitantes), Cubatão (118.797), Guarujá (290.607), Itanhaém (87.053), Mongaguá (46.310), Peruíbe (57.686), Praia Grande (260.769), Santos (419.757) e São Vicente (332.424).

A partir do momento em que deixe de ser encarado apenas como o time da cidade de Santos e passe a representar toda a Baixada Santista, o Alvinegro Praiano ampliará o seu mercado, o seu campo de marketing e a possibilidade de captar mais torcedores e sócios na região, onde já é o clube com o maior número de aficionados.

O que você acha da idéia de transformar o Santos no time da Baixada Santista? Isso não aumentaria as chances de sucesso do novo estádio?


É hora do santista da Baixada provar que não é um saco de batatas

Sei que vou arrumar alguma discussão com este post, mas há coisas que têm de ser ditas. Nesta jornada de recuperação, em que mais do que nunca precisa do apoio de seu torcedor, o Santos não pode continuar jogando para públicos de 8 mil pessoas na Vila Belmiro. Ao torcedor da Baixada, parodiando um velho amigo, eu faço um ultimato: você é um homem, ou um saco de batatas?

O saco de batatas é aquele que fala, provoca, chama pra briga, mas na hora agá pula pra trás. A maior parte dos santistas da Baixada tem agido assim. Insistem para que o Santos jogue na Vila, fazem campanha contra o Pacaembu, dizem que o Santos é de Santos, mas na hora que precisam demonstrar o apoio e o amor ao clube, caem fora.

Não dá para entender a baixa média de público na Vila. Até porque no mínimo um terço dos presentes descem a serra. A Torcida Jovem, por exemplo, é majoritariamente de São Paulo. Se dependesse só dos santistas da Baixada, o Santos não teria mais do que quatro mil torcedores em seus jogos. Uma vergonha!

Uma vergonha porque a Baixada Santista, que compreende nove municípios e 1.668.377 habitantes, tem uma infinidade de torcedores do Santos. Só a soma dos habitantes de Santos e São Vicente dá 747 mil pessoas, das quais mais de 50% torcem para o Alvinegro Praiano. Se forem somadas as populações das cidades próximas Guarujá (308 mil), Praia Grande (249 mil) e Itanhaém (87 mil), já se chega a um milhão e 300 mil pessoas, equivalente a uma metrópole.

E enquanto o Santos não consegue elevar sua média de público na Vila para além de 8 mil pessoas, a pequena Criciúma, de Santa Catarina, que tem apenas 188.557 habitantes, mantém uma média superior a nove mil pessoas em seu estádio.

Não sei se a explicação para o pequeno público na Vila é o baixo poder aquisitivo, as dificuldades de transporte na região, a falta de uma boa divulgação dos eventos, ou a ausência de promoções… Isso continua sendo uma incógnita que, espero, a nova diretoria venha explicar. O certo é que a Vila Belmiro dificilmente está cheia, mesmo em momentos decisivos para o time.

Além de um prejuízo constante, pois se fizesse todas as suas partidas no Pacaembu, por exemplo, o Santos faturaria cerca de R$ 10 milhões por ano a mais do que consegue na Vila, o time deixa de ser incentivado em momentos decisivos, em que a torcida pode fazer a diferença.

Que a imprensa de Santos faça a sua parte

Sempre que se toca no assunto de mandar os jogos do Santos em São Paulo sei que boa parte da imprensa santista faz o maior alarde, dizendo que o Santos é de Santos e blá blá blá… Sei que o influente jornalista Armando Gomes, que comanda o programa “Esporte por Esporte”, da TV Santa Cecília, é um dos mais inflamados defensores da Vila Belmiro.

Pois eu também sei que no jornalismo é muito mais fácil destruir do que construir. É mais fácil destruir uma idéia, colocar uma série de obstáculos contra ela, do que criar uma nova e fortalece-la. Assim, o Santos vive e viverá esse dilema, enquanto alguém não tiver a coragem de lhe dar uma definição.

A idéia é mandar todos os jogos na Vila Belmiro? Ok. Então que se trabalhe a Baixada Santista para garantir ao menos as 15 mil pessoas que o estádio comporta. Neste particular, a participação da imprensa local é imprescindível.

Assim, prezado Armando Gomes, faço um apelo para que use sua influência na Baixada e reforce o pedido a seus ouvintes e espectadores para que prestigiem o Santos nesta reta final de Campeonato Brasileiro, deixando os botecos e o pay per view de lado e comparecendo à Vila Belmiro.

Garanta o seu lugar

Os ingressos para o jogo de quarta-feira, às 22 horas, contra o campeão da Libertadores, o Internacional de Porto Alegre, já estão à venda nos seguintes lugares:

Santos Mania – Canal 3 – Avenida Washington Luiz, nº 446 – Gonzaga, em Santos – Aberta de segunda a sexta-feira das 10 às 20 horas e sábados das 10 às 16 horas – Tel.: (13) 3234-3310

Ali-Car Auto Peças – Via Santos Dummont, 752 (Vicente de Carvalho – Guarujá) – Tel: (13) 3352-5077 – Aberto das 8h às 18h, exceto aos domingos.

Chaveiro Magenta – Rua Martin Afonso, 34 (Centro – Santos) – Tel: (13) 3233-6688 – Aberto das 8h às 18h, exceto aos domingos.

Empório Brasil Esportes – Rua Jacob Emmerick, 448 (Centro – São Vicente) – Tel: (13) 3467-5298 – Aberto de segunda a sábado das 9h às 19h e domingos das 9h às 14h.

Hotel Praiano – Avenida Barão de Penedo, 39 (José Menino – Santos) – Tel: (13) 3251-6826 – Aberto 24 horas.

Pepino Esportes – Super Centro Boqueirão (Rua Oswaldo Cruz, 319 Loja 66/95 – Boqueirão – Santos) – Tel: (13) 3233-8850 ou (13) 3234-4969 – Aberto das 9h às 20h, exceto aos domingos.

Piola & Morelli Lotérica – Shopping Pátio Iporanga (Avenida Ana Costa, nº 465 – Loja 128 – Gonzaga – Santos) – Tel: (13) 3877-1410 – Aberta de segunda a sábado das 10 às 10 horas.

Preço dos ingressos

Arquibancada: R$ 30,00 (meia R$ 15,00);
Cadeira lateral: R$ 80,00 (meia R$ 40,00);
Cadeira de fundo: R$ 50,00 (meia R$ 25,00);
Setor Visa: R$ 60,00 (meia R$ 30,00).*
Obs.: Os bilhetes para o Setor Vip Visa são vendidos por meio do serviço Visa Passfirst no site FutebolCard (www.futebolcard.com) ou em guichê especial na Vila duas horas antes do jogo, se as entradas para o setor não acabarem antes disso.

Meia entrada

A meia-entrada pode ser comprada por estudantes e aposentados, desde que apresentem os devidos documentos de identificação, tanto na compra quanto ao entrar no estádio.

Sócios

Sócios do clube com a mensalidade em dia e carteirinha em mãos pagam R$ 15,00 na fatura enviada via boleto, como ocorre regularmente. Em comemoração ao Dia das Crianças, cada sócio poderá trazer de graça uma criança de até 12 anos.

E você, vai ao jogo contra o Internacional? Por quê?


Um blog virado para o mundo

Austin, Texas: aqui um leitor fica, em média, 11m22s no blog

Hoje tenho uma consciência mais precisa das dimensões do mundo e da universalidade do Santos – digo isso porque, como neste início tenho falado prioritariamente do Alvinegro Praiano, imagino que os meus leitores ou torcem pelo time ou ao menos são simpáticos a ele.

E estou surpreso da forma como este blog, que nasceu na surdina, apenas com uma pequena divulgação no twitter, já esparrama seus artigos – e preciosos comentários – pelos quatro cantos do mundo.

É agradável e surpreendente acessar o Google Analytics e constatar que tenho leitores não só em grandes cidades como Londres, Tóquio, Sydney, Nova York, Los Angeles; mas também em Moriguchi, Kusatsu e Shibuya, no Japão; Antuérpia e Wilrijk, na Bélgica; Atlanta, na Geórgia, e Austin, no Texas/EUA; Sacavem, em Portugal; Monterrey, no México; Zurich, na Suíça; Caracas, na Venezuela; Guatemala, no país de mesmo nome, além da querida Luxemburgo, grão ducado onde vive o santista Marcelo Fernandes.

Citei as mais significativas, das centenas de cidades de diversos países e 21 idiomas que acessam este blog. Gente de tantos lugares diferentes, unidas, certamente, pelo mesmo interesse nas coisas do Santos Futebol Clube.

Gostaria muito de conhecer, por exemplo, o leitor, ou a leitora, de Austin, que a cada vez que entra no blog fica, em média, 11 minutos e 22 segundos. Obviamente não lê só o último post, mas os anteriores e também lê minha biografia, as seções de cursos e palestras e os livros. Pensando em leitores assim é que é preciso arrumar tempo para dar ao blog mais atrativos.

Média ainda maior é de um leitor de Sacavem, em Portugal, que gasta 17 minutos e 45 segundos a cada vez que acessa o blog. Na Guatemala, América Central, há um leitor que também dedica um tempo precioso aos meus textos: sete minutos e 59 segundos, em média.

No Brasil, uma surpresa: Apucarana em sexto lugar

Como, repito, neste início o blog priorizou informações sobre o Santos, acredito que a estatística dos meus leitores dá também uma boa idéia dos lugares nos quais o Santos tem mais torcedores no Brasil.

Como era de se esperar, as visitas de habitantes da cidade de São Paulo equivalem a 3,5 vezes as visitas provenientes de Santos. Em terceiro lugar, o que mostra bem a força do Santos no Paraná, aparece Coritiba, com um terço dos acessos de Santos.

Em quarto aparece Campinas; depois São Vicente. O sexto lugar eu pularei só para dar um suspense. Em sétimo vem Ribeirão Preto, depois Belo Horizonte, Santo André e, encerrando os top ten, o Rio de Janeiro.

Pulei o sexto lugar de propósito porque é impressionante que nesta posição, praticamente empatada com São Vicente, surja Apucarana, cidade do centro do Paraná, com 121.290 habitantes (IBGE/2009). Lá deve haver um animado grupo de santistas que acessa meu blog, pois só em um dia ocorreram 46 visitas, com média superior a dois minutos.

A surpreendente Apucarana/ PR: sexta cidade brasileira que mais acessa

Como vocês podem notar, este blog, cujos primeiros 30 dias se encerram domingo, já está me dando muitas alegrias. Cristaliza-se como um elo entre leitores do mundo todo, que através dele saciam parte de sua curiosidade sobre o Santos, sobre outros temas que porventura sejam abordados aqui, e no qual têm também – o que considero essencial – plena liberdade de expressão (repito, os comentários deste blog devem ser lidos com a mesma atenção dos artigos).

Alô você(s) leitores de Austin, Guatemala, Sacavem, Apucarana, Wilrijk, Zurich… Que tal mandar uma foto pra mim? Blog também é relacionamento. Abraços apertados gerais.

 

 A blog turned to the world

Today I have a more precise awareness of the dimensions of the world and the universality of the Santos – I say this because in the beginning I have spoken primarily of Alvinegro Praiano, I imagine my readers or cheer for the team or at least are sympathetic to him.

And I’m surprised how this blog, who was born in muted, with only a small posting on twitter, now spreading their articles – and precious comments – the four corners of the world.

It’s nice and amazing access Google Analytics and found that I have readers not only in big cities like London, Tokyo, Sydney, New York, Los Angeles, as well as in Moriguchi, Shibuya and Kusatsu, Japan; Wilrijk and Antwerp, Belgium; Atlanta, Georgia, and Austin, Texas, USA; Sacavem, Portugal, Monterrey, Mexico; Zurich, Switzerland; Caracas, Venezuela, Guatemala, the country of the same name, and the beloved Grand Duchy of Luxembourg, grand duchy where he lives the Santos Marcelo Fernandes.

I quoted the most significant of the hundreds of cities of different countries and 21 languages accessing this blog. People from many different places, united, indeed, the same interest in things of Santos Futebol Clube.

I would love to know, for example, the reader, or reader, of Austin, Texas, that each time you enter the blog gets on average 11 minutes and 22 seconds. Obviously not only read the last post, but earlier and also read my biography, sections of courses and lectures and books. Thinking about this is that readers must make time to give the blog more attractive.

Average is even more of a reader Sacavem, Portugal, who spends 17 minutes and 45 seconds each time you access the blog. In Guatemala, Central America, there is a reader who also devotes precious time to my texts: seven minutes and 59 seconds on average.

In Brazil, a surprise: Apucarana sixth

How, I repeat, the beginning of this blog prioritized information about the Santos, I believe the statistics of my readers also gives a good idea of the places where the Santos have more fans in Brazil.

As might be expected, visits by residents of the city of Sao Paulo is equivalent to 3,5 times the requests from the Santos. Thirdly, which shows the strength of Santos in São Paulo, Coritiba appears, with one third of the hits of Santos.

Fourth appears Campinas, after São Vicente. The sixth place I will skip only to build suspense. Seventh comes Ribeirão Preto, after Belo Horizonte, Andrew and, closing the top ten, Rio de Janeiro.

I jumped to sixth place on purpose because it is striking that in this position, virtually tied with São Vicente, arises Apucarana, city center of Paraná, with 121,290 inhabitants (IBGE/2009). There must be a group of santistas who access my blog, because only one day there were 46 visits, averaging more than two minutes.

As you can see, this blog, the first 30 days will close Sunday, is already giving me many joys. Crystallizes as a link between readers around the world via this part of quench your curiosity about the Saints, on matters that may be discussed here, and they also – which I consider essential – full freedom of expression.

Hello readers of Austin, Guatemala, Sacavem, Apucarana, Wilrijk, Zurich … How about sending a picture for me? Blog is also a relationship. Close embraces general.


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