Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Obrigado Vanderlei!

Com quatro defesas difíceis à queima-roupa, Vanderlei segurou a vitória sobre o Estudiantes, na Argentina, e colocou o Santos na liderança de seu grupo na Libertadores. Arthur Gomes marcou o único gol do jogo aos 18 minutos do primeiro tempo, após correr por 88 metros e pegar o rebote de um arremate de Sasha que bateu no pé da trave.

Com exceção do inspirado Vanderlei, não foi uma partida primorosa do Santos no aspecto técnico, já que a equipe perdeu inúmeros contra-ataques e sua defesa também não marcou tão bem o pouco criativo ataque argentino, mas o time merece nota 10 pelo espírito de luta, cujo exemplo foi, novamente, o volante Alison. Além dele, os destaques foram Lucas Veríssimo, Dodô e Sasha.

Com o resultado o Santos tem seis pontos e duas vitórias no grupo 6 e estará classificado se vencer os jogos em casa contra o próprio Estudiantes e o Real Garcilaso, do Peru. No segundo turno, sua única partida no campo do adversário será em Montevidéu, contra o Nacional.

O técnico Jair Ventura escalou o time com Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Renato (depois Gustavo Henrique) e Jean Mota; Rodrygo (Diogo Vitor), Arthur Gomes (Léo Cittadini) e Eduardo Sasha.

O Estudiantes, do técnico Lucas Bernardi, jogou Andújar, Facundo Sanchéz, Schunke, Desábato e Campi; Iván Gomez, Gastón Giménez (Pavone), Lucas Rodríguez e Lattanzio (Cascini); Melano e Otero.

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Prepare-se para comemorar a 1ª Semana Santos

A partir da próxima segunda-feira, dia 9, o Santos Futebol Clube comemorará o seu aniversário de 106 anos com uma série de eventos que prosseguirão até sábado, dia 14, com a estreia do time no Campeonato Brasileiro.

Esses eventos formarão a 1ª Semana Santos, que a partir desta data deverá ser realizada todos os anos. Em 2018 o calendário da semana é o seguinte:

Segunda-feira (09)
Horário: 18 horas
Local: Memorial das Conquistas (rua Princesa Isabel, s/n – Vila Belmiro)
Evento: Vernissage – Exposição Osmar Santos.
Aberto ao público e gratuito.

Terça-feira (10)
Horário: 19 horas
Local: Câmara Municipal de Santos (Praça Tenente Mauro Batista de Miranda, 1 – Vila Nova)
Evento: Entrega do título de cidadão emérito de Santos ao presidente do Santos FC José Carlos Peres.
Aberto ao público.

Quarta-feira (11)
Horário: 20 horas
Local: Restaurante Tasca do Porto (rua Quinze de Novembro, 112 – Centro de Santos)
Evento: Sabores do Mundial: comemoração do 1º título mundial do Santos FC x Benfica com jantar, estreia da ‘Resenha dos ídolos’ e exposição do acervo do jogo.
Mediante apresentação de convite. Informações sobre a venda serão divulgadas em breve.
Importante: Durante a semana, os sócios do Santos terão 20% de desconto na despesa total! É a oportunidade de saborear os pratos do Tasca do Porto.

Quinta-feira (12)
Horário: 19h30 / 20h30
Local: Business Center
Evento: Inauguração do Business Center em São Paulo e lançamento da nova coleção de uniformes Umbro.
Evento exclusivo para convidados.

Sábado (14)
Horário: 11 horas
Local: Pacaembu
Evento: Jogo Sereias da Vila x Portuguesa
Horário: 15 horas
Local: praça Charles Miller em frente ao Estádio do Pacaembu
Evento: Santos Day – Super Match Day com diversas atrações.
Horário: 21 horas
Local: Pacaembu
Evento: Jogo Santos FC x Ceará

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E você, o que acha disso?


Orgulho e esperança


Sasha e Rodrygo, autores dos gols que calaram o Pacaembu na vitória do aguerrido Santos sobre o decantado Palmeiras


O que Jair Ventura falou após Palmeiras 1 x 2 Santos

Chuva incessante, Pacaembu lotado de palmeirenses, adversário considerado o time mais caro time da América do Sul… Tive receio de que nossos Meninos sentissem a pressão. Mas o jogo começou e logo percebi que estava subestimando esse Santos imprevisível, que se defende bem, sabe atacar com perigo e tem uma personalidade que não deveria ser comum em uma equipe com tantos jovens.

A vitória de 2 a 1, sacramentada no primeiro tempo, demonstra a força de um time que ainda pode crescer muito. Os pênaltis determinaram a classificação palmeirense para a final do Campeonato Paulista, mas não se pode minimizar a importância da vitória santista durante os 90 minutos. Na verdade, na maior parte dos dois jogos o Santos foi melhor, o que nos dá muita esperança de que com alguns ajustes esse time possa conseguir resultados ainda mais expressivos.

Talvez, se nos últimos 15 minutos o técnico Jair Ventura não tivesse optado por segurar a vitória, fazendo entrar Jean Mota e Leandro Donizete, quem sabe o Santos não fizesse o terceiro gol e definisse a classificação. O adversário estava um tanto descontrolado. Mas Ventura foi sensato, preferiu no mínimo garantir o triunfo e levar a decisão para os pênaltis, o que acabou conseguindo. E não se pode analisar cobranças de pênaltis, nas quais o anistiado Jailson pegou um, contra nenhum de Vanderlei. A diferença foi só essa.

Quem jogou bem, quem jogou mal, o que Jair Ventura poderia ter feito, como foi a atuação do árbitro. Essas análises eu deixo para meus companheiros de blog. Quanto a mim, voltei para casa tranquilo. O Santos venceu, não foi derrotado, como muitos “especialistas” preconizavam. O Santos está sempre renascendo, graças a esses Meninos que brotam não sabemos onde. E sinto que a história se repetirá.

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O Santos foi valente

Sim, é verdade que o Palmeiras dominou a primeira meia hora de jogo, aproveitou-se da velocidade de Keno contra Daniel Guedes e abriu caminho para o único gol do jogo, marcado por Willian aos cinco minutos. Porém, não é menos verdade que a partir daí, e durante todo o segundo tempo, o Santos tomou a iniciativa, atacou mais e obrigou Jailson a umas cinco defesas difíceis e decisivas. Então, o empate seria o resultado justo? Sim, sem dúvida.

Os novos Meninos da Vila mostraram vontade, coragem e mereciam ao menos um gol para brindar os 19.500 santistas que compareceram ao Pacaembu.

Dessa vez gostei mais de Arthur Gomes, sem contar, é claro, a garra de Alison e a mobilidade de Sasha. Diogo Vitor não me parece ser um meia distribuidor de jogo, mas um atacante que deve jogar mais próximo da meta adversária, pois adora bater a gol.

Gabriel precisa ser mais solidário. No final do primeiro tempo tinha Diogo Vitor livre e, mesmo sem ângulo, resolveu chutar a gol, desperdiçando ótima chance. É o tipo de jogada difícil de se ver em um time europeu, pois lá os atacantes jogam mais para o time e menos para seus egos. Se Gabriel pretende voltar por cima para a Europa, tem de começar desde já a praticar um futebol menos individualista.

Quanto ao Palmeiras, para um time formado com a força da grana da Crefisa, seu futebol deixa muito a desejar. Parece que joga só o suficiente para abrir uma vantagem, mesmo pequena, e depois usa de todos os recursos, até a abominável cera, para retardar o jogo e fazer o tempo passar. Aliás, se o árbitro Flávio Rodrigues de Souza fosse mais rigoroso contra a cera e contra as faltas seguidas dos palmeirenses, a sorte santista talvez fosse outra.

Jogar-se ao gramado pedindo atendimento médico foi um artifício usado algumas vezes pelos palmeirenses, principalmente pelo goleiro Jailson, sem o árbitro demonstrasse a mínima intenção de fazer o jogo correr. Houve um lance claro de lei de vantagem em que ele parou o ataque do Santos, mas por outro lado, permitiu que o Palmeiras batesse uma falta sem sua autorização que pegou a defesa santista totalmente desprevenida. Enfim, não fez uma arbitragem imparcial o senhor Flávio, que também permitiu ao trombador Felipe Melo distribuir trompaços a torto e a direito.

De qualquer forma, o jogo foi bom e mesmo com uma folha de pagamentos que é um quarto da do rival, o Santos merecia melhor sorte. Agora, o jeito é ganhar o jogo de volta, terça-feira, às 20h30, no mesmo Pacaembu. Nossos Meninos jogarão diante de um público só de palmeirenses, mas agora já sabem que o adversário não é um bicho tão feio quanto parecia.

O goleiro Jailson, suspenso por três jogos, não deveria enfrentar o Santos, mas o departamento jurídico do Palmeiras conseguiu um efeito suspensivo. O que é isso? Como o nome diz, trata-se de uma suspensão da pena. É mais ou menos como o habeas corpus para um réu condenado.

E você, o que achou do Santos contra o Palmeiras?


O Santos é só futebol


Em 2012 o jogo em Ribeirão foi assim...

Espero que não pareça pedante, mas o que é o Santos se não o futebol, o puro e melhor futebol brasileiro? Não sei se você me entende. Nem sempre é o melhor, nem sempre é o mais puro, mas a imagem que nos vem à cabeça quando pensamos no Santos é apenas essa: o futebol, com seus gols, seus ídolos imberbes, suas conquistas redentoras e também seus dramas.

Já definiram o Santos como apenas onze camisas. Um clube sem quadras de tênis, sem piscinas, sem cinema, restaurantes e lanchonetes. Um clube restrito a um time. Hoje temos também o time feminino, é verdade, e teremos outros esportes, mas a imagem que vem, quando pensamos no Glorioso Alvinegro Praiano, é a de craques, muitos deles meninos, seduzindo a bola com carinho e a levando até o fundo das redes adversárias.

Digo isso agora porque estamos entrando na fase final do Campeonato Paulista e acabei de fazer o exercício mental de me concentrar também nos nossos maiores adversários e no que eles representam.

Bem, que me desculpem os são-paulinos, mas penso no São Paulo e vejo um estádio imenso, cercado por muralhas circulares de concreto. Sei que o São Paulo tem um currículo invejável e também já contou com grandes jogadores, mas não há jeito: talvez de tanto propagarem que tinham o maior estádio particular do mundo, penso no São Paulo e vejo o imponente Morumbi.

Quanto ao Palmeiras, sempre o associei com a macarronada da mama, o jeito alegre dos italianos da Capital e também o futebol clássico dos tempos de Ademir da Guia. Mas, de uns tempos para cá, influenciado pelas eras Parmalat, Paulo Nobre e agora pela Crefisa de Leila Pereira, penso no Palmeiras e imagino caminhões de dinheiro estacionando no Parque Antártica. É o clube que contrata quem quer e se dá ao luxo de contratar um jogador apenas para impedir que um adversário o faça.

Sobre o Corinthians, concordo com o que muitos já disseram: trata-se de uma torcida que tem um time. Pode-se colocar a camisa de um time pequeno no Alvinegro de Itaquera e os jogadores se transformarão com o apoio de seus fanáticos torcedores. Grande torcida! O maior espetáculo dessa equipe não costuma ser no campo, mas nas arquibancadas.

Assim, ao menos para minha pouco criativa, e talvez cansada, cabeça de jornalista veterano, o São Paulo é o gigantesco Morumbi, o Corinthians é sua tresloucada torcida e o Palmeiras, bem, o Palmeiras, agora, é um banco de crédito ilimitado, com pilhas e pilhas de notas verdinhas como dólares.

Por fim, ao pensar no Santos, só vejo lances de um jogo eterno, moleques atrevidos estendendo sua infância para os sizudos campos do profissionalismo, rompendo barreiras e estruturas, escrevendo a história com arte e ousadia. Enfim, só vejo futebol.

Não sei se verei, se veremos, isso neste domingo, a partir das 19h30, em Ribeirão Preto, quando o Santos fará sua primeira partida pelas quartas diante do Botafogo. Meninos costumam se inibir fora de casa, longe de sua torcida. De qualquer forma, a proximidade de um jogo do Santos gera uma expectiva boa e nervosa em quem gosta de futebol. Pois isso é a única coisa que o Santos pode oferecer.

E você, o que acha disso?


Garra, Ousadia, Sonho!

Também houve muita técnica. Só faltou um pouco mais de disciplina de Gabigol – expulso no primeiro tempo após levar dois cartões amarelos – para este jovem e corajoso Santos ganhar um 10 na excelente vitória sobre o Nacional por 3 a 1.

Quem foi ver Gabigol, viu o artilheiro cerebral Sasha e o novo talento Rodrygo, de apenas 17 anos, que como Giggia em 50 passou pelos Juvenal e Bigode do Nacional e marcou um golaço.

O incrível é que mesmo com um jogador a menos e diante de um time copeiro como este Nacional, três vezes campeão do mundo, o Santos dominou a partida, criou mais oportunidades e deu uma noite de sonho aos 21 mil santistas que foram ao Pacaembu.

E você, o que acha agora deste Santos?


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