Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Sub-20 do Santos

Santos é futebol. Ponto


Benfica 2 x 5 Santos – o jogo mais importante de um time brasileiro em toda a história do futebol. Ponto.

Cada time tem uma característica pela qual é lembrado. Uns, mais por mérito de seus torcedores, são chamados “times do povo”, outros são conhecidos pela “raça”, alguns por serem “copeiros”, outros, ainda, pelo acúmulo de títulos. O Santos, senhoras e senhores, representa o futebol. Sim, o Santos encarna o melhor e o mais romântico desse esporte, do futebol arte, dos grandes craques, enfim, o Glorioso Alvinegro Praiano é, simplesmente, o futebol.

Time mais vezes campeão paulista na era profissional, duas vezes campeão mundial na época do futebol-arte, três vezes campeão da Copa Libertadores, oito vezes campeão brasileiro, cinco vezes do Torneio Rio-São Paulo, campeão das Recopas Sul-americana e Mundial, clube que revelou alguns dos maiores craques da história do futebol brasileiro, pensar em futebol é pensar no Santos, e vice-versa.

Além de toda a sua história incomparável, há o estigma de revelar virtuoses. Um time de garotos do Santos entra em campo, como nessa Copinha, e não há quem não fique curioso para descobrir novos craques. Por isso, os outros clubes têm infanto-juvenis, o Santos tem os Meninos da Vila.

Se o Brasil fosse um país sério e se a chamada crônica esportiva tivesse o mínimo conhecimento e reconhecimento, todo programa esportivo deste país deveria começar com o hino do Santos e imagens de Pelé, Coutinho, Pepe, Zito, Gylmar, Maruco, Dorval, Lima, Carlos Alberto Torres, Clodoaldo, Robinho, Neymar… Só depois viria o resto.

Veja você, leitora e leitor, que o auge do futebol brasileiro e mundial coincidiu com o auge do Santos. A Seleção Brasileira tricampeã em 1958, 1962 e 1970 era baseada no Santos bicampeão mundial em 1958/62 (fora a Recopa Mundial de 1968 e as três Libertadores que não quis jogar). Futebol arte = Santos e não se fala mais nisso.

Mas se eu, que sou santista, falo, dirão que sou suspeito. Então, lembro aqui o que me disse o ponta-esquerda Antonio Simões, do inesquecível Benfica, melhor ponta da história do futebol português e adversário do Santos na final do Mundial de 1962:

“É muito difícil encontrar tanto craque, tanto jogador inteligente como naquele time. Comparo o Santos de 1962 com a Seleção do Brasil de 1970. São as duas melhores equipes de futebol que vi até hoje. A Seleção de 70 é a confirmação de um modelo de jogo que o Santos já demonstrava há muito tempo.”

É óbvio que a Seleção Brasileira trouxe do Santos os craques, o espírito indomável e vencedor que a transformou na melhor Seleção de todos os tempos. Só não enxerga isso quem não quer ver ou é burro. A propósito, lembro agora uma frase do francês Gabriel Hanot, ex-jogador, jornalista esportivo e criador da Champions League. Maravilhado depois de assistir Santos 5, Benfica 2, no Estádio da Luz, ele disse:

“Desde há muito acompanhando o Santos pela Europa, julgo-a a melhor equipe do mundo, superior, inclusive, àquela famosa do Honved.”

Aqui, abro um parêntese para perguntar às pessoas de boa vontade: é possível comparar uma final de mundial interclubes decidida em uma melhor de três entre o campeão europeu e o sul-americano, com outra definida em uma única partida, no Japão, em Dubai ou no raio que o parta? Uma decisão em que a torcida local recebe bandeirinhas dos clubes finalistas para balançar durante o jogo? Me poupem!

A melhor e mais importante partida de um clube brasileiro em toda a história foi Santos 5, Benfica 2, no Estádio da Luz, então o maior estádio da Europa. Quem quiser debater sobre isso, estou à disposição. E a segunda maior foi Santos 4, Milan 2, no Maracanã. O resto, como diriam os cronistas antigos, não pagam nem placê.

Pois é. Os idiotas da objetividade torceram para o Santos acabar quando Pelé parou. Estavam loucos para ter uma oportunidade de falar de seus times, de dourar a pílula da mediocridade até que se tornassem pérolas. Bem, esses não estavam e não estão interessados na história do futebol, mas sim em seus decadentes times “do povo”. Mas aí veio Juary, Pita, Nilton Batata, João Paulo, Ailton Lira, Robinho, Diego, Neymar, Ganso, Ricardo Oliveira, Lucas Lima…

E, contra tudo o que se vê nos viciados noticiários de tevê, neste século XXI, que já tem 17 anos completos, o retrospecto do Glorioso Alvinegro Praiano contra os chamados grandes clubes brasileiros não poderia ser melhor: o Santos tem saldo positivo contra todos eles.

A informação vem do amigo Guilherme Gomez Guarche, responsável pelo departamento de memória do Santos Futebol – um departamento que deveria ser ampliado e melhor aparelhado, pois a história é o melhor marketing do Santos.

Bem, mas como eu ia dizendo, o Guarche me passou o retrospecto do nosso querido Santos contra os chamados grandes de São Paulo e Rio de Janeiro. Vejamos essa informação que, sei lá por que, a imprensa esportiva brasileira ignora. Escreve-me o Guarche:

Contra o Corinthians foram 57 partidas, com 25 vitórias santistas,14 empates e 18 derrotas. Portanto, sete vitórias de saldo.

Contra o São Paulo, em 56 partidas, 28 vitórias do Santos, 10 empates e 18 derrotas, ou seja, saldo de 10 vitórias!

Contra o Palmeiras, 49 partidas, com 19 vitórias, 13 empates e 17 derrotas, duas vitórias de saldo.

Contra o Flamengo, 35 partidas, com 11 vitórias, 14 empates e 10 derrotas, uma vitória a mais.

Contra o Fluminense, 37 partidas , com 14 vitórias, 7 empates e 13 derrotas, outra vitória de saldo.

Contra o Botafogo, 32 partidas, com 14 vitórias, 9 empates e 9 derrotas, cinco vitórias a mais para o Santos.

Contra o Vasco da Gama, 29 partidas, com 13 vitórias, 7 empates e 9 derrotas, ou seja, quatro vitórias a mais para o Santos.

Então, minha cara e meu caro, se a imprensa esportiva brasileira não vê ou finge ignorar um time que neste século supera, no confronto direto, todos os outros chamados grandes de São Paulo e Rio de Janeiro, podem estar certos de que o problema não é do Santos, mas da nossa míope imprensa esportiva.

Santos tem a quarta torcida nos mercados mais ricos do Brasil

Valeu Meninos!

O jogo foi muito equilibrado, com domínio do Santos no primeiro tempo e do Avaí em boa parte do segundo. Ocorre que, contrariando a sua tradição, esse sub-20 do Santos não tem fome de gol e não tem um especialista para marcá-los. Por outro lado, o Avaí se mostrou mais inteligente, malicioso e objetivo.

Quando o comentarista do Sportv dizia que a decisão iria para os pênaltis, um jogador do meio campo do time de Florianópolis acertou um lançamento de Gérson, Getúlio matou com categoria e cruzou rasteiro e forte para o boca suja Vinicius Baiano só empurrar para as redes, no gol solitário de um bom jogo.

Sobre esses Meninos santistas, eu diria que nenhum ainda merece ao menos frequentar o banco de reservas do time profissional. Tudo bem que são bem jovens, mas com essa idade muito Menino da Vila já era titular do Alvinegro Praiano. Mostraram fibra, mas lhes falta habilidade, força, inteligência e traquejo. Talvez ainda possam vingar? Acho difícil, mas se acreditam no sonho de viver como jogador de futebol, que continuem treinando e aprendendo, quem sabe. Mas, por enquanto, não têm bola para jogar no Santos (estava gostando do tal de Bote, mas pediu para sair por cansaço na metade do primeiro tempo).De qualquer forma, valeu. Fizeram um bom jogo e caíram de pé.

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Segure o G4, Santos!

Já que está no G4, o Santos tem de fazer tudo para se segurar nessa posição, e isso quer dizer vencer o Atlético em Curitiba. Difícil? Claro. O time paranaense é bom, valente, mas tem um calcanhar de Aquiles: sua defesa já sofreu 13 gols e tem problemas. O Glorioso Alvinegro Praiano tem de jogar como um integrante do G4, assumir outra postura mesmo fora de casa e dar um passo importante para se firmar na turma de cima.

Sobre essa mudança de atitude tenho uma historiazinha pessoal e já peço desculpas se parecer cabotinismo, mas nada como um exemplo que nós mesmos vivemos. Pois bem. Era eu um tenista esforçado que com vitórias de garra e um ou outro wo (falta de comparecimento do adversário) galguei a invejável posição de número um do ranking da sede Granja Julieta do Hobby Sports Club, a unidade do clube com os melhores tenistas.

Obviamente fui desafiado pelos melhores tenistas do Hobby e uma hora acabei perdendo a posição, mas quando eu a defendia percebi que algo havia mudado na minha atitude. Ao entrar em quadra como número um do ranking, senti-me tomado por inesperada confiança, ao mesmo tempo em que meu adversário mostrava uma ligeira apreensão – atitudes que, no frigir dos ovos, acabavam fazendo a balança pender a meu favor.

Lembro disso porque espero que o Santos entre em campo para enfrentar o Atlético, neste sábado, às 18 horas, no belo estádio da Arena da Baixada, orgulhoso e confiante como um integrante do G4 deve ser; que não se contente em se defender, ou com o empate; que saiba se impor na hora certa e voltar da bela Curitiba com preciosíssimos três pontos.

O campeonato está um equilíbrio só. Nosso Santos está seis pontos abaixo do líder, o Internacional, e apenas cinco pontos acima da zona do rebaixamento. Nada menos do que seis times têm os mesmos 13 pontos que o Glorioso Alvinegro Praiano. Portanto, assim como a vitória deve manter o time no G4, uma derrota, que deve ser evitada de qualquer maneira, o levará para o meião da tabela.

Enquanto o Santos volta a ter o time completo, apenas sem Ricardo Oliveira, o Atlético Paranaense, do técnico Paulo Autuori, começou a ser cobrado por seus torcedores, pois sua defesa tem falhado seguidamente, principalmente o zagueiro Paulo André e o goleiro Weverton.

Dos oito jogos que fez neste Brasileiro, cinco deles fora de casa, o Atlético só não sofreu gol na vitória de 1 a 0 sobre o Santa Cruz, em Curitiba. Das partidas que fez em casa, venceu Santa Cruz e Figueirense e empatou com o Atlético Mineiro, por 1 a 1.

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Timemania espelha popularidade

Para se manter entre os 20 times mais votados na Timemania, o Atlético Paranaense mantém uma promoção na qual 25 apostas na Timemania, o equivalente a 50 reais, podem ser trocadas por um ingresso para o jogo contra o Santos. E mesmo assim o time só ocupa a 19ª posição entre os mais votados. Enquanto isso, sem promoções do tipo e quase sem divulgação, o Santos permanece em terceiro lugar entre os times brasileiros mais votados nessa que é a enquete de torcidas mais fidedigna do Brasil. Veja o resultado das apostas do dia 14 deste mês:

Colocação Clube UF TOTAL % Total
1º FLAMENGO RJ 3.061.415 5,33%
2º CORINTHIANS SP 2.529.922 4,40%
3º SANTOS SP 2.023.092 3,52%
4º PALMEIRAS SP 1.901.710 3,31%
5º SAO PAULO SP 1.899.645 3,31%
6º GREMIO RS 1.789.131 3,11%
7º VASCO DA GAMA RJ 1.676.301 2,92%
8º INTERNACIONAL RS 1.470.686 2,56%
9º BOTAFOGO RJ 1.438.609 2,50%
10º ATLETICO MG 1.391.732 2,42%
11º CRUZEIRO MG 1.265.407 2,20%
12º BAHIA BA 1.237.764 2,15%
13º FLUMINENSE RJ 1.231.974 2,14%
14º FORTALEZA CE 1.176.732 2,05%
15º GOIAS GO 998.112 1,74%
16º VITORIA BA 941.081 1,64%
17º SANTA CRUZ PE 856.182 1,49%
18º CEARA CE 814.623 1,42%
19º ATLETICO PR 813.043 1,42%

Goleada das Sereias

As Sereias da Vila andaram perdendo alguns jogos. Mas na última partida lavaram a égua. Então, para dar uma força para as meninas, vamos ver como foi a goleada sobre o União Mogi:

Recuperação dos Meninos do Sub-20

O time Sub-20 não estava bem, mas conseguiu vitória convincente contra o Barueri. Vale a pena também dar uma força para os Meninos:

Clínica de Tênis Infanto-Juvenil com Suzana Silva e Marcos Vasconcelos

Clube de Campo do Castelo

TÊNIS E VALORES PARA A VIDA

Venha aprender e aperfeiçoar seu jogo de tênis enquanto fortalece sua paciência, disciplina, coragem, autoconfiança e autonomia, e, claro, faz novos amigos!

Crianças e jovens de 8 a 14 anos, divididos por nível de habilidade.

De 11 a 14 de julho (segunda à quinta-feira), das 9 às 17hs.

PROGRAMAÇÃO

1º Dia – Jogo de fundo de quadra: desenvolver a paciência para construir o ponto.

2º Dia – Jogo de fundo de quadra: desenvolver a disciplina tática para bolas de ataque e de defesa.

3º Dia – Jogo de transição e jogo de rede: desenvolver a coragem para atacar as bolas curtas e subir à rede.

4º Dia – Voleios, Smashes e passadas: desenvolver a autoconfiança para definir pontos e contra-atacar.

TODOS OS DIAS, NOS JOGOS DE SIMPLES E DUPLAS:

Desenvolver a autonomia para tomar decisões e sofrer as consequências.

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA

· 9h – Palestra do dia

· 09h30min – Aquecimento inteligente

· 10 às 12 h – Drills

· 12 às 14 h – Almoço e descanso

· 14 h – Jogos organizados de simples e duplas

· 15h30min – Jogos Esportivos e Oficinas

· 16h30min – Alongamento e volta à calma

· 17 h – Encerramento

INVESTIMENTO

Valores para associados: 6 (seis) parcelas de R$ 150,00

Inclui alimentação, hidratação, Camiseta e Livro “Tênis: O Espírito do Esporte” de Suzana Silva.

As inscrições deverão ser confirmadas até o dia 1º de julho – pagamento da primeira parcela com depósito bancário:

Suzana Silva Promoções Ltda., 03.971.761/0001-89

Banco Bradesco – Agência 0031-0 CC 0403114-8

Obs: Nas datas citadas acima, as quadras de tênis 04, 05 e a quadra rápida, estarão reservadas para o evento das 9h às 17h. Em caso de chuva, usaremos o ginásio de esportes.

Maiores informações

11.3167-7863 Clínica de Tênis Suzana Silva

11.5668-3030 Departamento de Esportes CCC

E você, acha que o Santos vai segurar o G4 em Curitiba?


Nenhum Menino está pronto, mas alguns estão chegando lá!

ze carlos
Lateral-esquerdo Zé Carlos, um destaque do Santos na Copa São Paulo.

gabriel gol
Gabriel teve altos e baixos, mas procurou o jogo e fez o gol da vitória contra o XV.

oswaldo oliveira
Oswaldo de Oliveira terá muito trabalho. A bandeirinha teve e se saiu bem.

bola de ouro
Uma justa homenagem ao primeiro, único e eterno Rei do Futebol.

http://youtu.be/ReTR24dJeHQ

Gabriel passou as férias treinando. O trabalho compensou. Golaço!

Vitória preguiçosa sobre o XV

Tudo bem que foi o primeiro jogo depois das férias, mas era para o Santos ter apresentado um futebol mais digno na sua estreia do Campeonato Paulista, na primeira partida em que foi dirigido por Oswaldo de Oliveira. Disperso nas jogadas de ataque e apelando para os velhos chutões para sair da defesa para o ataque, o Alvinegro Praiano venceu o XV de Piracicaba por mísero 1 a 0, gol de Gabriel aos 40 minutos do primeiro tempo.

Ao contrário do time Sub-20 que jogou pela manhã, os profissionais não marcaram a saída de bola do adversário e erraram muitos passes, a ponto de terem menos posse de bola do que o XV no primeiro tempo (48%, contra 52% do adversário). Enfim, não empolgaram.

Montillo sentiu uma fisgada na coxa e não voltou para o segundo tempo. Provavelmente o Santos ficará sem ele e Leandro Damião nos próximos jogos, tendo de se valer de uma maioria de Meninos vindos da base. Léo Cittadini entrou no lugar de Montillo e perdeu a chance de deixar uma boa impressão. Só tocou de lado e parecia cansado.

Dos garotos, Geuvânio foi o melhor contra o XV. Gabriel fez o gol e buscou participar mais das jogadas, mas tentou dar uma cavadinha em uma chance clara e quase compromete a vitória. Era só tocar para Thiago Ribeiro, à sua esquerda. Além disso, tentou cavar um pênalti e, além de perder o gol, recebeu um justo cartão amarelo. Émerson apoiou bem pela esquerda. Gustavo Henrique e Jubal não se destacaram, mas deram pro gasto. Leandrinho entrou com o sono de sempre, mas deu uma melhoradinha. Foi bem substituído por Alan Santos.

Dos mais rodados, Arouca mostrou disposição e foi um carrapato na marcação; Aranha não teve trabalho e Cicinho se virou como pôde. Thiago Ribeiro errou demais. Será que Cícero fez falta?

O jogo foi lento. Muitos santistas pareciam fora de forma e terminaram a partida exaustos. O XV só não empatou porque não mostrou a mínima aptidão ofensiva. Enfim, o jogo não foi bom. Mas vamos dar um desconto, pois o campeonato está apenas começando. Terça-feira o time joga no Pacaembu contra o Audax e espera-se um público maior do que os menos de 8 mil pagantes que viram a estreia da equipe no Paulista.

Santos 1 X 0 XV de Piracicaba

Santos: Aranha; Cicinho, Jubal, Gustavo Henrique e Emerson (Mena); Arouca, Leandrinho (Alan Santos) e Montillo (Léo Cittadini); Geuvânio, Thiago Ribeiro e Gabriel. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

XV de Piracicaba: Márcio, Vinicius Bovi, Leonardo Luiz, Pitty e Aelson (Rodrigo); Alan Bahia, Adilson Goiano, Danilo Sacramento e Jean Carioca (Gilsinho); Pipico e Adilson (Felipe Adão). Técnico: Edison Só

Gol: Gabriel, aos 40 minutos do primeiro tempo, acertando um belo chute de canhota, após linda assistência de Geuvânio.

Arbitragem: Vinicius Gonçalves Dias Araújo, auxiliado por Vicente Romano Neto e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo. Essa Tatiane foi muito bem. Acertou todas as marcações.

Cartões amarelos: Gabriel e Leandrinho (Santos); Alan Bahia, Danilo Sacramento e Adilson Goiano (XV de Piracicaba).

Nenhum Menino está pronto, mas alguns estão chegando lá!

http://youtu.be/B1s8pLyG3Uc
Paulo Ricardo, Serginho e Diogo Cardoso marcaram os gols da vitória sobre o Taboão da Serra que colocou o Santos na semifinal da Copa São Paulo de Futebol Júnior

O técnico Oswaldo de Oliveira tem acompanhado as atuações do Santos na Copa São Paulo de Futebol Júnior e elogiou o time e alguns jogadores, mas disse que nenhum está pronto para o profissionalismo. “No futuro eles darão uma resposta positiva, mas agora acho muito prematuro. As fases têm de ser respeitadas”, ensinou ele.

Assisti com atenção a vitória por 3 a 0 sobre o Taboão da Serra, em Barueri, e entendo muito bem o que Oliveira disse. O time dirigido por Pepinho Macia é ofensivo, joga bonito, prefere o toque ao chutão, sai com tranqüilidade da defesa ao ataque e tem bons jogadores. Mas nenhum deles, realmente, está pronto para atuar no time profissional do Santos.

Alguns leitores, oportunamente, me perguntarão: “Mas no ano passado você não defendeu que se desse mais oportunidades para os Meninos vindos da base? Não falava em Gabriel, Victor Andrade, Neilton, Leandrinho, Gustavo Henrique, Jubal e Giva, entre outros? O que mudou de lá para cá?”.

É claro que respondo com o peito aberto e a maior boa vontade: O que mudou é que em 2013 o Santos não tinha elenco e lutava agoniadamente para fugir do descenso. Diante da mediocridade de alguns jogadores do time de cima e da tática medrosa dos técnicos Muricy Ramalho e, em menor escala, de Claudiney Oliveira, um garoto no ataque, ou no meio, significava a esperança de algo novo, ousado, que no mínimo não tornaria o time pior do que já estava.

De lá para cá, porém, vieram Cicinho, Mena, Thiago Ribeiro, e a equipe ganhou corpo. Dos Meninos, Gustavo Henrique, Alison, Alan Santos e Geuvânio mostraram que podem se tornar bons profissionais. Outros, como Gabriel, Victor Andrade e Giva ainda estão amadurecendo. Enfim, ainda há muitos jovens da fornada anterior que não podem ser descartados.

Desses garotos que estão vestindo a gloriosa camisa do Alvinegro Praiano em busca do bicampeonato da Copa São Paulo, nenhum deve ser integrado à equipe de Oswaldo Oliveira, mas alguns estão bem próximos de se tornarem jogadores mais regulares e seguros, condições essenciais para ingressarem no profissionalismo.

Mas o que é preciso para que esses Meninos desabrochem e se transformem em titulares, ou, quem sabe, futuros ídolos do Peixe? Bem, do pouco que joguei – apenas na fase amadora – e do muito que vi, li e aprendi sobre futebol, tomo a liberdade de dar uns toques para nossos queridos Meninos. A começar pelo goleiro, João Paulo, que tem como qualidade sair jogando rapidamente e com as mãos.

João Paulo dá passes, não chutões. Isso é ótimo. Contra o Taboão também saiu muito bem do gol nos cruzamentos altos. Mas tem de evitar espalmar bolas para o centro da área. Se não der para encaixar, jogue para longe, ou para escanteio.

Laterais Daniel Guedes e Zé Carlos: muito bons. Dominam bem a bola, sabem tocar, são rápidos. Daniel chuta melhor, enquanto Zé Carlos tabela bem e deu um passe espetacular para Serginho fazer o segundo gol contra o Taboão. Pelos jogos que vi, parece-me que ambos não são exímios marcadores, algo que precisam corrigir. Mas é só uma questão de tempo para o Santos ter dois ótimos laterais. Esses só precisam se conscientizar que a evolução no futebol exige um trabalho constante, porém ambos já têm o dom, o que é essencial para se tornar craque.

Paulo Ricardo e Naílson: ainda não formam uma dupla como Gustavo Henrique e Jubal, mas não ficam muito atrás. Ótimos nas bolas altas, decididos, foram muito bem contra o Taboão, e Paulo Ricardo ainda fez o primeiro gol do jogo. Naílson recebeu o terceiro cartão amarelo e não joga a semifinal. É cedo para falar de futuro, mas estão indo bem.

Lucas Otávio: as qualidades dele todo mundo vê, que são a dedicação ao time, o tempo certo para fazer o corte, o fôlego para estar em vários lugares do campo. Mas ele tem também deficiências que precisam ser superadas. Uma delas, óbvia, é o tamanho. Não dá para disputar bola alta na área, por exemplo. Porém, suas falhas mais graves têm sido a dificuldade para acertar chutes a gol e passes medidos.

Um jogador de meio-campo não deveria se limitar a ser um ladrão de bolas, como a maioria dos volantes brasileiros. Se durante o jogo surgem várias oportunidades para uma assistência ou um chute vencedores, por que desperdiçar? E isso é algo que Lucas Otávio pode e deve treinar.

Outro detalhe é a atenção ao jogo, a capacidade de fazer a análise correta da gravidade de cada lance. Há bolas que não se pode perder em hipótese alguma. Tentar um drible arriscado ou uma jogada de efeito no meio-campo, quando o time está saindo da defesa, é totalmente reprovável. E contra o Taboão, por três ou quatro vezes Lucas Otávio perdeu a bola no meio-campo e deu contra-ataques ao adversário. Em um time profissional, apenas um desses erros poderia tirar suas chances de continuar na equipe (foi por falhas assim que Rodrigo Mancha saiu do Santos, lembram-se?).

Este canhoto, Serginho, é outro que impressiona bem. Talvez o jogador de maior potencial deles todos. É o meia atacante do Santos que melhor bate na bola. Já que tem esse dom, que o aprimore, treinando chutes em todas as situações, com todos os efeitos e forças. Mas futebol não é só chutar a gol. É preciso que participe mais do jogo e, ao participar, acerte os passes, os dribles, mantenha a posse de bola.

Algo que distingue um amador de um profissional, é que o primeiro tem muita dificuldade de segurar a bola, de mantê-la sob o seu domínio, enquanto o profissional sabe segurá-la o tempo necessário para dar andamento à jogada sem que ela passe para o poder do adversário. Às vezes o toque tem de ser de primeira, mas outras vezes o melhor é prender e passar para um companheiro melhor colocado. E passar certo, claro!

Com trabalho e humildade – receita que serve para tudo na vida – Serginho pode se tornar um grande meia-esquerda. Do contrário, será mais um que apenas passará pela história do Santos, sem deixar saudades. Mesmo considerando-se que a sorte é importante no futebol, o futuro de Serginho só depende dele. Com mais trabalho físico e de fundamento, terá tudo para vencer no esporte.

Grandalhão, com boa presença de área, Stéfano Yuri tem marcado muitos gols pelo time Sub-20 e já merece elogios rasgados de alguns torcedores. Porém, o garoto ainda tem alguma dificuldade para se colocar à espera do passe, é lento e às vezes tropeça na bola. Uma grande pena que tenha se machucado, pois é muito eficaz para aproveitar cruzamentos, alternativa que sempre pode decidir partidas, principalmente as mais atravancadas.

Por fim, Diogo Cardoso, o jogador deste Sub-20 mais perto do nível que se espera de um profissional. Não digo isso só pela técnica, acima da média, ou pelo físico, forte e ágil, mas também pela atitude. Ao contrário de muitos, não o considero fominha. Sabe criar a jogada para os companheiros, desde que eles se apresentem para conclui-la, mas também finaliza bem, quando preciso.

Mostrou uma maturidade muito grande ao receber cartão amarelo do péssimo árbitro Marcos Silva dos Santos Gonçalves, em uma jogada em que foi ele, Diogo, quem sofreu a falta no momento em que disparava em direção ao gol adversário. O cartão, que deveria ser dado ao zagueiro do Taboão, acabou impedindo Diogo de jogar a semifinal. Uma lástima! Qualquer outro teria se rebelado e poderia ser expulso. O rapaz se segurou e engoliu a injustiça, como gente grande.

O árbitro também não respeitou a lei de vantagem em favor do Santos e demorou uma eternidade para dar o primeiro cartão amarelo ao adversário. Tão ruins quanto ele foram os bandeirinhas Marcelo Ferreira da Silva e Adilson Roberto de Oliveira. Cada um anulou um gol legítimo: do Santos e do Taboão, só que o primeiro foi do santista Diogo Cardoso.

Dos outros Meninos da Vila eu falo quando tiver uma opinião mais abalizada. Mas do técnico Pepinho Macia eu já posso falar. Filho do maior artilheiro humano do Santos, obviamente Pepinho é adepto do futebol ofensivo. E veja que mesmo tendo o ataque mais positivo da competição, o Santos só sofreu um gol. Aprovo o sistema 4-3-3- e a disposição que Pepinho passa aos seus jogadores. As origens do Santos se harmonizam nesse time. E ainda tem gente que duvida da força do DNA ofensivo.

E pra você, o que falta para esses Meninos subirem para o time do Oswaldo de Oliveira?


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