Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Torcida do Santos (page 1 of 14)

Só depende de você! Venha!

torcida pacaembuLotar o Pacaembu será o nosso desafio a cada jogo!


Uma virada recente no Pacaembu.

Não se pode ter a garantia de que o Santos vencerá o Nacional do Uruguai esta noite. O adversário tem tradição, já venceu a Libertadores e o Mundial três vezes, e sempre luta até o fim. Será uma prova de fogo para os nossos Meninos. Porém, se não se pode ter a certeza da vitória, nós, torcedores, ao menos podemos fazer a nossa parte, que é comparecer ao Pacaembu e incentivar nosso time o tempo todo em busca dessa importante vitória.

O técnico Jair Ventura escalará a melhor equipe disponível – com Gabigol, inclusive – em busca de um triunfo que colocará o Santos no segundo lugar do grupo. Com todos os titulares, exceção apenas de Bruno Henrique, o Santos será uma equipe vibrante e certamente dará um bom espetáculo.

O time perdeu quando podia perder, mas nessa quinta-feira, a partir das 19h15, no Pacaembu, o Alvinegro Praiano irá com tudo para cima do Nacional em busca de sua primeira vitória na Copa Libertadores de 2018. A ordem é lotar o Pacaembu e empurrar o Santos para mais um espetáculo dentro e fora do campo.

Não deixe de participar desse jogão. O Santos precisa do seu grito.

Atenção para os preços dos ingressos:
R$ 40,00 inteira / R$ 20,00 meia – tobogã
R$ 60,00 inteira / R$ 30,00 meia – arquibancadas amarela, verde, lilás (portão 21)
R$ 60,00 inteira / R$ 30,00 meia – arquibancada visitante (portão 22)
R$ 80,00 inteira / R$ 40,00 meia – cadeira especial laranja
R$ 100,00 inteira / R$ 50,00 meia – cadeira descoberta manga
R$ 120,00 inteira / R$ 60,00 meia – cadeira coberta azul

Ida de Zeca para o rival melou
Como o departamento jurídico do Santos tem afirmado, não há motivo para Zeca conseguir sua liberação do clube, pois não há comprovação de atraso de salários.

Postos de venda na Baixada Santista e em São Paulo

Vila Belmiro (Santos) – Rua Princesa Isabel, s/ nº – Guichês da bilheteria principal, próximos à Portaria 6 e aos Portões 7/8.

Pacaembu (São Paulo) – Praça Charles Miller s/n – Bilheteria principal (próxima do portão principal) – De domingo a quarta-feira, das 11 às 17h00, e no dia da partida (15), das 11h até o término do 1º tempo.

Quiosque Compre Ingressos/Redegol (Santos) – Rua Euclides da Cunha, 21 – Loja 22 – Shopping Miramar – 2º Piso – Gonzaga – segunda a sábado das 10 às 18h00. Domingo das 15h às 19h00.

Alexi Calçados (Santos) – Av. Ana Costa, 549 (Shopping Parque Balneário, 51 – Térreo) – De segunda a sábado, das 10 às 21h00 e domingo, das 13 às 21h00.

Empório Brasil Esportes (São Vicente) – Rua Jacob Emmerick, 448 – Centro – Tel.: 3467-5298 – De segunda a sábado, das 9 às 19h00; domingo e feriado não abre.

Pepino Esportes do Super Centro Boqueirão (Santos) – Rua Oswaldo Cruz – loja 66/95 – Tel.: 3233-8850 – De segunda a sábado, das 9 às 20h00; domingo e feriado não abre.

Shopping Internacional de Guarulhos (Guarulhos) – Rodovia presidente Dutra, S/N – Loja Santos Store – Tel.: (01) 2414-3098 – Todos os dias, das 11 às 17h00.

Teatro Raul Cortez (São Paulo) – Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – de terça a quinta, das 15h00 às 20h00 e de sexta a domingo, das 15 às 18h00.

Cabine 765 (São Paulo) – Marquês de Itu, 765 – Vila Buarque – SP – de terça a sábado, das 11h00 às 19h00.

Pharmacia & Cia (São Paulo) – Rua Tucuna, 302 – Pompeia – SP – Todos os dias, das 10 às 19h00

Secretaria Social do Santos FC
Responsável pelo atendimento ao associado do Clube. Expediente de segunda a sexta-feira, das 9 às 17h00 e em dias de jogos na Vila Belmiro das 09h00 até o intervalo da partida. Contato através do e-mail social@santosfc.com.br ou pelo tel.: (13) 3257-4000, opção 2.

CAT (Centro de Atendimento ao Torcedor)
O torcedor não sócio conta com atendimento não-presencial através do e-mail cat@redegol.com ou pelo tel.: (13) 2191-0000. Expediente telefônico é realizado de segunda à sábado, das 11 até 19 horas. No portal http://santosfc.redegol.com também é possível buscar informações gerais e esclarecer dúvidas. Em dias de jogos na Vila Belmiro, o atendimento presencial pelo CAT (Centro de Atendimento ao Torcedor) é realizado na Ouvidoria do Santos FC, com início 4 horas antes do jogo.

Pessoas com Deficiências (PCDs)
Em número limitado a 100, no setor cadeira especial laranja, ingresso deverá ser retirado no portão 13 do Estádio, localizado na Rua Itápolis, no ato da entrada do torcedor. O atendimento gratuito é apenas para os portadores de necessidades especiais. Acompanhante deverá obrigatoriamente adquirir ingresso para o setor de cadeira especial laranja. Sugerimos que o acompanhante compre seu ingresso com antecedência, evitando problemas no dia do jogo, caso os ingressos do setor se esgotem antecipadamente.

Gratuidade (Lei Municipal 11.256/92)
Menores de 12 anos e maiores de 60 anos são isentos de pagamento no estádio do Pacaembu, de acordo com o limite de assentos disponíveis para essa categoria nos setores do estádio. Os ingressos estarão disponíveis nos portões principal (arquibancadas verde e amarela), 22 (torcida visitante) e 25 (Tobogã) e deverão ser retirados nos próprios portões, no ato da entrada do torcedor e só serão fornecidos mediante apresentação de documento que comprove a idade do torcedor.

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E então, vamos nos ver no Paca?


Agora é pra valer!


Na Libertadores de 2003 o jogão na Vila Belmiro foi assim…

Até as 15 horas desta quarta-feira tínhamos, segundo a Redegol, 17.685 ingressos vendidos para o jogão de amanhã, às 19h15, diante do Nacional do Uruguai. Eu acredito em no mínimo 30 mil santistas no Pacaembu, motivados para empurrar o time nesse jogo decisivo contra o tradicional time uruguaio.

O Santos perdeu quando podia perder, mas nessa quinta-feira, a partir das 19h15, no Pacaembu, o time vai com tudo para cima do Nacional em busca de sua primeira vitória na Copa Libertadores de 2018. A hora é de lotar o Pacaembu e empurrar o Alvinegro Praiano, em mais um espetáculo dentro e fora do campo.

Não deixe de participar desse jogão. O Santos precisa do seu grito.

Atenção para os preços dos ingressos:
R$ 40,00 inteira / R$ 20,00 meia – tobogã
R$ 60,00 inteira / R$ 30,00 meia – arquibancadas amarela, verde, lilás (portão 21)
R$ 60,00 inteira / R$ 30,00 meia – arquibancada visitante (portão 22)
R$ 80,00 inteira / R$ 40,00 meia – cadeira especial laranja
R$ 100,00 inteira / R$ 50,00 meia – cadeira descoberta manga
R$ 120,00 inteira / R$ 60,00 meia – cadeira coberta azul

Ida de Zeca para o rival melou
Como o departamento jurídico do Santos tem afirmado, não há motivo para Zeca conseguir sua liberação do clube, pois não há comprovação de atraso de salários.

Postos de venda na Baixada Santista e em São Paulo

Vila Belmiro (Santos) – Rua Princesa Isabel, s/ nº – Guichês da bilheteria principal, próximos à Portaria 6 e aos Portões 7/8.

Pacaembu (São Paulo) – Praça Charles Miller s/n – Bilheteria principal (próxima do portão principal) – De domingo a quarta-feira, das 11 às 17h00, e no dia da partida (15), das 11h até o término do 1º tempo.

Quiosque Compre Ingressos/Redegol (Santos) – Rua Euclides da Cunha, 21 – Loja 22 – Shopping Miramar – 2º Piso – Gonzaga – segunda a sábado das 10 às 18h00. Domingo das 15h às 19h00.

Alexi Calçados (Santos) – Av. Ana Costa, 549 (Shopping Parque Balneário, 51 – Térreo) – De segunda a sábado, das 10 às 21h00 e domingo, das 13 às 21h00.

Empório Brasil Esportes (São Vicente) – Rua Jacob Emmerick, 448 – Centro – Tel.: 3467-5298 – De segunda a sábado, das 9 às 19h00; domingo e feriado não abre.

Pepino Esportes do Super Centro Boqueirão (Santos) – Rua Oswaldo Cruz – loja 66/95 – Tel.: 3233-8850 – De segunda a sábado, das 9 às 20h00; domingo e feriado não abre.

Shopping Internacional de Guarulhos (Guarulhos) – Rodovia presidente Dutra, S/N – Loja Santos Store – Tel.: (01) 2414-3098 – Todos os dias, das 11 às 17h00.

Teatro Raul Cortez (São Paulo) – Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – de terça a quinta, das 15h00 às 20h00 e de sexta a domingo, das 15 às 18h00.

Cabine 765 (São Paulo) – Marquês de Itu, 765 – Vila Buarque – SP – de terça a sábado, das 11h00 às 19h00.

Pharmacia & Cia (São Paulo) – Rua Tucuna, 302 – Pompeia – SP – Todos os dias, das 10 às 19h00

Secretaria Social do Santos FC
Responsável pelo atendimento ao associado do Clube. Expediente de segunda a sexta-feira, das 9 às 17h00 e em dias de jogos na Vila Belmiro das 09h00 até o intervalo da partida. Contato através do e-mail social@santosfc.com.br ou pelo tel.: (13) 3257-4000, opção 2.

CAT (Centro de Atendimento ao Torcedor)
O torcedor não sócio conta com atendimento não-presencial através do e-mail cat@redegol.com ou pelo tel.: (13) 2191-0000. Expediente telefônico é realizado de segunda à sábado, das 11 até 19 horas. No portal http://santosfc.redegol.com também é possível buscar informações gerais e esclarecer dúvidas. Em dias de jogos na Vila Belmiro, o atendimento presencial pelo CAT (Centro de Atendimento ao Torcedor) é realizado na Ouvidoria do Santos FC, com início 4 horas antes do jogo.

Pessoas com Deficiências (PCDs)
Em número limitado a 100, no setor cadeira especial laranja, ingresso deverá ser retirado no portão 13 do Estádio, localizado na Rua Itápolis, no ato da entrada do torcedor. O atendimento gratuito é apenas para os portadores de necessidades especiais. Acompanhante deverá obrigatoriamente adquirir ingresso para o setor de cadeira especial laranja. Sugerimos que o acompanhante compre seu ingresso com antecedência, evitando problemas no dia do jogo, caso os ingressos do setor se esgotem antecipadamente.

Gratuidade (Lei Municipal 11.256/92)
Menores de 12 anos e maiores de 60 anos são isentos de pagamento no estádio do Pacaembu, de acordo com o limite de assentos disponíveis para essa categoria nos setores do estádio. Os ingressos estarão disponíveis nos portões principal (arquibancadas verde e amarela), 22 (torcida visitante) e 25 (Tobogã) e deverão ser retirados nos próprios portões, no ato da entrada do torcedor e só serão fornecidos mediante apresentação de documento que comprove a idade do torcedor.

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E então, vamos nos ver no Paca?


Mesmo desfalcado, Santos domina o jogo, mas é prejudicado pela arbitragem e só fica no empate com o campeão brasileiro

Meus amigos e minhas amigas, o título deste post já diz tudo. Em uma tarde-noite memorável em um Pacaembu iluminado por cerca de 38 mil santistas – dos quais 34.448 pagantes – o Santos criou mais chances de gol e, mesmo sem os titulares Bruno Henrique e Gabigol, merecia vencer o Corinthians, atual campeão brasileiro, e provavelmente venceria não fosse a desastrosa atuação do árbitro Luiz Flávio de Oliveira, que além de muito econômico nos cartões aos jogadores corintianos, permitiu a cera de Romero e Cássio e no final ainda não marcou um pênalti claro em Léo Cittadini.

Depois de um tanto desencontrado no primeiro tempo, o Santos voltou mais determinado na segunda etapa e passou a pressionar o adversário, que escolheu jogar nos contra-ataques e apelar para as faltas e para a cera em vários momentos, sem que o árbitro Luiz Flávio de Oliveira tomasse uma atitude.

Ousado, o técnico Jair Ventura desta vez confiou plenamente nos garotos da base, a ponto de terminar a partida com sete jogadores oriundos das divisões inferiores do Santos: Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, Alison, Léo Cittadini, Vitor Bueno, Diogo Vitor e Arthur Gomes. E justo o último a entrar em campo, Diogo Vitor, que entrou aos 32 minutos do segundo tempo, fez o gol de empate nove minutos depois. Em cima dos 45 minutos do segundo tempo ocorreu o pênalti claro em Cittadini, que Luiz Flávio preferiu não marcar.

Considerado pelos comentaristas como o melhor jogo do campeonato até aqui, precedido por muitos eventos na Praça Charles Miller e no intervalo da partida, o clássico mostrou que foi mais do que acertada a decisão da diretoria santista de marcar o confronto para o Pacaembu, estádio ideal para os clássicos com mando do Santos. Na oportunidade, muitos santistas puderam se associar ao clube e também adquirir produtos oficiais. A partida foi transmitida pela TV Globo para o Estado de São Paulo e o Distrito Federal, com narração de Cléber Machado e comentários de Caio Ribeiro e Walter Casagrande.

Santos 1 x 1 Corinthians
Pacaembu, 17 horas
Público e renda : 34.448 pagantes e R$ 1.052.220,00.

Santos: Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Alison, Léo Cittadini e Vecchio (Vitor Bueno, aos 18’/2ºT); Rodrygo (Diogo Vitor, aos 32’/2ºT), Copete (Arthur Gomes, no intervalo) e Sasha; Técnico: Jair Ventura

Gols: Renê Júnior, aos 19’/1ºT (0-1); Diogo Vitor, aos 41’/2ºT (1-1);

Arbitragem: Luiz Flávio de Oliveira, auxiliado por Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Evandro de Melo Lima.

Cartões amarelos: David Braz, Diogo Vitor e Vecchio (SAN); Clayson e Gabriel (COR)

Ingressos

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Rodrygo deve começar jogando

Rodrygo e Léo Cittadini devem começar jogando o clássico de logo mais. O Santos irá com um time bem jovem para o jogo da maior rivalidade alvinegra do mundo. Apoiemos o Glorioso Alvinegro Praiano!

Recorde de público no Pacaembu é santista!

Ao contrário do que muitos falam, e até noticiam, o recorde de público no Pacaembu é de um jogo entre Santos e Palmeiras, jogado em 11 de dezembro de 1977, pelo campeonato nacional, em que mesmo com mando de campo do Palmeiras, os santistas ocuparam cerca de 70% do estádio. A narração dos acontecimentos está no livro Time dos Sonhos, trecho que reproduzo a seguir:

O Santos não estava indo bem no campeonato. Era o quarto e último do Grupo H, ao lado do Goitacaz, com 16 pontos ganhos no total. O mando de jogo era do Palmeiras. Mas, como clássico é clássico, fui ver. Na verdade, nós tentamos, mas não deu para entrar. A multidão se comprimia em torno do estádio, que já estava lotado. Imagino que umas 10 mil pessoas tenham ficado de fora. Desistimos e fomos comer uma pizza, na Consolação. Jorge Mendonça marcou aos 43 minutos do primeiro tempo, e Toinzinho empatou aos 17 do segundo. Mas isso não foi o mais importante.

O interessante daquele jogo, vim a confirmar depois, é que aquele Santos e Palmeiras é o recordista de público na história do Pacaembu – com 68.327 pagantes (renda de 2.018.220,00) -, superando a célebre estréia de Leônidas da Silva no São Paulo, contra o Palmeiras, dia 24 de maio de 1942. Leônidas, então com 29 anos, não marcou nenhum dos três gols são-paulinos, no empate de 3 a 3, mas deu um passe de cabeça para Lola empatar em 1 a 1 aos 32 minutos do primeiro tempo. As estatísticas daquela partida asseguraram que pagaram ingresso 71.281 pessoas, mas a verdade é que os números foram superdimensionados. Além do público registrado no borderô, resolveram calcular que outros oito mil torcedores (quatro mil de cada time) entraram de graça. Mesmo assim, o cálculo estaria impreciso, pois o mando de jogo era do Corinthians e só seus sócios deveriam ser computados. O borderô oficial do jogo, assinado pelo tesoureiro da FPF Júlio Fantauzzi indicava os seguintes ingressos recebidos: 35.969 gerais, 18.365 arquibancadas sem número, 3.992 militares, 3.245 senhoras e 1.710 arquibancadas numeradas, somando um total de 63.281 pessoas.

Com o tempo, foram colocadas cadeiras em parte das arquibancadas, diminuindo sua capacidade, mas, por outro lado, construiu-se o tobogã, com capacidade para mais 10.000 pessoas. Assim, o recorde oficial de público do Pacaembu – de 68.961 pagantes – pertence à rodada dupla do Campeonato Nacional, na noite do dia 14 de dezembro de 1972, quando jogaram na preliminar Corinthians e Ceará e, no jogo principal, Santos e Grêmio.

Porém, o jogo simples que atraiu o maior público ao estádio foi mesmo Santos e Palmeiras, no dia 11 de dezembro de 1977, naquele empate de 1 a 1.

Vale a pena, então, recordar os times que jogaram naquela dia, com arbitragem do carioca Luis Carlos Félix, que no segundo tempo expulsou Pires e Toinzinho: Santos: Ricardo, Nélson, Joãozinho, Fernando e Gilberto; Carlos Roberto, Aílton Lira e De Rosis (Juari); Nílton Batata, Toinzinho e João Paulo (Bianchi). Palmeiras: Leão, Rosemiro, Jair Gonçalves, Beto e Vacaria; Pires, Zé Mário e Jorge Mendonça; Edu, Toninho e Macedo (Adriano).

A revista Placar analisou o jogo assim: “… bonito e corrido. De um lado, Aílton Lira com muito talento, comandando a garra e a disposição dos jogadores do Santos. De outro, o time consciente, quase frio, do Palmeiras, tocado pelo não menos talentoso Jorge Mendonça. No primeiro tempo, o Santos correu mais, deu a impressão de dominar, mas acabou sofrendo o gol do próprio Jorge Mendonça, aos 43 minutos. No segundo, o ritmo foi mantido e, aos 17 minutos, a linha da defesa do Palmeiras – sem Marinho Perez – falhou, Toinzinho se aproveitou e marcou para empatar”.

E você, o que acha disso?


#VemproPaca

Já houve tempo que a nossa força estava no time. Coutinho conta que, nos clássicos no Pacaembu, dava uma espiada no público, antes de entrar em campo, e só via torcedor adversário. Mas a equipe do Santos era tão boa, tão boa, e tinha tanta personalidade, que a vitória quase sempre vinha. Quando o time já não era o mesmo, lá pelos meados dos anos 70, a torcida assumiu o seu papel e mostrou sua força.

Eram apenas meninos, oficialmente os primeiros Meninos da Vila, mas das arquibancadas vinha o clamor que lhes dava confiança e os empurrava para triunfos inesquecíveis. E como o futebol é cíclico, hoje voltamos aos tempos daquele bando de garotos atrevidos comandados pelo seu Chico Formiga.

Domingo, às 17 horas, no Pacaembu, vamos celebrar mais do que 105 anos do primeiro clássico de São Paulo, a maior rivalidade alvinegra do mundo, inaugurada em 22 de junho de 1913, com uma goleada santista por 6 a 3, no campo do Parque Antártica, na capital. Vamos celebrar, acima de tudo, nosso amor ao Santos e nosso apoio ao clube e ao time.

Após a derrota, na desumana altitude de 3.400 metros, para o humilde e empolgado Real Garcilaso, leio algumas críticas atrozes a jogadores e ao técnico Jair Ventura e, mesmo sem querer tirar o direito da livre opinião, lembro que a altitude já produziu resultados bizarros, como a goleada sofrida pela Argentina, diante da Bolívia, por 6 a 1. O próprio Santos de Neymar foi derrotado pelo Bolivar por 2 a 1, mas na Vila Belmiro infligiu acachapantes 8 a 0 ao iludido adversário. Então, julgar o time e o técnico por esse jogo é um pouco muito.

Por outro lado, conforme constatei em estudos sobre as causas das maiores crises vividas pelos grandes clubes brasileiros, um dos motivos principais dessa instabilidade é a troca constante de técnico. Um trabalho bem feito exige o mínimo de tempo. Sem ele, o treinador apela para experiências e corre maiores riscos, até que maus resultados seguidos o premiam com o bilhete azul.

Considero Jair Ventura um dos melhores da nova geração de técnicos brasileiros e estou certo de que está fazendo o melhor que pode pelo Santos. Tenho certeza, ainda, de que ele já está chegando ao final do processo de análise do potencial técnico, tático e físico de cada jogador do elenco, e o resultado disso logo ficará evidente. Sei também que um bom resultado domingo fará muitas trombetas se calarem, ou substituírem a marcha fúnebre pela valsa.

Pois é justamente nessas horas, de dificuldade, que se conhece o verdadeiro torcedor. Há um grito da torcida santista que exprime o que quero dizer: Se é para ganhar, se é para perder, eu amo esse time e o nome dele eu vou dizer: Sannnnntos! Sannnnntos! Sannnnntos!

Ao logo de sua história o Santos já nos deu muitas alegrias. Conquistou inúmeros títulos jogando contra adversários poderosos em seus campos, diante de suas torcidas. Agora chegou a nossa vez de jogarmos com o time, de sermos o alento que dará mais fôlego, coração e força aos nossos guerreiros da Vila. Temos um encontro com a alegria de ser santista nesse domingo, no Pacaembu.

#VemproPaca

Ingressos

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Rodrygo deve começar jogando

Rodrygo e Léo Cittadini devem começar jogando o clássico de logo mais. O Santos irá com um time bem jovem para o jogo da maior rivalidade alvinegra do mundo. Apoiemos o Glorioso Alvinegro Praiano!

Recorde de público no Pacaembu é santista!

Ao contrário do que muitos falam, e até noticiam, o recorde de público no Pacaembu é de um jogo entre Santos e Palmeiras, jogado em 11 de dezembro de 1977, pelo campeonato nacional, em que mesmo com mando de campo do Palmeiras, os santistas ocuparam cerca de 70% do estádio. A narração dos acontecimentos está no livro Time dos Sonhos, trecho que reproduzo a seguir:

O Santos não estava indo bem no campeonato. Era o quarto e último do Grupo H, ao lado do Goitacaz, com 16 pontos ganhos no total. O mando de jogo era do Palmeiras. Mas, como clássico é clássico, fui ver. Na verdade, nós tentamos, mas não deu para entrar. A multidão se comprimia em torno do estádio, que já estava lotado. Imagino que umas 10 mil pessoas tenham ficado de fora. Desistimos e fomos comer uma pizza, na Consolação. Jorge Mendonça marcou aos 43 minutos do primeiro tempo, e Toinzinho empatou aos 17 do segundo. Mas isso não foi o mais importante.

O interessante daquele jogo, vim a confirmar depois, é que aquele Santos e Palmeiras é o recordista de público na história do Pacaembu – com 68.327 pagantes (renda de 2.018.220,00) -, superando a célebre estréia de Leônidas da Silva no São Paulo, contra o Palmeiras, dia 24 de maio de 1942. Leônidas, então com 29 anos, não marcou nenhum dos três gols são-paulinos, no empate de 3 a 3, mas deu um passe de cabeça para Lola empatar em 1 a 1 aos 32 minutos do primeiro tempo. As estatísticas daquela partida asseguraram que pagaram ingresso 71.281 pessoas, mas a verdade é que os números foram superdimensionados. Além do público registrado no borderô, resolveram calcular que outros oito mil torcedores (quatro mil de cada time) entraram de graça. Mesmo assim, o cálculo estaria impreciso, pois o mando de jogo era do Corinthians e só seus sócios deveriam ser computados. O borderô oficial do jogo, assinado pelo tesoureiro da FPF Júlio Fantauzzi indicava os seguintes ingressos recebidos: 35.969 gerais, 18.365 arquibancadas sem número, 3.992 militares, 3.245 senhoras e 1.710 arquibancadas numeradas, somando um total de 63.281 pessoas.

Com o tempo, foram colocadas cadeiras em parte das arquibancadas, diminuindo sua capacidade, mas, por outro lado, construiu-se o tobogã, com capacidade para mais 10.000 pessoas. Assim, o recorde oficial de público do Pacaembu – de 68.961 pagantes – pertence à rodada dupla do Campeonato Nacional, na noite do dia 14 de dezembro de 1972, quando jogaram na preliminar Corinthians e Ceará e, no jogo principal, Santos e Grêmio.

Porém, o jogo simples que atraiu o maior público ao estádio foi mesmo Santos e Palmeiras, no dia 11 de dezembro de 1977, naquele empate de 1 a 1.

Vale a pena, então, recordar os times que jogaram naquela dia, com arbitragem do carioca Luis Carlos Félix, que no segundo tempo expulsou Pires e Toinzinho: Santos: Ricardo, Nélson, Joãozinho, Fernando e Gilberto; Carlos Roberto, Aílton Lira e De Rosis (Juari); Nílton Batata, Toinzinho e João Paulo (Bianchi). Palmeiras: Leão, Rosemiro, Jair Gonçalves, Beto e Vacaria; Pires, Zé Mário e Jorge Mendonça; Edu, Toninho e Macedo (Adriano).

A revista Placar analisou o jogo assim: “… bonito e corrido. De um lado, Aílton Lira com muito talento, comandando a garra e a disposição dos jogadores do Santos. De outro, o time consciente, quase frio, do Palmeiras, tocado pelo não menos talentoso Jorge Mendonça. No primeiro tempo, o Santos correu mais, deu a impressão de dominar, mas acabou sofrendo o gol do próprio Jorge Mendonça, aos 43 minutos. No segundo, o ritmo foi mantido e, aos 17 minutos, a linha da defesa do Palmeiras – sem Marinho Perez – falhou, Toinzinho se aproveitou e marcou para empatar”.

E você, o que acha disso?


Vamos falar do Santos hoje

torcida jovem

O Santos que queremos

A torcida do Santos é bem maior, mais abrangente e mais relevante do que a maioria das pesquisas de torcidas brasileiras tem mostrado. Darei mais algumas informações sobre isso, abordando ângulos esquecidos pela grande imprensa, e estarei à disposição para ouvir considerações e responder perguntas neste sábado, no seminário O Santos que queremos . Participe. A inscrição é gratuita.

Com a presença confirmada de Amir Somoggi, um dos maiores conhecedores de marketing esportivo no Brasil; Marcelo Unti, Isabela Balsimelli e minha, será realizado amanhã, no auditório do Sindicato dos Bancários do Estado de São Paulo, na rua São Bento, 413, o seminário intitulado O Santos que queremos.

O evento começará às 9 horas da manhã e prosseguirá até às cinco da tarde. O Sindicato dos Bancários fica no histórico Edifício Martinelli, situado na rua São Bento, 413, ao lado da estação São Bento do metrô.

Programação

9 horas – Recepção aos participantes e convidados

Composição da 1º Mesa e objetivos do seminário

Exibição de vídeo

1º Tema: Arenas, Pacaembu e Vila Belmiro
Palestrante: Marcelo Unti

9h30 às 10h10 – Apresentação

10h10 às 10h40 – Debate com a participação do público

10h45 às 12 horas – 2º Tema: Dívida

12h10 às 13h10 – Horário de almoço

Tarde
3º Tema: A Marca Santos Futebol Clube
Palestrantes: Odir Cunha – Amir Somoggi
Das 13h15 às 14h35.

4º Tema: Programa Sócio Torcedor
Palestrantes: Amir Somoggi – Isabella Balsimelli
Das 14h40 às 16h00.

Cerimônia de encerramento e congraçamento das 16h15 às 17h00.

Seminário O Santos que queremos
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A palavra dos organizadores

Somos sócios preocupados com o presente e o futuro do Santos Futebol Clube. O que nos motiva e aproxima é a busca de planos e propostas para superar as consequências de gestões irresponsáveis, que colocam em risco a sobrevivência da entidade.

Também nos identifica a certeza de que o Santos precisa de união, do desapego e do envolvimento de todos os que acreditam na sua grandeza.
Dos que desejam mantê-lo no caminho traçado por Urbano Caldeira e Athié Jorge Cury, dos que sonham vê-lo sempre na vanguarda do futebol.

Entendemos que o clube tem de debater e conhecer seus torcedores e associados e junto deles encontrar seu caminho de gigante também no século XXI.

Neste seminário juntamos santistas de todos os cantos com o mesmo ideal: ter o Santos que queremos !!!

Defendemos princípios como a democracia, a transparência e a modernidade na gestão.

Entendemos que eventos como este devam fazer parte da vida cotidiana do clube.

Manter vivo o debate e o diálogo com nossos sócios e torcedores é um exercício que deve ser incorporado e podemos realizar nas mais diversas cidades.

Nós que convidamos e organizamos este seminário, temos o intuito de conhecer as ideias de sucesso no mundo do futebol e trazê-las para o debate de todos os santistas.

É esse o clube que desejamos. E ele será possível na medida em que estivermos unidos.

Às vezes, parece ser só um sonho bonito de sonhar, mas nós sabemos que o Santos é a realidade que mais vale a pena viver.

Seminário O Santos que queremos
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Por uma eleição de ideias

Ainda com esperanças de que os movimentos oposicionistas se unam em prol de um Santos melhor, assumo o ônus e o bônus de ter decidido participar ativamente das próximas eleições no Santos. Faço parte do movimento Somos todos Santos, que já conta, além do meu, com os grupos liderados por José Carlos Peres e Orlando Galante Rollo.

Como fui o primeiro pré-candidato dessa eleição, divulguei minhas ideias, ouvi e li sugestões de muitos santistas para construirmos um Santos melhor, e como agora apoio o amigo José Carlos Peres, assim como fiz em 2014, é natural e justo que tenha de dar explicações a respeito dessa minha escolha e esclarecer todos os pontos com relação a ela. Vamos lá:

Fiz e faço minha parte pela união da oposição

Abri mão de minha candidatura para tentar a união dos movimentos de oposição à complicada gestão atual. Até agora não consegui, mas não desisti da união total. Porém, se há duas tendências, sou obrigado a optar por uma delas. Como sabem, sou muito grato ao Peres por ter me convidado para o trabalho que resultou na unificação dos títulos brasileiros.

Responsabilidade com os que acreditaram em mim

Sou responsável pelas pessoas que dividem comigo os mesmos ideais para o nosso Santos. Responsável pelas propostas, sinceras, que tenho recebido, discutido e divulgado. O fato de não ser mais candidato a presidente não quer dizer que tenha esquecido o que discutimos e decidimos ser o melhor para o Santos.

Possibilidade de atuar diretamente na administração do Santos

Eu precisaria estar ao lado de um futuro presidente que me desse liberdade para trabalhar e ser ouvido em pontos essenciais para um Santos melhor. Encontrei na aliança com José Carlos Peres e Orlando Rollo as condições ideais para defender os desejos dos santistas que me queriam como presidente do clube e confiam em minha honestidade e capacidade de trabalho.

O que falar de José Carlos Peres

Desde 2000, com a fundação da Ong Santos Vivo, José Carlos Peres tem realizado inúmeras ações em prol do Santos, ligado ou não ao clube. Por sua conta e risco criou o prêmio anual Ong Santos Vivo, patrocinou o programa diário na Rádio Trianon, tornou-se empresário de Gabigol e o entregou de graça para o Santos e cedeu seu imóvel, próximo à avenida Pacaembu, como subsede do clube em São Paulo. Como funcionário do Santos trouxe inúmeros novos negócios para o clube, como o camarote Visa, e entre eles comandou o trabalho de unificação dos títulos brasileiros, para o qual fui convidado como pesquisador e escritor.

Nesse ínterim, foi diretor da Federação Paulista de Futebol; administrador do G4 Aliança Paulista, que congregou os quatro grandes de São Paulo; iniciou os trabalhos de coordenação das festividades do Centenário do Santos e, em sua última passagem pelo clube, abriu e tentou abrir novas frentes internacionais para o Santos. Jamais se furtou a trabalhar pelo clube, qualquer que fosse a administração, assim como promete abrir sua administração para as melhores cabeças e os melhores profissionais de outras correntes políticas do clube.

Peres foi o segundo colocado na última eleição para presidente do Santos, em 2014, com menos de 200 votos de Roma. Portanto, tem todo o direito de concorrer ao pleito novamente.

O que falar de Orlando Galante Rollo

Uma jovem e dinâmica liderança política de Santos que estou tendo prazer de conhecer melhor agora. Uma pessoa afável, simpática, que cativa seus seguidores pela sinceridade e camaradagem. Um homem que valoriza a honestidade e a lealdade. Vítima de calúnias, processou o blogueiro caluniador e ganhou a causa. É uma pessoa do bem e se sente cada vez mais preparado para assumir cargos importantes na vida pública. Sua juventude forma, com a maturidade de Peres, uma receita ideal para comandar um Santos que respeite sua tradição e ao mesmo tempo seja ousado e irreverente.

Orlando Galante Rollo foi o quarto colocado na eleição de 2014. Teve votação expressiva em Santos, principalmente entre os associados mais jovens. Agora, mais experiente, pode contribuir ainda mais para a administração do clube.

Minha participação

Vejo minha participação nesse processo como mais técnica e estratégica. O conhecimento da história do Santos, acredito, me dá uma visão holística que mistura o passado e o presente do clube, delineando o futuro que podemos e devemos construir juntos. Estou tranquilo e consciente de ter feito a melhor opção, mas, como sempre, respeito a todos que se propõem a discutir apenas ideias, deixando as impressões pessoais de lado.

O espaço deste blog está garantido a todas as correntes políticas do Santos, até mesmo aos seguidores da gestão atual, desde que não o usem para provocações baratas e preconceituosas. A hora é delicada, e de união em torno dos interesses maiores do clube.

Mudança na enquete

Pessoalmente, por e-mails e comentários na mídia social, fui contestado por santistas que me consideraram parcial por fazer uma enquete sem incluir o nome de Andrés Rueda, segundo eles um empresário capaz, também de boa aderência entre muitos sócios, que pode ser escolhido como o candidato do grupo União Santástica. Para ser justo, refaço a enquete acima com as novas informações de que agora Peres está apoiado por Orlando Rollo e por mim.

Agora quero saber sua opinião sobre tudo isso


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