Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Torcida do Santos (page 1 of 14)

Vamos falar do Santos hoje

torcida jovem

O Santos que queremos

A torcida do Santos é bem maior, mais abrangente e mais relevante do que a maioria das pesquisas de torcidas brasileiras tem mostrado. Darei mais algumas informações sobre isso, abordando ângulos esquecidos pela grande imprensa, e estarei à disposição para ouvir considerações e responder perguntas neste sábado, no seminário O Santos que queremos . Participe. A inscrição é gratuita.

Com a presença confirmada de Amir Somoggi, um dos maiores conhecedores de marketing esportivo no Brasil; Marcelo Unti, Isabela Balsimelli e minha, será realizado amanhã, no auditório do Sindicato dos Bancários do Estado de São Paulo, na rua São Bento, 413, o seminário intitulado O Santos que queremos.

O evento começará às 9 horas da manhã e prosseguirá até às cinco da tarde. O Sindicato dos Bancários fica no histórico Edifício Martinelli, situado na rua São Bento, 413, ao lado da estação São Bento do metrô.

Programação

9 horas – Recepção aos participantes e convidados

Composição da 1º Mesa e objetivos do seminário

Exibição de vídeo

1º Tema: Arenas, Pacaembu e Vila Belmiro
Palestrante: Marcelo Unti

9h30 às 10h10 – Apresentação

10h10 às 10h40 – Debate com a participação do público

10h45 às 12 horas – 2º Tema: Dívida

12h10 às 13h10 – Horário de almoço

Tarde
3º Tema: A Marca Santos Futebol Clube
Palestrantes: Odir Cunha – Amir Somoggi
Das 13h15 às 14h35.

4º Tema: Programa Sócio Torcedor
Palestrantes: Amir Somoggi – Isabella Balsimelli
Das 14h40 às 16h00.

Cerimônia de encerramento e congraçamento das 16h15 às 17h00.

Seminário O Santos que queremos
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A palavra dos organizadores

Somos sócios preocupados com o presente e o futuro do Santos Futebol Clube. O que nos motiva e aproxima é a busca de planos e propostas para superar as consequências de gestões irresponsáveis, que colocam em risco a sobrevivência da entidade.

Também nos identifica a certeza de que o Santos precisa de união, do desapego e do envolvimento de todos os que acreditam na sua grandeza.
Dos que desejam mantê-lo no caminho traçado por Urbano Caldeira e Athié Jorge Cury, dos que sonham vê-lo sempre na vanguarda do futebol.

Entendemos que o clube tem de debater e conhecer seus torcedores e associados e junto deles encontrar seu caminho de gigante também no século XXI.

Neste seminário juntamos santistas de todos os cantos com o mesmo ideal: ter o Santos que queremos !!!

Defendemos princípios como a democracia, a transparência e a modernidade na gestão.

Entendemos que eventos como este devam fazer parte da vida cotidiana do clube.

Manter vivo o debate e o diálogo com nossos sócios e torcedores é um exercício que deve ser incorporado e podemos realizar nas mais diversas cidades.

Nós que convidamos e organizamos este seminário, temos o intuito de conhecer as ideias de sucesso no mundo do futebol e trazê-las para o debate de todos os santistas.

É esse o clube que desejamos. E ele será possível na medida em que estivermos unidos.

Às vezes, parece ser só um sonho bonito de sonhar, mas nós sabemos que o Santos é a realidade que mais vale a pena viver.

Seminário O Santos que queremos
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Por uma eleição de ideias

Ainda com esperanças de que os movimentos oposicionistas se unam em prol de um Santos melhor, assumo o ônus e o bônus de ter decidido participar ativamente das próximas eleições no Santos. Faço parte do movimento Somos todos Santos, que já conta, além do meu, com os grupos liderados por José Carlos Peres e Orlando Galante Rollo.

Como fui o primeiro pré-candidato dessa eleição, divulguei minhas ideias, ouvi e li sugestões de muitos santistas para construirmos um Santos melhor, e como agora apoio o amigo José Carlos Peres, assim como fiz em 2014, é natural e justo que tenha de dar explicações a respeito dessa minha escolha e esclarecer todos os pontos com relação a ela. Vamos lá:

Fiz e faço minha parte pela união da oposição

Abri mão de minha candidatura para tentar a união dos movimentos de oposição à complicada gestão atual. Até agora não consegui, mas não desisti da união total. Porém, se há duas tendências, sou obrigado a optar por uma delas. Como sabem, sou muito grato ao Peres por ter me convidado para o trabalho que resultou na unificação dos títulos brasileiros.

Responsabilidade com os que acreditaram em mim

Sou responsável pelas pessoas que dividem comigo os mesmos ideais para o nosso Santos. Responsável pelas propostas, sinceras, que tenho recebido, discutido e divulgado. O fato de não ser mais candidato a presidente não quer dizer que tenha esquecido o que discutimos e decidimos ser o melhor para o Santos.

Possibilidade de atuar diretamente na administração do Santos

Eu precisaria estar ao lado de um futuro presidente que me desse liberdade para trabalhar e ser ouvido em pontos essenciais para um Santos melhor. Encontrei na aliança com José Carlos Peres e Orlando Rollo as condições ideais para defender os desejos dos santistas que me queriam como presidente do clube e confiam em minha honestidade e capacidade de trabalho.

O que falar de José Carlos Peres

Desde 2000, com a fundação da Ong Santos Vivo, José Carlos Peres tem realizado inúmeras ações em prol do Santos, ligado ou não ao clube. Por sua conta e risco criou o prêmio anual Ong Santos Vivo, patrocinou o programa diário na Rádio Trianon, tornou-se empresário de Gabigol e o entregou de graça para o Santos e cedeu seu imóvel, próximo à avenida Pacaembu, como subsede do clube em São Paulo. Como funcionário do Santos trouxe inúmeros novos negócios para o clube, como o camarote Visa, e entre eles comandou o trabalho de unificação dos títulos brasileiros, para o qual fui convidado como pesquisador e escritor.

Nesse ínterim, foi diretor da Federação Paulista de Futebol; administrador do G4 Aliança Paulista, que congregou os quatro grandes de São Paulo; iniciou os trabalhos de coordenação das festividades do Centenário do Santos e, em sua última passagem pelo clube, abriu e tentou abrir novas frentes internacionais para o Santos. Jamais se furtou a trabalhar pelo clube, qualquer que fosse a administração, assim como promete abrir sua administração para as melhores cabeças e os melhores profissionais de outras correntes políticas do clube.

Peres foi o segundo colocado na última eleição para presidente do Santos, em 2014, com menos de 200 votos de Roma. Portanto, tem todo o direito de concorrer ao pleito novamente.

O que falar de Orlando Galante Rollo

Uma jovem e dinâmica liderança política de Santos que estou tendo prazer de conhecer melhor agora. Uma pessoa afável, simpática, que cativa seus seguidores pela sinceridade e camaradagem. Um homem que valoriza a honestidade e a lealdade. Vítima de calúnias, processou o blogueiro caluniador e ganhou a causa. É uma pessoa do bem e se sente cada vez mais preparado para assumir cargos importantes na vida pública. Sua juventude forma, com a maturidade de Peres, uma receita ideal para comandar um Santos que respeite sua tradição e ao mesmo tempo seja ousado e irreverente.

Orlando Galante Rollo foi o quarto colocado na eleição de 2014. Teve votação expressiva em Santos, principalmente entre os associados mais jovens. Agora, mais experiente, pode contribuir ainda mais para a administração do clube.

Minha participação

Vejo minha participação nesse processo como mais técnica e estratégica. O conhecimento da história do Santos, acredito, me dá uma visão holística que mistura o passado e o presente do clube, delineando o futuro que podemos e devemos construir juntos. Estou tranquilo e consciente de ter feito a melhor opção, mas, como sempre, respeito a todos que se propõem a discutir apenas ideias, deixando as impressões pessoais de lado.

O espaço deste blog está garantido a todas as correntes políticas do Santos, até mesmo aos seguidores da gestão atual, desde que não o usem para provocações baratas e preconceituosas. A hora é delicada, e de união em torno dos interesses maiores do clube.

Mudança na enquete

Pessoalmente, por e-mails e comentários na mídia social, fui contestado por santistas que me consideraram parcial por fazer uma enquete sem incluir o nome de Andrés Rueda, segundo eles um empresário capaz, também de boa aderência entre muitos sócios, que pode ser escolhido como o candidato do grupo União Santástica. Para ser justo, refaço a enquete acima com as novas informações de que agora Peres está apoiado por Orlando Rollo e por mim.

Agora quero saber sua opinião sobre tudo isso


*Underdogs x queridinhos


Underdogs 3 x 2 Queridinhos

O leitor Guilherme Gonçalves dos Santos enviou ao blog lindas fotos da torcida santista que foi ao Pacaembu assistir Santos e Flamengo. Aqui estão três delas. No próximo jogo, mande as suas.
santos x flamengo - torcidabandeirao - pacaembutorcida - frente do Pacaembu

Em jogo emocionante, de duas viradas, o Santos venceu o Flamengo por 3 a 2, diante de cerca de 25 mil pessoas, no Pacaembu. Coisas extraordinárias ocorreram. Alison acertou o chute de sua vida, de fora da área, e Daniel Guedes colocou “com a mão” na cabeça de Ricardo Oliveira para marcar o gol da vitória aos 43 minutos do segundo tempo. Os outros jogos da rodada favoreceram os times que estão na frente e o Santos não subiu na tabela, mas mostrou que tem espírito para os grandes embates e poderá, sim, brigar com boas chances pelo seu quarto título na Copa Libertadores.

*Underdogs x queridinhos

O Santos representa a arte e a beleza do futebol, a meritocracia, o time que ganha títulos limpamente, contra tudo e contra todos, o melhor que o futebol brasileiro já produziu, aquele que mais ajudou a Seleção Brasileira a conquistar a Jules Rimet (nem vou falar de Pelé, pois aí é covardia). O Flamengo é um grande time, porém protegido pelo sistema, aquele que parte da mídia tenta empurrar goela abaixo dos brasileiros. Eles se enfrentarão hoje, a partir das 21h45, no Pacaembu, e o Brasil estará dividido para acompanhar esse grande jogo.

Não creio que haverá espírito de vingança por parte dos santistas devido à forma como foram prejudicados pela arbitragem na semana passada. Haverá, sim, motivação, a mesma que existe quando se enfrenta uma equipe que não joga apenas com 11 jogadores, mas geralmente tem a arbitragem, as instituições do futebol e parte influente da mídia ao seu lado. E por essa motivação, somada ao incentivo incondicional dos santistas que estarão no Pacaembu, acredito que o Santos, mais uma vez, se sairá bem contra o ardiloso rival.

Pena que o copeiro Vecchio não possa jogar, mas Renato provavelmente retornará ao time e sua experiência poderá ser vital em um jogo eletrizante como deve ser o de hoje. Outra esperança santista é a de que Lucas Lima e Ricardo Oliveira voltem a mostrar ao menos um pouco do que sabem. Faz tempo que o habilidoso meia e o artilheiro não dão o ar de suas graças. A certeza, porém, é a de que jogadores como Bruno Henrique e Copete se empenharão bastante em busca da vitória.

O Santos tem sido muito mais eficiente no ataque com o técnico Levir Culpi. Parou com aquela frescura de tocar indefinidamente a bola, sem objetividade. Sua defesa também está bem mais firme, o que não é o caso da defesa do Flamengo. Por isso, o jogo deve ser equilibrado, mas as chances de uma boa vitória santista são grandes.

O Santos sempre foi do povo

Com o déficit educacional que grassa no País e com a tevê substituindo a sagrada e imparcial difusão de conhecimento, que deveria ser sua obrigação, pela lavagem cerebral dos seus telespectadores, ultimamente se quer impor apenas dois times como os do povo brasileiro, em uma enorme falácia. Se o futebol é o esporte mais popular, todos os times profissionais têm sua parcela de popularidade, principalmente os de grande torcida, que no Brasil ultrapassam duas dezenas.

Se para analisar as raízes dessa popularidade tivermos de ir até as origens dos clubes, veremos que o Santos, fundado por abolicionistas, já nasceu popular e sem preconceito, pois tinha jogadores negros em seus quadros em 1913, enquanto o Flamengo se conservava rigorosamente elitista décadas depois. Sobre isso, no livro “O Negro no Futebol Brasileiro”, escreveu o notável jornalista Mario Filho, o mesmo que dá nome ao Maracanã:

O Flamengo não podia ter nenhum preto em futebol. Em futebol precisava ser branco, tão branco como o Fluminense. Não era de admirar, portanto, que quando gente do Flamengo e do Fluminense se juntava para formar um escrete carioca, o escrete saísse todo branco, do quíper ao extrema-esquerda.

Um detalhe: Mário Filho era flamenguista. Pertencia, porém, a uma época em que jornalistas priorizavam a verdade. E a verdade é que o rubro-negro, instalado confortavelmente na Zona Zul do Rio, jamais foi tão ligado ao povo simples como o Vasco, por exemplo, este sim um clube do subúrbio que se abriu aos negros, pobres e nordestinos e por isso foi marginalizado pelos outros grandes do Rio. E ao inaugurar o seu estádio, em 1927, construído com o esforço de seus aficionados, foi o Santos, outro underdog de São Paulo, que os vascaínos convidaram para o jogo inaugural. Essa é a história. Essa é a verdade.

Em 1935, ano em que o Santos conquistou o seu primeiro título paulista, a situação do Campeonato Carioca mostrava o Fluminense com nove títulos, o Botafogo com oito e, empatados, América e Flamengo com seis cada um. Depois vinha o Vasco, com quatro. Há informações de que a partir dali é que surgiu um plano, com apoio de parte da mídia, para que o Flamengo se tornasse, ou parecesse, mais popular. O domínio da Rede Globo, a partir da década de 70, trouxe a cereja que faltava.

Mas mesmo esses científicos homens do marketing sabem que os mercados mais ricos do Brasil são a capital e o interior do Estado de São Paulo, e nesses dois mercados cobiçadíssimos a torcida do Santos é dez vezes maior do que a do clube carioca. Jamais farão com que uma criança paulista engula um time carioca, ainda mais um de elite disfarçado de popular.

Esses mesmos marqueteiros já devem saber que uma pesquisa internacional recente mostrou que o Santos tem 1,2 milhão de aficionados no exterior, contra 700 mil do rival carioca.

Bem, vamos ao jogo. Ao entrar no Pacaembu, logo mais, olhe bem as arquibancadas, as numeradas, o tobogã, e perceba que a proporção entre torcedores do Santos e do Flamengo será a mesma que distingue a importância de um e outro na história do futebol mundial. Quem reinou no planeta, sempre será majestade.

Vamos tornar essa história imortal!


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Preocupação com Matheus Jesus

O santista e associado Valter Derencio me envia um e-mail preocupado com a situação do novo contratado Matheus Jesus. Ele escreve:

“Vi uma entrevista do diretor de futebol do São Paulo, o sr. Pinotti, dizendo que desistiu da contratação deste jogador porque o São Paulo poderia perder pontos no Campeonato Brasileiro devido a Fifa caracterizar uma ponte na negociação, o que é proibido”.

Derencio lembra que “esse jogador foi vendido da Ponte para o Estoril, de Portugal, e posteriormente emprestado ao Santos”.

Será que por isso é que foi tão fácil dar um “chapéu” no São Paulo? O certo é que o departamento jurídico do Santos deve ficar alerta, pois há muita gente sedenta para tirar pontos do Santos e rebaixá-lo à Série B. Quem avisa, amigo é.

*Underdog é a zebra, aquele que é considerado perdedor antes mesmo de a competição começar. Essa é a imagem que muitos querem para o Santos. Mas a gente sabe que a realidade é bem diferente.


Quantos são os santistas

Até hoje não me conformo do dia em que José Carlos Brunoro, responsável pelo marketing do Santos, foi ao Conselho Deliberativo dizer que a torcida santista era a décima do Brasil e estava envelhecida e diminuindo. Não é isso que dizem as pesquisas mais abrangentes.

Não me refiro a essas enquetes sem nenhum valor científico, que ouvem 1.000 pessoas e querem definir o percentual de torcedores de uma cidade como São Paulo, com 12 milhões de habitantes. Veja as duas abaixo, que envolvem milhões de pessoas e tirem suas conclusões. A primeira reúne, principalmente, jovens, e a segunda, senhores de 40 anos para cima. A torcida do Santos está entre a quarta e a quinta do Brasil. Ponto.

Na mídia social:

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Que tal conhecer um pouco mais a história do Santos?


A pior derrota

Parabéns, você frequenta o blog mais participativo do futebol

Um amigo já tinha me enviado essa informação, mas não dei muita bola. Hoje fui conferir e realmente ele está certo. Com dados das 8 horas da manhã desta segunda-feira, 29 de maio de 2017, pode-se afirmar que este é, disparado, o blog mais participativo de futebol da imprensa brasileira – mérito seu, claro, querido leitor e querida leitora, que tem o hábito de usar a caixa de comentários não só para opinar sobre o Santos e seus jogadores, mas também para discutir os mais diversos assuntos.

Pelas informações passadas por esse amigo, que comparou este blog aos 17 blogs ativos do UOL que falam de futebol, enquanto nosso post tinha 174 comentários, o blog de futebol com mais comentários no UOL não chegava sequer à metade deste número e todos os 17 blogs do portal, somados, alcançavam 179 comentários, praticamente a mesma quantidade do nosso.

Isso não deixa de ser uma vitória também para o nosso Santos, pois prova que um espaço exclusivo de informações e debates sobre o Glorioso Alvinegro Praiano pode, sim, ser mais atraente e gerar mais participação do leitor do que outros que se propõem a falar de todos os times, com destaque para “os mais populares”, além de usarem da visibilidade preciosa de um grande portal de notícias, como o UOL.

Fico envaidecido por ser o mediador de comentaristas tão inteligentes, sagazes, independentes e, por que não dizer, mordazes, que frequentam regularmente este espaço e o enriquecem com sua visão e sabedoria. A seguir, a quantidade de comentários dos blogs de futebol do UOL às oito horas desta segunda-feira, 29 de maio de 2017:

Blog do Vitor Birner
Ceni foi humilde e competente para ganhar o duelo tático de Cuca
Comentários: 19

Blog do Paulo Vinícius Coelho
O domínio de quem não perde
Comentários: 9

Blog do Menon
Ceni acertou mais do que Cuca. Bem mais
Comentários: 18

Blog do Roberto Avallone
O Corinthians, líder. E justiça a Fernando Prass.
Comentários: 1

Blog do Mauro Beting
De grão em grão…. Atlético-go 0x1 Corinthians…
Comentários: 0

Blog do Rodrigo Mattos
Brasileiro tem início com frente embolada e sem influência da tabela…
Comentários: 0

Blog do Marcel Rizzo
Barcelona sonha com Mina antes do combinado. Falta acertar com o Palmeiras
Comentários: 63

Blog do Milton Neves
O Timão é o favorito ao troféu “Cavalo Paraguaio-2017”!
Comentários: 31

Blog do Ohata
ESPN transmite mesma partida de Fox Sports e vence duelo de audiência
Comentários: 6

Blog do Mauro Cezar Pereira
Cidade eterna. Amor eterno. Todos deveriam ter um Totti para idolatrar
Comentários: 12

Blog do Juca Kfouri
Ninguém 100% e só quatro invictos: é o Brasileirão!
Comentários: 4

Alexandre Praetzel
Guto Ferreira nega contato do Inter e diz que está feliz no Bahia
Comentários: 0

Blog do Rafael Reis
Europa não tinha temporada tão farta em gols desde tempos de Eusébio
Comentários: 0

Blog do André Rocha
Não há razão para crise no Palmeiras. Mas existe um dilema.
Comentários: 4

Futebol em Números
Pratto: gringo com a melhor média de gols do São Paulo no século.
Comentários: 3

Blog do Leonardo Bertozzi
Entre um argentino e um finlandês, Totti quase deixou a Roma antes de virar lenda.
Comentários: 8

Corneta FC
A vitória do São Paulo sobre o Palmeiras em memes
Comentários: 1

Os comentários de todos os 17 blogs do UOL somavam 179. No mesmo horário, o nosso blog, com o título “A pior derrota”, tinha 174 comentários. Mérito seu! Parabéns!

A PIOR DERROTA

Perder para o Cruzeiro, na Vila Belmiro, por 1 a 0, é normal. Porque o Santos estava desfalcado de Lucas Lima, o único que se assemelha a um craque nesse time; porque o Cruzeiro é uma equipe de respeito e porque jogar em um estádio envidraçado por camarotes que abafam os gritos do torcedor, com apenas 7.025 pessoas presentes, não mete medo em ninguém. O que não é normal, o que significa a maior derrota do Santos no momento, é a mentalidade vigente no clube de que encastelar-se nos muros de sua cidade vai salvá-lo das tristezas do futebol.

Muitos santistas, até alguns que trabalham para a gestão que domina o clube, alertaram que três jogos seguidos na Vila Belmiro seria uma fórmula pronta de prejuízo. Nesse domingo, por exemplo, não havia jogo na capital, então por que não marcar Santos e Cruzeiro para o Pacaembu? Sabe-se, porém, que os assessores mais radicais do presidente defendem que só jogos sem expressão sejam levados para São Paulo. Como é ano de eleição, Modesto Roma não quer contrariá-los.

Assim, ignorando o bom senso e os mínimos princípios de planejamento que se espera de um clube de futebol profissional, o Santos fez os três jogos na Vila Belmiro, e obteve os públicos de 5.921 pessoas contra o Coritiba, dia 20 de maio, sábado passado; 6.632 espectadores contra o Sporting Crystal, dia 23, terça-feira, e agora, 7.025 torcedores contra o Cruzeiro, em uma média de 6.526 espectadores por partida.

Contra o Coritiba, segundo o balanço financeiro divulgado pela CBF, o jogo proporcionou um lucro líquido de 32 mil e 661 reais, mas só as “despesas diversas” chegaram a 44 mil e 891 reais. É fácil prever, portanto, o montante que o Santos deixou de ganhar ao contrariar a maioria de seus torcedores e marcar três jogos seguidos para o Urbano Caldeira.

Se o Pacaembu fosse um estádio maldito, onde o Santos perdesse todos os seus jogos, ainda se entenderia. Mas no estádio municipal de São Paulo o Alvinegro Praiano é o detentor do recorde de 19 vitórias consecutivas e mantém uma média de público que se aproxima de 25 mil pessoas. É incompreensível, amadora e discriminatória essa aversão ao estádio mais bem localizado do Brasil, onde o Santos tem uma tradição de grandes públicos, vitórias memoráveis e títulos históricos.

No Campeonato Brasileiro do ano passado foram as derrotas na Vila Belmiro que tiraram do Santos a chance de lutar pelo título. Neste ano o time ganhou do Coritiba devido a uma atuação extraordinária do goleiro Vanderlei e agora perdeu do Cruzeiro em um jogo no qual foi dominado boa parte do tempo. Não dá para dizer que o time jogaria melhor e ganharia no Pacaembu, mas também não dá mais para dizer que na Vila ele ganha todas. Nem uma criança acredita mais nessa crendice.

Assim, é irrelevante destacar quem jogou bem ou mal contra o Cruzeiro. Acho que o time todo se esforçou e deu o máximo que pode. Ocorre que os jogadores não podem dar mais do que isso. Falta ao time, principalmente, um armador talentoso e inteligente, que possa substituir ou jogar ao lado de Lucas Lima. Falta também um atacante mais jovem, rápido e com alguma técnica. Ricardo Oliveira tem técnica, mas já lhe faltam pernas. Na defesa, se continuasse de pé e não desse o carrinho, provavelmente Lucas Veríssimo não teria sido driblado. Porém, são detalhes.

O mais importante não é só ganhar os jogos, mas planejar uma trajetória que torne o Santos saudável financeiramente, com possibilidade de contratar melhores jogadores e se manter ainda mais cativante para os jovens, abrindo assim novas possibilidades mercadológicas. Mas não será jogando para um público médio de 6.500 pessoas que ele conseguirá isso.

E você, o que acha?

Agora ouça a análise de mestre Guga:

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Hoje tem Santos na Vila


Em Lima foi assim. Nesta terça-feira o Santos tem tudo para conseguir uma boa vitória sobre o Sporting Crystal, na Vila Belmiro e se classificar entre os melhores para a fase eliminatória da Copa Libertadores. É hora da torcida santista lotar o Urbano Caldeira.

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