Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: TV Bandeirantes

11 títulos e 8 vices em 14 anos!

Para ser campeão

Para ser campeão paulista neste domingo o Santos tem de jogar o mais próximo possível de seu maior potencial. Tem de ser rápido, mas errar poucos passes, ser incisivo, determinado e eficiente. Caso consiga isso, ficará com a taça, pois o melhor que o Audax pode jogar não se compara ao melhor do Santos. Em nível técnico, experiência e prestígio de seus jogadores, o Santos está bem à frente. As armas do time de Osasco são o preparo físico, a tática atrevida e a motivação de tentar fazer história.

O Santos deve ter mais posse de bola e criar mais oportunidades. Só perderá o título se for desatento em lances capitais, tanto no ataque, quanto na defesa. A torcida o ajudará a se manter focado, ao mesmo tempo que atrapalhará a atenção da equipe visitante. Se Lucas Lima não puder jogar, a bola parará menos tempo no meio-campo do Santos, mas os ataques serão mais verticais. Isso até poderá ser bom.

Os times prováveis são:

Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato, Lucas Lima (Ronaldo Mendes) e Vitor Bueno; Gabriel e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
Audax: Sidão, Francis, Yuri, Bruno Silva e Velicka; Camacho, Tchê Tchê e Juninho; Mike, Bruno Paulo e Ytalo. Técnico: Fernando Diniz.
Arbitragem: Raphael Claus, auxiliado por Anderson Jose de Moraes Coelho e Alex Ang Ribeiro.


Só não entendi porque Raphael Klaus, um árbitro que já prejudicou o Santos na Vila Belmiro, foi escalado para a decisão. Quem não se lembra do lance em que ele foi agredido pelo jogador itaquerense e nem deu cartão amarelo ao agressor, além de inverter outras marcações no mesmo jogo?


É gostoso ser campeão? Nem fale. É a melhor sensação para o santista. Mas tudo que é bom tem seu preço. E para ser campeão paulista, domingo, todos os jogadores do Santos terão de se doar o tempo todo. Não só correndo atrás da bola, mas também sem ela. E deverão estar atentos, focados, até o apito final do árbitro. Não poderão relaxar nem um minuto. Mesmo que o time esteja vencendo por dois, três gols de diferença, a seriedade terá de continuar até o fim. Como disse Ricardo Oliveira: “Chegar até aqui não basta, a gente tem de finalizar levantando esse troféu”. Vai pra cima deles, Santos!!!

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11 TÍTULOS E 8 VICES EM 14 ANOS!

Veja como são as coisas, leitores e leitoras deste blog. De 1984 a 2001, portanto durante 17 anos, o Santos só conquistou dois títulos: o Torneio Rio-São Paulo de 1997 e a Conmebol de 1998. No primeiro, empatou por 2 a 2 com o Flamengo, em um Maracanã com mais de 70.729 torcedores, e o segundo foi arrancado com um empate sem gols contra o Rosário Central, diante de 46 mil fanáticos argentinos. Tudo bem que foram conquistas heroicas e dramáticas, mas apenas duas em 17 anos!

Meus amigos e amigas, era uma época árida, em que até vencer o Campeonato Paulista tinha se tornado um tabu. Depois daquela vitória de Serginho & Cia, em 1984, o Santos só tinha chegado a uma final, em 2000, quando foi derrotado pelo São Paulo. A situação era desanimadora.

Mas em 2002, do nada, como se renascesse das cinzas, o Santos não só saiu da fila ao vencer o Campeonato Brasileiro, como iniciou um período tão vitorioso que, 14 anos depois – obviamente ainda sem contar 2016 – já acumula 11 títulos, sendo uma Copa Libertadores (2011), dois Campeonatos Brasileiros (2002 e 2004), uma Copa do Brasil (2010), uma Recopa Sul-americana (2012) e seis Campeonatos Paulistas (2006/07/10/11/12/15).

É preciso destacar, ainda, que desde 2002 o Alvinegro Praiano alcançou outras seis finais, tornando-se vice-campeão Mundial em 2011, da Libertadores em 2003, da Copa do Brasil em 2015 e três vezes do Paulista (2009, 2013 e 2014). Em pontos corridos também foi vice-campeão brasileiro em 2003 e 2007.

Somando-se títulos e vices, nenhum time de São Paulo conquistou tantas taças nesse período. E isso, sabemos muito bem, apesar de todos os problemas, todas as mazelas que envolvem as administrações que passam pelo Santos. Imagine, então, se o clube fosse bem administrado…

Bem, mas como domingo santistas e não santistas vão parar tudo para ver a oitava final consecutiva do Santos no Paulistão, o blog aproveita para lembrar os seis títulos estaduais do Glorioso Alvinegro Praiano nos últimos dez anos:



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Incoerências da CBF e da Globo

Se o Santos é o time brasileiro com mais jogadores de destaque, a ponto de três deles serem chamados para a Seleção Brasileira, por que a Globo evita transmitir seus jogos e lhe paga uma cota bem menor do que para seus dois queridinhos?

Aliás, o Santos, sozinho, teve três vezes mais jogadores convocados do que a soma dos convocados de Flamengo (0) e Corinthians (1), os preferidos da tevê carioca. Então, quem dá mais espetáculo? Quem é maior atração para a tevê?

E se o Santos é o time brasileiro que mais contribui para a Seleção Brasileira, por que a CBF o põe para jogar nos piores horários do Campeonato Brasileiro? Alguma coisa não bate. Querem esconder, ou querem mesmo é ferrar o Santos?

Confira os jogadores de times brasileiros convocados para a Copa América:

Alisson, goleiro do Internacional.
Douglas Santos, lateral do Atlético Mineiro.
Rodrigo Caio, zagueiro do São Paulo.
Elias, volante do Corinthians.
Lucas Lima, meia do Santos.
Ricardo Oliveira, atacante do Santos.
Gabriel, atacante do Santos.

Ué, a Copa Libertadores não é mais importante, não reúne os melhores times do Brasil? Então por que um time que está fora da Libertadores tem muito mais jogadores chamados para a Seleção Brasileira do que os que disputam a competição sul-americana?

Por que a Band caiu fora
Obrigada a pagar uma fortuna para transmitir o mesmo jogo que a Globo, a Band finalmente criou vergonha na cara e caiu fora. Estava sendo vista como mais um filhote da tevê carioca, como o Sportv e o Premiere. O correto seria ter a liberdade de transmitir o jogo que quisesse. Mas isso a Globo não permite, com medo de ser superada em alguns jogos, pois nem sempre escolhe a partida de maior apelo popular. Chega ao cúmulo de evitar clássicos que não tenham os seus dois times favoritos. Bem, que a atitude da Band seja o início de uma revolução democrática nas transmissões de futebol no Brasil. Que venha o Esporte Interativo!

E você, o que acha disso?


Globo não transmitirá Santos e Flamengo para São Paulo

Pergunte para qualquer criança brasileira sobre o jogo que ela quer ver hoje na tevê e a resposta será Santos e Flamengo, Neymar e Ganso contra Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves.

Pergunte para qualquer anunciante sobre os mercados que mais o interessam no Brasil e ele dirá: a cidade e o Interior de São Paulo.

Junte as duas informações e fique como eu, sem entender nada, quando a TV Globo anuncia que Santos e Flamengo será transmitido, no canal aberto, para todo o Brasil, menos para o Estado de São Paulo.

Leitores do blog que moram no Interior de São Paulo dizem que
a Globo está anunciando a transmissão do jogo do Santos hoje. Menos mal. Mas para quem mora na capital está mais fácil assistir aos clássicos da Europa do que os grandes jogos do Campeonato Brasileiro.

Essa manipulação é asquerosa. Formam os santistas, uma das torcidas de maior poder aquisitivo, a pagar o pay-per-view para ver o time jogar. E em pensar que a chance de se mudar isso foi perdida com a negociação apressada com a Globo.

Ou alguma coisa deu errada no planejamento da Globo, ou pediram para o diretor de balé fazer a programação do futebol. Não é possível que alguém na emissora, com ao menos um par de neurônios, acredite que Coritiba e São Paulo possa dar mais audiência na capital paulista do que Santos e Flamengo. Enfim, gosto não se discute. Se lamenta.

“Há outros valores além de dinheiro”. Frase lapidar de Pedro Nunes

A resposta que o diretor de futebol do Santos, Pedro Luiz Nunes da Conceição, deu aos jornalistas que mais uma vez o cercaram com perguntas sobre a decantada ida de Neymar para o Real Madrid, deve ser emoldurada e pregada na parede das redações esportivas do Brasil.

Disse o Pedro: “O Real Madrid está mal acostumado. Eles acham que dinheiro é tudo na vida e, às vezes, não é assim. Há outros valores acima disso”.

Não me lembro de ter lido ou ouvido nenhum diretor de clube brasileiro ter dito algo parecido. Até agora o dinheiro sempre falou mais alto. Não só o Real Madrid, mas os clubes europeus, até mesmo os medianos, estavam acostumados a conquistar a subserviência de presidentes e diretores de futebol brasileiros com um simples balançar de notas de euros.

Até porque esses dirigentes brasileiros, alheios aos interesses da torcida, eram os mais interessados nas transações, pois através delas é que desviavam dinheiro dos clubes para os seus próprios bolsos.

O Santos, mais uma vez, faz história e inaugura uma nova era nas relações com os clubes da Europa. Como já escrevi em muitos outros posts, com o Santos o buraco é mais embaixo. Os clubes europeus, e os seus baba-ovos, estão percebendo que há um clube na América do Sul realmente grande, que não coloca o dinheiro como sua prioridade.

Na verdade, não conheço, ao menos nas últimas quatro décadas, um clube que tenha tido uma postura tão altiva como o Santos nestes episódios com Neymar e Ganso. E isso contra boa parte de nossa inculta e colonizada opinião pública. Se pertencessem a outro clube, uma coisa é certa: os dois jovens já estariam longe do Brasil desde o ano passado.

O você acha de a Globo não transmitir Santos e Flamengo para São Paulo? E que tal a frase de Pedro Nunes, enquadrando o Real Madrid?


Se no Morumbi foi assim, como será na Vila?

Santistas festejaram no Morumbi e agora prometem lotar a Vila

Diante da reação do São Paulo no segundo tempo, que fez dois gols e empatou a partida mesmo com um jogador a menos, não dá para assegurar que o Santos já está na final do Campeonato Paulista – apesar de poder perder por um gol de diferença na Vila Belmiro. Entretanto, se jogar bem e mostrar a mesma volúpia de gol que caracterizou sua participação neste campeonato, o Alvinegro não só se classificará, como poderá até golear o Tricolor no próximo domingo.

Com todo o respeito ao São Paulo, mas fiquei com a impressão de que a reação só veio porque o Santos não soube bem o que fazer com a vantagem de 2 a 0 e um jogador a mais. Mantivesse a atenção na defesa e dificilmente Hernanes teria espaço para driblar e telegrafar o chute, assim como Dagoberto não teria sido deixado livre quase na marca do pênalti.

Foi só sofrer o empate, ser ferido em seus brios e voltar a pressionar a defesa adversária, e o Santos chegou ao terceiro gol e à vitória. Interessante como o aspecto psicológico dita o andamento de uma partida, mesmo de um grande jogo como o deste domingo. 

Imagine o leitor que o Santos tivesse perdido por dois gols de diferença hoje e tivesse de reverter o resultado no Urbano Caldeira. Não haveria um só santista que não acreditasse na façanha. Acho mesmo que se o São Paulo tivesse ganhado com uma vantagem de três gols, ainda assim o torcedor do Santos lotaria a Vila para testemunhar o quase milagre, como já aconteceu na semifinal do Brasileiro de 1995, diante do Fluminense (e olhe que aquele time nem obtinha tantas goleadas, como esse).

Pois agora, mesmo perdendo em casa, o time pode se classificar. Esta aparente tranqüilidade é o maior inimigo do jovem time do Santos no jogo da volta. Caso Dorival Junior consiga imbuir os jogadores da necessidade de nova vitória em casa, a classificação será certa, pois este Santos, quando joga para vencer, e de goleada, dificilmente perde, e ainda mais por dois gols de diferença.

Mas se entrar para, como se diz, “administrar” o resultado, ou “jogar com o regulamento debaixo do braço”, terá a única atitude que pode dar ao São Paulo a chance de uma vitória inesperada na Vila Belmiro. Sim, o Santos só pode ser derrotado na Vila se não vibrar, se não se entregar ao jogo de corpo e alma.

Felizmente eu estava errado

Como Luis Alonso Peres, o Lula, técnico do Santos nos tempos em que o time era o melhor e o mais ofensivo do planeta, Dorival Junior prometeu e cumpriu escalar um time ofensivo no Morumbi. Foi premiado pela coragem. Ainda bem que ele não me ouviu e colocou Rodrigo Mancha no lugar de André. Mesmo quando não estão nos seus melhores dias, Neymar, André e Robinho, com o apoio de Paulo Henrique e Marquinhos pelo meio e de Wesley e Léo pelas laterais, são um verdadeiro inferno para qualquer defesa.

Pouca confiança da torcida tricolor

Com um público de apenas 35.695 pessoas, o Morumbi foi como um campo neutro e pouca pressão exerceu sobre os santistas. Provavelmente a Vila terá um número equivalente de torcedores, só que lá a pressão é bem maior. Mais uma dificuldade que o São Paulo terá de enfrentar.

Arbitragem excelente

Não vi nenhum erro do árbitro Marcelo Rogério, que teve atuação excelente. Usou o mesmo critério do cartão amarelo para Marlos e Neymar. Só que pouco depois o são-paulino foi chutar a bola e acertou no meio de Robinho. Isso é falta de cartão e como Marlos já tinha o amarelo, é rua, não tem jeito. Não se pode esquecer que o árbitro deu cartões amarelos para seis santistas, e, além de Marlos, apenas para o são-paulino Cicinho. O pecado de Marlos foi cometer duas faltas que mereciam cartão.

Técnica x Garra

Quando ficou evidente que o Santos era o time mais técnico e envolvente, sobrou aos são-paulinos a opção da luta, da garra, e neste quesito louve-se a atuação de Hernanes. Não fosse ele, que de tanto tentar fez o gol que iniciou a reação do Tricolor, aos 8 minutos do segundo tempo, e a partida de volta não teria muitos atrativos.

Garotos de sangue-frio

No primeiro tempo, O Santos saiu com tanta tranqüilidade da defesa para o ataque – apesar da marcação por pressão do São Paulo – que não parecia um time de garotos. Os zagueiros não rifavam a bola e Wesley, Arouca, Marquinhos e Paulo Henrique trataram de fazer a transição da defesa para o ataque com categoria, de pé pra pé.

Parcial, a Band apostou apenas em uma banda

Antes do jogo a TV Bandeirantes levou ao ar um programa com Washington, centroavante do São Paulo. Logo em seguida, outro programa, desta vez uma entrevista com Cicinho, também do São Paulo. Quando os times entraram em campo, o repórter só ouviu jogadores do São Paulo e o técnico Ricardo Gomes. Não deu pra entender… Primeiro, porque demonstra falta de profissionalismo e de ética brutais. Uma tevê aberta não pode falar só de um dos times de uma partida decisiva, ainda mais quando a maior atração é o outro. Depois, se quiser audiência – coisa que sempre passou ao largo da emissora do Morumbi –, deveria dar mais espaço ao Santos, pois além dos santistas, no mínimo 90% dos torcedores de outros times estão a favor dos Meninos da Vila nesta semifinal.

E na Vila, como deve ser?

Com uma vantagem tão grande, será que o Santos deveria fechar mais o meio-campo e tentar garantir ao menos o empate? Ou deve ir pra cima e buscar uma goleada histórica sobre o rival, que terá de dividir as atenções entre o Campeonato Paulista e a Copa Libertadores? Conhecendo o torcedor santista como conheço, nem deveria ter feito essa pergunta. É claro que em casa, diante de seus ardorosos fãs, o Santos jogará melhor e terá uma rara oportunidade de obter uma grande vitória sobre o rival.

Nélio Mattos, o ganhador do Bolão

Nelio Mattos e Jhullivan acertaram o marcador do jogo deste domingo, mas Nelio foi o primeiro a apostar e por isso ganhou o livro “Os maiores 50 jogos das Copas do Mundo”, escrito pelo jornalista Paulo Vinicius Coelho, o popular PVC. 

Ficha técnica da partida

Semifinal do Campeonato Paulista de 2010

Morumbi, São Paulo, 11/04/2010 (domingo)

Local: estádio do Morumbi, em São Paulo

São Paulo 2, Santos 3

São Paulo: Rogério Ceni; Jean, Alex Silva, Miranda e Junior Cesar; Rodrigo Souto, Hernanes, Jorge Wagner (Fernandinho) e Marlos; Dagoberto (Marcelinho Paraíba) e Washington (Cicinho). Técnico: Ricardo Gomes

Santos: Felipe; Wesley, Edu Dracena, Durval e Leo; Arouca, Marquinhos (Zé Eduardo) e Paulo Henrique Ganso; Robinho, Neymar (Madson) e André (Pará). Técnico: Dorival Junior.

Gols: Junior Cesar (contra), aos 25minutos e André aos do primeiro tempo; Hernanes aos 8, Dagoberto aos 22 e Durval aos 45 minutos do segundo tempo.

Público: 35.695 pessoas. Renda: R$ 1.578,325,25.

Arbitragem: Marcelo Rogério, auxiliado por Vicente Romano Neto e David Botelho Barbosa.

Cartão vermelho: Marlos. Cartões amarelos: Marlos, Cicinho,  Neymar, Leo, Robinho, Wesley, Edu Dracena e Paulo Henrique Ganso.

Cartão vermelho: Marlos (SP)

Como o Santos deve jogar no próximo domingo para garantir a passagem para a final do Campeonato Paulista? Novamente com três atacantes, ou com um meio-campo mais reforçado, com a saída de André e a entrada de um volante? Eu e os outros leitores deste blog queremos saber sua opinião.


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