Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Em busca de novos horizontes

O Santos finalmente assinou com o Esporte Interativo. Ótimo. Mas o contrato só vai valer a partir de 2019. Até lá teremos três anos de boicote da Globo. Os santistas têm de estar unidos para enfrentar esse período e a diretoria do clube tem de se abrir mais para os torcedores do planalto. O clube não poderá perder oportunidades de faturar, pois a grana será curta. Bem, isso posto, concordo com quem sugere as escalações de Victor Bueno e Ronaldo Mendes para o jogo deste sábado, às 21 horas, contra o Novo Horizontino.

Parece que depois de se apaixonar pelo Nilson, o homem que perdeu o gol feito da Copa do Brasil, Dorival Junior está caído de amores pelo Patito, aquele que quer fazer gol da bandeirinha de escanteio. Torço para que o professor esteja certo, mas gostaria mesmo é de ver o garoto Victor Bueno começando uma partida. Algo me diz que o rapaz vai emplacar.

No ataque, como o Campeonato Paulista serve também para experiências, eu escalaria o Ronaldo Mendes no lugar de Ricardo Oliveira. Nosso veterano artilheiro não está sendo insinuando que está desgastado? Pois então que ceda o lugar ao rapaz que veio do ABC. Não fosse a vontade desse moço e o Santos não teria vencido o Ituano. Mas não descartaria colocar o Joel, que também me pareceu bem disposto quando entrou.

O Santos deve jogar com Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Gabriel, Patito Rodríguez e Ricardo Oliveira. O Novo Horizontino deve ser escalado pelo técnico Guilherme Alves com Anderson, Éder Sciola, Domingues, Jéci e Paulinho; Adriano, Fahel (Richarlyson), Pereira e Pedro Carmona; Rayllan e Cléo Silva.

Não creio que será um jogo tranqüilo. O Novo Horizontino tem apenas dois pontos, mas só perdeu uma partida – 1 a 0 para o São Bento, fora de casa. Curiosidades: o estádio tem capacidade para 12.398 pessoas e sua construção custou 42 milhões de reais.

Victor Ferraz escala os melhores jogadores brasileiros de cada posição:

E você, o que espera do Santos em Novo Horizonte?


Tempos brutos e burros

Classificação heroica: Santos faz dois gols em três minutos, vira o jogo contra o alvinegro de Itaquera e vai para a final do Paulista Sub-17. Veja:

Victor Ferraz já começa a treinar com bola:

Conheça um pouco mais sobre o Menino da Vila Daniel Guedes:

TEMPOS BRUTOS E BURROS


Cidinha Campos, então repórter da TV Record, ouvindo Pelé antes do Gol 1000.

Durante os trabalhos de pesquisa e produção para a primeira exposição do Museu Pelé, tive a sorte de entrevistar Paulo Planet Buarque, o elegante jornalista da TV Record que fez parte da equipe que planejou a vitoriosa participação da Seleção Brasileira nas Copas de 1958 e 1962. Lembrava-me que a TV Record preferia transmitir jogos do Santos aos de qualquer outro time, mesmo os de maior torcida estática. Perguntei a ele por que a emissora exibia tantas partidas do Alvinegro Praiano e sua resposta, acompanhada de um sorriso, foi a mais pura e natural possível.

– Aquele time do Santos era fantástico, todos queriam vê-lo. Tinha craques extraordinários e, entre eles, Pelé, o melhor jogador do mundo.

Imediatamente senti-me constrangido por ter feito a pergunta. Se o Santos, time chamado pelo narrador Raul Tabajara, da mesma TV Record, de “A Máquina de Fazer Gols”, ou os “Globe Trotters do Futebol”, produzia autênticos espetáculos mesmo nos gramados às vezes esburacados de estádios de todos os tamanhos, por que não transmiti-los? O fato de vivermos uma época dominada pelo mau gosto, em que a quantidade vale mais do que a qualidade, parece que me fez esquecer que este País já foi bem melhor, pois valorizava o que era bom e belo.

Sei que quase toda a equipe esportiva da TV Record torcia secretamente para o São Paulo, e o dono da emissora, Paulo Machado de Carvalho, era tricolor confesso, mas isso não fez com que a emissora privilegiasse jogos do time da Capital. Vivíamos tempos éticos, democráticos, inteligentes, de bom gosto, em que o melhor e o mais bonito era sempre mais valorizado.

Na música predominavam as letras do poeta Vinicius de Moraes e as melodias de Tom Jobim e João Gilberto; na crônica esportiva líamos textos de Nelson Rodrigues, Mário Filho, Armando Nogueira… Não se discutia a preferência pelo melhor, pelo mais bem feito, pelo que merecia ser visto. Vivíamos, no futebol e na sociedade brasileira, hoje eu sei, a chamada Meritocracia.

Mas, infelizmente, aquela TV Record, que valorizava o que era bom e bonito, que levou o teatro para a televisão, que mantinha uma orquestra e um corpo de baile, que trazia astros internacionais da música para shows transmitidos ao vivo, que cobria o melhor do futebol e criou os festivais de música que revelaram, entre outros, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Edu Lobo, Geraldo Vandré e contestaram a Ditadura Militar, enfim, aquela emissora que valorizava o mérito e a liberdade sofreu incêndios criminosos jamais esclarecidos, entrou em colapso financeiro e foi suplantada por um canal pequeno e apelativo, com sede no Rio de Janeiro, que, de uma hora para outra, recebeu grande aporte financeiro do governo militar e passou a dominar o mercado.

Ao comparar os tempos de predomínio da velha TV Record com os atuais, é impossível não se chocar com o sistema bruto e burro que querem nos impor. No futebol, por exemplo, a qualidade ficou em segundo plano. Há uma política sórdida que pretende enriquecer, na marra, dois clubes considerados mais populares. Não importa que algum de seus concorrentes passe a jogar um futebol excepcional, ou revele um novo Pelé. As cartas já estão marcadas.

Mesmo quando manteve, com grande esforço, o ídolo Neymar, um dos mais festejados do planeta, o Santos era preterido por equipes que são consideradas “mais populares”. O recado da tevê que hoje controla o futebol brasileiro é claro: ela não acredita no amor ao futebol e no bom gosto do torcedor brasileiro, mas aposta que, abrutalhado e pouco inteligente, este aficionado preferirá, sempre, ver o jogo do seu time ao de qualquer outra equipe, mesmo que esta jogue maravilhosamente bem.

Essa filosofia ditatorial condena a maior parte dos grandes clubes brasileiros à coadjuvância, pois mesmo que passem a praticar um futebol deslumbrante, não serão vistos na tevê, enquanto aos privilegiados será oferecida farta exposição, mesmo que pratiquem um futebol medíocre. Esta política, consequentemente, cria desigualdades odiosas.

Santos e Palmeiras, justamente os times com menos partidas televisionadas, foram os finalistas do Campeonato Paulista e são novamente finalistas da Copa do Brasil, com a perspectiva real de proporcionarem os maiores índices de audiência do futebol brasileiro em 2015. O Santos ainda empreendeu a maior reação no Campeonato Brasileiro, saindo da zona de rebaixamento para o G4. De quebra, tem Ricardo Oliveira, o maior artilheiro do País nesta temporada, e é o único time nacional com dois titulares na Seleção – Ricardo Oliveira e Lucas Lima, o autor do importante gol de empate diante da Argentina. É, ainda, o time formador de Neymar, o único super craque do futebol brasileiro no momento.

Todos esses méritos, porém, conquistados exclusivamente em campo, não impedem que a TV Globo, a pequena tevê carioca que cresceu de uma hora para outra e hoje domina o Brasil, reserve para o Santos uma cota que a partir de 2016 será menor do que a metade da verba ofertada ao Flamengo, time que não conquistou e nem conquistará nenhum título este ano, está longe do G4 no Brasileiro, não tem jogador na Seleção e pratica um futebol sofrível. Onde está a justiça nisso?

Nos tempos áureos da TV Record, em cuja equipe esportiva brilhava a inteligência e a simpatia de Paulo Planet Buarque, o futebol brasileiro, então o melhor e mais bonito da Terra, conquistou as Copas de 1958 e 1962, revelou os grandes craques de sua história e protagonizou eventos memoráveis, como o bicampeonato mundial do Santos em 1962/63. Os estádios viviam lotados e o torcedor sabia que o melhor time é o que deveria ser visto. Enfim, eram tempos elegantes. E inteligentes.


Paulo Planet Buarque com Ele.

Eu tenho saudades da velha Record. E você?


Péssima audiência de Flamengo x Corinthians prova que Globo está errada

Esse post se baseia na informação do site otvfoco.com.br – especializado em audiência de tevê.

Chega a ser bizarro. Sob a alegação de que dão muito mais audiência do que os demais times brasileiros, a Rede Globo paga ao alvinegro paulistano e ao rubro-negro carioca cerca de três vezes mais do que a outros clubes com melhor currículo do que os dois preferidos. A Globo defende que o que vale é a audiência, que gera faturamento publicitário, e não os resultados e o futebol mais bonito de uma equipe.

Sendo assim, o encontro dos seus dois favoritos, domingo, deveria provocar audiência recorde. Porém, como nós deste blog já esperávamos, a audiência da partida em São Paulo foi de apenas 15,6 pontos na Globo e 4,2 pontos na Band, em um total de 19,8 pontos, inferior ao jogo Cruzeiro x Santos (20 pontos) e bem inferior a Santos x Corinthians (22 pontos).

Flamengo x Palmeiras e Vitória x Corinthians tinham sido dois dos jogos com menor audiência, alcançando apenas 18 pontos. Todas essas evidências comprovam que é um erro acreditar que a (superdimensionada) quantidade de torcedores desses dois times vai garantir grandes audiências na tevê. Primeiro, porque suas torcidas não são tão grandes como dizem ser. Na melhor das hipóteses, as duas, somadas, não chegam a 29 milhões de pessoas.

Em segundo lugar, os torcedores que assistiam a esses times só para “secar”, estão deixando de fazê-lo, o que tem reduzido drasticamente a quantidade de telespectadores dessas equipes. Em terceiro, são times que jogam feio,para ganhar por 1 a 0. E o telespectador brasileiro prefere ver times que jogam mais bonito, em jogos mais importantes.

É evidente que se a partida escolhida fosse São Paulo e Cruzeiro, o Ibope seria maior. Se a Globo não sabia disso, mostra que conhece menos do mercado do futebol e das preferências do torcedor brasileiro do que deveria.

Há quem defenda, ainda, que a Globo se comprometeu com esses dois times depois que fizeram o serviço de detonar o Clube dos Treze, e por isso insiste em transmitir seus jogos, mesmo quando há outros mais atraentes, mas isso seria uma infâmia tão grande, que não devemos nem imaginar tal hipótese.

E você, esperava Ibope tão baixo dos preferidos da Globo?


Globo quer impor sua geopolítica do futebol brasileiro

Ao ignorar o jogo mais importante e mais esperado do Campeonato Brasileiro – o confronto entre o líder Cruzeiro e seu maior rival, o São Paulo – e privilegiar o duelo de seus dois medíocres queridinhos, a TV Globo mais uma vez deixou claro que não leva em conta a meritocracia no futebol, não se preocupa com a vontade da maioria de seus telespectadores, não está comprometida com o desenvolvimento do futebol brasileiro e tenta ajustar o futebol às suas projeções geopolíticas.

É evidente que a Globo quer impor a um time do Rio e um de São Paulo, que ela já escolheu, o monopólio do futebol no Brasil. Essa insistência, truculenta e ditatorial, a está levando a decisões ridículas, como a deste domingo, em que o País e o Exterior foram obrigados a ver um jogo ruim de coadjuvantes, que terminou, como se esperava, no placar de 1 a 0 (e ainda com gol irregular).

Na bela e organizada Santiago do Chile, onde cheguei hoje, com a Suzana, para visitar minha filha, e onde ficarei duas semanas, a única opção da Globo Internacional foi o jogo dos privilegiados medíocres. E posso garantir que a comunidade brasileira preferiu fazer outras coisas, já que estava ansiosa para ver o choque entre o Cruzeiro e o São Paulo.

A Globo deve ter motivos para acreditar que valorizar o mérito e oferecer qualidade e cultura ao povo não dá Ibope. E usa no futebol a mesma filosofia de quanto pior, melhor. Pois eu me recuso e creio que a cada dia há mais pessoas que se recusam a serem tratadas como idiotas pela tevê. Assim, enquanto a Globo oferecer lixo cultural em sua programação, terá como resposta a queda no Ibope e a consequente queda em seu faturamento.

Um detalhe: este blog é de santistas, não somos são-paulinos ou cruzeirenses, mas neste domingo nos sentimos desrespeitados pela decisão ditatorial da TV Globo, que tenta impor sua divisão geopolítica do futebol brasileiro sem levar em conta o mérito esportivo. Esse desestímulo à busca da qualidade e da eficiência é uma das causas principais da crise do nosso futebol e do recente vexame que a Seleção Brasileira deu na Copa do Mundo.


Santos de Robinho em jogo decisivo hoje, às 19h30m, na Vila

robinho - socio rei
Robinho, o maior chamariz para atrair mais sócios para o Santos.
edu dracena voltadamiao - esquerda
Edu Dracena precisa confirmar que a defesa é mais segura com ele, e Leandro Damião, bom sinal, foi visto treinando chutes de esquerda (Fotos: Ricardo Saibun/ Santos FC).

Hoje é dia de revanche para Oswaldo de Oliveira. Vencido por Doriva na final do Campeonato Paulista, Oliveira pode dar o troco no jovem técnico que trocou de rubro-negro e hoje dirige o ofensivo Atlético Paranaense.

Pode parecer que não, mas o jogo de logo mais, às 19h30m, na Vila Belmiro, sem tevê, é decisivo para as perspectivas do Santos neste Campeonato Brasileiro. O Atlético Paranaense tem três pontos ganhos a mais e é, teoricamente, um rival direto na disputa por um lugar no G4. Hoje qualquer resultado diferente da vitória será muito ruim para o Alvinegro Praiano.

O técnico Oswaldo de Oliveira manterá o mesmo time que jogou domingo, com exceção da entrada de Edu Dracena no lugar de Bruno Uvini. Hoje uma esquema mais ofensivo se justifica, mas o adversário merece cuidados, pois tem feito mais gols do que o Santos.

Segunda melhor defesa do campeonato, o Santos não tinha sofrido tantos gols em uma partida até os 3 a 0 para o Cruzeiro e hoje será um teste importante para checar se a volta do experiente Edu Dracena deixa mesmo o setor mais sólido, ou não.

O time jogará novamente com três atacantes – Thiago Ribeiro, Robinho e Leandro Damião –, apoiados pelo meia Lucas Lima e os laterais Cicinho e Mena. Alison e Arouca serão os únicos do meio com a função precípuo de marcar o bom ataque do Atlético/PR.

Com 23 gols em 11 jogos, o Atlético tem o terceiro melhor ataque do Brasileiro, atrás de Cruzeiro (32) e São Paulo (25). Assim, o Santos enfrentrá os três seguidamente nesta reta final do primeiro turno. Mas o time do Paraná estará desfalcado no jogo de hoje. O jovem artilheiro Douglas Coutinho serve a Seleção Brasileira Sub-21 e na defesa o veterano Cléberson, suspenso, deixará o lugar para Dráusio. Esses desfalques podem ajudar ao Santos.

Outro detalhe favorável ao Alvinegro é que a defesa do Atlético já sofreu 20 gols e é a quinta mais vazada do Brasileiro. E como ainda não terá Cleberson, as possibilidades de gol para os atacantes santistas devem aparecer. Será que desta vez concluirão bem? Esperemos.

O técnico Doriva faz um bom trabalho no Atlético, depois de ter sido campeão paulista com o Ituano, derrotando o Santos na final. Aos 42 anos, esse paulista de Mirassol é uma das revelações da categoria. O jogo é também uma revanche entre ele e Oswaldo de Oliveira. Veremos qual dos professores se sairá melhor desta vez.

Como terá o time completo, ao contrário do adversário, e como só sofreu quatro gols jogando na Vila Belmiro, o Santos pode ser considerado favorito. Mas o Atlético é um visitante que deve ser respeitado, pois quase metade de seus gols foram feitos fora de casa e já venceu Flamengo e Figueirense jogando no campo do adversário.

Falta de tevê no jogo de hoje é reflexo da ditadura da Globo

A Globo comprou os direitos do Campeonato Brasileiro e não quer passar o jogo de hoje no Sportv e muito menos na tevê aberta. Ótimo. Mas se os clubes precisam de visibilidade para atrair patrocinadores e torcedores, por que proibir Santos e Atlético/PR de venderem o jogo para outra emissora, ou mesmo venderem as imagens pela Internet?

Como esses clubes poderão disputar de igual para igual com outros aos quais estão reservados os horários nobres das rodadas de meio e fim de semana? Esse privilégio odioso ainda é fortalecido por uma divisão leonina de cotas, o dinheiro mais importante que entra nos cofres dos clubes.

Santos e Atlético Paranaense poderiam montar rapidamente uma boa estrutura para transmitir seus jogos para seus sócios e assinantes. A SantosTV e TV Cap são embriões de emissoras próprias que no futuro certamente farão isso, com um ganho maior do que hoje é auferido com o contrato da Globo.

No Campeonato Paraense do ano passado o Atlético teve a coragem de recusar a oferta da Globo (cerca de 60 mil reais por partida) e transmitiu seus jogos pela Internet. Nas finais, a Globo teve de negociar a transmissão dos jogos.

Os clubes precisam começar a conversar sobre isso, pois deixar a questão da visibilidade sob a única responsabilidade da Globo é o mesmo, para muitos deles, que assinar o atestado de óbito como clube grande. O Atlético Paranaense, que entre 2001 e 2005 teve um dos times mais destacados do País, já percebeu isso.

Com a segunda menor dívida de tributos entre os clubes da Série A do Brasileiro – “apenas” 9,3 milhões de reais, contra 119,8 milhões do Santos –, o Atlético Paranaense tem usado criatividade e trabalho para escapar do eterno papel de coadjuvante que a Globo quer impor para ele. É um exemplo para o Santos, que tem muito mais torcedores, muito mais prestígio e história no futebol, mas não está sabendo usar isso para o seu crescimento.

Santos x Atlético/PR

Vila Belmiro, 20/08/2014, quarta-feira, às 19h30

Sem televisão aberta ou fechada. Opção é o pay per view

Santos: Aranha; Cicinho, Edu Dracena, David Braz e Mena; Alison, Arouca e Lucas Lima; Thiago Ribeiro, Robinho e Leandro Damião. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Atlético/PR: Wéverton, Sueliton, Dráusio, Léo Pereira e Natanael; Deivid, João Paulo, Bady e Marcos Guilherme; Marcelo e Cleo. Técnico: Doriva.

Árbitragem: Igor Junio Benevenuto, auxiliado por Celso Luiz da Silva e Marcus Vinicius Gomes, todos de Minas Gerais (não conheço esse trio, só espero que atuem bem e vejam tudo. Nos últimos jogos o Santos tem sido prejudicado por “descuidos” da arbitragem).

Saudades de Neymar. Neymar 4 x Atlético/PR 1. Lembra? Veja que quando o Santos e seus jogadores dão motivo, a tevê não tem para onde correr. Sucesso absoluto!

Pior derrota do Santos para o Atlético/PR. Com um jogador a mais, Santos perdeu de 3 a 2, em Curitiba, pelas quartas-de-final da Libertadores, e a derrota foi decisiva para não chegar à semifinal da competição. Também é bom aprender com os erros. Veja

E hoje, como o Santos deve fazer para vencer o Atlético Paranaense?


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