Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959 (page 1 of 4)

Flu é tetra. Mano chama Durval. Aarão descobre talentos da base

Ombudsman e Torcedores Santistas,

Hoje tem Neymar pela selenike em seu milésimo jogo, porém às 20h00m tem Bahia x Santos pelas quartas de final da Copa do Brasil – Sub 20 com transmissão pela ESPN/Brasil. Será o jogo dos dois melhores ataques do torneio até o momento: o baiano com 12 gols em 3 jogos contra a “Tropa de Elite” santista com 14 gols em 4 jogos.

Não fosse essa a era dos “defeituosos de fábrica”, fica a certeza de que ao menos um ou dois dos jogadores da base santista seriam titulares absolutos no atual time dos “cabeças de bagre”, cognominação recentemente atribuída pelo mandatário mor do clube ao elenco do time profissional.

De toda forma, fica a sugestão para acompanharmos a essa partida torcendo para mais uma vitória e, quem sabe, a conquista de mais um título inédito.

Saudações Alvinegras!!!

Nazir Khayat

A torcida do Fluminense pode comemorar de boca cheia e peito aberto este quarto título brasileiro. Poucas vezes, nos últimos tempos, um campeão mostrou tanta superioridade sobre os demais, a ponto de levantar a taça a três rodadas para o final.

Com isso, o Fluminense equipara-se ao Santos com dois títulos em 2012. Porém, em que pese o melhor nível técnico do Campeonato Paulista, em comparação ao do Rio de Janeiro, o Campeonato Brasileiro é a competição mais longa e difícil do calendário nacional, a que exige mais planejamento, elenco e trabalho constante. Não há dúvida de que este título dá ao tricolor carioca o status de melhor time do País em 2012.

Fico feliz pois o Fluminense foi, ao lado do Palmeiras, o clube que mais apoiou o trabalho que o amigo José Carlos Peres e eu fizemos pela Unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959. O salão nobre do estádio que sediou o lendário Sul-americano de 1919 – primeira conquista importante do futebol brasileiro – se abriu para receber nosso painel para a imprensa carioca, repetindo o que já tínhamos feito no salão nobre do Palmeiras para os jornalistas paulistanos de boa vontade.

É animador perceber que alguns veículos de comunicação que estavam em cima do muro quanto à Unificação, agora estampam manchetes exaltando o quarto título brasileiro do Fluminense, contando, assim, como se deve, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1970.

Nada mais justo e mais inteligente. Não adianta brigar contra os fatos, contra a verdade e contra a manifestação pura e espontânea das massas de torcedores, que são quem movimentam o futebol brasileiro. Ninguém pode duvidar que, ao se tornarem campeões brasileiros novamente, santistas e palmeirenses comemorarão o seu enea, assim como Cruzeiro, Bahia e Botafogo festejarão o seu tri. Isso é inexorável e as disposições em contrário estão eternamente revogadas.

Outro detalhe que me alegra nesse título do Fluminense é a presença de Carlinhos, um legítimo Menino da Vila, na lateral-esquerda do campeão. Formado no Santos, não foi devidamente aproveitado pelo técnico Vanderlei Luxemnburgo e acabou emprestado ao Cruzeiro e depois ao Mirassol. Acabou indo para o Santo André, o vice-campeão paulista de 2010. No mesmo ano, contratado pelo Fluminense, foi titular e muito importante no título brasileiro de 2010. Agora veste a faixa de novo. Parabéns Carlinhos!

Durval na Seleção. Belisquem-me…

Bola com Durval, pimba pra frente. Essa tem sido a jogada característica do zagueiro do Santos, um time que faz a chamada ligação direta o tempo todo. Convocá-lo para a Seleção Brasileira é bastante estranho, pois não é possível que entre os zagueiros brasileiros não haja quem tenha um pouco mais de categoria, senso de cobertura, velocidade e impulsão.

Porém, se o destino lhe dá um limão, faça uma limonada. Pensando assim, espero que o Santos aproveite a valorização do experiente zagueiro e consiga fazer um bom negócio com ele. Uma troca pau a pau por Robinho seria ótimo. Ou quem sabe ceder Durval, Miralles, Bill, David Braz, Galhardo, Gérson Magrão, Rafael, Henrique, Adriano, João Pedro e André pelo Xavi…

Aarão, um técnico especializado em trabalhar com a base


Aarão, vocação para trabalhar com a base e descobrir talentos

Não, não estou pedindo que o Santos o contrate. Estou pedindo que os dirigentes de clubes que leem este blog prestem atenção e, se possível, chamem o técnico Aarão Alves dos Santos para cuidar do departamento de futebol amador de suas agremiações. O rapaz, de apenas 38 anos, já fez bons trabalhos e traz o futebol no sangue, já que é filho do lendário Manoel Maria, craque do Santos nos anos 60 e 70.

Com 10 jogos invictos, Aarão bateu o recorde de Wagner Mancini no Paulista de Jundiaí, levando um time de garotos ao vice-campeonato da Copa Paulista em 2009. Neste trabalho revelou William Rocha, zagueiro do Sport, e Diego Pacheco, do Bragantino, entre outros.

Adepto do futebol ofensivo, Aarão gosta de orientar e lapidar os jovens, pois acredita que depois de uma certa idade é realmente muito difícil corrigir algumas falhas de fundamento:

“O trabalho de base é que forma o jogador, aprimora suas qualidades e busca eliminar suas deficiências. Se até os 19 anos não se consegue deixar o jogador pronto para o profissionalismo, depois é muito difícil”, diz Aarão (sem contar que formar jogadores é a maior fonte de renda muitos clubes).

Casado, com dois filhos, morador em Santos – onde já atuou no Jabaquara – Aarão Alves dos Santos, filho do querido Manoel Maria, é um profissional que pode ser muito útil em um clube preocupado em fazer um bom trabalho de base. Quem quiser entrar em contato com ele pode enviar um e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br

O que você achou do tetra do Flu e do Durval na Seleção?


Por que amanhã será o Dia do Dossiê aqui no Blog do Odir


José Carlos Peres, de pé, à esquerda, explicando a Ricardo Teixeira e outros dirigentes a necessidade histórica de se ratificar os títulos brasileiros desde 1959 (Foto: Assessoria de Imprensa da CBF).

Do primeiro ao último minuto de amanhã, terça-feira, este blog estará oferecendo o “Dossiê – Unificação dos Títulos Brasileiros a Partir de 1959” pela metade do preço. De R$ 60,00, por apenas R$ 30,00. E por que isso? Porque a manutenção da história depende de quem se interessa por ela, e acho que os leitores deste blog estão entre os mais interessados em preservar a Unificação que foi obtida com muito custo em dezembro de 2010, por meio de um trabalho realizado por José Carlos Peres e por mim.

Com o início de mais um Campeonato Brasileiro, percebe-se claramente os veículos de imprensa que respeitam a história oficial do futebol brasileiro, e os que desrespeitam, tentando criar uma situação mentirosa, favorável a alguns clubes. O Brasil tem campeões nacionais desde 1959. Essa é a única realidade. Isso está provado e oficializado, em documento chancelado pela CBF, Conmebol e Fifa. Qualquer tentativa de esconder esse fato deve ser repudiada pelo amante do futebol.

Ao anunciarem os confrontos diretos dos times que jogam o Campeonato Brasileiro, os veículos se denunciam. Quem conta apenas a partir de 1971 está burlando a história oficial. Vimos exemplos bons e ruins nessa primeira rodada do Brasileiro. Para que não se continue ignorando a vrdadeira história, o único remédio é o conhecimento, e este está inserido no Dossiê. Nossa obrigação é divulgá-lo.

Não se pode obrigar jornalistas a serem profissionais, se hoje nem ao menos há a obrigatoriedade do diploma universitário para exercer a profissão. Mas se pode exigir, sim, que não mintam e sejam éticos. A história dos campeões brasileiros e, consequentemente, dos confrontos diretos em competições nacionais deve ser contada desde 1959, ano da primeira Taça Brasil, que definiu o Bahia como o primeiro campeão nacional e primeiro representante do País na Copa Libertadores da América.

Seja um fiscal da Unificação


Minha explanação no Itanhagá Golf Club, durante cerimônia da CBF que anunciou a Unificação dos Títulos Brasileiros (imagem tirada da tevê)

Com o Dossiê em mãos, você pode ser um fiscal da Unificação, pode cobrar a divulgação da verdadeira história dos campeões brasileiros e também informar aos jornalistas de sua cidade que não tenham o Dossiê (infelizmente, os jornalistas, que deveriam ser os mais interessados, costumam ser os mais ignorantes, preguiçosos e presunçosos, pois dificilmente adquirem um livro para aumentar seus conhecimentos na área em que atuam. Sabem que no Brasil basta “achar”).

E conto com você, porque já deu para perceber que os presidentes e as diretorias dos clubes contemplados com a Unificação – Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras e Santos -, que tanto comemoraram o feito, pouco ou nada têm feito para que a história se consolide. Peres e eu já adivinhámos essa postura e por isso decidimos imprimir o Dossiê e oferece-lo, como livro, a todos os interessados.

Com o inestimável apoio da Stil Graf, uma das gráficas mais conceituadas de São Paulo, produziu-se uma obra que nas livrarias não custaria menos do que 100 reais. Neste blog o Dossiê está sendo oferecido por R$ 60,00, praticamente o preço de custo, e amanhã, só amanhã, repito, poderá ser adquirido por apenas R$ 30,00. Só para que você o tenha e divulgue a história, antes que consigam apagá-la novamente.

O santista tem como perfil enfrentar os maiores obstáculos e não desistir nunca. Pois agora é preciso mais um esforço para que os títulos brasileiros anteriores a 1971 – conquistados justamente na época áurea do nosso futebol – não sejam jogados para baixo do tapete. Por isso, adquira o seu Dossiê e divulgue o seu conteúdo. Se já o tem, compre-o e faça uma doação a um jornalista de sua cidade. Se eles não vão até o conhecimento, que o conhecimento vá até eles.

Posso contar com você?


Vitórias e derrotas são passageiras. Títulos são eternos


Cruzeiro, Santos, Palmeiras, Bahia, Fluminense e Botafogo: suas conquistas da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa foram garantidas com o reconhecimento dos títulos brasileiros de 1959 a 1970.

Os resultados que estamos vendo neste Campeonato Brasileiro – como a goleada sofrida pelo Flamengo para o Atlético Goaniense, ontem, no Engenhão, por 4 a 1 – confirmam a máxima de que no futebol ninguém morre na véspera. Não basta ser favorito no papel. É preciso comprovar em campo.

As surpresas, como também foram os empates de São Paulo e Palmeiras, fazem parte do universo do futebol e não devem ser recebidas com estupefação. É evidente que é preciso aprender a evitá-las. Porém, quando acontecem, só resta levantar a cabeça e partir para o próximo jogo.

Um grande time – e uma grande torcida – não podem se amofinar por um resultado negativo. Nem mesmo por uma série deles. Por mais que derrotas doam, são passageiras, não conseguirão diminuir a importância de um time na história. E isto não serve só para os santistas, que em um intervalo de um ano e meio comemoraram quatro títulos…

Veja o Bahia, que por alguns anos penou nas séries inferiores do futebol brasileiro, mas hoje está de volta, tão atrevido e grande como sempre. Veja ainda Palmeiras, Fluminense, Botafogo, que também passaram maus bocados recentemente, mas agora estão aí de novo entre os maiores do País, conquistando troféus importantes ou ao menos brigando por eles.

Nem é preciso lembrar o Cruzeiro, um dos melhores do país dos últimos anos, que costuma disputar, até as últimas rodadas, os títulos mais importantes do nosso futebol. Citei estes seis clubes de propósito, só para lembrar que há feitos históricos que se sobrepõem às instabilidades do momento.

Seis campeões de ontem. E de sempre

Lembro destes seis clubes porque eles foram os primeiros campeões do Brasil, aqueles que reinaram na era de ouro do nosso futebol – a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa/ Taça de Prata, de 1959 a 1970. Como ontem, novamente estão entre os maiores hoje.

Isso apenas prova que as forças do futebol nacional não se alteraram dos anos 60 até hoje. Meio século se passou e todos os campeões do Brasil daquele período estão na seletíssima Série A do Campeonato Brasileiro hoje. Suas vitórias e derrotas ao longo do tempo não diminuíram sua grandeza. Apenas humanizaram e enriqueceram sua história.

Dossiê já está liberado para quem não fez cadastro

Esta noção da importância de cada clube não pode ser vista com lente de aumento, que supervaloriza os detalhes, mas não vislumbra o todo. É preciso ver de longe para que se possa avaliar com perfeição todo o caminho trilhado por uma agremiação. Esta é uma das propostas do Dossiê pela Unificação dos Títulos Brasileiros, que este blog está oferecendo para torcedores destes seis gigantes do futebol.

Se vivêssemos em um País que respeita a história – e as leis –, certamente José Carlos Peres e eu não precisaríamos nos embrenhar em mais essa empreitada, a de produzir o livro do Dossiê e tornar público um documento antes restrito às autoridades e técnicos da CBF que analisaram essa reivindicação.

Mas, infelizmente, moramos em um país onde leis pegam ou não pegam. E não se pode correr o risco de a Unificação dos Títulos Brasileiros, conquistada depois de tanto esforço, simplesmente voltar a ser ignorada pelos mesmos veículos de comunicação e jornalistas que tentaram apagar da memória coletiva a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Por isso, mesmo sabendo que passo a impressão de estar legislando em causa própria, peço que ao menos os torcedores de Santos, Palmeiras, Cruzeiro, Fluminense, Botafogo e Bahia, tenham o Dossiê em mãos e o divulguem, e o recomendem aos amigos, pois só com a difusão do conhecimento é que fabricaremos a vacina contra o esquecimento histórico.

A partir desta sexta-feira, 19 de agosto, não é mais preciso fazer cadastro neste blog para adquirir o livro do Dossiê, uma obra finamente encadernada, com 323 páginas, oferecida a um preço de custo, com a facilidade de poder ser paga com boleto ou cartão de crédito e débito, e recebida em sua casa. Conto com você!

Confira a página especial do Dossiê: http://blogdoodir.com.br/dossie-unificacao-dos-titulos-brasileiros-a-partir-de-1959/

Você acha que a Unificação dos títulos brasileiros corre o risco de “não pegar”?


Veja como foi a Festa do Octa, pela SantosTV

Como é bom ver nossos ídolos felizes com a justiça da Unificação, tranquilos de saber que são, oficialmente, campeões brasileiros. Repare o que diz Dalmo, Lalá… Imagine como era aquele time. Mais um belo trabalho do Cássio Barco e dos craques da SantosTV.


Entrevista no Terra sobre a Unificação


Repare no texto da matéria do jornal Folha de São Paulo: “… O Santos FC conquistou pela quarta vez consecutiva a Taça Brasil, tonando-se dessa forma tetracampeão brasileiro de clubes”. A competição se chamava Taça Brasil, mas dava ao vencedor o título de campeão brasileiro. Dá para ser mais claro?!

O jornalista Diego Garcia, do Portal Terra, avisou que era contra a unificação, mas, como manda a cartilha do bom profissional, não mexeria ou maquiaria minhas respostas.

Confiei nele e o resultado, acredito, foi uma ampla e esclarecedora entrevista sobre a Unificação dos títulos brasileiros. Faço questão de dar o link aqui porque, percebo, ainda há muitas pessoas que repetem as mesmas perguntas.

Aproveito para agradecer ao profissionalismo deste Diego Garcia, que presumo jovem, pela voz. É salutar ler uma entrevista que mantém as frases e palavras exatamente como as proferimos.

Leia minha entrevista no Terra sobre a Unificação


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