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Mal tratados em Osasco

Atendendo a pedidos, promoção vai até o dia 10 de maio!

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MAL TRATADOS EM OSASCO

Sede, desconforto, insegurança – assim o torcedor foi tratado no pequeno Estádio José Liberatti, em Osasco, sem capacidade nem estrutura para receber um jogo de final de Campeonato Paulista. Veja neste vídeo do conselheiro Rachid Bourdoukan como os torcedores santistas sofreram para acompanhar o primeiro jogo da decisão do Campeonato Paulista.

Torcedores compraram ingressos para um setor demarcado para a torcida do Santos, mas não puderam entrar no estádio por usarem camisas do time. Uma criança tinha sede, mas não havia água para comprar; torcedores tinham fome, mas a lanchonete estava fechada; uma multidão tentava entrar no minúsculo banheiro, mais lotado do que coletivo na hora do rush…

Ingressos numerados? Lugares reservados para deficientes? Esqueça (veja na comemoração do gol do Santos uma muleta ser agitada). O Estatuto do Torcedor foi esquecido pela Federação Paulista de Futebol, presidida por Reinaldo Carneiro Bastos; pelo Santos Futebol Clube, do presidente por Modesto Roma, e pelo Audax, de Vampeta. Os três foram irresponsáveis.

Por não fazer o óbvio, que seria marcar os dois jogos para um estádio maior, como Pacaembu ou Morumbi, a Federação, o Santos e o Audax colocaram os torcedores dos dois times, principalmente os santistas, no caso os visitantes, em uma situação de risco.

Lamentável, mais uma vez, a participação de Modesto Roma em uma negociação importante para o Santos. No ano passado, o time já perdeu a Copa do Brasil por consentir com o adiamento da final, e perdeu também a vaga para a Copa Libertadores por usar reservas em jogos decisivos do Campeonato Brasileiro.

Agora, além de correr o grande risco de ser derrotado na primeira partida da final, Roma ainda obrigou seus torcedores a passar situações dramáticas em Osasco. E tudo isso para quê? Para jogar a segunda partida na Vila Belmiro, único estádio em que os jogadores do Santos, e essa diretoria que pensa pequeno, têm confiança em si mesmos. Uma vergonha.

A necessidade de vencer aumentará a pressão sobre o Santos na Vila. Devemos ter confiança na vitória porque o Santos é melhor e tem melhores jogadores do que o Audax, mas o normal era já ter vencido a primeira partida – o que não ocorreu devido às circunstâncias especiais provocadas pela precariedade do estádio, no qual o ambiente hostil aos santistas até pressionou o árbitro Flavio Rodrigues de Souza para cometer erros importantes contra o Alvinegro Praiano, como um pênalti não marcado em Gustavo Henrique, um cartão amarelo ignorado e um impedimento mal assinalado. Jogar em La Bombonera teria sido mais tranquilo. Na Vila nenhum árbitro será louco de prejudicar tão escandalosamente o Santos.

Ronaldo Mendes mais 10

Como em uma final é preciso determinação e confiança na vitória, sugiro que Vitor Bueno seja substituído por Ronaldo Mendes, o jogador mais motivado do Santos no momento. Caso Lucas Lima não possa jogar, que Ronaldo seja escalado. Essa é uma partida em que os jogadores terão de se empenhar além da conta, no ataque e na marcação, movimentando-se bastante, mesmo sem bola. Não dá para ser campeão só cercando, marcando de longe, porque o Audax vai correr bastante e tentar fechar os espaços.

A técnica mais aprimorada e a experiência dos jogadores do Santos, aliadas ao gritos constantes da torcida, só farão a diferença se cada jogador santista se atirar à bola com vontade. E inteligência. Não se pode esquecer que, apesar da longa invencibilidade na Vila Belmiro, muitos dos jogos nesse período terminaram empatados, o que levaria o jogo para a dramática e imprevisível disputa por tiros diretos da marca do pênalti caso uma igualdade volte a ocorrer nesse domingo.

Empatar no caldeirão de Osasco obriga o Santos a vencer domingo. É o único resultado que se espera de um time que fez uma campanha bem superior, tem jogadores mais gabaritados e muito mais bem remunerados, e uma torcida que é mil vezes maior do que a do seu rival.

Promoção do livro Time dos Sonhos vai até 10 de maio

Tenho recebido alguns e-mails de santistas inconformados com o fim da promoção do livro Time dos Sonhos – dentre eles o comovente apelo do garoto Wellington, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Nessa promoção, o leitor tem direito ao livro, de 528 páginas, chamado de “A Bíblia do Santista”, com dedicatória, sem despesa de correio, e ainda ganha a versão eletrônica do livro Donos da Terra, tudo isso por apenas 68 reais, que podem ser pagos parceladamente.

“Não tem lógica o senhor acabar com a promoção antes do Santos ser campeão. Será o meu primeiro livro do Santos, senhor Odir, não acabe a promoção”, pediu o Wellington. Pediu, e será atendido. Será um presente do Blog do Odir para o santista comemorar esta oitava final consecutiva do Campeonato Paulista e, se tudo correr bem, mais um título estadual.

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Promoção se encerra dia 10 de maio!

E você, o que acha disso?


Santos saiu perdendo


Neste Paulista o Audax já foi à Vila e deu muito trabalho.

O Santos precisa faturar. Sem patrocínio máster, sem boas cotas de tevê, sem campanha de sócios, com arrecadações pequenas ao longo do Campeonato Paulista, com os juros bancários fazendo sua dívida aumentar a cada mês, ainda com os 70 milhões de Leandro Damião a serem pagos, as finais do Paulista eram uma boa oportunidade de tirar a barriga da miséria. Porém, o presidente Modesto Roma agiu como se o clube nadasse em dinheiro.

Aceitar que as finais do Campeonato Paulista sejam jogadas no estádio José Liberatti, em Osasco, com capacidade para 12.787 pessoas, e no Urbano Caldeira, a Vila Belmiro, que comporta apenas 16.650 torcedores, não é só pensar pequeno demais. É pensar errado.

Na reunião dos presidentes Roma, do Santos, e Vampeta, do Audax, nenhum queria abrir mão de jogar em sua cidade. Foram turrões e agiram como amadores. Perderão dinheiro e terão a mesma chance de vencer o campeonato que teriam em estádios bem maiores e confortáveis. Na verdade, a composição final acabou sendo melhor para o Audax. O bairrismo cego impediu Roma de enxergar a melhor solução para o Santos.

Jogar as duas partidas em São Paulo, como fez nas finais do Paulista contra Santo André, Guarani e Ituano, seria a opção ideal para o popular Alvinegro Praiano. Não só pelos fatores renda, visibilidade e conforto para sua torcida, mas também pelo aspecto técnico, já que o Santos tem muita dificuldade de conseguir bons resultados em pequenos estádios hostis.

Nesse mesmo José Liberatti o Audax sapecou 4 a 1 no São Paulo nas quartas de finais, fora o baile. Uma estratégia óbvia era evitar que o Santos jogasse a primeira partida da final ali. Como Modesto Roma não abriu mão de fazer a segunda partida na Vila, Vampeta também não cedeu com relação a Osasco e com isso o time que acabou perdendo com esse acordo foi o Santos. O bairrismo impediu Roma de pensar no clube.

Com dois jogos no Pacaembu, ou no Morumbi, o público e a renda seriam muito maiores e a torcida santista faria o time se sentir em casa. Leco, presidente do São Paulo, chegou a oferecer o Morumbi para os jogos – mesmo estádio, aliás, em que o Santos foi campeão paulista em 2007 e 2012.

Em 2007, na administração de Marcelo Teixeira – por incrível que pareça muito menos bairrista do que Modesto Roma –, o Santos decidiu o título com o São Caetano no estádio do tricolor paulista. No primeiro jogo o público foi de 32.136 pagantes, e no segundo, que deu o título ao Santos, o estádio recebeu 59.953 pagantes, com renda de mais de um milhão de reais.

Em 2010, já na administração de Luís Álvaro Ribeiro, as finais do Paulista diante do Santo André, no Pacaembu, tiveram públicos de 33.354 e 35.0001 pessoas, com arrecadações de R$ 1.770.150,00 e R$ 2.244.465,00.

Dois anos depois, ainda na administração de Laor, a decisão com o Guarani foi jogada no Morumbi, e os públicos foram 53.749, com renda de R$ 2.667.232,00 e 40.146 pessoas, com arrecadação de R$ 1.849.376,00.

Finalmente, em 2014, na gestão de Odílio Rodrigues, o Santos disputou a decisão do Paulista com o Ituano, no Pacaembu, com públicos de 27.114 e 34.965 pessoas e arrecadações de R$ 1.459.353,00 e R$ 1.901.845,00.

Agora, diante do Audax, a soma do público dos dois jogos não chegará a 30 mil pessoas. A renda somada das duas partidas não chegará à arrecadação diante do Santo André, há seis anos. Mas o pior é que, além dos números da bilheteria, há a questão dos números em campo.

Sensação do Campeonato Paulista, com seu estilo ofensivo e técnico de jogo, o Audax venceu o Palmeiras e o São Paulo em seu estádio, enquanto o Santos se costumou a jogar mal e preguiçosamente longe do grito de sua torcida. Caso o Audax vença a partida no domingo, o que seria um resultado normal, o Alvinegro Praiano terá de se desdobrar para vencer bem na Vila Belmiro, o que, conforme vimos contra o Palmeiras, não será nada fácil.

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Faltam apenas 4 dias para terminar a promoção!

Uma pena que a Federação Paulista de Futebol não tenha intercedido para que a decisão fosse jogada em um estádio maior, mais digno de uma final de Campeonato Paulista. O presidente da Federação, Reinaldo Carneiro Bastos, admitiu que a escolha de Roma e Vampeta trará “prejuízo financeiro”, mas tentou justificar, dizendo que “a escolha dos estádios com certeza acarreta em perdas financeiras, mas o futebol não é feito só do dinheiro”.

O prêmio ao campeão paulista será de R$ 4 milhões. Um bom dinheiro, mas nada que o Santos já não teria acumulado se jogasse mais vezes em São Paulo nesse Campeonato Paulista.

Bem, agora resta saber se Dorival Junior vai poupar muitos titulares no jogo de meio de semana, diante do Santos do Amapá, pela Copa do Brasil. Vimos muito bem o que deu poupar jogadores na reta final do Campeonato Brasileiro do ano passado.


Como um presidente eleito por uma chapa que se intitulava “Santos Gigante” aceita que o Santos jogue a final de um título paulista em um estádio como esse?

Agora veja a torcida do Santos comemorando o título de 2007 em um Morumbi com 59.953 pagantes e renda de R$ 1.028.550,00:

E você, o que achou da escolha dos estádios para a final?


Neste sábado vamos ver até onde vai a audácia desse Audax

Leia e comente minha coluna no jornal Metro: “Santos precisa de um craque: o patrocínio.”

Ricardo Oliveira, Gabriel e Robinho
O time de Robinho ganhou o rachão. E ele comemorou muito com Ricardo Oliveira e Gabriel (Foto: Ivan Storti/ Santos FC)

Para começar, digo que esse Audax merece respeito e a melhor forma de respeitar um time é jogar sério, marcar gols. Nada de toquinho de lado e embromation. Dito isso, informo que o técnico Marcelo Fernandes não quer dar sopa para o azar e não pretende poupar ninguém no jogo deste sábado, às 16 horas, no Pacaembu (bom horário, ótimo estádio, bom adversário, tudo para termos no mínimo 15 mil santistas no Paulo Machado de Carvalho. Vá e leve a família. Eu vou, claro! Arquibancada verde é o meu lugar.).

Robinho está confirmado. Ele só viajará para a Seleção Brasileira à noite. Valencia será substituído por Lucas Otávio, Elano, Leandrinho ou Marquinhos Gabriel. Marcelo Fernandes ainda não decidiu. O Santos deverá jogar com Vanderlei, Cicinho, David Braz, Werley e Vitor Ferraz; Lucas Otávio (ou Elano, ou Leandrinho, ou Marquinhos Gabriel), Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Ricardo Oliveira e Robinho.

O Santos é o líder absoluto do Campeonato Paulista e quer continuar vencendo para ter vantagem de mando de jogo nas partidas decisivas. Mas o Audax merece cuidados. O time de Osasco é o terceiro do grupo C, a apenas dois pontos da Ponte Preta. Orientado pelo técnico Fernando Diniz, o Audax venceu suas últimas quatro partidas, entre elas uma goleada de 6 a 1 no Red Bull Brasil.

O forte do Audax é o ataque, que marcou 18 gols, quatro a mais do que o Palmeiras e quatro a menos do que o Santos. O time de Osasco também tem o artilheiro do Paulista – Rafael Longuine, com oito gols, jogador que interessa ao Santos para o segundo semestre. Sua defesa, porém, já sofreu 13 gols. O melhor, para o espetáculo, é que o Audax tocar a bola, como o Santos.

O presidente do Audax é o ex-jogador Vampeta, aquele mesmo que disse que ia comer peixe na final do Campeonato Brasileiro de 2002. O clube, que já pertenceu ao Pão de Açúcar, tenta ter uma administração moderna e profissional. No início do campeonato vendeu um mando de campo para o Palmeiras e com isso faturou mais em um jogo do que o Santos deverá faturar em todos os seus jogos no Paulista.

Sábado às 16 horas é, segundo a enquete aí do lado, o segundo horário preferido dos santistas, e o Pacaembu também é o estádio preferido. Como o Santos usará seus titulares, entre eles Robinho, e o Audax não é de se retrancar, acredito que será um ótimo jogo pra se ver.

Marcelo Fernandes promete o Santos completo neste sábado. Assista:

Santos x Audax

Pacaembu, 21/03/2015, 16 horas

Santos: Vanderlei, Cicinho, Werley, David Braz e Vitor Ferraz; Lucas Otávio (Leandrinho, Elano ou Marquinhos Gabriel), Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Robinho e Ricardo Oliveira.
Técnico: Marcelo Fernandes.

Audax: Felipe Alves; Didi, Francis e Léo Bahia; Marquinho (Samoel), Camacho, Rafael Longuine, Matheus e André Castro; Gilsinho e Ytalo.
Técnico: Fernando Diniz.

Arbitragem: José Claudio Rocha Filho, auxiliado por Daniel Paulo Ziolli e Eduardo Vequi Marciano.

Clique aqui para saber mais sobre os ingressos para o jogo e ver o mapa de acesso ao Pacaembu

No ano passado, no mesmo Pacaembu, o Audax jogou melhor, mas o Santos conseguiu empatar no final. Veja os melhores lances:

E você, o que espera de Santos e Audax, neste sábado, no Pacaembu?


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