Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Mirem-se no Vasco


Na Copa do Brasil do ano passado foi assim…

O Vasco é o adversário que o Santos precisa vencer logo mais, às 21h45, na Vila Belmiro, para continuar sonhando com o título brasileiro, mas também é o clube que em sua eleição presidencial, concluída ontem, nos deu uma lição do que não fazer para dividir as oposições e deixar o poder novamente nas mãos de um cartola do futebol adepto de velhos e discutíveis métodos de dirigir um clube, como é o senhor Eurico Miranda.

Das três chapas que concorriam à eleição vascaína, uma era a do atual presidente, o eterno Eurico Miranda, e outras duas de opositores: Julio Brant e Fernando Horta. Apenas pouco antes de começar a apuração Horta resolveu desistir e passou a pedir a seus seguidores que votassem em Brant, mas já era tarde. Eurico acabou sendo reeleito com 2.111 votos, contra 1.975 de Brant. O detalhe é que o desistente Fernando Horta teve 421 votos, que somados aos de Julio Brant teriam dado uma vitória folgada a este oposicionista.

Tememos que o mesmo possa ocorrer no Santos. Se Andrés Rueda e Nabil Khaznadar não se unirem a José Carlos Peres em uma chapa única de oposição, a reeleição de Modesto Roma se tornará bastante provável na eleição de 9 de dezembro. Como as filosofias de Peres, Rueda e Nabil são bem parecidas, o mais sensato é que estejam juntos, tornando a eleição santista um embate de ideias e procedimentos opostos e dando aos eleitores duas opções de voto claramente distintas.

Jogo é perigoso, mas Santos é favorito

Quanto ao jogo de hoje, vejo o Vasco com um elenco inferior ao do Atlético Mineiro, que o Santos derrotou sábado, porém com um espírito competitivo maior. Quem sabe aliviado pelo fim da eleição no clube, o time se solte e se empenhe em busca de uma vaga na Copa Libertadores. Respeito o atacante Nenê, que sempre joga bem contra o Santos. Apesar disso, porém, não dá para não considerar o Alvinegro Praiano como o favorito do confronto.

O técnico Elano, até agora com três jogos e três vitórias, deverá escalar o time com Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Caju (ou Jean Mota); Alison, Renato e Lucas Lima; Arthur Gomes, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira. Essa equipe tem um bom sistema defensivo, melhorou muito no meio de campo com o crescimento de Alison e a volta de Renato, e também possui um ataque respeitável, em que a experiência de Ricardo Oliveira combina bem com a impetuosidade do garoto Arthur Gomes e a onipresença de Bruno Henrique, que vive a sua melhor fase no Santos.

O Vasco, do técnico Zé Ricardo, deve iniciar a partida com Gabriel Félix, Gilberto, Breno, Paulão e Henrique; Jean, Wellington, Pikachu, Mateus e Nenê; Andrés Ríos. A arbitragem será de Rafael Traci, auxiliado por Pedro Martinelli Christino e Rafael Trombeta, todos do Paraná. O jogo será transmitido pela TV Globo para quase todos os Estados.
Caminhada para o título

Faltam seis rodadas para acabar o campeonato e alguém pode dizer, com razão, que é muito difícil o Santos ganhar seis jogos consecutivos, três deles fora de casa. Eu concordo. Porém, a matemática tem as suas mágicas. Analisados um a um, todos os embates santistas até o fim da competição são ganháveis, a começar pela partida de hoje.

Os adversários de melhor técnica serão o Grêmio, na Vila, e o Flamengo, no Rio, porém estes estarão mais interessados em outras competições e provavelmente joguem com times mistos. Considero Chapecoense e Bahia, que receberão o Santos em suas casas, adversários difíceis também, mas é inegável que o Alvinegro Praiano tem mais possibilidades que ambos.

Quanto ao líder da competição, terá apenas um jogo em que é franco favorito: o Avaí, no Itaquerão. No mais, sairá para enfrentar Atlético Paranaense, Flamengo e Sport, e receberá os tradicionais Fluminense e Atlético Mineiro. Como vem cumprindo uma campanha muito fraca no segundo turno, não me surpreenderia se o alvinegro paulistano perdesse pontos em todos essas cinco partidas.

Mudança de domicílio eleitoral
Você que é sócio do Santos e quer votar em São Paulo no dia 9 de dezembro, deve enviar um e-mail para o endereço domicilioeleitoral@santostd.com.br avisando que pretende votar em São Paulo. O e-mail deve conter o seu nome completo, número do CPF e número de sua carteirinha de sócio do Santos. No dia da eleição, compareça à sede da Federação Paulista de Futebol, na rua de mesmo nome, Barra Funda, com sua carteirinha do Santos e um documento de identidade com foto.

E você, o que acha disso?

EMPREGO PARA TODOS

chapa cabide gigante pintada

Meus amigos e minhas amigas, a imagem acima me foi enviada por um amigo que mora em Santos e a recebeu esses dias. “Veja Odir”, diz ele, “o gesto generoso da chapa Santos Gigante, do candidato à reeleição Modesto Roma, pois quer acabar com o desemprego, ao menos entre os seus seguidores”. No começo não entendi muito bem, já que não sou dos santistas mais inteligentes, mas depois notei o inusitado e generoso item que pergunta ao pretendente a uma vaga no Conselho Deliberativo do Santos: “Você pleiteia ocupar cargo remunerado no clube? ( ) Não ( ) Sim. Se sim qual?“

Que maravilha. Como todos gostaríamos de ser tão astutos a ponto de desvendar a mágica desta dadivosa chapa. O país ainda está em crise e o número de desempregados beira os 13 milhões, a Prefeitura de Santos sofre com seus cofres às moscas, a dívida do nosso querido Alvinegro Praiano aumenta a cada trimestre e já ultrapassa meio bilhão de reais, a falta de pagamento de obrigações e impostos pode fazer o Santos perder o CT Rei Pelé e o CT da base, não há dinheiro para contratações e muito menos para obras patrimoniais, mas esse brilhante presidente oferece cargos no clube como quem serve omelete de bacon.

O curioso é que o Santos já tem o dobro de funcionários do Bayern de Munique, apesar de não alcançar nem sombra da eficiência do clube alemão. Como conselheiro, testemunhei o Conselho Fiscal alertar reiteradamente a direção do clube para que reduzisse as despesas, mas elas só aumentaram nesses três anos, principalmente com a contratação desmedida de funcionários. Falei sobre isso com o meu amigo santista e ele contou o que ouviu de um velho funcionário do clube:

“Trabalho no Santos há muito tempo e há anos não tenho um aumento. Mas todo dia esbarro com gente no corredor que nunca vi antes e que já ganha mais do que eu”.

Não se sabe ao certo a quantidade desses novos funcionários vindos pela agência de empreg…, ou melhor, pela administração Santos Gigante, mas os relatórios apresentados pelo Conselho Fiscal indicam que são mais de 300. Como a chapa terá de reunir 240 nomes para o Conselho Deliberativo, e como a maioria pedirá um empreguinho na sagrada instituição alvinegra, fico aqui imaginando como o presidente Modesto Roma fará para acochambrar todo mundo no Santos e ainda arrumar dinheiro para pagar as dívidas do clube. Quem sou eu, porém, para duvidar da capacidade de líder tão brilhante e altruísta.

Vejo, evidentemente, um lado bastante criativo nessa iniciativa de oferecer emprego aos que apoiam a chapa Santos Gigante. Isso evita a burocracia e diminui a perda de tempo nas negociações. É o tipo da coisa: “Você me ajuda a continuar no poder e eu uso o dinheiro do clube para lhe dar um emprego”. É cômodo para os dois lados. Confesso, porém, que na Somos todos Santos jamais cogitamos e jamais faríamos algo assim. Acreditamos em algo que parece fora de moda no momento, que se chama ÉTICA.

Sei que esse meu papo parece careta. Para muitos, a pergunta inserida na ficha de inscrição da chapa Santos Gigante abre mil oportunidades. Esse meu amigo de Santos disse que pretende dizer que quer trabalhar no clube no cargo do superintendente Dagoberto dos Santos. Outros podem preferir o lugar do técnico Elano, ou do centroavante Kayke, ou do milionário reserva Leandro Donizete… Enfim, vai que sobra uma vaga e, de repente, você está empregado com um salário acima do mercado. Todos os sonhos são possíveis em uma administração inchad…, ou melhor, gigante.

Em uma coisa eu e meu amigo concordamos: esse milagre, infelizmente, tem prazo de validade e ele é bem curto. A previsão de despesas e receitas indica que 2018 será um ano muito difícil para o Santos. O aconselhável seria tomar medidas urgentes para o equilíbrio financeiro do clube, e se a chapa Santos Gigante ganhar a eleição e continuar contratando funcionários a torto e a direito, essa estará longe de ser uma decisão sensata. Porém, repito, quem sou eu para duvidar de gênios da economia e da política?

E você, o que acha disso?


Faltou fome de gol

Santos pega o Inter pelas quartas da Copa do Brasil
Em sorteio realizado nesta manhã, na CBF, ficou estabelecido que o Santos enfrentará o Internacional pelas quartas de final da Copa do Brasil. O primeiro jogo terá mando do Santos e será realizado na próxima quarta-feira, dia 28 de setembro.
Os outros jogos serão: Atlético Mineiro x Juventude; Grêmio x Palmeiras e Corinthians x Cruzeiro. Na semana seguinte os mandos de campo se inverterão. Continua a regra de gols fora de casa valerem mais em caso de empate no saldo de gols.
Como Santos e Corinthians farão seus primeiros jogos em casa, a única possibilidade de o Santos enfrentar o Inter no Pacaembu será passar um dos dois confrontos para a quinta-feira.

O texto sobre a reunião do Conselho Deliberativo de ontem à noite será postado mais tarde, lá pelas 16 horas. Abraços. Odir

Aviso ao amigo leitor de livros

eu-pele-e-as-criancas

Dos dias 10 a 31 de outubro a livraria deste blog não venderá nenhum exemplar. Estarei de férias.

Se quiser adquirir algum livro para dar de presente no período em questão, aconselho que o faça até o dia 10 de outubro.

Prossegue a promoção de adquirir um livro Time dos Sonhos e ganhar mais um exemplar igual, ou do Dossiê, e mais três livros eletrônicos. Aproveite e sugira aos amigos.

E em homenagem ao Rei Pelé, que faz aniversário em outubro, quem comprar o livro “Segundo Tempo, de Ídolo a Mito”, não terá despesas de correio. Clique aqui para comprar “Segundo Tempo, de Ídolo a Mito” com frete grátis e economize quase 20 reais)..

Abraço!

Odir Cunha

FALTOU FOME DE GOL

Toma, faz o gol. Não, não, faz você. Não, faz você… O lance embaixo das traves do Vasco chegou a ser hilário. No final, para completar a tragicomédia, o segundo gol do Santos não saiu e a bola foi esticada para Nenê, que ganhou a dividida do dispersivo Victor Ferraz e cruzou para o gol de Ederson, aos 24 minutos do segundo tempo, após falha de Gustavo Henrique. Com o gol da virada, que se iniciou nas frescuras do ataque santista, o jogo mudou e por pouco o time carioca não chega ao terceiro, o que levaria a disputa da vaga para os pênaltis.

Na verdade, fosse mais objetivo e tivesse o chamado homem-gol, o Santos teria vencido o Vasco novamente, em São Januário, e até com facilidade. O time carioca pressionou muito desde o início, a fim de descontar a derrota por 3 a 1 na Vila Belmiro, mas se não faltava garra aos cruzmaltinos, não havia a técnica que o Santos tem, principalmente no meio de campo. De qualquer forma, o empate de 2 a 2 foi justo e o Alvinegro Praiano, mais maduro, segue para as quartas de final da Copa do Brasil.

Assim como no ano passado, a competição caminha bem para o Alvinegro Praiano. Se houvesse um óbvio sistema de cabeças de chave, Santos, Palmeiras e Atlético Mineiro não se encontrariam na próxima fase. Mas o sorteio da CBF para a Copa do Brasil é como bumbum de nenê: nunca se sabe o que vai sair dele. Agora, o jogo em tópicos:

Filosofia de jogo
Mais uma vez, fora de casa, o Santos abdicou de tentar marcar gols e preferiu tocar a bola, sem profundidade. Essa postura complicou um jogo que tinha tudo para ser fácil. O time e seu técnico ainda não estudaram o segundo capítulo do tik-taka.

Destaques
Os zagueiros Gustavo Henrique e Luiz Felipe seguraram as pontas. Gustavo ainda bobeou no segundo gol do Vasco, mas Luiz Felipe não teve falhas.

Menções honrosas
Thiago Maia, Renato, Copete, Vitor Bueno e Lucas Lima garantiram o predomínio santista no meio de campo no primeiro tempo. Mas o jovem Vitor Bueno alternou bons e maus momentos. Falta-lhe maturidade tática.

Pontos fracos
Rodrigão e Victor Ferraz foram os piores do Santos. O primeiro mal conseguiu dominar a bola e Ferraz falhou na marcação dos dois gols, principalmente no segundo, quando chegou a ganhar a dividida de Nenê, mas depois permitiu a recuperação do vascaíno. Era lance para parar a jogada de qualquer jeito.

Meia mussarela, meia calabresa
Zeca, no todo, foi bem, mas levou um baile de Junior Dutra no primeiro gol do Vasco. Vanderlei também foi discreto. Os chutes que foram, entraram. Joel perdeu um gol feito, mas ao menos conseguiu trocar passes. Elano entrou para segurar a bola, e conseguiu.

Destaques vascaínos
Yago Pikachu, Andrezinho e Nenê foram a alma do Vasco, principalmente este último, o melhor jogador em campo. Pena não ter ido para o Santos. Além de jogar muito bem, tem o espírito que se espera de um vencedor.

Arbitragem
Dessa vez os santistas não têm motivos de reclamação. O árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima não deu os 48 pênaltis pedidos pelos vascaínos (acho que pensam que ainda estão nos tempos do Almirante Heleno Nunes) e não marcou impedimento de Joel no gol de empate do Santos.

Público
Mesmo em seu jogo mais importante este ano, e com ingressos baratos, o Vasco só atraiu 17.393 pagantes, ou 7.193 pagantes a menos do que o Santos no domingo passado, contra o Santa Cruz, embaixo de chuva, no Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro. Acho que é mais uma evidência de que a torcida santista cresce, enquanto a do Vasco diminui.

Elenco
Se mesmo desfalcado de Ricardo Oliveira e Jean Mota, e com Vecchio e Yuri no banco, o Santos chegou a dominar o Vasco em São Januário, acho que o elenco santista permite, sim, que o torcedor cobre bons resultados no Campeonato Brasileiro, a começar por uma vitória sobre o Sport, sábado, em Recife. É outra partida em que ou vai, ou racha. Quem estiver cansado ou com dodói, peça para sair.

Modesto Roma
O presidente do Santos pegou 90 dias de suspensão e recebeu multa de 40 mil reais por insinuar que o árbitro de Internacional 2 x 1 Santos entrou em campo com a intenção de prejudicar o Alvinegro Praiano. Essa é o tipo da coisa que só se pode afirmar se tiver provas.

Narrador/ comentarista/ gaúcho/ carioca
O Sportv tem o dom de transformar jornalistas esportivos de todos os cantos do Brasil em amantes dos times cariocas, até mesmo improváveis gaúchos. Este parece ser o caso de Jader Rocha, que narrou “e comentou” Santos e Vasco. O rapaz viu tantas falhas do árbitro contra o time do Rio que esqueceu de comentar algumas agressões a santistas, como a de Diguinho em Lucas Lima. Pensei que essa bajulação aos times cariocas era coisa do passado. Até porque, nos mercados mais desenvolvidos do Brasil, o Santos tem mais torcedores do que o Vasco. Não fosse alguma serenidade do comentarista Ricardo Rocha e a transmissão teria sido ainda mais parcial.

Vasco 2 x 2 Santos
Oitavas de final da Copa do Brasil
São Januário, 21/09/2016, 21h45
Público: 17.393 pagantes. Renda: R$ 469.245,00.
Vasco: Martín Silva, Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Julio Cesar (Alan Cardoso); Diguinho (Madson), Douglas, Andrezinho e Nenê; Ederson e Junior Dutra (Thalles). Técnico: Jorginho.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz (Daniel Guedes), Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato, Vitor Bueno (Elano) e Lucas Lima; Copete e Rodrigão (Joel). Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Copete aos 10 e Nenê aos 24 minutos do 1º tempo; Ederson aos 24 e Rodrigo (contra) aos 37 minutos do segundo.
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS).
Cartões amarelos: Diguinho, Douglas, Rodrigão, Thiago Maia e Zeca.
Cartões vermelhos: Andrezinho e Rodrigo (este, após o final da partida).

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10 motivos para acreditar

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10 MOTIVOS PARA ACREDITAR

O experiente Ricardo Oliveira, com lesão muscular, não enfrentará o Vasco, nesta quarta-feira, às 21h45, em São Januário, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, nem o Sport, sábado, às 18h30, em Recife, pelo Campeonato Brasileiro, mas mesmo assim há ao menos 10 motivos para acreditar que o Santos pode conseguir bons resultados nessas partidas.

1 – O Santos não depende de um centroavante para fazer gol. Seu sistema ofensivo conta com Vitor Bueno, Copete, Lucas Lima, o avanço dos laterais Victor Ferraz e Zeca, e ainda terá Rodrigão, o substituto de Ricardo Oliveira. Gols deverão sair.

2 – O técnico Dorival Junior parece que está curado da Cittadinite. Percebeu que o time fracassou seguidamente enquanto o garoto Léo Cittadini foi titular e agora tem escalado jogadores mais experientes, como Jean Mota, Vecchio e Yuri. Com isso, o meio de campo se tornou menos errático.

3 – Por já ter jogado nesta Copa do Brasil pelo Fortaleza, Jean Mota não poderá atuar contra o Vasco, porém Dorival Junior ainda poderá montar um bom meio de campo e ataque com Renato, Thiago Maia (ou Yuri), Vecchio e Lucas Lima.

4 – Como venceu a primeira partida contra o Vasco por 3 a 1, o Santos pode até perder por um gol de diferença e ainda se classificará. Caso marque um gol, só perderá a vaga se perder por 4 a 1 (3 a 1 para o Vasco levará a decisão para a disputa de pênaltis). Não deixa de ser uma vantagem, pois obrigará o time carioca a vir para o ataque, dando espaços para o contra-ataque santista.

5 – O fato de ter sofrido um gol no último lance do jogo de ida tem um lado positivo: fará os jogadores do Santos entrarem mais ligados. Se a vitória na Vila tivesse sido por 3 a 0, muito provavelmente os santistas incorporariam o indefectível Garfield que é incorporado em jogos fora de casa.

6 – Levando-se em conta que Rodrigão é bem limitado tecnicamente, Dorival Junior tem uma opção mais ousada para a partida contra o Vasco, que seria formar um meio-campo mais sólido, com Renato, Thiago Maia (ou Yuri), Vecchio (ou Yuri) e Lucas Lima, mantendo apenas Copete e Vitor Junior mais à frente. É claro que com a posse de bola Lucas Lima e os laterais avançariam, assim como Vecchio, ou Yuri, dando ao time mais mobilidade e mantendo sua ofensividade, mesmo sem um centroavante.

7 – As mesmas opções táticas podem ser usadas no sábado, diante do Sport. O time pernambucano continua se valendo de veteranos tarimbados, como o zagueiro Durval e o atacante Diego Souza, mas não anda bem das pernas e no fim de semana passado, mesmo jogando em casa, perdeu para o Coritiba por 1 a 0. Se o Santos jogar com a determinação necessária terá boas chances de sair de Recife mais perto da liderança do Brasileiro.

8 – Muitos santistas desconfiam da capacidade e, principalmente, do poder de motivação de Dorival Junior, mas o Sport é treinado por Oswaldo de Oliveira, o técnico que não conseguiu ganhar do Ituano na final do Paulista de 2014. Assim, ao menos no sábado a chance de tomar um nó tático do adversário é teoricamente menor.

9 – Rodrigão era o maior artilheiro do ano, no Brasil, quando foi contratado pelo Santos. O baiano de Belmonte veio do Campinense e seu habitat preferido sempre foi os campos do Nordeste. Cabra arretado, Rodrigão é o trombador que tem tudo para dar certo. Algo me diz que em Recife o pedreiro artilheiro deixará o seu. Só não pode se preocupar com dancinhas. Deixe isso pro Gabigol e quetais. Mergulha de cabeça e põe a bola pra dentro no peito e na raça, Rodrigão.

10 – Como já escrevi, este ano o campeão brasileiro será o menos medíocre, ou o menos mediano. Não há nenhum time maravilhoso. O Palmeiras tem dois jogadores acima da média; o Corinthians, nenhum; o Atlético Mineiro, nenhum, e o Flamengo está recheado de refugos do Santos, como Pará, Alan Patrick, Leandro Damião e Diego. Se jogar 90% do que pode, o Santos será o campeão brasileiro de 2016. Só é preciso que Dorival Junior, seu filho e os jogadores acreditem nisso. Nós, torcedores, acreditamos.

E você, acredita?


Castigo veio no fim

Mal o jogo terminou e meus dois irmãos me ligaram. Ambos estavam bastante irritados com o fato de o Santos tomar o gol do Vasco no último lance do jogo. Marcos achou que a defesa falhou e o Vanderlei jamais poderia ter espalmado para dentro da área, Olivar disse que o time sempre toma gol nos últimos minutos da partida e que agora dificilmente evitará a desclassificação em São Januário, pois fora de casa costuma jogar mal e sem vontade. Mesmo descontando o fator emoção de momento, tenho de concordar que isso que ocorre com o Santos é frustrante mesmo.

O time vencia por 3 a 0 – gols de Renato e Ricardo Oliveira no primeiro tempo, e Lucas Limas no segundo – e criava mais chances para marcar. Se Copete conhecesse melhor a lei do impedimento, Ricardo Oliveira teria feito o quarto gol. Enfim, o Vasco estava batido e o confronto da Copa do Brasil parecia liquidado logo na primeira partida.

Foi então que Dorival Junior resolveu substituir Gabriel por Copete, aos 22 minutos do segundo tempo. Parecia uma boa substituição, já que Gabriel parecia mais interessado em reclamar da arbitragem e alisar sua barba branca do que jogar para o time. Porém, Copete entrou muito mal, tanto na marcação, como no apoio ao ataque.

Aos 36 minutos Dorival fez o que muitos de nós temíamos: tirou Lucas Lima, o jogador mais técnico do time, aquele que melhor prende a bola, e colocou o indefectível Léo Cittadini, aquele que não sabe marcar, que nunca corre, apenas trota, e joga como se estivesse no piquenique dos amigos de colégio. Nesse momento, tive certeza de que o Santos tomaria um gol.

E o gol do Vasco, como alertava insistentemente o narrador Odinei Ribeiro, do Sportv, poderia mudar as coisas do vinho para a água, pois, no jogo de volta, em São Januário, tornaria uma vitória da equipe carioca por 2 a 0 suficiente para eliminar o Santos da Copa do Brasil.

Torci como nunca para que o gol não saísse, apesar de o Santos ter abdicado totalmente do ataque. Contei os minutos e posso dizer, com certeza, que a partir dos 35 minutos do segundo tempo, até os cinco de acréscimo, ou seja, nos 15 minutos finais, o Santos mal tocou na bola. Recuou todo e não quis mais jogar futebol. O Vasco dominou totalmente e chegou facilmente à área santista, pois quem dava o primeiro combate aos vascaínos era o trotador Cittadini e o trombador Copete.

Por outro lado, sem Lucas Lima o Santos perdeu totalmente a capacidade de segurar a bola e articular jogadas. Os jogadores de meio campo cercavam aqui e ali, como baratas tontas. Quando faltavam alguns segundos, imaginei que o milagre de terminar o jogo sem tomar gol se concretizaria, mas deixaram um adversário chutar, Vanderlei espalmou para o meio da área, Luiz Felipe chegou atrasado e Éder Luís marcou, no último, isso mesmo, no último lance do jogo.

Agora, se vencer por 2 a 0 em casa o Vasco estará classificado. E se o Santos jogar como o fez nos últimos 15 minutos, 2 a 0 será pouco. Ainda continuo tentando entender o que faz um técnico colocar um jogador que não sabe marcar em um momento da partida em que a boa marcação é fundamental. O Yuri deve ter feito alguma coisa para o Dorival. Não sei o que foi, mas deve ser algo grave. Ninguém merece ser reserva de Léo Cittadini.

A Vila Belmiro recebeu um público de 6.130 pagantes, com renda de R$ 231.065,00. E domingo tem outro jogo no mesmo estádio. Se a média de público dos dois jogos der 7.700 pessoas, será muito. Em pensar que a empresa que quer empurrar a arena no terreno do Portuários goela abaixo dos santistas disse que o Santos precisará de um público médio superior a 18 mil pessoas, com tickek de 84 reais, para, em 30 anos, pagar a conta do estádio. Sabe quando?

Apesar da vitória, os zagueiros Gustavo Henrique e Luiz Felipe se mostraram inseguros e quase entregaram o ouro. Vanderlei vinha bem até falhar no gol vascaíno. Dos olímpicos, Thiago Maia foi o melhor, Zeca não comprometeu e Gabriel voltou da Seleção jogando menos e falando mais. Ricardo Oliveira e Vitor Bueno fizeram um bom primeiro tempo, mas sumiram no segundo. Lucas Lima correu um pouquinho e já se destacou. Victor Ferraz teve altos e baixos, Renato caiu na segunda etapa e Copete voltou a jogar mal.

Por incrível que pareça, esse gol do Vasco no finalzinho do jogo muda completamente a expectativa para a partida no Rio. Como virá para cima do Santos desde o começo, e como esse sistema defensivo do Alvinegro Praiano, quando apertado, confessa, espero queimar a língua, mas acho que agora o favorito para a vaga é o alvinegro carioca.

Veja e ouça agora o comentário de Gustavo Roman, o melhor comentarista do Brasil:

Santos 3 x 1 Vasco
Copa do Brasil, Vila Belmiro, 19h30
Público: 6.130 pagantes. Renda: R$ 231.065,00.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia, Vitor Bueno e Lucas Lima (Léo Cittadini 36′ 2ºT); Gabriel (Copete 22′ 2ºT) e Ricardo Oliveira. Técnico : Dorival Júnior.
Vasco : Martín Silva; Madson (Evander 15′ 2ºT), Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Diguinho, William (Yago Pikachu – intervalo), Andrezinho e Nenê (Eder Luis 36′ 2ºT); Éderson e Jorge Henrique. Técnico : Jorginho.
Gols : Renato aos 30 e Ricardo Oliveira, cobrando falta, ais 36 minutos do primeiro tempo; Lucas Lima aos 20 minutos e Éder Luis aos 50 minutos do segundo.
Arbitragem: Heber Roberto Lopes, auxiliado por Kleber Lucio Gil e Nadine Schramm Camara Bastos, todos de Santa Catarina.
Cartões amarelos : Lucas Lima (Santos); Madson e Diguinho (Vasco).

A promoção no Blog do Odir melhorou!

Até o dia 31 de agosto quem adquirir o livro Time dos Sonhos receberá um exemplar do histórico Dossiê da Unificação, além das versões eletrônicas (PDFs) de Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. É só comprar o Time dos Sonhos que eu envio os outros. Tudo isso por apenas 68 reais. Torne-se um guardião da rica história santista!
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Santos entregou a vaga

Coquetel de relançamento do livro Time dos Sonhos será no Museu Pelé

Desculpem a demora. Queríamos muito conseguir uma data no Museu Pelé para o relançamento do livro Time dos Sonhos, a Bíblia do Santista. Finalmente, conseguimos. Espero que todos os inscritos para o coquetel possam ir.

O evento ocorrerá dia 19 de dezembro, sábado, a partir das 15 horas. O Museu Pelé fica na Rua São Bento, esquina com a Rua do Comércio, no prédio da antiga prefeitura, em frente à antiga Estação da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, hoje um restaurante-escola, ao lado da Igreja Santo Antonio do Valongo. Pouco antes da rodoviária de Santos há uma placa indicando o caminho para o Museu, à esquerda. O telefone é (13) 97406-5593.

Abriremos para todos os convidados do coquetel a possibilidade de assistir às palestras dos historiadores do Santos. Os que pagaram pela palestra serão reembolsados pelo valor que deram a mais, ou poderão retirar a diferença em livros ou produtos da loja do Museu Pelé.

Confira se o seu nome está na lista dos convidados para o coquetel de relançamento do livro Time dos Sonhos:

Ademir Joaquim Teles
Anderson Guedes
Celso Luiz Colombini
Claudio Haruo Okuyama
Edilson Aparecido Oliveira
Edneide Aleixo Farias
Eugênio Nogueira
Eugenio Singer
Fábio Gaia
Fabricio Ribeiro dos Santos
Guilhermine Van Holthe Tanaka
Isabela Alves Jafet
Jandir Boeira
José Mauro Alvarez Martinez
Luiz Fernando de Palma
Luiz Louzada de Castro
Marcelo Covas
Marcelo Giacomo
Marcelo Guilhermino Petersen
Marco Aurélio Piovan
Marcos Queiroz
Neli Aparecida da Silva
Nelson Jafet
Nilton Ramalho
Oscar Cesar Leite Junior
Rodrigo Alves Jafet
Rogério de Moraes
Romualdo Henrique Soares
Rony Uemura
Vitor Pereira

SANTOS ENTREGOU A VAGA

Não vou dizer que foi certo ou errado, isso o tempo dirá. Mas, ao usar times de reservas – e ainda mal escalados – contra os fraquíssimos Coritiba e Vasco, o Santos entregou a vaga do G4 de mão beijada.

Com a derrota de 1 a 0 para o Vasco o Santos deu adeus a qualquer possibilidade de chegar à Copa Libertadores por intermédio do Campeonato Brasileiro. Agora tem quatro pontos e duas vitórias a menos do que o irregular São Paulo.

Se ganhasse em São Januário, ainda iria para a última rodada do Brasileiro com boas chances, pois caso o São Paulo não vencesse o Goiás, em Goiânia, o Alvinegro Praiano garantiria a vaga no G4 derrotando o Atlético Paranaense na Vila Belmiro.

Assim, dos últimos 12 pontos disputados, nove deles contra times da zona de rebaixamento, o Santos só ganhou dois e não marcou nenhum gol: empatou em 0 a 0 com o Joinville, 0 a 0 com o Flamengo e perdeu de 1 a 0 tanto para o Coritiba, como para o Vasco.

Em São Januário, o Santos já começou perdendo na hora da escalação. Um time que quer vencer fora de casa não pode ser escalado com Leandrinho, Léo Cittadini, Marquinhos (que não é o Gabriel) e Nilson. Por que, santo padre, não colocar Alison, Paulo Ricardo, Rafael Longuine e mesmo Vitor Bueno – que entrou no lugar de Ledesma e foi bem? Quem sabe até incluir Caju na lateral-esquerda e passar Chiquinho para o meio. O certo é que, mesmo só com reservas, ainda dava para ter montado um time bem melhor.

Provavelmente o professor Dorival Junior, em suas andanças pela Europa, faltou nas aulas de avaliação de jogadores e de escalação. Insistir com o quarteto citado acima é caso de análise clínica, ou de trepanação. Como já escrevi em um comentário, esse Nilson deve ser um ser humano maravilhoso. Jogar futebol, entretanto, não é a praia dele.

Outra coisa que me deixou encafifado foi a substituição do Cittadini pelo Lucas Otávio. O time tentando pressionar o Vasco e o Dorival tira um meia para colocar o Batatinha? Aí eu diria, como aquele personagem do Jô Soares: “Me tira o tubo!”. Leandro, que deveria começar a partida, só entrou aos 25 minutos do segundo tempo, no lugar do insosso Marquinhos. Quanto ao Rafael Longuine, deve ter aprontado alguma fora de campo, porque ser reserva do Nilson ninguém merece.

Do jogo não dá para falar muita coisa. O Vasco é tão fraco que precisou da complacente arbitragem de Vuaden para vencer pela contagem mínima. Nenê cavou o pênalti do jogo e deu duas gravatas na frente do árbitro, mas, como estava pendurado, não levou cartão amarelo.

E para os que ficaram com dozinha do Vasco, eu lembro que, para a Globo, o cruzmaltino, que caiu duas vezes para a Série B nos últimos oito anos, é mais importante do que o Alvinegro da Vila e por isso recebe 20 milhões de reais a mais por ano.

Como escrevi no começo, é difícil dizer se foi correto poupar todos os titulares nesses dois últimos jogos pelo Brasileiro. Há um ditado, sábio como quase todos, que diz: “Tudo vai bem quando acaba bem”. Isso quer dizer que se o Santos for campeão da Copa do Brasil, na quarta-feira, Dorival e os titulares que se recusaram a jogar em Coritiba e São Januário serão elogiados pela inteligência. Porém, se o título da Copa do Brasil e a vaga na Libertadores forem perdidas, certamente ficarão marcados na história do Santos pela falta de inteligência e coragem.

Só espero que os titulares santistas – que assistiram, confortavelmente instalados no sofá de suas casas, aos reservas do Alvinegro Praiano ralarem na lama de São Januário – estejam dispostos a comer grama e, se preciso, barro, na quarta-feira, no estádio do Palmeiras, em busca do título que restou como a única opção de o Santos participar da principal competição sul-americana em 2016.

E você, o que achou da maneira que o Santos perdeu a vaga no G4?


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