Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Vélez Sársfield (page 1 of 3)

Santos está sem dinheiro porque jogou muito pela janela

Nessa busca por jogadores argentinos – algo que já deveria ter sido feito há muito tempo –, o gerente de futebol Nei Pandolfo alegou que está difícil trazer Martínez, do Vélez, porque o Santos não tem nem seis milhões de reais para a contratação (a multa é de 12 milhões, mas o jogador abre mão de sua parte para jogar do famoso Santos de Pelé). Nisso, o santista se remexe na poltrona, pois começa a fazer os cálculos de quanto dinheiro foi jogado fora com contratações ruins.

Esse blog chegou a ser radical quando soube das vindas de Ibson, Henrique e Alan Kardec. Destes, só Kardec fez alguma coisa. O medíocre Ibson apenas esvaziou os cofres do Glorioso Alvinegro Praiano. Henrique continua jogando por falta de opção melhor, mas é outro investimento sem retorno.

De Rentería falar o quê? Veio, passeou, foi embora. Comeu, bebeu, dormiu, brincou, recebeu o salário em dia e jogar bola quer é bom, nada. O que esperar de David Braz e Gérson Magrão?

O que se podia esperar de Elano e Borges depois do fiasco do Mundial? Uma diretoria mais esperta já teria negociado os dois enquanto seus passes ainda estavam valorizados. Desde a final com o Barcelona quanto já não se desperdiçou com jogadores que se mantém no time no grito?

O que ainda esperamos do Ganso, que nunca mais jogou o futebol de 2010 e só faz uma ótima partida por ano? Só falta darem aumento para ele. Pois que consigam um clube interessado no “seu belo futebol” e lhe deem passagem só de ida. Não deixará saudades.

O que esperar do valente mas atabalhoado Durval, do veteraníssimo Léo ou do professor Muricy Ramalho, que ganha 700 mil reais por mês para ensinar o time a fazer chuveirinhos ou jogar a bola na direção do Neymar? Se Muricy só sabe trabalhar com jogadores experientes e o Santos não tem dinheiro para contratá-los, o melhor é trazer um técnico que saiba lidar com jogadores da base e que seja bom e barato. Onde está o Ney Franco? Por que não falar com o homem?

Não escrevo isso com nenhum prazer. Se há algo que abomino é o desperdício, e é isso que a diretoria de futebol do Santos tem feito com o suado dinheirinho que vem do marketing, da verba da tevê, das arrecadações dos jogos e das mensalidades dos sócios.

Está na hora de o Santos rever o seu elenco e sua filosofia de trabalho. De que adianta ter quase 40 jogadores profissionais e não conseguir formar um time decente? É preciso fazer um plano que comece nas categorias de base. Chega de improvisação, de chute, de contratações absurdas. Sejam humildes, senhores. Admitam que não entendem nada de futebol e procurem alguém que conheça do negócio.

Na pior das hipóteses, é melhor um jogador mediano comprometido com o clube, que se entregue a cada partida como se fosse a última batalha de sua vida, do que pseudocraques acomodados que se escondem da bola e só sabem exigir mais e mais.

Enquanto conservou a política de pagar um teto salarial de 160 mil reais, o Santos manteve um time competitivo e concentrado. Depois que começou a dar aumentos abusivos, inchou a folha de pagamentos e o rendimento da equipe caiu. Uma prova definitiva de que muito dinheiro na mão dos diretores do Santos é como revólver na mão de macaco, ou seja, é um tiro para cada lado.

Você poderia sugerir umas contratações boas e baratas para o Santos?


Aqui é Santos, Porra!!!

Hoje, a partir das 18h30m, o Livro-Agenda do Centenário do Santos será lançado na livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista. Tive a honra de escrever os textos desta agenda permanente produzida pela Editora Anotações com Arte e convido os companheiros deste blog para o evento. Lá, em meio ao coquetel, poderemos traçar planos para a semifinal contra o outro alvinegro. Até logo mais!

O texto sobre a heróica classificação de ontem, os gols do jogo e um filme sobre Léo, o Highlander da Vila, estão logo abaixo do convite. Veja e depois dê sua opinião:

UMA NOITE DE LÉO, O HIGHLANDER DA VILA BELMIRO


Léo entrou e colocou o Santos na semifinal. Agora pode ser escalado no meio do campo contra o outro alvinegro (fotos: Ricardo Saibun/ SantosFC. Clique nas fotos para ampliar)

Quando o jogo começou eu ainda estava na Livraria da Vila, assistindo ao lançamento do livro “A filha da minha mãe e eu”, da talentosa escritora Maria Fernanda Guerreiro – obra que tive o prazer e a honra de editar pela Editora Novo Conceito. Quem apareceu por lá foi Washington Olivetto, o gênio criativo da facção alvinegra da capital. Acabamos discutindo futebol e pude perceber um temor latente de mestre Olivetto, que como torcedor é tão falastrão como qualquer outro. No seu medo de que o Santos passasse pelo Vélez, percebi o quanto essa semifinal vai tirar os adversários do prumo.

Sim, será um grande jogo, como definiu o herói Léo, e como já definiu bem antes o Rei Pelé – tanto que escrevi um livro com esse título com o amigo Celso Unzelte. Para mim, é o jogo dos times mais carismáticos de São Paulo e por isso deveria ser disputado em duas partidas no Morumbi, o maior palco possível, com ingressos divididos entre os dois times. O Santos toparia, numa boa.

Mas, com a alegação de que não jogam na casa do São Paulo, os corintianos quererão fazer a sua partida no Pacaembu, o que naturalmente obrigaria o Santos a jogar na Vila Belmiro, apequenando o espetáculo e reduzindo o ganho dos dois times.

Porém, como sabe que dificilmente conseguirá um bom resultado na Vila Belmiro e também não tem confiança de vencer o Santos no Pacaembu – estádio em que o Alvinegro Praiano também se dá muito bem -, o alvinegro da capital quer que o Santos jogue no Morumbi, mas não abre mão de jogar no Pacaembu. Ora, vai se catar!!! Ou osdois jogos no Morumbi, ou o Santos deverá jogar o seu na Vila.

Diante das novas informações e pressões, estou certo de que o Santos não deve abrir mão de seu direito de jogar em seu estádio. Os sócios que ficarem de fora saberão entender a causa, extremamente justa. Na Vila o Santos sempre domina. Lá a possibilidade de cponseguir um ótimo resultado é muito grande. Portanto, minha opinião final é de que a histórica e caliente Vila Belmiro seja escolhida pelo Santos.

Reveja o gol de Alan Kardec, em jogada de Léo, com grande passe de Ganso, e em seguida os pênaltis que levaram o Santos à sua oitava semifinal de LIbertadores:

http://youtu.be/HemdNTV0hnI

Conjunto, técnica e garra

Quem duvidava de que o Santos pudesse vencer uma forte equipe argentina sem um lance decisivo de Neymar, pode rever seus conceitos. Claro que Neymar foi, como sempre, muito importante, principalmente ao criar a jogada que provocou a expulsão do goleiro Barovero, mas a vitória veio do conjunto, do toque de bola, da calma, da maturidade e também da garra e da decisão do experiente Léo.

O lateral-esquerdo que eu considero o melhor da posição na história do Santos, entrou decidido e em 15 minutos criou o lance do gol de Alan Kardec e ainda fez a Vila Belmiro pulsar de emoção e amor.

Depois, nos pênaltis, o time mostrou frieza e precisão exemplares. A vitória, dramática, mas plenamente justa, fez o Santos passar para sua oitava semifinal de Copa Libertadores. Não é para qualquer um!

Mesmo com cirurgia marcada, Ganso jogou muito e deu o passe que gerou o gol da vitória. Muricy estuda a possibilidade de escalar Léo pelo meio. Acho ótimo. Não só porque o lateral tem técnica e visão de jogo para se dar bem por ali, como demonstra uma garra que será decisiva no confronto contra o outro alvinegro – um adversário, aliás, contra o qual Léo sempre costuma se dar bem.

Aqui é Santos P…!!!

No Copa Libertadores do ano passado, nas arquibancadas do Pacaembu, um rapaz ficava atrás de mim gritando essa frase que coloquei no título. Não havia nada de ofensivo no grito. Era apenas um desabafo, um incentivo, um modo de dizer que o Santos é um time diferente, que não se contenta com pouco, que não joga pelo empate, que não fica feliz com vitórias magras, desde que possa fazer mais gols.

E este Santos foi o que enfrentou o Vélez Sarsfield ontem, na Vila Belmiro. Todo o poder de marcação do forte time argentino não impediu o gol de Alan Kardec e nada pôde fazer contra a melhor técnica do Alvinegro, que dominou completamente a partida e mais uma vez provou que no final das contas, apesar de toda a catimba, quem vence é o time de melhor futebol.

O desabafo serve, finalmente, para detratores como o assessor de imprensa do Vélez, Carlos Martino, que usou uma foto do caixão com o corpo de Chico Formiga, coberto pela bandeira do Santos, para brincar no twitter: “Publicar isso é um prognóstico para hoje?”, completando com sinais como se estivesse dando risada. Pois ontem mesmo, depois do jogo, Neymar respondeu ao péssimo assessor de imprensa argentino: “Respeito é bom e nós gostamos. Obrigado Chico Formiga”. Ele também poderia ter escrito: “Aqui é Santos, Porra!!!”.

Léo, o Highlander da Vila, numa produção dos Santistas Loucos:

E você, o que achou da classificação santista? E o que esperar agora?


Vai pra cima deles, Santos!!!

O Santos não é só um time de muita técnica, o que mais fez gols no mundo e o que revela atacantes extraordinários. Também é um time de muita garra. Sem ela, uma equipe que saiu de uma cidade menor, não ganharia tantos títulos fora de casa, jogando no campo do adversário, com torcida contra. Se já tem garra no campo do adversário, na Vila Belmiro, então, sai de baixo. Por isso, não há outro resultado esperado para hoje à noite, contra o bom Vélez Sarsfield, da Argentina, do que uma vitória por no mínimo dois gols de diferença. E ela virá. Desde que ninguém duvide!

Desde que a torcida empurre o time o tempo todo, desde que Elano calibre o seu chute, que Alan Kardec se apresente para definir a jogada, que Arouca aproveite as oportunidades para penetrar pela defesa adversário, que Paulo Henrique Ganso, mesmo meia boca, enfie algumas bolas decisivas e desde que Neymar possa jogar ao menos jogar metade do que sabe.

E se nenhum destes fizer o que se espera, haverá uma cabeçada de Edu Dracena, um gol inesperado de Juan… Enfim, haverá o que é preciso para passar pelo Vélez e se classificar para a sua oitava semifinal de Libertadores. Sim, o Santos já chegou em outras sete, com três títulos!

O Vélez é bom e toca bem a bola, mas não tem a volúpia do gol que embala os santistas, e diante dela a calma e a estrutura dos argentinos cairá por terra.

Aos santistas eu digo: Não é hora de dispersar a energia! Os problemas têm de ficar para trás. É hora de acreditar muito e empurrar o Alvinegro Praiano para mais um momento glorioso. É hora de pedir para o time ir pra cima deles, com determinação!

Números para motivar os santistas

Por Wesley Miranda

Hoje, vencer é um detalhe, para se classificar, o Santos precisa vencer por 2 gols de diferença, para isso o Santos conta com a força de seu alçapão e o retrospecto de 2012 para fazer a diferença.

Jogos do Santos na Vila Belmiro em Libertadores
Ao longo da História foram 39 jogos, com 31 vitórias, 3 derrotas e 5 empates. O Santos marcou 106 gols, média de 2, 7 gols por jogo e sofreu 28.

Jogos do Santos em 2012
Em 33 jogos do Santos em 2012, o Peixe saiu vitorioso em 21 jogos contra 5 empates e 7 derrotas. Das 21 vitórias, 19 delas foram por mais de 2 gols de diferença.

Vamos torcer para o Santos repetir 1968, quando, jogando no Parque Antártica, venceu o grande Racing Club, de Cejas e Perfumo, campeão da Libertadores e Mundial em 1967. O jogo foi válido pela Recopa Sul-americana 68, conquistada pelo Santos. Reveja os gols de Pelé e Edu:

E para você, o Santos tem de atacar o Vélez o tempo todo?


Até meia-noite de hoje você pode comprar o Dossiê por apenas 30 reais!!!


“Realizando uma de suas grandes exibições, o Santos conquistou ontem à noite, pela segunda vez, a Taça Brasil, obtendo consequentemente o título de bicampeão brasileiro de futebol” – esta frase inicia a matéria da Folha de São Paulo de 3 de abril de 1963. Há uma maneira mais clara de dizer que o campeão da Taça Brasil era o campeão brasileiro? Pois esta mesma Folha de São Paulo hoje nega o que seus jornalistas escreveram há 49 anos. Quem está certo? Quem cobriu os fatos in loco, ou quem hoje, sem estudar o passado, tenta reescrever a história? Na outra matéria, a capa do jornal A Gazeta Esportiva, maior jornal de esportes do Brasil, destaca o tetracampeonato do Santos, em 1964 – que se transformaria em pentacampeonato no ano seguinte. Estas são apenas duas imagens dos muitos documentos que fazem parte do Dossiê que unificou os títulos brasileiros a partir 1959. Por isso eu lhe peço para aproveitar a promoção desta terça-feira e adquirir e divulgar o Dossiê (Clique nas imagens para ampliá-las).

Hoje é o Dia do Dossiê aqui no Blog. Estamos oferecendo, por apenas 30 reais, o livro que recuperou os títulos brasileiros de 1959 a 1969. É só clicar no banner aí em cima e escolher a forma de pagamento. Seu apoio é muito importante para difundir esse conhecimento pelo Brasil. Se você já tem o Dossiê, por que não comprá-lo e doá-lo a um jornalista esportivo de sua cidade? Encare como um pequeno investimento em nome da verdade histórica do futebol brasileiro.

Reveja agora o momento histórico em que William Bonner, editor do Jornal Nacional, anunciou a Unificação dos Títulos Brasileiros. O furo foi dado no dia 13 de dezembro de 2010:

Nas frases curtas do técnico Muricy Ramalho no programa Bem, Amigos de ontem, deu para perceber muita coisa importante sobre o Santos. Por exemplo? Lá vão:

1 – Muricy é apaixonado por Borges, com quem já trabalhou em três clubes. Ele foi sondado por Felipão, mas não aceitou ceder o jogador ao Palmeiras. Para o técnico do Santos, Borges é um artilheiro e logo que voltar a fazer gols, não vai parar mais. Entretanto, Alan Kardec é o titular.

2 – Rafael continuará titular até a Olimpíada. Durante os Jogos Olímpicos, Aranha será o titular. Depois os dois brigarão pela posição. Quem estiver melhor, jogará.

3 – Pelo que o técnico deixou escapar, a contusão de Fucile é séria e o jogador ficará um bom tempo sem jogar. Pelo jeito, Henrique voltará a ser o lateral-direito no jogo de quinta-feira, com o Vélez.

4 – Muricy gostou de Galhardo, disse que o garoto “sabe jogar” e provavelmente o usará no futuro, tentando fazer uma dobradinha dele com Elano, assim como Juan e Neymar fazem pela direita.

5 – O técnico admitiu que o Santos está capenga, pois só tem um bom ataque pela direita.

6 – Para Muricy, o Vélez marcará tão bem como na Argentina e jogará no mesmo nível do primeiro jogo, mas a diferença de quinta-feira será o Santos, que jogará bem melhor e irá para cima para conseguir o resultado de que precisa (uma vitória por dois gols de diferença).

7 – Muricy deu a entender que o Vélez perdeu ótima oportunidade de garantir a classificação na quinta-feira, pois jogou muito bem e pegou o Santos em um péssimo dia, cansado pelos jogos consecutivos.

8 – Além da jogada óbvia de Neymar pela esquerda, tabelando com Juan e Ganso, o técnico citou as avançadas de surpresa de Arouca como uma das armas do Santos para chegar ao gol do time argentino.

Você concorda com a visão do técnico?


A que horas o Santos vai jogar contra o Vélez?

O que? Já jogou? Era aquele time de branco? Ah, sim… Que coisa… Não me lembro de o Santos ter sido tão anulado desde o fatídico jogo contra o Barcelona. Teve jogador que tirou o pé, outros entraram com o pé mole, e como consequência disso o aguerrido Vélez Sarsfield dominou o jogo do começo ao fim. 1 a 0 acabou sendo um ótimo resultado para o time de Muricy Ramalho, que merecia perder de mais.

E não se pode dizer que o Vélez tenha tido apenas garra. O time argentino também tocou melhor a bola, teve mais consciência e disciplina tática, foi mais agressivo e poderia ter vencido por 2 ou 3 a 0, o que já teria definido o confronto nessa primeira partida.

O Santos, que sobreviveu graças à luta de seus defensores e da ótima atuação de Adriano, só se lembrou de que prometeu fazer um gol fora de casa quando Óbolo marcou, de cabeça, aos 35 minutos do primeiro tempo, penetrando entre Edu Dracena, Durval e Rafael e cabeceando um centro de Papa que Elano não conseguiu cortar.

A rigor, o Santos não teve uma única boa chance de gol em toda a partida. Neymar foi bem marcado e fez pouquíssimo, assim como Ganso. Elano se cansou e no segundo tempo foi substituído por Felipe Anderson, que entrou apenas para ajudar na marcação e tentar os contra-ataques, o que não conseguiu.

Borges também entrou no segundo tempo, no lugar de Alan Kardec, e o time piorou, pois Kardec ao menos conseguia pegar na bola de vez em quando.

O goleiro Rafael dormiu no gol – só faltou se ajoelhar, à lá Rogério Ceni –, mas depois fez algumas boas defesas. Henrique se limitou a defender e mesmo Juan foi poucas vezes ao ataque. Edu Dracena e Durval estavam mais inseguros do que de costume, já que o Vélez marcou a saída de bola do Santos. Como sempre, o Santos saiu da defesa para o ataque com os chutões do Durval.

Na frente, Neymar, Alan Kardec (depois Borges) e Elano perderam todas as bolas lançadas. No meio, Ganso aceitou a marcação e pareceu se esconder em algumas jogadas. Nem lembrou o maestro que às vezes comanda o time. No meio, os argentinos só deram um pouco de espaço para Arouca e Adriano, pois sabiam que deles dificilmente sai uma boa jogada ofensiva.

Enfim, foi uma derrota técnica, tática e psicológica do Santos, que pareceu displicente, talvez imaginando que o adversário não fosse tão bom. Mais uma lição para o caderninho do Muricy, que hoje tomou outra aula, desta vez de determinação, do treinador do Vélez, o ex-jogador Gareca.

Uma lição também para todo santista que já estava contando com uma goleada em Buenos Aires, como se os times argentinos tivessem o mesmo nível de outros sul-americanos e como se o Santos tivesse fórmulas vencedoras para enfrentar qualquer tipo de adversário. Não é bem assim…

Por sorte, ainda há o jogo de volta, em que não haverá outra alternativa a não ser fazer o que o Vélez fez nessa primeira partida: jogar com vontade e destemor do começo ao fim, como um jogo de Copa Libertadores, ainda mais contra um time argentino, exige.

E você, o que achou de Vélez 1, Santos 0?


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