Blog do Odir Cunha

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Jogo será o de nº 6.000


Em Ribeirão o Santos criou chances, mas não fez. Quarta é na Vila. Compareça!


Jogo contra o Botafogo será o de número 6.000

Amigos e amigas, há mais um motivo para ir à Vila Belmiro quarta-feira, às 19h30, empurrar o Santos contra o Botafogo de Ribeirão Preto, pelas quartas de final do Campeonato Paulista: o jogo será o de número 6.000 da história do Santos. O levantamento foi feito pelo departamento de Memória e Estatística do Santos, capitaneado por Guilherme Gomez Guarche.

Confia os jogos milenares do Glorioso Alvinegro Praiano:

Jogo número 1

Dia – 15/09/1912

Santos FC 3×2 Santos AC

Avenida Ana Costa. 22 – Santos

Amistoso

SFC: Julien Fauvel; Sidnei e Arantes; Ernani, Oscar e Montenegro; Millon, Hugo, Nilo, Simon e Arnaldo Silveira.

SAC: Parsons; Kent e Deweck; Wood, Seddon e Lee; Saul, De Saone, Allen, V. Cross e H. Cross.

G: Arnaldo Silveira (2) e Adolpho Millon – Lee (2)

Jogo nº 1.000

Dia – 11/10/1947

Santos FC 1×2 Portuguesa de Desportos

Pacaembu – São Paulo

Campeonato Paulista

R: Cr$ 46.211,60

A: Vicente Gengo

SFC: Renê; Artigas e Expedito; Nenê, Alfredo e Castanheira; Odair, Zeferino, Adolfrises, Antoninho e Rubens.

Técnico: Abel Picabéa

APD: Caxambu; Lorico e Nino; Laudelino, Luisinho e Helio; Simão, Pinga II, Nininho, Pinga I e Reginaldo.

Técnico: Jim Lopes

G: Antoninho – Simão e Nininho

Jogo nº 2.000

Dia – 25/05/1963

Santos FC 1×1 FK Partizan (SER) Fudbalski klub Partizan

La Meinau – Strasburg

Amistoso

SFC: Gilmar (Laércio); Dalmo, Mauro e Geraldino (Lima); Zito e Haroldo; Dorval (Batista), Mengálvio, Coutinho, Pagão (Nenê) e Pepe.

Técnico: Luiz Alonso Perez, Lula

FKP: Soskic; Jusufi, Sombolac e Vukelio; Vasovic e Sijakovic; Rudiwski, Kovscevic, Hasnagio, Galic e Skoblar.

G: Coutinho – Haswagi

Jogo nª 3.000

Dia – 07/03/1976

Santos FC 0x1 EC São Bento

Estádio Urbano Caldeira

Campeonato Paulista

R: Cr$ 55.110,00 – P: 3.977

A: Pedro Inácio Filho

SFC: Willians, Tuca, Marçal, Bianchi, Fernando (Zé Carlos), Clodoaldo, Leo Oliveira, Didi, Cláudio Adão, Toinzinho e Mazinho (Babá).

Técnico: Olavo

ECSB: Geninho; Chiru, Laércio, Arlindo e Nelsinho; Benetti e Gatãozinho; Cláudio, Alves, Tuim (Adão) e Bozó.

G: Adão

Jogo nº 4.000

Dia – 07/07/1989

Santos FC 4×0 Videira EC

Luis Keone – Videira

Amistoso

R: NCz$ 15.000,00 – P: 3000

A: Antonio Carlos Ceron

SFC: Sérgio (Pelegrine); Heraldo, Cássio, Luiz Carlos e Éder José; César Sampaio, César Ferreira (Axel) e Sócrates (Luís Cláudio); Juary (Nenê), Roberto Cearense e Totonho.

Técnico: Nicanor de Carvalho

VEC: Megasso (Alemão); Melão, Gena, Silvério e Sérgio (Rivelino); Milico, Toninho e Fusca; Dalla, Servílio (Alberto) e Lúcio (Osmar).

G: Melão (contra), Juary, Roberto Cearense e Cesar Sampaio

Jogo nº 5.000

Dia – 21/04/2004

Santos Futebol Clube 2

Paraná Clube 3

Pinheirão – Curitiba/PR – Campeonato Brasileiro

R: R$ 90.840 – P: 7.323

CV: André Luis (SFC)

SFC: Júlio Sérgio; Paulo César (Basílio), Alex, André Luis e Léo; Claiton, Renato, Elano (Alcides) e Diego; Robinho e Leandro Machado (Lopes). Técnico: Emerson Leão.

PC: Flávio; Cláudio, Nelinho, Carlinhos e Wesley; Axel, Beto, Jean Carlo e Fernando (Fernando Lombardi); Adriano (Goiano) e Galvão (Choquito). Técnico: Paulo Campos.

G: Léo e Robinho – Galvão, Carlinhos e Choquito.

Jogo nº 6.000

Dia 21/03/2018

Santos Futebol Clube

Botafogo FC

Vila Belmiro – Santos – SP – Campeonato Paulista

Vamos lotar a Vila: Venda de ingressos para partida contra o Botafogo pelo Paulistão

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Giovana prega respeito ao São José, adversário na estreia do Paulistão, mas avisa: “Estamos prontas”

Nesta quarta Santos comemora 64 anos de primeira excursão internacional

Por Guilherme Guarche, do Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube

No dia 21/03/1954, o Santos Futebol Clube fazia o seu batismo internacional jogando pela primeira vez fora do Brasil. Esse jogo pioneiro aconteceu na cidade de La Plata na Argentina e foi um empate pelo placar de 1 a 1 diante da equipe do Gymnasia Y Esgrima de La Plata no Estádio Eva Perón com Del Vecchio marcando o gol santista que formou em solo estrangeiro com: Barbosinha; Hélvio e Feijó (Ivan); Cássio, Formiga e Zito; Del Vecchio, Walter, Álvaro, Vasconcelos (Hugo) e Tite. O técnico era Giuseppe Ottina.

Nesse primeiro giro em terras sul-americanas, o time da Vila Belmiro jogou 08 partidas tendo vencido 03 empatado 03 e perdido 02 partidas marcando o Peixe 19 e sofrendo 14 gols. Os artilheiros nesses jogos foram: Del Vecchio (4), Vasconcelos (4), Tite (3), Hugo (3), Walter Marciano (3), Álvaro (1) e Picot que marcou contra a favor do Santos FC. O retorno da delegação à cidade de Santos foi a bordo do conhecido e luxuoso transatlântico Ana C.

Algumas partidas dessa excursão foram transmitidas pela Rádio Atlântica de Santos, a popular PRG-5 na voz do saudoso Ernane Franco. Em princípio, o Santos jogaria na Colômbia, Venezuela, Peru e Equador, porém, segundo um telegrama enviado por D’ Agostini a Marcelo de Castro Leite, representante do Santos em São Paulo, a excursão teria de ser suspensa devido aos incidentes ocorridos em 4 de março na Cidade do México, na partida em que o Vasco da Gama vencera o Marte, campeão mexicano, por 1 a 0. Como o Santos ficou à mercê das negociações do empresário e, por isso, momentaneamente impedido de marcar amistosos que aliviariam seus encargos financeiros, o dirigente santista José Aflalo Junior, escolhido para chefe da delegação d a prometida excursão sul-americana, perdeu a paciência com D’Agostini e declarou ao jornal Folha da Noite que se o Santos não excursionasse, exigiria indenização, “principalmente dos vinte mil cruzeiros que já gastamos com a retirada dos passaportes dos jogadores.” Pouco depois, porém, o empresário acenou com a possibilidade de, entre meados de março e meados de abril, com boa folga antes do início do Torneio Rio-São Paulo, a se iniciar em maio, o Santos realizar alguns amistosos na Argentina.

Para os torcedores do Peixe que gostam de saber a rica histórica do clube, principalmente nos giros internacionais, neste ano será lançado um livro que terá como título “O maior espetáculo da Terra” – As maravilhosas viagens do Santos – de autoria de Marcelo Fernandes e Odir Cunha, nele os torcedores viajarão junto com o time pelo mundo afora.


Agora é Sasha e mais dez

O atacante Sasha foi o melhor jogador do Santos na vitória de 2 a 0 sobre o Santo André. Fez um gol, participou do outro, se mexeu mais do que rabo de vaca. Com o cartão amarelo de Gabriel, autor do primeiro gol, Sasha será o principal atacante do Santos no clássico contra o Corinthians, no próximo domingo, no Pacaembu.

Como se sabe, há poucos dias o Santo André venceu o atual campeão brasileiro. Contra o Santos, porém, o time do ABC pouco fez. Mais entrosado, focado e rápido, o Alvinegro Praiano criou mais chances e até poderia ter feito mais gols não fosse a ótima atuação do goleiro Neneca.

No meio da semana o Santos estreia na Copa Libertadores enfrentando o Real Garcilaso, no Peru. A Libertadores é a competição mais importante para o Santos, mas o duelo de domingo é o de mais rivalidade para a equipe. A semana promete.

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Que tal 10 mil na Vila?

Depois de uma ótima vitória fora de casa, o Santos estreia na Vila Belmiro neste Campeonato Paulista como líder do Grupo D e com uma das prováveis revelações da competição – o jovem Arthur Gomes, que marcou dois gols contra o Linense – e é justo esperar um público de cerca de 10 mil pessoas na noite dessa segunda-feira.

Feliz do time que tem mais de uma casa e se sente à vontade sempre que pode contar com o apoio e o carinho de sua torcida, como é o caso do nosso Santos. Algo me diz que nessa segunda, a partir das 20 horas, assistiremos a mais uma exibição de técnica, disciplina, garra e ousadia dos nossos rapazes.

O adversário é o Bragantino, orientado pelo técnico Marcelo Veiga. Uma das poucas equipes do Interior a ser campeã paulista, este ano o Braga estreou com uma vitória, em casa, sobre o Botafogo.
Não me parece, entretanto, que possa surpreender o Santos na Vila.

Sem Lucas Veríssimo e Bruno Henrique, vetados pelo departamento médico, o técnico Jair Ventura deverá escalar o Santos com Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz e Romário; Alison, Renato e Vecchio; Copete, Rodrigão (“que tiro é esse?!”) e Arthur Gomes.

É um jogo para se assistir com a família, um evento que marca o reencontro do Glorioso Alvinegro Praiano com o velho e querido Urbano Caldeira. Não basta ser torcedor platônico. É preciso participar.

A Globo e o Santos, tudo a ver

Time brasileiro mais conhecido no exterior, um dos poucos a ter uma quantidade significativa de torcedores em todas as cinco regiões do Brasil, o Santos é imprescindível para o espetáculo futebol que tem sido transmitido pela Rede Globo.

Torcedor é uma coisa, dirigente é outra. A gestão presidida por José Carlos Peres não baterá a porta na cara da maior rede de televisão do país. Ao contrário. O objetivo é criar alianças duradouras que fortaleçam o futebol brasileiro, aumentem a audiência do esporte na tevê e tornem as competições nacionais, hoje menosprezadas, novamente valorizadas no mercado estrangeiro.

O alto comando da Globo conhece a força da marca Santos, a mais poderosa do futebol brasileiro, tem grande simpatia pelo time que revela craques e tem uma fome insaciável de gols, e está disposta a mudar sua atitude com relação
ao Glorioso Alvinegro Praiano. Ótimo. Só esperamos que, para o bem do nosso futebol, a meritocracia prevaleça.

Para entender a relação Santos e Globo

Como o texto anterior causou alguma polêmica, tentarei ser mais claro sobre o relacionamento entre TV Globo e Santos Futebol Clube.

Todas as críticas que fiz alertavam para o caminho perigoso da Espanholização. Fiz sempre com o interesse de que a situação mudasse e não querendo um rompimento definitivo com a Globo, o que seria uma irresponsabilidade colossal por parte do Santos.

O maior dinheiro que um clube brasileiro recebe vem da televisão. E sem ela perde-se visibilidade, o que influi no aumento da torcida, no valor do patrocínio e na atração a novos sócios.

Fiquei sabendo que o conflito entre a última diretoria do clube e a Globo tinha tirado o Santos da grade de transmissões da tevê aberto. A emissora tinha negociado com todos os outros 19 clubes da Série A do Brasileiro, menos com o Santos, que não teria valor algum para receber.

A falta de receita da tevê seria e é fatal para um clube que quer se manter grande. Como saldar suas dívidas e reforçar o time sem dinheiro?

Por outro lado, há uma nova disposição da Globo no relacionamento com os grandes clubes brasileiros. Acreditamos que o nosso Santos será tratado de outra forma, e prova disso são as transmissões já programadas pelo Campeonato Paulista.

Não retiro uma vírgula do meu inconformismo e das minhas críticas anteriores à forma como a Globo tratava o Santos. Mas sinto uma nova disposição da emissora e do profissional escolhido para se relacionar com os clubes.

Minha responsabilidade, assim como do presidente José Carlos Peres, do vice Orlando Rollo e de todos que assumem o comando do clube agora é o de zelar, com responsabilidade, humildade e inteligência, pelos interesses do Santos e do futebol brasileiro.

Precisamos da tevê, precisamos da Globo, assim como ela precisa do Santos. E é bem melhor caminhar juntos e em harmonia. Abraços!

E você, o que acha disso?


Arrancada final

Hoje, às 14 horas, inauguração do Comitê 2 em Santos.
Compareça!

Logo mais, a partir das 14 horas deste sábado, José Carlos Peres, Orlando Rollo e eu estaremos recebendo os amigos, apoiadores e simpatizantes na inauguração do Comitê II da chapa Somos todos Santos. Quem acredita nas nossas ideias e na nossa disposição para colocar o Santos nos trilhos, será bem-vindo. O endereço é Avenida Pinheiro Machado, 301, Vila Belmiro, ao lado do estádio. Vai rolar um chopinho, muito bate-papo e novamente discutiremos boas ideias para o futuro do nosso Santos.

Eneacampeão, por que não?

Por Guilherme dos Santos

Procuro sempre escrever pensando em todas as possibilidades, racionalmente e sem ilusões ou fantasias. E por que o Santos não pode ser eneacampeão?

Primeiramente é fundamental analisar o nível lamentavelmente baixo do nosso campeonato, onde os times todos são parelhos, tendo grandes nomes ou não, pois em campo entram 11 jogadores para cada lado, e ali dentro de 90 minutos tem levado a melhor aqueles que realmente desejam ganhar, com vontade e dedicação. Ah, mas os times estão levando a melhor porque vem fechado lá atrás e só joga no contra ataque… Meu caro, para marcar uma equipe 90 minutos também exige muito de um jogador, ou seja, os times são pouco criativos e erráticos.

Dessa forma, acredito sim no potencial dessa equipe do Santos, que num tempo não tão distante já fizeram grandes partidas e vestiram com sabedoria nossa camisa. Estão precisando de confiança. Cadê aquelas triangulações nas laterais, que mesmo o adversário sabendo, não conseguia parar? Cadê aquela pressão na frente com o time todo avançando e ganhando as chamadas segunda bola, onde saía muitos gols? Com o Elano, eu confio que muito dessa confiança possa voltar a aparecer.

Na época elogiei a contratação do Levir, mas mesmo com números bons, ele não soube treinar a equipe e dar um padrão de jogo efetivo. Não se pode sacrificar dois atacantes como Bruno Henrique e Copete para ficar marcando lateral. Acabou sendo um retrocesso num campeonato que já poderíamos estar na ponta e com folga. Tarde demais para ter trocado? Teremos mais 7 rodadas para descobrir.

E são nessas 7 partidas que me inspirei a escrever. Num olhar otimista, lembrei-me do campeonato brasileiro de 2004, quando o então técnico Vanderlei Luxemburgo traçou uma meta de vencer 7 partidas seguidas para assumir a liderança do campeonato ainda no primeiro turno. Por que não traçar 7 vitórias nessa reta final de campeonato? Como o próprio Odir analisou os jogos no blog, eu concordo e acho possíveis as vitórias. Mas, a começar pelos jogadores e comissão técnica até os torcedores, todos precisamos acreditar e querer muito mais do que os outros. Nesse nível de campeonato, mais do que talento e técnica, garra, força de vontade e superação também ganham títulos.

Eu ainda confio sim que esse grupo de jogadores pode fazer coisas boas. Vanderlei, David Braz, Lucas Veríssimo, Alison, Jean Mota, Bruno Henrique, Ricardo Oliveira, já é uma boa espinha de um time. No mérito Lucas Lima, ele pode sim fazer a diferença claramente porque qualidade tem de sobra. Precisamos saber até onde ele realmente está focado nessas rodadas finais ou no próximo contrato. Acredito que boa parte dos jogos, o esquema tático que tínhamos não ajudava o seu futebol, assim como o de outros jogadores, mas também já senti por algumas vezes certa displicência. Posso estar enganado, por que não?

Comissão técnica: é hora de juntar os cacos e tentar passar a confiança necessária e unir todos num só objetivo. Jogadores: são vocês que podem trazer esse título histórico, seus maiores fãs estão em vossas casas esperando por isso. Torcedores: tem que apoiar, tem que estar junto, se abraçar só quando tudo está bem é muito fácil. Quando vem a dificuldade, temos que nos empenhar ainda mais. Já a diretoria, eu espero ansiosamente pelo pleito dia 09/12 para derrubá-los.

E você, acredita no eneacampeonato?


Futuro X Passado

image Nesta “piscina” ficava uma das torres gêmeas

Hoje, dia em que o Santos joga sua esperança no Campeonato Brasileiro contra a sempre respeitável Ponte Preta, vou à Ilha Randal, aqui em Nova York, em busca do estádio em que o Santos venceu o Benfica 4 a 0 e, apenas um mês depois da Copa da Inglaterra, vingou o futebol brasileiro que havia sido derrotado e humilhado pela Seleção Portuguesa de Eusébio.

Faltam apenas dois dias para se encerrar a campanha de pré-financiamento coletivo do livro único “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, obra que tive o prazer e a honra de fazer com Marcelo Fernandes, e este será o meu último vídeo para a campanha. Espero que ajude a Editora Onze Cultural a arrecadar o suficiente para imprimir ao menos 1.500 exemplares.

Mas a veneração pelo passado não deve significar ojeriza pelo futuro, ao contrário. Das conquistas e lições vividas vêm à determinação de se construir novos tempos. O Santos não pode se esquecer de sua grandeza e sua missão no futebol, sob o risco de se tornar um eterno coadjuvante de um espetáculo do qual foi o grande astro.

Da desgraça absoluta que foi a destruição das torres gêmeas resultou um memorial visitado diariamente por milhares de pessoas de todas os idiomas do mundo. Novas construções foram erguidas no espaço ocupado pelo World Trade Center, mas duas piscinas ocupam os lugares em que ficavam os alicerces das duas torres, em monumentos que se tornam mais belos e reflexivos à noite.

Identifico-me com essa capacidade de transformar limão em limonada, pois sem ela não conseguiremos promover os muitos renascimentos que a vida nos propõe.

Hoje a velha Vila Belmiro completa 101 anos e não deve ser coincidência que seja também o Dia Da Criança. Nós, santistas, somos velhos-meninos, ou meninos-velhos, estamos sempre navegando entre o passado e o presente, às vezes sem saber ao certo em que direção seguir.

Não podemos, porém, cair na armadilha de recorrer eternamente a velhos ídolos e velhas fórmulas que já não funcionam mais. O Santos que vingou o futebol brasileiro em 1966 tem uma dimensão que não pode ser destruída. Honremos o passado, mas saibamos construir um futuro com ousadia, transparência e profissionalismo. Afinal, velhos ou meninos, Somos todos Santos.


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