Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Mistão goleia o Galo

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MISTÃO GOLEIA O GALO

Quando faço textos para mexer com a autoestima dos jogadores do Santos, é porque confio que, se quiserem mesmo, podem ganhar de qualquer time desse Campeonato Brasileiro, com torcida a favor ou contra. Essa vitória que torna o Dia dos Pais mais alegre prova isso. Jogar com o time misto e enfiar um sonoro 3 a 0 no Atlético Mineiro, que alguns já diziam ser o melhor time do Brasil, prova que este Santos tem tudo para ser o campeão brasileiro deste ano. Eu acredito que espero que os jogadores e o técnico Dorival Junior não deixem de acreditar nunca.

Não farei análises individuais, pois em uma vitória assim, em que todos se dedicaram, poderia ser injusto criticar um ou outro. Porém, confio no poder de análise dos comentaristas desde blog. Só digo que gostei muito da entrega e da aplicação de Vladimir, Gustavo Henrique, Caju, Vitor Bueno e do artilheiro Ricardo Oliveira.

Linda vitória, conquistada com muita luta, talento e inteligência. Houve momentos em que o time todo teve de defender, e foi possível perceber que jogaram como homens, como bravos. O contra-ataque final foi escrito por um roteirista de Hollywood. Depois de segurar lá trás, Ricardo Oliveira selou a sorte da partida, aproveitando o ótimo passe de Vitor Bueno.

Porém, o campeonato ainda não terminou. O Santos não pode perder o foco depois dessa grande vitória. Todo jogo é importante. Como eu escrevi há seis rodadas, é essencial enfileirar uma sequência de bons resultados. E caso esqueçam as desculpas e joguem da mesma forma que fizeram contra o ótimo Atlético Mineiro, poderão, muito bem, vencer o Coritiba no próximo domingo, dia 21, às 18 horas, em Curitiba; e o Figueirense, dia 28, também domingo, às 11 horas, na Vila Belmiro.

Mais essas duas vitórias e o Santos deve abrir alguns pontos na liderança do Campeonato. São resultados plenamente possíveis com o elenco que que tem à disposição. Espero que Dorival Junior esqueça quem está fora do time e comece a falar em vitórias e título, porque é isso que o santista quer.

Santos 3 x 0 Atlético/MG
Campeonato Brasileiro
Vila Belmiro, 14/08/2016, 1ª rodada do segundo turno
Público: 10.250 pagantes. Renda: R$ 410.170,00.
Santos: Vladimir, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Caju; Renato (David Braz 37’2ºT), Léo Cittadini (Rafael Longuine 46’2ºT) e Jean Mota (Yuri 30’2ºT); Vitor Bueno, Copete e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
Atlético Mineiro: Victor; Carlos César, Erazo, Leonardo Silva e Fábio Santos; Rafael Carioca, Leonardo Donizete e Maicosuel (Carlos 30’2ºT); Lucas Pratto, Robinho (Clayton 40’2ºT) e Fred (Otero 18’2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira.
Gols: Gustavo Henrique, aos 12 minutos do primeiro tempo; Ricardo Oliveria aos 23 e aos 48 do segundo.
Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ), auxiliado por Rodrigo Henrique Correa e Luiz Claudio Regazone (RJ).
Cartões amarelos: Luiz Felipe, Victor Ferraz, Gustavo Henrique e Yuri (Santos); Fred, Victor, Fábio Santos e Rafael Carioca (Atlético/MG).

E pra você, o que significou a vitória do Santos?


1 falha = + 1 derrota

Valdívia cruza, erra o chute, pega Vladimir adiantado e faz, aos 32 minutos do segundo tempo, o gol solitário da vitória do Inter. Para completar, David Braz, que não tem jogado bem, reclama do árbitro Dewson Freitas Silva – um tipo que só tem coragem para expulsar jogador do time visitante – e leva o segundo amarelo e o vermelho. Assim, em alguns segundos, o Santos, que fazia um jogo equilibrado, perdeu mais uma partida neste Brasileiro.

Digo que foi uma falha porque sair do gol é a grande dificuldade do goleiro santista. No primeiro tempo ele já tinha ficado no meio do caminho em um cruzamento cabeceado no travessão. No lance de Valdívia adiantou-se para cortar o cruzamento e foi encoberto.

Arrisco-me a dizer que se este jogo fosse na Vila Belmiro, no Pacaembu, ou em qualquer lugar com mando de campo e torcida do Santos, o Alvinegro Praiano poderia vencer até com facilidade, pois o time gaúcho, recheado de jogadores de sua base, não chegou a dominar a partida e apresentou muitas falhas, mesmo atuando no Beira-Rio.

O Santos não jogou mal, mas faltou algo intangível, que é a vontade, a determinação de sair de campo com a vitória, algo que ele só demonstra quando joga em casa. O time foi melhor e teve mais oportunidades no primeiro tempo. Caiu um pouco, mas ainda equilibrava a partida no segundo quando sofreu o gol espírita de Valdívia, a 15 minutos para o final.

De qualquer forma, deu para constatar, mais uma vez, que mesmo sem Robinho o Santos pode jogar bem e aspirar vitórias, até em partidas fora de casa. É mais uma questão psicológica do que técnica ou tática. Mas quem sabe se Rafael Longuine pudesse jogar, a sorte da equipe seria diferente.

O certo é que será preciso ter tranqüilidade para buscar os pontos necessários para fugir do rebaixamento, o que parece ser o único objetivo da equipe neste campeonato. Com 10 pontos em nove jogos, o Santos ocupa a 14ª posição e está três pontos acima da zona de rebaixamento. Na próxima quinta-feira jogará contra o Fluminense no Rio de Janeiro, em outro jogo no qual o adversário será o favorito.

Mesmo fazendo campanha ruim no Brasileiro, o Inter atraiu um público de 22.495 pagantes (26.143 no total, com renda de R$ 618.895.

Atuações dos santistas

Vladimir – Teve altos e baixos, mas sai mal do gol, solta muitas bolas e não inspira confiança. Muitos santistas ainda o veem como o reserva de Vanderlei que entrou nas finais do Campeonato Paulista e foi ficando. Mas acho que está na hora de o titular voltar. 4.
Daniel Guedes – Está tendo oportunidades para mostrar que merece ser titular. E não está aproveitando. 4.
Werley – Regular, mas não pode sair jogando. 5.
David Braz – Tem jogado mal partidas seguidas. Expulsão boba tirou a chance de reação do time. 3.
Victor Ferraz – Melhorou quando passou para a lateral-direita. Regular. 5.
Lucas Otávio – Perde todos pelo alto e no jogo de corpo, mas mesmo assim rouba muitas bolas e erra poucos passes. 5,5.
Thiago Maia – Para um rapaz tão jovem, mostra personalidade. Agradável surpresa. 5,5.
Lucas Lima – Comandou o meio-campo, mas desta vez não encaixou nenhuma grande assistência. Pena não ter um chute potente. 7.
Geuvânio – Tentou, correu, batalhou. Caiu muito no segundo tempo. 5,5.
Ricardo Oliveira – Isolado, pegou pouco na bola e fez o que pode. 5,5.
Gabriel – Continua com os problemas crônicos de só jogar com a esquerda e errar a última bola, mas se esforçou mais e ajudou a defesa. 5,5.
Marcelo Fernandes/Serginho – Não tiveram culpa no resultado. Armaram o time para jogar de igual para igual e isso foi feito. As chances surgiram, mas não foram aproveitadas. O gol da derrota veio em um lance fortuito. 6.
Dos jogadores que entraram, Caju, mesmo um tanto estabanado, mostrou que deve voltar a ser titular da lateral-esquerda, com Victor Ferraz passando para a direita. 5. Neto Berola produziu menos do que Gabriel. 4,5. Marquinhos Gabriel também fez menos do que Geuvânio. 4.

E você, o que achou de Internacional 1 x 0 Santos?


A garotada do Santos foi bem. Mas bobeou no final

Até os 37 minutos do segundo tempo os garotos do Santos iam muito bem diante da grande torcida santista que lotou o estádio de Maringá. Venciam o Maringá por 2 a 0 e evitavam o jogo de volta, pela segunda rodada da Copa do brasil. Mas uma falha do goleiro Vladimir, que espalmou uma bola para a pequena área, e outra falha de marcação aos 46 minutos do segundo tempo, quando Paulo ricardo deixou o baixinho Cicinho saltar com o grandalhão atacante Rodrigo Dantas, proporcionaram o empate ao Maringá, obrigando o jogo de volta.

De qualquer forma, a partida mostrou que o elenco do Santos tem muitos reservas que poderão ser bem aproveitados no Campeonato Brasileiro. Quase todos se saíram bem. Mesmo Elano fez um bom primeiro tempo e marcou, de cabeça, o único gol da primeira etapa. Por paradoxal que seja, o único titular em campo, o goleiro Vladimir, mostrou-se inseguro e falhou bisonhamente ao espalmar uma bola para a sua pequena área, o que gerou o primeiro gol do Maringá.

Outro jogador que pouco mostrou e, irritadiço, ainda levou cartão amarelo, Gabriel jogou mais uma vez o Gabibol, um esporte em que a jogada começa e termina nos seus pés. Se há mesmo a possibilidade de uma troca entre ele e Robinho, não há o que pensar. Tomara que Gabriel ainda seja um grande jogador, mas por enquanto não é e nem parece fazer muita questão de ser.

Por outro lado, jogadores como Paulo Ricardo, Caju, Lucas Otávio, Lucas Crispim e Marquinhos Gabriel mostraram disposição e boa técnica. Cicinho também estava bem, mas foi só o Maringá pressionar um pouco para perder a cabeça e levar outro cartão amarelo bobo. Na verdade, a arbitragem também se perdeu a partir da metade do segundo tempo, quando passou a marcar tudo a favor do time paranaense e fazer vistas grossas a entradas que poderiam até resultar em cartão vermelho direto, como aquela que tirou Serginho do campo.

O certo é que o jogo parecia decidido até dez minutos para o final. Com gols de Elano, de cabeça, no primeiro tempo, e de Marquinhos Gabriel no segundo, concluindo uma jogada bem tramada pelo Santos, o Alvinegro Praiano parecia ter se livrado do jogo de volta.

Porém, com o gol achado aos 37 minutos do segundo tempo, o Maringá, que já parecia conformado com a derrota, pressionou o Santos e aí foi possível observar algum nervosismo dos santistas. As substituições de Marcelo Fernandes não deram resultado. As saídas de Elano e Lucas Crispim, para as entradas de Serginho, Thiago Mathias e Diego Cardoso (Serginho entrou no lugar de Elano, mas logo se machucou e foi substituído por Thiago Mathias) enfraqueceram o meio de campo e o Santos não conseguiu mais segurar a bola no ataque, como fizera até então.

De qualquer forma, a partida foi muito importante para se fazer algumas observações, tais como:

1 – O goleiro titular ainda é Vanderlei. Vladimir tem o grave defeito de espalmar para dentro do campo e fica muito indeciso nas bolas altas cruzadas na área.
2 – Mesmo quando jogar melhor, Cicinho é uma temeridade. Quer driblar na defesa e leva cartão amarelo em toda partida.
3 – Gabriel tem jogado muito mal. Não se sabe se é porque tem ficado isolado na frente e o seu forte não é brigar pela bola, ou se porque não busca tabelar com ninguém e tenta resolver tudo sozinho. O certo é que assim não dá. Se há mesmo interesse do Milan, em uma troca por Robinho, é pra ontem.
4 – Elano melhorou. Se continuar assim, brigará por uma posição no meio de campo.
5 – Lucas Otávio e Lucas Crispim jogaram bem. Só caíram a partir da metade do segundo tempo.
6 – Paulo Ricardo será um grande zagueiro. Falta mais experiência no quesito “posicionamento”.
7 – Caju voltou bem. Parece recuperado do púbis.
8 – Marquinhos Gabriel é o Basílio deste time (lembra do time de 2004?).
9 – Leandrinho não é craque, mas é regular.

O jogo de volta será na próxima quinta-feira, não sei em que estádio. Para essa partida, é bom Marcelo Fernandes escalar os titulares, pois uma vitória mínima do Maringá eliminará o Santos da Copa do Brasil.

MARINGÁ 2 X 2 SANTOS

Estádio Willie Davids, Maringá, 06/05/2015, 22 horas

Público: 16.142 pagantes. Renda: R$ 677.255,00

Maringá: Ednaldo; D. Gerônimo, Fabiano, Marcelo Xavier e E. Edinho; Ítalo, Eurico, Serginho Paulista (Rhuan) e Max (Alex); Rodrigo Dantas e Gabriel Barcos (Rafael Santiago). Técnico: Claudemir Sturion.
Santos: Vladimir, Cicinho, Gustavo Henrique, Paulo Ricardo e Caju; Lucas Otávio, Leandrinho, Elano (Serginho) (Thiago Maia) e Marquinhos Gabriel; Lucas Crispim (Diego Cardoso) e Gabriel. Técnico: Marcelo Fernandes.
Gols: Elano, aos 24 minutos do primeiro tempo; Marquinhos Gabriel aos 10, Fabiano aos 37 e Rodrigo Dantas aos 46 minutos do segundo.
Arbitragem: Thiago de Alencar Gonzaga, auxiliado por Leandro dos Santos Ruberdo e Claysson Vieira de Morais, todos do Mato Grosso do Sul (auxiliares foram bem, mas o árbitro, descontrolado, deu faltas e cartões demais e quando deveria dar, não deu).
Cartões amarelos: Ítalo, Rafael Santiago, Rhuan (Maringá); Gabriel, Elano, Paulo Ricardo, Gustavo Henrique (Santos).

Tinha o mesmo número de santistas para ver os reservas do Santos em Maringá do que os que foram assistir à decisão do Campeonato Paulista na Vila Belmiro

Veja só que curioso e perceba como a torcida do Santos é imensa por este Brasil afora, e não apenas nos arredores da Vila Belmiro: o público da final do Paulista foi de 14.662 pessoas, das quais 90% eram torcedores do Santos, portando 13.195.

O público que assistiu ao empate entre Santos e Maringá, em Maringá, foi de 16.142 pessoas, das quais, segundo o repórter da TV Bandeirantes, 80% eram santistas, o que resulta em 12.913 pessoas.

Assim, conclui-se que a quantidade de santistas na Vila Belmiro, apesar da importância do evento e de o time jogar no sagrado Urbano Caldeira, era de apenas 282 torcedores a mais do que na distante Maringá, em que a equipe atuou sem 10 titulares.

Por aí é que se percebe como uma campanha nacional de associação e como um programa de jogos que contemple as várias comunidades de santistas espalhadas pelo Brasil são fundamentais para que o Santos atinja a dimensão que ele realmente tem.

E você, o que achou dos reservas do Santos em Maringá?


A chance de ouro dos reservas contra o motivado Maringá

Primeiro tempo: Maringá 0 x 1 Santos

Os reservas do Santos fazem um bom primeiro tempo contra o Maringá, no lotado estádio do clube paranaense. A disposição dos santistas para marcar reduziu as chances ofensivas do Maringá. Por outro lado, Marquinhos Gabriel, Lucas Crispim, Elano e Cicinho têm garantido bons ataques ao Alvinegro Praiano. Gabriel não joga bem e ainda levou um cartão amarelo por reclamação. Assim o garoto vai justificar a opinião de quem prefere que ele vá para o Milan em troca do veterano, porém craque e ídolo Robinho.

Se não voltar muito recuado no segundo tempo, o Santos pode conseguir ótima vitória em Maringá. E se continuar tão inoperante, Gabriel poderá ser substituído por Diego Cardoso. Caso Elano, que está bem, se canse, o que é previsível, acho que será uma boa oportunidade para fazer o canhoto Serginho entrar no time. Agora, veja o gol de Elano:

A chance de ouro dos reservas contra o motivado Maringá

Elano
Elano e Lucas Crispim (Fotos: Ricardo Saibun/ Santos FC)

Lucas Crispim e Paulo Ricardo
Lucas Crispim e Paulo Ricardo


Marquinhos Gabriel e Lucas Otávio

Treino no CT Rei Pelé
Elano, Caju e Gabriel

Dos que entraram em campo domingo passado, na vitória sobre o Palmeiras que acabou dando ao Santos, nos pênaltis, o seu 21º título paulista, apenas o goleiro Vladimir, o lateral Cicinho, o zagueiro Gustavo Henrique e o meio-campo Leandrinho estarão em campo esta noite, em Maringá, contra o Maringá, às 22 horas, pela segunda fase da Copa do Brasil. O time local, bastante motivado, terá todos os titulares possíveis. O estádio Willie Davids estará lotado. A partida será transmitida pela TV Bandeirantes.

O jogo é uma ótima oportunidade para alguns jogadores do Santos mostrarem o que se poderá esperar deles no Campeonato Brasileiro, que começa neste final de semana, com o Santos enfrentando o Avaí, domingo, às 18h30, em Florianópolis.

Quem sabe se a partir desta partida jogadores como o zagueiro Paulo Ricardo, que vinha tão bem na primeira partida da final, até ser expulso; o experiente Elano, que parece estar magrinho, mas ainda não conseguiu realizar uma boa partida; o meia lucas Crispim, tão bem no Vasco em 2014, e o garoto Gabriel, artilheiro do Santos no ano passado, entre outros, não conseguem jogar bem e aumentar as opções para o técnico Marcelo Fernandes?

Na verdade, todos os jogadores santistas estarão em teste. Vladimir está titular, mas Vanderlei, que já treina com máscara, vinha jogando muito bem antes de sofrer a grave contusão diante da Ponte Preta; caju volta à lateral-esquerda depois de longo tratamento de uma contusão no púbis; Lucas Otávio volta a ter outra oportunidade de mostrar que pode ser mais eficiente do que Valencia e Marquinhos Gabriel, que tem entrado com muita vontade, buscará encaixar uma ou outra jogada para se tornar um nome mais frequente no ataque santista.

Assim, o Santos terá esta noite: Vladimir, Cicinho, Gustavo Henrique, Paulo Ricardo e Caju; Lucas Otávio, Leandrinho, Elano e Marquinhos Gabriel; Lucas Crispim e Gabriel.

Quanto ao Maringá, equipe de nível equivalente ao Londrina, que o Santos eliminou na primeira fase, o objetivo na partida desta noite, ao menos segundo o técnico Claudemir Sturion, é a vitória. O time não terá o artilheiro Edmar, com entorse no tornozelo, mas poderá contar com todos os outros titulares, que são: Ednaldo, Reginaldo, Juninho, Fabiano e Fernandinho; Zé Leandro, Serginho Paulista, Léo Maringá e Renan Tavares; Cristiano e Gabriel Barcos.

Esse Gabriel Barcos, obviamente, não tem nada a ver com Hernan Barcos, centroavante que foi do Palmeiras e o Grêmio e hoje está no Tianjin Teda, da China. Mas é bom tomar cuidado com ele, já que genéricos como o Valdívia do Internacional e o Robinho do Palmeiras também são bons jogadores.

A arbitragem será de Thiago de Alencar Gonzaga, auxiliado por Leandro dos Santos Ruberdo e Claysson Vieira de Morais, todos do Mato Grosso do Sul. Esperemos que não sejam caseiros e trabalhem bem.

Veja a primeira entrevista de Longuine, o novo contratado do Santos:

Como você acha que este Santos se sairá em Maringá?


O título ficou com o time que teve mais coração. E fé

Santos lidera o forte Campeonato Paulista desde 1955

Na reunião que iniciou o G4 Paulista, em Santos, fiz um texto sobre aquele que seria o melhor time do mundo. Somei os títulos, os torcedores e os grandes craques dos quatro grandes clubes de São Paulo e ficou evidente que poucos países têm um futebol tão poderoso. Sim, apenas de Mundiais e Libertadores, são oito de cada. Portanto, o Campeonato Paulista, só pelo nível técnico e pela rivalidade desses quatro times, foi e ainda é importante. E se você pegar a história, então, nem se fala. A grandeza dos clubes de São Paulo foi alicerçada por esta competição. O sucesso que o Santos conquistou no Estadual, de 1955 até hoje, é extraordinário!

Basta lembrar que ao terminar o campeonato histórico de 1954, ano do IV Centenário Paulistano, o Corinthians saltava na liderança dos Paulistas com 15 títulos, contra 12 do Palmeiras, sete do São Paulo e apenas um do Santos, aquele conquistado em 1935. Mesmo vencendo o campeão nos dois turnos de 1954, o Santos ainda era considerado a quarta força do Estado, um tipo under dog, um bicão que tentava achar um lugar em uma festa para a qual não tinha sido convidado.

Com o título de 1955, e a geração que veio a seguir, o Santos conquistou 11 títulos em 15 anos, firmando-e entre os grandes do Estado. Como se a história do futebol paulista virasse de cabeça para baixo, de 1955 para cá o Santos ganhou 20 títulos, contra 14 do São Paulo, 12 do Corinthians e 10 do Palmeiras. Destes 20, 10 tiveram a colaboração de Pelé, mas outros 10 foram conquistados sem o Rei.

Também é importante lembrar que de todas as edições do Paulista, desde 1902, o time que mais vezes fez o artilheiro da competição foi o Santos, em 24 campeonatos, contra 22 do Corinthians, 16 do São Paulo e 12 do Palmeiras. Com três tricampeonatos e três bicampeonatos, o Alvinegro Praiano também é aquele que conquistou mais competições seguidas. Outra primazia é a de vencer oito títulos em uma década só, a de 1960.

Na lista dos 10 maiores públicos do Paulista – o menor deles com mais de 110 mil pessoas -, o Santos aparece seis vezes. O Corinthians participou de sete; São Paulo e Palmeiras de três. Um detalhe: os maiores públicos de São Paulo e Palmeiras na competição foram obtidos em jogos contra o Santos.

Hoje há competições mais importantes para os clubes paulistas, como o Campeonato Brasileiro, a Copa Libertadores e, para poucos felizardos, o Mundial Interclubes. Há também a Copa do Brasil, para a qual o Santos já voltou suas atenções e está treinando firme para jogar nesta quarta-feira à noite, no Norte do Paraná, contra o Maringá (em, jogo transmitido pela TV Bandeirantes). Porém, a importância do Paulista, a competição mais antiga e que ainda mantém grande carisma e rivalidade, não pode ser ignorada.

Creio que só mesmo quando um time fica muito tempo sem vencer o Paulista – como ocorreu com o Santos de 1984 a 2006 – é que seus torcedores sentem como é importante ser campeão diante de seus maiores rivais. E rivais que sempre jogam o campeonato com suas equipes titulares, como ocorreu novamente em 2015. É claro que sempre sobrará para os perdedores a desculpa de que estavam mais interessados em outra competição mais importante, como a Copa Libertadores ou mesmo a Copa do Brasil, disputadas simultaneamente ao Campeonato Paulista.

Porém, nada impede que um time, caso seja realmente superior aos demais, vença o Paulista e também a outra competição que estiver disputando, como ocorreu com o Santos em 2010, quando se tornou campeão do Paulista e da Copa do Brasil ao mesmo tempo, e em 2011, quando, com uma diferença de dias, venceu novamente o Paulista e também a cobiçada Copa Libertadores.

Veja este vídeo histórico, produzido por Wesley Miranda, sobre o título do Santos de 1955:

No vestiário, depois do título, em meio à festa, tinha jogador querendo voltar aos treinos só na terça-feira pela manhã, mas Marcelo Fernandes marcou treino para segunda, às 15 horas. Sinal de que o time agora vai em busca do título da Copa do Brasil. Veja:

Tiago Leifert e Globo Esporte SP mostram que a TV Globo, quando quer, pode fazer um ótimo jornalismo esportivo

Ao contrário da ironia, da provocação, da exaltação bajulatória que permeia quase todas as matérias esportivas da nossa imprensa, o filme sobre a final do Campeonato Paulista produzido pela equipe do programa Globo Esporte SP, dirigido por Tiago Leifert, foi baseado, como ele mesmo definiu, no amor de santistas e palmeirenses às suas camisas, aos seus times. Um trabalho de muita sensibilidade, de quem ama o futebol e entende que todos os clubes merecem o mesmo respeito, o mesmo carinho. Este filme é uma lição para todos nós que, em um momento ou outro, nos deixamos levar pela rivalidade e esquecemos que do outro lado há adversários – não inimigos – que amam seus times com a mesma força que amamos o nosso. É por programas como o Globo Esporte SP de hoje e por jornalistas criativos e humanos como Tiago Leifert que acredito que a TV Globo ainda entenderá que o futebol brasileiro só voltará a ser um dos melhores do mundo quando os privilégios acabarem e os nossos grandes clubes tiverem o mesmo tratamento.

Clique aqui e assista a obra-prima que foi o filme do Globo Esporte SP sobre a final do Campeonato Paulista de 2015.

Robinho buscando inspiração em Pelé antes do jogo:

Veja a festa do título pela lente de Ricardo Saibun/ Santos FC:
Lucas Lima, Robinho e David Braz


O time que mais ganhou paulistas na era profissional do futebol

O título ficou com o time que teve mais coração. E fé

Quando o primeiro tempo terminou, o Santos vencia por 2 a 0 e o título parecia apenas uma questão de tempo. Mas quando o Palmeiras marcou o seu gol, aos 19 minutos do segundo tempo, todos os fantasmas do passado pareceram assombrar a Vila Belmiro. Mesmo com jogador a mais, o Santos parecia receoso de ir com tudo para o ataque e permitir ao adversário o gol do empate que lhe daria o título. Ao final, com a disputa de pênaltis no gol onde estava torcida do Palmeiras, outra conquista parecia estar prestes a escapar das mãos do Alvinegro Praiano. Mas aí surgiu o coração e a fé.

A torcida incentivou o goleiro Vladimir a cada pênalti, ele pegou a cobrança de Rafael Marques. Jackson também acertou o travessão. E com dois erros, o Palmeiras só torceu contra os santistas, em vão. David Braz, Gustavo Henrique, Victor Ferraz e Lucas Lima marcaram, decretando a vantagem decisiva nos pênaltis e dando o 21º título paulista ao Santos.

Foi um título com a cara do Santos, que praticou o futebol mais vistoso, terminou com o ataque mais positivo (36 gols) e o artilheiro da competição (Ricardo Oliveira, 11 gols). Essa conquista fecha uma década extraordinária do Santos no Campeonato Paulista. Desde 2006, quando foi campeão depois de 17 anos de fila no Estadual, o Santos já foi campeão seis vezes e conseguiu mais três vice-campeonatos. Ou seja: desde 2006 o Glorioso Alvinegro Praiano só não foi campeão ou vice do Paulista em 2008, quando o título ficou com o Palmeiras.

A conquista dá ao Santos um prêmio de R$ 3 milhões, que certamente servirá para aliviar a pressão das dívidas do clube. Ela não esconde alguns problemas do time e do clube, mas melhora muito a motivação da equipe e certamente melhorará ainda mais o ótimo ambiente entre os jogadores e a comissão técnica.

Nas entrevistas, Robinho falou que o Santos “tem tudo” para ser campeão da Copa do Brasil e também fazer um bom papel no Campeonato Brasileiro. Bem, ele entende mais de futebol que a gente. Tomara esteja certo.

Clique aqui e diga se havia motivo para expulsar Geuvânio. No máximo, cartão amarelo para Geuvânio e Dudu, o que expulsaria o palmeirense mas deixaria o santista em campo.

Dois tempos distintos

Mais ofensivo, o Santos criou melhores oportunidades até que aos 29m13s uma bola chutada apara a frente por Valencia encontrou Robinho livre, mas em condição. Este tocou de primeira para David Braz, que penetrava pelo meio da área e só teve o trabalho de empurrar para as redes.

Nervoso, o Palmeiras não conseguia trocar muitos passes e deixava uns buracos na sua defesa. Aos 43 minutos, depois de um tiro de meta de Vladimir, Robinho tocou, Ricardo Oliveira ganhou a dividida, penetrou, dominou a bola na coxa e tocou de primeira na saída de Fernando Prass. 2 a 0. O placar que o time precisava para ser campeão.

Antes do intervalo, porém, ocorreu um lance que poderia praticamente ter definido a partida. Geuvânio e Dudu se enroscaram e foram ao chão. No máximo o árbitro Guilherme Ceretta de Lima deveria dar cartão amarelo aos dois jogadores. Porém, se fizesse isso, o palmeirense seria expulso, pois já tinha amarelo, e o rápido Geuvânio ficaria em campo. No entanto, o árbitro preferiu fazer média e deu cartão vermelho direto para os dois jogadores.

Como na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1995, no Pacaembu, os santistas não foram ao intervalo ao fim do primeiro tempo, preferindo ficar em campo, sentindo a vibração da torcida. Porém, quando a bola voltou a rolar, o jogo parecia outro. Werley, que voltava ao time depois de contrair dengue, saiu de maca e foi substituído por Gustavo Henrique.

Aos 13 minutos Zé Roberto acertou um chute no ângulo, que Vladimir espalmou para escanteio. Aos 16 minutos o palmeiras já tinha tido sete escanteios na partida, contra apenas um do Santos. O domínio do visitante era claro. Valdívia continuava sem uma marcação especial e parecia evidente que dos seus pés poderiam sair boas jogadas de ataque para o Palmeiras.

Aos 19 minutos Valdívia recebeu na entrada da área e eu um passe medido para Lucas. É muito difícil dizer se a posição do atacante palmeirense é legal, mas, em dúvida, o bandeirinha não pode mesmo interromper a jogada, e Lucas penetrou e chutou fraco, mas pegou o goleiro Vladimir no contra-pé.

O gol palmeirense tornou a partida bastante tensa, pois do jogo que estava iria para os pênaltis, mas um gol para qualquer lado provavelmente decidiria o título. A 15 minutos para o final Victor Ramos foi expulso por receber o segundo cartão amarelo. Um minuto depois o técnico Oswaldo de Oliveira tirou Valdívia e colocou o zagueiro Jackson. Era evidente que o Palmeiras tentaria segurar a derrota mínima para decidir tudo nos pênaltis.

Mas Marcelo Fernandes também estava preocupado. Preferiu tirar Valencia e colocar Leandrinho. Em seguida, tirou Robinho e colocou Cicinho. Mesmo com um jogador a mais, o Santos não conseguia se impor e aos 42 minutos Amaral fez o gol de empate, aproveitando uma rebatida de Vladimir. Porém, o jogador estava impedido e gol foi corretamente anulado.

Aos 44 minutos Ricardo Oliveira teve a bola do jogo nos seus pés. Penetrou livre, pela meia esquerda da área, e na saída de Fernando Pras tentou bater de esquerda, rasteira, na paralela, mas o goleiro conseguiu defender. Não teve jeito. A decisão ficou para as cobranças da marca do pênalti.

Os palmeirenses pareciam mais animados para os tiros diretos, mas a partir do momento em que Vladimir defendeu a segunda cobrança, de Rafael Marques – rasteira, no seu canto direito -, o ambiente ficou tremendamente favorável aos santistas. Depois, Jackson ainda acertou o travessão. Apenas Clayton Xavier e Leandro Pereira marcaram para o time da capital. Por outro lado, pelo Santos, David Braz, Gustavo Henrique, Victor Ferraz e Lucas Lima converteram, o que fez com que Ricardo Oliveira nem precisasse fazer a última cobrança.

A vitória foi justa, assim como o título. O triunfo ganha mais importância quando se sabe que desde 2006 o Alvinegro Praiano tem estabelecido uma sólida hegemonia no Campeonato Paulista, outrora tão difícil de ser conquistado. Mais do que completar seis títulos – e três vices – nas dez últimas edições do Estadual, com este título o Santos passa a ser o clube paulista com mais títulos estaduais na Era Profissional, ou seja, desde 1933.

Maiores campeões paulistas na Era Profissional (desde 1933)

1 – Santos, 21 títulos
2 – São Paulo – 20 títulos
3 – Corinthians – 18 títulos
4 – Palmeiras – 17 títulos

Por fim, cumprimento não só jogadores e comissão técnica, como a direção de futebol do Santos, que soube remanejar o elenco de tal maneira que a folha de pagamentos foi reduzida em 50% e mesmo assim o time se mantém competitivo – e campeão. Parabéns!

Torcida do Palmeiras quebrou 45 cadeiras

A torcida do Santos se comportou exemplarmente e não causou nenhum prejuízo ao belo estádio palmeirense. Mas a recíproca não foi verdadeira.
Clique aqui e leia que a torcida do Palmeiras quebrou 45 cadeiras do estádio da Vila Belmiro, mas o presidente Modesto Roma diz que não vai cobrar o prejuízo.

Atuações dos santistas

Vladimir – Defendeu o pênalti cobrado por Rafael Marques e também fez ótima defesa em chute longo de Zé Roberto. Foi pego no contra-pé no lance do gol e espalmou uma bola para dentro da área no lance do gol anulado do Palmeiras. Cresceu na hora da disputa por pênaltis. 8.

Victor Ferraz – Atacou melhor do que defendeu. Incansável, correu até o final. Marcou seu gol na disputa por pênaltis. 7.

Werley – Não estava cem por cento, mas se empenhou o máximo que pode. Saiu de maca no início do 7 segundo tempo. 5.

David Braz – Bem na defesa e melhor no ataque. Fez o primeiro gol do jogo, penetrando pelo meio para receber o passe de Robinho, e fez a cobrança de maior responsabilidade dos santistas, logo depois do gol de Clayton Xavier. 8.

Chiquinho – Apoiou melhor do que defendeu. De regular para bom. 6,5.

Valencia – Apesar de suas limitações, brigou muito pela bola e, mesmo sem querer, deu excelente passe para Robinho no primeiro gol. 6.

Renato – Sóbrio, mas eficiente. Pareceu cansar um pouco no final, quando faltou gás ao Santos para se aproveitar de ter um jogador a mais e definir o jogo. 6,5.

Lucas Lima – Não reeditou suas melhores atuações. Mas mesmo assim armou boa parte das jogadas ofensivas do time. 7.

Geuvânio – Vinha bem até ser expulso. Sua velocidade, habilidade e explosão muscular seriam um perigo constante para o Palmeiras, caso não fosse, erroneamente, expulso de campo. 6,5.

Ricardo Oliveira – Fez um belo gol, típico de centroavante que acredita na jogada, e marcou presença na área adversária. Poderia ter decidido o título aos 44 minutos do segundo tempo, mas chutou fraco para a defesa de Fernando Prass. Nem precisou cobrar o seu pênalti, o último dos cinco. 7.

Robinho – Não marcou nenhum, mas participou dos dois gols do Santos. Fez o máximo e saiu exausto. Chorou ao ser campeão pela primeira vez na Vila Belmiro. 7,5.

Dos que entraram, Gustavo Henrique não comprometeu e teve personalidade na hora de cobrar o seu pênalti. 6,5. Leandrinho e Cicinho entraram mais para fechar o meio de campo e, se possível, participar dos ataques. Não comprometeram, mas não tiveram tempo para ter nota.

Marcelo Fernandes – O técnico santista manteve o time com três atacantes e talvez tenha sido prudente demais quando teve a vantagem de um jogador. Aos 35 minutos do segundo tempo poderia ter colocado Gabriel ou Elano e colocado o time mais em cima do Palmeiras, mas preferiu não arriscar. Bem, dizem que um bom técnico também precisa ter sorte. 7.

Santos 2 (4) x 1 (2) Palmeiras
—– Santos, Campeão Paulista de 2015 —–
Vila Belmiro, 16 horas, 03/05/2015, domingo
Público: 14.662 espectadores. Renda: R$ 1.555.280,00.
Santos: Vladimir; Victor Ferraz, Werley (Gustavo Henrique), David Braz e Chiquinho; Valencia (Leandrinho), Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Robinho (Cicinho) e Ricardo Oliveira. Técnico: Marcelo Fernandes.
Palmeiras: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel (Amaral) e Robinho (Cleiton Xavier); Rafael Marques, Valdivia (Jackson) e Dudu; Leandro Pereira. Técnico: Oswaldo de Oliveira.
Gols: Santos: David Braz, aos 29 minutos do primeiro tempo, e Ricardo Oliveira, aos 43 minutos do primeiro tempo.
Palmeiras: Lucas, aos 19 minutos do segundo tempo.
Pênaltis: Palmeiras: Cleiton Xavier (gol), Rafael Marques (goleiro), Jackson (trave) e Leandro Pereira (gol)
Santos: David Braz (gol), Gustavo Henrique (gol), Victor Ferraz (gol) e Lucas Lima (gol)
Arbitragem: Guilherme Ceretta de Lima, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Alex Ang Ribeiro.
Cartões amarelos: Valencia e David Braz (Santos); Valdivia, Gabriel e Lucas (Palmeiras).
Cartões vermelhos: Geuvânio (Santos); Dudu e Victor Ramos (Palmeiras).

Um detalhe que a mídia certamente não vai lembrar

Como já disse antes neste post, o Santos saiu de uma fila de 21 anos sem títulos Paulistas – o último tinha sido em 1984 – para não só ser campeão em 2006, como iniciar dez anos de uma hegemonia histórica, em que conquistou seis títulos e foi três vezes vice. O detalhe é que o time que venceu hoje não tem nenhum remanescente daquele que venceu a Portuguesa por 2 a 0, também na Vila Belmiro, e comemorou o título. A equipe que enfrentou a Lusa na última rodada de 2006 era formada por Fábio Costa, Ronaldo, Ávalos e Wendel; Fabinho, Maldonado (Heleno), Cleber Santana, Léo Lima (Rodrigo Tabata), e kléber; Geilson (Magnum) e Reinaldo. O técnico era Vanderlei Luxemburgo.

E pra você, o que representa mais este título Paulista do Santos?


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