Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Walter Schalka

As eleições no Santos

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dossie - peres e odir José Carlos Peres e eu, no nosso melhor trabalho pelo Santos. Até aqui…

Há alguns dias Walter Schalka anunciou que, devido a questões profissionais, não será mais candidato a presidente do Santos. Tive o prazer de conhecê-lo nesse processo eleitoral e estou certo de que o clube também estaria em boas mãos caso ele fosse eleito. Na verdade, Schalka e José Carlos Peres demonstram preocupações semelhantes com a transparência, equilíbrio fiscal, atenção aos sócios e torcedores e fortalecimento da marca.

Optei por apoiar Peres por conhecê-lo há 15 anos e saber que transita muito bem no meio às vezes complicado do futebol. Sei que ele se cercará de gente competente e disposta a trabalhar honestamente pelo clube e sei também que os pontos principais que discuti com as pessoas que me apoiavam, no Movimento por um Santos Melhor, serão implantados no clube caso ele seja eleito. Na verdade, eu mesmo terei a oportunidade de trabalhar diretamente na implantação de alguns desses pontos.

Estadista, conciliador, tipo de líder que – conforme constatei no nosso trabalho pelo Dossiê da Unificação – consegue alcançar seus objetivos com diplomacia e elegância, Peres já tem muitos apoios e a cada dia recebe mais. Muito bem cotado na capital, onde venceu o pleito de 2014, seu nome também está bem aceito em Santos, onde tem a parceria com o jovem e dinâmico Orlando Galante Rollo, entre outros, formando um grande grupo batizado de Somos todos Santos.

Sem Schalka, Peres surge como o candidato com maior probabilidade de impedir a permanência de Modesto Roma no poder. Mas não deverá ser o único. O grupo Santástica União deverá definir nos próximos dias o seu candidato, que, comenta-se, deverá ser José Renato Quaresma ou Andrés Rueda Garcia. São bons nomes também, mas o ideal seria que apoiassem a experiência de José Carlos Peres, em uma chapa única de oposição.

De qualquer forma, esse período eleitoral é importante para se sugerir e discutir ideias que aprimorem a administração e o marketing do clube, bastante defasados em relação aos seus principais adversários. Há muito a ser feito pelo Santos e espero que José Carlos Peres, com a nossa ajuda, tenha a oportunidade de fazê-lo.

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O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, um santista que mora em Luxemburgo, e em alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e na literatura mundial do futebol.

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No meu aniversário, quem ganha o presente é você

Setembro é mês do meu aniversário e resolvi comemorar com os frequentadores deste espaço promovendo uma oferta inédita das obras expostas na Livraria do Blog.

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Discuta ideias, não pessoas

Quantas vezes, antipatizados com o autor, não nos colocamos antecipadamente contrários a uma ideia? Freud explica. Perseguidos por um gordinho de óculos no primário, talvez, sem perceber, tenhamos desenvolvido aversão a gordinhos com óculos. Digo isso porque me incomoda um tipo de rejeição antecipada aos candidatos Walter Schalka e José Carlos Peres nesse processo eleitoral do Santos. O que deve importar é o caráter de ambos, a experiência e a capacidade que têm e o que podem fazer pelo clube.

Os adversários querem associar o ótimo gestor Schalka aos piores momentos de Luis Álvaro Ribeiro e ao período tenebroso de Odílio Rodrigues, da mesma forma que os críticos a Peres o condenam por ter trabalhado na gestão de Modesto Roma.

Ora, quem realmente ama o Santos se sente honrado quando é convidado a fazer alguma coisa útil pelo clube, independentemente de quem é o presidente. Eu mesmo só pude participar do trabalho que resultou no Dossiê da Unificação dos Títulos Brasileiros porque Peres convenceu o então presidente Marcelo Teixeira de que, mesmo escrevendo para o site Santista Roxo, eu não era um opositor sistemático à sua administração, apenas um crítico – como, aliás, continuo sendo, pois, como jornalista sou, acima de tudo, fiscalizador.

Ah, então Peres era marcelista? Não, sempre foi apenas santista, tanto que no início da gestão de Luis Álvaro Ribeiro, quando o novo presidente pegou um clube endividado e com contas urgentes a saldar, o primeiro dinheiro importante que amparou aquele início claudicante não veio dos grandes empresários ligados a Laor, mas das mãos do próprio Peres, então executivo do G4 Paulista, associação criada por ele para defender e criar novas fontes de renda para os quatro grandes de São Paulo.

Na mesma época, em uma retribuição insólita, Laor fechou a subsede de São Paulo, dirigida por Peres, e desligou do clube o próprio Peres e eu, que ainda trabalhávamos para a aprovação do Dossiê, além de Victor Queiroz, um jovem talentoso de marketing e nosso apoiador. Como consequência, apenas Peres e eu, sem nenhuma ajuda do Santos, seguimos em busca da sonhada unificação dos títulos brasileiros.

Todo o trabalho que fizemos em 2010 foi coordenado pelo próprio Peres, que chegou a nos pagar uma viagem ao Rio de Janeiro,na qual expusemos os motivos da unificação para a imprensa carioca no salão nobre do Fluminense. Ao final daquele ano, como se sabe, conseguimos a tão sonhada Unificação e só então surgiu Luis Álvaro Ribeiro, com um sorriso de orelha a orelha, para colocar no pescoço as seis medalhas de campeão brasileiro.

Como disse em sua campanha para presidente do Santos, em 2014, se eleito Peres abriria a administração do clube para as melhores cabeças e os melhores profissionais santistas, independentemente de chapa ou tendência política. Mesmo crítico, como eu, ele não se recusa a trabalhar pelo Santos. E quantos santistas, convidados a ajudar o Santos em suas áreas de atividade profissional, recusariam esse chamado?

Por que, como negociou Peres, a pré-temporada do Santos não foi feita nos Estados Unidos, com exposição internacional e um bom dinheiro para o clube? Por que o maravilhoso negócio das escolinhas do Santos no exterior está negligenciado e corre perigo desde que ele saiu do clube, após sete meses de inúmeras tentativas bloqueadas pelo atual presidente? Bem, essas respostas apenas Dorival Junior e Modesto Roma podem dar.

Quanto ao boato de que está se candidatando para dividir a oposição, pois na verdade é apoiado por Marcelo Teixeira, isso beira o surrealismo. Peres tem ideias diametralmente opostas a Teixeira, a quem respeita. Na verdade, também respeito Marcelo Teixeira, pois sem a sua compreensão eu não teria tido a oportunidade de produzir o Dossiê. E foi Teixeira quem me escolheu para coordenar as festividades do Centenário do Santos, cargo do qual fui extirpado no início de 2010, com a eleição de Laor, que prometeu colocar os renomados João Dória e Celso Loducca para cuidar do evento.

Só que um ano depois nada tinha sido feito e Laor me reconvidou, às pressas e sem nenhuma verba, para apagar o incêndio. Ainda conseguimos fazer algumas coisas, como o cruzeiro do centenário, mas as festividades ficaram muito aquém do que poderiam ser devido à improvisação e ao ano perdido. Por isso é preciso ter cuidado com o anúncio de nomes renomados que, na verdade, podem servir apenas de fachada para facilitar a eleição de uma chapa, mas não estão devidamente interessados na parte “chata”, que é trabalhar diaria e incansavelmente pelo clube.

Sei muito bem, pois eu e ele já conversamos horas e horas sobre isso, que Peres quer um Santos universal, sem fronteiras, como eu. Está longe de ser regionalista, mesmo adorando a cidade de Santos e sendo proprietário, há décadas, de duas cadeiras cativas na Vila Belmiro. Quanto a Teixeira, desejo-lhe uma vida tranquila, feliz, rodeado de amigos, mas apenas como administrador dos negócios da família. Que tenha a sabedoria de permitir ao Santos seguir o seu caminho natural. Porém, se quiser apoiar Peres, o que duvido, que mal haverá nisso?

Não é justo duvidar de alguém que tanto fez pelo Santos desde o início deste século, quando criou a Ong Santos Vivo em uma época na qual o time não ganhava nada e era desprezado pela mídia. Acompanhei de perto a dedicação de José Carlos Peres pelo Alvinegro Praiano nesses anos todos e sei que ele deu muito mais do que recebeu do clube. Vi como investiu tempo, dinheiro e patrimônio na busca de seus sonhos de um Santos melhor. Tem todo o direito de ser candidato à presidente agora.

Da mesma forma, é injusto criticar Walter Schalka pelos problemas das gestões de Luis Álvaro Ribeiro e Odílio Rodrigues. Sua capacidade como gestor foi e está sendo provada a cada dia, à frente de enormes corporações brasileiras, como a Votorantim e a Suzano. Ele pode trazer métodos modernos e austeros de administração para o futebol, pois é um especialista em recuperar empresas falimentares, como é o caso do nsoso clube hoje.

Schalka e Peres são ótimas opções para presidir o Santos, essa é a verdade. Continuo torcendo para que se afinem e trabalhem juntos pelo nosso clube. Caso lancem chapas diferentes, que montem equipes de trabalho tão competentes e comprometidas quanto eles próprios.

E você, o que acha disso? Acha que sou peresista ou schalkista?


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A recente discussão de um repórter paulistano com o técnico Wagner Mancini, do Vitória, ressalta a importância do comportamento adequado e da ética na profissão de jornalista esportivo, um dos temas do curso que ministrarei em setembro na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo. Seguem mais informações abaixo:

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O primeiro, em julho, foi um sucesso. Não perca o de setembro.

Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo

As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

As regras para uma boa entrevista

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As dez qualidades do bom jornalista

Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

Como escrever para

Jornal – Revista – Rádio – TV – Blog

Mídia Social e Assessoria de Imprensa

Escrever um livro

Como pesquisar, escrever e publicar

Os limites da polêmica

Como evitar os crimes de opinião:

Difamação, Injúria e Calúnia

Princípios do bom texto

Clareza

Objetividade e ordem direta

Escolha das palavras simples e concretas

Uma ideia por parágrafo

Precisão. Sem ela não há credibilidade.

Isenção. A necessidade de ser neutro.

Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.

A importância de reler o texto

Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter

Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.

Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas

Repórter – Copidesque – Chefe de Reportagem

Revisor – Editor – Editor-chefe

Como fazer

Títulos – Subtítulos – Olhos – Intertítulos – Legendas

Lições na classe e em casa

Matérias sobre eventos escolhidos

Trabalho Final

Certificado de Conclusão com o número de horas/aula

Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Carga horária: 16 horas

Datas e horários: dias 5, 6, 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de setembro, das 19h30 às 21h30.

Local: Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP).

Endereço: Av. Paulista, 807, 9º andar, conjunto 904, São Paulo. Fones: (11) 3251-2420 e 3289-8409.

Investimento: R$ 300,00 (trezentos reais – 50% na matricula, 50% até o dia 15 de setembro.)

Sócios da ACEESP em dia com a anuidade não pagam.

Informações e inscrição até 4 de setembro pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br


Pontos de uma boa gestão

Nas conversas que tive com José Carlos Peres e Walter Schalka, candidatos de oposição com maior probabilidade de vencer a eleição presidencial do Santos, no começo de dezembro, consegui que concordassem e se comprometessem com alguns pontos básicos que discutimos aqui neste blog e que recebi em sugestões por e-mail e conversas pessoais, entre elas naquele encontro que tivemos no Murymarelo Bar.

Na verdade, algumas dessas ideias já estavam enraizadas na plataforma de Peres e Schalka, muito parecidas com as que elaboramos a partir das discussões do Movimento por um Santos Melhor. A primeira necessidade do clube, no momento, e nisso ambos concordam, é a vital transparência.

O torcedor comum às vezes se ilude com os resultados do futebol, que não têm sido de todo ruins, mas o certo é que poucas vezes em sua história o Santos foi administrado de maneira tão obscura e imprudente como vem sendo agora. Aumentam-se desmedidamente as despesas, fecham-se os olhos para formas óbvias de receitas e não se sabe os números reais de nada, a ponto de o orçamento de 2015 ser reprovado pelo conselho fiscal e pelo próprio conselho deliberativo.

A propósito, as recomendações do conselho fiscal têm sido desobedecidas desde o início desta gestão, o que a torna autoritária e temerária. As eleições próximas representam a esperança da grande maioria dos santistas de ver o clube finalmente trilhando o caminho da responsabilidade financeira e administrativa, o que só se conseguirá com a eleição de uma chapa oposicionista.

Defendi, ainda, metade dos mandos de campo no Pacaembu, outra medida com a qual Peres e Schalka também concordam. Um estádio maior, além de naturais vantagens para a visibilidade, conquista de novos torcedores, aumento da média de público e valorização da marca Santos, permitirá a campanha permanente de associados que alcançará 100 mil sócios em três anos, em uma ação agressiva que abrangerá todo o território nacional.

A solução para a questão com o veto da Polícia Militar aos jogos na capital é simples: o clube deve requerer, em princípio, que todos os seus jogos sejam marcados para o Pacaembu. Depois, pedirá a mudança para a Vila Belmiro das partidas que quiser.

É evidente que a questão da venda de ingressos terá de ser solucionada definitivamente, dando ao sócio e ao torcedor em geral a possibilidade da compra do ingresso com rapidez e facilidade, sem obrigá-lo a filas e a cambistas. Essa é uma questão fácil de ser resolvida, pois só requer vontade política e, repito, transparência.

Sugeri também, e ambos concordaram, a construção de um novo centro de treinamento para a base, em Santos. Costumo dizer que assim como a Flórida, nos Estados Unidos, é uma região conhecida como o centro das academias de tênis do mundo, Santos e a Baixada Santista podem se tornar um polo de excelência do futebol, com escolas, atrações turísticas, cursos universitários, tudo voltado para atrair jovens praticantes, estudiosos e turistas. Como parte desse projeto, o clube e a Prefeitura trabalharão juntos para preparar os equipamentos e criar um roteiro turístico na cidade baseado em Pelé e no melhor time de todos os tempos. A esse projeto se daria o nome de “Cidade do Futebol”.

Ainda sobre a base, maior fonte de orgulho e de renda do Santos, o monitoramento dos meninos e o relacionamento com seus pais deverá ser contínuo, responsável e produtivo, sem fatiamento de passes dos garotos e com o mínimo de 80% de suas propriedades para o clube.

Sugeri, ainda, que se crie um departamento cultural no clube, pois a história é um dos patrimônios do Santos e merece um tratamento especial e permanente. O ideal seria a criação de uma superintendência que supervisionaria a comunicação, o marketing e a cultura. Um dos eventos da área seria a criação da Semana Santista, comemorada a cada aniversário do clube e recheada de atrações culturais ligadas à história do Santos, como lançamento de filmes, vídeos, livros, exposição de artes plásticas, peças teatrais, palestras e demais eventos que marquem e ressaltem os feitos santistas ao longo de sua história.

Enfatizei também a necessidade do endomarketing, com o ensino da história do Santos aos jogadores e funcionários do clube, principalmente aos novos contratados. Requisitados permanentemente pela mídia, os jogadores profissionais do Santos, assim como o técnico da equipe, podem contribuir enormemente para a difusão da história do time, desde que a conheçam, obviamente.

Por fim, para completar esse conceito de universalidade santista, é importante estudar a melhor maneira de implantar o voto à distância. Pela característica de sua enorme torcida, espalhada pelo mundo, o Santos precisa dar a seus associados a possibilidade de votar para presidente, desde, é claro, que preencham os requisitos para tal. Não é justo apenas pedir apoio aos santistas e não lhes dar em troca a honra de escolher os destinos do clube. Essa medida geraria mais credibilidade do torcedor e, com ela, mais comprometimento e apoio.

Apelo popular

Obviamente há muitas outras iniciativas a serem adotadas para que o Santos tenha uma administração eficiente e passe a caminhar na direção que queremos. Conversei sobre elas com Peres e Schalka, mas sem fechar questão, pois dependem de estudos de especialistas da área.

Por tudo que conheço da história do Santos, creio que é preciso estabelecer um plano de marketing coerente com essa história e com a alma do santista. Vejo o Santos como um clube popular, um time apaixonante, e não apenas um exemplo estético e frio do futebol arte.

Após anos de estudo, defendo que o Santos tem uma das maiores torcidas do Brasil e, com um bom trabalho pode aumentá-la ainda mais, campeão ou não. Se o caminho adequado para sua imagem for acelerar essa tendência popular, então a Vila Belmiro deverá ser reformulada para oferecer mais lugares baratos e voltar a ser o caldeirão que assustava os times visitantes, além de mais jovens em São Paulo, obviamente.

Mas o Santos tem outras imagens que devem ser analisadas com carinho e abrangência antes da criação de um plano de marketing. As mais marcantes são a associação com o “futebol arte”; com os jovens, já que também é identificado como o time dos “Meninos da Vila”, ou ainda com o rebelde, o underdog que luta contra o status quo. Todas essas imagens podem ser exploradas, desde que analisadas e discutidas amplamente.

Bem, há muito mais que poderia incluir neste post, e você sabe muito bem disso, pois há anos temos discutido ideias para o Santos. Porém, o essencial já foi dito. Se Peres ou Schalka forem eleitos e cumprirem os pontos principais da plataforma do Movimento por um Santos Melhor, já nos daremos por muito satisfeitos e ficaremos tranquilos com relação ao futuro próximo do Glorioso Alvinegro Praiano.

E você, o que acha desses pontos? Tem outros a acrescentar?


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Ser ou não ser candidato

Logo mais, a partir das 19 horas desta sexta-feira, estarei na livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista (aquele do lado da Avenida Paulista), para prestigiar o lançamento do livro 20 jogos eternos do Santos, dos jornalistas Bruno Freitas e Renan Prates. Convido os amigos para o evento!


Ser ou não ser candidato

Muitos que me apoiam para presidente do Santos têm cobrado informações sobre o processo eleitoral e pedido uma posição sobre a eleição marcada para o início de dezembro. Com a franqueza de sempre venho dizer que, com exceção de Modesto Roma e seu grupo, que considero nocivos para o equilíbrio e o crescimento do clube, tenho feito contato com líderes da comunidade e prováveis candidatos à presidência do Santos. Sinto que todos partilham das ideias essenciais de crescimento e universalidade do clube.

Nada tenho de pessoal contra o atual presidente e seus assessores, mas como gestores têm sido os piores possíveis, e os números comprovam isso. Em quantidade de sócios, o Santos, que já foi o primeiro do Brasil, está em décimo terceiro; em média de público, beira a décima posição, e isso graças aos poucos jogos no Pacaembu, pois do contrário, se apenas mandasse jogos na Vila Belmiro, como prefere a gestão atual, figuraria entre os últimos. Em venda de material esportivo, vai muito mal; em visibilidade na tevê, pior ainda… Só aumentam mesmo o cabide de empregos e as dívidas, que só crescem desde que Roma assumiu o cargo.

É evidente que lançar a pedra fundamental de uma arena cara e pequena em Santos faria muito bem apenas aos envolvidos no negócio, pois seria o fim do clube, obrigado a uma dívida enorme por décadas a fio. Só essa possibilidade tira o sono de muitos de nós… Enfim, creio que, como eu, a maioria dos santistas conta os dias para o fim dessa gestão extrativista, que só tira do clube e quase nada oferece em troca.

Para se transformar naquilo que a maioria dos torcedores quer, o Santos precisa romper seus limites geográficos e voltar a trilhar o seu destino universal, além, é claro, de se tornar um clube regido pela transparência, competência e ousadia, atributos que hoje passam longe das pessoas que o dirigem.

Enfim, para o bem do Santos, a oposição precisa vencer a eleição de dezembro. Porém, há um detalhe que pode impedir isso: o excessivo número de opositores concorrentes à presidência. Analisei com calma tudo o que já me disseram sobre a eleição e concordo que o lançamento de muitas chapas, como ocorreu em 2014, jogará novamente o poder no colo de Modesto Roma, decretando mais três anos tenebrosos para o clube que amamos.

Pelo bem coletivo

Tenho contatado os grupos de opositores para discutir propostas e tentar uma união de todos. No entanto, creio que, no mínimo, deles sairão dois grupos distintos a concorrer pela presidência: um que tem como líderes José Renato Quaresma, Andrés Rueda e Walter Schalka, e outro que já conta com Orlando Rollo e José Carlos Peres. A possibilidade de que se unam em um apoio a mim parece impossível, assim como é improvável que se harmonizem entre si.

Creio que eu tenha simpatizantes suficientes para lançar a chapa do “Movimento por um Santos Melhor”. Até patrocinadores, um da capital, um de Santos e um de outra cidade já se ofereceram para me apoiar nessa empreitada. A presidência me daria a oportunidade de fazer tudo aquilo, ou quase tudo, que discutimos aqui. Entretanto, sei que ao colocar minha vaidade de presidir o Santos acima dos interesses do clube, poderei apenas contribuir para que as correntes progressistas sejam derrotadas mais uma vez pela inércia e pelo obscurantismo. Com três chapas de oposição, fatalmente a situação venceria novamente.

Assim, após conversar com meus mais próximos incentivadores, decidi abrir mão de minha candidatura e apoiar um dos dois grupos de oposição que se lançarão ao pleito de dezembro. Em conversas preliminares comigo, ambos se comprometeram a implementar os cinco pontos que considero essenciais de tudo o que já discutimos aqui, das propostas que recebi por e-mail e do que falamos no encontro no Bar Murymarello:

1 – Mando de jogos no mínimo meio a meio entre Vila e Pacaembu; 2 – Campanha permanente de sócios, usando telemarketing e um programa de recompensas para se atingir 100 mil associados em três anos; 3 – Construção de um novo CT da base em Santos, com no mínimo 80% do passe dos garotos para o clube; 4 – Programa de endomarketing no clube e de ensino da história do Santos para alunos da rede pública da Baixada Santista; 5 – Estudos e discussões com a finalidade de implantar o voto à distância.

Há muitas outras ideias nossas aprovadas quase por unanimidade pelos grupos de oposição, como aquelas que envolvem a transparência; a maior participação da marca Santos no exterior; a parceria com a Secretaria de Turismo de Santos para se criar um roteiro turístico baseado no time e em Pelé; a reforma da Vila Belmiro para tornar o estádio maior e com mais lugares populares; a instituição de uma equipe de olheiros pelo Brasil, e outras.

Creio que se José Carlos Peres ou Walter Schalka forem eleitos (me parece que ambos são os mais cotados para serem os cabeças de seus grupos), a maior parte das ações que queremos para o Santos serão cumpridas. Ambos têm qualidades.

José Carlos Peres é meu amigo há 15 anos. Investiu muito do próprio bolso no Santos. Criou a Ong Santos Vivo, o prêmio anual Santos Vivo, patrocinou o programa da Rádio Trianon, ofereceu seu imóvel para subsede do Santos ao lado do Pacaembu, idealizou e investiu no Dossiê que fizemos juntos e unificou os títulos brasileiros, teve nas mãos o passe de Gabigol e o entregou ao Santos sem ganhar nada, foi executivo do G4 Paulista, conhece os dirigentes da Federação Paulista, da CBF, os empresários, os executivos das tevês, os jornalistas esportivos. Já levou centenas de projetos ao Santos. Já conversamos horas e horas sobre ideias para o clube. Nesses sete meses que tentou trabalhar para a administração atual teve quase todos os seus projetos rejeitados pelo presidente. Agora decidiu que chegou a sua vez.

Walter Schalka é um dos grandes gestores do Brasil. Atualmente está na Suzano Papel e Celulose. Antes, já tinha feito um grande trabalho na Votorantim. Não o conheço tão bem quanto ao Peres, mas, quando conversamos, olho no olho, senti sinceridade e honestidade em suas palavras. É um homem simples, direto. Está muito preocupado com a dívida do Santos e, creio, trabalhará muito para reduzi-la ao máximo. Ele esteve na gestão de Luis Álvaro Ribeiro e saiu do clube em agosto de 2011. Supervisionou o futebol enquanto serviu ao Santos. Seu grupo de apoiadores é grande e heterogêneo, e este será um de seus desafios para montar sua equipe de trabalho.

Ambos, Schalka e Peres, têm mais experiência do que eu na gestão de empresas e pessoas. Qualquer um dos dois pode gerir o Santos com eficiência e transparência. Provavelmente terei de apoiar um dos dois e recomendarei aos meus seguidores que façam o mesmo. Entretanto, como sempre, respeitarei a opção de cada um e abrirei o espaço do blog para discussões construtivas a respeito. Coloquemos o Santos em primeiro. Sempre.

Bem, agora gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre essa minha decisão


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O primeiro, em julho, foi um sucesso. Não perca o de setembro.

Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo

As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

As regras para uma boa entrevista

Da preparação à técnica de colher informações e escrever

As dez qualidades do bom jornalista

Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

Como escrever para

Jornal – Revista – Rádio – TV – Blog

Mídia Social e Assessoria de Imprensa

Escrever um livro

Como pesquisar, escrever e publicar

Os limites da polêmica

Como evitar os crimes de opinião:

Difamação, Injúria e Calúnia

Princípios do bom texto

Clareza

Objetividade e ordem direta

Escolha das palavras simples e concretas

Uma ideia por parágrafo

Precisão. Sem ela não há credibilidade.

Isenção. A necessidade de ser neutro.

Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.

A importância de reler o texto

Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter

Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.

Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas

Repórter – Copidesque – Chefe de Reportagem

Revisor – Editor – Editor-chefe

Como fazer

Títulos – Subtítulos – Olhos – Intertítulos – Legendas

Lições na classe e em casa

Matérias sobre eventos escolhidos

Trabalho Final

Certificado de Conclusão com o número de horas/aula

Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

Carga horária: 16 horas

Datas e horários: dias 5, 6, 12, 14, 19, 21, 26 e 28 de setembro, das 19h30 às 21h30.

Local: Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (ACEESP).

Endereço: Av. Paulista, 807, 9º andar, conjunto 904, São Paulo. Fones: (11) 3251-2420 e 3289-8409.

Investimento: R$ 300,00 (trezentos reais – 50% na matricula, 50% até o dia 15 de setembro.)

Sócios da ACEESP em dia com a anuidade não pagam.

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Entenda o caso que levou à penhora da Vila Belmiro

Walter Schalka e Marcelo Teixeira: quem está com a razão?

A penhora da Vila Belmiro pelo ex-presidente Marcelo Teixeira não é surpresa para mim. Há mais de um mês conversei com ele sobre a penhora do CT Meninos da Vila e ouvi sua versão para o caso.

Conversamos por e-mail. Fiquei sabendo de uma entrevista sua em que falava da dívida que o clube tem com ele e quis confirmar. Perguntei-lhe se esta dívida era mesmo de R$ 15 milhões (isto, em 15 de setembro). Ele me respondeu:

Prezado Odir: De fato, devem. São $15 milhões por transferências feitas de nossa conta e $14 milhões que o Safra executou de nossa conta como avalistas. A pedido do presidente Luis Álvaro) fomos a uma reunião reunião em São Paulo com o grupo de apoio à administração, ouvimos a proposta de pagamento em cinco anos, sem cobrança de juros e aceitamos, para benefício do clube.

Para nossa surpresa, cinco dias após recebi telefonema do Shalcka muito contrariado informando que infelizmente parte do grupo político de Santos não aceitava o acordo feito pelos responsáveis da administração. Senti um racha forte e até os dias de hoje não recebi mais nenhum telefonema, nenhuma atenção e satisfação para que o acordo seja concluído.

Não estou cobrando, não quero juros, nem prejuízos ao clube que amamos. Poderia agir de forma a prejudicar o planejamento da diretoria, mas apesar de ser um direito, não consigo atrapalhar os planos do SFC. Espero uma solução amigável para o bem da instituição. Abs.

A notícia de ontem dá conta de que o estádio Urbano Caldeira foi dado como garantia no processo movido por Marcelo Teixeira, que agora estaria cobrando R$ 17 milhões do Santos Futebol Clube.

Resumo do caso

Como se sabe, Marcelo Teixeira, quando presidente do Santos, colocou dinheiro do próprio bolso no clube e também usou seu nome e seu prestígio na cidade para ser avalista de empréstimos bancários para pagar dívidas emergenciais do Santos. Uma delas, de R$ 15 milhões, ficou pendente com o Banco Safra.

Quando deixou de dirigir o clube, derrotado nas urnas pela chapa “O Santos pode mais”, Teixeira esperava que o Santos pagasse as dívidas feitas em nome do clube, mas, como isso não foi feito, o banco teria descontado o valor da conta pessoal do ex-presidente. Agora, ele quer seu dinheiro de volta.

Para que o leitor compreenda melhor a história, explico que a pessoa que ligou para Teixeira contrariado, dizendo que o grupo de Santos não aceitava o acordo para pagar a dívida em cinco anos, foi Walter Schalka, presidente da Votorantim Cimentos, que tem sido o mentor da gestão de Luis Álvaro Ribeiro.

Era Schalka que estava negociando a vinda do técnico Abel Braga. O empresário é amigo de Fernando Silva, assessor da presidência do Santos que tem sido cotado para ser consultor de futebol logo que o novo estatuto seja aprovado. Quanto foi candidato à presidência do clube, em 2001, Silva defendeu a tese de que o clube não deveria pagar nada a Marcelo Teixeira, pois o presidente tinha colocado dinheiro no clube por sua vontade.

Desta forma, como já percebeu que amigavelmente ficará a ver navios, Marcelo Teixeira entrou com a ação de penhora, ao mesmo tempo que lançou o movimento Santos Sempre Santos, certamente preparando uma chapa para tentar seu retorno à presidência do clube no final de 2011. Provavelmente deve imaginar, com algum fundamento, que só conseguirá recuperar seu dinheiro se voltar a dirigir o clube.

Os dois lados erraram

Minha opinião é que os dois lados erraram nesta história. O dinheiro que Marcelo Teixeira colocou no clube em 2000 ainda se justifica, pois o Santos estava ao Deus dará e ninguém queria investir um centavo furado nele. Só um santista apaixonado faria o que ele fez.

Porém, com a fortuna conseguida com as vendas dos Meninos campeões brasileiros de 2002 e 2004, o Santos poderia ter sanado suas dívidas e partido para um modelo de administração auto-sustentável, que não dependesse mais de um mecenas.

Sei que na prática não é tão fácil, já que nenhum clube de ponta do Brasil está no azul, mas terceirizar o futebol para Vanderlei Luxemburgo – um técnico personalista e perdulário –, acabou sendo a raiz de todos os males que o Santos passou a padecer.

Comissão técnica caríssima e acomodada; jogadores negligentes e sem motivação ganhando salários irreais para o futebol brasileiro; contratos mal feitos gerando altas pendengas trabalhistas; despesas sempre muito superiores às receitas, gerando um quadro deficitário perpétuo.

Enquanto isso, o conselho aprovava todas as contas, e quem se levantasse para criticar ou exigir explicações, só faltava ser agredido. Criou-se um círculo vicioso que levaria à ruína não fosse estancado pelas últimas eleições, esta é a verdade.

Porém, qualquer que tenha sido o motivo que fez com que o conselho aprovasse os empréstimos de Marcelo Teixeira ao clube, o fato é que eles foram feitos. Com o dinheiro, salários e contas vitais foram pagas e o clube se manteve vivo. Isso não pode ser ignorado.

Acho que a direção de uma empresa não pode se recusar a pagar as dívidas feitas pela administração anterior, mesmo não concordando com elas. Entretanto, sei que entre os leitores deste blog há juristas, advogados, pessoas que conhecem o Direito muito mais profundamente do que eu. O espaço está aberto para seus comentários.

Você acha que o Santos deve pagar a divida a Marcelo Teixeira, ou a nova diretoria não tem nada a ver com os atos da anterior?


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