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Livro “Segundo Tempo” conta como Pelé se transformou em Mito

Matéria no Jornal da Orla sobre o lançamento de “Segundo Tempo – de Ídolo a Mito”

Leia minha coluna desta sexta-feira no jornal Metro:
Vila, Pacaembu, ou uma nova arena?

Quando convidado pela Editora Magma Cultural para escrever “Segundo Tempo”, o livro sobre a segunda etapa da vida e carreira de Pelé, imaginei o que ainda poderia ser dito de novo sobre o maior atleta da Terra. E, surpreso, descobri rapidamente que o fio condutor da obra só poderia ser a personalidade e o talento de Pelé para superar todos os obstáculos que surgiram, ou foram colocados à sua frente, até que superasse o limiar que separa os ídolos do esporte do território sagrado habitado apenas pelos mitos de uma era.

A trajetória de Pelé, caso a gente repare bem, segue o roteiro perfeito da clássica jornada do herói. Após vencer tantas batalhas, impossíveis para o homem comum, ele ainda tem de enfrentar o seu desafio supremo, que tanto podia representar a glória eterna, como o ostracismo. Sim, caso fracassasse na Copa do México, como tantos previam, hoje Pelé não seria Pelé. Consciente disso, ele se empenhou como nunca, superou tudo e todos e, próximo dos 30 anos, consagrou-se como o mito que jamais deixará de ser.

Hoje parece inacreditável, mas mesmo depois de parar guerras e marcar o seu festejado Milésimo Gol, em 1969, Pelé ainda chegou a ser muito contestado às vésperas da Copa de 70. Uma enquete mostrou que, insuflados pelo dublê de jornalista e técnico João Saldanha, 30% dos torcedores não o queriam como titular da Seleção Brasileira.

Semeador da descrença em Pelé, o polêmico João Saldanha chegou a afirmar: “Saí (do cargo de técnico da Seleção Brasileira) porque no meu time Pelé não jogava mais. Nas 17 partidas pela Seleção em que ele atuou, esteve sempre mal. Nos jogos noturnos, então, nem se fala. O crioulo perdia inteiramente a visão do campo.”

Oto Glória, brasileiro que dirigiu Portugal na Copa da Inglaterra, em 1966, chegou a declarar: “Da maneira como está jogando, Pelé não teria lugar no meu time. Prefiro um ataque com Jairzinho, Roberto, Tostão e Arilson”. Isso mesmo, o experiente treinador preferia um ataque com Roberto e Arilson (?!), mas sem Pelé.

Com 315 páginas ousadamente ilustradas, “Segundo Tempo – de ídolo a mito” esconde surpresas e belezas a cada capítulo. A começar pela capa, com a foto “Invictus”, de Marcio Scavone, que capta o espírito divino do Rei do Futebol. Caminhando por suas páginas, o leitor será testemunha das proezas do menino que se tornou craque em Bauru, ascendeu a ídolo no Santos e na Seleção Brasileira e, finalmente, consolidou-se como o grande mito de uma era com a conquista da Copa Jules Rimet.

“Segundo Tempo – de Ídolo a Mito”, livro da Magma Cultural, mesma editora que produziu as obras dos Centenários de Corinthians, Santos e Palmeiras, será lançado neste sábado, 22 de novembro, às 15 horas, no Museu Pelé, e terá lançamento em São Paulo no dia 2 de dezembro, uma terça-feira, às 19 horas, na loja Santos na Área – Rua Augusta, 1931.

O livro tem direção de arte de Clero Junior, edição de arte de Bruno Ataíde Menezes, edição de fotografia e geral de Marco Piovan, pesquisa de fotos de Marcelo Fernandes e Wesley Miranda e coordenação e marketing dos irmãos Luiz Felipe Moura e José Eduardo Moura. Uma obra, enfim, digna de um Rei. Ou um Mito.

Espero os amigos sábado, às 15 horas, no Museu Pelé. Ao meu lado estará Pepe, o eterno Canhão da Vila, um dos preciosos escudeiros do Rei. Segue o convite. Mas leitor deste blog não precisa. É só falar que eu convidei. Ah, e prometo não falar de eleições do Santos. Só vamos falar de Pelé.

convite segundo tempo - santos

Despreocupados, ou desocupados?

O site da Jovem Pan diz que Atlético Paranaense e Santos farão hoje, na Arena da Baixada, um jogo de “despreocupados”, já que os dois times estão com 46 pontos e assim como não têm chances de conseguir uma vaga para a Copa Libertadores, também não sofremn quase nenhum risco de cair para a Segunda Divisão. Bem, em não chamo isso de despreocupação. Um time grande que esteja nessa situação está é com um elenco desocupado.

Por falar nele, o Santos deverá ser escalado por Enderson Moreira com Aranha, Cicinho, Edu Dracena, Neto e Caju; Alison, Arouca, Souza e Lucas Lima; Leandro Damião e Robinho. Ve-se que Leandro Damião começará outra partida. Que faça oito gols, um deles de bicicleta, e que os chineses vejam ao menos no Youtube.

O Atlético Paranaense, dirigido por Claudinei Oliveira, técnico revelado nas divisões de base do Santos, deverá jogar com Weverton, Sueliton, Gustavo, Cleberson e Natanael; Deivid, Paulinho Dias, Bady e Marcos Guilherme; Marcelo e Cléo.

O árbitro da partida será o Arnoldo Figarelo [RO], auxiliado por Márcia Caetano [RO] e Janette Arcanjo [MG]. Pela folha salarial, o Santos deveria golear, mas, se seguir o script dos últimos sete jogos, nos quais não conseguiu uma única vitória, a lógica é uma vitória do Atlético por um gol – em falha da defesa – de diferença.

Agora, gostaria que alguém me explicasse, como o time que fazia a melhor campanha do segundo turno, agora está a sete jogos sem vencer… Bem, surge a notícia e que o São Paulo está interessado em Edu Dracena. Ótimo. Está mais do que na hora de renovar a zaga.

E então, vamos nos ver sábado no Museu Pelé?

Se tivesse cortado as despesas, não precisaria vender Gabriel

A administração Odílio Rodrigues está tentando vender Gabriel às pressas para pagar salários. O único Menino da Vila que tem potencial para se tornar um craque e um ídolo precisa render 40 milhões de reais ao clube para que a situação não fique desesperadora até o Natal.

Alguém pode perguntar: mas essa situação crítica não era prevista? Se tivesse reduzido as despesas, cortado metade dos 400 funcionários, e alguns jogadores, o Santos não teria sua situação bem mais equilibrada agora?

Sim, claro que teria. Mas demitir funcionários significaria menos votos para os três candidatos da situação, aqueles que não farão auditoria para esclarecer como o clube chegou a este estado falimentar depois de vender Neymar, Ganso e outros jogadores.

A verdade é que o Santos se tornou um clube perdulário que não consegue ganhar o suficiente para pagar suas despesas. Um acionista da bolsa que compra as ações na alta e vende na baixa. Elano, Ibson, Borges, Montillo e Leandro Damião, entre outros, são exemplos crassos de jogadores comprados por um valor e vendidos por um outro bem menor. Ou seja, cada um deles representa um case de incompetência que numa empresa séria resultaria na demissão do responsável pelo negócio.

No caso de Gabriel, o Santos quer 40 milhões na mão, mas até agora a única proposta foi do Wolfsburg, da Alemanha,que ofereceu 8 milhões de euros, ou 26 milhões de reais, pelo jovem atacante. O Alvinegro Praiano tem 48% dos direitos do jogador e se contenta com 30 milhões de reais, mas talvez nem isso consiga. Nem todo comprador é como o Santos, que oferece 40 milhões de reais por um centroavante em péssima fase e com problema nos quadris.

A esperança é a de que Wagner Ribeiro convença os alemães de que Gabriel é um novo Neymar. Afinal, o garoto só tem 18 anos e tem sido o artilheiro do Santos em 2014. Torçamos para que o bom negociador WR faça a sua parte, pois confiar no poder de negociação dos homens do futebol do Santos é acreditar em Papai Noel. Por falar nisso, ainda bem que o Natal está chegando. O Natal e as eleições para presidente do Santos.

E você, o que acha da venda de Gabriel?

Qual é a motivação do Santos contra o Cruzeiro?

Mais uma derrota na Vila, desta vez por 1 a 0, diante do Cruzeiro, virtual campeão brasileiro, um clube dirigido com competência e visão. O curioso é que desde que os jogadores do Santos fizeram lobby para jogar a partida de volta contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil, sob a alegação de que na Vila rendem mais, o Santos perdeu para Fluminense, Internacional, Cruzeiro (hoje) e foi eliminado pelo Cruzeiro na Copa do Brasil.

Neste domingo apenas 4.094 pessoas pagaram para ver o jogo. Robinho nunca foi assistido por um público tão pequeno. Último colocado em média de público entre os 20 clubes do Brasileiro, o Santos continua batendo recordes negativos. O que assusta é que há candidato a presidente que quer reformar a Vila e mandar todos os jogos lá. Seria a pá de cal na possibilidade de se manter como time grande.

O prejuízo continua. O clube que tem 130 milhões de dívidas a serem pagas até abril, não conseguiu 130 mil reais de renda bruta diante do Cruzeiro. Como as despesas gerais na Vila Belmiro são as maiores do futebol mundial, o lucro da partida mal dará para comprar a comida a ser servida no CT Rei Pelé durante a semana. O Santos poderia aproveitar a abolir a concentração. Cada um que tome suas refeições em casa.

Esses últimos 20 dias até as eleições de 6 de dezembro serão terríveis. Tão imóvel como o centroavante que ele contratou pela fortuna de 40 milhões de reais – valor que cresce a cada dia – o presidente Odílio Rodrigues segue empurrando com a barriga e torcendo para que um os três candidatos da situação vença o pleito. Assim, as mazelas serão esquecidas e nenhuma auditoria será feita. Por isso tem de dar #PeresPresidente!

Santos 0 x 1 Cruzeiro
Vila Belmiro, 16/11, às 17h
Público: 4.094 pagantes. Renda: R$ 126.120,00.
Santos: Aranha, Cicinho, Bruno Uvini, Neto e Caju (Zeca, aos 23′/2°T); Alison, Renato e Lucas Lima; Rildo (Thiago Ribeiro, aos 13′/2°T), Robinho e Gabriel (Jorge Eduardo, aos 29′/2°T). Técnico: Enderson Moreira.
Cruzeiro: Fábio, Ceará, Manoel, Bruno Rodrigo e Samudio; Nilton, Lucas Silva (Henrique – intervalo) e Ricardo Goulart (Willian Farias, aos 38′/2°T); Marquinhos, William (Éverton Ribeiro, aos 29′/2°T) e Marcelo Moreno. Técnico: Marcelo Oliveira.
Gol: Ricardo Goulart, aos 7 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: Alinor Silva da Paixão (MT), auxiliado por Cristhian Passos Sorence (GO) e Fabio Rodrigo Rubinho (MT).
Cartões amarelos: Alison e Lucas Lima (Santos); Henrique (Cruzeiro).

Faltam cinco rodadas para o final do Brasileiro, 15 pontos ainda estarão em jogo, mas o Santos já não aspira mais nada, a não ser uma vaga para a secundária Copa Sul-americana. Por que isso aconteceu novamente, seguindo um roteiro que vem desde 2008? Por que jogadores que ganham tanto não conseguiram nem sustentar até o final a luta por uma vaga na Copa Libertadores?

Por que Robinho ainda não jogou para os santistas da capital? Se o clube tem uma dívida de 13 0 milhões de reais até abril, não deve fazer todo o possível para faturar mais com arrecadações? Será que é medo de que alguns candidatos façam campanha nos jogos no Pacaembu, como está sendo feito por outros nos jogos na Vila Belmiro? Difícil entender esse absurdo que é não marcar um jogo com Robinho para a capital.

Por falar em Robinho, hoje ele volta ao time. Se em jogos importantes, a média de público da Vila Belmiro é a menor dos 20 clubes do Brasileiro, como será contra o Cruzeiro? 7 mil? 6 mil? 5 mil? Só sei que esta diretoria apequena o Santos a cada dia. E, por incrível que pareça, tem três candidatos à presidência do clube: um ex-diretor e dois conselheiros que aceitaram tudo o que foi feito sem chiar.

Logo mais vamos fazer neste blog a pesquisa que fazemos ao final de todos os anos, perguntando a você, prezado leitor e prezada leitora, quem deve continuar e quem deve sair do Santos. Vá preparando a lista.

E para você, qual a motivação do Santos contra o Cruzeiro?

Pronunciamento de José Carlos Peres em São Paulo:

Entre nesse enquete (no final da página) e vote em José Carlos Peres:
Diário do Litoral

Minha coluna desta sexta-feira, na página 11 do jornal Metro:
O grande desafio de Pelé

Agora leia esta entrevista de José Carlos Peres ao site A Gazeta Esportiva e diga se este não é o presidente que o Santos precisa eleger no dia 6 de dezembro!

Neutralidade nem sempre é a melhor opção do jornalista

Pronunciamento de José Carlos Peres em São Paulo:

Entre nesse enquete (no final da página) e vote em José Carlos Peres:
Diário do Litoral

Minha coluna desta sexta-feira, na página 11 do jornal Metro:
O grande desafio de Pelé

Agora leia esta entrevista de José Carlos Peres ao site A Gazeta Esportiva e diga se este não é o presidente que o Santos precisa eleger no dia 6 de dezembro!

Se você fosse jornalista na época da ascensão de Adolf Hitler na Alemanha, seria totalmente neutro, como manda as regras do jornalismo, ou infringiria essas regras para tentar cortar o mal pela raiz?

E se fosse jornalista nos tempos da Ditadura no Brasil, como eu fui, no saudoso e atrevido Jornal da Tarde? Abanaria a cabeça como uma dócil vaquinha de presépio, ou ao menos cutucaria o poder com matérias instigantes, que talvez virassem receitas de bolo ou versos de Camões, mas ao menos deixariam o protesto no ar, mostrariam para as pessoas que havia denúncia, e censura?

Dei dois exemplos radicais apenas para mostrar que nem sempre a melhor alternativa para um jornalista é a coluna do meio, a neutralidade, ou o popular ficar em cima do muro.

Se vivo o Santos, ou ao menos a história do Santos, há tantos anos (em dezembro completa 11 anos que lancei o Time dos Sonhos), se cheguei a trabalhar pelo clube e conhecer pessoalmente as pessoas que hoje querem dirigi-lo, eu estaria me omitindo se não tivesse opinião e se não dissesse qual dos candidatos é o melhor para o Santos nessa fase aguda que o clube atravessa.

Se tudo estivesse indo bem, se confiássemos que uma nova chapa apenas manteria um caminho de crescimento, sucesso e prosperidade, garanto que não me meteria nessas eleições. Mas o momento é delicado e não permite mais que pessoas sem afinidade com o mundo do futebol, sem contato com os outros presidentes de clubes, federações e confederações, continuem lançando mão do poder no Santos. Nosso clube não aguentará mais três anos de incompetência.

A situação exige um estadista, pois o Santos, sozinho, não conseguirá mudar a Lei Pelé ou criar uma Liga para negociar os direitos de tevê, e outros direitos dos clubes, de maneira coletiva, como ocorre nos países de futebol de primeiro mundo.

Além disso, há muita coisa a ser feita pelo Santos que só depende de boas ideias e muito trabalho. E essas qualidades, tanto a diplomacia para lidar com os cartolas do futebol, como a inteligência para escolher as melhores metas e trabalhar duro para alcançá-las, sei que o Peres tem, pois durante dois anos dividi tarefas e objetivos com ele.

Peres não é o tipo carreirista, não quer se perpetuar na presidência. Quer dar o Norte ao clube e depois deixá-lo para o seu sucessor. Qual dos outros candidatos se contenta em ficar no poder apenas uma gestão? E o Peres está muito bem, obrigado, como CO do G4 Paulista, cujo escritório fica a dois quarteirões de sua casa. Entretanto, ele é um homem movido por um sonho.

Desde que conheço o Peres, pela sua postura, pela afabilidade com que recebe todos os santistas, pelo entusiasmo com que comenta novas ações para o clube, sempre soube que ele só se realizaria no dia em que pudesse dirigir o nosso Glorioso Alvinegro Praiano. E aproveitar essa direção para dar um exemplo único no futebol de competência, honestidade e transparência.

Por isso, que me desculpem aqueles que prefeririam que eu me mantivesse neutro nesta eleição para presidente do Santos Futebol Clube, mas faço o que minha consciência manda e o que a fará tranquila. Talvez em outro momento o Santos pudesse ter outro presidente, mas agora não há o que pensar. Se temos a sorte de ter um Peres como presidente, o voto tem de ser dele.

Não é hora de novatos, nem de interesseiros. É hora de o clube ser dirigido por um homem que é respeitado no meio do futebol e pode conseguir para o Santos vitórias e progressos impensados, como já demonstrou na Unificação dos títulos brasileiros.

A dor de Pelé

Nesta quarta-feira, estávamos todos nós da Editora Magma Cultural no Museu Pelé, para o evento de lançamento do livro Restauração e Legado, dos irmãos arquitetos Gino e Ney Caldatto e de Marjorie Medeiros, quando recebemos a notícia de que Pelé não compareceria, pois estava sentindo dores no estômago e seria levado ao hospital Albert Einstein.

O lançamento do livro – que conta a história da excelente obra de restauro do Museu, assinada pelos irmãos Caldatto – acabará esperando pela recuperação do Rei. Torçamos para que na próxima quarta-feira, dia 19, Pelé esteja cem por cento para comemorar os 45 anos do seu Milésimo Gol. Patrimônio do futebol e do Brasil, o Rei merece o nosso carinho.

Nessas horas de dor e convalescença, o apoio de quem nos ama é muito importante. Por isso, se quiser enviar uma mensagem a Pelé, fique à vontade para usar a caixa de comentários deste blog. Farei com que ela chegue ao maior ídolo – ídolo não, ao maior mito do esporte mundial.

Chapa está registrada! José Carlos Peres é o candidato número 1!

Pequena alteração na enquete sobre a eleição do Santos

Na enquete aí do lado, como Vagner Lombardi, em vez de sair candidato a presidente, será candidato a vice-presidente na chapa de Orlando Rollo, o nome de Lombardi foi excluído e seus 20 votos transferidos para Orlando Rollo, que passou a ter 78 votos em 12/11/2014.

Há menos de uma hora a chapa Ong Santos Vivo, que apoia José Carlos Peres para presidente do Santos, foi a primeira a ser registrada para as eleições presidenciais do Santos Futebol Clube, no dia 6 de dezembro. Quem diria, a chapa que muitos acreditavam não conseguiria completar os 234 conselheiros necessários, foi a primeira a fazê-lo.

E quem fez a diferença, quem agiu para que isso acontecesse, foram vocês, amigos leitores deste blog, que acorreram em massa ao nosso chamamento. Nada menos do que 53 candidatos ao Conselho saíram deste blog, em apenas duas semanas, para acelerar o processo e colocar a chapa Santos Vivo, de José Carlos Peres, como a primeira a obter sua inscrição.

Isso quer dizer que, a partir de agora, é só lembrar de “número 1″, o líder, o primeiro, e você terá a identificação do candidato que merecerá o seu voto nas eleições para presidente do Santos. Fiquei muito feliz com isso, pois mostrou como este blog pode ajudar o Santos a entrar nos eixos e provou que vale a pena acreditar e batalhar sempre – algo que, espero, seja uma marca da gestão de JC Peres.

Obrigado a todos vocês que já estão começando a mudar a história do Santos

E logo mais quero ver você no bar Tatu Bola. Vamos ouvir o Peres!

convite tatu bola