Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Time dos Sonhos

Se não correr, passa vergonha

O Santos não tem time capaz de ganhar passeando em campo. Se não correr, não se empenhar, pode perder de qualquer um, como ficou provado contra o humilde Santos do Amapá, e ficará ainda mais evidente domingo, na arapuca de Osasco, contra o Audax.

Foi preciso até que o monge Dorival Junior desse uns gritos para que os reservas começassem a correr e vencessem o Santos amapaense por 3 a 0, na Vila Belmiro. A apatia da equipe durante a maior parte do primeiro tempo tornou o jogo mal parado e permitiu até algumas chances ao bravo Peixe da Amazônia.

Quem queria descobrir, entre os reservas santistas, jogadores com técnica e personalidade para ter mais oportunidades no time titular, ficou frustrado. Mesmo paradão, o experiente Elano mostrou-se o jogador de mais categoria e visão de jogo. Dos demais, destaque para Ronaldo Mendes, que está longe de ser um craque, mas corre o tempo todo, está em todo lugar do campo e fez o gol mais bonito da partida.

Em uma análise rápida dos jogadores do Alvinegro Praiano, levando-se em conta que P equivale a “Péssimo”, M a “mau”; R a “regular” e B a “bom” (E seria “excelente”, mas ninguém mereceu tal qualificação), avalio-os da seguinte forma: Vanderlei (B), Igor (R), Lucas Veríssimo (B), Luiz Felipe (R) e Caju (R); Alison (P – conseguiu ser expulso ao agredir o adversário em um lance bobo), Rafael Longuine (M), Fernando Medeiros (sem tempo), Elano (B), Lucas Crispim (R) e Ronaldo Mendes (B+); Paulinho (R), (Maxi Rolón (R) e Joel (R). Técnico: Dorival Júnior (B).

Aos fãs de Joel, explico que me preocupei com o fato de o camaronês não conseguir dar um drible no seu marcador e nem ao menos proteger a bola. Sempre saía do lado errado e perdia a jogada. Essa deficiência é fatal para um bom atacante. Mas teve calma para fazer o terceiro gol.

Por mais dificuldade financeira que o clube passe no momento, creio que não seja mais possível manter alguns jogadores no elenco só porque ganham pouco. Se os reservas do Santos já não são grande coisa, segurar os reservas dos reservas não tem sentido. A filosofia adotada pelo saudoso técnico Luis Alonso Peres, o Lula, para montar aquele Santos que fez história, era trabalhar só com jogadores bons.

Como muitos já sugeriram neste blog, é mais eficiente ter apenas um jogador bom, ou promissor, do que meia dúzia de cabeças de bagre. E entre um cabeça de bagre contratado, é melhor e bem mais barato promover um Menino da Vila.

Na reunião do Conselho Deliberativo ficamos sabendo que Alison, que o Santos vendeu por quatro milhões e comprou por sete milhões de reais, recebeu uma proposta de três milhões de euros, que foi recusada pelo presidente Modesto Roma. Pois eu acho que o clube deveria aceitar.

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Domingo é dia de ser leão

Se os reservas tiveram de correr para vencer o Santinho do Amapá, os titulares terão de lutar muito mais domingo, no primeiro jogo pela final do Campeonato Paulista, fora de casa, contra o Audax. O time de Osasco vive um momento de confiança e euforia. Descobriu que a melhor defesa é o ataque e pegou gosto por enfrentar os times grandes de peito aberto.

Nesse Campeonato Paulista venceu, em casa, a Palmeiras (2 a 1) e São Paulo (4 a 1). Depois, foi ao Itaquerão e passou a maior parte do tempo na frente do decantado adversário. Não se iluda quem pensa que o duelo de domingo será tranqüilo. Se não correr, e muito, e desde o começo, o Santos sairá de lá derrotado e sofrerá muito para ser campeão na Vila Belmiro. Veja agora como o São Paulo caiu de quatro no alçapão de Osasco:

E você, o que acha disso?


CD reprova contas de 2015

Em uma votação realizada além da meia-noite, o Conselho Deliberativo do Santos rejeitou por 83 a 81 as contas da gestão de 2015, o primeiro ano do mandato do presidente Modesto Roma.

Chamados pelo nome, 83 conselheiros disseram “SIM” ao parecer do Conselho Fiscal do clube, baseado na auditoria da Macso Legate Auditores Independentes, que apontou déficit de R$ 78 milhões nas contas do Santos em 2015.

Apesar das irregularidades apontadas pela empresa de auditoria, muitos conselheiros, aliados à gestão que comanda o clube, votaram pela reprovação do parecer do Conselho Fiscal, o que equivalia a aprovar as contas.

As discussões se alongaram, mas boa parte dos conselheiros, mesmo os que moram fora da cidade de Santos, não arredaram pé até que a eleição fosse realizada.

Com a reprovação das contas, Modesto Roma pode sofrer o Impeachment por gestão temerária – mesmo motivo que, há duas semanas, expulsou do quadro associativo do clube o ex-presidente Odílio Rodrigues, o ex-vice-presidente Luiz Cláudio Aquino e os membros de seu Comitê Gestor.

A propósito, a Comissão Fiscal do Santos Futebol Clube é constituída pelo presidente Antonio Gonçalves Neto, o relator Celso Menezes Prado Leite e os membros Dagoberto Cipriano de Jesus Oliva, José Carlos de Oliveira e Sylvio Affonso Moita Figo.

Clique aqui para saber mais sobre a reprovação de contas da administração de Modesto Roma

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Só reservas contra o xará do Amapá

O técnico Dorival Junior resolveu manter um time só de reservas para enfrentar o Santos do Amapá, neste quinta-feira, às 21h30, pela Copa do Brasil, na Vila Belmiro. Como empatou por 1 a 1 em Macapá, o Santos se classificará para a próxima fase com um empate em 0 a 0 ou uma vitória simples.

Na verdade, o time terá ainda mais reservas do que mostrou em Macapá. O volante Alison deverá sair para a entrada de Leandrinho. E o lateral-direito deverá ser Igor, da equipe sub-20.

Assim, o Santos deverá iniciar a partida com Vladimir, Igor, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Caju; Leandrinho, Rafael Longuine e Elano; Paulinho, Ronaldo Mendes e Joel.

Clique aqui para assistir histórias de santistas apaixonados pelo time

E você, o que acha disso?


Santos saiu perdendo

Neste Paulista o Audax já foi à Vila e deu muito trabalho.

O Santos precisa faturar. Sem patrocínio máster, sem boas cotas de tevê, sem campanha de sócios, com arrecadações pequenas ao longo do Campeonato Paulista, com os juros bancários fazendo sua dívida aumentar a cada mês, ainda com os 70 milhões de Leandro Damião a serem pagos, as finais do Paulista eram uma boa oportunidade de tirar a barriga da miséria. Porém, o presidente Modesto Roma agiu como se o clube nadasse em dinheiro.

Aceitar que as finais do Campeonato Paulista sejam jogadas no estádio José Liberatti, em Osasco, com capacidade para 12.787 pessoas, e no Urbano Caldeira, a Vila Belmiro, que comporta apenas 16.650 torcedores, não é só pensar pequeno demais. É pensar errado.

Na reunião dos presidentes Roma, do Santos, e Vampeta, do Audax, nenhum queria abrir mão de jogar em sua cidade. Foram turrões e agiram como amadores. Perderão dinheiro e terão a mesma chance de vencer o campeonato que teriam em estádios bem maiores e confortáveis. Na verdade, a composição final acabou sendo melhor para o Audax. O bairrismo cego impediu Roma de enxergar a melhor solução para o Santos.

Jogar as duas partidas em São Paulo, como fez nas finais do Paulista contra Santo André, Guarani e Ituano, seria a opção ideal para o popular Alvinegro Praiano. Não só pelos fatores renda, visibilidade e conforto para sua torcida, mas também pelo aspecto técnico, já que o Santos tem muita dificuldade de conseguir bons resultados em pequenos estádios hostis.

Nesse mesmo José Liberatti o Audax sapecou 4 a 1 no São Paulo nas quartas de finais, fora o baile. Uma estratégia óbvia era evitar que o Santos jogasse a primeira partida da final ali. Como Modesto Roma não abriu mão de fazer a segunda partida na Vila, Vampeta também não cedeu com relação a Osasco e com isso o time que acabou perdendo com esse acordo foi o Santos. O bairrismo impediu Roma de pensar no clube.

Com dois jogos no Pacaembu, ou no Morumbi, o público e a renda seriam muito maiores e a torcida santista faria o time se sentir em casa. Leco, presidente do São Paulo, chegou a oferecer o Morumbi para os jogos – mesmo estádio, aliás, em que o Santos foi campeão paulista em 2007 e 2012.

Em 2007, na administração de Marcelo Teixeira – por incrível que pareça muito menos bairrista do que Modesto Roma –, o Santos decidiu o título com o São Caetano no estádio do tricolor paulista. No primeiro jogo o público foi de 32.136 pagantes, e no segundo, que deu o título ao Santos, o estádio recebeu 59.953 pagantes, com renda de mais de um milhão de reais.

Em 2010, já na administração de Luís Álvaro Ribeiro, as finais do Paulista diante do Santo André, no Pacaembu, tiveram públicos de 33.354 e 35.0001 pessoas, com arrecadações de R$ 1.770.150,00 e R$ 2.244.465,00.

Dois anos depois, ainda na administração de Laor, a decisão com o Guarani foi jogada no Morumbi, e os públicos foram 53.749, com renda de R$ 2.667.232,00 e 40.146 pessoas, com arrecadação de R$ 1.849.376,00.

Finalmente, em 2014, na gestão de Odílio Rodrigues, o Santos disputou a decisão do Paulista com o Ituano, no Pacaembu, com públicos de 27.114 e 34.965 pessoas e arrecadações de R$ 1.459.353,00 e R$ 1.901.845,00.

Agora, diante do Audax, a soma do público dos dois jogos não chegará a 30 mil pessoas. A renda somada das duas partidas não chegará à arrecadação diante do Santo André, há seis anos. Mas o pior é que, além dos números da bilheteria, há a questão dos números em campo.

Sensação do Campeonato Paulista, com seu estilo ofensivo e técnico de jogo, o Audax venceu o Palmeiras e o São Paulo em seu estádio, enquanto o Santos se costumou a jogar mal e preguiçosamente longe do grito de sua torcida. Caso o Audax vença a partida no domingo, o que seria um resultado normal, o Alvinegro Praiano terá de se desdobrar para vencer bem na Vila Belmiro, o que, conforme vimos contra o Palmeiras, não será nada fácil.

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Uma pena que a Federação Paulista de Futebol não tenha intercedido para que a decisão fosse jogada em um estádio maior, mais digno de uma final de Campeonato Paulista. O presidente da Federação, Reinaldo Carneiro Bastos, admitiu que a escolha de Roma e Vampeta trará “prejuízo financeiro”, mas tentou justificar, dizendo que “a escolha dos estádios com certeza acarreta em perdas financeiras, mas o futebol não é feito só do dinheiro”.

O prêmio ao campeão paulista será de R$ 4 milhões. Um bom dinheiro, mas nada que o Santos já não teria acumulado se jogasse mais vezes em São Paulo nesse Campeonato Paulista.

Bem, agora resta saber se Dorival Junior vai poupar muitos titulares no jogo de meio de semana, diante do Santos do Amapá, pela Copa do Brasil. Vimos muito bem o que deu poupar jogadores na reta final do Campeonato Brasileiro do ano passado.


Como um presidente eleito por uma chapa que se intitulava “Santos Gigante” aceita que o Santos jogue a final de um título paulista em um estádio como esse?

Agora veja a torcida do Santos comemorando o título de 2007 em um Morumbi com 59.953 pagantes e renda de R$ 1.028.550,00:

E você, o que achou da escolha dos estádios para a final?


Oitava final! Com emoção!

O Santos tem a sorte de ter entre seus torcedores, e conselheiros, o cinegrafista Rachid Bourdoukan, sempre ao lado do torcedor santista, mostrando o calor do jogo direto das arquibancadas. É emocionante assistir a um vídeo do Rachid. Pare tudo para apreciar os santistas na Vila famosa e viver a emoção que só o Santos e os santistas podem nos proporcionar:

O jogo se aproximava dos 42 minutos do segundo tempo e o Palmeiras parecia entregue. O Santos tinha um escanteio pela esquerda e pelo ânimo dos palmeirenses, que faziam uma marcação frouxa, era só os santistas segurarem a bola por ali que a vantagem de 2 a 0 seria mais do que suficiente para levar o Alvinegro para a sua oitava final consecutiva do Campeonato Paulista. Porém, a partir daquele instante, os deuses do futebol ficaram malucos e resolveram colocar a lógica de pernas para o ar.

Na verdade, além dos dois gols de Gabriel – um aos 39 minutos do primeiro tempo, depois de receber de Lucas Lima e driblar Egídio e Vitor Hugo e bater rasteiro da saída de Fernando Prass, e outro aos 28 minutos do segundo, aproveitando passe de Zeca, após grande jogada do lateral –, o Santos dominava a partida, com cerca de 70% de posse de bola e muitas chances criadas para aumentar a vantagem.

Se a arbitragem de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e dos auxiliares Anderson José de Moraes Coelho e Alex Ang Ribeiro fosse só um pouquinho mais eficiente, a vantagem santista seria bem maior, pois, por mais incrível que possa parecer, três pênaltis não foram marcados para o Santos no primeiro tempo.

No primeiro, a bola foi chutada, ia em direção ao gol e se chocou contra a mão de Roger Guedes, dentro da área. Conforme a interpretação adotada pelos árbitros brasileiros, deveria ser marcada a penalidade máxima. Depois, Gustavo Henrique, ao cabecear uma bola, foi chutado no rosto por Vitor Hugo. Até Edmundo, ex-ídolo palmeirense e hoje comentarista da Band, disse que o pênalti foi indiscutível. Por fim, Gabriel recebeu passe em condição legal, arrancou rapidamente e, quando se preparava para chutar, foi empurrado por trás. Só então um dos auxiliares levantou a bandeirinha, indicando que o jogador estaria em posição ilegal, o que não ocorreu.

Recuado, à espera de uma chance isolada, o Palmeiras só deu um chute a gol no primeiro tempo. O domínio santista era tão amplo, que na marca dos 40 minutos do segundo tempo nenhum dos dois times parecia disposto a jogar. Foi aí que Lucas Lima, em vez de cobrar o escanteio curto e manter a bola por ali, cruzou para Léo Cittadini, na área. Cittadini, que havia entrado no lugar de Thiago Maia, não só não conseguiu alcançar a bola, como permitiu o contra-ataque do Palmeiras. A bola acabou lançada entre Gustavo Henrique e David Braz, que se confundiram e permitiram a Rafael Marques aparecer entre os dois para bater na saída de Vanderlei: 1 a 2.

O gol animou os palmeirenses e perturbou os santistas. Um minuto depois, Cleiton Xavier, que havia entrado no lugar de Robinho, cruzou para a área e Rafael Marques se antecipou a David Braz para empatar, de cabeça.

Na disputa por tiros diretos da marca do pênalti, Cleiton Xavier começou marcando para o Palmeiras, e Lucas Lima teve o chute defendido por Prass. A vantagem parecia se encaminhar para o Palmeiras, em um duro castigo para os santistas. Porém, a partir dali, apenas Jean converteria mais uma cobrança para o Palmeiras, enquanto Rafael Marques e Fernando Prass perderiam. Com três gols de defensores – David Braz, Zeca e Victor Ferraz – o Santos alcançaria a sua oitava final consecutiva do Campeonato Paulista: 2009/10/11/12/13/14/15/16.

Só o Santos de Pelé havia conseguido ser campeão ou vice do Estadual mais difícil do País por oito anos consecutivos: 1956/56/57/58/59/60/61/62. Quem chegou mais perto desses dois times do Santos foi o Palestra Itália, atual Palmeiras, que de 1931 a 1937, por sete anos consecutivos, também se revezou entre o título, que conquistou quatro vezes, e o vice-campeonato, em três oportunidades.

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Destaques

Pelo que fez nas cobranças de tiro livre, defendendo os chutes de Lucas Barrios e Rafael Marques, o goleiro Vanderlei saiu como herói do jogo, mas, além dele, a boa atuação santista se deveu aos laterais Victor Ferraz e Zeca, ao volante Thiago Maia, ao meia Lucas Lima e ao atacante Gabriel.

Os mais discretos do Santos foram Daviz Braz, Ricardo Oliveira, Gustavo Henrique e Vitor Bueno. Renato foi regular.

Público, renda e estádio para a final

Mesmo se tratando, para muitos, de uma final antecipada, com direito a apenas uma torcida, o público pagante não ocupou todas as dependências da Vila Belmiro. Apenas 13.690 torcedores pagaram ingresso, com renda modesta de R$ 688.235,00.

Torcia para que a Federação Paulista de Futebol determine que o Pacaembu, o Morumbi, ou até mesmo o estádio do Palmeiras fossem utilizados nas finais entre Santos e Audax, pois mais uma vez ficou provado que o que faz o Alvinegro Praiano alcançar decisões e títulos é apenas o seu futebol. Mesmo com a magia, a força e tudo o que se fala da Vila Belmiro, o time esteve a pique de sofrer uma virada história diante de uma torcida exclusivamente santista. Que sirva a lição. Estádio não ganha jogo.

Mas já sei que Modesto Roma, pelo Santos, e Vampeta, pelo Audax, combinaram que as duas partidas da decisão serão jogadas em Osasco, dia 1º de maio, domingo, e que o jogo de volta será na Vila Belmiro, em 8 de maio. Acho que assim se perde uma grande oportunidade de dois jogos com a média de 30 mil pessoas, no mínimo.

Santos 2 (3) x 2 (2) Palmeiras
Vila Belmiro, 24/04/2016, semifinal do Campeonato Paulista
Público: 13.690 pagantes. Renda: R$ 688.235,00
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia (Léo Cittadini, aos 31′ 2ºT), Renato, Lucas Lima e Vitor Bueno (Paulinho, aos 26′ 2ºT); Gabriel (Alison, aos 36′ 2ºT) e Ricardo Oliveira. Técnico : Dorival Júnior.
Palmeiras: Fernando Prass, Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel, Matheus Sales, Robinho (Cleiton Xavier, aos 14′ 2ºT) e Roger Guedes; Alecsandro (Rafael Marques, aos 14′ 2ºT) e Gabriel Jesus (Lucas Barrios, aos 34′ 2ºT). Técnico: Cuca.
Gols: Gabriel aos 39 minutos do primeiro tempo e aos 28 do segundo; Rafael Marques aos 42 e 43 do segundo.
Na cobrança de tiros diretos da marca do pênalti, acertaram David Braz, Zeca e Victor Ferraz, do Santos, e Cleiton Xavier e Jean, do Palmeiras. Erraram Lucas Lima, do Santos; Lucas Barrios, Rafael Marques e Fernando Prass, do Palmeiras.
Arbitragem: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, auxiliado por Anderson José de Moraes Coelho e Alex Ang Ribeiro (fraca, não deu dois pênaltis para o Santos e marcou erradamente um impedimento de Gabriel).
Cartões amarelos : Elano e Gabigol (Santos), Egídio, Alecsandro, Gabriel, Thiago Martins, Matheus Sales, Vagner e Vitor Hugo (Palmeiras).

E você, o que achou do jogo e o que espera do Santos na final?


Final antecipada?

No ano passado foi assim:

Santos e Palmeiras, o Clássico dos Clássicos, é mais uma vez a maior atração do futebol brasileiro. O confronto que deu o maior Ibope da televisão no ano passado, com as finais da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista, volta a se repetir neste domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro, e pode ser considerado uma final antecipada do Campeonato Paulista de 2016.

Ontem, o audacioso Audax, que já havia eliminado o São Paulo nas quartas de final, superou o alvinegro de Itaquera, no Itaquerão, e garantiu vaga nas finais. Depois de liderar o marcador em 1 a 0 e 2 a 1, o Audax derrotou o adversário na disputa de penalidades, e garantiu seu lugar na final.

Em que pese a ótima fase do Audax, o ganhador do clássico deste domingo será considerado o favorito para decisão do Campeonato. Para esta partida, transmitida ao vivo para todo o País pelas redes Globo e Bandeirantes, o Santos deverá jogar com Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Vitor Bueno e Lucas Lima; Gabriel e Ricardo Oliveira.

O Palmeiras, que não deverá ter Dudu, com lesão muscular, deverá ser escalado com Fernando Prass. Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Gabriel, Matheus Sales e Robinho; Alecsandro, Gabriel Jesus e Lucas Barrios (Zé Roberto).

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A arbitragem será de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, auxiliado por Anderson Jose de Moraes Coelho e Alex Ang Ribeiro. O jogo terá torcida única, ou seja, apenas santistas estarão no Urbano Caldeira. Apesar do equilíbrio, o favoritismo é santista. Caso passe para a final, o Santos igualará o recorde do mesmo Santos, que entre 1955 e 1962 foi campeão ou vice do Campeonato Paulista por oito anos consecutivos.

Aprecie agora o futebol do Audax, ousado finalista do Campeonato Paulista de 2016, que com justiça eliminou dois times grandes no caminho para a decisão do campeonato:

E você, o que acha disso?


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