Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Time dos Sonhos

Gostou? Então jogue junto!

A vitória de 1 a 0 sobre o São Paulo, domingo, mostrou que o técnico Jair Ventura está começando a tirar o máximo do elenco. As virtudes já saltam aos olhos. O time da casa teve o chamado domínio estéril, mas o Santos jogou com mais inteligência e não só fez um gol, como até poderia fazer outros, no bendito contra-ataque.

Perceba, leitor e leitora, que Sasha e Gabigol começam a se ente nder como se fossem criados juntos. Nossa dupla de zaga é sempre um esteio, e a do clássico, Lucas Veríssimo e Gustavo Henrique, foi praticamente perfeita, assim como o indefectível goleiro Vanderlei. Nas laterais, Daniel Guedes e Jean Mota deram conta do recado. Alison foi bem, assim como Vecchio. Copete lutou e Renato errou pouco.

Talvez este seja o time na Copa Libertadores, com os reforços de Bruno Henrique, Victor Ferraz e Vitor Bueno. É o que temos e para quem devemos torcer. Afinal, acima de tudo, não nos esqueçamos, somos torcedores.

Mas podemos ser mais do que isso, claro. Podemos ser sócios e ajudar o Santos a tornar-se saudável financeiramente e mergulhar em uma era de maior prosperidade. A maioria das pessoas que me cerca já se associou. Associe-se você também e convença outros santistas a fazer o mesmo.

Sócios, o caminho para a maior grandeza

Sim, o Santos pode chegar a 100, 200, 300 mil sócios e, se conseguir isso, todas as portas da fortuna e da felicidade se abrirão. Teremos estádios lotados em Santos ou São Paulo, cotas maiores de patrocínio e da tevê, com isso contrataremos mais jogadores gabaritados, testemunharemos o aumento de nossa torcida e, enfim, mergulharemos o Santos em um círculo virtuoso que não mais retornará ao passado de dívidas, carências e estádios vazios.

O bom desse plano é que só depende de nós, ou melhor, só depende de cada santista. Se em cada 30 torcedores do Santos, apenas um se associar ao clube, daremos o passo definitivo para um futuro irreversível. E não se preocupe porque desta vez você terá recompensas e benefícios, além de poder atuar diretamente na vida do Santos de qualquer lugar do planeta.

Associe-se e cobre o clube com mais força, faça valer a sua voz. Como eu disse certa vez, o santista precisa se conscientizar de que o verdadeiro torcedor é aquele que NASCE, CRESCE, FICA SÓCIO E MORRE.

Clique aqui para se tornar sócio do Santos


Só o sócio salva

Meus caras e minhas caras, vamos passar a vida inteira discutindo assuntos relativos ao nosso querido Santos, mas sabemos que o que interessa mesmo é colocarmos o Glorioso Alvinegro Praiano na reta da prosperidade e do sucesso que ele merece. E para isso, não que jogos como o de ontem, na boa vitória sobre o São Caetano, não sejam importantes, mas o mais relevante mesmo é termos um plano para multiplicar todos os números relativos ao Santos até tornar o time e o clube aquilo que sonhamos.

Quanto ao jogo, gostei. Não foi feio, nem retrancado. O São Caetano também se expôs, buscou a vitória, mas o Santos foi mais desenvolto, mais harmônico, melhor. Sinto que aos poucos o técnico Jair Ventura vai sabendo como tirar o máximo de cada jogador. É impossível não perceber a evolução de Daniel Guedes, que não permite uma avenida pelo seu setor e ainda apoia muito bem.

É impossível também não perceber que o ataque se afina a cada partida. Os rápidos Sasha e Gabigol começam a se entender, deslocando-se continuamente pela defesa adversária. E Lucas Veríssimo continua tão bom como sempre, dominado o jogo aéreo tanto na defesa como no ataque. Ele e Gabriel marcaram os gols santistas, em uma noite de pouco público, mas de muito otimismo.

Vitórias sempre fazem bem à alma e imagino desde já o que um triunfo no clássico contra o Corinthians, dia 4 de março, no Pacaembu, não fará para a autoestima do santista. Será mais um jogo histórico entre os dois rivais, em que pela primeira vez o Santos mandará o clássico alvinegro no Pacaembu. Para viver essa emoção, garanta o seu ingresso desde já clicando aqui.

Sócios, o caminho para a maior grandeza

Sim, o Santos pode chegar a 100, 200, 300 mil sócios e, se conseguir isso, todas as portas da fortuna e da felicidade se abrirão. Teremos estádios lotados em Santos ou São Paulo, cotas maiores de patrocínio e da tevê, com isso contrataremos mais jogadores gabaritados, testemunharemos o aumento de nossa torcida e, enfim, mergulharemos o Santos em um círculo virtuoso que não mais retornará ao passado de dívidas, carências e estádios vazios.

O bom desse plano é que só depende de nós, ou melhor, só depende de cada santista. Se em cada 30 torcedores do Santos, apenas um se associar ao clube, daremos o passo definitivo para um futuro irreversível. E não se preocupe porque desta vez você terá recompensas e benefícios, além de poder atuar diretamente na vida do Santos de qualquer lugar do planeta.

Associe-se e cobre o clube com mais força, faça valer a sua voz. Como eu disse certa vez, o santista precisa se conscientizar de que o verdadeiro torcedor é aquele que NASCE, CRESCE, FICA SÓCIO E MORRE.

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Hoje tem Gabigol na Vila!

Vencer, e voltar à liderança do Grupo D, é o grande objetivo do Santos logo mais, às 19h30, na Vila Belmiro, contra o São Caetano, em partida que marcará a volta de Gabigol ao Urbano Caldeira.

O ingresso está barato, o Santos é o grande favorito e a partida promete ser uma boa exibição do Alvinegro Praiano, que continua sendo ajustado por Jair Ventura para esta temporada de muitos compromissos.

Clique aqui para comprar o seu ingresso para assistir Santos e São Caetano, hoje, às 19h30

O Santos, que está em segundo no Grupo D, um ponto atrás do Botafogo, deverá começar a partida com Vanderlei, Daniel Guedes, David Braz, Gustavo Henrique, Caju (Copete); Alison, Jean Mota (Renato) e Vecchio; Arthur Gomes, Eduardo Sasha e Gabigol.

O São Caetano, que só tem quatro pontos ganhos, deverá ser escalado pelo técnico Pintado com Helton Leite, Alex Reinaldo, Domingues, Sandoval, Bruno Recife; Marino, Paulinho Santos, Chiquinho, Diego Rosa; Rafael Costa e Ermínio.

A arbitragem será de Vinicius Furlan, auxiliado por Vitor Carmona Metestaine e Herman Brumel Vani.

Hora de confiar no Santos

O time ainda está em formação? Sim. Pode-se garantir que hoje teremos um grande espetáculo na Vila? Acho que poderá ser uma boa exibição, não graaaande. De qualquer forma, são nesses momentos de incerteza que o time precisa do apoio de seu torcedor. Quando tem jogadores renomados e está jogando o fino, aí fica fácil ir ao estádio.

Mais do que ir ao estádio, o importante, nesse momento, é o santista tornar-se sócio do clube. Se um dia 5% dos torcedores do Santos no Brasil forem sócios, o Alvinegro Praiano será um dos times mais competitivos da América do Sul, independentemente de cota de televisão, patrocínios e vendas de jogadores. Portanto, o destino do Santos está em nossas mãos.

Sei que a economia do País está em baixa, há muito desemprego, salários ridículos, e tudo isso afeta também o santista. Conheço bem essa situação. No meu caso, resolvi me tornar sócio há 10 anos, convencido por José Carlos Peres quando este era o responsável pela subsede do Santos em São Paulo.

Torcedor eu sempre fui, já tinha escrito muitas matérias sobre o Santos para jornais e revistas, além de ter falado do time em emissoras de rádios. Também estava começando a escrever os livros sobre a história do Santos, mas faltava alguma coisa. Peres me convenceu de que para ser um santista cem por cento, eu deveria me associar. Assim o fiz e jamais me arrependi, mesmo nos piores momentos do time.

Pago uma anuidade que é menor do que 300 reais (prefiro pagar de uma vez só do que mensalmente, que sai mais caro no final). Já me acostumei. É menos de um terço do que a taxa de condomínio do prédio que pago todos os meses. Não pago pensando em apoiar este ou aquele presidente, esta ou aquela gestão. Pago pelo Santos, pela instituição Santos Futebol Clube.

E paguei muito tempo sem receber nada em troca, a não ser o desconto nos ingressos. Paguei mesmo nas gestões de Odílio Rodrigues e Modesto Roma, bastante nocivas ao clube, e continuarei pagando com prazer agora, momento em que o clube está sendo passado a limpo com a gestão de José Carlos Peres.

E não é só isso: agora o sócio terá recompensas, benefícios e brindes. É o momento de os santistas se associarem em massa e participarem mais ativamente da vida do clube. Até porque queremos instituir o voto à distância, que dará ao sócio de qualquer parte do planeta o poder de influir na vida e nas decisões do Santos.

Clique aqui para ficar sócio do Santos

E você, o que acha disso?


Campanha, não!

Uma das lições que aprendi nos meus muitos anos de jornalista profissional é que críticas, análises e sugestões são sempre bem-vindas, mas a campanha, a perseguição contumaz a pessoas e instituições é reprovável e precisa ser evitada, pois não informa adequadamente e apenas distorce os fatos, com o intuito de provocar a confusão e o antagonismo, prejudicando a imagem dos envolvidos.

Este blog está sendo mantido com o objetivo de assegurar um canal aberto com o sócio e o torcedor do Santos. Nesses 40 dias de gestão já foi possível perceber os motivos de queixas dos santistas, todos eles inseridos na pauta da nova diretoria do clube.

Não vejo, porém, razão para a campanha sistemática promovida por alguns frequentadores deste espaço contra uma gestão honesta, que luta para tentar livrar o Santos do caminho da falência.

Essas pessoas que criticam tudo e todos, exigindo em pouquíssimo tempo o que a última gestão não conseguiu em três anos de mandato, não estão ajudando em nada o projeto de reconstrução do nosso Santos.

As mudanças estão menos rápidas do que todos nós pretendíamos? Sim, realmente estão. O maior motivo é a falta de recursos. Agora, além da velocidade das mudanças, quais são os motivos para tanta crítica, tanta insinuação e sarcasmo? Só pode ser o ativismo político e a oposição pela oposição.

Esse tipo de atitude, repito, nada ajudará o Santos neste momento em que boas ideias, trabalho e cooperação são os requisitos para solucionar os graves problemas herdados pela temerária gestão anterior.

Só alguém de muita má vontade pode não enxergar os passos rumo à responsabilidade financeira, à visibilidade e à valorização da marca que já estão sendo dados.

Os que fazem questão de não ver nada positivo e querem usar este blog como palanque para propostas reprovadas na última eleição e para atacar, em todo comentário, as pessoas eleitas limpamente para comandar o Santos até o final de 2020, na verdade estão trabalhando contra o clube.

Posso afirmar que os 11 pontos de nosso programa, além de muitos outros, já estão sendo trabalhados diariamente. Não desistiremos de nossos objetivos e não nos deixaremos levar pela descrença dos eternos pessimistas que só reclamam e nada ou pouco fazem.

E você, o que acha disso?


Zeca e a Lei Pelé

Este post é para falar da necessidade de mudança da Lei Pelé, providência que se tornou mais emergente com esse caso do lateral Zeca. Mas antes é preciso reservar algumas palavras ao empate de 2 a 2 entre Santos e Ferroviária, jogo que mostrou um Santos muito desorganizado no segundo tempo.

Encaro essa fase de grupos do Campeonato Paulista como uma espécie de pré-temporada para o técnico Jair Ventura. Percebe-se que ele está fazendo experiências com jogadores que ainda não viu em situações de jogo. Sim, porque treino é treino… Acho que Ventura não tem dúvidas com relação a algumas posições, como a de goleiro, que pegou mais um pênalti.

Quanto a Gabigol, fez jus ao nome e marcou o seu, mas poderia até ter feito mais caso tivesse maior determinação. De qualquer forma, é claro que no Santos ele é outro e tem tudo para reencontrar o seu futebol. Gostei das entradas de Rodrygo e Yuri Alberto. No ataque dá para fazer essas experiências sem maiores problemas.

Eu diria que testar garotos é sempre válido. Diria também que Daniel Guedes fazia grande partida até perder a bola, cometer uma falta boba e propiciar o lance que, com a falha de marcação do miolo da defesa, gerou o gol de empate da Ferroviária. De qualquer forma, Guedes e Sacha foram bem. Gostei de ver a volta de Gustavo Henrique, mesmo ainda sem tempo de bola, e acho que o meio perdeu muito com a saída de Vecchio. De qualquer forma, não serei muito exigente porque, como disse, considero essa fase do Paulista como a pré-temporada que não houve.

O caso Zeca e a necessidade de mudança da Lei Pelé

Na sua chorosa entrevista Zeca fala da empresa de seus empresários como se fosse sua família e se refere ao Santos como uma espécie de inimigo. Ora, quem lhe pagou todos os salários em sua vida e quem lhe proporcionou a chance de fugir da pobreza e ter uma existência digna foi o Santos, não seus empresários.

O mundo do futebol não é propício a crianças mimadas. A torcida pega no pé, sim, principalmente quando um jogador a desafia e ofende. Mas isso não é desculpa para abandonar o clube e esquecer seus compromissos de contrato. O Santos tinha chance de lutar até pelo título brasileiro de 2017, mas Zeca, aconselhado por seus empresários, resolveu simplesmente tirar umas férias e ainda apelar para a justiça, na tentativa de ganhar passe livre e tirar um bom dinheiro do clube que o projetou. Isso não é ético.

Seu choro não convence. O drama de sua mãe, segundo ele uma pessoa que sofre de problemas psicológicos, é algo particular que não tem ligação com o seu contrato com o Santos. Talvez ele também tenha problemas psicológicos e por isso tenha agido de forma tão perturbada, mas o certo é que o clube não pode ser prejudicado por isso.

Outro dia presenciei o caso de um garoto descoberto por um clube que o ampara há oito anos. Ou seja, este clube lhe deu tudo o que tem até agora e está disposto a dar-lhe muito mais. Porém, o rapaz, instigado por seus empresários, quer deixar este clube na mão, justo agora que pode retribuir-lhe tudo o que recebeu.

No encontro com Pelé, disse ao Rei que estava na hora de se mudar a lei que leva o seu nome. Ele respondeu que, ao contrário dos garotos de agora, jamais quis sair do Santos. Sim, sabemos disso. Mas Pelé era Pelé em tudo, até no amor por um time de futebol. Hoje, mais do que contar com o amor de seus meninos, os clubes precisam de leis que salvaguardem seus direitos.

Os clubes brasileiros de futebol precisam ser mais protegidos pelas leis do Conselho Nacional de Desportos e do Ministério de Esportes, entre outras. Os clubes e as entidades precisam se reunir para elaborar uma nova relação entre as agremiações e os jogadores revelados por elas. É preciso restringir a atuação dos empresários, ou mesmo expurgá-los do futebol, pois hoje atuam como aliciadores e mercadores de jovens para o exterior.

Por que não se pensar em garantir ao clube revelador a manutenção dos jovens até uma idade mínima, digamos, de 23 anos, como já ocorreu no vôlei? Por que não garantir ao clube formador o mínimo de 70 ou 80% do valor do passe de seus jovens atletas? A ida precoce dessa garotada talentosa para o estrangeiro diminui a qualidade do futebol e o interesse pelo esporte no Brasil, reduzindo todos os índices mercadológicos: audiência de tevê, público nos estádios, venda de produtos oficiais, quantidade de sócios nos clubes, número de torcedores…

Do jeito que está, a Lei Pelé só favorece os empresários e os dirigentes que colocam seus interesses pessoais acima dos interesses dos clubes que representam. E favorece também os poucos jogadores que, mesmo sem demonstrar uma técnica similar àquela dos grandes craques brasileiros da história, recebem luvas e salários supervalorizados. O resultado acaba sendo visto nas competições internacionais e mesmo nas exibições da Seleção Brasileira, hoje defasada com relação aos centros mais avançados do futebol.

Com clubes mais fortalecidos, teremos campeonatos com jogadores de melhor nível, o que atrairá mais patrocinadores, mais público nos estádios e maior audiência na tevê. Um círculo virtuoso se iniciará quando os jovens talentos brasileiros ficarem mais alguns anos por aqui. Essa é uma boa luta, que deve ser iniciada já.

E você, o que acha disso?


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