Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Time dos Sonhos

Lições de uma tragédia

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Lições de uma tragédia

A tragédia com o voo que levava a Chapecoense para a Colômbia deixou inúmeras lições, boas e ruins. As melhores estão ligadas à solidariedade. O mundo sofreu e sofre com os irmãos de Chapecó. A cerimônia que vimos em Medellin foi tocante e provou que o homem pode ser superior à rivalidade pueril e às vezes estúpida do futebol. Passei a gostar mais dos colombianos e dos habitantes de Medellin depois dessa atitude. Torcerei para o Atlético Nacional no Mundial de Clubes. Porque são seres humanos, latinos e passionais, como nós. Gracias hermanos colombianos!

Outro aspecto positivo é perceber que o Brasil estava torcendo para a Chapecoense nessa final da Sul-americana. Havia, ainda, uma final de Copa do Brasil, com os grandes Grêmio e Atlético Mineiro, mas as atenções estavam voltadas para o sonho da pequena gigante Chapecoense. Mais uma prova de que não é quantidade de torcedores que faz um time ser melhor atração do que outro, mas as circunstâncias do jogo. Já escrevi diversas vezes sobre isso, mas os espertos que fazem a programação da Rede Globo teimam em puxar o saco de um time “popular” ou outro, pois não têm inteligência e sensibilidade para perceber o momento, nunca devem ter chutado uma bola na vida e não entendem o verdadeiro espírito do esporte.

Quando começou a impressionar o mundo, o Santos era pouco mais do que a Chapecoense: um time que jogava com alma e arte e que não pertencia a nenhuma capital. Felizmente nenhum avião caiu, pois os riscos naquelas viagens pelo mundo eram enormes. Pistas em terra batida, decolagens em meio a tiroteios na África. Pena que a mesma fortuna, que os mesmos anjos, não tenham protegido os irmãos de Chapecó.

Mas não é só questão de destino. Houve imprudência e temeridade nesse voo. Acabei de ler que para a United Airlines um minuto de voo equivale a 25 mil dólares de querosene. Mesmo que no caso do avião que caiu o gasto com querosene fosse um pouco menor, é fácil calcular a fortuna que significa o combustível para uma companhia pequena. Por isso a LaMia, da Bolívia, viajava com o combustível na conta do chá. O tempo piorou, um outro avião pediu emergência antes e o tempo excedente acabou provocando a pane seca e a queda. Morrer assim, por incompetência alheia, é extremamente irritante.

Mas a vida continua. Hoje sabemos que todos os times, mesmo os aparentemente menores, tem o mesmo valor para o espírito universal do futebol. A Chapecoense precisou morrer para dar ao mundo a sua maior expressão de grandeza. Agora, não há qualquer dúvida de que ela renascerá ainda mais forte. Ficou evidente que todos a amam ainda mais do que antes. E o amor é o princípio dos sonhos mais loucos.

Clique aqui para enviar e-mail ao presidente Alejandro Domingues, da Conmebol, e pedir que declare a Chapecoense campeã da Copa Sul-americana.

Por um Santos melhor

Vocês continuam me dando o primeiro lugar na enquete acima, que pergunta em quem votariam em uma eleição para a presidência do Santos. Então, vamos começar os trabalhos e, para isso, gostaria de receber ideias que nos permitam estabelecer um programa de governo.

Por mim, estou certo de que, assim como no governo do País, o santista não admite mais falta de transparência, gastos superiores às receitas, incompetência e bairrismo. Também acredito que a Lei Pelé, que normatiza as relações entre jogadores e clubes, precise ser mudada.

Mas essas são apenas as minhas sugestões. Quero ouvir as suas. A ideia é criar os pontos básicos de um programa de governo, reunirmo-nos para discuti-los, saber quantos sócios do Santos somos e partir para a construção de um movimento em prol de novos tempos para o nosso Santos.

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Saiu o resultado dos finalistas do prêmio Ford Aceesp. Entre os blogs destaco a presença do blog do santista Ademir Quintino. Clique aqui para conhecer os finalistas de todas as categorias. Agradeço e envio um forte abraço a todos que votaram no Blog do Odir, o nosso blog.


Balanço antecipado


O melhor momento – Considero essa vitória sobre o Cruzeiro, na Vila Belmiro, o símbolo do melhor momento do Santos neste Campeonato Brasileiro. Mesmo sem Zeca, Thiago Maia, Gabriel e Lucas Lima, o time venceu por 2 a 0 e ficou a apenas um ponto do líder, àquela altura o alvinegro paulistano. Para terminar o primeiro turno só faltava enfrentar o Flamengo, na Vila Belmiro, e o lanterninha América, em Belo Horizonte. Mas o presidente vendeu o mando de campo contra o Flamengo, jogo que ficou em 0 a 0, em Cuiabá, e o time perdeu para o Ameriquinha, deixando escapar a oportunidade de terminar o turno na liderança.

Balanço antecipado

Meus amigos e amigas, mesmo antes da última rodada, que pode dar um bom segundo lugar para o Santos, a verdade é que a história do Alvinegro Praiano neste Campeonato Brasileiro já está quase totalmente escrita e não é preciso esperar mais para se fazer um balanço da participação do time na competição. Jogadores, técnico, gerência de futebol, presidência do clube, como todos se saíram? Bem, lá vai a minha análise, fria, abrangente, que busca enxergar o todo e projetar as chances do time para 2017.

Antes de externar minhas opiniões, devo dizer que considero o melhor deste blog a liberdade de expressão, a participação democrática de todos, livres para gostar ou desgostar do que quer que seja. Acredito que aqui cada um tem a sua opinião, independentemente de como pensa o dono do blog. As circunstâncias me dão o privilégio de escrever os posts, mas estes podem ser apoiados ou criticados pelos amigos e amigas, que têm todo o direito para isso sem que o respeito entre nós se estremeça.

Pois bem. Começo pelo lado bom. Considero que a gerência de futebol do Santos, apesar de todas as dificuldades impostas pela falta de dinheiro, pelas convocações de santistas para as seleções principal e olímpica e pelas suspensões e contusões que desfalcaram a equipe em várias oportunidades, conseguiu trazer e promover jogadores importantes para a satisfatória campanha do time, como Jonathan Copete, Jean Mota, Vitor Bueno e Yuri.

Considero, ainda, que o técnico Dorival Junior, em que pese sua falta de confiança em muitos momentos, fez um bom trabalho e, em certa medida, tirou leite de pedra de um time instável, formado por jogadores que pareciam jogar apenas quando queriam.

Sei que muitos colegas parecem odiar o técnico santista e o querem fora da Vila Belmiro. Também já o critiquei, pontualmente, várias vezes. Mas uma coisa é uma batalha, a outra é analisar toda a guerra. No geral, Dorival foi bem. Ou você acha que desde 2010, quando ele mesmo passou pela Vila Belmiro, tivemos um técnico melhor dirigindo o Santos?

Dorival errou em insistir com Léo Cittadini como volante e fez outras experiências descabidas, mas no frigir dos ovos comandou o Santos a uma campanha de regular para boa, melhor do que muitos elencos mais caros. Percebi nele tentativas de melhorar, de se reciclar, de tentar obter um rendimento melhor para a equipe.

Mandá-lo embora, agora, seria um erro, e mesmo que quiséssemos, a diretoria do clube jamais tomaria essa decisão. Como o técnico de time grande que está há mais tempo no cargo, Dorival tem boas possibilidades de fazer um trabalho melhor em 2017, pois conhece o potencial de cada jogador santista e sabe quais são as posições carentes da equipe. Substituí-lo por Émerson Leão ou Vanderlei Luxemburgo? Não acho que seria recomendável.

Uma análise do desempenho do Santos no campeonato mostra que o time perdeu mais pontos para os rabeiras da competição do que para os ponteiros e isso foi fatal para não lhe dar o título. Agora, será que o técnico é o mais culpado por esses apagões? Nos filmes da SantosTV vemos os jogadores tentando se motivar antes das partidas, jurando solidariedade e luta. Então, como se explica perder para América Mineiro, Figueirense, cair duas vezes diante do Internacional e empatar com os reservas do Grêmio, na Vila?

Como entender que o mesmo time que venceu as duas partidas contra Fluminense, Botafogo, São Paulo e Chapecoense, e que teve vantagem no confronto direto com o campeão Palmeiras, tenha se saído tão mal diante de equipes reconhecidamente inferiores? Culpa do técnico? Não estou convicto de que tenha sido isso, apesar, repito, de reconhecer que Dorival não trabalha bem o lado psicológico dos jogadores. Na verdade, apontar o dedo para o técnico parece o lugar comum de culpar o mordomo em filmes policiais.

Também não gosto de ser analista de resultado. Cuca, aquele que quase leva o Santos para a segunda divisão, é melhor do que Dorival Junior? Eu não acho, e não creio que, diante das dificuldades enfrentadas pelo Santos, o técnico palmeirense tivesse conseguido um desempenho melhor.

Ocorre que sem estarem motivados, os jogadores não se empenham, não demonstram tanta vontade de vencer. O Palmeiras quis mais vencer desde o início e seus atletas tinham motivo para tanta empolgação. Algo que desmotiva os jogadores é o maldito salário atrasado, o que, sabemos, jamais ocorreu com os palmeirenses, mas afligiu os santistas em alguns momentos do campeonato. Bem, aí eu entro no assunto presidência do clube e sou obrigado a começar a abordar o lado negativo desse desempenho santista.

Quando recordamos as lambanças cometidas por essa administração nesse Brasileiro, temos de admitir que o Santos se classificou para a Copa Libertadores de 2017 apesar da gestão confusa que controla o clube. Não podemos nos esquecer de que uma série de vitórias foi interrompida, e se transformou em uma sequência de derrotas, depois que Modesto Roma aceitou vender para um empresário o mando de campo da partida contra o Flamengo, transferida para a Arena Pantanal, em Cuiabá, com 80% de torcedores contrários. Depois daquele empate sofrido, o Santos desandou a perder pontos inexplicáveis. Se o próprio presidente coloca o técnico e os jogadores em uma fria dessas e não luta para dar melhores condições de o time lutar pelo título, é óbvio que essa indiferença desmotiva a todos.

Diante desse quadro, creio que os jogadores fizeram o que lhes era possível. Dos mais técnicos, sinto apenas que Lucas Lima, principalmente no segundo turno, deixou de mostrar todo o seu potencial; Thiago Maia e Zeca voltaram desconcentrados da Seleção Olímpica e Ricardo Oliveira sumiu em alguns jogos. Mas isso pode acontecer nos melhores times.

Porém, se quiser fazer um bom papel nas competições de 2017, entre elas a relevante Copa Libertadores, o Santos terá de mexer em muitas posições do seu elenco titular. Com exceção de Gustavo Henrique e Luis Felipe, machucados, o Santos não tem nenhum bom zagueiro. Todos os demais são dispensáveis. Contra o Flamengo o simpático David Braz voltou a fazer das suas e Yuri, baixinho e sem impulsão, deixou claro que jamais poderia jogar ali. Será preciso, no mínimo, dois bons jogadores para a posição. Não adianta insistir com quem não passa confiança. A Libertadores exigirá técnica, tranquilidade e sangue nas veias dos zagueiros santistas.

Vanderlei precisa de um bom reserva; Victor Ferraz precisa ir para a reserva de um bom titular, assim como o instável Vitor Bueno. Renato não pode jogar o tempo todo, assim como Ricardo Oliveira. Outro que não pode ser titular absoluto é o aguerrido, porém atrapalhado, Copete.

Jogadores que não são utilizados não devem permanecer no clube. Sabe aquelas roupas que ficam guardadas por mais de um ano sem serem usadas? Pois é. Tratam-se de energia parada. Que sigam o seu caminho e sejam felizes em outros clubes. Neste caso estão Vecchio, Rodrigão, Léo Cittadini e outros dos quais não me lembro agora. O Santos tem de ser arejado e ganhar outro espírito – mais combativo, mais ambicioso, mais vencedor – para a próxima temporada. É preciso o chamado sangue novo.

Bem, falei. Agora quero conhecer sua opinião.

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Pensar grande!

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Meus amigos, um dirigente de futebol precisa pensar grande, utilizar todo o potencial de seu clube e ainda ambicionar mais e mais. E o que é pensar grande para uma Portuguesa Santista pode ser pensar pequeno para um Santos. As dimensões desses dois clubes, hoje, são bem diferentes. Porém, como estão sendo citados como pretensos parceiros em um negócio nebuloso de arena, liguei para o afável senhor Lupércio S. Conde, que desde outubro de 2015 preside a Briosa.

Quando Lupércio assumiu o cargo, a Portuguesa tinha apenas 1.000 sócios, sendo 700 remidos e apenas 300 pagantes. Hoje, são 700 pagantes. Parece pouco em números absolutos, mas isso representa um aumento de 130% em apenas um ano, tarefa a ser comemorada.


Vitória que levou a Briosa à Série A3

Cumprimentei-o pela ascensão de sua equipe à Série A3, vencendo o Campeonato da Segunda Divisão de São Paulo e conquistando, finalmente, um título estadual, algo que não ocorria em sua história há 52 anos.

Perguntei ao senhor Lupércio, obviamente, sobre os dois projetos de estádios que sua diretoria e seu conselho deliberativo têm analisado. Ele confirmou que há o projeto de uma arena para a Portuguesa, bancada pelo grupo Mendes, com capacidade para até 11 mil pessoas, e o da arena Santos, para 28 mil pessoas.

Admitiu que alguns conselheiros, mais tradicionais, que definiu como “bairristas”, não querem essa parceria com um rival antigo, mas revelou que o grande obstáculo é uma área que pertence à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), sem a qual é impossível pensar em erguer qualquer uma das arenas.

“Estávamos iniciando as negociações para a compra da área, mas com a mudança do presidente da República e dos ministros, vamos ver como fica”, disse o presidente.

A área, a ser adquirida pelo Grupo Mendes, ou pelo parceiro misterioso apresentado pelo Santos, custaria, no mínimo, 50 milhões de reais. No caso da parceria com o Santos, o presidente da Portuguesa disse que o clube da Vila Belmiro “só entraria com o nome” e que “está esperando que o Santos também ofereça alguma coisa”.

Pelo que entendi, a Portuguesa não está tão preocupada em ter um estádio moderno, já que o velho Ulrico Mursa comporta bem os torcedores do time, que alcançam 6.500 em jogos importantes, mas proporcionam a média de apenas 1.000 pessoas por jogo. A participação em uma arena para shows, que será a única na região, provavelmente dará bons rendimentos ao clube e permitirá planos mais ousados para a Briosa.

Apenas por suposição, perguntei-lhe se o seu time tivesse muito mais torcedores na capital paulista do que em Santos e se pudesse jogar em São Paulo para um público bem superior aos mil pagantes que frequentam o Ulrico Mursa, – o que talvez venha a acontecer se a Portuguesa de Desportos fechar suas portas e parte de seus aficionados escolher a Briosa para torcer –; onde ele decidiria erguer um novo estádio para a Portuguesa?

“Faria o estádio em São Paulo, não resta dúvida alguma”, foi a resposta.

Percebi, naquele frase simples e direta, que estava falando com um homem inteligente, um profissional, um empresário, que coloca os interesses de seu clube acima das paixões “bairristas”. Somente um presidente assim poderá fazer da Briosa, um dia, um dos grandes do futebol.

Como é vizinho do prefeito de São Paulo, em um condomínio fechado de uma cidade do interior paulista, Lupércio Conde já tem conversado com João Dória sobre a possibilidade de uns jogos da Briosa no Pacaembu. Em princípio, em jogos-treino, depois, quem sabe, em partidas oficiais da Série C.

Assim, não me surpreenderei se daqui a alguns anos o grande representante da colônia portuguesa em São Paulo seja a Portuguesa… Santista. Ao menos o seu presidente pensa grande, o que é o início de tudo.

Programa dirigido

Alguns comentaristas deste blog chamam a TV Bandeirantes de Bandeirinthians, devido, principalmente, ao programa ancorado pelo ex-jogador Neto. Hoje, depois do almoço, antes de voltar ao trabalho, resolvi assistir um pouco, coisa que, felizmente, não fazia há meses. O tema era se o time preferido do Neto se classificaria ou não para a pré-Libertadores. Falaram e fizeram contas por 25 minutos, com imagens ao fundo de gols do referido time. Insisti mais um pouco para ver se citavam a disputa do título brasileiro. Em vez disso, Neto chamou um rapaz inteiramente tatuado com símbolos do alvinegro de Itaquera. Fiquei me perguntando como permitimos que o jornalismo chegasse a esse nível…

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O milagre só ficou maior

O único time que pode tirar o título do Palmeiras é o Santos. E por mais que seja improvável, não é impossível. Em ascensão, a Chapecoense atropelou o São Paulo (2 a 0) e tem grandes chances de terminar o Brasileiro no G6, classificando-se para a Libertadores. Virá à arena para vencer o Palmeiras, e pode conseguir o resultado naturalmente. Na última rodada , o Vitória, que goleou o Figueirense por 4 a 0, também precisará vencer o Palmeiras para continuar na Série A, outro resultado totalmente plausível.

Por mais que sofrer o gol de empate em cima da hora seja ruim, o Santos não foi tão mal no empate de 2 a 2 com o Cruzeiro, e com alguns ajustes e mais determinação e personalidade, poderá vencer o Flamengo, no próximo domingo, no Maracanã. O time carioca tem um bom ataque, mas sua defesa deixa muito a desejar, como mostrou no empate de 2 a 2 com o Coritiba. Passando pelo rubro-negro, na última rodada o Santos tem tudo para vencer bem o América Mineiro, na Vila.

Com o empate do Atlético Mineiro com o Santa Cruz, por 3 a 3, o Santos já tem um lugar garantido entre os três mais bem classificados do campeonato, o que significa uma vaga na fase de grupos da Libertadores, e um empate com o Flamengo praticamente o deixará na segunda posição este ano, o que não conseguia desde 2007. De qualquer forma, recuso-me a aceitar menos do que a luta pelo título até o último segundo.

Enquanto o Santos virou o jogo contra o Cruzeiro, porém, mesmo com um jogador a mais, tomou um gol de bola parada, em cima da hora, com o adversário em claro impedimento, o Palmeiras ganhou mais uma partida apertada, por apenas 1 a 0, diante de um Botafogo que também teve as suas chances, assim como havia ocorrido contra o Sport e o Internacional. Só que a Chape está jogando melhor do que esses três citados e tem tudo para fazer um jogo igual contra o líder, mesmo na capital paulista.

Quanto ao Santos, fará seu jogo do ano contra o Flamengo, no Maracanã – na verdade, o grande jogo dessa fase final do Brasileiro, pelo nível dos rivais e por valer, no mínimo, a disputa pelo segundo lugar, que dará R$ 10,7 milhões ao campeão, R$ 3,4 milhões a mais do que ao terceiro colocado. Algo me diz que será um grande jogo.

Clássico do futebol brasileiro, uma partida motivadora dessas deve extrair o melhor de cada jogador santista. Acredito que os destaques do time brilharão. Gostei muito de Ricardo Oliveira, autor dos dois gols, diante do Cruzeiro. Pena que Lucas Lima, o outro jogador diferenciado da equipe, não tenha mostrado tudo o que sabe. Copete e Zeca dessa vez não foram tão bem, mas Thiago Maia e Renato tiveram um bom rendimento.

É claro que é impossível, nessa hora, não lembrar de pontos bobos jogados fora contra o lanterninha América Mineiro (3 pontos), o rebaixado Figueirense, na Vila Belmiro (3 pontos), os reservas do Grêmio, na Vila Belmiro (2 pontos) e ao menos um empate naquele jogo em que o Santos foi garfado contra o Internacional (1 ponto), o que permitiria ao Glorioso Alvinegro Praiano até perder para o Flamengo e depois comemorar o título com uma vitória sobre o América de Minas, na última rodada.

De qualquer forma, como já escrevi antes, acredito que os deuses do futebol escrevem certo por linhas tortas e dessa vez querem forjar um campeão brasileiro mais espetacular do que nunca. Sim, o esforçado Palmeiras pode perder os dois jogos que lhe faltam, o Santos pode vencer os seus dois e poderemos ter o campeão mais fantástico de todos os tempos. Seria justo. Acreditemos.

Até agora Chapecoense e Palmeiras se enfrentaram cinco vezes, com duas vitórias para cada lado e um empate. A maior goleada foi essa que posto abaixo. Nem precisa ser tudo isso domingo...


dossie - imprensa

Um dos dois será Eneacampeão Brasileiro!

E com justiça. Boa parte de seus títulos foram conquistados na Era de Ouro do futebol brasileiro, entre 1958 e 1970, quando, em 12 anos, o Brasil foi três vezes campeão mundial.

O trabalho que impediu o “esquecimento” dos campeões nacionais de 1959 a 1970, de José Carlos Peres e meu, virou um livro histórico. Trata-se do Dossiê e está à venda na livraria deste blog. Basta clicar em Comprar Livros, no alto, à direita, na página inicial deste blog.

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Copete quer a taça. E você?

Empolgante a maneira como o colombiano Jonathan Copete se entregou à luta contra o Vitória. Fez dois gols, sofreu um pênalti e criou muitos lances de perigo. Ele não é um craque, mas é essa garra que pode levar o Santos ao título brasileiro deste ano. Sim, o título brasileiro, acredite!

Contra um Vitória franco atirador, o improvisado sistema defensivo do Santos se mostrou inseguro e errático. Yuri foi mal como zagueiro, Dorival quis dar emoção ao final colocando Elano e Léo Cittadini e por pouco três pontos garantidos viraram um. Porém, com o triunfo santista por 3 a 2 e o empate do Palmeiras, diante do Atlético Mineiro, em 1 a 1, o título ainda está em aberto e ficará com o time que tiver mais frieza, determinação e coragem.

Li comentários de santistas que entregaram a toalha porque o Atlético Mineiro não venceu o Palmeiras. Ora, o Atlético está na final da Copa do Brasil e poderia ter usado reservas no Brasileiro, como o Santos fez no ano passado, e fatalmente teria perdido, aí sim deixando o campeonato à mercê do Palmeiras. Porém, teve hombridade e, com o empate, aproximou mais o Santos do Palmeiras do que se pode imaginar.

Em número de vitórias, Santos e Palmeiras estão empatados, com vinte e uma cada. Em gols sofridos, também empatam, com 31. Nos gols marcados, a vantagem palmeirense é de apenas dois (58 contra 56 do Santos). Em suma, os times têm rendimentos muito parecidos. A maior diferença são esses quatro pontos que, no entanto, não representam uma vantagem definitiva.

Digo isso porque nos jogos mais recentes o Santos vem tendo um rendimento melhor do que seu rival. Enquanto, em suas últimas três partidas, o Santos venceu o próprio Palmeiras, na Vila Belmiro, por 1 a 0, derrotou a forte Ponte Preta, em Campinas, por 2 a 1, e agora passou pelo Vitória por 3 a 2, o Palmeiras perdeu do Santos, ganhou a duras penas do Internacional, por 1 a 0, e agora empatou com o Atlético Mineiro. Há um declínio visível no desempenho palmeirense.

E, por uma má coincidência para o alviverde, seus três últimos compromissos serão contra times que ainda têm o que esperar do campeonato: o Botafogo vem a São Paulo pensando na vitória, pois quer garantir uma vaga na Libertadores; a Chapecoense tem um time arrumadinho, está na melhor fase de sua história e também tem planos de ficar no G6, e, por fim, o Vitória, em sua casa, lutará até o último minuto pela vitória que poderá salvá-lo do rebaixamento.

Não me espantarei se o Palmeiras não conseguir vencer nenhum dos três jogos que lhe restam. O time tem sido o retrato de seu técnico e está à beira de um ataque de nervos. Porém, nem precisará empatar os três jogos. Basta que tenha dois empates e uma vitória para permitir que o Santos, com três vitórias, seja o campeão. E essa não é a única fórmula que pode decidir o título para o Alvinegro Praiano…

Digamos que o Santos vença o Cruzeiro, em Belo Horizonte; empate com o Flamengo, no Rio, e, obviamente, vença o rebaixado América Mineiro na Vila Belmiro. Fará mais sete pontos. Nesse caso, o Palmeiras só poderá marcar três pontos nos três jogos que lhe restam – apenas um a menos do que marcou nos seus três jogos mais recentes.

Não acho impossível que o Palmeiras perca para o Botafogo e, na última rodada, para o desesperado Vitória, vencendo apenas a Chapecoense. Nem acho impossível que a Chapecoense também complique bastante a partida no Allianz Parque. Sei que não falta garra ao alviverde paulistano, mas está devendo em técnica.

Por outro lado, sabemos que o Santos tem alguns jogadores muito técnicos, porém é a garra do limitado Copete que está levando o time à frente nessa reta final. E pela forma como luta pela bola e pelas vitórias, o colombiano ainda acredita no título brasileiro. É esse espírito que deve embalar o Glorioso Alvinegro Praiano nesses três jogos que podem lhe dar o título mais espetacular de toda a história do Campeonato Brasileiro. Se ele acredita, por que nós desistiremos? Força Santos!

E você, quer mesmo a taça?


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Um dos dois deve ser Eneacampeão Brasileiro!

E com justiça. Boa parte de seus títulos foram conquistados na Era de Ouro do futebol brasileiro, entre 1958 e 1970, quando, em 12 anos, o Brasil foi três vezes campeão mundial.

O trabalho que impediu o “esquecimento” dos campeões nacionais de 1959 a 1970, de José Carlos Peres e meu, virou um livro histórico. Trata-se do Dossiê e está à venda na livraria deste blog. Basta clicar em Comprar Livros, no alto, à direita, na página inicial deste blog.

E para facilitar o Natal de santistas, palmeirenses, botafoguenses e de todos os interessados no “Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros a Partir de 1959”, faço uma promoção de Papai Noel: a compra de um exemplar do Dossiê, por apenas 38 reais, dá direito a mais um, sem nenhuma despesa extra. Compre um que eu envio dois para você.

Os exemplares devem ser encaminhados ao mesmo endereço, ou será impossível segurar o preço do correio. Veja que legal. Você terá o seu exemplar e com o outro poderá presentear um amigo santista, palmeirense, cruzeirense, botafoguense ou torcedor do Bahia ou do Cruzeiro. Que presentão de Natal, hein.

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Na livraria deste blog a versão em papel de “O barqueiro de Paraty” está esgotada. Mas é possível adquiri-lo em Ebook, na Amazon, por apenas R$ 15, 64. Essa história, um tanto autobiográfica, é um ótimo presente para quem quer aprender mais sobre a essência da vida simples. No link abaixo é possível ler o primeiro capítulo. Experimente…

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A promoção do livro Time dos Sonhos continua
Pelé dormindo com os livros Time dos Sonhos
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