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Que jogador deve ficar e qual deve sair do Santos. Opine

Do 7 ao 40 – Minha coluna de hoje no jornal Metro

Uma correção necessária: Piazza substituiu Joel

Ao assistir ao programa Redação Sportv, percebi que o apresentador André Rizek cometeu o engano de dizer que Wilson Piazza, um dos convidados do programa, tinha jogado a Copa de 70 no lugar do zagueiro Leônidas, do Botafogo. Na verdade, Piazza, um volante do Cruzeiro, foi recuado pelo técnico Zagallo para o lugar do santista Joel Camargo, titular da quarta-zaga do Brasil desde as Eliminatórias para a Copa.
Jogador de estilo clássico, o craque Joel fez 28 jogos oficiais e 7 não oficiais pela Seleção Brasileira, enquanto Leônidas participou apenas de três amistosos. Por aí se vê a diferença de currículos. Joel só perdeu o posto de titular da Seleção quando foi obrigado pelo médico Lídio Toledo a fazer uma supérflua operação de amídalas

URGENTE! Vai votar em São Paulo? Confira se o seu nome está na lista.

Como em todo final de temporada – que este ano chegou mais cedo para o Santos –, este blog consulta você, torcedor do Santos, sobre quais jogadores devem continuar no clube em 2015 e quais devem ser negociados.

Hoje, segundo o site oficial do clube, o Santos possui 37 jogadores profissionais. Esta lista não inclui atletas emprestados a outras equipes.

Informo que a maioria dos clubes manterá um elenco de menos de 30 jogadores para o Campeonato Paulista, e só o aumentará para as disputas do segundo semestre.

Diga se cada um deles deve permanecer ou não no Santos em 2015, mas deixe em branco quando não tiver maiores informações sobre o atleta. Sugiro que depois do nome do jogador escreva, simplesmente: Fica ou Não Fica. E explique os motivos de seu julgamento. Exemplo: Aranha: Fica. Porque blá-blá-blá…

Essa enquete será muito importante para o novo presidente e a nova diretoria de futebol que assumirem o Santos a partir das eleições de 6 de dezembro.

Se achar mais fácil, dê um control C e um control V na lista, crie um documento, responda e me devolva, por meio da caixa de comentários. A pequisa ficará uma semana no ar.

Goleiros

Aranha:

Gabriel Gasparotto:

João Paulo:

Vladimir:

Zagueiros

Bruno Uvini:

David Braz:

Edu Dracena:

Gustavo Henrique:

Jubal:

Nailson:

Neto:

Paulo Ricardo:

Vinícius Simon:

Laterais

Caju:

Cicinho:

Daniel Guedes:

Mena:

Victor Ferraz:

Zeca:

Volantes

Alan Santos:

Alison:

Arouca:

Renatinho:

Souza:

Meias

Leandrinho:

Lucas Lima:

Serginho:

Atacantes

Diego Cardoso:

Gabriel:

Geuvânio:

Jorge Eduardo:

Leandro Damião:

Patito Rodrigues:

Rildo:

Robinho:

Stéfano Yuri:

Thiago Ribeiro:

Confira o elenco santista segundo o site oficial do clube

A força do Ibrahim e seus filhos para a candidatura do Peres

Santista como eu e você, Ibrahim El Khouri, um sujeito do bem e bom compositor, resolveu dar sua força para a candidatura de José Carlos Peres à presidência do Santos e compôs uma canção para embalar a campanha. Uma homenagem singela, mas espontânea e de coração, que mostra como o Peres se tornou a esperança de dias melhores para o nosso Santos. É isso aí, Ibrahim. Um abraço para você e os pimpolhos. Vai, Peres, vai!

Fernando Silva contesta Niquinha e diz que vai processá-lo

Mais uma entrevista cristalina e esclarecedora de José Carlos Peres. Leia!

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FERNANDO SILVA CONTESTA NIQUINHA E DIZ QUE VAI PROCESSÁ-LO

Acusado por Antonio Delomodarme, o Niquinha, presidente do Olímpia Futebol Clube, de pedir dinheiro “por fora” para prestar consultoria ao time do interior paulista, Fernando Silva, candidato a presidente do Santos, enviou nota a este blog definindo as acusações de Niquinha como “absurdas e inverídicas” e informando que deverá processar o dirigente do Olímpia.

Em nota enviada pelo assessor de imprensa Fábio Gorski, Fernando Silva diz:

São absurdas e inverídicas as afirmações do Sr. Antonio Delomodarme, presidente do Olímpia Futebol Clube, feitas no Blog do Odir Cunha.

Tal declaração deverá ser comprovada na Justiça, pois é neste foro no qual me relacionarei com este cidadão a partir de agora.

Fernando Silva

Nesta terça, Peres fala para Santos e Baixada Santista

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E então, vamos nos ver em Santos esta noite?

Uma acusação grave

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UMA ACUSAÇÃO GRAVE

Na primeira versão deste post, pela manhã, citei, equivocadamente, que o promotor Francisco Cembranelli apoiava a chapa de Fernando Silva. O texto que falava de Cembranelli foi suprimido logo depois, mas, para que não pairem dúvidas, estou fazendo este adendo. O promotor está apoiando a chapa de Nabil Khaznadar, conselheiro do Santos.

niquinha presidente
À esquerda, Antonio Delomodarme, o Niquinha, o massagista que se tornou presidente do Olímpia Futebol Clube. Ao seu lado, o vice-presidente Teotônio da Silva Filho, o Nenão.

Há duas semanas tenho recebido telefonemas insistentes de Antonio Delomodarme, conhecido como Niquinha, presidente do Olímpia Futebol Clube, time do Interior do Estado que disputa a quarta divisão do Campeonato Paulista. Segundo suas palavras, ele quer me prevenir, e a todos os santistas, para a maneira “desonesta” de agir de um dos candidatos à presidência do Santos, pois o Santos é o time do seu coração, a ponto de ter chorado desbragadamente quando o Santos “foi roubado e perdeu a final do Brasileiro de 1983 para o Flamengo”.

Confesso que não me senti e não me sinto bem ao divulgar a história do senhor Antonio Delomodarque. Tentei de todas as formas afastar de mim este cálice amargo, sei que no Brasil criou-se o hábito de atacar o jornalista, sem, no entanto, desmentir as informações trazidas por ele. Mas Niquinha foi incisivo:

“O senhor não se preocupa com o futuro do Santos? Vai deixar uma pessoa como esta ser eleita presidente do seu clube? Que tipo de jornalista é o senhor, que vai ignorar um caso tão grave?”

Perguntei-lhe se tinha documentos para comprovar sua história. Respondeu que não. Argumentei, então, que não poderia divulgar algo que não pudesse ser provado, ao que ele retrucou que tinha testemunhas e quis saber se eu não confiava nele. Disse-lhe que não era questão de confiar, mas de ter provas ou testemunhas.

Então, além de me passar os números de seus telefones e me autorizar a publicá-los, informou que Valter Joaquim Bittencourt, diretor de esportes e promoções do Olímpia, é uma de suas testemunhas e já se prontificou a depor em juízo se for necessário.

Perguntei-lhe por que me procurava e enfatizei que não fazia questão de dar furos e nem de levantar esse tipo de assunto no meu blog. Respondeu que assim o fazia porque meu blog é muito lido pelos santistas, que ele gosta muito do Santos e não quer que o clube seja dirigido por alguém que não tem palavra e “é uma pessoa complicadíssima e desonesta”.

Assegurou-me que não apoia nenhum candidato a presidente do Santos, que na verdade nem os conhece, a não ser a pessoa em questão. Que só me ligava porque estava indignado com a tal pessoa, que fez com que ele envolvesse a prefeitura de Olímpia em uma promessa de investimento no clube, mas acabasse “com a cara no chão”, o que prejudicou sua imagem na cidade em que vive há tantos anos.

Contou-me que foi roupeiro do clube por 10 anos e, com o tempo, virou presidente. Lembrou, com emoção, de 1991, ano em que o Olímpia disputou a primeira divisão do Campeonato Paulista e, na primeira partida, empatou com o poderoso São Paulo de Zetti, Cafu, Müller e Raí por 1 a 1.

Admitiu que está sendo difícil tocar o time, agora na quarta divisão, mas ficou esperançoso quando, no início de 2014, foi procurado por Fernando Silva, hoje candidato a presidente do Santos, com a proposta de investimento no clube. Chequei as informações de Niquinha e, pesquisando na Internet, encontrei uma matéria publicada no site da Prefeitura de Olímpia em 4 de fevereiro deste ano, em que Fernando Silva, apresentado como gestor do Grupo Coral de Investidores, prometia amparar o Olímpia na sua tentativa de ascensão no futebol paulista.

niquinha - fernando falando
À esquerda, Niquinha ouvindo Fernando Silva, em reunião de fevereiro deste ano para selar o acordo entre o Grupo Coral e o Olímpia Futebol Clube.

Matéria que fala do acordo entre o Olímpia e o Grupo Coral

Perguntei a Antonio Delomodarme sobre o time e o investimento necessário para mantê-lo, e ele respondeu que a equipe é formada por garotos com média de idade de 23 anos e que 30 mil reais são suficientes para pagar a folha de pagamentos. Para se ter uma ideia, o maior salário do time é de quatro mil reais. E, ao falar em dinheiro, chegou ao episódio que o deixou possesso:

“O Fernando Silva prometeu trazer vários jogadores e não cumpriu a palavra. Tive de contratar em cima da hora, se não, não teria time. Mas o pior foi que ele me pediu um dinheiro por fora que não estava no acordo. A gente estava no Bar Brahma, em São Paulo, quando ele me pediu cinco mil reais por mês para continuar no projeto. Falou que era ‘pegar ou largar’. Isso não estava combinado. O Valter Joaquim também ficou louco da vida.”

“Isso não era uma verba de consultoria, senhor Niquinha?”, eu quis saber.

“Não, não, não. O próprio sócio dele me disse que não estava certo, que o valor já tinha sido combinado. Era algo por fora mesmo.”

Niquinha começou a falar de outros negócios de Fernando Silva, mas nesse momento eu o interrompi e expliquei que não poderia publicar nada se ele não se comprometesse a confirmar a história. Para minha surpresa, o dirigente me passou todos os seus telefones e o e-mail do clube. Disse que estaria à disposição de quem quisesse ouví-lo:

“Eu sou homem, não sou moleque. Quer meus telefones? Anote aí: (017) 99755-8635, (017) 3281-1224 e (017) 8152-8969. Fica também com o e-mail do clube: olimpiafc@bol.com.br. Se este homem agiu assim com o Olímpia, o que não poderá fazer com um Santos na mão, seu Odir?”

Como disse no começo deste post, há semanas recebo telefonemas do senhor Antonio Delomodarme, o Niquinha, que terminou por me autorizar a divulgar os números de seus telefones e citar o diretor Valter Joaquim Bittencourt como sua testemunha. Eu teria sido negligente com minha responsabilidade de jornalista se o ignorasse.

Não é um assunto que me agrada, repito, pois pode atrapalhar amizades que pretendia manter, em uma fase de minha vida que prefiro me afastar de problemas, mas é relevante no momento, pois o sócio do clube precisa do maior número possível de informações sobre os candidatos à presidência do Santos, a fim de escolher o melhor.

Consultei amigos advogados e eles concordam que este caso não se trata de “assunto de ordem pessoal”, pois envolve uma atividade profissional ligada ao futebol, similar àquela de um presidente de clube. Uma prerrogativa da democracia é informar ao eleitor sobre os candidatos de uma eleição, para que este possa direcionar o seu voto com segurança. Se houve um comportamento inadequado no trato com o modesto Olímpia, o que tudo leva a crer, é de se supor que ele também ocorrerá nos negócios do Santos com outros clubes, o que seria danoso à instituição.

Este blog não poderia ignorar esta história, mas está à disposição de Fernando Silva para sua versão no caso do Olímpia Futebol Clube relatado por seu presidente, Antonio Delomodarme, conhecido como Niquinha. Espero, sinceramente, que haja uma explicação plausível para essas graves acusações.

E você, o que achou desta história?

Nesta terça, Peres fala para Santos e Baixada Santista

Atenção sócio do Santos morador em Santos e na Baixada Santista: venha ouvir as propostas do candidato José Carlos Peres para o Alvinegro Praiano nesta terça-feira, a partir das 19 horas, no bar Meu Escritório, à rua Goiás, 128, no bairro do Gonzaga (entre a avenida Washington Luiz e a rua Tocantins). Segue o convite:

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Para o técnico e os jogadores do Santos, este Sansão vale muito

Este Santos não tem força

Faltou força de vontade e força física ao Santos contra o time misto do São Paulo. Mesmo com mais posse de bola e mais chances de gol, o Santos quis menos a vitória do que o adversário e acabou derrotado por 1 a 0 – gol de Boschilia aos 9 minutos do segundo tempo.

Cicinho entrou com o pé mole na dividida e Edu Dracena não teve explosão muscular para dar o bote antes do chute de Boschilia, que Aranha não pegou por falta de reflexo. Enquanto isso, no ataque, as chances santistas terminaram em chutes fracos – que os antigos chamariam de traques – facilmente defendidos por Rogério Ceni.

Do ponto de vista estritamente técnico, o empate seria o resultado mais justo, porém o São Paulo marcou com aplicação e se atirou ao ataque com mais determinação do que o Santos. A vitória premiou o time de mais coragem.

O Santos só começou a jogar depois de sofrer o gol. A partida, a nona seguida sem vitória, mostrou que muitos jogadores do Santos não podem mais continuar no time em 2015. A impressão que ficou é que uma equipe com mais força de vontade não teria saído de campo derrotada.

O lado positivo foi o público e a renda – 33.247 pessoas, R$ 2.402.315,00. Pena que a direção do Santos tenha demorado tanto para utilizar as arenas da Copa. Mas dia 6 de dezembro está chegando e um novo presidente virá.

É claro que a montagem do elenco para 2015 deverá passar por uma análise rigorosa, mas é evidente que alguns jogadores não têm demonstrado a mínima condição de vestir a camisa do Santos. Espero que os representantes desses jogadores já estejam se mexendo para conseguir clubes interessados em seus pupilos.

E para não ficar em cima do muro, eu digo que, com exceção de Lucas Lima, Arouca e Geuvânio, todos os demais são negociáveis. Mesmo Robinho não está justificando sua contratação. É hora de renovar o time de cabo a rabo.

Santos 0 X 1 São Paulo
Arena Pantanal, Cuiabá (MT)
23 de novembro de 2014, domingo, 17 horas
Público: 33.247 torcedores. Renda: R$ 2.402.315,00.
Santos: Aranha, Cicinho, Neto, Edu Dracena e Caju; Alison, Arouca, Souza (Geuvânio) e Lucas Lima; Robinho (Leandro Damião) e Gabriel (Thiago Ribeiro). Técnico: Enderson Moreira.
São Paulo: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Antônio Carlos, Edson Silva e Reinaldo; Auro (Denilson), Hudson, Boschilia (Michel Bastos) e Ademilson; Alexandre Pato (Luis Fabiano) e Osvaldo. Técnico: Muricy Ramalho.
Gol: Boschilia, aos 9 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: Flávio Rodrigues Guerra, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Márcio Luiz Augusto (todos de SP).
Cartões amarelos: Lucas Lima, Thiago Ribeiro, Edu Dracena, Alison (Santos). Osvaldo (São Paulo).

E você, o que achou de Santos 0 x 1 São Paulo?

As primeiras notícias sobre o Sansão, neste domingo, às 17 horas, na Arena Pantanal, em Cuiabá, diziam que 20 mil ingressos já tinham sido vendidos três dias antes do jogo. Depois, desmatérias diziam que as equipes jogariam com times “mistos” e agora os sites chamam o clássico de “esvaziado”. Eu só posso dizer o seguinte: para o técnico Enderson Moreira e os santistas que estiverem em campo, o jogo vale muito, pois poderá decidir o futuro deles no Santos.

Se Muricy Ramalho deverá poupar titulares para o jogo do meio de semana pela Copa Sul-americana, azar dele. Enderson não precisa e não deve poupar ninguém. Um time como o Santos não pode ficar tanto tempo sem uma vitória. Que aproveitem a oportunidade de pegar o rival desfalcado e ganhem bem. É isso que o torcedor quer.

Agora, um lembrete: mesmo com muitos reservas, o São Paulo ainda é melhor do que muito time neste Brasileiro. Portanto, que o Santos jogue com seriedade. Primeiro, pela tradição do clássico e em segundo por respeito à sua torcida, de todo o Brasil e, especificamente, daquela que pagou caro para ver o tradicional duelo paulista, pela primeira vez jogado em Cuiabá.

Damião terá mais uma oportunidade, desta vez ao lado de Robinho. Preparem as máquinas e celulares. Não se pode perder qualquer boa jogada do atacante milionário. O negócio é continuar preparando aquele vídeo sensacional, traduzido em várias línguas, e postá-lo no Youtube. Um clube ainda fará uma oferta por Damião. Este pode ser um dos nossos pedidos para Papai Noel.

Santos x São Paulo
Arena Pantanal, Cuiabá (MT)
23 de novembro de 2014, domingo, 17 horas
Arbitragem: Flávio Rodrigues Guerra, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Márcio Luiz Augusto, todos de São Paulo.
Santos: Aranha, Cicinho, Neto, Edu Dracena e Caju (Mena); Alison, Arouca, Souza (Gabriel) e Lucas Lima; Robinho e Leandro Damião. Técnico: Enderson Moreira.
São Paulo: Rogério Ceni; Auro, Paulo Miranda, Antônio Carlos e Reinaldo; Denilson, Hudson, Boschilia e Michel Bastos; Alexandre Pato e Osvaldo (Ademilson). Técnico: Muricy Ramalho.

E você, o que me diz deste Sansão em Cuiabá?

Livro “Segundo Tempo” conta como Pelé se transformou em Mito

Matéria no Jornal da Orla sobre o lançamento de “Segundo Tempo – de Ídolo a Mito”

Leia minha coluna desta sexta-feira no jornal Metro:
Vila, Pacaembu, ou uma nova arena?

Quando convidado pela Editora Magma Cultural para escrever “Segundo Tempo”, o livro sobre a segunda etapa da vida e carreira de Pelé, imaginei o que ainda poderia ser dito de novo sobre o maior atleta da Terra. E, surpreso, descobri rapidamente que o fio condutor da obra só poderia ser a personalidade e o talento de Pelé para superar todos os obstáculos que surgiram, ou foram colocados à sua frente, até que superasse o limiar que separa os ídolos do esporte do território sagrado habitado apenas pelos mitos de uma era.

A trajetória de Pelé, caso a gente repare bem, segue o roteiro perfeito da clássica jornada do herói. Após vencer tantas batalhas, impossíveis para o homem comum, ele ainda tem de enfrentar o seu desafio supremo, que tanto podia representar a glória eterna, como o ostracismo. Sim, caso fracassasse na Copa do México, como tantos previam, hoje Pelé não seria Pelé. Consciente disso, ele se empenhou como nunca, superou tudo e todos e, próximo dos 30 anos, consagrou-se como o mito que jamais deixará de ser.

Hoje parece inacreditável, mas mesmo depois de parar guerras e marcar o seu festejado Milésimo Gol, em 1969, Pelé ainda chegou a ser muito contestado às vésperas da Copa de 70. Uma enquete mostrou que, insuflados pelo dublê de jornalista e técnico João Saldanha, 30% dos torcedores não o queriam como titular da Seleção Brasileira.

Semeador da descrença em Pelé, o polêmico João Saldanha chegou a afirmar: “Saí (do cargo de técnico da Seleção Brasileira) porque no meu time Pelé não jogava mais. Nas 17 partidas pela Seleção em que ele atuou, esteve sempre mal. Nos jogos noturnos, então, nem se fala. O crioulo perdia inteiramente a visão do campo.”

Oto Glória, brasileiro que dirigiu Portugal na Copa da Inglaterra, em 1966, chegou a declarar: “Da maneira como está jogando, Pelé não teria lugar no meu time. Prefiro um ataque com Jairzinho, Roberto, Tostão e Arilson”. Isso mesmo, o experiente treinador preferia um ataque com Roberto e Arilson (?!), mas sem Pelé.

Com 315 páginas ousadamente ilustradas, “Segundo Tempo – de ídolo a mito” esconde surpresas e belezas a cada capítulo. A começar pela capa, com a foto “Invictus”, de Marcio Scavone, que capta o espírito divino do Rei do Futebol. Caminhando por suas páginas, o leitor será testemunha das proezas do menino que se tornou craque em Bauru, ascendeu a ídolo no Santos e na Seleção Brasileira e, finalmente, consolidou-se como o grande mito de uma era com a conquista da Copa Jules Rimet.

“Segundo Tempo – de Ídolo a Mito”, livro da Magma Cultural, mesma editora que produziu as obras dos Centenários de Corinthians, Santos e Palmeiras, será lançado neste sábado, 22 de novembro, às 15 horas, no Museu Pelé, e terá lançamento em São Paulo no dia 2 de dezembro, uma terça-feira, às 19 horas, na loja Santos na Área – Rua Augusta, 1931.

O livro tem direção de arte de Clero Junior, edição de arte de Bruno Ataíde Menezes, edição de fotografia e geral de Marco Piovan, pesquisa de fotos de Marcelo Fernandes e Wesley Miranda e coordenação e marketing dos irmãos Luiz Felipe Moura e José Eduardo Moura. Uma obra, enfim, digna de um Rei. Ou um Mito.

Espero os amigos sábado, às 15 horas, no Museu Pelé. Ao meu lado estará Pepe, o eterno Canhão da Vila, um dos preciosos escudeiros do Rei. Segue o convite. Mas leitor deste blog não precisa. É só falar que eu convidei. Ah, e prometo não falar de eleições do Santos. Só vamos falar de Pelé.

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Despreocupados, ou desocupados?

O site da Jovem Pan diz que Atlético Paranaense e Santos farão hoje, na Arena da Baixada, um jogo de “despreocupados”, já que os dois times estão com 46 pontos e assim como não têm chances de conseguir uma vaga para a Copa Libertadores, também não sofremn quase nenhum risco de cair para a Segunda Divisão. Bem, em não chamo isso de despreocupação. Um time grande que esteja nessa situação está é com um elenco desocupado.

Por falar nele, o Santos deverá ser escalado por Enderson Moreira com Aranha, Cicinho, Edu Dracena, Neto e Caju; Alison, Arouca, Souza e Lucas Lima; Leandro Damião e Robinho. Ve-se que Leandro Damião começará outra partida. Que faça oito gols, um deles de bicicleta, e que os chineses vejam ao menos no Youtube.

O Atlético Paranaense, dirigido por Claudinei Oliveira, técnico revelado nas divisões de base do Santos, deverá jogar com Weverton, Sueliton, Gustavo, Cleberson e Natanael; Deivid, Paulinho Dias, Bady e Marcos Guilherme; Marcelo e Cléo.

O árbitro da partida será o Arnoldo Figarelo [RO], auxiliado por Márcia Caetano [RO] e Janette Arcanjo [MG]. Pela folha salarial, o Santos deveria golear, mas, se seguir o script dos últimos sete jogos, nos quais não conseguiu uma única vitória, a lógica é uma vitória do Atlético por um gol – em falha da defesa – de diferença.

Agora, gostaria que alguém me explicasse, como o time que fazia a melhor campanha do segundo turno, agora está a sete jogos sem vencer… Bem, surge a notícia e que o São Paulo está interessado em Edu Dracena. Ótimo. Está mais do que na hora de renovar a zaga.

E então, vamos nos ver sábado no Museu Pelé?