set 03

Nós, santistas, temos a mania de dizer que a imprensa persegue o nosso time, pois, entre outras coisas, não reconhece as grandes conquistas do Santos. Bem, não é bem assim. Há jornalistas muito bem informados e extremamente profissionais, que sabem, por exemplo, que a Taça Brasil dava ao seu vencedor o título de campeão brasileiro, e por isso o Santos é o maior campeão nacional do país, com oito títulos nacionais de primeira grandeza, além desta recém-conquistada Copa do Brasil.

Um destes jornalistas esclarecidos se chama Sérgio Quintanilha e era o proprietário da revista FourFourTwo, edição em português, da qual eu era o editor-chefe. Há cerca de um mês a FourFourTwo deixou de ser publicada no Brasil e agora o Quintanilha está lançando a revista FUT, já que esta marca lhe pertence há muitos anos.

Na primeira edição, especial, de 16 páginas, Quintanilha resolveu retratar o título da Copa do Brasil conquistado pelos Meninos da Vila e me deu a honra de escrever as matérias. A publicação traz as súmulas completas dos jogos do Santos na Copa, a ficha dos jogadores, perfis do Quarteto Santástico e o ranking atualizado de 51 anos de campeonatos nacionais no país – com a liderança do Santos, seguido por Palmeiras e Flamengo.

Outra informação importante trazida pela revista – e que ainda não vi em nenhum lugar – é que assim como o Santos bateu o recorde de gols em uma edição da Copa do Brasil (39 gols), ele já tinha batido o recorde do Campeonato Brasileiro (103 gols em 2004), do Torneio Roberto Gomes Pedrosa (44 gols em 1968) e teve as três melhores médias de gols na Taça Brasil (3,75 em 1963, 3,60 em 1961 e 3,33 em 1964). Ou seja, o Santos é recordista de gols em todas as competições nacionais já disputadas no país.

Estas informações são relevantes e ao menos o santista tem a obrigação de sabe-las e guardá-las com carinho. Por isso, sem nenhum interesse, a não ser o de difundir e preservar a rica história do Santos, faço um apelo para que você, amigo santista e leitor deste blog, adquira esta revista e a guarde.

O sucesso desta edição da FUT representa o início de uma publicação que tratará os times de maneira justa e de acordo com seus méritos esportivos, sem levar em conta fatores subjetivos, como o tamanho das torcidas. Não falo por mim, mas o Quintanilha merece essa força pela seriedade com que trata o jornalismo esportivo.

O jornalismo esportivo nacional precisa de uma revista realmente neutra, isenta, que não faça média com ninguém e que se baseie, repito, apenas no mérito esportivo. O Sérgio Quintanilha é o empresário certo para torcar uma revista assim. E, olhe, ele nem é santista. É corintiano, mas consegue ver o futebol como ele é, dando o devido valor a quem merece.

A seguir, a capa e duas matérias da edição número 1 da revista FUT, que pode ser encontrada já neste sábado em bancas de todo o Brasil. Agradeço desde já.

Escrito por Odir Cunha \\ tags: , , , , , , ,

set 02

Não gosto de cantar vitória antes, mas sentir que o time está confiante é sempre bom – ainda mais quando quem demonstra essa confiança é o capitão da equipe, o zagueiro Edu Dracena. Veja que neste vídeo gravado pela SantosTV para divulgar o jogo de hoje, contra o Avaí, Dracena promete a Tríplice Coroa.

Ele diz: “Pode ter certeza, torcedor santista, a gente vai conquistar essa Tríplice Coroa não só para nós, mas para vocês também”.

O capitão foi essencial na conquista da Copa do Brasil, quando marcou não só o gol decisivo contra o Vitória, na final, como aquele que diminuiu a contagem contra o Atlético Mineiro, no Mineirão. O filme mostra, ainda, o lance espetacular em que Dracena salva um gol certo do Avaí.

Você acha que Edu Dracena falou pra agradar o torcedor, ou ele realmente confia na conquista da Tríplice Coroa?

Escrito por Odir Cunha \\ tags: , , , ,

ago 05

Santa Luzia, padroeira da visão, agradeço por ter olhos perfeitos.

Olhos que me fizeram presenciar, mais uma vez, o Santos Futebol Clube fazer história.

E que história! Nenhuma é mais bela. Impossível alguma ser mais rica.

Obrigado por fazer com que os meus olhos vissem as goleadas, as jogadas maravilhosas, os gols e a campanha culminando com o merecido título. Mais um título.

Obrigado por fazer com que eu seja testemunha do maior celeiro de craques do futebol mundial.
Meus olhos não se cansam de ver nascerem talentos em nossos gramados.

Esses olhos que não dormiam de tensão antes de cada decisão, que arregalavam a cada bola na trave, que pareciam saltar de nervosos e que se entristeciam pelas derrotas. Ontem, mais uma vez, foram lavados e limpos pelo choro de emoção por mais um título.

Santa Luzia, é difícil ser modesto tendo olhos que presenciam tamanha grandeza e por isso lhe peço perdão. Deve ser difícil para os olhos adversários terem que nos assistir em todos os programas de televisão, esportivos ou não, por terem que nos ver em todas as mais variadas mídias, do Brasil e do mundo.

Por terem que torcer para que nossos jogadores sejam convocados para a Seleção e assim eles possam torcer, pelo menos uma vez, para o bom futebol que há tempos foi esquecido e colocado de lado por aqueles que insistem em “jogar” como brucutus. Os olhos dos brasileiros vão, enfim, saber como são abençoados os olhos dos santistas, com nossos meninos na Seleção.

Santa Luzia, rezo por um feliz 2011, pois de 2010 meus olhos já estão extasiados e satisfeitos.

Agora esses olhos irão descansar, dormir, e caso eu esteja sonhando, por favor, não me acordem.

Obrigado, Santa Luzia.

P.S.: Texto dedicado ao meu pai, que fez brotar em mim o amor ao Santos Futebol Clube e a todos que estiveram junto comigo na “odisséia do Barradão” ontem em Salvador, em especial ao Felipe, Godoy, Mauricio, Marcus e Silvinho.

Gustavo Kosha é publicictário, sócio e torcedor do Santos Futebol Clube.

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ago 05

Falar o quê da conquista do Santos, ontem?

Que ela representa o nono título nacional do Santos, que já tinha oito de primeira grandeza.

Com isso, pelo ranking mais respeitável já elaborado no país, o da revista FourFourTwo, o Santos aumenta em mais um ponto a sua liderança para o Palmeiras, o segundo colocado.

Agora o Santos tem 25, contra 23 de Palmeiras, 18 de São Paulo, 17 de Flamengo e 14 de Corinthians.

No ranking da FourFourTwo Campeonato Brasileiro vale três pontos e Copa do Brasil, um.

O que mais pode ser dito?

Que ela foi a vitória do futebol ofensivo, bonito, alegre. Foi a vitória do bom humor sobre a amargura, da juventude – de idade e de espírito – sobre a ranhetice.

“Esses Meninos ainda não ganharam nada”

No Campeonato Paulista, mesmo após exibições primorosas, que lembraram o Santos de Pelé, os santistas se cansaram de ouvir a frase, carregada de desdém: “Esses Meninos ainda não ganharam nada!”

Logo após perderem para o Santos na Vila Belmiro, ao sair de campo, os corintianos Ronaldo e Roberto Carlos ameaçaram, dizendo que o alvinegro da capital ainda daria o troco nas semifinais.

Depois, antes de enfrentar o São Paulo nas semifinais – já que o Corinthians não se classificou –, os Meninos ainda eram olhados com desconfiança. Muitos jornalistas afirmavam que a maior experiência do Tricolor faria a diferença.

Bem, o título paulista veio – depois de três vitórias sobre o São Paulo e uma final contra o valente Santo André – e o Santos se aproximou também das finais da Copa do Brasil.

Ao terminar o jogo no Mineirão, quando o Atlético venceu o Santos por 3 a 2, Diego Tardelli disse para os repórteres que a mídia estava endeusando o Santos, mas naquela noite o Brasil tinha visto que o Atlético era um grande time.

No jogo de volta, na Vila Belmiro, o Santos venceu por 3 a 1, fora o baile, e despachou o Atlético da Copa do Brasil.

Em seguida, na derrota para o Grêmio, em Porto Alegre, por 4 a 3, um narrador de rádio alardeou que o futebol de verdade era o do time do Sul e não o “futebol bailarino” do Santos. O técnico Silas disse que seu time era melhor do que o dos Meninos.

No jogo de volta, na Vila Belmiro, o Santos venceu por 3 a 1, fora o baile, e despachou o Grêmio da Copa do Brasil.

No primeiro jogo da final, quando Neymar perdeu o pênalti com cavadinha e o Santos desperdiçou outras inúmeras chances para golear o Vitória, muitos formadores de opinião disseram que o time não suportaria a pressão de jogar em Salvador e sucumbiria diante do Vitória, que na Copa do Brasil não tinha sofrido nenhum gol no Barradão e goleado todos os seus adversários, menos o Vasco, que perdeu “só” por 2 a 0.

Ontem o Santos perdeu por 2 a 1, mas em nenhum momento correu um risco iminente de deixar escapar o título de sua primeira Copa do Brasil.

Agora, quando o time volta a se concentrar exclusivamente em uma competição, no caso o importante Campeonato Brasileiro, o receio do torcedor santista é de que a equipe se contente com o que já conquistou este ano e não se empenhe o suficiente para lutar por um título que é plenamente possível.

Nesta hora, o que de melhor poderia acontecer com o Santos é que muitos jornalistas, todos se possível, duvidassem de novo que esse time pode ser campeão.

Ah, como seria bom se todos dissessem que esses garotos só fazem firulas, que não jogam nada e não têm a mínima chance de serem campeões brasileiros, muito menos do Brasileiro e da Sul-americana ao mesmo tempo.

Por isso, apelo a todos que andaram duvidando dos Meninos: Duvidem! Duvidem de novo! Duvidem mais um pouquinho! Nunca parem de duvidar!

Escrito por Odir Cunha \\ tags: , , , , , ,

ago 04

Da mesma forma que na quarta-feira passada, quando ele foi utilizado com acerto de 100%, recorro hoje ao “Método Cientítico OC” para analisar as chances de Vitória e Santos na partida das 21h50m, no Estádio Barradão, em Salvador, que decidirá o título da Copa do Brasil deste ano e ao mesmo tempo assegurará ao vencedor uma vaga na Copa Libertadores da América do ano que vem.

Em primeiro lugar, lembremos que, comparados ao time-padrão eleito, no caso o São Paulo (100 pontos), estabelecemos que o Santos, no máximo de seu potencial, chega a 140, enquanto o Vitória alcança 90 pontos.

Grosso modo, poderíamos afirmar que se o Santos jogar 65% do que já apresentou nas suas melhores apresentações este ano, já terá garantido o título da Copa do Brasil, pois alcançará 91 pontos, o que levará a um empate com o Vitória – resultado suficiente para lhe fazer campeão, pois venceu a partida na Vila Belmiro por 2 a 0 e pode até perder por um gol de diferença hoje.

Entretanto, há muitas variáveis no jogo de hoje que não podem ser desprezadas. Antes de um prognóstico definitivo, temos de analisar todas elas. Veremos:

Gramado
É uma vergonha que em um país que vai sediar a próxima Copa do Mundo, cinco vezes campeão mundial, seu segundo título nacional mais importante seja decidido em um campo cujos buracos são tapados com areia e que ficou ainda pior com as chuvas que caem em Salvador.

É natural que um time mais técnico sinta maiores dificuldades em chafurdar na lama. Não podemos nos esquecer de que a maior zebra das Copas do Mundo, a vitória da Alemanha sobre a Hungria, na final de 1954, foi obtida em um gramado pesado, que favoreceu o vigor físico dos alemães.

Por isso, o péssimo estado do “gramado” do Barradão, que impedirá a velocidade e a troca rápida de passes entre os santistas, deverá ajudar um pouco mais o Vitória, acostumado a jogar neste terreno familiar.

Arbitragem
Os santistas não gostam do árbitro Carlos Eugênio Simon, que nas quartas-de-final da Copa Libertadores, em 2005 simplesmente cismou que não daria nenhum pênalti a favor do Santos contra o Atlético Paranaense, na Vila Belmiro. No Campeonato Brasileiro do ano passado, depois de erros seguidos, o árbitro foi afastado pela CBF.

Por outro lado, Simon representou a arbitragem brasileira na Copa do Mundo da África – repetindo o feito das duas Copas anteriores – e é o mesmo que apitou a decisão do Brasileiro de 2002, na qual Robinho deu as oito pedaladas antes de sofrer o pênalti de Rogério.

O bom de Simon é que ele não costuma ser caseiro, não tem o hábito de, em duvida, dar preferência ao time da casa. Também não é de expulsar a torto e a direito, mesmo mantendo certa disciplina no jogo. Em princípio, a arbitragem não deve ser motivo de maiores preocupações para os dois times.

Estado emocional
Este detalhe é relevante, pois o fato de a partida decidir um título importante e a circunstância de jogar dentro ou fora de casa pode alterar o estado psicológico dos jogadores. Dependendo da importância deste jogador para a equipe, este descontrole pode afetar radicalmente o desempenho do time.

No Vitória, o maestro é o veterano Ramon, que dificilmente se altera, enquanto no Santos o líder tem sido Paulo Henrique Ganso, que mostrou grande personalidade na final do Campeonato Paulista, quando insistiu para ficar em campo e segurar a bola até o apito final.

Neste quesito, mesmo com um time mais experiente, o Santos não tem conseguido jogar tão bem fora de casa, enquanto o Vitória venceu todos os jogos que fez pela Copa do Brasil em seu estádio, onde marcou 19 gols e não sofreu nenhum. O detalhe é que até agora o campeão baiano não enfrentou nenhuma equipe com a força do Santos.

Outro detalhe é que um gol marcado pelo Santos obrigará o Vitória a fazer quatro para ser campeão. Portanto, enquanto não conseguir ao menos a vantagem de 2 a 0, o time baiano deverá atacar, mas ao mesmo tempo terá de se preocupar bastante com a força ofensiva do adversário,o ataque mais eficiene de uma edição da Copa do Brasil, com o recorde de 36 gols em 9 jogos, média de 4 por partida.

Variações no poderio técnico
O Santos poderá contar com todos os seus titulares. O técnico Dorival Junior só está em dúvida entre começar o jogo com Marquinhos ou André. O time que deverá iniciar a partida é Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Arouca, Wesley e Paulo Henrique Ganso; Neymar, Robinho e André (Marquinhos).

O Vitória não terá o volante Vanderson, suspenso com três cartões amarelos, e o lateral-direito Nino recupera-se de uma contusão muscular e talvez não jogue. Por outro lado, o goleiro Viafara voltará ao time. Os jogadores relacionados pelo técnico Ricardo Silva, que tem treinado muito lances de bola parada, foram: Goleiros: Viafara e Lee. Laterais: Nino e Egidio. Zagueiros: Wallace, Anderson Martins, Reniê e Gabriel Paulista. Volante: Neto. Meias: Ramon Menezes, Bida, Elkeson, Fernando, Kleiton Domingues e Renato. Atacantes: Edson, Junior, Adailton e Schwenck.

Depois da volta da Copa as duas equipes têm tido desempenhos equivalentes. Porém, nos últimos jogos o Santos demonstrou alguma melhora. Domingo passado, enquanto um time de reservas santistas venceu o Grêmio Prudente, fora de casa, por 2 a 1; no Barradão o Vitória, que poupou apenas cinco titulares, perdeu para o Botafogo por 3 a 1. O momento dos santistas é um pouco melhor.

Retrospecto na competição
Os torcedores do Vitória dão como certo mais um bom triunfo de seu time, hoje, baseado no retrospecto da equipe nesta Copa do Brasil: dos cinco jogos que fez no Barradão, a menor contagem obtida pelo Vitória foi 2 a 0, contra o Vasco. No mais, ganhou de 4 a 0 de Corinthians alagoano, Goiás e Atlético Goianiense. E de 5 a 0 do Náutico. Na média, o campeão baiano venceria hoje por 4 a 0 e estaria classificado. Mas há o outro lado…

Nos jogos que fez fora de casa, o Santos não perdeu nenhum por mais de um gol de diferença. Foi derrotado por Guarani por 3 a 2, Atlético Mineiro por 3 a 2 e Grêmio por 4 a 3. Assim, na pior das hipóteses, o Santos perderia em Salvador por um gol de diferença e seria campeão. Portanto, neste caso o retrospecto é inconclusivo.

Análise final

Sem levar em conta nenhuma das variáveis citadas acima, o Santos manteria uma vantagem suficiente de pontos (140 a 90) para alcançar um triunfo de, no mínimo, dois gols de diferença. Porém, os cálculos devem ser refeitos, pois algumas das variáveis são francamente favoráveis ao Vitória.

O fator campo, agravado pelo péssimo estado do gramado, não faz o Vitória superar os 90 pontos, que é o seu máximo, mas pode reduzir bastante a força santista. Se o time cair, digamos, em 50%, chegará a 70 pontos, o que implicará uma derrota provável por um gol de diferença.

Há ainda os critérios arbitragem e estado emocional. Partindo-se do princípio que a atuação de Carlos Eugênio Simon não influirá no resultado da partida, teremos como último fator de análise o aspecto psicológico dos jogadores.

Não se pode definir, agora, como eles se comportarão. A motivação do Vitória é evidente, pois este seria o título mais importante nos 111 anos de existência do clube, mas para o Santos o título também é valioso, pois marcaria a confirmação dos Meninos da Vila como o grande time brasileiro no primeiro semestre deste ano, o que valorizaria ainda mais seus jogadores.

Porém, o estado emocional já está meio embutido no “fator campo” e ao se prever que o Santos renderá menos no Barradão do que na Vila, ele já foi levado em conta. De qualquer forma, há circunstâncias que podem agir em cascata, provocando panes momentâneas que definem um jogo. Ninguém poderia prever, por exemplo, que a Alemanha venceria a Argentina por 4 a 0. Entretanto, os gols alemães desencadearam tal descontrole no adversário que a goleada acabou sendo uma conseqüência natural.

O nervosismo exacerbado não provoca apenas erros técnicos inesperados, mas também reações violentas, que podem provocar expulsões. E atuar com jogadores a menos costuma ser fatal em partidas decisivas, marcadas pelo equilíbrio entre as equipes.

Finalmente, o veredicto

A motivação por estar na final de uma competição importante impedirá que o Santos caia tanto de rendimento, mesmo jogando fora de casa. Assim, apesar dos fatores contrários – torcida e “gramado” –, é de se esperar que o Alvinegro alcance, no mínimo, 60% de seu maior rendimento, o que lhe daria 84 pontos.

A arbitragem e a “sorte” são fatores imponderáveis, que podem ajudar uma ou outra equipe, mas, digamos, que prejudique um pouco mais o Santos e o time renda apenas 50% do que pode, atingindo os 70 pontos.

A diferença de 90 para 70 pontos costuma não ser suficiente para uma vitória por dois gols de diferença, mas está dentro de uma margem que, em alguns casos, permite que ela ocorra. Assim, a análise definitiva do Método Científico OC para o jogo de hoje é:

O MÁXIMO QUE O VITÓRIA PODE CONSEGUIR, PARA CONQUISTAR O TÍTULO, É VENCER A PARTIDA POR 2 A 0 E GANHAR NA DISPUTA DE PÊNALTIS.

SE RENDER 65% DO QUE PODE, O QUE É BEM PROVÁVEL, O SANTOS EMPATARÁ A PARTIDA E SAIRÁ DE SALVADOR COMO CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL.

O que achou dos cálculos do Método Científico OC? Tem algo a acrescentar?

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